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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>autoesporte</title> <link>https://autoesporte.globo.com/</link> <description>Fique por dentro das últimas notícias sobre lançamentos de carros, avaliações, comparativos, melhores compras e muito mais!
</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://autoesporte.globo.com/rss/autoesporte" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>autoesporte</title> <link>https://autoesporte.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Festival Interlagos 2026: os 17 carros mais importantes que chegam em breve</title>  <atom:subtitle>Evento termina neste domingo (30) e apresentou as principais novidades para o mercado brasileiro, que vão de carros populares a SUVs de mais de 700 cv</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/festival-interlagos-2026-17-carros-chegam-em-breve-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/festival-interlagos-2026-17-carros-chegam-em-breve-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aGFtkLsHIFILZd8ldgIGnvkPxts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/N/i/nqBX16R0WNgT5XAVTxpA/mako-dianteira-.jpg" /><br /> ]]>    O Festival Interlagos 2026 segue neste final de semana depois de reunir algumas das principais novidades que estarão nas ruas brasileiras nos próximos meses. A quarta edição do evento, realizada no Autódromo de Interlagos, recebe 32 marcas e é palco para lançamentos, prévias e até estreias de fabricantes no Brasil.
Autoesporte acompanhou o evento e selecionou 17 dos carros mais importantes apresentados e que chegarão em breve às lojas. O festival segue aberto ao público até domingo (30). Confira a lista! 
17 carros que serão lançados em breve no Brasil
BAIC Arcfox T1
Baic Arcfox T1 é hatch que será rival de BYD Dolphin e Geely EX2 
André Paixão/Autoesporte
A BAIC é uma das marcas que aproveitou o Festival Interlagos para oficializar sua operação no Brasil. A chinesa chegou a confirmar 10 lançamentos até 2028, além de anunciar os planos de produzir nacionalmente. Os primeiros a chegar serão da submarca Arcfox. O menor deles é o T1, hatch elétrico de 4,33 metros de comprimento e generosos 2,77 m de entre-eixos, que disputará compradores com BYD Dolphin e Geely EX2.
O modelo é equipado com um motor elétrico de 95 cv de potência e traz uma bateria de até 43,3 kWh, suficiente para  alcançar 425 km no ciclo chinês (CLTC). O número brasileiro de autonomia ainda será homologado. As vendas estão previstas para começar me novembro.
Baic Arcfox T5
Baic Arcfox T5 é SUV médio que quer roubar clientes de BYD Yuan Plus 
André Paixão/Autoesporte
Acima dele estará o Arcfox T5, SUV elétrico de porte médio que mira modelos como BYD Yuan Plus e Geely EX5. Neste caso, o motor dianteiro entrega 272 cv e uma bateria de 74,4 kWh, que permite alcançar uma autonomia declarada de 660 km no ciclo chinês. 
Ainda não está definido qual configuração será comercializada no Brasil, mas o utilitário também será lançado em novembro e não teve seus preços revelados. 
BMW iX3
BMW iX3 é vendido em versão única por R$ 583 mil 
Divulgação
O novo BMW iX3 é mais do que outra geração do SUV elétrico — a  qual Autoesporte já dirigiu. Ele inaugura a chamada Neue Klasse, plataforma que definirá boa parte dos futuros carros elétricos da fabricante alemã. Portanto, é certamente o carro mais revolucionário da marca nos últimos 50 anos. 
O SUV estreou no Brasil na versão 50 xDrive por R$ 582.950, tem dois motores elétricos, tração integral, 469 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Seu maior destaque é a autonomia de 570 km pelo Inmetro, atualmente a maior entre os automóveis elétricos vendidos no Brasil. As primeiras entregas estão previstas para setembro.
Mais do que isso, o iX3 é muito tecnológico e tem o chamado “supercérebro”, um sistema de processamento de dados muito inteligente que controla até a regeneração dos freios e o quanto de torque cada motor entrega. 
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BYD Mako
BYD Mako será a picape intermediária da marca chinesa contra a Fiat Toro 
André Schaun/Autoesporte
A BYD Mako finalmente apareceu sem camuflagem durante o Festival Interlagos e já mostra o visual praticamente definitivo.  A nova picape intermediária chega para brigar diretamente com Fiat Toro, Ram Rampage, além das futuras Volkswagen Tukan e Renault Niagara e será produzida na fábrica da empresa em Camaçari (BA) .A expectativa é que a Mako estreie entre outubro e novembro deste ano. 
Desenvolvida especialmente para o mercado brasileiro, terá construção monobloco e compartilhará componentes com a família Song. A configuração combina o motor 1.5 aspirado com um elétrico dianteiro e entrega cerca de 235 cv. Mas uma versão 4x4 está nos planos com um segundo motor elétrico no eixo traseiro e 324 cv. Autoesporte, inclusive, já dirigiu a picape durante o evento. 
DFM Box
DFM Box é hatch compacto com motor elétrico de 95 cv de potência 
André Paixão/Autoesporte
A DFM, nome usado pela marca chinesa Dongfeng no Brasil, fez sua estreia oficial durante o Festival Interlagos 2026. E seus primeiros carros no país já estão definidos. O modelo de entrada será o Box, hatch elétrico que terá BYD Dolphin e Geely EX2 entre os principais concorrentes.
São 95 cv e 16,3 kgfm, com bateria de 43,89 kWh. A autonomia homologada no Inmetro ainda não foi revelada, mas no ciclo chinês CLTC o modelo tem alcance de até 430 km. Os preços devem ficar entre R$ 120 mil e R$ 140 mil. Inicialmente, haverá uma versão. A marca estuda aumentar a gama no futuro. 
DFM Vigo
DFM Vigo tem porte similar ao de um Hyundai Creta
André Paixão/Autoesporte
O segundo lançamento será o DFM Vigo, SUV elétrico compacto de 4,30 metros de comprimento e 2,71 m de entre-eixos. O motor dianteiro desenvolve 163 cv e 23,4 kgfm, enquanto a bateria de 51,87 kWh rende 470 km de autonomia no ciclo chinês (CLTC). A recarga rápida (DC) aceita até 167 kW e pode levar a carga de 30% a 80% em 18 minutos. O porta-malas comporta 500 litros.
SUV compacto elétrico que quer roubar clientes de modelos como BYD Yuan Pro e até de SUVs a combustão como Volkswagen T-Cross. A expectativa de preço é entre R$ 180 e R$ 190 mil. 
Ford F-150 Raptor
Ford F-150 Raptor chega no início de 2027 às lojas brasileiras 
Caio Bednarski/Autoesporte
Depois do sucesso da Ranger Raptor, a Ford confirmou que sua irmã maior também vem ao Brasil. A F-150 Raptor chegará no início de 2027 com preparação específica para enfrentar terrenos fora de estrada em alta velocidade.
A versão escolhida para o Brasil usa o motor V6 3.5 EcoBoost biturbo. Os números ainda não foram confirmados para o nosso mercado, mas nos Estados Unidos o conjunto rende 456 cv e cerca de 70 kgfm, associado ao câmbio automático de dez marchas e à tração 4x4. Preço e data exata de lançamento ainda não foram divulgados.
GWM Tank 400
GWM Tank 400 chega ainda em 2026 ao Brasil
Vitória Drehmer/Autoesporte
Depois de Tank 300 e Haval H9, a GWM aumentará sua família de SUVs sobre chassi com o Tank 400. Com quase cinco metros de comprimento, o modelo chega ainda em 2026 e deverá disputar espaço principalmente com as versões mais caras do Toyota SW4.
No Brasil, o Tank 400 terá um conjunto híbrido plug-in flex de 421 cv de potência e 76,5 kgfm de torque combinados, associado a câmbio automático de nove marchas. A arquitetura Hi4-T mantém a tração 4x4 mecânica por eixo cardã e inclui reduzida e bloqueios eletrônicos dos diferenciais dianteiro e traseiro. A GWM ainda não divulgou preço nem toda a ficha técnica da configuração brasileira.
Honda Prelude
Honda Prelude 2027 retorna ao Brasil após 30 anos 
Cauê Lira/Autoesporte
30 anos depois de deixar o mercado brasileiro, o Honda Prelude está de volta. O cupê japonês, que já teve Ayrton Senna em uma de suas campanhas no Brasil, começou a ser vendido durante o Festival Interlagos por R$ 380 mil.
A nova geração troca a receita tradicional por um conjunto híbrido e:HEV, o mesmo do Civic. Estamos falando de um motor 2.0 aspirado a gasolina e dois propulsores elétricos, com 203 cv e 32,1 kgfm combinados. Apesar de dividir componentes de suspensão e freios com o Civic Type R, sua proposta é menos radical e mais voltada ao uso cotidiano. 
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iCaur V27
iCaur V27 estreia no mercado brasileiro no primeiro trimestre do ano que vem 
André Paixão/Autoesporte
A iCaur será mais uma nova marca chinesa a estrear no Brasil. Pertencente ao grupo Chery, a fabricante começará sua operação por aqui no primeiro trimestre de 2027 com o V27. Mas além dele, a marca já confirmou outros dois modelos para o nosso mercado, o V25 e o V23, que chegam até o fim do mesmo ano. 
Com 5,04 metros de comprimento, o SUV tem desenho quadrado e proposta aventureira. O sistema é do tipo híbrido em série (REEV): um motor 1.5 turbo a gasolina trabalha como gerador, enquanto os motores elétricos ficam responsáveis pela tração. Nas versões mais potentes com tração integral, o conjunto chega a 455 cv. A autonomia total supera 1.200 km pelo ciclo chinês CLTC, número que deverá ser menor quando convertido para os padrões brasileiros.
Jaecoo 5
Jaecoo 5 estreia no Brasil em setembro como SUV compacto mais potente do país 
Jady Peroni/Autoesporte
Uma das principais apostas da Omoda Jaecoo para ganhar volume no Brasil, o Jaecoo 5 entra em pré-venda em setembro e será posicionado abaixo dos atuais Omoda 5 e Jaecoo 7. O SUV mede 4,38 metros de comprimento e 2,62 m de entre-eixos e terá Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta entre os rivais.
O lançamento acontecerá inicialmente com motorização híbrida plena. O conjunto reúne motor 1.5 turbo a gasolina e propulsor elétrico para entregar 224 cv e 30,1 kgfm. Ou seja, será o SUV compacto mais potente à venda no país. Serão duas versões, Luxury e Prestige. Os preços ainda não foram revelados, mas a expectativa é de valores entre R$ 150 mil e R$ 160 mil. Uma configuração totalmente elétrica também está nos planos para o Brasil.
Jetour G700
Jetour G700 será rival do Denza B5 no Brasil 
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Se tamanho e potência forem os critérios, o Jetour G700 está entre os destaques absolutos do festival. O SUV tem 5,20 metros de comprimento, construção sobre chassi e chegará ao Brasil até o fim deste ano como o modelo mais sofisticado da fabricante.
Seu conjunto híbrido plug-in reúne um motor 2.0 turbo e dois motores elétricos. A configuração exibida em Interlagos soma 905 cv de potência instalada (não combinada) e 115,8 kgfm de torque, com tração nas quatro rodas. O 0 a 100 km/h é feito em 4,8 segundos. A expectativa é de que o preço fique na casa dos R$ 500 mil, colocando o G700 na mesma faixa de SUVs de luxo como o Denza B5.
Leapmotor B10 híbrido  
Leapmotor B10 REEV tem 218 cv de potência 
André Paixão/Autoesporte
O B10 já é vendido no Brasil como elétrico, mas acaba de receber uma segunda opção durante o Festival Interlagos. O B10 agora adota um sistema híbrido em série, também utilizado pelo C10. Além disso, B10 e C10 já estão confirmados para produção nacional na fábrica da Stellantis em Goiana (PE).
Nesse conjunto, o motor 1.5 a gasolina não movimenta diretamente as rodas: ele funciona apenas como gerador de eletricidade. A tração permanece sempre a cargo do propulsor elétrico, que entrega cerca de 218 cv e 32,6 kgfm. A autonomia combinada deve superar os 900 km. O lançamento acontecerá nos próximos meses. O SUV médio C16 também foi confirmado para chegar ao nosso mercado. 
MG IM6
MG IM6 faz parte da submarca de luxo da MG 
Divulgação/MG
A MG também aproveitou Interlagos para subir de patamar. A fabricante apresentou a IM Motors, divisão premium que deverá disputar clientes com marcas como Denza e Zeekr. Seu primeiro produto no país será o IM6, SUV elétrico que chega até o fim do ano. 
O conjunto com dois motores entrega 767 cv e 81,7 kgfm, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos. A autonomia homologada pelo Inmetro é de 400 km. Além da enorme tela que ocupa boa parte do painel, o IM6 conta com esterçamento das quatro rodas, recurso que melhora tanto a estabilidade quanto as manobras em baixa velocidade.
Omoda E5
Omoda E5 receberá um facelift no mercado brasileiro 
André Paixão/Autoesporte
A Omoda aproveitou o Festival Interlagos para mostrar a primeira atualização do elétrico E5 desde que chegou ao Brasil. O SUV recebeu mudanças importantes na dianteira, traseira e cabine e deverá estrear renovado nas lojas no último trimestre deste ano.
Além do novo desenho, há uma evolução importante na mecânica. O motor elétrico passa a entregar 210 cv, ante 204 cv do modelo atual. A autonomia declarada é de até 430 km, enquanto a recarga rápida pode levar a bateria de 30% a 80% em cerca de 16 minutos. Por dentro, a atualização inclui uma nova tela central de 15,6 polegadas e equipamentos como ventilação, aquecimento e massagem no banco do motorista.
Renault Kwid 2027
Renault Kwid 2027 é vendido em três versões no Brasil com preços a partir de R$ 71 mil 
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Enquanto muitos lançamentos de Interlagos miram segmentos de luxo, o Renault Kwid 2027 está na outra ponta do mercado. Reestilizado, o hatch agora parte de R$ 71.090 e recuperou o posto de carro zero-quilômetro mais barato do Brasil. A gama passou a ter três versões: Evolution, Techno e Outsider, com preços promocionais, mas não há prazo definido para o fim da oferta.
As principais mudanças estão no visual e na cabine, que ganhou painel de instrumentos digital de 7 polegadas e central multimídia de até 10,1". O motor continua sendo o 1.0 aspirado flex de até 71 cv, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas.
Volvo ES90
Volvo ES90 é sedã de luxo vendido em versão única por R$ 660 mil 
Renato Durães/Autoesporte
O Volvo ES90 marca o retorno da fabricante sueca ao segmento de sedãs no Brasil. Totalmente elétrico, o modelo já está à venda em versão única por R$ 659.950 — confira o teste completo. São dois motores, tração integral, 680 cv e 88,7 kgfm, suficientes para levar o sedã de 0 a 100 km/h em 4 segundos. A bateria de 106 kWh garante 524 km de autonomia pelo Inmetro.
E pra provar que é um sedã de luxo, o ES90 tem sistema de som dos Beatles, teto panorâmico com controle de luminosidade, bancos traseiros com aquecimento, ventilação e até ajuste elétrico dos bancos traseiros, além de saída de ar-condicionado com quatro zonas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aGFtkLsHIFILZd8ldgIGnvkPxts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/N/i/nqBX16R0WNgT5XAVTxpA/mako-dianteira-.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Mako </media:description>   <media:credit>André Schaun/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 15:00:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros usados da Suzuki com tração 4x4 e pegada aventureira</title>  <atom:subtitle>Modelos da marca japonesa para quem busca robustez, tração 4x4 e bom custo-benefício no mercado de usados</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/carros-usados-suzuki-tracao-4x4-pegada-aventureira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/carros-usados-suzuki-tracao-4x4-pegada-aventureira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QV_W4QIN5gx9K1GsWnMrTUOJFK8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/S/A/67vVO7SbyHm09441BrJA/suzuki-jimny-4sun-1.jpeg" /><br /> ]]>    Para quem está em busca de um carro usado diferente dos que são mais vistos nas ruas, a Suzuki tem algumas opções que merecem atenção. A marca conta com boas pedidas no mercado brasileiro, especialmente  para quem busca robustez, diversão ao volante e, em alguns casos, capacidade para encarar terrenos mais difíceis.
Eles contam com propostas bem diferentes entre si. Você encontrará desde um jipinho vocacionado para o off-road a um crossover com desempenho de carro esportivo. Mas todos têm em comum características que fazem deles opções interessantes no mercado de usados. 
Separamos uma lista com cinco carros da Suzuki que chamam atenção pela versatilidade. Os preços citados no texto foram verificados no Mercado Livre durante a apuração da matéria, no mês de agosto de 2026.
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1. Suzuki SX4 2.0 4WD 2013 - a partir de R$ 39.500
Suzuki SX4 é um crossover prático para o dia a dia
Divulgação/Suzuki
O modelo da Suzuki ficou no Brasil por alguns anos e hoje é uma das opções mais baratas da marca japonesa, além de ter sido desenhado por Giorgetto Giugiaro, o maior designer de automóveis das últimas décadas. Com motor 2.0 aspirado a gasolina, ele rende até 145 cv de potência e tem torque de 18,7 kgfm. O câmbio é manual de cinco marchas e o SUV compacto acelera de 0 a 100 km/h em 11,1 segundos, conforme dados da própria marca. 
Entre os equipamentos, apesar de já ter mais de 10 anos de vida, o SX4 é moderno para sua época e conta com ar-condicionado automático, CD Player, volante com comandos multifuncionais, computador de bordo, e itens de segurança como tração integral, freio a disco nas quatro rodas, ABS e duplo airbag.
Com 4,13 metros de comprimento, ele tem uma distância entre-eixos de 2,50 m e um porta-malas com capacidade para 250 litros. O consumo (segundo o Inmetro, assim como todos os carros da lista) é de 7,7 km/l na cidade e 10 km/l na estrada.
2. Suzuki Grand Vitara 2.0 4WD 2012 - a partir de R$ 42.900
Suzuki Grand Vitara é um SUV que foca no conforto a bordo 
Divulgação
O Grand Vitara é um SUV que preza pelo conforto a bordo. Apesar do tempo de fabricação, já conta com uma lista extensa de equipamentos como computador de bordo, ar-condicionado digital, entrada para CD Player, vidros elétricos para todos os ocupantes, duplo airbag e freios ABS. 
Com suspensão independente em todas as rodas, ele tem um motor 2.0 aspirado a gasolina que lhe rende 140 cv de potência e 18,7 kgfm de torque. A transmissão é manual de cinco marchas e a aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 12,5 s. É possível encontrar modelos com transmissão automática de quatro velocidades na mesma faixa de valor. No consumo, a média  de 7,6 km/l na cidade. Na estrada, é de 9,1 km/l. 
O espaço também é um ponto de destaque com 4,50 m de comprimento e um entre-eixos de 2,64 m. São 398 l de capacidade no porta-malas. 
De todos os modelos da lista, o Grand Vitara é um dos mais aptos a enfrentar trilhas mais pesadas, sendo uma boa opção para aqueles que buscam off-road puro, mas com mais espaço que o Jimny. Há tração 4x4 temporária - normalmente, a força é enviada somente para as rodas traseiras - e reduzida.
3. Suzuki Jimny 4Sun 1.3 4x4 2013 - a partir de R$ 69.800
Suzuki Jimny 4Sun e 4Sport têm várias opções de cores chamativas
Divulgação
O Jimny tem um visual de “fun car”, um modelo pequeno e divertido. Porém, os especialistas em off-road sabem que a verdadeira vocação do jipinho é enfrentar trilhas pesadas. É possível encontrar exemplares abaixo de R$ 50 mil, no entanto, a nossa recomendação é buscar modelos de 2013 em diante, fase na qual o utilitário já era fabricado no Brasil - é o único Suzuki nacional da lista.
Há quatro versões à venda. Recomendamos a 4Sun, que tem teto solar de lona elétrico de série, ou a 4Sport, cujo estilo é mais fora de estrada e tem para-lamas recortados para acomodar pneus lameiros, se destacando também por usar máscaras nos faróis. O 4Work é simplificado e voltado para frotistas, enquanto o 4All não traz nenhum item extra. Foque nos dois primeiros.
Independentemente da versão, o SUV tem sempre motor 1.3 a gasolina de 85 cv e 11,2 kgfm. É o suficiente para levar os 3,67 m de comprimento da ribanceira acima, embora o desempenho aferido pela Autoesporte seja próximo de um modelo 1.0 em arrancadas: 0 a 100 km/h em 15,1 s. De acordo com o Inmetro, o consumo urbano é de 9,5 km/l. Na estrada, por sua vez, chega a 10,7 km/l. 
No dia a dia, o espaço para apenas quatro ocupantes e o porta-malas de 113 l deixam claro que a vocação do jipinho é encarar trilhas. O que importa é o que o carro pode fazer no off-road, no caso, situação na qual o entre-eixos de apenas 2,25 m se torna um aliado, enquanto o uso de chassi o deixa com robustez acima de qualquer suspeita. Sem falar na suspensão por eixo rígido e na tração 4x4 temporária (traseira em uso normal) e marcha reduzida. 
São de série ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, sistema de som com CD/MP3 e viva voz bluetooth. Freios ABS e airbag, entretanto, eram considerados dispensáveis pelo fabricante na época, uma vez que não são tão úteis nas trilhas pesadas. Lembre-se disso. 
4. Suzuki Vitara 4Sport Allgrip 1.4 turbo 2018 - a partir de R$ 74.900
Suzuki Vitara 4Sport Allgrip é rápido e tem boa lista de equipamentos
Divulgação/Suzuki
4.900
O Vitara é um dos principais modelos da Suzuki no Brasil e foi a vitrine para a fama de carros robustos. Entretanto, a sua última geração vendida no país focou em um espírito mais de crossover, com credenciais boas para o uso cotidiano e maior conforto a bordo.  
A versão 4Sport Allgrip é uma das mais interessantes, uma vez que ela une bons equipamentos e tração integral. Há opção de versões com motor 1.6 aspirado e também tração dianteira, porém, ficamos com o 1.4 turbo a gasolina de 146 cv e 23,4 kgfm de torque e a tração integral permanente. A transmissão é automática de 6 marchas. 
De longe, é o Suzuki mais rápido da lista. Na pista da Autoesporte, o SUV foi de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 s, 1 s a menos que o divulgado pela marca. De acordo com o Inmetro, as médias são de 11,5 km/l na cidade e 12,9 km/l na estrada. Contudo, da mesma maneira que o desempenho, o consumo aferido por nós foi muito (bota muito nisso) mais interessante: 13,5 km/l urbanos e 19,1 km/l rodoviários. 
Em dimensões, o SUV compacto tem 4,17 m de comprimento e um entre-eixos de 2,50 m. O porta-malas é de 375 l de capacidade. 
Nos equipamentos, o Vitara Allgrip entrega desde ar-condicionado digital, assistente de descida em rampa, câmera de ré, partida sem chave, sensor de chuva, multimídia de 10 polegadas com espelhamento para celular, painel de instrumentos com computador de bordo, controle de cruzeiro, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controles de tração e de estabilidade e seis airbags (frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina). 
5. Suzuki S-Cross 4Style 1.4 turbo 2017 - a partir de R$ 76.990
Suzuki SX4 S-Cross consegue reunir diversos pontos que são importantes em um carro robusto
Divulgação
O Suzuki S-Cross consegue reunir diversos pontos que são importantes em um carro robusto, como tração integral e uma mecânica confiável. Há opção 1.6 aspirado, mas indicamos o 1.4 turbo a gasolina que gera até 146 cv e 23,5 kgfm de torque, aliado a um câmbio automático de 6 marchas e à tração integral adaptativa. A aceleração até os 100 km/h acontece em 9,5 s, de acordo com a marca. É o mesmo conjunto do Vitara 4Sport Allgrip.
São 4,30 m de comprimento e uma distância entre os eixos de 2,60 m, o que favorece o espaço interno. O porta-malas também é generoso e conta com seus 440 l de capacidade. Ou seja, um conjunto prático para o uso cotidiano e familiar. Outro ponto positivo é o consumo médio de 12,2 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. 
Entre os equipamentos, o S-Cross também tem uma lista generosa com chave presencial, sistema start-stop, ar-condicionado digital de duas zonas, controle de cruzeiro, GPS embarcado, volante com comandos multifuncionais e multimídia de 9 polegadas com pareamento via Wifi, teto solar panorâmico, além de seis airbags (frontais, laterais dianteiros e tipo cortina) e controles de estabilidade e de tração. 
Indicamos modelos 2017 em diante por duas razões. Uma delas é a oferta do 1.4 turbo, enquanto a outra é o fato do carro já vir com o facelift.
 
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 Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QV_W4QIN5gx9K1GsWnMrTUOJFK8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/S/A/67vVO7SbyHm09441BrJA/suzuki-jimny-4sun-1.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Suzuki Jimny 4Sun tem visual divertido e fôlego na lama</media:description>   <media:credit>Divulgação/Suzuki</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 12:53:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fiat Strada usada: 3 versões para trabalho e diversão a partir de R$ 61 mil</title>  <atom:subtitle>Picape mais vendida do país há anos, Fiat Strada é sinônimo de bom negócio no mercado de usados, e segunda geração tem boas opções para compra</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/fiat-strada-usada-versoes-trabalho-diversao-a-partir-de-r-61-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/fiat-strada-usada-versoes-trabalho-diversao-a-partir-de-r-61-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/g45I7edFHkWCEjYoxjHrH63PR1U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/e/v/blD5WGRJqy2ABrqBgtEg/fiat-strada-2026-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    A Fiat Strada é o automóvel mais vendido do Brasil há anos e tem uma legião de fãs e compradores fiéis. Nas muitas versões da picape, a segunda geração ganhou novos motores e opções mais luxuosas, e Autoesporte separou três versões que valem a pena considerar no mercado de usados.
Procurar pela sua próxima Fiat Strada no Mercado Livre é fácil e descomplicado. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Fiat Strada Endurance 1.4 Cabine Plus - a partir de R$ 61.900
Fiat Strada Endurance CS tem motor 1.4 Fire e boa capacidade de carga
Fiat/Divulgação
Voltada para o trabalho, a Strada Endurance é uma das picapes compactas mais robustas do mercado de usados. Embora tenha vidro lateral atrás da porta dianteira, o modelo está mais para cabine simples do que estendida. O comprimento é de 4,47 metros e o entre-eixos marca 2,74 m. A caçamba tem 1.354 litros de volume e a capacidade de carga total (que inclui também os ocupantes) é de ótimos 720 kg, no que ajuda o uso de suspensão traseira por eixo rígido. 
A mecânica inclui o motor 1.4 Fire Evo flex de até 88 cv com etanol e 85 cv com gasolina, além do torque de 12,5 kgfm (E) e 12,4 kgfm (G), combinado ao câmbio manual de cinco marchas. O propulsor deu lugar ao mais recente 1.3 Firefly no final de 2023. De acordo com dados oficiais, a arrancada de 0 a 100 km/h leva 12,3 segundos. Se levarmos em consideração a medição de consumo do Inmetro, a picape faz 8,4 km/l (E) e 11,9 km/l (G) na cidade, além de 9,2 km/l (E) e 12,9 km/l (G) na estrada.
Mesmo sendo uma versão de trabalho, a versão Endurance tem bons itens de série, entre eles estão direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, vidros elétricos, travas elétricas, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, freios ABS e airbags frontais. Um sistema eletrônico de bloqueio do diferencial dianteiro acompanha todos os modelos da gama e oferece agilidade extra no off road. 
No Mercado Livre, exemplares da versão Endurance 2022 partem de R$ 61.900. Versões 2024 já trazem o novo motor 1.3 e saem por cerca de R$ 4 mil a mais, oferecendo mais força e economia.
Fiat Strada 1.4 MPI WORKING CS 8V FLEX 2P 
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2. Fiat Strada Volcano 1.3 CVT - a partir de R$ 102.900
Fiat Strada Volcano 1.3 traz transmissão automática e bom pacote de itens
Cauê Lira/Autoesporte
A segunda geração da Strada é bem mais prática do que a primeira em alguns pontos. Um deles é a oferta de cabine dupla com quatro portas. O outro é o câmbio automático do tipo CVT. Subindo a escada da linha, indicamos a versão Volcano 1.3 CVT. O propulsor entrega 107/98 cv e 13,7/13,2 kgfm de torque. A transmissão tem modo Sport e oferece trocas sequenciais - são sete marchas simuladas. Os dados oficiais apontam aceleração de 0 a 100 km/h em decentes 12 s. Segundo o Inmetro, registra 8,7 km/l (E) e 12,5 km/l (G) na cidade, além de 9,8 km/l (E) e 13,3 km/l (G) na estrada.
O comprimento e entre-eixos não mudam. Por sua vez, a caçamba é menor do que na cabine simples, mas ainda leva bons 844 litros de volume e a capacidade de carga é de 600 kg. 
Entre os itens de série, a versão traz ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, central multimídia de 7 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem cabo, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiro, controle de estabilidade e de tração e quatro airbags - frontais e laterais dianteiros. 
É possível encontrar unidades ano 2022 com preços que partem de R$ 102.900 no Mercado Livre. 
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3. Fiat Strada Ranch Turbo 200 CVT - a partir de R$ 107.990
Fiat Strada Ranch ganha muito em desempenho com o motor 1.0 turbo
Divulgação
Topo de linha da família Strada, a Ranch aposta no motor turbo e em um acabamento mais sofisticado para quem busca uma picape compacta com desempenho de SUV. O propulsor 1.0 turbo 200 flex gera 130/125 cv e 20,4 kgfm, sendo sempre associado ao câmbio automático CVT. A Fiat anuncia aceleração de 0 a 100 km/h em bons 9,5 s. Segundo o Inmetro, a versão faz 8,3 km/l (E) e 12,1 km/l (G) na cidade, além de 9,4 km/l (E) e 13,2 km/l (G) na estrada.
Em termos de capacidade, muda a capacidade de carga, que passa a ser de 650 kg. 
Além disso, a versão Ranch é bem equipada. Entre os principais equipamentos estão central multimídia de 7 polegadas, bancos revestidos de couro, ar-condicionado digital automático, carregador de celular por indução, câmera de ré, sensores de estacionamento, faróis de LED, chave presencial com partida por botão, volante multifuncional, controles de estabilidade e tração e quatro airbags. No Mercado Livre, exemplares da versão Ranch (2024) partem de R$ 107.990.
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No Mercado Livre, procurar pelo seu próximo HR-V é fácil. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Honda HR-V EX 1.8 flex 2016 - a partir de R$ 70.900
Honda HR-V já vem bem equipado na versão EX e oferece amplo espaço interno
Divulgação
Intermediária, a versão EX é considerada uma das melhores compras da primeira geração do HR-V por reunir um bom pacote de equipamentos e o conhecido conjunto mecânico da Honda. 
O SUV mede 4,29 metros de comprimento, 2,61 m de entre-eixos e oferece 437 litros de porta-malas. Como de costume nos Hondas, o banco traseiro tem o chamado Magic Seat, sistema que permite rebater o encosto e formar uma plataforma plana integrada ao porta-malas ou até levantar o assento traseiro e travá-lo na vertical, o que permite o transporte de objetos como uma planta ou até uma bicicleta na transversal.
O motor 1.8 flex tem um detalhe curioso: gera mais potência com gasolina do que com etanol. São 139/140 cv (etanol/gasolina) e 17,4/17,3 kgfm. Associado ao câmbio CVT, o propulsor o leva de 0 a 100 km/h em bons 10,6 segundos, de acordo com a aferição da Autoesporte.
Segundo o Inmetro, o HR-V faz 7,7 km/l (Etanol) e 11 km/l (Gasolina) na cidade, além de 8,6 km/l (E) e 12,3 km/l (G) na estrada, bastante adequado para o segmento, inclusive.
Entre os principais itens de série da versão EX, estão central multimídia de 7 polegadas, câmera de ré, ar-condicionado digital automático, controle de cruzeiro rodas de liga leve de 17 polegadas, volante multifuncional, freio de estacionamento eletrônico (com o prático Auto Hold, que mantém a pressão no freio ao parar o carro), controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, freios ABS e airbags frontais e laterais dianteiros.
No Mercado Livre, exemplares da versão EX partem de R$ 70.900 para exemplares 2016. A configuração  entrega farta lista de itens de série e desempenho satisfatório. E custa menos do que um carro 0 km de entrada.
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2. Honda HR-V EXL 1.8 flex - a partir de R$ 79.500
Honda HR-V EXL traz pacote de equipamentos mais completo e mantém o motor 1.8
Divulgação/Honda
Para quem procura mais conforto sem chegar ao preço da Touring, o HR-V EXL é uma excelente alternativa, agora com acabamento mais refinado. A lista de equipamentos inclui bancos revestidos de couro, central multimídia de 7 polegadas, câmera de ré, ar-condicionado digital automático, chave presencial com partida por botão, controle de cruzeiro, sensores de estacionamento, rodas de liga leve de 17 polegadas, controles de estabilidade e tração e airbags frontais, laterais e de cortina.
Sob o capô, nada muda em relação ao EX. O desempenho e padrão de economia são os mesmos. Da mesma maneira, as medidas não variam.
No Mercado Livre, unidades da versão EXL podem ser encontradas a partir de R$ 79.500 para modelos 2016 em diante, e entregam um nível maior de requinte, sem sacrificar a economia da versão aspirada, por exemplo.
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3. Honda HR-V Touring 1.5 turbo - a partir de R$ 93.900
Honda HR-V Touring 1.5 turbo foi lançado junto com a reestilização da primeira geração
Divulgação
Lançada na reestilização da primeira geração, a Touring elevou o nível do HR-V ao adotar o motor turbo. Também se tornou referência de desempenho no segmento de SUVs compactos. 
Sem grandes alterações em outros pontos,  o comprimento se tornou um tico maior em razão de mudanças no para-choque, alcançando 4,33 m, e o porta-malas passou a levar 393 l. A diminuição de volume - os demais comportam 437 l - tem uma explicação: o escapamento do motor turbo é duplo e isso exigiu que a Honda elevasse a posição do estepe, encolhendo o volume do compartimento. Ainda assim, é um volume coerente com a classe.
Entre os principais itens de série, podemos citar faróis de LED, bancos revestidos de couro, central multimídia de 7 polegadas, ar-condicionado digital automático, chave presencial com partida por botão, câmera de ré, seis airbags, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, teto solar e rodas de liga leve de 17 polegadas. 
O motor 1.5 turbo é movido apenas a gasolina, só se tornou flex na segunda geração do modelo. Ele gera 173 cv e 22,4 kgfm, vindo associado ao conhecido câmbio CVT de sete marchas simuladas. Na pista da Autoesporte, o SUV foi de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 s, 0,8 s a menos que um VW T-Cross 1.4 TSI, por exemplo. O consumo do Inmetro marca 11,4 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada.
No Mercado Livre, exemplares da versão Touring partem de R$ 93.900 para carros a partir de 2020. É a chance de ter um utiltário turbo de alto desempenho por bem menos do que um SUV subcompacto de entrada com motor 1 litro.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p0KHkC_gBBTHwLOOtehJ3IDqI5k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/V/B/B4cgCvQH2Oc8P5QQ1iAA/exl-frente.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda HR-V EXL se destaca pelas rodas diamantadas</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 12:44:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Achado usado: Kombi Carat foi a mais luxuosa já feita e hoje custa R$ 250 mil</title>  <atom:subtitle>Van popular de luxo foi resposta da marca às modernas Kia Besta e Asia Topic</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/achado-usado-kombi-carat-mais-luxuosa-custa-r-250-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/achado-usado-kombi-carat-mais-luxuosa-custa-r-250-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GHWaVCGOh9rJWLVG1Nv56KzkTqs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/m/gHA7enTG6HJAjtf7nKnA/volkswagen-kombi-carat-1999.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen Kombi é um veículo projetado para o trabalho, mas, dentre as inúmeras versões, configurações e séries especiais, uma, sem dúvida, ficou marcada pelo luxo: a Carat (em português, quilate). Produzida a partir de 1997, na transição da carroceria com teto elevado em 11 cm e portas corrediças, a van foi uma resposta da marca contra as modernas Kia Besta e Asia Topic.
Autoesporte encontrou um exemplar à venda da Volkswagen Kombi 1999/1999, o último ano da Carat na cobiçada cor Azul Atlanta. Localizada em Chapecó (SC), a perua se encontra à disposição do colecionador Leandro Bertotti, do perfil no Instagram Auto_Totti.
Volkswagen Kombi Carat 1999 tem entreeixos de 2,4 m
Auto Totti
“A nossa Carat passou por um processo minucioso de restauração que inclui uma pintura nova azul, pois, quando eu a comprei, era branca original de fábrica”, detalha Totti.
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No entanto, a parte interna estava quase perfeita e só precisava acertar detalhes como a troca de espuma dos assentos dianteiros e forro de porta, que foi consertado. Fora isso, só a desmontagem de todas as partes de acabamento e bancos para uma limpeza detalhada, mas o revestimento do teto não foi retirado, só limpo.
Volkswagen Kombi Carat 1999 tem capacidade para até sete pessoas
Auto Totti
Segundo Leandro, esse carinho e esmero com a renovação da Kombi Carat demorou cerca de um ano, mas valeram cada tempo e dinheiro investido, apesar dos obstáculos encontrados no caminho. 
“Os maiores desafios foram encontrar peças originais para o modelo especial, a exemplo do para-brisa degradê com o logo da ‘VW’ e das lanternas traseiras com pisca fumê, que só saiu na Carat”, exemplifica o empresário chapecoense.
Como foi aperfeiçoada a joia da coroa?
Consumo urbano do Volkswagen Kombi Carat 1999 é de 7,5 km/l
Auto Totti
Totti relata que foram feitos alguns aperfeiçoamentos na parte de suspensão e do câmbio, o qual teve a relação de marchas substituída por outra mais eficiente. Foram alterações que, na prática, deixaram a Kombi mais macia, silenciosa e confortável para o uso diário ou em viagens mais longas, sem causar fadiga. 
“Durante a restauração, fiz algumas melhorias visando o conforto, substituindo a tradicional suspensão dianteira por embuchamento (com pino central e graxeiras) por pivô, e a relação de marchas trocada pela da Kombi refrigerada a água”, explica.
Sistema de som toca-fitas do Volkswagen Kombi Carat 1999 era opcional 
Auto Totti
A cereja do bolo foi a adição de um conta-giros desenvolvido pela empresa RKR de Mogi das Cruzes (SP) sob medida para a van, assegurando melhor eficácia nas trocas de marchas e a consequente economia de combustível. 
A transmissão manual de quatro posições com o novo esquema de marchas propiciou ao velho motor boxer a ar, com seus 56 cavalos de potência e torque de 11,3 kgfm, um funcionamento mais silencioso, principalmente nas estradas a 80 km/h. 
A pedida pela Volkswagen Kombi Carat, segundo Leandro Totti, é de R$ 250 mil, uma joia rara medida em quilates como essa que não se vê todo dia por aí.
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Como é a Kombi Carat?
Volkswagen Kombi Carat 1999 foi o último modelo com a cor Azul Atlanta
Auto Totti
A Kombi Carat (cuja nomenclatura em inglês se traduz para quilate) foi uma forma de elevar a van rústica a um patamar mais elevado. Tal estratégia fez com que a perua ficasse marcada para a história por ser considerada por muitos colecionadores a melhor versão do veículo com o maior tempo de produção no Brasil.
A diferença externa da popular van era destacada pela janela traseira esquerda corrediça, vidros verdes com para-brisa degradê, desembaçador do vidro traseiro, lanternas traseiras somente com o pisca fumê, piscas dianteiros na cor cristal e calotas exclusivas (herdadas da Caravelle Mexicana no ano de 1995 e da VW Transporter T4 Alemã de 1991 a 1994).
Volkswagen Kombi Carat 1999 conta com cÂmbio manual de quatro marchas
Auto Totti
Por dentro, visando o conforto, a Carat tinha a capacidade de transportar sete pessoas (o motorista e mais seis passageiros), ao contrário da Kombi tradicional, que carregava o condutor e mais oito pessoas. A acomodação estava assegurada pelos confortáveis bancos aveludados (Navalhado Búzios Cinza) das versões topo de linha do Santana e da Quantum. 
Ainda no aconchegante interior, a Carat se diferenciava das outras Kombis pelas quatro alças de segurança no teto, espelho de cortesia no para-sol direito, laterais das portas dianteiras em vinil com ilha de tecido. Já no banco central de dois lugares havia descanso-braço do lado direito, apoio de cabeça para todos os passageiros, assoalho forrado em carpete, entre outros detalhes. O único opcional era o sistema de som composto de rádio toca-fitas (Volksline DC249, sendo substituído em 1998 pelo modelo DC349).
Motor do Volkswagen Kombi Carat 1999 está localizado na aprte de trás do veículo
Auto Totti
Na parte mecânica, o motor 1.600 refrigerado a ar de 58 cv e torque de 11,3 kgfm, alimentado por dois carburadores, era o mesmo das Kombis normais. A partir do dia 1.º de janeiro de 1998, devido à nova legislação de emissão de poluentes, o propulsor passou a contar com a injeção eletrônica multiponto.
Mas, com tantas evoluções em um projeto tão antigo, a Kombi Carat não sobreviveu por muito tempo, já que a maior parcela de vendas estava focada nas frotas escolares e de empresas. De 1997 a 1999, foram fabricadas apenas 1.004 unidades, sendo 750 na cor branca e as demais divididas em Azul Atlanta (esse exemplar), Azul Netuno, Verde Java, Verde Saturno e Vermelho Clássico. Hoje se transformou em uma peça de coleção cobiçadíssima em qualquer canto do mundo.
Volkswagen Kombi Carat 1999 tem traças nas rodas traseiras
Auto Totti
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O Geely EX5 EM-i Ultra (R$ 234.990) passou pelas garagens de todos os integrantes de nossa redação ao longo das últimas semanas para coletarmos as impressões da vida real. Depois, trocamos “figurinhas” e discutimos sobre pontos positivos e negativos do novo SUV médio, que concorre com BYD Song Plus e GWM Haval H6. Os tópicos a seguir trazem impressões coletivas sobre os aspectos em que o EX5 se destaca e no que precisa melhorar. Acompanhe.
Geely EX5 EM-i: 5 razões para comprar
1°) Desempenho
Quem busca um SUV ágil não vai passar sufoco com o Geely EX5. Abaixo do capô está o motor 1.5 aspirado, movido a gasolina, que desenvolve 100 cv e trabalha em conjunto com uma máquina elétrica de 218 cv, esta alimentada pela bateria de 29,8 kWh Os números combinados são de 262 cv de potência e 38,7 kgfm de torque.
Não faltou fôlego ao Geely EX5. No teste realizado por Autoesporte no Rota 127 Campo de Provas, o SUV precisou de 8,1 segundos para atingir 100 km/h ao partir da imobilidade. Em nosso comparativo (leia abaixo), o BYD Song Plus cumpriu a mesma tarefa em 8,3 s, o que revela que o Geely tem comportamento marginalmente mais aceso. 
BYD Song Plus ou Geely EX5 EM-i: qual SUV híbrido é melhor até R$ 250 mil?
Geely EX5 EM-i anda bem, embora a dirigiblidade tenha seus pontos a
Renato Durães/Autoesporte
Os motores elétricos ajudam a grudar as costas dos ocupantes nos bancos durante acelerações mais vigorisas Porém, curiosamente, o que chamou nossa atenção durante o comparativo é que o Song Plus teve desempenho superior em comparação com o Geely nos testes de retomada. Veja abaixo:
Teste em pista: Geely EX5 x BYD Song Plus
Mesmo assim, o Geely EX5 ainda é um carro ágil, aceso e seguro para guiar na estrada — mérito do câmbio automático do tipo DHT, com um marcha e múltiplas relações simuladas, que sincroniza os motores a combustão e elétrico. 
O motor 1.5 aspirado do Geely EX5 EM-i Ultra 2027 ainda não é flex. Ainda...
Renato Durães/Autoesporte
Ultrapassagens e retomadas são realizadas com muito ímpeto, o que oferece uma ajudinha em rodovias de mão única, como as localizadas no Litoral Norte de São Paulo. Em nosso teste de consumo, o EX5 marcou 21,7 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada, revelando boa vocação para economizar gasolina. Sua autonomia elétrica é de 111 km, segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).
2°) Pacote de equipamentos
Cabine do Geely EX5 EM-i Ultra 2027  chama bastante atenção, ainda mais combinando bege e preto
Renato Durães/Autoesporte
O Geely EX5 tem central multimídia de 15,4 polegadas com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, além de um painel de instrumentos digital de 10,2”.  Há também um prático head-up display de 13,8’’ que projeta informações como velocímetro e controle de cruzeiro diretamente no para-brisa.
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Um ponto muito forte do Geely é que, embora o ar-condicionado esteja integrado à central multimídia, existem botões físicos no painel que funcionam como atalho. Então, diferentemente de muitos concorrentes chineses, o motorista não precisa desviar os olhos da estrada para aumentar a intensidade do ventilador, por exemplo. Mas, infelizmente, o ar-condicionado do Geely EX5 passou longe de tirar nota 10, como abordaremos seguir.
Console do Geely EX5 EM-i Ultra 2027 tem atalhos que facilitam a navegação pelo sistema do SUV
Renato Durães/Autoesporte
Completando o pacote de equipamentos de conforto, traz câmeras 540° com excelente qualidade, teto solar panorâmico, iluminação ambiente, carregador de celular por indução, bancos dianteiros elétricos com ventilação e memória e sistema de som com 16 alto-falantes.
Como não poderia faltar neste segmento, o Geely EX5 EM-i Ultra 2027 ainda oferece tetopanorâmico
Renato Durães/Autoesporte
Abordando agora os itens de segurança, o SUV chinês tem seis airbags de série (frontais, laterais e cortina). A versão mais completa ainda traz um pacote Adas nível 2 com assistentes de condução com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de manutenção e mudança de faixa, frenagem autônoma de emergência e alerta de ponto cego. Todas as informações são projetadas no painel de instrumentos digital ou no head-up display.
3°) Espaço interno
Espaço não é problema no Geely EX5 EM-i Ultra 2027
Renato Durães/Autoesporte
O Geely EX5 é um carro de boas proporções para uma família com filhos adolescentes. Tem 4,74 metros de comprimento, 1,91 m de largura, 1,68 m de altura e vistosos 2,75 m de distância entre-eixos. 
Há espaço suficiente para as pernas e até para os pés dos ocupantes do banco traseiro, por causa do assoalho plano. E nenhum dos presentes ficará suando na segunda fileira, pois o SUV ainda oferece saídas de ar-condicionado. Evidentemente, a posição central do banco traseiro é ingrata e desconfortável por conta da elevação.
4°) Tem estepe temporário
Geely EX5 EM-i Ultra tem estepe, diferentemente de sua versão elétrica
Cauê Lira/Autoesporte
Numa indústria em que cada vez mais se adota o kit de reparo de pneu como algo normal, o Geely EX5 persiste ao preservar o estepe temporário. Num país vasto como o Brasil, em que é possível percorrer muitos quilômetros em rodovia sem passar por um posto de serviço, oferecer um estepe (mesmo o temporário, mais fino que os pneus 235/50 R19) deveria ser imprescindível.
Não faltam relatos na internet de pessoas que não souberam utilizar o kit de reparo com selante e pressurizador — e mesmo os que sabem utilizá-lo já passaram perrengue. O estepe temporário oferece condições mais seguras para rodar tranquilamente, ainda mais com a família a bordo.
5°) Custo de manutenção e seguro
Geely EX5 EM-i também é amigo do bolso
Renato Durães/Autoesporte
O aspecto financeiro também joga a favor do Geely EX5, como comprovamos no Qual Comprar 2026, o superguia da Autoesporte que avaliou mais de 200 carros. O SUV chinês tem revisões obrigatórias com preço de R$ 6.058 para os primeiros 60 mil km rodados (com visitas a cada um ano ou 15 mil km), contra R$ 7.515 do Song Plus (a cada um ano ou 12 mil km). 
O SUV também leva vantagem na cobertura de seguro, com média de R$ 4.100 contra R$ 6.015. Além disso, tem cesta de peças mais barata: R$ 18.375 contra R$ 19.988. Nas contas básicas, a economia é de R$ 4.985 em favor do Geely.
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Geely EX5 EM-i: motivos para pensar bem
1°) Ar-condicionado tem uma zona — mas finge ter duas
Geely EX5 EM-i Ultra 2027 tem uma zona de ar-condicionado num segmento em que os concorrentes oferecem duas
Renato Durães/Autoesporte
Um fato curioso sobre o Geely EX2 diz respeito ao menu do ar-condicionado digital. Ele tem o layout convencional chinês, que mostra as temperaturas para motorista e passageiro, como se fossem duas zonas separadas. No entanto, ele tem apenas uma zona.
Se o motorista alterar a temperatura pelo seu lado, ela também será selecionada no menu do passageiro — e vice-versa. O que mais chama atenção é o layout imita um ar-condicionado de duas zonas
2°) Alertas sonoros intrusivos
"Beep, beep". Dirigir o Geely EX5 EM-i Ultra é ter que conviver com muitas onomatopeias
Renato Durães/Autoesporte
Ao dirigir o Geely EX5, é preciso encarar uma série de sons intrusivos apitando o tempo inteiro na cabine. O SUV tem detector de placa de velocidade, alerta de ponto cego e sensor de permanência em faixa. Nada contra estes sistemas que reforçam a segurança e elevam o seu nível de tecnologia, mas os vários sons emitidos na cabine chegam a atrapalhar o motorista. Até o som da marcha à ré acaba irritando com o tempo.
E aqui podemos citar o exemplo de uma “irmã” da Geely: a Volvo. Os carros da marca sueca — que, desde 2010, pertence ao grupo chinês — não são intrusivos ao ponto de desconcentrar o motorista com seus vários alertas. Embora os chineses estejam dominando o mercado mundo afora, as fabricantes europeias, americanas e até japonesas oferecem sistemas Adas mais refinados.
3°) Dirigibilidade
Geely EX5 EM-i precisa melhorar sua dinâmica para ficar ao gosto do motorista brasileiro
Renato Durães/Autoesporte
Falando sobre a suspensão, o Geely EX5 oferece o arranjo independente McPherson no eixo dianteiro e multilink no traseiro, com calibração feita pela Lotus. Nota-se, porém, que este conjunto carece de rigidez. Ao encarar uma lombada, por exemplo, a carroceria do EX5 continuará oscilando por alguns segundos até se estabilizar. 
Em curvas rápidas, o SUV é projetado horizontalmente no sentido oposto, fazendo objetos soltos deslizarem pela cabine. Certamente, é um arranjo que prioriza o conforto urbano.
Quanto ao acerto da direção elétrica, ainda que seja muito superior em comparação com concorrentes chineses — o Jaecoo 7, por exemplo —, há uma sensação anestésica e imprecisa. O Geely EX5 tem motores elétricos instalados juntos à transmissão, o que, teoricamente, deveria oferecer uma resposta mais precisa no volante. Não é o que ocorre na prática.
4°) Capacidade do porta-malas
Alcapão do estepe deixou o porta-malas do Geely EX5 EM-i Ultra 2027 raso, comprometendo a capacidade
Renato Durães/Autoesporte
Lembra que elogiamos o fato de o Geely EX5 oferecer estepe temporário, algo imprescindível num país com ruas em mau estado? Cada escolha gera uma renúncia. A marca chinesa precisou instalar um alçapão que roubou espaço do porta-malas, cuja capacidade foi reduzida para 428 litros. 
Mas os números “frios” nunca contam a verdadeira história sobre um carro. Quem observar os suntuosos 552 litros disponíveis no Song Plus pode se vislumbrar com a excelente capacidade de transporte de carga oferecida pelo BYD, mas este SUV não oferece estepe temporário, e sim o kit de reparo. Imagine que você passou um perrengue na estrada com sua família a bordo. Em qual carro você gostaria de estar?
5°) Funções confusas
Comandos dos vidros do Geely EX5 EM-i Ultra são invertidos
Cauê Lira/Autoesporte
O Geely EX5 exige aprendizado. É claro que o proprietário será obrigado a se acostumar com suas funções confusas, mas isso não quer dizer que é um carro pouco prático. Os comandos elétricos das janelas são invertidos, sendo necessário apertar para cima para que os vidros desçam e para baixo para que subam. 
O posicionamento da alavanca que aciona o limpador de para-brisa é outro tópico que exige atenção. Como o câmbio foi parar na coluna de direção, ela foi reposicionada do outro lado, o que causa o seu acionamento acidental mesmo para os motoristas mais familiarizados.
Por fim, embora seja um SUV muito configurável, o Geely EX5 não deixa as preferências do motorista salvas. É o caso do detector de placa de velocidade e outras assistências do Adas, que devem ser configuradas sempre que o proprietário ligar o carro. Nem o nível de regeneração do sistema híbrido pela frenagem fica salvo de acordo com as preferências. Definitivamente, é algo a ser melhorado no futuro.
Teste em pista: Geely EX5 EM-i Ultra
Ficha técnica: Geely EX5 EM-i
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 De acordo com o engenheiro Filipe Buscariolo, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, “acidentes com GNV são raros, mas costumam acontecer quando o sistema foi instalado fora das normas técnicas ou em oficinas não credenciadas”. Ele explica que o procedimento deve ser realizado exclusivamente em oficinas homologadas pelo Inmetro, registradas no Detran, e com profissionais treinados para seguir à risca o padrão técnico.
Funcionamento básico de um sistema de GNV consiste em armazenar o gás comprimido em cilindros instalados geralmente no porta-malas do veículo
Divulgação
Após a instalação, o veículo deve obrigatoriamente passar por uma inspeção em uma Instituição Técnica Licenciada (ITL). Só com a aprovação nessa vistoria é emitido o Certificado de Segurança Veicular (CSV), necessário para legalizar o uso do GNV no CRLV do carro. Péricles Mattos, especialista em segurança pública, reforça: “A instalação inadequada é uma das principais causas de vazamentos e comprometimento do sistema. É inadmissível abrir mão de segurança para economizar na conversão.”
Como funciona um sistema GNV?
O funcionamento básico de um sistema de GNV consiste em armazenar o gás comprimido em cilindros instalados geralmente no porta-malas do veículo, que o conduzem até o motor por meio de um conjunto de mangueiras, válvulas e reguladores. O gás passa por um redutor de pressão, que transforma os cerca de 220 bar do cilindro em uma pressão adequada para a queima no motor. 
Nos kits mais modernos, esse processo é gerenciado eletronicamente, com sensores e injetores controlando a mistura de gás e ar, garantindo desempenho otimizado e segurança. A troca entre o uso do GNV e da gasolina ou etanol é feita de forma automática ou manual, dependendo do tipo de kit, e o motor segue o mesmo princípio de funcionamento por combustão, com ignição por faísca.
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A importância da inspeção anual
Uma vez instalado, o kit de GNV precisa de acompanhamento técnico constante. A legislação brasileira exige inspeção anual obrigatória, em especial no momento do licenciamento. O procedimento verifica o estado de conservação do cilindro, das válvulas, mangueiras, redutor de pressão e demais conexões. É nessa etapa que se avalia se há riscos de vazamentos ou falhas estruturais. Segundo Buscariolo, essa inspeção é ainda mais crítica em veículos usados diariamente para transporte por aplicativo ou táxis, que acumulam grande quilometragem.
Além da obrigatoriedade legal, há situações que exigem nova inspeção: troca de componentes, venda do carro, acidentes ou qualquer suspeita de falha no sistema. Circular sem o CSV (Certificado de Segurança Veicular) válido é considerado infração gravíssima. “O não cumprimento das normas pode acarretar multas, apreensão do veículo e até cassação do documento de licenciamento”, afirma Buscariolo.
Documentos importantes devem estar em dia
A legislação brasileira exige inspeção anual obrigatória, em especial no momento do licenciamento
Divulgação
O CSV, ou Certificado de Segurança Veicular, é o documento que comprova que o sistema de GNV instalado no veículo atende às exigências técnicas e de segurança estabelecidas pelo Inmetro e pela legislação brasileira. Ele é emitido após uma inspeção realizada por uma IT, Instituição Técnica Licenciada, que é uma empresa credenciada pelo Inmetro e autorizada pela Senatran (antigo Denatran) para realizar esse tipo de vistoria. Durante a inspeção, são verificados itens como a vedação do sistema, integridade das mangueiras e conexões, funcionamento das válvulas, estado do cilindro e presença dos selos obrigatórios do Inmetro nos componentes. 
Essa inspeção é obrigatória anualmente: o CSV deve ser renovado todos os anos para que o veículo continue autorizado a circular com GNV. Além disso, a emissão do certificado é necessária para que o uso do gás seja registrado no CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo). 
Sem o CSV atualizado, o uso do GNV é considerado ilegal, o que pode resultar em multa, pontos na CNH e até apreensão do carro. “A inspeção feita por uma ITL é o que garante que o sistema de GNV está seguro para o uso diário, tanto para o motorista quanto para os demais ocupantes e veículos ao redor”, explica o engenheiro Filipe Fabian Buscariolo.
Perigos reais: o que pode dar errado?
Embora seguro, o sistema de GNV opera sob alta pressão — e qualquer falha pode ter consequências graves. Um dos principais riscos é o vazamento de gás. “Mesmo sendo adicionado de odorantes, o GNV pode vazar de forma silenciosa, e isso é um perigo enorme, principalmente em ambientes fechados”, alerta Péricles. O especialista cita também o risco de instalação inadequada, falta de manutenção e erros no abastecimento, como causas frequentes de acidentes. “Já vimos casos em que o bico foi mal encaixado e provocou sobrepressão, rompendo componentes durante o abastecimento”, relata.
Outro fator de risco é o uso de kits antigos e com manutenção negligenciada. Mangueiras ressecadas, válvulas desgastadas ou filtros entupidos comprometem o funcionamento e elevam o risco de falha. O engenheiro do Mackenzie acrescenta: “A falta de manutenção ou ajustes incorretos no redutor de pressão também pode causar perda de potência ou falhas na transição entre gasolina e gás.”
Como abastecer com segurança
Para evitar incidentes, o abastecimento de GNV requer uma sequência clara de procedimentos. O motor deve estar completamente desligado, com a chave fora da ignição, e ninguém deve permanecer dentro do veículo. “Parece simples, mas muita gente ignora isso”, diz Péricles. Ele destaca que também é importante evitar o uso do celular perto da bomba, conferir se o engate foi feito corretamente e recusar o abastecimento se houver cheiro de gás ou sinais de mau funcionamento. A pressão máxima geralmente é de 220 bar e excedê-la pode ser perigoso. Além disso, o posto precisa estar com manutenção em dia e equipamentos calibrados.
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Estacionamento e calor são riscos reais?
Uma dúvida comum entre motoristas é se deixar o carro ao sol pode aumentar o risco de explosão. A resposta é que não diretamente. “O sistema é projetado para resistir a altas temperaturas, como as de um incêndio, sem que o cilindro exploda. O risco maior está em estacionar em ambientes fechados, mal ventilados”, explica Buscariolo. 

Locais como garagens subterrâneas, onde um possível vazamento pode acumular gás, são os mais perigosos. “Sem ventilação forçada, qualquer vazamento pode se transformar em um risco real de explosão”, completa Péricles.
Sinais de alerta no dia a dia
O motorista também tem responsabilidade direta na prevenção de acidentes. Alguns sinais de alerta merecem atenção imediata. Cheiro forte ou persistente de gás, ruídos incomuns vindos do cilindro ou das válvulas, perda de potência repentina, falhas ao alternar entre os combustíveis ou dificuldade para abastecer são sintomas que indicam problemas. “A luz da injeção acesa após a troca para o GNV também pode sinalizar falha na regulagem ou no sensor do sistema”, explica o engenheiro do Mackenzie.
Manutenção periódica: o que precisa ser feito
Dependendo do tipo de kit, e o motor segue o mesmo princípio de funcionamento por combustão, com ignição por faísca.
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Manter o sistema de GNV seguro requer cuidados com alguns componentes-chave. O cilindro tem validade de 20 anos, mas precisa ser requalificado a cada cinco anos por meio de testes hidrostáticos. Mangueiras e conexões devem ser revisadas anualmente e, geralmente, substituídas a cada cinco anos. Filtros do sistema, por sua vez, precisam ser trocados a cada 10 mil quilômetros. Já as válvulas de abastecimento e do cilindro, além do redutor de pressão, exigem inspeção mais minuciosa e substituição conforme desgaste. Veja abaixo tudo que deve ser verificado no sistema
Inspeção de segurança veicular – anual
Levar o veículo a uma ITL (Instituição Técnica Licenciada) para inspeção obrigatória.
Verificar se há emissão do CSV (Certificado de Segurança Veicular).
Atualizar o CRLV junto ao Detran com a informação do uso de GNV.
Requalificação  do cilindro – a cada 5 anos
Conferir a data de validade gravada no corpo do cilindro.
Realizar o teste hidrostático para requalificação obrigatória.	
Substituir  o cilindro se for reprovado ou ultrapassar os 20 anos de uso
Revisão do redutor de pressão – a cada 2 anos ou por quilometragem
Verificar possíveis falhas de funcionamento (queda de desempenho, falhas na alternância de combustível).
Fazer limpeza interna ou substituição, conforme recomendação do fabricante do kit. 
Troca dos filtros – a cada 10.000 km
Substituir o filtro de fase gasosa (baixa pressão).	
Substituir o filtro de fase líquida (alta pressão), se presente.
Verificação de mangueiras e conexões – anualmente
Checar por ressecamento, trincas, folgas ou vazamentos.
Substituir mangueiras com mais de 5 anos de uso ou em mau estado.	
Reapertar abraçadeiras, se necessário.
Avaliação das válvulas (cilindro e abastecimento)
Verificar funcionamento da válvula de segurança (alívio de pressão).
Substituir válvulas com sinais de desgaste ou travamento.
Checagem do sensor de pressão e injetores – especialmente em kits de 5ª geração
Observar sinais de falha na comutação ou no consumo.
Testar e recalibrar os sensores se necessário.
Verificação do manômetro
Conferir leituras de pressão durante o abastecimento e uso.
Substituir caso apresente oscilações erráticas ou leituras imprecisas.
Teste de estanqueidade (vedação)
Utilizar espuma ou equipamento eletrônico para identificar vazamentos.	
Realizar preferencialmente nas revisões e inspeções técnicas.
 Atualização do software (em kits modernos)
Verificar com a oficina se há atualizações disponíveis para a ECU do GNV.
Reprogramar parâmetros em caso de mudança de cilindro ou redutor.
 O que diz a lei
Todo esse cuidado é respaldado por uma legislação rígida. A Resolução CONTRAN nº 673/2017 estabelece os critérios para instalação, uso e regularização do GNV no documento do carro. Já a Portaria INMETRO nº 170/2022 regulamenta os padrões de qualidade dos componentes e das oficinas. Para completar, a norma técnica ABNT NBR 11353 define parâmetros de segurança para o sistema de gás natural. O não cumprimento dessas diretrizes transforma o veículo em irregular e sujeito a penalidades severas.
Em caso de emergência, o que fazer
Se houver suspeita de vazamento ou o veículo se envolver em um acidente com dano ao sistema de gás, as recomendações são claras. O motorista deve desligar o carro imediatamente, sair do veículo com calma, afastar-se e alertar quem estiver por perto. Evite acionar qualquer componente elétrico, inclusive celulares, e acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. “Se for possível, o condutor pode fechar manualmente a válvula do cilindro, mas apenas se não houver risco iminente”, reforça Mattos.
Qual kit GNV é mais seguro?
Após ter kit GNV instalado, veículos precisam passar por uma inspreção de uma Insttuição Técnica Licenciada (ITL)
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Uma dúvida recorrente entre motoristas é sobre as diferentes gerações de kits. Os kits mais modernos, como os de 5ª geração, são claramente superiores em segurança, controle e desempenho. Esses sistemas contam com injeção eletrônica, sensores de temperatura e pressão, e são integrados à central eletrônica do carro, o que permite ajustes automáticos da mistura ar/gás, garantindo melhor eficiência e menor risco.
Já os kits de 3ª e 4ª geração, mais antigos, funcionam de maneira parcialmente ou totalmente mecânica. “Esses modelos exigem muito mais manutenção e ajustes manuais. São mais propensos a falhas e não controlam a mistura de forma precisa”, explica Buscariolo.
Péricles Mattos conclui: “As gerações mais recentes tornaram o GNV muito mais seguro e eficiente. O risco existe, mas é amplamente controlável quando se respeitam as normas e se mantém a manutenção em dia.”
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A nova versão tem o já conhecido motor V8 5.0 Coyote, mas calibrado para entregar 492 cv de potência, contra 507 cv da versão Dark Horse, sendo levemente mais mansa. O torque segue de 57,8 kgfm e o câmbio automático de 10 marchas, também. Outra herança do Dark Horse são os freios Brembo de alta performance nas quatro rodas.
Ford Mustang GT Performance tem detalhes escurecidos na carroceria
Caio Bednarski/Autoesporte
A diferença entre as duas configurações também está no visual, já que a GT Performance traz um acabamento externo diferenciado. A aposta da Ford é um design escurecido para o Mustang GT Performance, que traz rodas, emblemas, teto, retrovisores e aerofólio na cor preta. Além disso, essa versão tem uma nova cor disponível, a Cinza Avalanche.
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O interior segue o mesmo, sem alterações em relação a versão Dark Horse. Não sabemos ainda toda a lista de série da versão GT Performance, mas pelo que foi mostrado no evento, ela segue com um conjunto de telas: uma de 12,4” para o quadro de instrumentos e outra de 13,2” para a central multimídia, levemente inclinada para o motorista. A conexão, vale lembrar, é sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.
Ford Mustang GT Performance tem o mesmo interior da versão Dark Horse
Divulgação
Mais detalhes da nova configuração, assim como o seu preço, serão divulgados pela Ford no lançamento oficialmente. Atualmente o Mustang Dark Horse 2026 é vendido por R$ 649.990. É provável que, por ser uma versão mais mansa, a GT Performance seja posicionada abaixo da Dark Horse.
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Mais esportivos em Interlagos
Aproveitando o evento com pegada esportiva, a Ford mostrou a Ford F-150 Raptor e confirmou o lançamento da picape para 2027. A expectativa é de que a novidade seja lançada oficialmente no primeiro trimestre do ano que vem. Trata-se de uma expansão da linha Raptor que, atualmente, oferece apenas da Ranger no país. Preço e pacote de equipamentos ainda não foram divulgados.
A nova versão Raptor, que será exibida no Autódromo durante o Festival Interlagos, chega para ocupar o topo das configurações disponíveis no Brasil. Atualmente, a Ford oferece a F-150 nas versões Lariat, Lariat Black (ambas por R$ 560 mil) e Tremor (R$580 mil).
Ford F-150 Raptor chega em 2027
Caio Bednarski/Autoesporte
Sendo assim, a Raptor desembarca no Brasil com o famoso motor 3.5 V6 biturbo da família EcoBoost, aliado ao câmbio automático de 10 marchas. Nos Estados Unidos, este conjunto desenvolve 456 cv de potência e 70 kgfm de torque. Resta saber se os números serão diferentes no Brasil por conta da mistura da gasolina vendida no país.
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Baseado no John Cooper Works já conhecido, o GP Inspired mantém a silhueta aerodinâmica agressiva do original, incluindo spoiler traseiro e um conjunto completo de aletas dianteiras e laterais. O design conta ainda com adesivos externos exclusivos inspirados na Fórmula 1 estampados no capô, na base das portas e nas colunas C.
Mini John Cooper Works GP Inspired tem aerofólio na cor vermelha e diversos detalhes em preto brilhante
Cauê Lira/Autoesporte
Completam o pacote calotas centrais especiais para as rodas de liga leve de 18 polegadas (também exclusivas), frisos na cor vermelha, aerofólio também com acabamento em vermelho e preto, além de caixas de roda, maçanetas e acabamentos dos para-choques na cor preto brilhante.
Na cabine, destaque para as soleiras das portas com tema GP e uma capa de chave desenvolvida especialmente para a série especial. Por fim, há tapetes personalizados com perfurações exclusivas e uma tecla personalizada inspirada no universo do automobilismo.
Mini John Cooper Works GP Inspired tem porta-chaves exclusivo e tapetes personalizados
Cauê Lira/Autoesporte
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Motor e desempenho
Mecanicamente, o GP Inspired tem exatamente o mesmo conjunto do irmão John Cooper Works convencional. Ou seja, motor 2.0 de quatro cilindros TwinPower Turbo com 231 cv de potência e 38,7 kgfm de torque. O câmbio é automatizado de dupla embreagem.
Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos e até 250 km/h de velocidade máxima.
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Esse prazo para a sua chegada é necessário para estruturação da operação local, que contará com uma rede própria de concessionárias, assim como o pós-vendas. Oswaldo Ramos, chefe de operações (COO)da Baic , não confirmou o número de lojas no país, mas garantiu que o negócio será totalmente separado das 150 revendas que a Baic pretende ter até o final de 2027.
Stelato G9 é o modelo mais recente lançado pela marca, com pré-venda aberta em agosto na China
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A Stelato será a terceira marca da Baic no Brasil, que até lá venderá carros com seu nome original e também da já citada submarca Arcfox. A divisão de luxo chegará para rivalizar diretamente com a Denza, marca de luxo da BYD, que tem conquistado mercado no país, além de atrair olhares de clientes do segmento premium, onde estão presentes algumas empresas tradicionais como Audi, BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Lexus.
O executivo não antecipou quantos ou quais modelos a Stelato pretende vender no Brasil, até porque esses detalhes devem avançar junto com o desenvolvimento do projeto. Também existem novos modelos que devem ser lançados globalmente pela Stelato até a sua estreia no país.
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Stelato S9 foi o primeiro modelo da marca de luxo da Baic
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Conheça o portfólio global da Stelato
A marca de luxo da Baic é nova no mercado global, criada em 2024, a partir de uma parceria com a Huawei, empresa gigante no segmento de tecnologia. O primeiro modelo apresentado foi o S9, um sedã elétrico de luxo que foi lançado oficialmente em abril de 2024, durante o Salão do Automóvel de Pequim.
Pouco tempo depois, o S9 também ganhou a opção de motorização REEV, um híbrido em série. Em 2025, a Stelato lançou o S9T, uma perua derivada do sedã, que também é vendida com motor elétrico ou híbrido em série.
Stelato S9 2026 é poder ser elétrico ou híbrido em série, dependendo da versão
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As versões elétricas do Stelato S9 e do S9T podem ser equipadas com um ou dois motores elétricos. No primeiro caso, a potência é de 309 cv e a tração é traseira, enquanto no segundo a tração é integral e a potência sobe para 523 cv. A bateria é de 100 kWh de NMC (níquel-manganês-cobalto) fornecida pela CATL, com autonomia de 801 km no padrão chinês CLTC.
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As versões REEV dos dois modelos contam com duas opções de bateria (37 kWh e 53,4 kWh), com autonomia elétrica de 354 km, número que pode subir para até 1.305 km, segundo a marca, com o uso do motor a combustão como gerador. O conjunto mecânico é formado por um motor elétrico de 309 cv, que trabalha junto com um motor a combustão 1.5 turbo de 160 cv, que funciona sempre como gerador, sem tracionar as rodas do veículo.
Stelato S9T 2026 dianteira é perua baseada no sedã
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Os dois modelos acima possuem o visual bem parecido, apesar das carrocerias diferentes, apostando em um visual mais amigável, sem tantos recortes ou ousadias. Na dianteira, destaque para os faróis que não são afilados e tem um desenho grande, sendo interligados por um filete de LED. Na parte inferior do para-choque temos uma entrada de ar com desenho horizontal.
Na traseira o visual das lanternas é um pouco mais ousado, com pegada horizontal e as peças também são interligadas por um filete de LED. Na lateral temos poucos vincos, mas as rodas aro 21 chamam a atenção.
Para se ter ideia do porte desses dois modelos citados da Stelato, o S9 mede 5,16 metros de comprimento, 1,98 m de largura e 1,46 m de altura, com entre-eixos grande de 3,05 m. As medidas do S9T são parecidas, mas o modelo é 2 cm mais largo e 3 cm mais alto.
Stelato S9T e S9 dividem as mesmas motorizações
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Mas nem só de sedãs e peruas vive a Stelato. Em agosto de 2026 a marca iniciou a pré-venda do SUV grande G9 no mercado chinês. Ele mede 5,2 metros de comprimento, 2,05 m de largura e 1,90 m de altura, mas apesar do porte grande, sua carroceria é monobloco. O entre-eixos é de 3,16 m, o maior do portfólio da marca, e capacidade de imersão de até 90 cm.
O Stelato G9 também é oferecido com motorização BEV e REEV. Na primeira, são dois motores elétricos, um em cada eixo, com potência combinada de 586 cv e autonomia de até 728 km no ciclo CLTC. A segunda traz autonomia elétrica de 405 km e alcance total de 1.366 km, segundo a marca, combinando os mesmos motores elétricos com um motor a combustão 1.5 turbo de 158 cv, que funciona como gerador de energia para a bateria de 75 kWh.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OHx_35ZzOghFqTe7G3lCuSIi1nU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/D/5lfB2nSnOJoyGYgyiIUg/stelato-s9-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Stelato S9 2026 dianteira 3/4</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:44:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Hyundai Santa Fe será 1º carro de autonomia estendida da história da marca</title>  <atom:subtitle>Fabricante anuncia ingresso na tecnologia dos híbridos REEV para cumprir meta de ter 60% de suas vendas formadas por veículos eletrificados até 2030</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2026/08/hyundai-santa-fe-sera-1o-carro-autonomia-estendida-historia-marca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2026/08/hyundai-santa-fe-sera-1o-carro-autonomia-estendida-historia-marca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Zo4ARDCIrt53fq4hVsXS7jxMKko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/C/V8EUEhRhmY9bFfKuMZTg/hyundai-santa-fe-2.jpg" /><br /> ]]>    SUV que já foi vendido no mercado brasileiro e chegou a ter seu relançamento confirmado, embora sem sucesso, o Hyundai Santa Fe vai se tornar o primeiro veículo na história da marca sul-coreana a ter motorização do tipo híbrida em série, também conhecida como de autonomia estendida (REEV).
Durante evento com investidores para atualizar os planos de investimento até 2030, em Seul (Coreia do Sul), o CEO global da fabricante, José Muñoz, anunciou o ingresso da Hyundai na tecnologia dos veículos REEV já a partir do primeiro semestre de 2027, com produção baseada nos Estados Unidos e estreia prevista para o Santa Fe.
Hyundai Santa Fe será o primeiro REEV da história da marca 
Divulgação/Hyundai
De acordo com a marca, o Santa Fe REEV terá uma autonomia declarada de mais de 600 km e funcionará em um "sistema com dois motores". Entretanto, os executivos não deram mais detalhes mecânicos ou sobre as especificações do produto. Disseram, apenas, que a motorização de autonomia estendida será aplicada a outros modelos de Hyundai, Genesis (sua marca de luxo) e Ioniq (uma recém lançada linha de modelos eletrificados voltada ao mercado chinês).
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Hyundai Santa Fe de atual geração tem linhas bem quadradas 
Divulgação/Hyundai
Outro componente desse quebra-cabeça deverá ser uma nova geração de baterias de alta densidade, também anunciada pela Hyundai como elemento presente no novo Santa Fe REEV. 
A tecnologia terá o mesmo nível de densidade de uma bateria do tipo NMC, por íons de lítio, porém com duas vezes mais potência e 40% maior velocidade de recarga, permitindo descargas e recarregamento ultrarrápido do banco a partir da energia vinda do motor a combustão gerador. É uma lógica similar à dos atuais carros de Fórmula 1.
Hyundai Santa Fe tem várias opções de motorização atualmente 
Divulgação/Hyundai
Atualmente em sua quinta geração, o Hyundai Santa Fe é um SUV de sete lugares com 4,83 metros de comprimento, 2,82 m de entre-eixos, 1,90 m de largura e 1,72 m de altura. O modelo chegou a ser anunciado para o mercado brasileiro, mas a marca desistiu do projeto devido aos custos e à enorme reviravolta gerada no mercado pelas fabricantes chinesas.
Mesmo antes da confirmação da versão híbrida em série, a gama de motores do atual Santa Fe já é formada atualmente por opções 2.0 turbo a gasolina, 2.5 aspirado a gasolina, e 1.6 turbo a gasolina híbrido plug-in (PHEV).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Zo4ARDCIrt53fq4hVsXS7jxMKko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/C/V8EUEhRhmY9bFfKuMZTg/hyundai-santa-fe-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Hyundai Santa Fe </media:description>   <media:credit>Divulgação/Hyundai</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:07:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GWM terá toda linha de carros híbridos com motor flex</title>  <atom:subtitle>Em entrevista concedida ao CBN Autoesporte, Ricardo Bastos declarou que sistema flex melhorou o conjunto híbrido da montadora chinesa</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/gwm-toda-linha-veiculos-hibridos-motor-flex.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/gwm-toda-linha-veiculos-hibridos-motor-flex.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/75KYYzOM783rYeZJDeYAF4bo6TQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/o/P/o12AwHTDOX5UdhWSuTrA/gwm-haval-h6-phev35-flex-frontal.jpg" /><br /> ]]>    “A partir desse momento, toda a nossa linha de veículos que usar motor a combustão será flex.”. Foi o que Ricardo Bastos, diretor de Assuntos Institucionais da GWM, afirmou em entrevista concedida ao programa CBN Autoesporte, na semana passada. Decisão vem após sucesso de desempenho do GWM Tank 300, primeiro veículo híbrido plug-in (PHEV) flex do mundo.
Segundo o executivo, trazer veículos flex para o Brasil é um objetivo da montadora chinesa desde sua chegada por aqui. Pouco mais de 4 meses após o lançamento da mecânica estreante, Bastos comenta que os resultados surpreenderam:
“Chegamos há menos de dois anos e já produzimos um veículo flex no Brasil, um sistema que trouxe, inclusive, ganhos para o nosso veículo híbrido. O híbrido flex é melhor do que a opção a gasolina. Isso foi uma grande surpresa para nós.”, declarou.   
GWM Tank 300 PHEV flex 2027 tem motor 2. e mais de 800 cv combinados
Divulgação
Com a aprovação da matriz diante os resultados obtidos, o diretor comenta que, neste caso, a tecnologia traça caminho inverso do que estamos acostumados, com o mercado automotivo brasileiro ocupando o papel de exportador. 
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“Na província de Hebei,  na China, onde a GWM está localizada, 10% de etanol é usado na gasolina. Com a melhoria da mecânica híbrida observada, estamos estudando aplicar o sistema flex para ser utilizado também na China.”, concluiu.
Bastos afirma ainda que um centro de pesquisa e desenvolvimento voltado à produção de biocombustíveis será o próximo passo da fabricante no país. Vale lembrar que, além do Tank 300, o GWM Haval H6 é outro modelo que conta com a opção de abastecimento com etanol. E, durante o Festival Interlagos, o anúncio do Tank 400 também engloba motor flex. 
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Como são os modelos híbridos plug-in flex da GWM? 
Primeiro veículo a receber a tecnologia híbrida plug-in flex no Brasil, o GWM Tank 300 tem motor 2.0 turbo de quatro cilindros, mas auxiliado por dois motores elétricos bem mais potentes. Os propulsores, de forma combinada, entregam 394 cv. Outro diferencial é a bateria de 37,1 kWh, que garante autonomia elétrica de quase 74 km, de acordo com o Inmetro. 
Em dimensões, o modelo mede 4,88 metros de comprimento, 1,98 m de largura, 1,92 m de altura e 3,01 m de entre-eixos. Por dentro, o novo Tank 300 também recebeu novidades. Logo de cara, a GWM decidiu separar as telas do quadro de instrumentos e da central multimídia — até então integradas — e redesenhar toda a porção central do painel. Dessa forma, há novas saídas de ventilação, console com novos comandos e sistema de entretenimento agrupado em tela bem maior. 
GWM Haval H6 PHEV35 Flex tem orientação para abastecer o carro com gasolina a cada 10 mil km
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Já o Haval H6 segue os passos do Tank 300 e adapta seu motor a combustão ao combustível vegetal. Todas as versões utilizam o 1.5 turbo de 150 cv e 24,4 kgfm, que preserva os números da linha 2026. O torque cheio, no entanto, surge um pouco mais cedo na etapa de aceleração, entre 1.200 rpm e 1.800 rpm. O desenvolvimento total deste motor, conduzido na China e no Brasil, durou 12 meses e acumulou mais de 400 mil km rodados na fase de testes. 
Para ficar compatível com o etanol brasileiro, o motor 1.5 recebeu novas velas de ignição, filtros e bombas de combustível, bicos injetores e adição do sensor de etanol dentro do tanque. No ano passado, este motor a combustão ganhou intercooler a água, bomba de óleo variável e bomba d’água eletrônica. 
Os números de potência e torque combinados variam de acordo com a versão. Confira:
One e HEV2: conjunto híbrido pleno (HEV), com bateria de 1,53 kWh (antes era de 1,67 kWh). Desenvolve 248 cv (+5 cv) e 54,5 kgfm, com caixa automatizada de duas velocidades que passa a ter função de desacoplamento. A autonomia elétrica não foi divulgada, mas esta versão pode apenas percorrer alguns metros em modo EV. Já o 0 a 100 km/h caiu de 7,9 s para 7,6 s.
PHEV19: conjunto híbrido plug-in (PHEV), com bateria de 19 kWh. Entrega 326 cv e 54,5 kgfm com câmbio automatizado do tipo DHT. Pode rodar 73 km em modo elétrico. Sua aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 7,6 s para 7,4 s;
PHEV35 e GT: conjunto híbrido plug-in, com bateria de 35 kWh. Desenvolve 393 cv e 65,5 kgfm (perdendo significativos 13,2 kgfm) com câmbio automatizado do tipo DHT. No entanto, pode rodar 126 km em modo elétrico. Já o 0 a 100 km/h acontece em 4,8 s no PHEV35 e 4,7 s no GT.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/75KYYzOM783rYeZJDeYAF4bo6TQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/o/P/o12AwHTDOX5UdhWSuTrA/gwm-haval-h6-phev35-flex-frontal.jpg" medium="image"/>   <media:description>GWM Haval H6 PHEV35 Flex - Frontal</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:59:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Leapmotor B05 é hatch médio que pode chegar ao Brasil para reviver segmento</title>  <atom:subtitle>Atração de destaque da marca chinesa no Festival Interlagos, modelo veio ao país para testar a receptividade do público e mostrar potencial de expansão da marca</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/08/leapmotor-b05-hatch-medio-brasil-para-reviver-segmento.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/08/leapmotor-b05-hatch-medio-brasil-para-reviver-segmento.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/72gwAGsxnbdcpXo04sYbZpFxQwc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/G/9MLcqBTQSa4Mk8yEgtig/leapmotor-b05.jpeg" /><br /> ]]>    Além de confirmar a chegada do C16 e do B10 REEV ao Brasil, a Leapmotor levou para o Festival Interlagos o hatch médio B05. Lançado no mercado internacional no ano passado, o modelo está sendo apresentado como forma de avaliar a receptividade do público em torno de um possível lançamento no país. O design segue o padrão estético dos carros mais recentes da marca e a motorização é elétrica (com o diferencial da tração traseira).
Revelado inicialmente na China, onde é vendido como Lafa 5, o B05 foi projetado para ter alcance comercial global e já é oferecido em diversos mercados da Europa. O visual chama atenção pelos LEDs diurnos individuais, portas sem moldura com maçanetas retráteis e, dependendo da versão, rodas de 19 polegadas. A traseira conta com lanternas interligadas, aerofólio integrado e para-choque com pegada esportiva.
Ao todo, o B05 mede 4,43 metros de comprimento, 1,88 m de largura, 1,52 m de altura e 2,73 m de distância entre-eixos (a mesma do SUV B10). A capacidade do porta-malas é de 435 litros e, com o banco traseiro rebatido, os números sobem para 1.400 litros. Não há compartimento de armazenamento adicional sob o capô. Já a altura livre do solo é de 15,4 cm.
Leapmotor B05 tem rodas de 19 polegadas e portas sem moldura, como em cupês
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B05 herda plataforma do B10
Estruturalmente, o B05 é baseado na mesma plataforma LEAP 3.5 do SUV B10. A Leapmotor afirma que a configuração do chassi foi ajustada em parceria com a equipe de engenharia da Stellantis (controladora da Leapmotor fora da China) e apresenta uma distribuição de peso de 50:50. Os testes foram realizados no campo de provas da Alfa Romeo em Balocco, na Itália.
Leapmotor B05 tem configuração de chassi ajustada em parceria com a Stellantis
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Na China, o B05 é vendido com motor elétrico de 218 cv e 24,5 kgfm de torque montado no eixo traseiro. As baterias são de 56,2 kWh ou 67,1 kWh de capacidade, oferecendo autonomia de 515 km e 605 km, respectivamente, no ciclo CLTC. Já no padrão europeu WLTP, o alcance fica em 401 km e 482 km, neste ordem.
Leapmotor B05 tem lanternas interligadas no mesmo padrão visual dos SUVs da marca
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Na Europa, a lista de equipamentos inclui quadro de instrumento digital de 8,8 polegadas, multimídia de 14,6 polegadas, carregamento sem fio para smartphones, ar-condicionado automático, sete airbags, câmeras 360°, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática e assistente de permanência na faixa.
Leapmotor B05 tem painel fortemente inspirado no interior do B10
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A versão topo de linha adiciona teto panorâmico, volante e bancos dianteiros aquecidos e iluminação ambiente interna. No entanto, o sensor LiDAR, disponível no Lafa 5 na China, não está disponível na Europa nem mesmo como opcional.
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Leapmotor B05 tem porta-malas com capacidade para 435 litros
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Oficialmente, como dito, a Leapmotor afirma que trouxe o B05 ao Brasil apenas para avaliar a percepção do público sobre o carro. O lançamento, portanto, ainda não foi confirmado. De todo modo, seria interessante ver o segmento de hatches médios renascer por aqui depois do fim de modelos como Ford Focus, Volkswagen Golf, Hyundai i30 e Chevrolet Cruze Sport6.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/72gwAGsxnbdcpXo04sYbZpFxQwc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/G/9MLcqBTQSa4Mk8yEgtig/leapmotor-b05.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Leapmotor B05 tem 218 cv e tração traseira</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:42:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>DFM: revelamos os carros, planos e datas da nova marca chinesa no Brasil</title>  <atom:subtitle>Com gama diversificada e planos de produção local, estreante chinesa promete disputa acirrada contra BYD e GWM com 11 veículos à venda até 2028; confira detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/08/dfm-revelamos-carros-planos-datas-nova-marca-chinesa-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/08/dfm-revelamos-carros-planos-datas-nova-marca-chinesa-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/B8qargzf4_z47zCcpKBsjL4FkA8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/h/R/QshH50Qtajxv5ORw58fA/dongfeng-mage692.jpeg" /><br /> ]]>    O número de marcas chinesas no Brasil passará de 20 muito em breve. Uma das mais recentes confirmações é a da DFM, que anunciou na última quarta-feira (26) durante o Festival Interlagos 2026 que inicia as operações já na próxima semana, com a criação de uma loja virtual e o lançamento dos elétricos Box e Vigo. Autoesporte apurou que o plano é ter, até o final de 2028, 11 carros à venda no país, além de uma linha de veículos comerciais.
Já detalhamos Box e Vigo em artigos específicos. Agora, em conversa com Wang Jiong, CEO da DFM para as Américas, descobrimos mais alguns planos da marca, que é uma das mais antigas da China, com quase 60 anos de história. Em 2027, serão lançados de 3 a 5 novos modelos, iniciando também a operação de outras duas submarcas da DFM, Voyah e MHero.
O primeiro Voyah a chegar ao Brasil é o Courage. Ao todo, mede 4,72 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,63 m de altura e 2,90 m de entre-eixos. O peso em ordem de marcha varia de 2.099 kg a 2.227 kg. Mecanicamente, é equipado apenas com motores elétricos. Há versões com 292 cv ou 312 cv e baterias de até 109 kWh para uma autonomia de 901 km no padrão CLTC.
DFM Voyah Courage é SUV médio elétrico com até 312 cv 
André Paixão/Autoesporte
O Courage tem alcance global e, além da China, é vendido em outros mercados da Ásia e até na Europa. A identidade visual é moderna, assim como toda a linha Voyah, e o design é assinado pelo renomado estúdio italiano ItalDesign.
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Já o MHero 2 será o primeiro jipão da submarca voltada em modelos off-road. A divisão foi criada em 2022 com foco no mercado de utilitários esportivos de luxo com visual robusto e estilo militar. É conhecida como “Hummer chinesa” e está passando por um processo de expansão global.
MHero 2, também chamado de M817, impressiona pelo comprimento de 5,10 metros
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O MHero 2 (também chamado de M817) foi lançado em 2025 e conta com 5,10 metros de comprimento, 1,99 m de largura, 1,89 m de altura e 3,05 m de entre-eixos. Na China, o SUV está disponível tanto em versão híbrida plug-in (PHEV) quanto em variante híbrida em série (REEV). A potência pode ser de 686 cv ou 925 cv.
DFM Mage tem 4,65 metros de comprimento e visual arrojado
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Além deles, o DFM Mage inicia em breve o processo de homologação no Brasil. Vendido no exterior como Aeolus Haohan, o modelo possui 4,65 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,63 m de altura e 2,77 m de entre-eixos. A plataforma DSMA é a mesma de outros SUVs da empresa, assim como o conjunto híbrido PHEV. No exterior, há ainda versões com sistema híbrido pleno (HEV), que não precisa de recarga externa.
DFM Mage tem versões MHEV e HEV, dependendo do mercado
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O visual do Mage é tão arrojado quanto o do Huge (falaremos logo abaixo), porém com uma dose extra de ousadia. Há maçanetas escamoteáveis, faróis estreitos e pontiagudos, e para-choque com estilo esportivo. Na cabine, destaque para a central multimídia em posição vertical e o console central elevado, conferindo modernidade ao painel.
MHero 1, em outros mercados conhecido como M917, tem jeitão de jipe militar
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Devem completar a lista o MHero 1 e possivelmente o DFM Huge. O primeiro, também chamado de M917, tem linguagem de design com forte inspiração militar. É vendido em versões elétrica e REEV (híbrido em série), entregando mais de 1.000 cv de potência e 505 km de autonomia. Possui 4,98 metros de comprimento, 2,08 m de largura, 1,93 m de altura e 2,95 m de entre-eixos.
DFM Huge é SUV de porte médio com motorização híbrida plug-in (PHEV)
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Já o Huge, vendido em alguns mercados sob a bandeira da submarca Aeolus, é um SUV médio equipado com motorização híbrida plug-in (PHEV). Ao todo, mede 4,72 metros de comprimento, 1,91 m de largura, 1,70 m de altura e 2,82 m de entre-eixos. Sob o capô, combina um motor 1.5 turbo a gasolina com uma máquina elétrica, totalizando 245 cv de potência e 55 kgfm de torque.
DFM Huge também será lançado no Brasil
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Os demais modelos apresentados pela DFM virão até o final de 2028. É no mesmo ano que a DFM planeja ter produção plena no Brasil. Atualmente, a marca negocia com Nissan e Stellantis para uma parceria nas fábricas de Resende (RJ) e Porto Real (RJ), respectivamente. Vale lembrar que os chineses já são parceiros globais das duas gigantes da indústria.
A DFM também negocia comprar a fábrica de motores da Fiat em Campo Largo (PR), conforme Autoesporte antecipou.
DFM Vigo será o primeiro SUV da marca no Brasil
Leonardo Felix/Autoesporte
Veículos comerciais
Durante a apresentação, a DFM também anunciou que terá uma divisão de veículos comerciais no Brasil, também com a marca DFM. A Dongfeng é uma das maiores fabricantes de modelos do tipo na China. Porém, os planos para o Brasil ainda estão em desenvolvimento, e não devem sair do papel antes de 2028. 
"O segmento de veículos comerciais é muito disputado e difícil. Estamos nos preparando para entrar nele, mas não a curto prazo”, afirmou Jiong.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/B8qargzf4_z47zCcpKBsjL4FkA8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/h/R/QshH50Qtajxv5ORw58fA/dongfeng-mage692.jpeg" medium="image"/>   <media:description>DFM Mage</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 10:00:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: BYD Mako provoca a Tukan e mostra que a Toro deve se preocupar</title>  <atom:subtitle>Picape intermediária chinesa usa pintura amarela quase idêntica à da Volkswagen Tukan e revela detalhes que podem fazer a Fiat Toro se preocupar pela primeira vez</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/post-coluna/2026/08/teste-byd-mako-provoca-tukan-toro-preocupar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/post-coluna/2026/08/teste-byd-mako-provoca-tukan-toro-preocupar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2uEy4Rz544sNc0mw2Fhf_wENKbU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/N/0iZKnZQy21rWTIXSXaBQ/mako-dianteira-23.jpg" /><br /> ]]>    A BYD Mako exposta no Festival Interlagos 2026 é carregada de mensagens. O adesivo amarelo na carroceria, semelhante ao Amarelo Canário da Volkswagen Tukan, traz um tom de provocação saudável à futura rival. Outros detalhes da picape remetem à fitinha do Senhor do Bonfim. Segundo a tradição, quem amarra a fita faz três pedidos, que um dia serão realizados. E certamente o desejo mais claro aqui é: desbancar a Fiat Toro num futuro próximo. 
Essa alusão à fitinha, símbolo da cultura baiana que representa sorte, está ligada à fábrica de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, onde ela será produzida. É a primeira vez que a BYD vai fazer um veículo exclusivamente fora de seu país natal. Isso porque, no mercado chinês, picapes não têm o mesmo peso de outras regiões — Brasil e Austrália, por exemplo.
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Essa aparição durante o Festival Interlagos é a mais reveladora da inédita picape intermediária, que será híbrida plug-in e flex. Basicamente, o visual externo será esse, com a dianteira composta por faróis com formato inspirado no antigo Song Plus e amplo para-choque com grade integrada. 
Já na traseira, a inspiração vem da irmã maior Shark, incluindo o desenho da tampa da caçamba e as lanternas interligadas por meio de uma barra horizontal de LED. A grafia "BYD" está estampada na lataria na parte central da tampa da caçamba. 
BYD Mako tem a plataforma do Song Pro
André Schaun/Autoesporte
A Mako será baseada na plataforma do Song Pro (Platform 3.0) e terá a mesma construção do tipo monobloco do SUV. O nome segue o mesmo padrão adotado pela Shark (que significa tubarão em inglês) e tem inspiração no animal. Mako é o nome do tubarão mais veloz do mundo, capaz de alcançar até 70 km/h.
Dimensões, capacidade de carga ou volume da caçamba ainda não foram revelados, mas alguns detalhes podem ser adiantados. As rodas desse protótipo são de 18 polegadas com pneus 235/60 R18 de uso em asfalto, há freios a disco nas quatro rodas e câmeras na frente e atrás. 
BYD Mako terá lanternas interligadas por barra luminosa e onme da marca estampado na tampa da caçamba
André Schaun/Autoesporte
O interior está quase todo coberto por panos pretos. No banco traseiro não é possível ver se tem saídas de ar-condicionado e entradas USB. As portas também estão todas tampadas, apenas com a maçaneta e o ajuste elétrico dos vidros à mostra. 
O que dá para ter certeza, mesmo sem o entre-eixos revelado, é que o espaço traseiro é ruim para pessoas da minha altura, de 1,87 m, com o banco do motorista ajustado para mim. Para efeitos de comparação, a Fiat Toro tem 2,99 m de entre-eixos. 
Sem dimensões divulgadas, espaço interno da BYD Mako não parece dos melhores
André Schaun/Autoesporte
Na frente, porém, foi possível identificar que a central multimídia de 12,8 polegadas já traz a interface diferentes das outras oferecidas pela BYD. No entanto, pelas limitações deste protótipo, não foi possível identificar se a tela traz a famosa função giratória que, aos poucos, vem sendo descontinuada.
O sistema operacional é nativo do Google e oferece conexões (quase sempre rápidas) com Android Auto e Apple CarPlay. Uma curiosidade é que a tela da Mako mostra uma operação de abertura de porta-malas. O que podemos cravar é que tanto motorista quanto passageiro têm ajustes elétricos dos bancos. 
Chegou a hora de dirigir. O painel de instrumentos digital tem tela de 8,8 polegadas e marca 978 km de autonomia com o tanque e bateria quase cheios. Vale ressaltar que ao menos cinco pessoas deram uma volta na pista antes de chegar a minha vez, então não dá para saber quantos quilômetros a picape já havia circulado. Uma volta completa tem 4.309 metros — entretanto, como a saída e a entrada da volta sai pelos boxes, essa distância baixa para cerca de 3,9 km. 
BYD Mako - volante
André Schaun/Autoesporte
O console central é o mesmo do Song Pro anterior à última atualização. Traz alavanca de câmbio do tipo joystick e uma série de botões físicos para operação dos modos de condução, ar-condicionado e freio de estacionamento eletrônico. 
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Testar um carro sem saber o motor é difícil, mas, de cordo com fontes ouvidas por nossa reportagem, a BYD Mako terá dois diferentes conjuntos mecânicos: um emprestado do Song Pro e outro compartilhado com o Song Plus Premium.
Console central da BYD Mako é o mesmo do antigo Song Pro; versão final pode ter atualização
André Schaun/Autoesporte
O primeiro vai equipar as versões de entrada, apenas tração dianteira. Neste caso, o motor 1.5 aspirado será aliado a um elétrico, que ficará responsável por mover o veículo na maior parte do tempo. No Song Pro, o conjunto acabou de se tornar flex e entrega até 219 cv de potência e 30,5 kgfm de torque combinados. Os números podem mudar ligeiramente na nova picape.
O Song Pro tem bateria com 18,3 kWh de capacidade e autonomia, apenas no modo elétrico, de 72 km (Inmetro). Já o alcance combinado fica na casa dos 1.100 km. A expectativa é que a picape tenha os mesmos números. 
Rodas de 18 polegadas da BYD Mako são calçadas por pneus de uso no asfalto
André Schaun/Autoesporte
Já a versão mais potente, a Mako terá conjunto mecânico herdado do Song Plus Premium. Ou seja, motor 1.5 turbo de 130 cv combinado com propulsores elétricos dianteiro (204 cv) e traseiro (163 cv), totalizando potência combinada de 324 cv. Assim como na versão de entrada, o motor a combustão será flex. A tração, neste caso, será 4x4 (integral). A bateria de 26,6 kWh garante 87 km de autonomia elétrica pelo Inmetro.
Na hora de dar nossa volta quase completa. A impressão é que o conjunto desse protótipo é o de 219 cv, do Song Pro. Na pista, a resposta inicial ao acelerador ágil e suave com o motor elétrico. Quando o motorista pisa mais fundo e atinge os 100 km/h, o motor a combustão atua "barulhento" como um gerador dentro da cabine. E conforme você diminui a velocidade, esse ruído também é reduzido. 
Motor da Mako será o mesmo do BYD Song Pro 2027, inclusive já preparado para ser abastecido com etanol
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A unidade exibida trazia suspensão independente nas quatro rodas, com tipo McPherson na dianteira e multilink na traseira. Então, assim como a Toro, Mako tem a dinâmica muito parecida com a de SUV — neste caso, o Song Pro. Mas a suspensão precisa passar por ajustes finais, assim como a direção que é muito rígida — algo comum em carros ainda em fase final de preparação. 
As sensações, de fato, foram bem rápidas, com menos de uma volta completa por Interlagos . Mas já dá para dizer que a chegada da Mako ao mercado é considerada extremamente importante para a BYD. Não só pela expectativa de vendas, como também por marcar o início das etapas produtivas na fábrica baiana. As obras na unidade estão sendo aceleradas justamente por causa da nova picape. 
Tela da BYD Mako curiosamente mostra abertura de porta-malas
André Schaun/Autoesporte
A expectativa é iniciar os processos experimentais de pintura e solda em breve e avançar para a fase de estamparia a partir de setembro e o lançamento entre outubro e novembro. O preço ainda é obviamente um segredo, mas não seria surpresa imaginar uma faixa de R$ 170 mil a R$ 200 mil.
Enquanto a Tukan só chega em 2027, a paz da Toro pode estar com os dias contados. É a primeira vez que Mako mostra seu cartão de visita e, para uma picape de apelo urbano, ela tem tudo para preocupar a soberania da Toro: será tecnológica, potente, híbrida plug-in e, possivelmente, mais barata. 
Essa, de fato, será a primeira vez que a Fiat vai se preocupar no segmento que domina há uma década. Será que o desejo de sucesso do Senhor do Bonfim estampado na carroceria vai dar certo? A disputa promete ser boa. 
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Mesmo sem ser um carro do tipo anfíbio, o SUV aventureiro tem uma série de recursos tecnológicos capazes de o fazer "flutuar" na água. As especificações para o mercado brasileiro, no entanto, ainda não foram divulgadas.
Além do G700, a Jetour ainda conformou o lançamento de um SUV mantido em segredo. Este fará a "ponte" entre o S06, que tem apelo mais urbano, com o T1 4x2, com proposta aventureira.
Entre os principais está a carroceria confeccionada sem emendas ou furos, e o sistema de circulação de ar ativo. Além disso, fizeram total diferença o sistema de propulsão de alta velocidade com tensão de 800 Volts e o giroscópio de seis eixos, que ajustou continuamente o equilíbrio da carroceria durante toda a travessia.
Jetour G700 chega ao Brasil nos próximos meses
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Em seu recorde, o G700 percorreu cerca de 1.480 metros do rio em 22 minutos, saindo do terminal de balsas de Heisha Zhou até o de Nanlong, ambos em Wuhu (cidade natal da Chery). Durante o percurso, o SUV enfrentou correntes que variavam entre 5 e 10 km/h, e surpreendeu ao manter posição flutuante todo o tempo. A velocidade média foi de aproximadamente 7 km/h.
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Como é o Jetour G700
Jetour G700 foi lançado neste ano no mercado chinês
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A Jetour  não é conhecida como "Land Rover chinesa" à toa. O G700 é um SUV grande com 5,19 metros de comprimento, 2,05 m de largura, 1,95 m de altura e 2,87 metros de distância entre-eixos. As rodas variam entre 18 e 20 polegadas e a tração é 4x4. No Brasil, devido à dificuldade de pronúncia do nome Zongheng , o modelo deve ficar conhecido apenas pela sigla G700.
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Considerado de grande porte, G700 supera os 5 metros de comprimento
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Na cabine, há espaço de sobra e opção de cinco ou seis passageiros. No painel, destaque para o quadro de instrumentos de 35,4 polegadas que se estende por quase toda a largura do carro e fica posicionado junto ao vidro. Há ainda um sistema multimídia com tela de 15,6 polegadas e outra tela de 17,3 polegadas montada no teto para os passageiros traseiros.
Jetour Zongheng G700 também será vendido fora da China
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A lista de equipamentos também inclui bancos dianteiros e da segunda fileira aquecidos, bancos dianteiros ventilados, carregamento sem fio, câmeras panorâmicas, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática e assistente de permanência em faixa.
Mecanicamente, o conjunto híbrido plug-in CDM-O combina um motor 2.0 turbo gasolina (211 cv) com dois motores elétricos e uma bateria de 34,1 kWh. A potência total declarada é de 751 cv, com torque de 81 kgfm. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos. No ciclo chinês (CLTC), a autonomia é de 150 km no modo elétrico e 1.400 km em modo combinado.
Jetour Zongheng G700 tem cabine com tela 17,3 polegadas exclusivo dos passageiros traseiros
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Na China, o G700 fica posicionado acima dos modelos T1 e T2. O preço deve ficar na faixa de R$ 500 mil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xWs1V1BKYZr7msMIwfIZtxCAapE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/B/wY6e6rSyq4hfVdJwpU4w/jetour-g700-dianteira-lateral.png" medium="image"/>   <media:description>Jetour G700 - Dianteira Lateral</media:description>   <media:credit>Júlia Maria Toledo/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:32:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Baic confirma fábrica no Brasil e terá 10 carros novos até 2028</title>  <atom:subtitle>Marca chinesa confirma abertura de 150 concessionárias até o final de 2027 e busca "top 10" das vendas em 2028; veja o plano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/baic-confirma-fabrica-brasil-tera-10-carros-novos-ate-2028.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/baic-confirma-fabrica-brasil-tera-10-carros-novos-ate-2028.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Bv979NRxfiYNWrphQtqHvsFOnhs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/2/iY8dH0QCKLoMemuqCx1g/img-7603.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    A marca chinesa Baic aproveitou a coletiva de imprensa no Festival Interlagos nesta quinta-feira (27) para dar mais detalhes sobre a operação, onde confirmou o lançamento de 10 carros novos até 2028 e revelou os primeiros passos para ter uma fábrica no Brasil. O objetivo é que a operação brasileira seja a maior fora da China, onde a marca pretende buscar o "top 10" em vendas até 2028.
Além dos modelos Arcfox T1 e T5, ambos elétricos e já expostos no estande da marca no evento, a Baic — abreviação de Beijing Automotive Industry Holding Co — confirmou o lançamento de outros 10 carros até 2028. Estes serão divididos entre as submarcas Baic (SUVs híbridos), Arcfox (crossovers) e Stelato (modelos de luxo) — essa última com lojas exclusivas, separadas da rede convencional. 
Baic Arcfox T1 bai brigar com  BYD Dolphin, Geely EX2, GAC Aion UT e MG4 Urban
André Paixão/Autoesporte
Por enquanto, somente as marcas Baic e Arcfox serão vendidas no Brasil. Já a Stelato será apresentada no país daqui dois anos. A rede de concessionárias possui 50 lojas em processo de abertura, com inauguração prevista para dezembro. Inicialmente, serão vendidos os  hatch compacto T1 e o SUV médio T5. Até o fim do ano que vem, a marca espera operar com 150 pontos de venda. 
A Baic confirmou que terá uma fábrica no Brasil com operação no arranjo "peça a peça" — o mesmo adotado pela GWM. No entanto, a marca chinesa não divulgou o local de produção, se a montagem ocorrerá por uma parceria, se pretende adquirir uma fábrica ociosa ou até construir uma unidade do zero. Autoesporte apurou que, apesar da confirmação da montagem nacional, a marca ainda busca parceiros. 
Foi dito ainda que o Baic X 55 será o primeiro SUV híbrido flex da marca, com lançamento previsto para 2028. A partir daí, todos os outros carros híbridos da família "X" serão atualizados para se tornarem compatíveis com o etanol brasileiro.
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Como são os carros
No box da Baic, há um exemplar do T1 e outros dois do T5. O modelo  menor é um hatch compacto que será rival de BYD Dolphin, Geely EX2, GAC Aion UT e MG4 Urban. Nas medidas, está mais próximo deste último. São 4,34 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura. O entre-eixos tem tudo para ser o maior do segmento, com 2,77 m. Nesta dimensão, é maior até do que um Toyota SW4.
Baic Arcfox T1 chama atenção pela distância entre-eixos de 2,77 metros
André Paixão/Autoesporte
 Já a bateria do T1 é de 42,3 kWh de capacidade. Ainda que a potência não tenha sido apresentada, a configuração chinesa com este pacote é a que traz motor elétrico dianteiro de 95 cv e 17,8 kgfm de torque. Na China, a versão tem 425 km de autonomia. No interior, além do amplo espaço interno, o acabamento é compatível com o de rivais do segmento.
Baic Arcfox T1 tem painel digital e central multimídia de 15,6 polegadas
André Paixão/Autoesporte
Entre os itens de tecnologia e segurança, a Baic promete pacote Adas nível 2, teto solar panorâmico, quadro de instrumentos digital de 8,9 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas, carregador de celular por indução e banco do motorista com ajustes elétricos. Há saída de ventilação e uma porta USB para os ocupantes do banco traseiro.
Na dianteira, Baic Arcfox T5 chama atenção pelos faróis pontiagudos que avançam sobre o para-choque
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Posicionado no segmento dos SUVs médios com propulsão elétrica, o T5 será mais um rival para Leapmotor C10, BYD Yuan Plus e Geely EX5. Tem 4,69 m de comprimento, 2,85 m de entre-eixos, 1,94 m de largura e 1,65 m de altura. 
Também sem informação de motorização, podemos presumir que, por conta da bateria de 74,4 kWh, o motor será dianteiro de 272 cv e tração também nas rodas da frente. No generoso ciclo chinês, a autonomia é de 660 km.
Na traseira, Baic Arcfox T5 tem lanternas interligadas e que ocupam toda a largura do carro
André Paixão/Autoesporte
Neste caso, além dos itens do T1, o T5 traz cabine com acabamento mais caprichado, com praticamente todas as superfícies revestidas de couro. A abertura das portas é elétrica por botão. Curiosamente, não há quadro de instrumentos. As informações são exibidas na própria central multimídia.
Baic Arcfox T5 tem painel com design minimalista que dispensa quadro de instrumentos e foca tudo na tela multimídia
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Por último, o B30 (na China, conhecido como BJ30) não foi exibido em Interlagos, mas foi confirmado para 2027. É um SUV ao melhor estilo jipinho e deve marcar a entrada da Baic entre os híbridos. Tem faróis com aros arredondados, mas todas as demais linhas são bastante quadradas, demonstrando muita personalidade.
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Na China, há versões apenas a combustão ou híbrida plena, com tração nas duas ou quatro rodas. A opção eletrificada do B30 traz até uma inusitada configuração com dois motores elétricos, um em cada eixo.
Baic BJ30 está confirmado para o Brasil e chegará às lojas em 2027
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Neste caso, são 409 cv e 69,9 kgfm de torque, gerenciados por um câmbio DHT que combina marchas físicas e o motor elétrico para preencher as demais relações. Mesmo com todo peso e atrito adicionais da tração integral, o consumo homologado é de 15,5 km/l.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Bv979NRxfiYNWrphQtqHvsFOnhs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/2/iY8dH0QCKLoMemuqCx1g/img-7603.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Baic Arcfox T5</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 17:57:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>iCaur confirma três carros para o Brasil em 2027; conheça os modelos</title>  <atom:subtitle>Marca do grupo Chery estreia em 2027, com o primeiro lançamento sendo o V27, seguido pelo V25 e, por último, pelo V23 de nova geração</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/icaur-confirma-tres-carros-para-o-brasil-em-2027-conheca-os-modelos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/icaur-confirma-tres-carros-para-o-brasil-em-2027-conheca-os-modelos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hSR59Gs01B6Bgjez5tuRnrp-3fI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/2/TCAlw5QU2YameCr0sCug/icaur-v27.jpg" /><br /> ]]>    A iCaur, mais uma marca do Grupo Chery, detalhou seus planos para o Brasil durante o Festival Interlagos, nesta quinta-feira (27). As vendas começam em 2027 e, até o fim do ano, serão lançados três carros: o V27 chega no primeiro semestre, seguido pelo V25 e, por último, pelo V23, já de nova geração. Autoesporte já havia antecipado a chegada dessa marca em julho desse ano. 
Atualmente, já há carros em processo de homologação no Brasil e a Chery trabalha no desenvolvimento da rede de concessionárias. Em coletiva de imprensa, a fabricante afirmou que já são 70 propostas de concessionários que querem representar a marca. 
iCaur V27 2026 tem visual quadrado e pegada aventureira
André Paixão/Autoesporte
O modelo é um SUV grande chegará ao Brasil com motorização híbrida em série (também conhecida como elétrica de autonomia estendida ou REEV). Na China, o sistema REEV é formado por um motor 1.5 turbo que atua exclusivamente como gerador de energia para alimentar a bateria e os motores elétricos. Nas versões mais potentes e com tração integral, o conjunto entrega até 455 cv de potência e autonomia combinada superior a 1.200 km no otimista ciclo chinês CLTC. A bateria é de 34,3 kWh e a aceleração de 0 a 100 km/h declarada é de 5,9 segundos.
As medidas do V27 são bem generosas: 5,04 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,89 m de altura e 2,91 m de entre-eixos. 
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O pacote de equipamentos para o mercado brasileiro já teve algumas informações reveladas, como central multimídia de 15,4 polegadas e quadro de instrumentos digital, além de volante multifuncional, bancos de couro e sistema de som com 15 alto-falantes. Os bancos também têm regulagem elétrica, função de massagem e ventilação. 
O modelo também terá oito modos de condução e tração integral, além de sete airbags. Na construção da carroceria, mais de 75% do aço utilizado é de alta e ultra-alta resistência, contribuindo para a segurança estrutural do veículo.
iCaur V27 2026 sai de fábrica sem nenhum acessório, mas tem alto nível de personalização
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Também é provável que ele chegue com a tecnologia LiDAR com sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS). O dispositivo instalado no teto usa um sensor em um arranjo que inclui câmeras de alta definição, radares de onda milimétrica/ultrassônicos e mapeamento 3D de alta precisão.
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Com relação a estratégia da marca, o gerente para o mercado brasileiro, apresentado como Mr. Li, disse que durante os estudos de mercado a iCaur identificou espaços interessantes para atuar com seus carros:
“O segmento de SUVs se tornou o mais importante do mercado brasileiro e identificamos boas oportunidades. Uma delas é vender modelos com visual quadrado, pois a procura por esse tipo de carro está aumentando”, disse.
Cabine tem acabamento caprichado e telas grandes
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De acordo com o executivo, a iCaur pretende concorrer com modelos como Omoda 7, GWM Haval H6, BYD Song Pro, BYD Song Plus, Jeep Commander, GWM Tank 300, Toyota SW4 e GWM Haval H9. Claro que, para encarar todos esses modelos, outros SUVs da marca serão lançados. 
Depois do V27, será a fez do V25 e depois, mais para o final de 2027, o V23. O porte varia de acordo com o numeral, do menor para o maior, como manda a lógica. O último deles ainda não foi revelado.
iCaur V23 
iCaur V23 é o menor modelo da marca que está confirmado para o Brasil
Divulgação
O modelo de entrada da iCaur no Brasil será o V23, vale ressaltar que o carro terá uma nova geração em breve — e é o renovado que será lançado no Brasil. Falando sobre o atual, são 4,22 metros de comprimento e 2,73 m de entre-eixos, o porte é de compacto, similar ao de um Volkswagen T-Cross. O visual é retrô, com faróis circulares, carroceria de linhas quadradas e proposta voltada para o uso urbano. Na China, ele também é oferecido com o conjunto REEV, com o motor 1.5 turbo.
O modelo tem opções de tração traseira (134 cv) ou integral (210 cv) no mercado asiático, além de autonomia de até 501 km pelo ciclo CLTC. A depender da versão, a bateria pode ser de 47,3 kWh e chegar a 81,8 kWh. No interior, há uma central multimídia flutuante de 15,4 polegadas com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay.
iCaur V25
iCaur V25 será o segundo carro a chegar no Brasil
Divulgação/iCaur
Esse SUV mantém o visual quadrado dos outros modelos citados acima e fica posicionado entre o V23 e o V27, como o nome sugere. Ele tem 4,63 metros de comprimento, 1,92 m de largura, 1,85 m de altura e entre-eixos de 2,82 m. As rodas podem ser de 19 ou 21 polegadas, dependendo da versão.
Como os demais SUVs da marca, a motorização é híbrida em série. Ela é formada pelo motor 1.5 turbo de 154 cv alimentado por gasolina, que envia energia para os motores elétricos e baterias. A bateria de LFP entrega autonomia de 145 km a 150 km e essa capacidade se soma ao sistema do motor a combustão, entregando alcance combinado acima de 1.000 km.
As vendas no mercado chinês ainda não começaram, mas ele é uma das apostas da marca para voltar ao crescimento no mercado local. De janeiro a junho as vendas caíram 37% na comparação com o mesmo período do ano passado.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hSR59Gs01B6Bgjez5tuRnrp-3fI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/2/TCAlw5QU2YameCr0sCug/icaur-v27.jpg" medium="image"/>   <media:description>iCaur V127</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:33:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jeep Renegade, Compass e Commander ganham série especial 85 Anos</title>  <atom:subtitle>Edição limitada celebra aniversário da marca e confere aos SUVs visual com elementos exclusivos e pacote recheado de equipamentos; confira detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jeep-renegade-compass-commander-serie-especial-85-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jeep-renegade-compass-commander-serie-especial-85-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/gQ2cJ1rmLjSmhuYbUZ-kEWheiWw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/e/C2oxkcSdiBaWAHNhOA1g/jeep-renegade-85anos-0001.jpg" /><br /> ]]>    Depois do Avenger, apresentado pela Stellantis durante a abertura do Festival Interlagos, a série especial 85 Anos da Jeep chega ao portfólio dos modelos Renegade, Compass e Commander no Brasil. A novidade faz referência ao aniversário da marca e tem tiragem limitada a até 500 unidades, dependendo do modelo. Entre os diferenciais, há visual com elementos exclusivos e pacote recheado de equipamentos.
Começando pelo Renegade, destaque para a grade pintada de preto, além de logotipos escurecidos e badges com o emblema “85 Anos” estampados na carroceria. As rodas são de liga leve de 18 polegadas calçadas por pneus 225/55 e também pintadas na cor preta. A mesma receita é seguida pelo Compass.
Jeep Compass 85 Anos é baseado na versão Longitude
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Nos dois modelos, vale lembrar, a série 85 Anos é baseada na respectiva versão Longitude. Com isso, são de série equipamentos como bancos revestidos em couro com o logotipo da série estampado, carregador de celular por indução, ar-condicionado de duas zonas, central multimídia de 10,1 polegadas, faróis em LED, retrovisores externos elétricos, seis airbags, volante com acabamento em couro, entre outros.
No Commander 85 Anos, também há logotipos escurecidos e, em particular, detalhes da grade e do para-choque pintados na cor Dark Chrome. Neste caso, a edição é baseada na versão de acabamento Limited. A lista de equipamentos inclui bancos revestidos em couro e suede na cor preta, piloto automático adaptativo, sistema de estacionamento semi autônomo, retrovisor interno eletrocrômico e espaço para até sete pessoas.
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Jeep Commander 85 Anos tem os mesmos equipamentos da variante Limited
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Renegade e Commander são híbridos
Sob o capô, Renegade e Commander contam com motorização híbrida leve T270. O conjunto é formado pelo conhecido motor 1.3 T270 turbo flex associado à tecnologia MHEV, totalizando 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque. O sistema atua na recuperação de energia durante as desacelerações para abastecer a bateria de 48V, oferecendo força extra para auxiliar o motor a combustão durante as acelerações e retomadas em até 6,6 kgfm.
Emblema 85 Anos vai estampado na carroceria de todos os modelos da série
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Já o Compass é o único da série que não conta com motorização eletrificada. O motor 1.3 turbo flex de quatro cilindros desenvolve os mesmo 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, mas sem assistência elétrica. O câmbio é automático de seis marchas.
Segundo a Jeep, todos os modelos da série estarão disponíveis nas lojas a partir de setembro. Preços serão divulgados na ocasião.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/gQ2cJ1rmLjSmhuYbUZ-kEWheiWw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/e/C2oxkcSdiBaWAHNhOA1g/jeep-renegade-85anos-0001.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Renegade 85 Anos</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 15:23:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>STLA One: como é a nova plataforma da Stellantis que será base de 30 carros</title>  <atom:subtitle>A plataforma modular STLA One faz parte da ofensiva global do grupo com foco nas marcas Fiat, Jeep, Peugeot e Ram</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/inovacao-e-tecnologia-em-automoveis/noticia/2026/08/stla-one-nova-plataforma-stellantis-base-30-carros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/inovacao-e-tecnologia-em-automoveis/noticia/2026/08/stla-one-nova-plataforma-stellantis-base-30-carros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/MfPrZ_QJ-tIZgiapzZUBFejMsk0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/V/P/5dKLAGRieBfahtBvtATA/newjeepcompass-sop-3-.jpg" /><br /> ]]>    A Stellantis anunciou, em maio, um investimento de 60 bilhões de euros (aproximadamente R$ 350 bilhões) para o lançamento de 60 novos veículos globalmente até 2030, no plano batizado de FaSTLAne. Para sustentar toda essa estrutura, a inédita plataforma STLA One será a base de pelo menos 30 desses modelos. E a Autoesporte explica como será essa estrutura que vai atender vários segmentos. 
O objetivo desse plano bilionário é reverter os prejuízos registrados em 2025 e, ao mesmo tempo, responder ao avanço da concorrência chinesa. Dentro dessa estratégia, a Stellantis vai focar em quatro principais marcas do grupo: Jeep, Ram, Peugeot e Fiat. O quarteto vai concentrar 70% dos 60 bilhões de euros anunciados e terá prioridade no lançamento dos novos ativos globais do grupo.
No segundo escalão, Chrysler, Dodge, Citroën, Opel e Alfa Romeo também se beneficiarão desses mesmos recursos globais. Já DS e Lancia continuarão focadas em países como França e Itália. As duas marcas serão gerenciadas pela Citroën e pela Fiat, respectivamente. A Maserati, por sua vez, será posicionada como "marca de luxo pura" e ganhará dois novos modelos.
Ao todo, serão 29 veículos elétricos (BEV), 15 híbridos plug-in (PHEV) ou elétricos com extensor de autonomia (REEV), 24 híbridos plenos (HEV) e 39 veículos com motor de combustão ou híbridos leves (MHEV).
Como é a plataforma STLA One
Nova plataforma STLA One da Stellantis
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A plataforma STLA One é modular e foi projetada para suportar múltiplos sistemas de propulsão e tamanhos de veículos (especialmente modelos dos segmentos B, C e D). A matriz tem interfaces comuns para reduzir a complexidade e acelerar o desenvolvimento de novos projetos, além de reduzir os custos em aproximadamente 20%.
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Sozinha, a STLA One poderá ser usada por pelo menos 30 modelos diferentes de todo o grupo e alcançar mais de 2 milhões de unidades até 2035. A base será lançada em 2027 e foi desenvolvida para unificar cinco outras plataformas em uma única arquitetura escalável.
STLA One será compativel com vários segmentos 
Divulgação/Stellantis
Um dos principais destaques da STLA One será a estratégia de baterias, com maior utilização de células LFP (fosfato de ferro-lítio). A tecnologia permitirá reduzir o custo dos veículos elétricos e diminuir a dependência de matérias-primas consideradas críticas, segundo a Stellantis. 
Initial plugin text
Outra solução prevista é a integração da bateria à estrutura da carroceria, o que pode reduzir peso, custos e complexidade do veículo, além de otimizar o aproveitamento da energia incorporada. A plataforma também será compatível com sistemas elétricos de 800 volts, permitindo tempos de recarga mais rápidos e potentes. 
STLA One será usada em pelo menos menos modelos diferentes 
Divulgação/Stellantis
Além disso, é a primeira plataforma da Stellantis a integrar a STLA Brain (arquitetura central de computação e software escalável da empresa), a STLA SmartCockpit (tecnologia de interação cliente-veículo) e a tecnologia steer-by-wire,  que é um sistema que elimina a conexão mecânica entre o volante e as rodas, usando sensores e sinais elétricos para controlar o esterçamento. 
A empresa, no entanto, ressalta que as informações sobre a STLA One e seu lançamento são declarações prospectivas, baseadas nos planos e expectativas atuais. Portanto, os resultados, características e prazos de lançamentos poderão sofrer alterações de acordo com riscos, condições de mercado e outros fatores futuros.
Novos parceiros chineses
Leapmotor produzirá veículos na fábrica da Stellantis na Espanha
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Ao mesmo tempo em que atua para conter o avanço da China, especialmente vinda de marcas como BYD e Geely, a Stellantis fortalece e amplia suas alianças com outras montadoras chinesas. É o caso da Leapmotor, cuja parceria atual será ampliada para as áreas de compras e produção. Nesse sentido, a asiática passará a produzir veículos nas fábricas do grupo na Espanha, exportando para toda a Europa.
Destaque ainda para o acordo firmado com a Dongfeng (DFM no Brasil), que produzirá na China dois modelos Peugeot e dois modelos Jeep destinados ao mercado local e a outras regiões. Além disso, a Dongfeng terá acesso à fábrica da Stellantis em Rennes, na França, produzindo e distribuindo seus veículos para todo o mercado europeu.
Outro acordo foi firmado com a JLR (Jaguar Land Rover), neste caso para explorar sinergias no desenvolvimento de produtos e tecnologias nos Estados Unidos. Por fim, foi selada uma aliança com a indiana Tata Motors (dona da JLR) com foco nas regiões Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África, além da América do Sul, para sinergias em manufatura, cadeia de suprimentos, desenvolvimento de produtos e tecnologia.
Ofensiva de picapes no Brasil
No Brasil, onde já confirmou R$ 30 bilhões em investimentos e 40 novos carros até 2030, o plano FaSTLAne prevê ampliação da margem de lucro de 8% para 10% e uma “ofensiva no segmento de picapes”. O montante já está sendo aplicado e distribuído entre todas as fábricas da montadora no país, incluindo Betim (MG), Goiana (PE) e Porto Real (RJ).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/MfPrZ_QJ-tIZgiapzZUBFejMsk0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/V/P/5dKLAGRieBfahtBvtATA/newjeepcompass-sop-3-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Jeep Compass na fábrica em Melfi</media:description>   <media:credit>Divul</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:33:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Honda Prelude retorna ao Brasil com motor híbrido de Civic por R$ 380 mil </title>  <atom:subtitle>Cupê japonês tem motor aspirado de 203 cv, tem câmbio "virtual" que parece de verdade e faz quase 18 km/l na cidade; saiba os detalhes da pré-venda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/honda-prelude-retorna-brasil-motor-hibrido-civic-r-380-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/honda-prelude-retorna-brasil-motor-hibrido-civic-r-380-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/opqiERp_CRcLxJ5YjgL8ehDCkag=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/A/LFeHAuSPieuMAIAgwLGQ/honda-prelude-2027-dianteira-lateral.jpeg" /><br /> ]]>    O Honda Prelude, o esportivo que teve Ayrton Senna em sua campanha de lançamento, está de volta ao Brasil após 30 anos. Agora híbrido, com o mesmo motor do Civic, o cupê japonês entra em pré-venda a partir desta quinta-feira (27) por R$ 380 mil, com previsão de entrega das primeiras unidades para setembro. Como homenagem ao meio século da Honda no Brasil, os primeiros 50 compradores terão condições especiais ao reservá-lo.
Neste retorno ao Brasil, o Prelude se junta ao Civic Type R (R$ 435.500) na linha de esportivos da Honda, mas busca um público diferente. Enquanto o Type R é voltado aos entusiastas de track day e frequentadores de oficinas de preparação, o Prelude foca mais no estilo do que na performance. 
Honda Prelude 2027 já pode ser reservado
Cauê Lira/Autoesporte
Abaixo do capô está o motor 2.0 aspirado de quatro cilindros que também equipa o Civic, atrelado ao moderno sistema híbrido paralelo e:HEV. Este conjunto funciona aliado a dois motores elétricos. 
Um dos motores atua como gerador, transformando energia cinética em elétrica para alimentar a bateria. O outro recebe essa energia e a envia para as rodas, sendo um motor de tração que também é alimentado pela bateria de 1,05 kWh. Assim, o Prelude entrega 203 cv de potência e 32,1 kgfm de torque.
Conjunto híbrido é o mesmo utilizado no Civic
Cauê Lira/Autoesporte
Assim como o Civic, o Prelude roda essencialmente no modo elétrico, com o motor a combustão atuando como gerador. Por isso, sequer há um câmbio mecânico, embora a Honda chame este sistema de e-CVT. É um tipo de transmissão híbrida que não possui marchas tradicionais, correias ou polias, funcionando por meio do conjunto elétrico direto.
Honda Prelude 2027 foca mais na elegância do que na esportividade
Cauê Lira/Autoesporte
Porém, existe uma condição específica em que este motor 2.0 aspirado pode tracionar as rodas. Em velocidades de cruzeiro mais elevadas, por longos percursos, a unidade a combustão pode entregar sua força diretamente ao eixo dianteiro sem intervenção do conjunto elétrico. É a função “overdrive”, um dos poucos cenários em que o sistema convencional a combustão é mais eficiente do que o aparato elétrico.
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De acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o Prelude faz 17,9 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada com gasolina. Já os números de desempenho, como aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima, ainda não foram divulgados.
Spoiler traseiro é acessório no Honda Prelude 2027
Cauê Lira/Autoesporte
Embora não tenha câmbio, a Honda apresentou no Prelude a exclusiva função S+ Shift, que não está presente no Civic. Trata-se de um sistema que utiliza sons virtuais, a vibração do motor gerador e trancos para simular um câmbio automático — e faz até “punta taco”. 
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Por isso, o Prelude tem paddle-shifters atrás do volante para a passagem manual das oito marchas simuladas. Além desta função, existem os modos de condução Sport, Individual e Comfort, selecionados por um botão ao lado do câmbio.
Interior do Honda Prelude 2027 tem detalhes inspirados até na Chanel, famosa marca de luxo francesa
Cauê Lira/Autoesporte
O chassi é o mesmo do Civic Type R, onde o Prelude também incorpora os freios a disco desenvolvidos pela Brembo (com sistema de refrigeração ativa), suspensão de eixo duplo e amortecedores preparados. Porém, Autoesporte comprovou em uma breve experimentação no Autódromo de Interlagos que o conjunto está mais macio do que no Civic Type R. 
Painel do Honda Prelude 2027 não nega suas caracerísticas de Civic
Cauê Lira/Autoesporte
O Prelude também chega ao Brasil equipado com pacote Honda Sensing completo, com controle de cruzeiro adaptativo (capaz de operar no trânsito intenso), assistente de permanência em faixa e sensores de ponto cego. 
Nome do Honda Prelude 2027 está bordado no painel com acabamento macio
Cauê Lira/Autoesporte
Sua cabine é inspirada no Civic e traz materiais macios de boa variedade. O nome “Prelude” está bordado à frente do passageiro, enquanto o console tem botões para o câmbio no lugar de uma alavanca.
Alacanva de câmbio sai de cena e dá lugar a botões no console do Honda Prelude 2027 
Cauê Lira/Autoesporte
As primeiras 50 pessoas que reservarem o Prelude receberão capa de proteção, porcas antifurto para as rodas, tapetes de borda alta, cobertura especial de seguro, miniatura na cor do veículo adquirido, vitrificação e acesso a eventos especiais. O esportivo japonês está disponível nas cores vermelha, branca e preta (as unidades que ilustram esta reportagem foram trazidas da Alemanha somente para exibição).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/opqiERp_CRcLxJ5YjgL8ehDCkag=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/A/LFeHAuSPieuMAIAgwLGQ/honda-prelude-2027-dianteira-lateral.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Honda Prelude 2027 </media:description>   <media:credit>Cauê Lira/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:25:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros usados da Volkswagen com câmbio automático a partir de R$ 47 mil </title>  <atom:subtitle>Modelos automáticos da marca alemã são confiáveis e garantem bom valor de revenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/5-carros-usados-volkswagen-cambio-automatico-a-partir-de-r-47-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/5-carros-usados-volkswagen-cambio-automatico-a-partir-de-r-47-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JUtOqb11KUq9Fynck4loZNLDFtE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/C/4/BiFGaPSFuBXcHVxb3Hew/volkswagen-golf-1.8-gti-turbo.jpg" /><br /> ]]>    Ter um carro da Volkswagen na garagem é sinônimo de modelos de confiança e com bons valores de revenda. Após os anos 2000, há diversas opções de bons veículos da marca alemã com câmbio automático. Como grande parte das metrópoles brasileiras tem grandes congestionamentos, um carro sem pedal de embreagem é uma boa pedida. 
Do início do milênio até os dias atuais, a Volkswagen utilizou alguns tipos de transmissão automática, como as convencionais com conversor de torque ou DSG (dupla embreagem) com preços que partem de R$ 49 mil. Há também modelos com câmbio automatizado i-Motion, mas não indicamos. 
Separamos uma lista com cinco carros usados da Volkswagen que contam com câmbio automático convencional Os preços citados no texto foram verificados no Mercado Livre durante a apuração da matéria, no mês de agosto de 2026.
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1. Volkswagen Golf GTI 1.8 2004 - a partir de R$ 47.900 
Golf GTI recebeu motor mais forte em 2002 e vem com câmbio automático de 5 marchas
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O Volkswagen Golf é um hatch icônico com uma história longeva no mercado brasileiro e no mundo. Uma das versões interessantes é o esportivo GTI com motorização 1.8 turbo a gasolina que rende até 180 cv e 23,5 kgfm de torque. O câmbio é automático Tiptronic de 5 marchas, enquanto os 2.0 ainda vinham com a caixa de 4 velocidades. Assim, conforme os números oficiais, ele acelera de 0 a 100 km/h em 8,2 s, o que é um tempo muito bom para um carro com mais de 20 anos de fabricação. 
Como não havia o programa de etiquetagem veicular do Inmetro, o consumo não foi publicado pelo instituto, mas os números oficiais divulgados pela VW são de 7,5 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada.
Com seus 4,14 m de comprimento, o Golf GTI tem 2,51 m de entre-eixos e o porta-malas chega a 330 l de capacidade. 
O Golf GTI já vinha equipado com sistema eletrônico de controle de estabilidade, rodas de liga leve, bancos com revestimento de couro, painel com computador de bordo, CD Player, ar-condicionado digital e até teto solar, além de duplo airbag e, possivelmente, airbags laterais dianteiros.
Indicamos versões 2002 em diante, pois foi quando o carro recebeu o motor 1.8 de 180 cv, 30 cv a mais. Encontramos um exemplar 2004 por R$ 47.900, mas é possível encontrar de outros anos próximos por valores semelhantes. Porém, lembre-se: como se trata de um esportivo cobiçado, os preços podem variar muito e vale a pena garimpar por exemplares mais conservados e de melhor custo-beneficio.
Volkswagen Golf GTi 1.8 Mi 180/193cv Turbo 
2. Volkswagen Tiguan 2.0 TSI 2012 - a partir de R$ 49.900 
Volkswagen Tiguan ano-modelo 2012 já vem com o facelift da primeira geração
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O SUV é um dos carros mais requisitados da marca. Durante duas gerações, já recebeu alguns tipos diferentes de câmbio e também mudou muito no visual, mas sempre manteve-se moderno. Com câmbio automático de 6 marchas e um motor 2.0 turbo de 200 cv e 28,5 kgfm de torque a gasolina, o Tiguan acelera da imobilidade até os 100 km/h em 8,5 segundos. Somado a isso, tem o sistema de tração integral 4Motion, que lhe dá aderência extra no asfalto e permite aventuras no fora de estrada.
Na época, o Tiguan 2.0 TSI não tinha informações de consumo divulgadas pelo Inmetro, o modelo apareceu apenas na edição de 2016 do Conpet, quando marcou 7 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada.
São 4,42 metros de comprimento e um entre-eixos de 2,60 m. O porta-malas também é bem generoso e conta com 470 l de capacidade, o que é um ótimo espaço até para os dias atuais. 
 Entre os itens interessantes, ele conta com indicador de fadiga, freio a disco nas quatro rodas, ar-condicionado com duas zonas e saídas para o banco traseiro, faróis com acendimento automático, auto hold e seis airbags (frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina). É fácil encontrar carros com opcionais valorizados, exemplos do teto solar, do sistema de baliza semi autônoma Park Assist, rodas de liga leve aro 18 e bancos revestidos de couro.  
Recomendamos versões 2012 em diante, uma vez que elas trazem o facelift da primeira geração e contam com aprimoramentos. Elas podem ser encontradas por a partir de 49.900.
Volkswagen Tiguan 2.0 TSI 16V TURBO 
3. Volkswagen Jetta Comfortline 1.4 TSI 2016 - a partir de R$ 69.900
Volkswagen Jetta Comfortline tem bom desempenho e mecânica robusta
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O segmento de sedãs no Brasil contava com diversas opções há dez anos. Existente até hoje, o Jetta tinha apenas duas opções de motor: 2.0 aspirado ou 2.0 TSI, o que deixava uma grande lacuna em termos de desempenho. Em seu facelift, recebeu uma nova opção de entrada, equipada com o motor 1.4 TSI, disponível nas versões Trendline (que podia ter câmbio manual) ou Comfortline.
A versão 1.4 TSI Comfortline vem apenas a gasolina e tem a mesma potência do Golf Variant mexicano e rende 150 cv e 25,5 kgfm. A configuração conta apenas com câmbio  automático de seis marchas Tiptronic. Na pista da Autoesporte, o sedã atingiu a velocidade de 100 km/h em 9,1 s, quase 1,9 segundo a menos que o 2.0 aspirado. No consumo, as médias são de 10,4 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada.
O Jetta Comfortline tem 4,65 m de comprimento e um entre-eixos de 2,65 m. O porta-malas é amplo e atinge 510 l de capacidade. 
Por dentro, a versão conta com ar-condicionado digital, volante multifuncional de couro com base reta, manopla do câmbio de alumínio e couro, painéis de porta, painel inferior e bancos de couro bege, aletas no volante e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro. Ainda há opcionais como o pacote Exclusive, que vem com multimídia Discover Media, sensor de chuva, rodas aro 17 com pneus 225/45 (as originais são de 16”), chave presencial e ar-condicionado digital duas zonas, e o teto solar, ambos comuns no mercado de usados.
É possível encontrar exemplares 1.4 TSI 2016 por menos que os R$ 69.900 indicados, entretanto, nem sempre estão bem conservados.
Volkswagen Jetta 1.4 250 TSI COMFORTLINE 
4. Polo Highline 1.0 TSI 2019 - a partir de R$ 74.900
Volkswagen Polo tem um ótimo câmbio automático de 6 marchas
Divulgação/Volkswagen
O Polo é um hatch com uma boa fama no mercado de seminovos. O carro tem uma baixa desvalorização e também é fácil de revender. A versão Highline é uma opção mais completa e com motor 1.0 TSI ele gera 128/116 cv de potência (etanol/gasolina), respectivamente. O torque é de 20,4 kgfm, independente do combustível. O câmbio é automático de 6 marchas e o Polo Highline acelera de 0 a 100 km/h em 9,8 s, de acordo com o teste de pista da Autoesporte. 
O consumo médio, com base nos números do Inmetro, é de 7,9 km/l (E) e 11,4 (G) no perímetro urbano. Para o trecho rodoviário, as médias sobem para 9,5 km/l (E) e 13,9 km/l (G). 
O Polo tem 4,05 m de comprimento e uma distância entre os eixos de 2,56 m. O porta-malas é de 300 l, dentro da média dos hatches compactos. 
Entre os equipamentos, tem direção elétrica, ar-condicionado digital, partida por botão com chave presencial, aletas atrás do volante, controle de velocidade de cruzeiro, luzes diurnas de LED e porta-luvas refrigerados, sensores de estacionamento frontais e de ré, airbags frontais e laterais dianteiros e controles de estabilidade e de tração. 
Volkswagen Polo Highline
5. T-Cross Highline 1.4 TSI 2020 - a partir de R$ 87.500
Volkswagen T-Cross é hoje o SUV mais vendido do Brasil
Divulgação/Volkswagen
O T-Cross é o SUV mais vendido do mercado brasileiro. O carro é um acerto da marca e se tornou um sinônimo de automóvel confiável. A versão 1.4 TSI Highline oferece um bom nível de equipamentos e entrega motorização turbo e o câmbio automático de 6 marchas. 
O propulsor 1.4 TSI Flex rende 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, independentemente do combustível. Com esse conjunto, ele atinge os 100 km/h em 9 s, conforme a aferição da Autoesporte. No consumo, as médias são de 7,7 km/l na cidade (E) até 11 km/l (G). No ciclo rodoviário, as médias variam entre 9,3 km/l (E) e 13,2 km/l (G). 
Com 4,19 m de comprimento, ele tem 2,65 m de entre-eixos e o porta-malas atinge uma capacidade de 373 l. Entre os equipamentos, a versão tem ar-condicionado digital, banco do motorista com regulagem de altura, câmera de ré, banco traseiro com sistema de ajuste variável de espaço no porta-malas, rodas de liga leve de 17 polegadas e sistema de frenagem automática pós-colisão, além de seis airbags e controles de estabilidade e de tração.
Os valores da versão Highline podem variar de acordo com os opcionais. Modelos equipados com itens como faróis de LED e teto solar panorâmico costumam ser mais caros. Encontramos carros 2020 por preços a partir de R$ 87.500, mas os equipamentos extras podem elevar o preço acima dos R$ 94 mil.
Volkswagen T-Cross Highline
VW T-Cross - Conheça a versão mais barata e os 5 motivos para comprar e para repensar
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 Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JUtOqb11KUq9Fynck4loZNLDFtE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/C/4/BiFGaPSFuBXcHVxb3Hew/volkswagen-golf-1.8-gti-turbo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Golf 1.8 GTI é um hatch que chama atenção até os dias de hoje</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:39:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Hyundai Tucson híbrido vai fazer 17,4 km/l e está em estudo no Brasil</title>  <atom:subtitle>Quinta geração do SUV ficou maior e aumentou também o espaço interno; detalhes de motorização ainda não foram revelados</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/novo-hyundai-tucson-hibrido-174-kml-estudo-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/novo-hyundai-tucson-hibrido-174-kml-estudo-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/3nj2IOkh7-yAMuCZvyGTlLDmo6A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/E/uHTuYGSwKUg8QrwjBgbw/hyundai-tucson-2027-4.jpg" /><br /> ]]>    Recentemente revelada, a quinta geração do Hyundai Tucson ainda não havia tido sua gama de motores confirmada. Durante evento com investidores nesta quarta-feira (26), a fabricante confirmou que o SUV médio terá motorização híbrida plena (HEV) de 245 cv combinados, formada por um motor 1.6 turbo mais motores elétricos auxiliares, capaz de fazer até 17,4 km/l.
Autoesporte pode afirmar que o novo Tucson  está em estudo para ser vendido no país via importação, mas as chances de lançamento são pequenas, devido ao preço. Muito embora seja visto como um produto interessante para se tornar o novo flagship (carro de imagem) da marca no país, um papel similar ao que o Volkswagen Tiguan ocupa.
Hyundai Tucson 2027 tem um design mais quadrado 
Divulgação
Venha ou não venha, fato é que o novo Hyundai Tucson híbrido será lançado nos Estados Unidos até o fim de 2026 e terá motorização do tipo HEV, sem recarga externa. Trata-se do mesmo sistema TMED-II, uma evolução do conjunto que equipa o Kona comercializado em nosso mercado.
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No centro do conjunto está um motor 1.6 turbo a gasolina de quatro cilindros e injeção direta com 180 cv de potência e 27 kgfm de torque. Sim, é o mesmo do atual Creta 1.6 TGDI flex. O câmbio é automático de seis marchas e o conjunto é completado por uma dupla de motores elétricos. 
Hyundai Tucson 2027 terá 4,70 metros de comprimento
Divulgação
O primeiro motor elétrico, acoplado à transmissão, ajuda a tracionar as rodas com seus 65 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. O segundo está ligado ao próprio motor e substitui a corrente de comando, sendo responsável por operar partes volantes como o motor de arranque e o alternador, reduzindo a fricção típica das correias e o desperdício de energia, o que aumenta a eficiência.
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No caso do novo Tucson híbrido, são 245 cv de potência e 38,7 kgfm de torque combinados, com tração dianteira. Segundo a Hyundai, serão 27% a mais de potência e 43% a mais de torque que a versão 1.6 turbo apenas a combustão. O 0 a 100 km/h será de 8,5 segundos, 1 s a menos do que o novo Tucson apenas a gasolina, e o consumo oficial chegará a 17,4 km/l. 
A nova geração do SUV também se notabiliza pelo design arrojado, cheio de vincos e recortes abaulados por toda a carroceria. Faróis e lanternas são extremamente afilados e suas assinaturas de LED cruzam de uma ponta à outra do veículo.
Hyundai Tucson 2027 tem uma enorme tela no interior 
Divulgação
Em dimensões, o novo Hyundai Tucson medirá 4,70 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,68 m de altura e 2,78 m de entre-eixos. Na comparação com a geração anterior, são 6 cm a mais de comprimento e 3 cm de entre-eixos. O ângulo de abertura das portas traseiras foi ampliado de 73º para 83º, melhorando o acesso.
Internamente, destaque para o quadro de instrumentos disposto acima do volante e a central multimídia gigante, frutos do novo sistema operacional da marca, chamado Pleos, dotado de assistente de voz com inteligência artificial, o GLeo AI, e capaz de receber atualizações remotas.
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A loja online será lançada nesta quinta-feira (27), mas a plataforma de vendas não estará disponível. A pré-venda será aberta nas próximas semanas, inclusive com preços. Já as entregas, bem como a inauguração das primeiras lojas, ficam para outubro. 
A DFM segue exatamente a mesma estratégia de suas principais rivais — e, por que não, referências — no mercado brasileiro. A BYD aposta na marca Denza para vender sua linha premium, enquanto a GWM se vê como uma "house of brands", em que Haval, Tank, Poer, Wey e Ora são submarcas.
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Por enquanto, somente Box e Vigo serão lançados no Brasil, mas a DFM se adiantou e confirmou os modelos das demais marcas. A Voyah terá os SUVs Free, Taishan PHEV, Dream PHEV e Courage PHEV, além do sedã médio Passion PHEV. Já a divisão focada em carros aventureiros terá os modelos terá os M-Hero 1 e M-Hero 2.
DFM Voyah Courage já está em exibição no Autódromo de Interlagos
André Paixão/Autoesporte
Quanto à DFM, além dos já confirmados Box e Vigo, serão lançados os novos Mage PHEV e Huge PHEV, utilitários híbridos com apelo urbano. Veja todos os 11 modelos confirmados pela marca para o Brasil na galeria abaixo:
A pré-venda será lançada em campanha online por meio da plataforma do Mercado Livre — onde também já atuam as marcas GWM e Omoda Jaecoo. Segundo Wang Jiong, CEO regional da Dongfeng nas Américas, o primeiro lote com cerca de 300 veículos está previsto para chegar ao Brasil até o final de setembro.
DFM M-Hero será um dos modelos da primeira leva a chegar ao Brasil
Divulgação
A DFM também terá pontos de vendas em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. Atualmente, 47 lojas estão prontas para iniciar a operação, enquanto outros 60 pontos de vendas estão em processos avançados para a abertura. De acordo com a empresa chinesa, existem acordos com 32 grupos empresariais do ramo automotivo para dar início à venda de carros no país.
Todos os carros da DFM no Brasil terão garantia de sete anos ou 300 mil km rodados para o veículo, sendo oito anos para componentes do sistema elétrico, acima do que é oferecido pelas concorrentes BYD, Geely e GWM no momento. No caso da BYD, são seis anos ou 200 mil km (com alguns componentes tendo cobertura menor); no da Geely, são seis anos ou 150 mil km; no da GWM, cinco anos ou 200 mil km.
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Produção local em estudo
Em entrevista a jornalistas no local, o CEO da Dongfeng nas Américas afirmou que a fabricante segue negociando com Stellantis e Nissan uma parceria para produção local. Segundo Wang Jiong, a definição de como será essa parceria "precisa ser tomada até o final deste ano", para que a montagem local em CKD comece já em 2027, em fase de testes.
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As opções são: tornar-se sócia local da Nissan para compartilhar a fábrica de Resende (RJ), nos mesmos moldes do que a Geely fez com a Renault; ou associar-se à Stellantis para ter acesso à fábrica de Porto Real (RJ) e até adquirir integralmente a antiga fábrica de motores de Campo Largo (PR), esta última parte uma apuração exclusiva de Autoesporte.
Independentemente da parceira, a ideia da DFM é ter produção comercial plena já em 2028, inclusive com veículos híbridos flex.
Como são os DFM Box e Vigo
DFM Vigo é rival do BYD Yuan Pro
André Paixão/Autoesporte
A DFM também confirmou as especificações técnicas de Box e Vigo no Brasil. O Box é um hatch compacto que chegará para brigar com BYD Dolphin Mini e um Geely EX2. Para isso, suas dimensões são 4,02 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 157 m de altura e 2,66 m de entre-eixos, além de um porta-malas de 326 litros. 
O motor elétrico dianteiro rende 95 cv de potência e 16,3 kgfm de torque, com um 0 a 100 km/h em 12,5 segundos e velocidade máxima de 140 km/h. As baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) têm 43,9 kWh de capacidade. A autonomia homologada no Inmetro ainda não foi revelada, mas no ciclo chinês CLTC o modelo tem alcance de até 430 km. A recarga rápida (DC) vai a até 88 kW. Os preços devem ficar entre R$ 120 mil e R$ 140 mil. O número de versões não foi informado ainda.
DFM Box - Traseira
André Paixão/Autoesporte
Entre os equipamentos de série, o DFM Box tem central multimídia de 12 polegadas, câmera de manobras de 540 graus, portas laterais com maçanetas escamoteáveis e sem molduras nos vidros, e pacote Adas de segurança ativa com assistente de permanência em faixa, estacionamento automático, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e frenagem autônoma de emergência.
Já o DFM Vigo será um SUV compacto elétrico rival do O porte é similar ao de um BYD Yuan Pro. Em dimensões, são 4,31 metros de comprimento, 2,72 m de entre-eixos, 1,87 m de largura e 1,65 m de altura, além de 500 litros de porta-malas.
DFM Vigo tem lanternas traseiras interligadas
Leonardo Felix/Autoesporte
No caso do SUV, o motor elétrico, também dianteiro, rende 163 cv de potência e 23,4 kgfm de torque, fazendo com que o modelo vá de 0 a 100 km/h em 7,8 s. As baterias de 51,9 kWh de LFP rendem até 470 km de autonomia (WLTP), mas o alcance na homologação brasileira tampouco foi revelado. 
O pacote de equipamentos é similar, porém, com multimídia de 12,8 polegadas e quadro de instrumentos digital de 8,8”, além de bancos dianteiros com ventilação e aquecimento, ar-condicionado automático, carregador de celular por indução de 50 Watts, banco traseiro bipartido e com apoio de braço escamoteado na posição central, portas com botão de abertura interna e um acabamento melhor.
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O IM6 chega com dimensões generosas para disputar espaço entre os SUVs elétricos de maior porte. O modelo tem 4,90 metros de comprimento, 1,96 m de largura e 2,95 m de entre-eixos. A marca também aposta em um desenho com linhas bem minimalistas e aerodinâmica. 
MG IM6 tem linhas bem minimalistas
Divulgação/MG
No conjunto mecânico, o IM6 que será vendido no Brasil entrega 767 cv de potência e 81,7 kgfm de torque, suficientes para levar o SUV de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, de acordo com a fabricante. A velocidade máxima chega a 305 km/h, números que colocam o modelo em uma faixa de desempenho incomum para um SUV elétrico. 
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O SUV tem bateria de 100 kWh, feita de NMC (níquel-manganês-cobalto), e arquitetura elétrica de 800 V, o que garanta uma autonomia homologada pelo Inmetro de 400 km. Vale ressaltar que o IM6 recebeu cinco estrelas nos testes do Euro NCAP, que é a nota máxima. 
MG IM6 tem interior com duas enormes telas 
Divulgação/MG
O interior também tem proposta minimalista, com sistema de isolamento acústico por vidros duplos laminados, sistema de som de alta potência com 20 alto-falantes e duas telas integradas: uma de 26,3 polegadas da central multimidia e outra de 10,5 polegadas do painel de instrumentos. A cabine foi desenvolvida em parceria com a Central Saint Martins, uma universidade com foco em design de Londres (Inglaterra).
MG IM6 tem o teto todo envidraçado 
Divulgação/MG
A tecnologia embarcada é um dos principais argumentos da IM Motors para entrar no segmento de luxo. O IM6 terá um pacote avançado de sistemas de assistência à condução (ADAS), com recursos voltados à prevenção de colisões, controle de estabilidade e segurança em diferentes condições de rodagem. 
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A marca também destaca soluções de inteligência artificial integradas ao sistema I-Smart, que concentra funções relacionadas à condução e à interação com o veículo. O veículo deve chegar com preço entre R$ 400 mil e R$ 500 mil. O carro, apesar de ser da divisão de luxo, será vendido nas lojas MG também, que pretende ter 70 estabelecimentos até o final do ano. 
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Neste dia focado na apresentação de lançamentos à imprensa e convidados, pelo menos nove marcas trouxeram novidades. São elas: GWM, Leapmotor, Ram, Jeep, Ford, Omoda Jaecoo, BYD, Baic, Renault, Abarth, Peugeot e outras. A lista inclui estreias nos mais variados segmentos, desde SUVs compactos até grandes picapes, passando por veículos híbridos e elétricos.
Já para o público comum, o evento abrirá as portas amanhã (27), a partir das 12h, no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, na zona sul de São Paulo. O endereço é Avenida Senador Teotônio Vilela, 261, Interlagos, São Paulo (SP). 
GWM Tank 400 é jipão híbrido plug-in
Vitória Drehmer/Autoesporte
GWM
GMW Tank 400 será o modelo topo de linha da submarca no Brasil
Vitória Drehmer/Autoesporte
Na GWM, a principal estreia do dia foi o Tank 400. O jipão chega para ampliar a família Tank no Brasil e usará o mesmo conjunto mecânico do primo Tank 300. Ou seja, o conhecido sistema híbrido plug-in (PHEV) Hi4-T. Na prática, combina um motor 2.0 turbo flex de quatro cilindros com injeção direta, de 251 cv, com outro elétrico. O câmbio é automático de nove marchas, com tração 4x4.
Leapmotor
Leapmotor B10 REEV
André Paixão/Autoesporte
A Leapmotor, controlada pelo grupo Stellantis, apresentou neste primeiro dia o C10 REEV, chamado comercialmente pela marca de Ultra-Híbrido. O modelo será lançado em breve no Brasil e se juntará à variante elétrica já à venda. Além disso, a marca aproveitou o evento para confirmar o lançamento do C16 em 2027, ampliando ainda mais seu portfólio por aqui. Por fim, a marca apresentou o hatch elétrico B05 como forma de avaliar a percepção do público.
Omoda Jaecoo
Jaecoo 5 tem pré-venda confirmada para setembro
Jady Peroni/Autoesporte
Ainda no campo das chinesas, a Omoda Jaecoo trouxe para a estreia do evento diferentes novidades. A primeira delas foi o Omoda E5 reestilizado, que ganhou dianteira, traseira e interior totalmente reformulados. Na sequência, destaque para a apresentação oficial do Jaecoo 5, SUV compacto híbrido pleno (HEV) que entrará em pré-venda a partir de setembro. Por fim, o Jaecoo 8, SUV PHEV de porte médio-grande, foi confirmado para 2027.
BYD
BYD Mako será produzida em Camaçari (BA) para brigar com Fiat Toro
André Schaun/Autoesporte
A BYD, por sua vez, aproveitou a visibilidade do festival para apresentar a picape intermediária Mako. Primeiro veículo desenvolvido pela marca exclusivamente para o mercado brasileiro, a caminhonete será produzida em Camaçari (BA) e chegará ao mercado para brigar com Fiat Toro, Ram Rampage e companhia. A motorização híbrida plug-in (PHEV) é um dos diferenciais do modelo.
Baic
Baic Arcfox T1 é hatch elétrico rival do BYD Dolphin
André Paixão/Autoesporte
A chinesa Baic escolheu Interlagos para fazer sua estreia no Brasil. Logo de cara, confirmou o lançamento de dois modelos por aqui: o hatch compacto Arcfox T1 e o SUV médio Arcfox T2. O primeiro é rival direto de modelos como BYD Dolphin, Geely EX2, GAC Aion UT e MG4 Urban, enquanto o segundo vai concorrer com Leapmotor C10, BYD Yuan Plus e Geely EX5. Segundo a marca, as primeiras lojas nacionais serão abertas em novembro.
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Renault
Renault Kwid 2027 tem novo para-choque e logotipo atualizado
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Na linha Renault, duas novidades importantes foram apresentadas nesta quarta-feira (26). A primeira delas foi o Kardian Vibe, nova versão mais barata do SUV compacto que chega ao mercado com preço inicial de R$ 99.990. Já a segunda foi o Kwid 2027, que estreia novo visual, tabela de preços reposicionada e importantes novidades tecnológicas na cabine.
Ram
Ram Rampage Rebel Ignition é edição especial limitada a 400 unidades
Autoesporte
A Ram reservou para o Festival Interlagos a apresentação da Rampage Rebel Ignition. A edição especial terá apenas 400 unidades produzidas, sendo 200 com motor 2.0 Hurricane turbo flex de 272 cv, por R$ 250.990, e a outra metade a partir de R$ 270.990 com o motor 2.2 turbodiesel de 200 cv. Entre outros diferenciais, há carroceria na cor metálica Azul Pacific e rodas na cor preta calçadas com pneus Pirelli ScorpionTM All Terrain Plus nas medidas 235/65 R17.
Jeep
Jeep Avenger 85 Anos tem detalhes exclusivos no visual externo e no interior
André Paixão/Autoesporte
Na linha Jeep, a principal novidade do dia foi o Avenger 85 Anos. A edição especial faz referência ao aniversário da marca e chega ao catálogo do modelo em tiragem limitada a 500 unidades. O diferencial fica por conta do pacote recheado de equipamentos, combinado com elementos exclusivos na composição no visual. A chegada às lojas está programada para setembro.
Ford
Ford F-150 Raptor está confirmada e chegará às lojas em 2027
Caio Bednarski/Autoesporte
A Ford levou para o Festival Interlagos a picape F-150 Raptor. A versão preparada de fábrica chegará por aqui em 2027 com o famoso motor 3.5 V6 biturbo da família EcoBoost, aliado ao câmbio automático de 10 marchas. Nos Estados Unidos, este conjunto desenvolve 456 cv de potência e 70 kgfm de torque. Resta saber se os números serão diferentes no Brasil por conta da mistura da gasolina vendida no país.
Abarth
Fiat Pulse Abarth Scorpionissima é conceito para avaliar receptividade do público
Divulgação
Já a Abarth, divisão esportiva da Fiat, apresentou no evento o Pulse Abarth Scorpionissima. Trata-se de um conceito desenvolvido para avaliar a receptividade do público sobre novas propostas visuais para o modelo. Mecanicamente, não há mudanças. Dessa forma, o motor 1.3 turbo flex entrega até 185 cv de potência e garante aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 7,6 segundos.
Peugeot
Peugeot 208 Rally4 é versão preparada para corridas
Divulgação
No caso da Peugeot, não foram reveladas novidades comerciais. A marca optou por apresentar o 208 Rally4, versão preparada para competições do hatch compacto. Mecanicamente, o modelo é equipado com motor 1.2 turbo de até  212 cv de potência e conta com câmbio sequencial de cinco marchas, com tração dianteira. O peso mínimo é de 1.080 kg, enquanto o visual tem o típico estilo de carro de rali.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/TV9N2aJ8jIjsFZqHGGZ8-0TI52Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/t/t/lIKt2TQqOAEwzxVE7AbQ/festival-interlagos-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Festival Interlagos 2026</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 21:08:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Baic já tem data para estrear no Brasil com Arcfox T1 e T5; saiba quando</title>  <atom:subtitle>Marca estreante no país, chinesa Baic vai lançar dois carros elétricos ao mesmo tempo; SUV híbrido está confirmado para 2027</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/chinesa-baic-tem-data-para-estrear-brasil-arcfox-t1-t5-saiba-quando.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/chinesa-baic-tem-data-para-estrear-brasil-arcfox-t1-t5-saiba-quando.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/O8QOu6SybcW7QIgS8sZgViHiwOA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/n/Rb5Ty2QaiGPontcMpimw/img-7622.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    A coletiva de imprensa da Baic no Festival Interlagos  está marcada para a próxima quinta-feira (27). Mas as novidades da marca já estão expostas no estande da empresa no autódromo na véspera. E representantes da empresa anteciparam para a Autoesporte parte da estratégia de chegada ao Brasil. 
As primeiras lojas serão abertas em novembro, ao mesmo tempo em que começam as vendas dos dois primeiros modelos da submarca Arcfox. São eles o hatch compacto T1 e o SUV médio T5, ambos elétricos e expostos no box da marca em Interlagos. Já o SUV B30 fica para 2027. Os preços só serão revelados na data do lançamento. 
Baic Arcfox T1 bai brigar com  BYD Dolphin, Geely EX2, GAC Aion UT e MG4 Urban
André Paixão/Autoesporte
O interlocutor da Baic também afirmou que a empresa busca parceiros para a produção nacional. Não há uma definição quanto a isso, no entanto.
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Como são os carros
No box da Baic, há um exemplar do T1 e outros dois do T5. O modelo  menor é um hatch compacto que será rival de BYD Dolphin, Geely EX2, GAC Aion UT e MG4 Urban. Nas medidas, está mais próximo deste último. São 4,34 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura. O entre-eixos tem tudo para ser o maior do segmento, com 2,77 m. Nesta dimensão, é maior até do que um Toyota SW4.
Baic Arcfox T1 chama atenção pela distância entre-eixos de 2,77 metros
André Paixão/Autoesporte
 Já a bateria do T1 é de 42,3 kWh de capacidade. Ainda que a potência não tenha sido apresentada, a configuração chinesa com este pacote é a que traz motor elétrico dianteiro de 95 cv e 17,8 kgfm de torque. Na China, a versão tem 425 km de autonomia. No interior, além do amplo espaço interno, o acabamento é compatível com o de rivais do segmento.
Baic Arcfox T1 tem painel digital e central multimídia de 15,6 polegadas
André Paixão/Autoesporte
Entre os itens de tecnologia e segurança, a Baic promete pacote Adas nível 2, teto solar panorâmico, quadro de instrumentos digital de 8,9 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas, carregador de celular por indução e banco do motorista com ajustes elétricos. Há saída de ventilação e uma porta USB para os ocupantes do banco traseiro.
Na dianteira, Baic Arcfox T5 chama atenção pelos faróis pontiagudos que avançam sobre o para-choque
André Paixão/Autoesporte
Posicionado no segmento dos SUVs médios com propulsão elétrica, o T5 será mais um rival para Leapmotor C10, BYD Yuan Plus e Geely EX5. Tem 4,69 m de comprimento, 2,85 m de entre-eixos, 1,94 m de largura e 1,65 m de altura. 
Também sem informação de motorização, podemos presumir que, por conta da bateria de 74,4 kWh, o motor será dianteiro de 272 cv e tração também nas rodas da frente. No generoso ciclo chinês, a autonomia é de 660 km.
Na traseira, Baic Arcfox T5 tem lanternas interligadas e que ocupam toda a largura do carro
André Paixão/Autoesporte
Neste caso, além dos itens do T1, o T5 traz cabine com acabamento mais caprichado, com praticamente todas as superfícies revestidas de couro. A abertura das portas é elétrica por botão. Curiosamente, não há quadro de instrumentos. As informações são exibidas na própria central multimídia.
Baic Arcfox T5 tem painel com design minimalista que dispensa quadro de instrumentos e foca tudo na tela multimídia
André Paixão/Autoesporte
Por último, o B30 (na China, conhecido como BJ30) não foi exibido em Interlagos, mas foi confirmado para 2027. É um SUV ao melhor estilo jipinho e deve marcar a entrada da Baic entre os híbridos. Tem faróis com aros arredondados, mas todas as demais linhas são bastante quadradas, demonstrando muita personalidade.
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Na China, há versões apenas a combustão ou híbrida plena, com tração nas duas ou quatro rodas. A opção eletrificada do B30 traz até uma inusitada configuração com dois motores elétricos, um em cada eixo.
Baic BJ30 está confirmado para o Brasil e chegará às lojas em 2027
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Neste caso, são 409 cv e 69,9 kgfm de torque, gerenciados por um câmbio DHT que combina marchas físicas e o motor elétrico para preencher as demais relações. Mesmo com todo peso e atrito adicionais da tração integral, o consumo homologado é de 15,5 km/l.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/O8QOu6SybcW7QIgS8sZgViHiwOA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/n/Rb5Ty2QaiGPontcMpimw/img-7622.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Baic Arcfox T1 é confirmado para o Brasil</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:21:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renault Kwid 2027: preços, versões, equipamentos e consumo </title>  <atom:subtitle>Hatch compacto estreia com mudanças pontuais de design e interior renovado; motor 1.0 aspirado continua com até 71 cv de potência</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/renault-kwid-2027-precos-versoes-equipamentos-consumo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/renault-kwid-2027-precos-versoes-equipamentos-consumo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UpmlsWI_CrHtDsHXmYKhnenQ17Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/G/thRBhSRxAUXpPtviozqQ/renault-kwid-2027.jpeg" /><br /> ]]>    O Renault Kwid acaba de chegar à linha 2027 com novidades no visual, na cabine e na lista de equipamentos. O hatch de entrada da marca francesa recebeu uma reestilização para se manter competitivo diante do Fiat Mobi, seu principal rival e com quem disputa o posto de carro mais barato do país. Na nova linha, o Kwid parte de R$ 71.090. Ou seja, uma redução de R$ 11.700 em relação ao modelo anterior. 
A linha 2027 estreia poucos meses depois de o Kwid passar por mudanças. Anteriormente, o modelo recebeu novos equipamentos e chegou a ter quatro versões. Agora, a gama foi reorganizada e passa a ser formada pelas versões Evolution, Techno e Outsider. Os preços são promocionais de lançamento e, segundo a marca, não há um limite de tempo ou unidades previsto. 
Renault Kwid 2027 - preços 
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O que mudou no Renault Kwid 2027?
Por fora, o Renault Kwid 2027 recebeu mudanças pontuais. A principal delas está na dianteira, que ganhou para-choque redesenhado para acomodar os faróis principais com novo formato, além do DRL presente em todas as configurações. A grade também é totalmente nova com acabamento em preto brilhante, enquanto o logotipo atualizado da Renault aproxima o compacto da identidade visual de modelos mais recentes da marca, como Kardian e Boreal. Na versão topo, Outsider, há detalhes exclusivos na carroceria. 
Renault Kwid 2027 agora é vendido em três versões de acabamento 
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O Kwid também ganhou uma nova moldura plástica ao redor dos faróis, além de rodas com calotas de 14 polegadas redesenhadas — na versão intermediária as rodas são de aço, enquanto na mais cara é de liga leve. Há também uma nova fonte para a inscrição "Kwid" na tampa do porta-malas. Outra novidade está no teto: a longa antena, que chegou até a viralizar na internet, dá lugar a um desenho do tipo barbatana de tubarão.
Renault Kwid Outsider 2027 tem detalhes exclusivos na carroceria 
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Na traseira, destaque para a nova lanterna de LED, além do logotipo que traz a câmera de ré integrada. As dimensões, por sua vez, seguem as mesmas: 3,73 metros de comprimento, 1,57 m de largura, 1,47 m de altura e 2,42 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 290 litros. Além disso, o hatch mantém a altura em relação ao solo de 1,85 m, enquanto os ângulos são de 24,1° de entrada e 41,7° de saída. 
Renault Kwid 2027 traz novas rodas de 14 polegadas, que são de liga leve na versão topo de linha 
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O portfólio do Renault Kwid inclui as cores branco Glacier, cinza Cassiopée, prata Étolie, vermelho Fogo (disponível nas versões Evolution e Techno), preto Nacré e a inédita cinza Taupe.  
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Renault Kwid 2027 tem cabine renovada 
Renault Kwid 2027 agora traz painel digital e multimídia integrados 
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As mudanças mais significativas, porém, estão no interior. O Kwid 2027 estreia um novo painel exclusivo para o mercado brasileiro, com quadro de instrumentos digital de 7" e central multimídia de 10,1" integrados por uma única moldura. A solução segue uma tendência cada vez mais comum no mercado e também utilizada em modelos mais recentes da Renault, como o Kardian. A interface da multimídia foi atualizada e traz conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. 
O interior ainda ganhou novas saídas de ar, comandos redesenhados para o ar-condicionado e um novo volante de três raios. Os bancos de tecido também foram atualizados e ficaram mais confortáveis, sendo que na opção Outsider há grafismos exclusivos. 
Renault Kwid Techno 2027 teve cabine redesenhada, inclusive os novos bancos de tecido 
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Qual é o motor do Renault Kwid 2027?
Debaixo do capô, o Renault Kwid 2027 mantém o conhecido motor 1.0 SCe flex aspirado de três cilindros. O conjunto entrega 71 cv de potência e 10 kgfm de torque quando abastecido com etanol. Com gasolina, são 68 cv e 9,4 kgfm. O câmbio continua sendo manual de cinco marchas. 
Renault Kwid 2027 mantém o motor 1.0 flex 
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Vale lembrar que, na Índia, o Kwid também pode ser equipado com uma transmissão automatizada AMT de cinco marchas. Essa opção, entretanto, não é oferecida no Brasil. 
Qual é o consumo do Renault Kwid 2027?
De acordo com os dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, o Renault Kwid registra 10,4 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, são 14,4 km/l e 15,5 km/l, respectivamente. Dessa forma, é um dos carros flex mais econômicos do Brasil, com eficiência energética de 1,41 MJ/km. 
Renault Kwid 2027 está disponível somente com câmbio manual de cinco marchas 
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Versõ4s e equipamentos do Renault Kwid 2027
Renault Kwid Evolution 2027: 4 airbags, antena shark, ar-condicionado, assistente de partida em rampa, computador de bordo, controle eletrônico de estabilidade, direção elétrica, indicador de temperatura externa, luzes de circulação diurna (DRL) em LED, painel de instrumentos digital TFT de 7", sensor de estacionamento traseiro, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, Start &amp; Stop, tacômetro, travas elétricas das portas e vidros dianteiros elétricos. 
Renault Kwid Techno 2027: tudo da versão Evolution + chave tipo canivete, câmera de ré, controles de áudio no volante, lanternas escurecidas em LED, maçanetas na cor da carroceria, retrovisores elétricos e em preto brilhante, roda de aço em dois tons 14", sistema multimídia de 10,1" com espalhamento sem fio e duas entradas USB-C.  
Renault Kwid Outsider 2027: tudo da versão Techno + barras de teto, molduras de proteção lateral e frontal, bancos exclusivos com revestimento em tecido, rodas de liga leve de 14" em dois tons, sensor crepuscular e skis frontais e traseiros. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UpmlsWI_CrHtDsHXmYKhnenQ17Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/G/thRBhSRxAUXpPtviozqQ/renault-kwid-2027.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Renault Kwid 2027</media:description>   <media:credit>Júlia Maria Toledo/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:24:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renault Kardian Vibe é nova versão manual e mais econômica por R$ 100 mil</title>  <atom:subtitle>Marca francesa conseguiu melhorar consumo e desempenho sem baixar potência do SUV de entrada; versão básica também perde itens como painel digital e rodas de liga leve</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/renault-kardian-vibe-nova-versao-manual-mais-economica-r-100-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/renault-kardian-vibe-nova-versao-manual-mais-economica-r-100-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q93hJ2LnskhLymYUtZQj5wMzCCA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/e/c/3qZdSoSQCqMI0nRkVxQg/renault-kardian-vibe-2027-dianteira-estatica.jpg" /><br /> ]]>    A Renault acaba de ampliar a linha 2027 do Kardian com uma nova versão de entrada. Batizada de Vibe, a configuração estreia como opção mais em conta do SUV por R$ 99.990 e combina o conhecido motor 1.0 turbo de 125 cv com o câmbio manual de seis marchas. A novidade, que foi antecipada por Autoesporte, chega às concessionárias em setembro.
Mais do que manter o SUV de entrada na competição contra rivais como Volkswagen Tera, a Renault promoveu uma série de alterações para tornar o Kardian Vibe mais econômico. A nova configuração perdeu 43 kg, ficou mais baixa, recebeu novas rodas de aço de 15 polegadas com calotas e teve até a relação do câmbio modificada. Tudo isso para não precisar ter a potência reduzida.
Renault Kardian Vibe 2027 é nova versão de entrada do SUV compacto 
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Segundo a fabricante, o resultado é uma melhora de 6% na eficiência energética e redução de 7% nas emissões de CO₂. O modelo também atende aos critérios do programa Carro Sustentável, do Governo Federal, que concede benefícios fiscais a veículos produzidos no Brasil e que atendem a determinados parâmetros de potência e reciclabilidade, por exemplo. 
Com a nova versão, a Renault aproveitou para alterar o portfólio do Kardian, que agora é vendido em quatro opções de acabamento. A Vibe, no caso, substitui a antiga Evolution manual. Confira: 
Preços do Renault Kardian 2027 
Consumo do Renault Kardian Vibe
De acordo com dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, o Kardian Vibe registra 13,7 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada com gasolina. Quando abastecido com etanol, são 9,3 km/l no ciclo urbano e 10,9 km/l no rodoviário. O índice de eficiência energética é de 1,49 MJ/km. 
Para efeito de comparação, a antiga versão Evolution MT fazia 8,6 km/l em ciclo urbano e 10,2 km/l em ciclo rodoviário com etanol. Com gasolina as médias eram de 12,4 km/l e 14,8 km/l, respectivamente.
Renault Kardian Vibe 2027 traz rodas de ferro de 15 polegadas com calota
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Para atingir esses números, a fabricante não mexeu apenas no peso, mas também nas relações do câmbio. A relação final, por exemplo, passou de 4,500 para 3,867:1, o que representa um alongamento de aproximadamente 11%. Na prática, a marca diz que a mudança permite que o motor trabalhe em rotações mais baixas em velocidade de cruzeiro, ajudando a reduzir consumo, ruído e emissões. 
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Renault Kardian Vibe 2027 traz detalhes em azul no interior 
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Também houve alterações aerodinâmicas, já que o Kardian Vibe ficou 6 centímetros mais baixo por conta da remoção do rack de teto. Nesta configuração, o SUV tem 4,12 metros de comprimento, 1,75 m de largura e 1,54 m de altura, além de 2,60 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 410 litros. Os ângulos de entrada e saída são de 20° e 36°, respectivamente.
Vale lembrar que a redução da altura e a adoção das rodas de 15” fazem parte justamente do pacote de alterações destinadas a diminuir a resistência ao avanço e melhorar o consumo. A marca só não detalhou de onde foram tirados os 43 kg do peso. 
Renault Kardian Vibe 2027 é equipado com ar-condicionado digital e um pequeno painel TFT 
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Motor 1.0 turbo de 125 cv foi mantido
O Kardian Vibe mantém o motor 1.0 TCe turbo flex de três cilindros, que entrega 125 cv de potência e 22,4 kgfm de torque, que foi recalibrado para privilegiar a eficiência. É justamente a potência que traz uma particularidade no enquadramento do Kardian no novo IPI. Embora a versão Vibe atenda aos critérios do Carro Sustentável, isso não significa que receba todos os abatimentos possíveis no cálculo do imposto. 
Renault Kardian Vibe 2027 manteve o motor 1.0 turbo de 125 cv 
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Pelas regras atuais, automóveis com potência de até 115,6 cv não recebem acréscimo de alíquota nesse critério. Acima disso, veículos de 116 cv a 143 cv recebem acréscimo de 0,75 ponto percentual. Com 125 cv, o Kardian fica nesta segunda faixa. Importante lembrar que a alíquota final do IPI é calculada a partir de uma combinação de fatores, como tipo de propulsão, eficiência energética, potência e segurança. 
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De toda forma, as mudanças não deixaram o Kardian mais lento. Pelo contrário. Com etanol, a aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 11 segundos para 10,1 segundos. Com gasolina, o tempo passou de 11,4 para 10,6 segundos.
Renault Kardian Vibe 2027 passa ser a única versão com câmbio manual 
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Como é o Renault Kardian Vibe?
Visualmente, a versão Vibe tem características próprias. Grade dianteira, aerofólio, retrovisores, maçanetas e antena do tipo shark recebem acabamento preto brilhante. Além disso, o SUV perde as barras de teto nesta configuração. Por dentro, bancos e painel passam a ter detalhes em azul. Já o quadro de instrumentos digital dá adeus, substituído por um novo, analógico, mas com tela central para computador de bordo.
Renault Kardian Vibe 2027 tem porta-malas de 410 litros 
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Versões e equipamentos do Renault Kardian 2027 
Renault Kardian Vibe (R$ 99.990): 6 airbags, aerofólio traseiro, antena shark, ar-condicionado digital, assistente de partida, bancos com acabamento exclusivo na cor azul, controlador e limitador de velocidade, controles eletrônicos de tração e estabilidade, faróis de LED, multimídia de 8" com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, painel com acabamento na cor azul, regulagem manual de altura dos faróis, retrovisores com ajuste elétrico, sensor de estacionamento traseiro, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, Start&amp;Stop, vidro do motorista com função one-touch, vidros elétricos para passageiros e volante com ajustes de altura e profundidade. 
Renault Kardian Evolution 2027 (R$ 124.590): todos os itens da Vibe + protetor de cárter, cobertura do porta-malas e iluminação do porta-luvas / Opcionais: pack multimídia (openR link + câmera de ré): R$ 1.200 e pack safety (ADAS + pack multimídia): R$ 4.100
Renault Kardian Techno 2027 (R$ 134.590): todos os itens da Evolution + controle de velocidade adaptativo, frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal, freio de estacionamento eletrônico, painéis e volante com acabamento em revestimento premium, rodas de liga leve de 17” diamantadas, chave presencial do tipo cartão, partida remota do motor, saídas USB-C para o banco traseiro, carregador de celular por indução, nova central multimídia openR link de 10”, seis alto-falantes e câmera de ré / Opcionais: teto bicolor: R$ 1.700 e pack Connect Techno (serviços conectados): R$ 2.400
Renault Kardian Iconic 2027 (R$ 146.590): todos os itens da Techno + câmera multiview, alerta de ponto cego, alerta de distância segura, acendimento automático dos faróis altos, sensores de estacionamento frontal, faróis de neblina em LED, sensor crepuscular, modos de condução Normal, Eco e Sport, iluminação dinâmica e personalizável no interior, teto bicolor preto Nacré ou prata Étoile, badge lateral “iconic”, skis na cor prata acetinada e grade frontal em preto brilhante / Opcional: pack Connect Iconic (serviços conectados + revestimento premium + antena shark): R$ 3.590
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q93hJ2LnskhLymYUtZQj5wMzCCA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/e/c/3qZdSoSQCqMI0nRkVxQg/renault-kardian-vibe-2027-dianteira-estatica.jpg" medium="image"/>   <media:description>Renault Kardian Vibe 2027 </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:15:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jeep Avenger 85 Anos é edição limitada a 500 unidades com visual exclusivo</title>  <atom:subtitle>Série comemorativa do SUV compacto estreia no Festival Interlagos e combina elementos únicos no design com pacote recheado de equipamentos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jeep-avenger-85-anos-edicao-limitada-500-unidades-visual-exclusivo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jeep-avenger-85-anos-edicao-limitada-500-unidades-visual-exclusivo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PRhO6lyYfWgS6fPnUshwoiNwBw4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/x/zfwclYScCQwEBvUqNx1Q/img-7554.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    A Jeep acaba de apresentar no Festival Interlagos o SUV compacto Avenger na edição especial comemorativa “85 Anos”. A novidade faz referência ao aniversário da marca e chega ao catálogo do modelo em tiragem limitada a 500 unidades. O diferencial fica por conta do pacote recheado de equipamentos, combinado com elementos exclusivos na composição no visual. A chegada às lojas está programada para setembro.
Por fora, destaque para as rodas de 18 polegadas com pintura preta e acabamento exclusivo no centro, além dos emblemas comemorativos estampados na carroceria. Assim como na versão topo de linha Limited, a grade é luminosa com traços em LED na porção superior de cada fenda da peça. Por fim, há faróis Matrix e teto com pintura contrastante com a cor da carroceria.
Por dentro, o Avenger 85 Anos recebe acabamento em Mayan Gold no painel e nas costuras de bancos, além de detalhes e emblemas alusivos à edição. Entre os equipamentos, há câmera 360º, sensor de estacionamento frontal e Jeep Adventure Intelligence com assistente de voz ChatGPT embarcado.
Jeep Avenger 85 Anos tem rodas de 18 polegadas com pintura exclusiva
André Paixão/Autoesporte
Como é o Jeep Avenger
Assim como nas demais versões, o Avenger 85 Anos é equipado com o conjunto híbrido leve (MHEV) da Stellantis. O motor Turbo 200 1.0 turbo flex, de três cilindros e 12 válvulas com injeção direta, trabalha associado a sistema elétrico de 12 Volts com motor de 4 cv e 1 kgfm que não traciona as rodas sozinho. Sua função é auxiliar o propulsor a combustão em partidas e retomadas. O câmbio é automático do tipo CVT, com sete marchas simuladas.
Jeep Avenger 85 Anos tem grade luminosa, assim como na versão Limited
André Paixão/Autoesporte
No Avenger, em particular, o motor foi recalibrado para entregar 116 cv de potência e 20,4 kgfm de torque com qualquer combustível — e não 130 cv como nos outros modelos do grupo. Dados oficiais indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos e velocidade máxima de 185 km/h. Ao todo, são três modos de condução: Normal, Sport e All Terrain.
Jeep Avenger 85 Anos terá apenas 500 unidades produzidas
Divulgação
No modo All Terrain, em específico, entra em ação um bloqueio eletrônico do diferencial dianteiro, aos moldes do sistema TC+ já conhecido de outros carros da Stellantis. Apesar disso, a tração do Avenger é sempre 4x2 dianteira, fazendo dele o único Jeep à venda no Brasil sem tração 4x4.
Jeep Avenger tem produção concentrada na fábrica da Stellantis em Porto Real (RJ)
Renato Durães/Autoesporte
Em relação ao consumo, o Jeep Avenger faz 8,8 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada com etanol, de acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Com gasolina no tanque, são 12,7 km/l em ciclo urbano e 13,5 km/l em rodoviário. O tanque de combustível tem capacidade para 54 litros.
Jeep Avenger tem quadro de instrumentos digital em todas as versões
Divulgação/Jeep
As medidas incluem 4,09 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,60 m de altura e 2,56 m de entre-eixos, fazendo do Avenger o menor Jeep já produzido no mundo. No porta-malas, são 321 litros de capacidade no padrão de medição VDA.
Jeep Avenger acomoda 321 litros no porta-malas
Divulgação/Jeep
Há também bons ângulos de ataque: são 22° de entrada e 33,6° de saída. E ainda são 22,1 cm de vão livre do solo. Ou seja, a especificação brasileira do SUV teve uma calibração para ficar 2,1 cm mais elevada do que a europeia. No Brasil, toda a produção do Avenger é concentrada na fábrica de Porto Real (RJ).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PRhO6lyYfWgS6fPnUshwoiNwBw4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/x/zfwclYScCQwEBvUqNx1Q/img-7554.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Avenger 85 Anos é revelado no Festival Interlagos</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:53:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Leapmotor C16 é confirmado no Brasil para 2027 e será rival do GWM Wey 07</title>  <atom:subtitle>SUV médio que leva seis ocupantes terá versão híbrida em série (REEV) com motor 1.5 turbo e mais de 1.000 km de autonomia</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/leapmotor-c16-confirmado-brasil-2027-versoes-eletrica-hibrida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/leapmotor-c16-confirmado-brasil-2027-versoes-eletrica-hibrida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Bi8WeaIvV1W-i2EWzKg0cfYJcsU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/m/7/pLSyDVQAW57zKCUvi4ow/leapmotor-c16.jpg" /><br /> ]]>    A Leapmotor, marca chinesa da Stellantis, confirmou durante o Festival Interlagos 2026 que lançará o SUV médio C16 no Brasil em 2027. O modelo foi exibido durante o Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado como uma clínica de avaliação do público, ainda sem a confirmação do início das vendas.
A Stellantis testava a aceitação do SUV cuja cabine pode levar seis ocupantes — na configuração 2+2+2. Com a resposta positiva, a Leapmotor bateu o martelo sobre sua venda, que acontecerá tanto na versão elétrica (BEV) quanto híbrida em série (REEV).
Leapmotor C16: dimensões, porta-malas e equipamentos
Leapmotor C16 está confirmado no Brasil e será o carro mais caro da marca no Brasil
Divulgação
O design do Leapmotor C16 é semelhante aos demais modelos da marca chinesa. A grade dianteira é completamente fechada e há apenas uma pequena entrada de ar no para-choque. Faróis e lanternas são interligados por filetes luminosos.
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Em relação às dimensões, são 4,91 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,77 m de altura e 2,82 m de entre-eixos. Desta forma, o SUV pode levar até seis ocupantes na configuração 2+2+2, a mesma apresentada no Brasil pelo GWM Wey 07.
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Leapmotor C16 tem uma cabine suntuosa com espaço para seis ocupantes
Divulgação
No interior, o design é minimalista e apresenta, entre os destaques, a central multimídia de 14,6'' e o painel de instrumentos digital de 10,25”. O volante tem base reta com dois raios. Quem se acomoda na segunda fileira ainda tem uma de televisão disponível.
Leapmotor C16: conjunto mecânico e autonomia
Na versão BEV, o Leapmotor C16 tem 299 cv de potência, 36,7 kgfm de torque e bateria de 81,9 kWh. Dessa forma, segundo o padrão chinês de medida (CLTC), a autonomia é de 630 km. Já a versão híbrida em série tem motor 1.5 turbo que, combinado ao conjunto elétrico, desenvolve 218 cv e 36,7 kgfm. A autonomia combinada pode ultrapassar 1.000 km. 
No lugar do banco traseiro convencional, o Leapmotor C16 traz poltronas
Divulgação
Os preços e versões do Leapmotor C16 serão divulgados somente próximo ao lançamento, que deverá acontecer entre o fim deste ano e o começo de 2027. Certamente custará mais que os R$ 219.990 que a marca chinesa pede pela versão mais equipada do C10. 
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Vale lembrar que a Rampage 2027 foi lançada em abril com uma grande novidade: o motor 2.0 Huricane turbo flex, recém desenvolvido pela Stellantis. Esse motor substitui o antigo que era movido apenas a gasolina. Essa é a primeira vez na história que uma picape Ram recebe motor flex. O movimento é o mesmo já adotado no Jeep Compass e atende uma demanda dos clientes, além de enquadrar o modelo nas normas de emissões.
Como é a Ram Rampage Rebel Ignition 
Ram Rampage Rebel Ignition tem tom azul exclusivo
André Paixão/Autoesporte
A Rampage Rebel Ignition tem elementos visuais exclusivos, a começar pela cor metálica Azul Pacific, que estará nas 400 unidades numeradas da série especial. Além disso, o modelo traz adesivos no capô e nas laterais, teto, retrovisores e rodas na cor preta, calçadas com pneus Pirelli ScorpionTM All Terrain Plus nas medidas 235/65 R17. Outro destaque é a Rambar, santoantônio exclusivo da Ram.
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Ram Rampage Rebel Ignition tem detalhes exclusivos pela carroceria 
André áixão/Autoesporte
No interior, a série especial com bancos em couro e suede na cor preta, com o logotipo Rebel bordado nos encostos dos bancos dianteiros, que são elétricos e com duas memórias de posição. O azul presente na carroceria também está nos acabamentos internos nas portas, no volante, nos bancos, console central e no painel, que traz quadro de instrumentos totalmente digital de 10,3” e central multimídia de 12,3”. 
Ram Rampage Rebel Ignition tem interior escurecido 
Divulgação
Acima do porta-luvas e ao lado da saída direita do ar-condicionado a Rampage Rebel Ignition leva um badge especial numerado de 1 a 400, imprimindo um toque único a cada unidade da série limitada. Ao abrir as portas dianteiras, a picape exibe soleiras iluminadas em LED, item de série para o modelo.
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A Rampage Rebel Ignition 2.0 turbo Hurricane entrega 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque, tanto quando abastecido com etanol ou com gasolina. Já a opção 2.2 Turbodiesel tem 200 cv de potência e 45,9 kgfm de torque. Independentemente do motor utilizado, o câmbio é automático com nove marchas e tração 4x4 Auto, que aciona automaticamente a tração traseira, e com modo reduzida.
Ram Rampage Rebel Ignition tem placa numerada no painel 
Divulgação
Quando o assunto é segurança, a picape tem sete airbags, piloto automático adaptativo com Stop &amp; Go, alerta de colisão frontal com frenagem autônoma de emergência e detecção de pedestres e ciclistas, monitoramento de ponto cego e de tráfego traseiro cruzado, e sistema de manutenção e centralização na saída de faixa. 
Preços da linha 2027 da Ram Rampage
Além das versões especiais, a Ram 2027 é vendida em outras cinco opções; Confira abaixo a tabela com todos os preços e versões:
Preços da Ram Rampage 2027
Versões e equipamentos
Ram Rampage Big Horn 2.2 turbodiesel (R$ 230.990) – Ganhou na linha 2027 um incremento interessante, com a chegada do pacote ADAS de condução semiautônoma. Ele traz traz alerta de colisão frontal com frenagem autônoma de emergência, que reconhece pedestres e ciclistas, assistente de manutenção de faixa e comutação automática do farol alto. 
As novidades somam-se aos equipamentos que já estavam presentes na linha 2026, como seis airbags, controle de tração e estabilidade com assistente de oscilação de reboque, faróis de Led com regulagem de altura, lanternas de Led, freios a disco nas quatro rodas, ar-condicionado digital e automático de zona dupla, câmera de ré, sensor de estacionamento dianteiro, monitoramento de pressão dos pneus, kit multimídia, quadro de instrumentos digital e outros.
Ram Rampage Rebel 2.2 turbodiesel (R$ 259.990) – Traz como novidade o opcional do ajuste elétrico do banco do motorista com memória. Fora isso, agrega todos os itens da versão acima e adiciona assistente de farol alto, piloto automático adaptativo, sensor crepuscular, bancos do motorista com ajustes elétricos, desenho diferente na grade dianteira e detalhes escurecidos na carroceria.
Ram Rampage Laramie 2.0 turbo flex (R$ 259.990) – Essa versão não existia na linha 2026, mas tem seu pacote de equipamentos baseado na Laramie com motor turbodiesel. Na linha 2027 ganhou o ajuste elétrico do banco do motorista com memória como item de série. Além dos itens da versão Rebel, oferece rodas de liga leve aro 18, bancos do passageiro com ajustes elétricos, sistema de som premium e acabamento cromado na grade dianteira, retrovisores, moldura das janelas e para-choques.
Ram Rampage Laramie 2.2 turbodiesel (R$ 269.990) – Tem todos os itens da mesma versão com motor turbo flex. 
Ram Rampage R/T 2.0 turbo flex (R$ 275.990) – Também ganhou como novidade o ajuste elétrico do banco do motorista com memória na linha 2027. Traz todos os itens da versão Laramie e agrega rodas de liga leve aro 19, adesivos que identificam a configuração R/T e acabamento preto na grade frontal, retrovisores, moldura das janelas e para-choques.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/3pmo3MH3u3n30-rYwixNnCVz9UQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/o/o8c3i1RU2NYoYfHswSfA/ram-rampage-rebel-ignition.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ram Rampage Rebel Ignition</media:description>   <media:credit>Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:13:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Leapmotor B10 híbrido chega ao Brasil em setembro contra BYD Song Plus</title>  <atom:subtitle>Novo SUV também chega ao Brasil como rival de Geely EX5 e Jaecoo 7, com preço na faixa de R$ 200 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/leapmotor-b10-hibrido-truque-eletrico-chega-brasil-setembro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/leapmotor-b10-hibrido-truque-eletrico-chega-brasil-setembro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ElLaDS789m6c-yWPy6shzTH8EnQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/G/t/7SJf7kQOAqZXZcAjpBLA/leapmotor-b10.jpeg" /><br /> ]]>    O Leapmotor B10 híbrido foi apresentado pela marca chinesa durante o Festival Interlagos 2026 e teve o início das vendas confirmado para setembro. Ainda sem o preço público divulgado, o SUV será o segundo modelo da marca com tecnologia REEV (veículo elétrico de autonomia estendida, na tradução do inglês) no país. Suas vendas deverão começar pouco tempo depois da apresentação.
Logo, o Leapmotor B10 híbrido em série será o primeiro modelo do seu segmento com essa tecnologia. Além de concorrer com SUVs compactos tradicionais, ele também terá que encarar rivais chineses de peso, como o BYD Song Pro e o BYD Atto 2, sendo que esse segundo está em pré-venda no Brasil.
Os detalhes sobre o lançamento ainda são mantidos em segredo pela Stellantis, mas Autoesporte pode te adiantar como funciona a tecnologia do Leapmotor B10 REEV. Também contamos logo abaixo as especificações que o SUV tem em outros mercados, que deverão ser as mesmas por aqui.
Para quem ainda não conhece, o sistema híbrido em série ou REEV do Leapmotor B10, tem um “truque elétrico” e funciona da seguinte forma: um pequeno motor a gasolina de alta eficiência é utilizado como gerador para recarregar a bateria quando necessário, garantindo alcance extra.
Leapmotor B10 -  lateral diagonal
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Dessa forma, o sistema não aciona as rodas diretamente, ao contrário dos híbridos tradicionais, e atua apenas gerando carga adicional para a bateria. O tanque de combustível e a bateria funcionam como dois sistemas de armazenamento que convertem toda a energia mecânica em elétrica.
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Assim, a tração é 100% elétrica, sem que as rodas se movam com interferência direta da unidade a combustão. o sistema híbrido do B10 REEV é baseado no motor 1.5 aspirado a gasolina, que funciona em ciclo Atkinson e desenvolve 88 cv de potência e 12,7 kgfm de torque, responsável por alimentar a bateria de 18,8 kWh ou o motor elétrico traseiro, que de fato traciona as rodas, garante 218 cv de potência e 24,5 kgfm de torque. 
Leapmotor B10 tem cartão NFC para abertura das portas e para ligar o carro
Divulgação
Com esse conjunto, a Leapmotor divulga 900 km de autonomia total graças ao tanque de gasolina de 50 litros e 82 km de autonomia elétrica no padrão WLTP. Os números oficiais do Inmetro deverão ser revelados durante a sua apresentação.
A Stellantis já antecipou parte da lista de itens de série do Leapmotor B10 REEV, que chegará equipado com central multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, bancos com revestimento premium hipoalergênico, sete airbags e sistema Leap Pilot de condução semi autônoma nível 2. Também podemos adiantar que ele terá faróis full LED, rodas de liga-leve de 18 polegadas e teto panorâmico Sky View de 1,83 m² com cortina elétrica integrada.
Visualmente, o B10 híbrido não muda em praticamente nada em relação ao elétrico já vendido no Brasil. O mesmo vale para as medidas gerais, que incluem 4,51 metros de comprimento, 1,88 m de largura, 1,65 m de altura e 2,74 m de entre-eixos. Como comparação, o futuro rival BYD Song Pro mede 4,73 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,71 m de altura e 2,71 m de entre-eixos.
Leapmotor B10 REEV terá todos os detalhes revelados no Festival Interlagos 2026
Divulgação
Futuro nacional e flex
O B10 hoje chega ao Brasil importado da China, mas logo mais passará a ser montado em solo nacional. No início de abril, a Stellantis confirmou que tanto o B10 quanto o C10 passarão a sair das linhas de montagem da fábrica do grupo em Goiana (PE). A unidade foi escolhida por ser a mais moderna da empresa no país e uma das poucas capazes de produzir tanto elétricos quanto híbridos.
Em ocasião anterior, a empresa revelou que a produção será trocada em regime KD, quando as peças chegam importadas e desmontadas. Só não especificou se será com menor nível de complexidade (SKD) ou com mais processos de montagem (CKD).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ElLaDS789m6c-yWPy6shzTH8EnQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/G/t/7SJf7kQOAqZXZcAjpBLA/leapmotor-b10.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Leapmotor B10 REEV</media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:07:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Captiva PHEV é confirmado como primeiro híbrido nacional da marca</title>  <atom:subtitle>Depois da variante elétrica, modelo híbrido será montado na Planta Automotiva do Ceará (Pace) ao lado do Spark para brigar com SUVs da GWM e BYD</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/chevrolet-captiva-phev-confirmado-primeiro-hibrido-nacional-marca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/chevrolet-captiva-phev-confirmado-primeiro-hibrido-nacional-marca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hKh0ZN3bb4u6MlMx0xHibb773r0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/q/TMNoOyQuWcxeAsvw0evQ/chevrolet-captiva-phev-premier28.jpeg" /><br /> ]]>    Pouco mais de dois meses depois de iniciar a montagem do Captiva EV na Planta Automotiva do Ceará (Pace), a Chevrolet anuncia que a variante híbrida do SUV também ganhará as linhas de produção da unidade. Em nota, a marca confirma que o modelo PHEV será nacionalizado ainda neste ano e chegará às lojas como o primeiro híbrido plug-in da marca feito no país.
A montagem local do Captiva híbrido já era esperada e será uma resposta direta da General Motors ao domínio chinês na categoria. Logo de cara, o modelo terá a missão de encarar rivais como GWM Haval H6, BYD Song Pro, Jaecoo 7 e Omoda 7. A estreia acontecerá no último trimestre de 2026 e, desde já, Autoesporte aposta em preços na casa dos R$ 200 mil.
Com exatamente as mesmas linhas do elétrico, o Captiva híbrido segue à risca a estratégia de rebadge adotada pela Chevrolet desde o Spark EUV. Diferente do primeiro Captiva, que usava a plataforma GM Theta, o novo Captiva PHEV é baseado na arquitetura do chinês Wuling Starlight S, do grupo Saic (parceiro da General Motors). 
Chevrolet Captiva PHEV já é vendido em mercados vizinhos, como na Argentina
Divulgação
Na dianteira, a tradicional gravata da Chevrolet e a parte inferior do para-choque são novidade, mas todo o resto vem do Wuling. O mesmo vale para a traseira, que tem exatamente o mesmo design do SUV chinês (mudando apenas os emblemas). Nas dimensões, o PHEV não deve mudar em relação ao EV, mantendo os 4,75 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,67 m de altura e 2,80 m de entre-eixos. O porta-malas tem 610 litros de capacidade.
Chevrolet Captiva híbrido terá o mesmo visual do irmão elétrico
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Conjunto PHEV
Oficialmente, a Chevrolet do Brasil ainda não confirma detalhes sobre o conjunto híbrido do Captiva, mas não precisa ir longe para saber. Na Argentina, onde o SUV PHEV já é vendido, o sistema é formado pela combinação de um motor 1.5 aspirado a gasolina de quatro cilindros e 16 válvulas a um propulsor elétrico, entregando potência total de 204 cv. O câmbio é DHT (Transmissão Híbrida Dedicada) com tração dianteira.
Chevrolet Captiva tem volante multifuncional de dois aios e console central elevado
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A bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) tem capacidade de 20,5 kWh e entrega autonomia de 90 km apenas no modo elétrico e 950 km combinados (ciclo NEDC). No Brasil, os números devem variar por conta dos padrões de medição de Inmetro.
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Na cabine, Chevrolet Captiva híbrido leva até cinco pessoas
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Como é a montagem na Pace
Até então de propriedade da Ford, a fábrica de Horizonte produziu o jipão Troller T4 até 2021 e foi comprada pela Comexport em 2024, passando a se chamar Pace (Planta Automotiva do Ceará). Desde então, recebeu cerca de R$ 400 milhões em investimentos e foi transformada em um centro multimarcas.
Chevrolet Captiva EV é montado no Ceará em regime de SKD
Caio Bednarski/Autoesporte
Todos os equipamentos foram trocados (sendo 35% nacionais), os setores desgastados pelo tempo foram recuperados e a área total foi ampliada para 600 mil m². As instalações têm capacidade para montar anualmente 80 mil veículos de diferentes marcas.
No caso da Chevrolet, o Spark EUV e o Captiva EV são montados em regime de SKD (Semi Knocked-Down) e a expectativa é de que o PHEV seja feito dentro do mesmo esquema.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hKh0ZN3bb4u6MlMx0xHibb773r0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/q/TMNoOyQuWcxeAsvw0evQ/chevrolet-captiva-phev-premier28.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Captiva PHEV chega às lojas no final do ano</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:46:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Festival Interlagos 2026: horários, como chegar, ingressos e atrações</title>  <atom:subtitle>Evento acontece entre os dias 27 a 30 de agosto no Autódromo de Interlagos; ingressos vão de R$ 180 até R$ 4.850</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/especiais/eventos-sobre-automoveis/noticia/2026/08/festival-interlagos-2026-como-chegar-ingressos-estacionamento-atracoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/especiais/eventos-sobre-automoveis/noticia/2026/08/festival-interlagos-2026-como-chegar-ingressos-estacionamento-atracoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5eqvvHGo5CgNJQcjid6OQh4mXEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/o/fLGoYiStCpDkMk4ori1A/festival-interlagos-autodromo-evento.jpg" /><br /> ]]>    O Festival Interlagos 2026 será aberto ao público na próxima quinta-feira (27), a partir das 12h, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). O evento terá mais de 30 marcas de carros diferentes, além de experiências na pista e atrações musicais. E Autoesporte traz todos os detalhes, como endereço, horários e preços dos ingressos. 
Quais marcas estarão no Festival Interlagos 2026 
Festival Interlagos já tem 20 marcas confirmadas para 2026
Divulgação
A lista inclui Aston Martin, Avatr, BAIC, BMW, BYD, CAOA Changan, Caterham, Denza, Dongfeng (DFM), Fiat, Ford, GAC, Geely, GWM, Honda, iCAUR, Jaecoo, Jeep, Jetour, Leapmotor, Lexus, McLaren, MG Motor, MINI, Mitsubishi, Omoda, Peugeot, RAM, Renault e Volvo. Além dessas, as esportivas Abarth, da Stellantis, e Gazoo Racing, da Toyota, estarão presentes. Contando todas essas, são 32 fabricantes. 
Na última edição, o Festival Interlagos recebeu 125,9 mil visitantes. A expectativa é que o número cresça neste ano e, por isso, a organização informa que haverá um novo pavilhão de 15 mil m². Desta forma, o evento vai garantir área ampliada para montadoras, mais espaço para empresas de autopeças e acessórios, além de lounges VIP e centro de convenções.
Ingressos
Os ingressos para todas as categorias do Festival Interlagos 2026 estão disponíveis no site oficial do evento. Os preços começam em R$ 180 e chegam a custar R$ 4.850. Veja abaixo:
Street Pass (R$ 180): acesso completo ao salão de exposições, shows de drift e todas as atrações de lazer, como roda gigante e tirolesa;
Pista Premium (R$ 296): mesmas atrações do ingresso anterior + acesso aos shows;
Drive Pass (R$ 647): mesmas atrações do ingresso anterior + test-drive com três carros;
VIP Lounge (R$ 980): acesso aos shows em área exclusiva com open bar e open food;
Sport Pass (R$ 1.295): acesso total ao evento + test-drive com três carros esportivos;
Super Sport Pass 1 (R$ 4.850): acesso total ao evento + test-drive com McLaren 600 LT, Nissan GTR R35 e Toyota Supra MK4;
Super Sport Pass 2 (R$ 3.590): acesso total ao evento + test-drive com  Ferrari F-360, Lamborghini Gallardo e Ferrari California;
Super Sport Pass 3 (R$ 1.970): acesso total ao evento + test-drive com Porsche 911 Carrera, BMW M4 e Corvette C7.
Endereço
Festival Interlagos 2025 - estandes
Marcus Celestino/Autoesporte
O Festival Interlagos 2026 será no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, na zona sul de São Paulo. O endereço é Avenida Senador Teotônio Vilela, 261, Interlagos, São Paulo (SP).
Estacionamento 
Motos:
Siga para o Portão TL  (Avenida Interlagos, 5945). O estacionamento será dentro do autódromo e com custo de R$35,00.
Carros: 
Siga para o Portão 9 (acesso pela Av. Jacinto Júlio, 13.311). O estacionamento será dentro do autódromo e com um custo de R$100,00 para Carros. Após estacionar, o acesso ao evento será feito pela passarela sobre a pista, proporcionando uma entrada emocionante!
Horários e dias 
Festival Interlagos vai acontecer em agosto em 2026; mês é novo por conta da Copa do Mundo
Divulgação/Festival Interlagos
Quinta-feira (27): das 12h às 20h
Sexta-feira (28): das 8h à meia-noite
Sábado (29): das 8h à meia-noite
Domingo (30): das 8h às 22h
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Aplicativo, táxi e outros transportes 
Entrada pelo Portão D (altura do número 149 da Avenida do Jangadeiro ou Avenida Interlagos, 6569): se você optar por aplicativos, táxi, metrô ou outro transporte, o acesso será pelo Portão D, com acesso direto à passarela em frente, levando você até o evento de forma rápida e prática.
Ônibus
Diversas linhas de ônibus têm parada próxima ao autódromo, facilitando seu acesso ao Festival:
607M-10: Terminal Grajaú x Shopping Morumbi
6055-10: Jardim São Bernardo x Shopping Interlagos
695X-22: Terminal Varginha x Shopping Interlagos
677V-10: Jardim Alpino x Estação Autódromo
675X-10: Terminal Grajaú x Metrô Vila Mariana
637J-10: Vila São José x Pinheiros
637V-10: Parque América x Terminal Santo Amaro
6074-10: Jardim Gaivotas x Estação Jurubatuba
6076-10: Jardim Progresso x Terminal Santo Amaro
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Trem 
A Estação Autódromo (Linha 9 Esmeralda) é a opção mais econômica e ágil para quem chega de trem. Após desembarcar, basta seguir pela Av. Interlagos até o número 6569, onde você encontrará o Portão D e o acesso ao Festival.
Shows
Importante lembrar que além da exposição e de lançamentos de carros, o Festival Interlagos também tem outras atrações. Há ainda expositores de acessórios, autopeças, lubrificantes, blindagens, seguros e atrações musicais. Ainda não há os horários de cada artista, apenas a janela geral, confira: 
28/08 (sexta): shows das 17h à 0h — Matuê, Dennis e Dubdogz
29/08 (sábado): shows das 17h à 0h — Ja Rule, L7nnon e Hungria
30/08 (domingo): shows das 17h às 22h — Péricles e Belo (além de Suhai e Felth no line-up oficial)
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5eqvvHGo5CgNJQcjid6OQh4mXEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/o/fLGoYiStCpDkMk4ori1A/festival-interlagos-autodromo-evento.jpg" medium="image"/>   <media:description>Festival Interlagos</media:description>   <media:credit>Divulgação/Festival Interlagos</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:05:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ford F-150 Raptor chega ao Brasil em 2027 com motor V6 biturbo</title>  <atom:subtitle>Picape esportiva tem amortecedores adaptativos, muita tecnologia e é atração da marca no Festival Interlagos 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/ford-f-150-raptor-picape-esportiva-chega-brasil-2027.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/ford-f-150-raptor-picape-esportiva-chega-brasil-2027.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UG_067tBN6vMlbnyPs3OPgVP6D8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Q/K/3plZpkSA6oiWYy7rn9aw/20260826-102612.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    A Ford confirmou o lançamento da F-150 Raptor no Brasil durante o Festival Interlagos 2026. A chegada da picape esportiva às lojas, no entanto, não acontecerá antes do primeiro trimestre de 2027. Trata-se de uma expansão da linha Raptor que, atualmente, oferece apenas da Ranger no país. Preço e pacote de equipamentos ainda não foram divulgados.
A nova versão Raptor, que será exibida no Autódromo durante o Festival Interlagos, chega para ocupar o topo das configurações disponíveis no Brasil. Atualmente, a Ford oferece a F-150 nas versões Lariat, Lariat Black (ambas por R$ 560 mil) e Tremor (R$580 mil). 
Lançada nos Estados Unidos em 2022, a Ford F-150 Raptor finalmente chega ao Brasil
Divulgação
Sendo assim, a Raptor desembarca no Brasil com o famoso motor 3.5 V6 biturbo da família EcoBoost, aliado ao câmbio automático de 10 marchas. Nos Estados Unidos, este conjunto desenvolve 456 cv de potência e 70 kgfm de torque. Resta saber se os números serão diferentes no Brasil por conta da mistura da gasolina vendida no país.
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Ford F-150 Raptor tem preparação para encarar o off-road
Divulgação
Os dados divulgados nos Estados Unidos dão conta de que a F-150 Raptor acelera de 0 a 100 km/h abaixo dos 6 segundos, dado que também pode mudar conforme a configuração nacional. A suspensão adaptativa tem preparação da Fox ("Fox Racing Dual-Valve Live Valve") com amortecedores de acionamento eletrônico que melhoram a performance no off-road ao aumentar ou diminuir a rigidez.
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A F-150 Raptor tem quatro modos de condução (Normal, Sport, Baja e Rock) que mudam a programação de acordo com a tração escolhida, além de um controle de cruzeiro adaptativo desenvolvido especialmente para os terrenos mais desafiadores. O sistema ajusta firmeza da direção, controle de estabilidade, comportamento da caixa de transferência, amortecedores, mapa de aceleração e tempo das trocas de marcha de acordo com a modalidade escolhida.
Pacote de equipamentos da Ford F-150 Raptor é generoso
Divulgação
O pacote de tecnologia inclui central multimídia de 12 polegadas (com Android Auto e Apple CarPlay sem fio), head-up display, sistema de som premium da Bang &amp; Olufsen e bancos com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação. Estes equipamentos ainda não estão confirmados para a configuração brasileira da picape esportiva.
Os para-choques dianteiro e traseiro passam a ser feitos de aço para melhorar a durabilidade. O design do de trás foi pensado ainda para aumentar a altura em relação ao solo e esconder as duas saídas de escapamento.
Novamente, estes dados e equipamentos dizem respeito à versão americana da F-150 Raptor e não necessariamente serão lançados no Brasil. Maiores detalhes serão divulgados próximo do lançamento oficial da picape esportiva em 2027.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UG_067tBN6vMlbnyPs3OPgVP6D8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Q/K/3plZpkSA6oiWYy7rn9aw/20260826-102612.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Ford F-150 Raptor</media:description>   <media:credit>Caio Bednarski/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:16:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GWM Tank 400 é revelado no Brasil com motor flex; veja detalhes</title>  <atom:subtitle>Apresentando durante o Festival Interlagos 2026, o SUV híbrido plug-in (PHEV) tem motor flex de 421 cv de potência e chega para brigar com o Toyota SW4</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/gwm-tank-400-revelado-brasil-motor-confirmado-detalhes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/gwm-tank-400-revelado-brasil-motor-confirmado-detalhes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CTKDToBHT_CyoHy6fcjHwluujmo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/i/T/0Dx3MyQCKVh1vq1mMVRA/tank-400-4.jpg" /><br /> ]]>    O GWM Tank 400 acaba de ser revelado no Festival Interlagos 2026, nesta quarta-feira (26), durante coletiva de imprensa com os jornalistas. O SUV grande aparece pela primeira vez sem camuflagem no Brasil, mas não teve muitos detalhes divulgados. A única informação importante é que o modelo terá o mesmo motor híbrido plug-in (PHEV) flex de 421 cv do Tank 300. 
Importante lembrar que, assim como adiantado por Autoesporte, o Tank 400 é o quarto produto da GWM lançado no Brasil em 2026 — a ainda falta o H7. Mais do que isso, o SUV será o segundo membro da família Tank no mercado brasileiro (justamente ao lado do Tank 300), mas vai chegar para também ajudar a roubar clientes do Toyota SW4, assim como o Haval H9.
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No entanto, enquanto o Haval H9 tem sete lugares e motorização a diesel, o Tank 400 é um SUV híbrido plug-in (PHEV) de cinco lugares com uma proposta um pouco mais luxuosa do que o irmão menor. Por isso, vai tentar conquistar clientes das versões topo de linha do SW4. O preço deve ficar próximo dos R$ 400 mil.
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Como é o GWM Tank 400?
GMW Tank 400 aparece pela primeira vez sem camuflagem no Brasil
Vitória Drehmer/Autoesporte
Construído sobre a mesma plataforma de Tank 300, Haval H9 e Poer P30, com chassi sobre longarinas, o GWM Tank 400 tem motorização híbrida plug-in (com carregamento externo), chamada pela GWM de Hi4-T. Por isso, combina um motor 2.0 turbo flex de quatro cilindros com injeção direta, de 251 cv, com outro elétrico. O câmbio é automático de nove marchas, enquanto a tração é 4x4.
GMW Tank 400 tem a mesma plataforma do Tank 300
Vitória Drehmer/Autoesporte
Com esse conjunto, o Tank 400 chega a 421 cv de potência e 76,5 kgfm de torque combinados. Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 6,8 segundos. A bateria de 37,5 kWh proporciona uma autonomia de 105 km em modo elétrico, pelo menos no ciclo chinês (NEDC), e o carregamento máximo é feito com potência de até 103 kW.
GMW Tank 400 tem motor flex 
Vitória Drehmer/Autoesporte
Há uma opção mais potente na China, onde os elementos mecânicos da tração 4x4 são trocados por um motor elétrico extra sobre o eixo traseiro. Entretanto, nossa aposta é de que essa versão não venha para o Brasil.
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Em dimensões, o GWM Tank 400 mede 4,96 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,91 m de altura e 2,85 m de entre-eixos. O porta-malas tem capacidade para 566 litros. 
GWM Tank 400 tem acabamento luxuoso e interior nem um pouco minimalista
Divulgação
No pacote de segurança, o GWM Tank 400 traz a terceira geração do sistema Adas Coffee Pilot Ultra, dotado de radares Lidar e câmeras ao redor do veículo para navegação em nível 2+ de condução semiautônoma. Por isso, a lista tem, por exemplo, frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, controle de cruzeiro adaptativo, detector de fadiga do motorista e monitor de ponto cego, além de seis airbags.
No interior, o quadro de instrumentos é digital de 12,3 polegadas, enquanto a central multimídia tem 15,6 polegadas e conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Os bancos tem ajustes elétricos, aquecimento, ventilação e massagem. Há também um mini-freezer de 5,4 litros no console central e estribos elétricos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CTKDToBHT_CyoHy6fcjHwluujmo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/i/T/0Dx3MyQCKVh1vq1mMVRA/tank-400-4.jpg" medium="image"/>   <media:description>GWM Tank 400 </media:description>   <media:credit>Vitória Drehmer/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:40:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Omoda E5 chega ao Brasil para ser elétrico rival de Ora 05 e Yuan Pro</title>  <atom:subtitle>Novo SUV elétrico é novidade da marca chinesa no Festival Interlagos 2026, ao lado do Jaecoo 5; saiba os detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/novo-omoda-e5-chega-brasil-disputar-ora-05-yuan-pro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/novo-omoda-e5-chega-brasil-disputar-ora-05-yuan-pro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RRFaH8Z2M3jyJ4KL_ksYDUEvGck=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/S/6otW7pQ2mhCd0zKFoWCA/omoda-e5-2027-dianteira.jpeg" /><br /> ]]>    Embora o Omoda E5 tenha sido lançado no Brasil em abril de 2025, o SUV elétrico já passará por sua primeira atualização. O modelo renovado foi exibido pela primeira vez no Festival Interlagos, em São Paulo (SP), e teve o início das vendas confirmado para o fim deste ano. A informação foi antecipada por Autoesporte meses atrás.
Sua chegada ao Brasil era questão de tempo, pois o Omoda E5 já era vendido em outros mercados da América Latina com o visual atualizado. A dianteira foi bastante modificada e segue um estilo do "irmão maior", Omoda 7. 
Omoda E5 2027 também recebeu mudanças na traseira
André Paixão/Autoesporte
Os faróis seguem divididos em duas seções. Acima, a barra de LED que cumpre função de luz de condução diurna (DRL) está ainda mais afilada, avançando para a extremidade da carroceria. Abaixo, está o conjunto principal em um nicho maior e mais largo. Esta peça foi redesenhada, adotando um formato mais triangular. O para-choque também é novo, assim como a grade frontal posicionada na parte inferior.
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Omoda E5 2027 tem porta-malas de 378 litros 
André Paixão/Autoesporte
Na traseira, as lanternas trazem nova disposição das luzes de LED e a tampa do porta-malas foi redesenhada Por fim, O novo Omoda E5 também ganhou novas rodas, com desenho alterado, mas seguem com diâmetro de 18 polegadas.
Nas dimensões, o novo para-choque dianteiro do Omoda E5 fez as medidas mudarem ligeiramente. O comprimento passou de 4,42 metros para 4,55 m. No entanto, os 1,83 m de largura, 1,59 m de altura e 2,63 m de entre-eixos não se alteraram. Já o porta-malas comporta 378 litros.
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A mudança no visual trará mais fôlego ao Omoda E5, que disputa mercado com modelos como BYD Yuan Plus e Volvo EX30. Em 2026, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram apenas 418 unidades emplacadas, muito menos do que os rivais citados. Também existe a possibilidade de a Omoda lançar uma nova versão de entrada do modelo, com preço bem abaixo dos R$ 209.990 cobrados atualmente pelo E5.
Interior do novo Omoda E5
Omoda E5 2027 estreia cabine atualizada
André Paixão/Autoesporte
Além da atualização externa, a Omoda mudou consideravelmente a cabine do E5. O SUV abandona o quadro de instrumentos interligado a central multimídia, adotando duas telas separadas. O painel digital fica menor, de 8,9 polegadas, enquanto a tela da central aumentou de forma considerável de 12,3" para 15,6 polegadas.
O volante multifuncional também é novo, assim como o material usado na forração das portas, que tem novas maçanetas, assim como os bancos e o console central flutuante com novo desenho. Mais detalhes sobre o novo interior do Omoda E5 reestilizado que será vendido no Brasil serão divulgados pela marca no evento.
Omoda E5 2027 passou por grandes mudanças no painel e na central multimídia
Divulgação
Motorização e autonomia do Omoda E5
O SUV elétrico deverá chegar ao Brasil sem alterações de motor e bateria. Atualmente o Omoda E5 tem um motor elétrico dianteiro com 204 cv de potência e 34,7 kgfm de torque. Desta forma, consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, segundo a fabricante. Já a velocidade máxima é de 172 km/h.
O conjunto de baterias de 61 kWh, formadas por íons de lítio, rende uma autonomia de 345 km, segundo homologação do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro. No ciclo europeu, WLTP, os números sobem para 450 km.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RRFaH8Z2M3jyJ4KL_ksYDUEvGck=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/S/6otW7pQ2mhCd0zKFoWCA/omoda-e5-2027-dianteira.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Omoda E5 2027 </media:description>   <media:credit>André Paixão/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:35:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jaecoo 5 tem pré-venda anunciada no Brasil e será rival híbrido do T-Cross</title>  <atom:subtitle>SUV compacto mais potente do Brasil tem 224 cv, faz 15,5 km/l e está em exibição no Festival Interlagos 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jaecoo-5-inicia-pre-venda-brasil-sera-rival-hibrido-t-cross-creta.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jaecoo-5-inicia-pre-venda-brasil-sera-rival-hibrido-t-cross-creta.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/E_fY7vRaDnUWKqlwgtMfCVeAcn0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/o/m/zeiAEBTZK9r9EHLzMLOA/jaecoo-5-ao-vivo.jpg" /><br /> ]]>    A Omoda Jaecoo acaba de revelar por completo o novo Jaecoo 5  híbrido no Brasil. O SUV compacto entra em pré-venda em setembro, mas os interessados poderão conhecê-lo oficialmente durante o Festival Interlagos 2026, que está acontecendo até o dia 30 de agosto em São Paulo (SP). 
Neste primeiro momento, a marca chinesa revelou somente as especificações técnicas do Jaecoo 5 híbrido, que será lançado nas versões Comfort e Prestige. Na apresentação, porém, a versão BEV também foi confirmada para o Brasil, ainda sem data para chegar ao país. Pelo posicionamento, será rival de Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Honda HR-V e Nissan Kicks.
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Até o momento, a marca não revelou os preços, mas nossa reportagem aposta em valores entre R$ 150 mil e R$ 170 mil. Ou seja, posicionamento próximo aos das versões intermediárias dos rivais tradicionais. O valor máximo deve inclusive ficar em um patamar similar ao do Omoda 5 de entrada.
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Como é o Jaecoo 5? 
O Jaecoo 5 desembarca no Brasil com o mesmo conjunto híbrido pleno (HEV) do irmão Omoda 5. Estamos falando do motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta aliado a um propulsor elétrico dianteiro, alimentado pela bateria de 1,8 kWh. Os números combinados são de 224 cv de potência e 30,1 kgfm de torque, que o classifica como o SUV compacto mais potente do Brasil.
Jaecoo 5 é o SUV compacto mais potente do Brasil
Jady Peroni/Autoesporte
Segundo a Omoda Jaecoo, o novo Jaecoo 5 pode marcar até 15,5 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada. E como é um SUV com motor híbrido pleno — também chamado de híbrido paralelo — o Jaecoo 5 não tem fonte externa para recarregar sua pequena bateria. É um sistema que utiliza a energia térmica do motor e as frenagens para recarregar a bateria, o que faz o modelo funcionar em modo essencialmente elétrico somente em baixas velocidades.
Jaecoo 5 é equipado com rodas de 18 polegadas 
Jady Peroni/Autoesporte
O SUV compacto ostenta 4,38 m de comprimento 1,86 m de largura 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. Já o porta-malas tem 410 litros de capacidade. Na cabine, tem central multimídia de 13,2 polegadas com conexão Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além da nova função de karaokê que inclui até microfones. Entre os itens estão ar-condicionado tem duas zonas e teto panorâmico. 
Jaecoo 5 tem 2,62 metros de entre-eixos 
Jady Peroni/Autoesporte
Visualmente, o Jaecoo 5 é uma espécie de “versão em escala reduzida" do Jaecoo 7. A carroceria tem linhas retilíneas e bem marcadas, incluindo dianteira com faróis estreitos e grade retangular com filetes verticais.
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Em termos de segurança, o Jaecoo 5 vem de série com 6 airbags e um pacote Adas completo, com itens como frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e controle de cruzeiro adaptativo, 
Cabine lembra a de vários outros carros chineses: telas grandes e poucos botões
Divulgação
Outra novidade é que a marca chinesa classifica o Jaecoo  5 como um carro pet-friendly. O SUV compacto tem bancos revestidos de silicone, sendo mais resistentes a arranhões e desgaste.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/E_fY7vRaDnUWKqlwgtMfCVeAcn0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/o/m/zeiAEBTZK9r9EHLzMLOA/jaecoo-5-ao-vivo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jaecoo 5 ao vivo em Interlagos </media:description>   <media:credit>Jady Peroni/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:27:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GAC Aion UT terá 110 km a mais de autonomia com nova bateria</title>  <atom:subtitle>Denominada 530 CATL Edition, nova versão lançada na China passará a ter 530 km de autonomia</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/gac-aion-ut-tera-110-km-a-mais-de-autonomia-com-nova-bateria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/gac-aion-ut-tera-110-km-a-mais-de-autonomia-com-nova-bateria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WZm3HMrEh_xUH3yN2npNjmgfQWE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/0/u/skSQuhRHm0G5BkA3prhw/gac-aion-ut-elite-movimento.jpg" /><br /> ]]>    Recentemente lançado no Brasil, mais especificamente em junho, o GAC Aion UT já tem uma nova versão sendo desenvolvida em seu país natal, a China. Batizada de 530 CATL Edition, a nova configuração ganhou 110 km de autonomia, de acordo com a fabricante.
Além da autonomia, que passará de 420 km para 530 km, a nova versão, que foi apresentada no Salão do Automóvel de Chengdu, tem mudanças também no pacote de equipamentos. As adições ficam por conta de um aquecedor para o banco do motorista e iluminação no porta-malas.
GAC Aion UT Elite
Divulgação/GAC
Nos seus primeiros dois meses no mercado brasileiro, o Aion UT já vendeu 1.721 unidades, segundo a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE). Com esse bom volume de vendas logo após a sua chegada, não será uma surpresa o lançamento da versão com mais autonomia no Brasil. Porém, até o momento, a GAC não confirmou que venderá a configuração 530 CATL Edition por aqui.
Vale lembrar que Autoesporte já estou o modelo vendido no Brasil, que chegou para fazer frente aos também chineses BYD Dolphin e Geely EX2.
Preços e versões do GAC Aion UT
GAC Aion UT Premium - R$ 139.990 (R$ 135.990 com o bônus) 
GAC Aion UT Elite - R$ 159.990
Nas versões vendidas no Brasil, a GAC oferece a primeira revisão de graça. As manutenções programas devem ser feitas a cada 10 mil quilômetros rodados ou 12 meses. O total das seis primeiras revisões totalizam um valor de R$ 3.104, segundo a marca. Confira os preços da cesta de peças do Aion UT: 
GAC Aion UT 2027 - preço da cestas 
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Visual do GAC Aion UT
GAC Aion UT tem abertura elétrica do porta-malas na versão topo de linha
Divulgação/GAC
O GAC Aion UT foi desenhado em Milão (Itália) e tem visual que chama a atenção. Os faróis de LED são inspirados no Angry Birds com assinatura luminosa em formato de máscara. Abaixo estão os faróis de neblina em uma caixa pequena e quadrada com quatro pontos de iluminação. A grade é completamente fechada, assim como a grande parte dos carros elétricos.
A traseira já é mais ousada com lanternas em formato de "C". O nome "Aion" surge na tampa do porta-malas e seis cores estão disponíveis para a carroceria: verde, vermelho, branco, creme, preto e prata. O interior pode ser em tom bege ou preto. Já as rodas são de liga-leve com pneus 215/55 R17.
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Dimensões do GAC Aion UT
GAC Aion UT tem 4,27 metros de comprimento, medida semelhante a de um Honda City
Divulgação/GAC
No quesito dimensões, o novato da GAC tem 4,27 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,57 m de altura e 2,75 m de entre-eixos. O comprimento fica próximo ao de um Honda City, mas é no entre-eixos que o Aion UT realmente surpreende. Como comparação, o BYD Song Plus, um SUV médio bem mais comprido, tem apenas 1 cm adicional na medida. 
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GM vai lançar marca Buick no Brasil contra híbridos plug-in chineses
GAC GS4 tem desconto de R$ 22 mil e fica mais barato que Creta 1.0
Já o porta-malas comporta 340 litros, mas o padrão de medição (não informado) é mais otimista que o VDA, normalmente usado pelas fabricantes. A tampa tem abertura e fechamento elétricos na versão mais cara.
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Motorização do GAC Aion UT
GAC Aion UT tem motor elétrico de 204 cv nas duas versões, Premium e Elite
Divulgação/GAC
As duas versões do GAC Aion UT são feitas sob a plataforma AEP 3.0, a mesma do Aion V e do Hyptec HT, que já estão à venda no Brasil. O motor é igual para as duas opções: elétrico e dianteiro que entrega até 204 cv de potência e 21,4 kgfm de torque.
A opção mais barata, Premium, traz bateria de 44,12 kWh que garante 253 km de autonomia, de acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Assim, acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos.
GAC Aion UT està à venda no Brasil com duas opções de baterias
Divulgação/GAC
Já a configuração Elite, topo de linha, é equipada com bateria maior, de 60 kWh, o que entrega uma autonomia de 310 km. Com esse conjunto, o Aion UT acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. 
O carregamento rápido (DC) tem potência máxima de 64 kW e acontece de 30% a 60% em apenas 24 minutos na versão mais cara. Já em corrente alternada (AC), o máximo suportado é 6,6 kW.
Importante lembrar que a GAC vai produzir carros no Brasil na mesma fábrica que faz os veículos da Mitsubishi a partir de 2027. A fabricante chinesa informa que o Aion UT é um dos candidatos a virar nacional. “Tudo é possivel. Já temos nosso contrato com a HPE e temos candidatos. Vamos ver como o mercado vai responder. A gente gosta de ouvir o consumidor”, explica Leonardo Lukacs, diretor de engenharia da GAC Brasil.
Interior do GAC Aion UT
GAC Aion UT tem central multimídia de 14,6 polegadas
Divulgação/GAC
Por dentro, o Aion UT tem acabamento de qualidade com predominância de couro, mas com detalhes em plástico no painel e nas portas. A central multimídia tem 14,6 polegadas e conexão sem fio para Apple CarPlay e Android Auto. Há também painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas com espelhamento de mapas.
O seletor de marchas fica na coluna de direção. Além disso, o Aion UT tem porta-copos duplo, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação, saídas de ar-condicionado para a segunda fileira, carregador de celular por indução com ventilação, teto panorâmico com cortina elétrica e espelho convexo. Os últimos três itens só estão disponíveis na versão Elite.
Equipamentos do GAC Aion UT
GAC Aion UT tem câmera 360º e ajustes elétricos dos bancos dianteiros desde a versão de entrada
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GAC Aion UT Premium: seis airbags, ar-condicionado digital, aviso sonoro de excesso de velocidade, bancos dianteiros com ajustes elétricos, câmera 360º, central multimídia de 14,6 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, comando dos vidros elétricos na multimídia, estepe temporário, monitoramento da pressão dos pneus, limitador de velocidade, limpador de para-brisa com sensor de chuva, piloto automático, projeção do mapa no painel de instrumentos, rodas de liga-leve de 17 polegadas, saída de ar-condicionado traseira, sensor de estacionamento traseiro, GPS nativo e controles do carro pelo celular.
GAC Aion UT Elite: todos os itens da versão premium + abertura elétrica do porta-malas, bancos dianteiros com ventilação, carregador de celular por indução, espelho auxilar para visão do banco traseiro, espelhos retrovisores rebatíveis eletronicamente, fonte de alimentação para equipamentos externos (V2L), sensor de estacionamento dianteiro, teto panorâmico, alerta de abertura de porta, de colisão frontal, colisão traseira e tráfego cruzado traseiro, assistente e alerta de permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência, monitoramento de ponto cego e piloto automático adaptativo.
GAC Aion UT tem seletor de marchas na coluna de direção
Divulgação/GAC
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Desses produtos, 58 lançamentos serão dedicados à América do Norte, em especial os Estados Unidos, região onde a fabricante concentra a maior fatia de suas vendas globais, 32%. Outros 49 ocorrerão na Coreia do Sul, país de origem da empresa. Há, ainda, 41 novos produtoz previstos para a Europa, 26 para a Índia e 22 para a China.
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Vale lembrar que vários desses lançamentos um mesmo produto em diferentes mercados, ou seja, a conta total não é uma soma simples dos lançamentos de todos os mercados. Outra curiosidade é que a apresentação não mencionou em nenhum momento os planos para a América do Sul e o Brasil, apesar de a região responder por 8% de todas as vendas da marca no mundo. 
Lançamentos da Hyundai nos próximos 8 meses
Leonardo Felix/Autoesporte
Entretanto, para nosso mercado, é possível esperar a chegada de pelo menos quatro novos produtos, além do i20 já lançado neste ano: o SUV de entrada Bayon, em 2027, descoberto em primeira mão por Autoesporte; uma nova geração do Creta, que terá seu projeto unificado com o Kona em 2028, também conforme revelado por nossa reportagem mundialmente; uma picape intermediária e uma picape média, sendo os três últimos compartilhados com a GM.
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Globalmente, boa parte dos lançamentos será formada por produtos híbridos e elétricos. Por exemplo, a Hyundai confirmou que a nova geração do Tucson, recentemente revelada e que começa a chegar aos primeiros mercados até o final deste ano, terá versões com motorização híbrida plena (HEV). Já o Santa Fe será o primeiro produto da fabricante a oferecer uma configuração híbrida em série, o chamado veículo de autonomia estendida (REEV), no começo de 2027.
Novo Hyundai Tucson 2027 começa a chegar aos primeiros mercados até o final deste ano
Divulgação
A marca de luxo Genesis também terá seu primeiro produto híbrido, o SUV GV80, lançado no próximo mês, e seu primeiro modelo REEV revelado ao longo de 2027. Além disso, a empresa vai investir em novas soluções de bateria, como uma bateria de alta densidade e capacidade de recarga ultrarrápida para carros de luxo, e outra bateria de mais baixo custo, de íons de lítio do tipo NMC com médio teor de níquel, praticamente tão barata quanto uma do tipo LFP, mas com uma densidade energética intermediária entre esta e uma bateria de NMC com alto teor de níquel.
Com essa estratégia, a Hyundai acredita que 60% de todas as suas vendas sejam formadas por veículos eletrificados até 2030, o que equivaleria a 3,3 milhões de veículos híbridos ou elétricos vendidos anualmente. Isso se a empresa cumprir a projeção de alcançar 5,5 milhões de vendas globais por ano no final da década, contra 4,1 milhões de unidades comercializadas em 2025. Estamos falando de um crescimento de 34% no volume em um ano.
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Todos esses planos foram anunciados em uma apresentação a investidores em Seul (Coreia do Sul). No evento, o CEO da Hyundai Motor Company (HMC), José Muñoz, anunciou que a companhia também vai aumentar em 1,27 milhão de veículos por ano sua capacidade produtiva global, sendo 500 mil só nos Estados Unidos.
José Muñoz, CEO global da Hyundai, durante o CEO Investor Day 2026
autoesporte
Também nos EUA, a Hyundai confirmou que vai começar iniciar em 2028 a produção de veículos em série usando robôs humanóides, com uma capacidade de 30 mil exemplares anuais na primeira fase desse projeto e projeção de expandir esse projeto a outros países a partir de 2030.  Este tema, em específico, vem gerando muita polêmica ao redor do mundo, com direito a protestos e até greves por parte de sindicatos de trabalhadores da companhia. 
Em seu discurso, Muñoz ressaltou que os humanóides estão sendo desenvolvidos para “atividades repetitivas e perigosas para humanos”, e que o propósito é “complementar o trabalho” humano e não substitui-lo. E, na apresentação, apontou que a robótica vai se tornar um elemento importante na geração de receitas e lucros para a companhia nos próximos dez anos.
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Caoa Chery Tiggo 7 Sport - R$ 139.990
Caoa Chery Tiggo 7 Pro - R$ 169.990
Caoa Chery Tiggo 7 PHEV - R$ 209.990
Caoa Chery Tiggo 7 Pro tem novo visual traseiro
Caio Bednarski/Autoesporte
As principais mudanças estão na dianteira, que ganha grade maior, com novo padrão interno, e faróis redesenhados. O conjunto aproxima o SUV do Tiggo 8, ainda mais com o novo desenho dos faróis. O para-choque, no entanto, é diferente, com tomadas de ar exclusivas.
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Todas as versões do Caoa Chery Tiggo 7 agora se aproximam do modelo PHEV no aspecto visual
Divulgação
Na traseira as mudanças foram mais leves e focadas nas lanternas, que ganharam uma nova assinatura luminosa, também alinhada à versão topo de linha híbrida plug-in do Tiggo 7.
Internamente temos algumas mudanças importantes, que agora conta com duas telas de 12,3 polegadas integradas em uma prancha, console central elevado e apenas alguns botões físicos. O painel, agora com acabamento all-black, acompanha as mudanças com novas saídas de ventilação, o console central foi redesenhado, a manopla de câmbio revisada e o volante é inédito.
O pacote Adas Max Drive oferece controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência, sensor de ponto cego, assistente de permanência em faixa e alerta de colisão traseira.
Dimensões do Caoa Chery Tiggo 7 2027
Medidas do Caoa Chery Tiggo 7 Sport pouco mudam por conta do novo formato do para-choque
Caio Bednarski/Autoesporte
Com as mudanças de design, as dimensões foram unificadas na gama. Dessa forma, o SUV médio passa a medir 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,70 m de altura e 2,67 m de entre-eixos. Na versão de entrada, o porta-malas segue com capacidade para 525 litros, enquanto nas versões mais caras houve um leve aumento de 475 l para 484 l, como já havia acontecido com a configuração PHEV.
Motorização do Caoa Chery Tiggo 7 2027
Caoa Chery Tiggo 7 tem três opções mecânicas
Caio Bednarski/Autoesporte
O SUV médio tem três opções de motorização no Brasil, incluindo a já citada PHEV. Na versão de entrada Sport tem motor 1.5 turbo flex e câmbio automático CVT. Em 2026, a Caoa Chery recalibrou esse propulsor de 150 cv para 143 cv como parte de uma estratégia para enquadrá-lo em uma faixa menor de tributação do IPI Verde. O torque agora é de 22,7 kgfm (+ 1,4 kgfm), que fez o 0 a 100 km/h diminuir em 0,7 s, agora posicionado em 9,9 s.
Antiga versão pro Hybrid Max Drive saiu de linha
Divulgação
Já o Tiggo 7 Pro utiliza o motor 1.6 turbo a gasolina associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas. Esse propulsor também passou por recalibração, de 187 cv para 180 cv, sem alteração de torque (28 kgfm). Já a versão Pro Hybrid Max Drive, que combinava o motor 1.5 turbo flex a um sistema híbrido leve de 48 volts, deixou de ser oferecida.
Na versão PHEV, são 135 cv e 20,4 kgfm de torque no motor 1.5 turbo a combustão, que trabalha junto com o elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm de torque. O conjunto entrega 279 cv e 37,2 kgfm combinados.
Sport 1.5 turbo: 143 cv e 22,7 kgfm
Pro 1.6 turbo: 180 cv e 28 kgfm
PHEV 1.5 turbo: 279 cv e 37,2 kgfm (combinado a 2 motores elétricos)
Preços, versões e equipamentos do Caoa Chery Tiggo 7 2027
Cabine do Caoa Chery Tiggo 7 
Divulgação
Caoa Chery Tiggo 7 Sport (R$ 139.990): ganhou central multimídia de 12,3 polegadas e segue com faróis full LED (agora com maior alcance), lanternas de LED, quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, bancos com revestimento em material sintético premium, carregador de celular por indução, ar-condicionado digital e automático com saídas para o banco traseiro, partida por botão, assistente de partida em descida e em subida, partida por botão, freio de estacionamento eletrônico, volante multifuncional, entre outros;
Caoa Chery Tiggo 7 Pro (R$ 169.990): tem todos os itens acima + rodas de liga leve diamantadas aro 18, rebatimento elétrico dos retrovisores, assistente eletrônico de frenagem, ar-condicionado digital e automático de zona dupla, câmera 360º, assistente de farol alto, alerta de ponto cego, alerta de mudança involuntária de faixa, indicador de fadiga, alerta de colisão frontal, alerta de tráfego cruzado traseiro, piloto automático adaptativo e assistente de centralização de faixa;
Detalhe da central multimídia do Caoa Chery Tiggo 7 
Divulgação
Caoa Chery Tiggo 7 PHEV (R$ 209.990): todos os itens acima e acrescenta rodas de liga leve 18 polegadas com desenho exclusivo, head-up display, câmera 540°, vidros acústicos, airbag de joelho para o motorista (ao todo são 7), teto solar panorâmico, GPS integrado e sistema híbrido plug-in (PHEV).
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Antes da compra e da instalação, é importante consultar o manual do veículo para confirmar a compatibilidade com a lâmpada. Os preços partem de R$ 78 no Magalu, com o par de lâmpadas Super LED Code Tech One. Já o item mais caro da lista é o par de lâmpadas Ultra LED Rayx Max, que custa R$ 449 no mesmo site. Os valores citados no texto foram verificados durante a apuração e produção desta matéria, em agosto de 2026. Confira, abaixo, cada um dos produtos em detalhes. 
Lista traz 5 lâmpadas de LED automotivas de preços variados, começando por R$ 78
Divulgação/BMW
1. Par de lâmpadas Super LED Code Tech One — a partir de R$ 78
O kit Super LED Code Tech One é composto por duas lâmpadas com encaixe H7, potência de 37W por unidade e fluxo luminoso de 3000 lúmens cada. As peças emitem luz branca com temperatura de cor de 6000K e funcionam em veículos com tensão de 12V e 24V. O modelo possui reator interno e sistema de resfriamento formado por ventoinha e dissipador de calor. Segundo o anúncio, as lâmpadas têm resistência à água e podem operar em temperaturas entre -40°C e 95°C. A garantia informada para o produto, segundo o anúncio, é de três meses.
No Magalu, o kit pode ser encontrado por cifras a partir de R$ 78. Lá, é avaliado por consumidores com nota máxima, recebendo nota máxima de 5 estrelas. Quem comprou as peças pontua que elas têm boa relação custo-benefício e destacam que os produtos chegaram antes do prazo de entrega estipulado inicialmente. 
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2. Lâmpada Super LED Headlight Bilbao — a partir de R$ 99
A lâmpada Super LED Headlight tem luz branca com temperatura de cor de 6000K. O kit, que vem com duas unidades, oferece fluxo luminoso de 3000 lúmens por lâmpada, segundo o fabricante. A potência varia entre 30 e 35W, o encaixe é do tipo H7 e o modelo funciona em tensões de 12V e 24V, podendo ser utilizado em carros e motos. As peças também têm resistência à água e podem operar em temperaturas entre -40°C e 80°C. O anúncio ainda destaca que a lâmpada pode durar até oito vezes mais que modelos convencionais, além de ter garantia de três meses. 
No Magalu, o kit pode ser encontrado por cifras a partir de R$ 99. Por lá, é avaliado por consumidores com média de 4,5 de 5 estrelas, sendo elogiado pela boa relação custo-benefício. Há uma única avaliação negativa no site da varejista, em que um consumidor pontua problemas relacionados ao envio do produto. 
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3. Par de lâmpadas de LED Autopoli — a partir de R$ 147 
A lâmpada LED H7 da Autopoli é vendida em par e tem potência de 10W por unidade, chegando a 20W no conjunto. O modelo apresenta luz branca com temperatura de cor de 6500K e fluxo luminoso de 1300 lúmens. Com tensão bivolt de 12V e 24V, a peça pode ser utilizada em carros, motos e caminhões. A lâmpada tem fonte integrada, característica que, segundo o anúncio, facilita a instalação. O encaixe é do tipo H7 e o fabricante informa que o produto possui garantia de um ano.
No Magalu, o par pode ser visto por cifras a partir de R$ 147. Por lá, a lâmpada recebe nota máxima, com 5 estrelas na avaliação de consumidores. Entre os comentários positivos, um comprador elogia a qualidade do kit e afirma que ainda ganhou um brinde com a compra. 
4. Par de lâmpadas Ultra LED Automotiva Shocklight — a partir de R$ 222
O kit de lâmpadas Ultra LED da Shocklight tem luz branca com temperatura de cor de 6000K e fluxo luminoso de 10.000 lúmens no par, ou 5.000 lúmens por unidade. O kit é composto por duas lâmpadas de 25W cada, com opções de encaixes H1, H3, H8, H13, H16, H27 e HB4. O modelo funciona em veículos com tensão de 9V a 32V e conta com reator embutido, dispensando o uso de cooler. As peças são resistentes ao calor, às vibrações e à umidade, além de terem proteção contra água com nível de impermeabilidade IP65. 
A fabricante ainda indica que o produto pode ter vida útil até oito vezes maior que a de lâmpadas convencionais. No Magalu, o par tem nota máxima de 5 estrelas entre os consumidores e pode ser encontrado a partir de R$ 222. Apesar da avaliação, o anúncio não conta com comentários positivos ou negativos de compradores até o momento. 
5. Par de lâmpadas Ultra LED Rayx Max — a partir de R$ 449
O par de lâmpadas da RayX Max utiliza tecnologia Duplo LED CSP, com 75W por unidade e 150W no conjunto. As lâmpadas têm temperatura de cor de 6000K e fluxo luminoso de 7.500 lúmens cada, chegando a 15.000 lúmens no par. O modelo funciona em sistemas de 12V e 24V e está disponível em diferentes encaixes, como H1, H3, H7, H11, H27, HB3 e HB4. São resistentes à vibrações e ao calor, além de ter proteção IP67 e IP68 contra umidade. A lâmpada é indicada para veículos de linha leve e pesada e tem vida útil de até 50 mil horas, segundo o anúncio, com garantia de um ano.
No Magalu, é possível encontrar o par por preços a partir de 449. Por lá, consumidores classificam o produto com nota 4,4 de 5 estrelas e opinam que o LED está entre os melhores do mercado atualmente. Também pontuam que as lâmpadas podem deixar o visual do veículo mais bonito e oferecer boa iluminação nas estradas. 
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Nota de transparência: o Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CHrkE0Ed9ALmxJYgrWyN15LvycI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/m/cOqpHzRxC4EIB1zfmNJg/volkswagen-taos-highline-2026-lanterna-de-led.jpg" medium="image"/>   <media:description>Confira 5 lâmpadas de LED automotivas para deixar a iluminação do veículo mais moderna</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:11:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Omoda E5 com visual atualizado aparece antes do lançamento; confira</title>  <atom:subtitle>Antes mesmo de lançar o SUV elétrico no Festival Interlagos 2026, marca chinesa "entregou" novidade em posts nas redes sociais; modelo foi apresentado no último Salão de Pequim</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/omoda-e5-visual-atualizado-aparece-antes-lancamento.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/omoda-e5-visual-atualizado-aparece-antes-lancamento.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xCfKkG9bGpL_NLwob061jzI5vN4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/8/Z/TzZw24TRWSQ7g9pAAPig/omoda-e5-2027-2.jpg" /><br /> ]]>    Antes mesmo de começar o Festival Interlagos 2026, a Omoda "entregou" em sua conta no Instagram o E5 com visual atualizado. O SUV elétrico que chegou ao Brasil em abril de 2025 vai passar pela primeira mudança pouco mais de um ano depois após o lançamento. O novo Omoda E5 foi apresentado na China em abril, durante o Salão do Automóvel de Pequim. Em alguns mercados, o modelo é vendido como C5. No Uruguai, por exemplo, a versão atualizada já está à venda.
A dianteira foi bastante modificada e segue um estilo do "irmão maior", Omoda 7. Os faróis seguem divididos em duas seções. Acima, a barra de LED que cumpre função de luz de condução diurna (DRL) está ainda mais afilada, avançando para a extremidade da carroceria. No modelo atual, os faróis são mais horizontais, com um pequeno recorte nas bordas.
Omoda E5 2027 também recebeu mudanças na traseira
Divulgação
Abaixo, estã o conjunto principal em um nicho maior e mais largo. Esta peça foi redesenhada, adotando um formato mais triangular. O para-choque também é novo, assim como a grade frontal posicionada na parte inferior.
Na traseira, as lanternas trazem nova disposição das luzes de LED e a tampa do porta-malas foi redesenhada Por fim, O novo Omoda E5 também ganhou novas rodas, com desenho alterado, mas seguem com diâmetro de 18 polegadas.
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Omoda E5 2027 não deverá ter mudançar de motor e bateria
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A mudança no visual trará mais fôlego ao Omoda E5, que disputa mercado com modelos como BYD Yuan Plus e Volvo EX30. Em 2026, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram apenas 418 unidades emplacadas, muito menos do que os rivais citados. 
Também existe a possibilidade de a Omoda lançar uma nova versão de entrada do modelo, com preço bem abaixo dos R$ 209.990 cobrados atualmente pelo E5.
Interior do novo Omoda E5
Além da atualização externa, a Omoda mudou consideravelmente a cabine do E5. O SUV abandona o quadro de instrumentos interligado a central multimídia, adotando duas telas separadas. O painel digital fica menor, de 8,9 polegadas, enquanto a tela da central aumentou de forma considerável de 12,3" para 15,6 polegadas.
O volante multifuncional também é novo, assim como o material usado na forração das portas, que tem novas maçanetas, assim como os bancos e o console central flutuante com novo desenho. Mais detalhes sobre o novo interior do Omoda E5 reestilizado que será vendido no Brasil serão divulgados pela marca no evento.
Omoda E5 2027 passou por grandes mudanças no painel e na central multimídia
Divulgação
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Motorização e autonomia do Omoda E5
O SUV elétrico deverá chegar ao Brasil sem alterações de motor e bateria. Atualmente o Omoda E5 tem um motor elétrico dianteiro com 204 cv de potência e 34,7 kgfm de torque. Desta forma, consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, segundo a fabricante. Já a velocidade máxima é de 172 km/h.
O conjunto de baterias de 61 kWh, formadas por íons de lítio, rende uma autonomia de 345 km, segundo homologação do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro. No ciclo europeu, WLTP, os números sobem para 450 km.
Dimensões
Nas dimensões, o novo para-choque dianteiro do Omoda E5 fez as medidas mudarem ligeiramente. O comprimento passou de 4,42 metros para 4,55 m. No entanto, os 1,83 m de largura, 1,59 m de altura e 2,63 m de entre-eixos não se alteraram. Já o porta-malas comporta 378 litros.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xCfKkG9bGpL_NLwob061jzI5vN4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/8/Z/TzZw24TRWSQ7g9pAAPig/omoda-e5-2027-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Omoda E5 2027 será apresentado no Festival Interlagos 2026</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 20:24:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Hyundai Creta usado: 5 versões do SUV que custam menos do que o novo i20</title>  <atom:subtitle>Autoesporte separou cinco configurações que saem por menos que o pedido pela configuração básica do novo hatch</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/hyundai-creta-usado-5-versoes-suv-custam-menos-novo-i20.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/hyundai-creta-usado-5-versoes-suv-custam-menos-novo-i20.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WkBlGK7OItRizyqkb8tDalIu4rk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/f/dsodplQASaqzK4xB7gZA/hyundai-creta-2017.jpeg" /><br /> ]]>    O mais recente lançamento da Hyundai é o i20, modelo que ocupa um espaço entre o compacto HB20 e o SUV Creta. Sua versão básica pede R$ 99.990 do público antes de entrar na garagem e nos gerou a dúvida: é possível comprar um modelo maior, um Creta, por exemplo, por menos que a pedida pela novidade?
Autoesporte prova que sim. Separamos cinco versões do SUV compacto da Hyundai que cabem nesse específico orçamento. Há até uma de nova geração. Procurar pelo seu próximo Creta no Mercado Livre é fácil e sem complicação. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Hyundai Creta Attitude 1.6 AT (2020) - a partir de R$ 74.900
Hyundai Creta Action 1.6 (foto) tem visual semelhante ao da Attitude, perdendo apenas faróis de neblina
Divulgação/Hyundai
O SUV da base da lista é o mais barato, mas entrega potência máxima de até 130 cv com etanol e 123 cv com gasolina, além de torque de 16,5 kgfm (E) e 16,0 kgfm (G), gerados pelo motor 1.6 16V flex de quatro cilindros. O conjunto traz transmissão automática de seis marchas com trocas sequenciais. O motor aspirado garante desempenho correto para a proposta. Na pista da Autoesporte, o modelo foi de 0 a 100 km/h em 12 segundos. De acordo com os dados oficiais do Inmetro, o consumo é de 7,1 km/l (E) e 10,1 km/l (G) na cidade, além de 8,2 km/l (E) e 11,3 km/l (G) na estrada.
O comprimento é de 4,29 metros, o entre-eixos mede 2,59 m e o porta-malas comporta bons 431 litros, ou seja, oferece um bom espaço para pessoas e bagagem.  
Criada como a versão de entrada voltada ao público PCD e consumidores em busca de acessibilidade, a proposta foca em entregar o espaço interno generoso da plataforma e a posição elevada de dirigir pelo menor preço da linha. A lista de equipamentos de série inclui ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, trava elétrica, controle de cruzeiro computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura, controles de tração e de estabilidade, assistente de partida em rampa e duplo airbag.
No Mercado Livre, exemplares da versão Attitude 1.6 AT partem de R$ 74.900.
Fiat Strada 1.4 MPI WORKING CS 8V FLEX 2P 
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2. Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 AT (2018) - a partir de R$ 78.900
Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 tem visual semelhante o das versões 2.0
Divulgação
Outra opção a considerar é a Pulse Plus. A opção intermediária utiliza o mesmo motor 1.6 16V flex com câmbio automático de seis velocidades, não mudando de desempenho em relação ao anterior. Nessa opção, o foco é no custo-benefício e oferta de itens de série, sem alcançar a faixa de preço das configurações de topo com motorização 2.0.
No pacote, destacam-se a central multimídia com tela sensível ao toque e espelhamento de smartphones, ar-condicionado digital automático, câmera de ré, rodas de liga leve de 17 polegadas, volante multifuncional com revestimento de couro, controle de estabilidade, controle de tração, sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina. 
O consumo também é o mesmo da Attitude 1.6: 7,1 km/l (E) e 10,1 km/l (G) na cidade, além de 8,2 km/l (E) e 11,3 km/l (G) na estrada, segundo o Inmetro. 
No Mercado Livre, exemplares da versão Pulse Plus 1.6 AT partem de R$ 78.900.
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3. Hyundai Creta Sport 2.0 AT (2018) - a partir de R$ 81.900
Hyundai Creta 2.0 Sport tem visual esportivo e conta com o desempenho do motor maior
Divulgação/Hyundai
O modelo esportivado adota o motor 2.0 16V flex de quatro cilindros, que desenvolve potência de 166/156 cv com gasolina, com torque de 20,5/19,1 kgfm (etanol/gasolina). A transmissão é automática de seis marchas. A proposta é oferecer um apelo visual agressivo com acabamento escurecido exclusivo, aliado ao desempenho mais vigoroso do motor de maior cilindrada. De acordo com o teste da Autoesporte, a aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em bons 9,8 s.
Os equipamentos de série trazem detalhes externos em preto brilhante, spoiler traseiro, rodas de liga leve exclusivas de 17 polegadas, bancos com revestimento misto de couro e tecido preto, ar-condicionado digital automático, central multimídia com navegação e TV digital, controle de cruzeiro, sensor de estacionamento, controle de estabilidade e auxílio de partida em rampa. 
Na medição oficial do Inmetro, o consumo fica em 6,9 km/l (E) e 10,0 km/l (G) na cidade, além de 8,2 km/l (E) e 11,4 km/l (G) na estrada. 
No Mercado Livre, exemplares da versão Sport 2.0 AT partem de R$ 81.900.
Chevrolet Tracker LTZ
4. Hyundai Creta Prestige 2.0 AT (2018) - a partir de R$ 83.900
Hyundai Creta Prestige é a versão top de linha da primeira geração
Divulgação/Hyundai
A configuração topo de linha do Creta vem equipada com o mesmo motor 2.0 16V flex da versão Sport, o que garante mais desempenho. O gerenciamento é feito pela caixa automática de seis marchas. Completa, foca no público que busca mais luxo, desempenho e recursos tecnológicos dentro da gama do SUV compacto.
A lista de itens de série inclui seis airbags, bancos de couro na cor marrom com ventilação para o motorista, chave presencial com partida por botão, faróis com iluminação lateral, sistema de som com rebatimento elétrico dos retrovisores, ar-condicionado digital, central multimídia com TV digital e navegação GPS, luzes diurnas de LED e rodas diamantadas de 17 polegadas.
Segundo o padrão do Inmetro, o consumo é de 6,9 km/l (E) e 10,0 km/l (G) na cidade, além de 8,2 km/l (E) e 11,4 km/l (G) na estrada. 
No Mercado Livre, exemplares da versão Prestige 2.0 AT partem de R$ 92.800.
Hyundai Creta 2.0 Sport Flex Creta 2.0 Sport Flex
5 - Hyundai Creta Comfort 1.0 TGDI 2023 - R$ 99.800
Hyundai Creta Comfort não tem as rodas e a grade da versão top (foto)
Divulgação
Por incrível que pareça, dá para encontrar até Creta de segunda geração por menos que um i20 básico. Com R$ 99.800 já é possível adquirir um modelo pré-facelift, embora na versão Comfort. O design é mais ousado do que o da primeira encarnação, algo que foi amenizado no facelift, mas é uma questão de gosto.
O 1.0 TGDI flex de três cilindros gera 120 cv e 17,5 kgfm, independentemente do combustível. O câmbio é automático de seis velocidades. De acordo com a Hyundai, a aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em 11,5 s. Segundo o Inmetro, o consumo urbano é de 8,2 km/l (E) e 12 km/l (G), números que passam a 8,9 km/l (E) 12 km/l (G) na estrada.
O SUV tem 4,30 m de uma ponta a outra, 2,61 m de entre-eixos e bons 422 l no porta-malas, oferecendo boa habitabilidade. 
Em itens de série, a configuração traz ar-condicionado, trio elétrico, central multimídia, controle de cruzeiro, câmera de ré, acendimento automático dos faróis, rodas de liga leve aro 16, controles de estabilidade e de tração e seis airbags - frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WkBlGK7OItRizyqkb8tDalIu4rk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/f/dsodplQASaqzK4xB7gZA/hyundai-creta-2017.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Hyundai Creta de primeira geração ainda agrada pelo design</media:description>   <media:credit>Divulgação/Hyundai</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:34:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Honda ZR-V despenca nas vendas e vira 'raridade' nas lojas</title>  <atom:subtitle>Linha 2026 foi lançada há quase um ano, mas concessionárias afirmam não ter o SUV em seus estoques</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/honda-zr-v-despenca-vendas-vira-raridade-lojas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/honda-zr-v-despenca-vendas-vira-raridade-lojas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WfsfR2FPxTgen_JWT6HiypegMkU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/c/l4eaYkRdyDnGEY9zCXqw/honda-zr-v-2026-dianteira.jpeg" /><br /> ]]>    Lançado no Brasil no fim de 2023, o Honda ZR-V nunca chegou perto de ameaçar as vendas dos principais SUVs médios à venda no país (Jeep Compass, Toyota Corolla Cross e Volkswagen Taos), embora a boa reputação da marca japonesa e a mecânica compartilhada com o Civic joguem a seu favor perante os motoristas.
Após registrar quase 6 mil emplacamentos em 2024, o seu primeiro ano cheio de vendas, o Honda ZR-V viu o seu desempenho no mercado brasileiro despencar para 1.807 unidades em 2025. Neste ano, o SUV soma menos de 100 emplacamentos.
Honda ZR-V não está sendo mais encontrado nas lojas
Cauê Lira/Autoesporte
Apesar de a Honda ter anunciado a chegada da linha 2026 com atualizações, em outubro do ano passado, as concessionárias não possuem o ZR-V zero quilômetro a pronta entrega. Autoesporte entrou em contato com diversas unidades da rede, que afirmaram não ter o modelo em estoque.
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“Ainda não chegou [o ZR-V 2026] e também não sabemos quando vão chegar Accord, Civic e CR-V”, disse o vendedor da concessionária Daitan Sumaré, em São Paulo (SP), sobre a falta de previsão de entrega dos modelos importados da marca.
Na filial da Daitan, no bairro Ibirapuera, o atendente não deu certeza, mas previu a entrega das primeiras unidades do ZR-V 2026 para setembro.
Honda ZR-V 2026 tem motor 2.0 aspirado que entrega 161 cv
Cauê Lira/Autoesporte
Na HPoint Itaim Bibi, na zona sul da capital paulista, a reportagem foi informada por um consultor de vendas que “a Honda manda [os modelos importados] uma vez por ano, entre outubro e novembro. CR-V e Accord devem chegar nesta data, mas o ZR-V ainda não tem previsão de entrega”.
Já o vendedor da Tókio Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ), foi enfático: “Geralmente, os carros chegam primeiro em São Paulo. Se não chegaram nas concessionárias de lá, não tem em lugar nenhum”, pontuou ao informar que a concessionária da zona sul carioca não tem previsão de receber o SUV.
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Após ouvir negativas sobre a disponibilidade do Honda ZR-V 2026 em concessionárias de Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE), a reportagem recebeu da Honda Flora, de São Paulo, a oferta de uma unidade seminova modelo 2024, com 33 mil quilômetros rodados, por R$ 164.900. “Só temos esse carro no estoque. O modelo 2026 zero quilômetro deve chegar em outubro ou novembro”, afirmou o vendedor.
Consultada por Autoesporte sobre a indisponibilidade da linha 2026 do ZR-V nas concessionárias, a Honda respondeu por meio de sua assessoria de comunicação com a seguinte nota:
Porta-malas do Honda ZR-V 2026 conta 389 l de capacidade
Cauê Lira/Autoesporte
"Em retorno ao seu questionamento, esclarecemos que o volume de vendas do ZR-V está alinhado ao planejamento estratégico da marca. 
​​O modelo segue compondo o nosso lineup normalmente, portanto com unidades disponíveis na rede. Lembro ainda que o ano-modelo 2026 do ZR-V teve release publicado em 15/10/2025, período em que as concessionárias começaram a receber as unidades para venda ao consumidor."
Como é o Honda ZR-V 2026
O Honda ZR-V 2026 é fabricado no México e segue sendo oferecido somente na versão Touring, com preço sugerido de R$ 215.100. Seguindo as novidades apresentadas no mercado norte-americano, o SUV trocou as antigas rodas de liga leve de 17 polegadas, com pneus de medidas 215/60 R17, por um novo conjunto de aro 18” e pneus 225/55 R18.
Honda ZR-V 2026 vendeu apenas 100 unidades em 2026
Divulgação/Honda
Uma dos principais motivos de críticas por parte dos donos do SUV, a central multimídia com tela de 9” passou a ter conexão sem fio com o sistema Android Auto. Os retrovisores externos ganharam rebatimento elétrico.
A oferta de cores foi reduzida de sete para apenas três cores: azul Aurora, cinza Titanium (ambas com acabamento interno cinza) e preto Cristal (acabamento interno escuro).
Construído a partir da plataforma do Civic de 11ª geração, o Honda ZR-V Touring 2026 mede 4,57 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,61 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. O porta-malas tem 389 litros de capacidade.
A mecânica segue formada pelo motor 2.0 aspirado movido apenas a gasolina, que entrega 161 cv de potência a 6.500 rpm e 19,1 kgfm de torque a 4.200 rpm, combinado ao câmbio automático CVT com sete marchas simuladas.
é fabricado no México e segue sendo oferecido somente na versão Touring, com preço sugerido de R$ 215.100
Cauê Lira/Autoesporte
Os dados de fábrica informam que o SUV de 1.446 kg precisa de 11 segundos para acelerar da imobilidade aos 100 km/h. A velocidade máxima é de 195 km/h.
O consumo médio divulgado pelo Inmetro é de 10,2 km/l na cidade e de 12,1 km/l na estrada. Considerando esses números, o tanque de combustível de 53 litros fornece autonomia de até 641,3 quilômetros.
Principais equipamentos de série
Honda ZR-V 2026 tem âmbio automático CVT com sete marchas simuladas.
Cauê Lira/Autoesporte
O SUV médio sai de fábrica equipado com oito airbags, ar-condicionado digital de duas zonas, freio de estacionamento eletrônico, faróis de LED com acendimento automático, painel digital de 7”, carregador de celular por indução, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, teto solar elétrico e assistências de condução, como controle de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma emergencial, além da câmera no retrovisor do lado direito que, ao acionar a seta, projeta na multimídia a imagem externa do carro para mostrar o ponto cego.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WfsfR2FPxTgen_JWT6HiypegMkU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/c/l4eaYkRdyDnGEY9zCXqw/honda-zr-v-2026-dianteira.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Honda ZR-V 2026 - Dianteira</media:description>   <media:credit>Cauê Lira/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:22:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jaecoo 8 chega em 2027 como maior e mais luxuoso SUV da marca no Brasil</title>  <atom:subtitle>Novo SUV tem lançamento confirmado para o primeiro semestre e será o primeiro da empresa com sete lugares no mercado nacional; veja detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jaecoo-8-chega-2027-como-maior-mais-luxuoso-suv-da-marca-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/jaecoo-8-chega-2027-como-maior-mais-luxuoso-suv-da-marca-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4uHriuIKVc7BBXEvWDzosyS7MDE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/G/XRtZylTgCcrCDPu76Fbg/jaecoo-8-shs.jpeg" /><br /> ]]>    A Jaecoo aproveita a visibilidade do Festival Interlagos, realizado em São Paulo (SP), para anunciar seus próximos lançamentos no Brasil. Logo de cara, a marca confirma para 2027 a chegada do Jaecoo 8, SUV de grande porte que será o primeiro da empresa por aqui com espaço para sete pessoas. A estreia acontecerá no primeiro semestre e promete acirrar a disputa contra rivais como Jeep Commander e Caoa Chery Tiggo 8.
O Jaecoo 8 está à venda no mercado internacional desde 2024 e ocupa o topo do portfólio da marca, acima do Jaecoo 7 e do Jaecoo 5 (também recentemente confirmado para o Brasil). Ao todo, são 4,82 metros de comprimento, 1,93 m de largura, 1,70 m de altura e 2,82 m de entre-eixos. Na prática, é maior que o rival Commander, que mede 4,76 metros de comprimento e 2,79 metros de distância entre-eixos.
Na dianteira, o Jaecoo 8 tem grade ampla e formada por elementos posicionados na vertical, seguindo a identidade visual de outros SUVs da marca. Há ainda faróis bem integrados ao conjunto e para-choque com formato bem marcado na parte inferior. Nas laterais, destaque para as maçanetas retráteis e as rodas de 20 polegadas. Já na traseira, as lanternas são interligadas e posicionadas na horizontal.
Jaecoo 8 chega em 2027 para ser o SUV mais caro da marca no Brasil
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Painel e equipamentos do Jaecoo 8
Na cabine, o Jaecoo 8 tem painel com esquema de telas digitais posicionadas lado a lado para quadro de instrumentos e sistema de entretenimento, cada uma com 12,3 polegadas. Chamam atenção ainda o console central elevado com base de carregamento sem fio para smartphones e o volante compartilhado com outros carros do grupo Chery (controlador da Jaecoo).
Na cabine, Jaecoo 8 combina painel digital e tela multimídia de 12,3 polegadas na mesma moldura
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Desde já, a marca confirma que o Jaecoo 8 terá no Brasil bancos revestidos em couro com funções de ventilação, aquecimento e massagem, além de ajustes elétricos; iluminação ambiente, ar-condicionado automático digital de três zonas, coluna de direção com ajustes elétricos e sistema de som premium Sony com 14 alto-falantes.
Jaecoo 8 leva até sete pessoas e tem pacote recheado de equipamentos
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No quesito segurança, destaque para o pacote Adas 2.5 com câmeras com visão panorâmica de 540°, sensores de estacionamento, head-up display, monitoramento da pressão dos pneus, 10 airbags, controle eletrônico de estabilidade, assistência de partida em rampas e controle de descida.
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Internamente, há espaço para acomodar até sete pessoas na disposição 2+3+2. Já no porta-malas, dependendo da configuração dos bancos, é possível acomodar até 738 litros de bagagem.
Jaecoo 8 leva 738 litros de bagagem no porta-malas
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Jaecoo 8 é híbrido plug-in (PHEV)
Mecanicamente, está confirmada a oferta do sistema híbrido plug-in SHS-P do grupo Chery, que combina motor 1.5 turbo a gasolina com duas máquinas elétricas (uma em cada eixo, gerando tração integral). 
Jaecoo 8 tem 4,82 metros de comprimento e 2,82 m de entre-eixos
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A marca não confirmou os números, mas no mercado internacional o Jaecoo 8 PHEV entrega 537 cv de potência combinada e torque de 66,2 kgfm. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos, autonomia puramente elétrica de 180 km e autonomia em ciclo combinado de 1.400 km.
O preço ainda não foi revelado, mas certamente ficará acima dos R$ 256.990 cobrados pelo Jaecoo 7 topo de linha atualmente.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4uHriuIKVc7BBXEvWDzosyS7MDE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/G/XRtZylTgCcrCDPu76Fbg/jaecoo-8-shs.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Jaecoo 8 tem conjunto híbrido do tipo PHEV</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:24:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Toyota Yaris usado: 4 versões bem equipadas a partir de R$ 63 mil</title>  <atom:subtitle>No supervalorizado mercado de usados de origem japonesa, separamos quatro versões do Toyota Yaris que podem ser melhores compras do que um Honda Fit</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/toyota-yaris-usado-4-versoes-bem-equipadas-a-partir-r-63-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/toyota-yaris-usado-4-versoes-bem-equipadas-a-partir-r-63-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/wGsT5b1oYVG5YWxmSfa-14H6NtM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/X/x/ADiM4IRW6COIGsLTKDbA/toyota-yaris-7.jpeg" /><br /> ]]>    O mercado de usados de modelos de marcas japonesas é sempre muito concorrido e valorizado. Um desses exemplos é o Honda Fit, que, de tão disputado, acaba roubando a atenção e custando bem mais que outras boas alternativas ao monovolume. Um rival interessante é o Toyota Yaris, que, além de robusto e econômico, tem bons atributos e fama no mercado.
Assim, separamos quatro versões do Yaris que são interessantes alternativas ao Fit e que cabem no seu bolso. Procurar pelo seu próximo carro no Mercado Livre é fácil e sem complicação. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados. 
1. Toyota Yaris XL 1.3 CVT 2019 - a partir de R$ 62.900
Toyota Yaris XL tem visual semelhante ao da versão XLS, foto, mudando basicamente as rodas
Divulgação/Toyota
Comecemos pelo Yaris mais simples: o XL. O compacto traz motor 1.3 16V flex de quatro cilindros com 101 cv no etanol e 94 cv na gasolina, gerando 12,9/12,5 kgfm (etanol/gasolina). A transmissão é automática e-CVT com simulação de sete marchas. O consumo oficial do Inmetro é de 9,0 km/l (E) e 13,1 km/l (G) na cidade, além de 9,9 km/l (E) e 14,2 km/l (G) na estrada. 
A fita métrica registra 4,14 metros de comprimento, 2,55 m de entre-eixos e o porta-malas comporta 310 litros. A opção de acesso sem o pedal da embreagem foca em entregar a mecânica confiável e o rodar confortável do modelo pelo menor preço do catálogo. A troca mais relevante é do 1.5 pelo 1.3, que deixou a linha na reestilização de 2022.
A lista de equipamentos é satisfatória para a versão e traz ar-condicionado manual, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle de cruzeiro, vidros e travas elétricas e rodas de liga leve de 15 polegadas, além de freios ABS e duplo airbag.
No Mercado Livre, exemplares da versão XL 1.3 CVT partem de R$ 62.900, servindo como bom lugar para começar na lista.
Toyota Yaris XL
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2. Toyota Yaris XL Plus Tech 1.5 CVT 2019 - a partir de R$ 63.900
Toyota Yaris XL tem visual semelhante ao do XLS (foto) e o mesmo motor 1.5 e câmbio CVT
Divulgação
Agora, falemos de mais espaço e motor pelo preço. O Yaris XL sedã adota o motor 1.5 16V flex de 110/105 cv e 14,9/14,3 kgfm, associado ao mesmo câmbio CVT. Na pista da Autoesporte, o modelo foi de 0 a 100 km/h em bons 10,8 s. Por sua vez, o consumo, segundo o Inmetro, é de 8,9 km/l (E) e 13,0 km/l (G) na cidade, além de 10,6 km/l (E) e 14,4 km/l (G) na estrada.
Em termos de tamanho, a grande diferença é o comprimento de 4,42 m, uma vez que o entre-eixos é mantido. O porta-malas de 473 l é ótimo para o tamanho do sedã, que pode não ter o banco traseiro modular do Fit e City, porém, não fica para trás em espaço para pessoas e bagagem.
Adiciona central multimídia com tela sensível ao toque - com sete polegadas, mas sem Android Auto e Apple CarPlay na época -, ar-condicionado digital automático, chave presencial com partida por botão e retrovisor interno fotocrômico. 
No Mercado Livre, exemplares da versão Sedã XL Plus Tech 1.5 CVT partem de R$ 63.900.
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3. Toyota Yaris XS 1.5 CVT 2020 - a partir de R$ 68.800
Toyota Yaris XS tem visual semelhante ao do XLS (foto), mudando apenas rodas
Divulgação
Compartilhando o mesmo motor 1.5 16V e transmissão CVT do sedã, a versão XS do Yaris hatch apela para o equilíbrio do custo-benefício ao rechear a cabine com acabamento mais refinado, sem alcançar o topo da tabela de preços. 
O desempenho é semelhante ao registrado pelo sedã com o mesmo motor. De acordo com o teste de pista da Autoesporte, a arrancada de 0 a 100 km/h é cumprida em 10,7 s, número que não fica muito distante de rivais com motor 1.0 turbo. O consumo do Inmetro registra 8,8 km/l (E) e 12,6 km/l (G) na cidade, além de 10,0 km/l (E) e 13,8 km/l (G) na estrada.
A recheada lista de itens inclui bancos com revestimento parcial de couro, borboletas para trocas sequenciais - são sete marchas simuladas - atrás do volante, painel de instrumentos com tela de TFT colorida, câmera de ré e faróis de neblina.  No Mercado Livre, exemplares da versão XS 1.5 CVT partem de R$ 68.800.
Chevrolet Tracker LTZ
4. Toyota Yaris XLS 1.5 CVT (2020) - a partir de R$ 81.900
Toyota Yaris XLS tem lista de itens bem completa, com direito ao teto solar e sete airbags
Divulgação/Toyota
A versão topo de linha na carroceria sedã repete o conjunto mecânico 1.5 16V flex com transmissão CVT, mas reúne o pacote máximo do modelo, combinando o amplo volume para bagagens, o visual três volumes e itens visuais exclusivos da opção mais cara.  
 O desempenho é o mesmo do XL - 0 a 100 km/h em 10,8 s. A medição oficial do Inmetro para o sedã aponta 8,9 km/l (E) e 13,0 km/l (G) na cidade, além de 10,6 km/l (E) e 14,4 km/l (G) na estrada. 
Destaca-se por oferecer teto solar elétrico, faróis com acendimento automático, sensor de chuva, retrovisores com rebatimento elétrico e bancos revestidos integralmente de couro, chave presencial, além de ser a única versão com sete airbags - frontais, laterais dianteiros, do tipo cortina e para os joelhos do motorista. 
No Mercado Livre, exemplares da versão Sedã XLS 1.5 CVT partem de R$ 81.900.
Toyota Yaris XLS
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/wGsT5b1oYVG5YWxmSfa-14H6NtM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/X/x/ADiM4IRW6COIGsLTKDbA/toyota-yaris-7.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Toyota Yaris já saiu de linha, mas é ótima pedida entre os usados</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:40:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Tukan Robust e Extreme: o que muda entre as versões da picape</title>  <atom:subtitle>Opção de entrada da Tukan é voltada ao trabalho com menos sofisticação, motor de 116 cv e câmbio manual</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/volkswagen-tukan-robust-mudancas-versao-cabine-simples.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/volkswagen-tukan-robust-mudancas-versao-cabine-simples.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RPZJYBbdLmKulzWxeYDV9KrdiAQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/r/m/dQxA3iQGmMSdMZinkjbw/volkswagen-tukan-robust-frente.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen Tukan, sucessora da Saveiro, finalmente foi revelada. A fabricante alemã aproveitou a Festa do Peão de Barretos para mostrar tanto a versão de cabine dupla da picape intermediária,  como a opção de cabine simples.
Os exemplares exibidos no evento, no entanto, estavam com os vidros escurecidos e as portas trancadas. Ainda assim, já foi possível perceber várias diferenças entre a versão topo de linha, Extreme, e a configuração mais barata, chamada de Robust.
Uma das principais mudanças entre as duas opções está no visual. Apesar de também ter faróis de LED, a Tukan Robust tem design com ainda mais foco no trabalho. Afinal, não há tanto refinamento para deixar a picape mais barata e rivalizar com a Fiat Strada.
Volkswagen Tukan Robust tem grande e para-choques diferentes da opção mais cara
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A grade, por exemplo, é toda de plástico fosco — sem detalhes em preto brilhante. O mesmo acontece com o para-choque, retrovisores (sempre com repetidor de seta) e maçanetas. Também não há faróis de neblina como na opção mais cara. Já a barra que interliga os faróis é mais simples.
Na lateral, outra diferença é o estribo, disponível somente na versão topo de linha. Já as rodas de liga-leve de 17 polegadas da opção Extreme dão lugar a rodas de aço de 16 polegadas na configuração mais barata da Tukan.
Volkswagen Tukan Robust tem rodas de aço de 16 polegadas
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A suspensão traseira é sempre igual e usa arquitetura formada por eixo rígido ômega com molas semielípticas. É o mesmo conjunto usado na Fiat Strada e que tem a função de aumentar a robustez e a capacidade de carga do modelo. Os freios são a tambor.
A Volkswagen ainda não revelou nenhuma dimensão da Tukan. De qualquer forma, como de praxe, a caçamba da versão de cabine simples será maior. Isso acontece porque a cabine dupla sacrifica boa parte do comprimento da caçamba para acomodar o banco traseiro. A título de comparação, a Saveiro cabine simples leva 1.655 litros, contra apenas 580 litros da cabine dupla.
Volkswagen Tukan Robust tem caçamba maior
Vitória Drehmer/Autoesporte
A tampa da caçamba, aliás, também é diferente. O nome Tukan aparece em relevo nos dois casos, mas as lanternas só são interligadas na opção topo de linha. Em contrapartida, a Robust tem um adesivo nas laterais com o nome da versão.
Volkswagen Tukan Robust não tem lanternas interligadas
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O que também muda, claro, é a motorização. A Volkswagen Tukan Robust deve chegar ao mercado com o motor 1.6 MSI da Saveiro— e que deve ter uma opção movida apenas a etanol. São 116 cv de potência e 16,1 kgfm de torque, sempre ligado ao câmbio manual de cinco marchas.
Já a Tukan Extreme será a responsável por ser o primeiro modelo híbrido flex de produção nacional da fabricante no Brasil. Por isso, deve estrear o motor 1.5 TSI Evo2 flex com sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts, inicialmente importado do México. São 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, com câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas.
Volkswagen Tukan Robust tem adesivo com o nome da versão na lateral
Divulgação/Volkswagen
Mesmo sendo a configuração voltada ao trabalho, a Tukan terá algum nível de tecnologia de assistência ao motoristas (Adas) desde a opção mais barata. Prova disso está na câmera que fica no para-brisa. 
Podemos esperar frenagem autônoma de emergência (AEB), alerta de saída de faixa, reconhecimento de placas e farol alto automático, por exemplo. No entanto, os sensores de estacionamento dianteiros serão exclusivos das opções mais caras.
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Nesta primeira aparição, a Mako surge com pintura estilizada na mesma cor amarela que a concorrente da Volkswagen, cujas primeiras informações foram reveladas na semana passada. O interior deste protótipo, no entanto, está lacrado. Isso pode indicar possíveis mudanças na cabine para a versão final, que deve chegar às lojas entre o final de 2026 e o início de 2027. O preço ainda é obviamente um segredo, mas não seria surpresa imaginar uma faixa de R$ 170 mil a R$ 200 mil.
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A Mako fará sua estreia já com produção nacional completa em Camaçari (BA). É a primeira vez que a BYD vai produzir um veículo exclusivamente fora da China. Isso porque o mercado doméstico de picapes não tem o mesmo peso que em outros países, como Brasil e Austrália, por exemplo. 
Até por isso, a chegada da Mako ao mercado é considerada estratégica para a BYD. Não só pela expectativa de vendas, como também por marcar o início das etapas produtivas na fábrica baiana. As obras na unidade estão sendo aceleradas justamente por causa da nova picape. A expectativa é iniciar os processos experimentais de pintura e solda em breve e avançar para a fase de estamparia a partir de setembro.
BYD Mako terá lanternas interligadas por barra luminosa e onme da marca estampado na tampa da caçamba
André Schaun/Autoesporte
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Como é a Mako 
A Mako será baseada na plataforma do Song Pro e terá a mesma construção do tipo monobloco do SUV. O batismo segue o mesmo padrão adotado pela picape maior Shark (que significa tubarão em inglês) e tem inspiração no ecossistema marinho. Mako, em particular, é o nome do tubarão mais veloz do mundo, capaz de alcançar até 70 km/h.
Rodas de 18 polegadas da BYD Mako são calçadas por pneus de uso no asfalto
André Schaun/Autoesporte
No visual, a unidade mostrada em Interlagos confirma a dianteira composta por faróis com formato inspirado no antigo Song Plus e amplo para-choque com grade integrada. Já na traseira, a inspiração vem da irmã maior Shark, incluindo o desenho da tampa da caçamba e as lanternas interligadas por meio de uma barra horizontal de LED. A grafia "BYD" será estampada na lataria.
Dimensões, capacidade de carga ou volume da caçamba ainda não foram revelados. As rodas são de 18 polegadas com pneus de uso em asfalto, há freios a disco nas quatro rodas e câmeras na frente e atrás. Por dentro, ainda com boa parte do painel e das portas cobertos, foi possível identificar que a central multimídia já traz a interface mais moderna oferecida pela BYD. 
Tela da BYD Mako curiosamente mostra abertura de porta-malas
André Schaun/Autoesporte
O sistema operacional é nativo do Google e oferece conexões (quase sempre rápidas) com Android Auto e Apple CarPlay. Uma curiosidade é que a tela da Mako mostra uma operação de abertura de porta-malas. 
Já o console central é o mesmo do Song Pro anterior à última atualização. Traz alavanca de câmbio do tipo joystick e uma série de botões físicos para operação dos modos de condução, ar-condicionado e freio de estacionamento eletrônico. 
Console central da BYD Mako é o mesmo do antigo Song Pro; versão final pode ter atualização
André Schaun/Autoesporte
Considerando que os recentes lançamentos da BYD abandonaram esse tipo de layout, é possível que a Mako já traga cabine atualizada, inclusive com seletor de marchas em uma alavanca do lado direito do volante. 
A unidade exibida trazia ainda ajustes elétricos nos bancos dianteiros e suspensão independente nas quatro rodas, com tipo McPherson na dianteira e multilink na traseira. Já a primeira impressão do banco traseiro é de que o espaço ali será limitado para pessoas com mais de 1,80 metro, considerando um motorista da mesma altura. 
Sem dimensões divulgadas, espaço interno da BYD Mako não parece dos melhores
André Schaun/Autoesporte
Será híbrida e flex
De acordo com fontes ouvidas por nossa reportagem, a BYD Mako será híbrida plug-in flex e adotará dois diferentes conjuntos mecânicos: um emprestado do Song Pro e outro compartilhado com o Song Plus Premium.
O primeiro equipará as versões de entrada e renderá apenas tração dianteira. Neste caso, o motor 1.5 aspirado será aliado a um elétrico, que ficará responsável por mover o veículo na maior parte do tempo. No Song Pro, o conjunto acabou de se tornar flex e entrega até 219 cv de potência e 30,5 kgfm de torque combinados. Os números podem mudar ligeiramente na nova picape.
Motor da Mako será o mesmo do BYD Song Pro 2027, inclusive já preparado para ser abastecido com etanol
Divulgação
Hoje, o Song Pro tem bateria com 18,3 kWh de capacidade e autonomia, apenas no modo elétrico, de 72 km (Inmetro). Já o alcance combinado fica na casa dos 1.100 km. A expectativa é que a picape venha a herdar os mesmos predicados, sendo a primeira da categoria com motorização híbrida plug-in (PHEV).
Já a versão mais potente, a Mako terá conjunto mecânico herdado do Song Plus Premium. Ou seja, motor 1.5 turbo de 130 cv combinado com propulsores elétricos dianteiro (204 cv) e traseiro (163 cv), totalizando potência combinada de 324 cv. Assim como na versão de entrada, o motor a combustão será flex. A tração, neste caso, será 4x4 (integral).
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O cupê é considerado um dos modelos mais icônicos da coleção pessoal do brasileiro e ficava baseado em Quinta do Lago, em Portugal. Lá, era usado pelo piloto durante suas estadias na Europa. Entre outros diferenciais, o modelo se destaca por ser o único exemplar vermelho dos três dados pela Honda de presente ao campeão mundial (as outras duas unidades eram pretas).
O mítico NSX de Senna possui o número de chassi T000233 e foi registrado em 22 de março de 1991, com a placa “SX-25-59”. A carroceria combina pintura na cor Formula Red com teto preto. O felizardo que arrematar o modelo levará o manual de garantia original e todo o histórico de documentação portuguesa de quando o carro pertenceu ao piloto.
Honda NSX foi produzido entre 1990 e 2005 com motor 3.0 V6 de 273 cv
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Na mecânica, o NSX 1991 usa motor V6 3.0 em posição central-traseira, equipado na época com o inovador sistema de comando de válvulas variável VTEC. Dados de fábrica indicam 273 cv de potência e 29 kgfm na versão câmbio manual de cinco marchas. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,9 segundos, com velocidade máxima de 270 km/h.
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Honda NSX de Senna combina carroceria com pintura na cor Formula Red e teto preto
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Senna ajudou a projetar o NSX
Produzida entre 1990 e 2005, a primeira geração do NSX (cuja sigla significa "New Sportscar eXperimental") foi projetada em Tochigi, no Japão, com a participação direta de Ayrton Senna. O piloto brasileiro participou pessoalmente dos testes de desempenho com protótipos no Circuito de Suzuka, ajudando a refinar a suspensão e a rigidez do chassi do esportivo (características até hoje elogiadas).
Ayrton Senna participou diretamente do desenvolvimento do Honda NSX
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A parceria foi firmada na época pelo fato de Senna ser piloto da McLaren, que usava motores fornecidos pela Honda na Fórmula 1. No caso do NSX, um dos episódios mais famosos com o brasileiro foi a sessão de fotos realizada em pleno jardim da casa de Senna em Portugal, enquanto o piloto lavava o carro com uma mangueira. As imagens estão entre as mais conhecidas do tricampeão fora das pistas.
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Autoesporte já havia antecipado em julho a chegada da configuração híbrida plug-in ao país. Agora, a Toyota confirma todos os detalhes do modelo, que passa a conviver com as versões híbridas convencionais. Portanto, são três versões no portfólio: S e SX, ambas com conjunto híbrido pleno (HEV), e a XSE (PHEV). Os preços partem de R$ 319.620.
Toyota RAV4 PHEV 2027 é vendido em versão única por R$ 400 mil 
Divulgação
Preços do Toyota RAV4 2027
Como é o novo Toyota RAV4 PHEV? 
O novo RAV4 PHEV é equipado com motor 2.5 aspirado de quatro cilindros, que desenvolve 189 cv e 24,2 kgfm de torque, combinado a três motores elétricos. Segundo a Toyota, o conjunto elétrico entrega 206 cv no eixo dianteiro e 55 cv no traseiro. A potência combinada do sistema é de 329 cv.
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O SUV acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e chega à velocidade máxima de 180 km/h. A tração é integral AWD, com atuação do motor elétrico no eixo traseiro. Além disso, oferece seletor de terrenos com modos Trail, Snow e Normal.
Toyota RAV4 PHEV 2027 tem autonomia elétrica de 61 km, segundo o Inmetro 
Divulgação
Autonomia do Toyota RAV4 PHEV
Uma das principais diferenças em relação ao RAV4 híbrido convencional está na bateria. O PHEV utiliza um conjunto de íons de lítio com 22,7 kWh de capacidade, significativamente maior por permitir que o SUV funcione por períodos mais longos sem ligar o motor a combustão.
De acordo com os dados homologados pelo Inmetro, o RAV4 XSE pode percorrer até 61 km exclusivamente no modo elétrico. Assim, dependendo da rotina e da disponibilidade de recarga, trajetos urbanos mais curtos podem ser realizados sem consumo de combustível.
Toyota RAV4 PHEV 2027 é equipado com bateria de 22,7 kWh 
Divulgação
O motorista pode escolher entre os modos de condução Normal, Eco, EV e Sport. Há ainda diferentes formas de gerenciamento do conjunto de propulsão, com opções EV, HEV e Auto, que determinam como os motores elétricos e a combustão serão utilizados.
Outro destaque é que o RAV4 PHEV aceita recarga rápida em corrente contínua, recurso que ainda não é comum entre híbridos plug-in. O SUV suporta até 11 kW em corrente alternada (AC) e 50 kW em corrente contínua (DC).
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Toyota RAV4 PHEV: design e dimensões 
Visualmente, o RAV4 PHEV segue a identidade mais recente da Toyota e adota a dianteira no estilo “Hammerhead”, com faróis estreitos, capô marcado e para-lamas mais destacados. A versão XSE também aposta em elementos que reforçam o apelo esportivo, como rodas de liga leve de 20 polegadas com acabamento preto e spoiler traseiro. 
Novo Toyota RAV4 PHEV tem o mesmo interior das demais versões híbridas plena (HEV) 
Divulgação/Toyota
Outro diferencial da configuração híbrida plug-in é a pintura em dois tons. O teto é sempre preto e pode ser combinado às cores Cinza Titan, Azul Topázio, Imperial Aureum e Branco Lunar. 
No tamanho, o RAV4 mantém as mesmas dimensões da versão HEV. São 4,60 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,70 m de altura e 2,69 m de entre-eixos. O Toyota RAV4 PHEV oferece 421 litros de capacidade no porta-malas, então é bem menor que os 514 litros da versão HEV. Também há sensor de movimento sob o para-choque, permitindo abrir o compartimento passando o pé pela região.
Toyota RAV4 PHEV 2027 tem pintura em dois tons 
Divulgação
Equipamentos do Toyota RAV4 PHEV
Por dentro, uma das novidades é a central multimídia com tela de 12,9 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay e associada ao sistema de som premium JBL. O quadro de instrumentos também é digital, com 12,3 polegadas, e o SUV conta com head-up display. A lista de equipamentos inclui ar-condicionado automático de duas zonas, iluminação ambiente em LED, teto solar panorâmico, carregador de celular por indução e quatro entradas USB-C.
Os bancos dianteiros têm aquecimento e ventilação. O assento do motorista dispõe de ajustes elétricos em dez posições, memória e função que recua automaticamente o banco para facilitar a entrada e a saída do veículo. O passageiro dianteiro também tem regulagens elétricas, mas em oito posições. 
Toyota RAV4 PHEV 2027 vai de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos 
Divulgação
O novo Toyota RAV4 XSE estreia com o pacote Toyota Safety Sense 4.0. Entre os equipamentos estão frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres, ciclistas e motociclistas, controle de cruzeiro adaptativo, alerta de saída de faixa e assistente de centralização.
O pacote acrescenta ainda farol alto adaptativo, reconhecimento de placas de trânsito, assistente proativo de condução e alerta de saída segura, que identifica a aproximação de veículos ou ciclistas antes da abertura das portas. Há também câmera de visão 360°, assistente de estacionamento, monitoramento da pressão dos pneus e sete airbags. 
Assim como nas versões HEV, o Toyota RAV4 PHEV também tem head-up display 
Divulgação/Toyota
Quanto custam as revisões do RAV4 PHEV?
A Toyota divulgou também os preços das cinco primeiras revisões do RAV4 híbrido plug-in. Somadas, as cinco primeiras manutenções custam R$ 5.444,85. Confira: 
1ª revisão: R$ 714,77;
2ª revisão: R$ 1.114,77;
3ª revisão: R$ 954,77;
4ª revisão: R$ 1.705,77;
5ª revisão: R$ 954,77.
O modelo tem garantia de fábrica de cinco anos, enquanto os componentes do sistema híbrido têm cobertura de oito anos. O RAV4 também participa do programa Toyota 10, que permite estender a garantia geral por até dez anos mediante a realização das revisões programadas na rede autorizada da fabricante.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/lMXNcA95xAfZoULkJ1NpcNQPEXE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Y/X/qbiQ4NTSSnm18dVdTV8w/toyota-rav4-phev-2027-dianteira-dinamica.jpg" medium="image"/>   <media:description>Toyota RAV4 PHEV 2027 </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:00:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exclusivo: novo Honda City já tem data para chegar ao Brasil</title>  <atom:subtitle>Linha 2027 de hatch e sedã será lançada de forma simultânea com novo desenho externo e central multimídia mais moderna; versão híbrida que faz 27,3 km/l não virá</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/novo-honda-city-tem-data-chegar-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/novo-honda-city-tem-data-chegar-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Pb04hJVKZJ9jGykDm2QC6NZ9t6s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/I/3/IPoiFFRECt44QACPInOQ/gemini-generated-image-g4i69yg4i69yg4i6.jpg" /><br /> ]]>    Rodando em testes no Brasil desde o final de 2025 e com visual revelado na Ásia em maio, o novo Honda City já teve o calendário de lançamento anunciado. Autoesporte apurou que a linha 2027 estreia entre outubro e novembro com as novidades mostradas recentemente.
A rede de concessionários já foi avisada e prepara o lançamento de hatch e sedã de forma simultânea. Ainda não há definição de preços. Atualmente, o Honda City hatch custa entre R$ 117.500 e R$ 155.300. O sedã tem a mesma tabela de partida, mas chega aos R$ 153.200 na opção mais cara.
Novo Honda City Hatch tem versão RS híbrida nos mercados asiáticos; opção não virá ao Brasil 
Divulgação
Se os preços não estão definidos, é certo que o Honda City 2027 vai manter o conjunto mecânico. Segue o conhecido motor 1.5 aspirado com injeção direta que entrega 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque. A transmissão também será a mesma, automática do tipo CVT com sete marchas simuladas. 
Vale lembrar que, na Ásia, o City é vendido também em versão híbrida plena. O sistema e:HEV combina um motor 1.5 aspirado de ciclo Atkinson com duas máquinas elétrica e uma bateria de alta voltagem. No total, entrega 126 cv de potência e garante médias de consumo de até 27,3 km/l com gasolina. Tal conjunto virá ao Brasil, mas apenas em 2028, estreando na nova geração do HR-V.
O que muda no Honda City 2027 
Opção mais básica na Ásia Novo Honda City S 2027raz calotas e luzes de seta no paralamas
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Se o conjunto híbrido não vem, o visual renovado seguirá o estilo adotado na Ásia. Por fora, a lista de novidades inclui elementos como para-choque com desenho mais esportivo, grade mais ampla com filete luminoso, além de faróis pontiagudos e com formato totalmente integrado ao conjunto. O capô também é novo e ganhou recorte inédito para acompanhar as demais mudanças.
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De perfil, o novo City mantém o formato das janelas e portas, mas ganha novidades no desenho das rodas de 16 polegadas (que têm acabamento diamantado ou pintura preta, dependendo da versão). A traseira, por sua vez, ganhou para-choque mais pronunciado e lanternas com revestimento translúcido.
Novo Honda City tem para-choque remodelo e lanternas translúcidas na traseira; na Ásia, rodas são de 16 polegadas
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O City Hatch também foi reestilizado e ganhou as mesmas atualizações do sedã. A dianteira é exatamente a mesma, incluindo a grade luminosa, enquanto a traseira recebeu para-choque redesenhado e com aspecto mais esportivo. Nas laterais, as rodas de 16 polegadas são as mesmas nos dois carros.
Para o Brasil, a Honda deve manter o catálogo atual de versões, composto pelas configurações LX, EX, EXL e Touring para as duas carrocerias e Sport como exclusividade para o hatch.
Novo Honda City ficou mais equipado
Novo Honda City 2027 ganhou interior mais refinado
Divulgação
Além do visual, a Honda aproveitou o facelift para equipar o City asiático com uma série de novos recursos. Destaque para a central multimídia com tela de 10,1 polegadas (maior que a atual de 8 polegadas), painel com iluminação ambiente, câmera 360º (incluindo botão exclusivo de acionamento na chave de seta), bancos ventilados e console redesenhado. 
Ainda não é possível afirmar se (ou quais) as novidades chegarão à versão brasileira do Honda City 2027.
O pacote de novidades inclui ainda Adas nível 2 com recursos autônomos como frenagem automática de emergência e controle de cruzeiro adaptativo. No geral, o acabamento também parece ter recebido melhorias, conferindo aspecto mais refinado ao City.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Pb04hJVKZJ9jGykDm2QC6NZ9t6s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/I/3/IPoiFFRECt44QACPInOQ/gemini-generated-image-g4i69yg4i69yg4i6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Honda City 2027</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:00:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>RECALL: Ford Mustang Mach-E modelos 2023 e 2024</title>  <link>https://autoesporte.globo.com/conteudo-de-marca/ford/recall/noticia/2026/08/recall-ford-mustang-mach-e-modelos-2023-e-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/conteudo-de-marca/ford/recall/noticia/2026/08/recall-ford-mustang-mach-e-modelos-2023-e-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kOhgK-JwE8Y1tjIDMfQGZ8SPW_M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/q/Hv1uxBT7KECBFOb3TWuA/mutang-geral.jpg" /><br /> ]]>    A Ford Motor Company Brasil Ltda. convoca seus consumidores para atender à presente Campanha de Recall dos veículos Ford Mustang Mach-E, modelos 2023 e 2024, com finais de chassis abaixo relacionados:


Componente envolvido: molduras dos vidros vigia laterais traseiros.
Razões técnicas: nos veículos envolvidos, existe a possibilidade das molduras dos vidros vigia laterais traseiros se desprenderem completamente da estrutura do veículo em razão de uma falha no processo de montagem. 
Riscos: em caso de desprendimento de uma das molduras dos vidros vigia laterais traseiros com o veículo em movimento, esta condição pode oferecer risco de acidentes com possíveis danos físicos a terceiros.
Importante: antes do desprendimento do componente, os clientes poderão notar a moldura do vidro vigia lateral traseiro solta ou mal encaixada, além de ruído de vento, chiado ou vibração durante a condução.
Agendamento: para confirmar se o seu veículo está envolvido nesta Campanha de Recall, faça uma consulta online por meio do aplicativo Ford, contate o Centro de Atendimento Ford (CAF) pelo telefone 0800 703 3673, ou entre em contato com a Concessionária Ford de sua preferência. Em caso afirmativo, será agendada a realização gratuita do serviço a partir do segundo trimestre de 2027, tão logo o reparo esteja disponível nas Concessionárias Ford.
Data prevista de início do atendimento: no segundo trimestre de 2027, assim que a solução estiver disponível, a Ford fará um novo chamamento para que seus consumidores possam agendar a realização gratuita do serviço na Concessionária Ford de sua preferência.
A Ford destaca a importância do atendimento a esta convocação.
Este anúncio também está disponível no site da Ford.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kOhgK-JwE8Y1tjIDMfQGZ8SPW_M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/q/Hv1uxBT7KECBFOb3TWuA/mutang-geral.jpg" medium="image"/>   <media:description>RECALL: Ford Mustang Mach-E modelos 2023 e 2024</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 03:05:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>China tem maior recall de sua história por causa das maçanetas dos carros</title>  <atom:subtitle>4,3 milhões de carros estão envolvidos no recall que é motivado pela dificuldade de identificação de maçanetas e abertura dos carros em casos de acidentes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/china-maior-recall-sua-historia-por-causa-macanetas-carros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/china-maior-recall-sua-historia-por-causa-macanetas-carros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/COk1yRC4bO_dpWODeqg-8Us86NM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/h/D/2aWsd4TLmMaKDrfHlv2g/geely-ex5-emi-importacao-brasil.jpg" /><br /> ]]>    A busca por novidades em pacotes tecnológicos, desempenho e design são motores da disputa entre as diversas marcas do mercado automotivo mundial. Na China, contudo, a tentativa de trazer novos estilos de maçaneta causou o que está sendo considerado como maior recall da história do país, afetando cerca de 4,3 milhões de veículos
De acordo com o portal chinês, Car News China, o chamado é motivado pela dificuldade de socorristas, ou mesmo ocupantes, identificarem as maçanetas e abrirem os carros em momentos de acidentes. 
DFM Vigo conta com puxador e maçaneta 
Leonardo Felix/Autoesporte
Com ferramentas digitais e visualmente parecidas com o restante do veículo, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China publicou a norma “Requisitos Técnicos para Segurança de Maçanetas de Portas Automotivas”, que prevê que todas as portas tenham maçaneta externa com função de abertura mecânica. Já na parte interna devem ser facilmente identificáveis, claramente visíveis e posicionadas a no máximo 30 cm das bordas da porta. Outra solução sugerida é uma ferramenta para baixar os vidros automaticamente após uma colisão e, assim, facilitar fugas e resgates.   
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As regras estabelecidas pelo governo chinês entrarão em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2027, para carros zero. Para os já existentes, o prazo para estarem enquadrados na nova norma é até 2029. Entre as marcas afetadas pelo recall, destaca-se a renomada Tesla, além das já conhecidas por aqui, Geely, Chery, Leapmotor, Zeekr e Xiaomi.  Outras marcas que chegarão ao Brasil, como BAIC e DongFeng, também estão na lista. 
Apesar de no momento as regras valerem apenas para o país asiático, a decisão pode tomar proporções mundiais e afetar principalmente o Brasil, um dos maiores importadores de carros chinês no mundo. Com a mudança no mercado local, países que importam veículos chineses receberão os modelos a partir do ano que vem com mudanças nas maçanetas.
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Chineses chegando ao topo no Brasil
BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido do 1º semestre de 2026, com 35.680 emplacamentos
Renato Durães/Autoesporte
Atualmente, no mercado automotivo brasileiro, nenhum  indicador estratégico é tão expressivo quanto o desempenho dos fabricantes chineses. No acumulado até julho, os veículos chineses somaram 284.878 unidades, considerando carros e comerciais leves. O crescimento em relação ao mesmo período de 2025 foi de impressionantes 146,67%. 
Outro ponto que chama a atenção é na venda de elétricos. Em julho, o segmento somou 25.764 unidades emplacadas em todo o território nacional e trouxe, pela primeira vez na história, três diferentes modelos elétricos, todos chineses, entre os 10 mais vendidos no ranking geral.
O feito foi alcançado pela BYD, que marcou duas presenças na lista com os modelos Dolphin Mini e Dolphin, que venderam 7.265 e 6.492 unidades, respectivamente, ficando em 6º e 8º no ranking geral e pela Geely, que celebrou o desempenho do EX2, que vendeu 5.898 unidades e foi o 9º colocado do mês. Vale lembrar que até 2028 ao menos 8 novas marcas chinesas irão estrear no Brasil.
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O futuro também trará ainda mais similaridades entre os dois. O Spark já é montado no Brasil, na Planta Automotiva do Ceará (PACE), localizada na cidade de Horizonte (CE), nas instalações da antiga fábrica da Troller. Já o Geely EX2 será feito em São José dos Pinhais, no Paraná, na fábrica da Renault, de quem a marca chinesa é sócia. 
Geely EX2 Max tem maior autonomia, mesmo com bateria menor
Renato Durães/Autoesporte
Mas quais são as armas de cada um dos modelos para conquistar o público? Confira abaixo.
Chevrolet Spark EUV x Geely EX2 Max – Motorização 
Os dois veículos são elétricos e possuem apenas um motor. No caso do Chevrolet, são 101 cv e 18,4 kgfm de torque. O motor é montado na dianteira e alimentado por uma bateria de 42 kWh. O SUV faz de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos, conforme dados do fabricante.
Já o Geely EX2 Max tem um motor traseiro de 116 cv e 15,3 kgfm de troque. A bateria do sistema elétrico é de 39,4 kWh. O hatch faz de 0 a 100 km/h em 10,2 s, de acordo com a marca, mas chegou a fazer a mesma prova em 9,7 s em teste da Autoesporte no Campo de Provas Rota 127. 
Chevrolet Spark tem recarga rápida de até 50 kW
Divulgação/Chevrolet
Além de andar mais rápido e, apesar de ter uma bateria menor, o Geely tem maior autonomia. São 289 km segundo o Inmetro contra 258 km do Chevrolet Spark. Há diferenças consideráveis na recarga, uma vez que o Geely pode receber até 70 kW na recarga rápida contra 50 kW do Spark. Em caso de recarga em corrente alternada, a potência de ambos é de 6,6 kW. 
Chevrolet Spark EUV x Geely EX2 – Dimensões 
Em termos de dimensões, há uma diferença considerável entre os dois modelos. O Geely EX2 é consideravelmente mais espaçoso, uma vez que tem 4,13 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,58 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. 
Chevrolet Spark EUV 2026 tem porta-malas menor que o rival
Divulgação
Já o Chevrolet Spark tem 4 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,72 m de altura e 2,56 m de entre-eixos. Além disso, o SUV foi homologado para quatro ocupantes apenas. 
Ambos possuem dois porta-malas, um traseiro e um dianteiro, nos dois casos a vantagem é do EX2. São 375 litros no porta-malas principal e outros 70 litros na dianteira. No Spark são 355 litros na traseira e 35 litros sob o capô.
 
Chevrolet Spark EUV x Geely EX2 – Equipamentos
Geely EX2 Max e Spark possuem listas de equipamentos parecidas
Renato Durães/Autoesporte
A lista de equipamentos dos dois concorrentes é bem similar. Ambos possuem seis airbags e pacote de assistência ao condutor, a diferença neste último item fica a favor do Spark, que tem assistência de permanência em faixa com centralizador, algo indisponível no Geely. 
Na câmera 360º, o EX2 entrega a função chassi transparente, indisponível no rival. O Spark dá o troco com a presença de sensor de estacionamento dianteiro, limpador do vidro traseiro, sensor de chuva, e retrovisores rebatíveis eletronicamente. Em termos de conforto, o Geely EX2 tem saída de ar-condicionado para o banco traseiro, algo indisponível no Spark. 
Chevrolet Spark tem painel tradicional de veículos chineses
Divulgação
Vale ressaltar que os dois pacotes ADAS englobam farol alto com controle inteligente, alerta de mudança de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática de emergência. Ambos, contudo, devem sensor de ponto cego.
Chevrolet Spark EUV x Geely EX2 – Preços
O preço de tabela dos dois modelos pode sugerir uma grande distância. O Geely EX2 Max é precificado em R$ 136.800, enquanto no site oficial da Chevrolet o preço do Spark é de R$ 154.990. 
No entanto, no Mercado Livre, nas lojas oficiais das marcas, os dois carros se aproximam. O Geely mantém o preço de tabela, mas oferece Wallbox gratuito ou um ano de recarga. Já o Spark é vendido por R$ 144.990, um abatimento de R$ 10 mil. 
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dq5POMeks2bN6mZHkS-rycezyf8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/J/B/G9saNPQAqQgposNdzaEQ/chevrolet-spark-euv-2026-dianteira-movimento.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Spark EUV 2026</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:38:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pedágio Free Flow: veja como consultar cobranças no app CNH do Brasil</title>  <atom:subtitle>Motoristas terão até o dia 16 de novembro para regularizar todas as suas pendências</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/08/pedagio-free-flow-veja-como-consultar-cobrancas-app-cnh-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/08/pedagio-free-flow-veja-como-consultar-cobrancas-app-cnh-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DiGNjC1t5G8U9i8LL8hhcqN5Rhw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/N/f/f4n86KTUuVs8n6oQR8Bg/pedagio-free-flow-rodovia-rio-santos-br-101-ccr-4.jpg" /><br /> ]]>    Desde sua criação, em 2023, o pedágio Free Flow tem sido motivo de opiniões controversas. Isso porque, apesar de melhorar o congestionamento causado pelas cabines, a forma de pagamento causava dúvidas. A partir desta segunda-feira (24), o Governo do Brasil anunciou que as consultas às passagens realizadas em pedágios eletrônicos poderão ser feitas pelo app CNH do Brasil.
A mudança significa uma centralização da informação que acontecia de maneira individual para cada pedágio e sua concessão. Agora todas as tarifas poderão ser vistas de maneira única no mesmo aplicativo em que está presente a CNH digital.  
Não pagar a cobrança do Free flow resulta em multa de R$ 195, 20, além de 5 pontos na CNH
CCR Rio-SP
Para consultar às pendências, o motorista deve:
Dentro do CNH do Brasil, acessar o painel “veículos”
Escolher e selecionar seu veículo 
Tocar em “pedágio eletrônico”. 
Nesta aba estão todas as passagens de cada condutor em ordem cronológica. Informações referentes à situação da cobrança, como: pago, vencido, ou em processamento, além de prazo final para regularização,  também estão disponíveis. O mesmo procedimento vale para quem tem tags instaladas, nesse caso, contudo, os pagamentos são feitos automáticamente.
Anteriormente, o sistema de cobrança já havia passado por mudanças, chegando a suspender cerca de 3,4 milhões de multas de motoristas que não efetuaram o pagamento.  
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Onde fazer o pagamento?
Motoristas podem consultar suas pendências no app CNH do Brasil
Jady Peroni/Autoesporte
Mesmo que a partir de agora a consulta das taxas possam ser feitas pelo CNH do Brasil, para pagar ainda é necessário acessar o canal oficial da concessionária responsável, também indicado no aplicativo. Para quem ainda possui uma tarifa pendente, terá até dia 16 de novembro, de acordo com a resolução CONTRAN 1.026, para regularizar.
Vale destacar que o pagamento continua obrigatório e deve ser feito em até 30 dias, a partir do momento que o app disponibilizá-lo. Para o auxílio dos motoristas, a ferramenta digital envia notificações que alertam sobre o vencimento da tarifa em até 5 dias antes do fim do prazo. Quem não fizer o pagamento no prazo estabelecido estará sujeito a multa de R$ 195, 23, além de 5 pontos na carteira de motorista. 
De acordo com Marco Aurélio Barcelos, presidente da ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), organização que reúne captadores e mobilizadores de recursos de todo o país, a ideia é ampliar o projeto para ações como pesagem em movimento e fiscalização remota.  
O que acontece com quem já pagou a multa?
Desde o início do período de transição, 1.324.797 multas por não pagamento de tarifas do free flow foram canceladas após os respectivos débitos serem regularizados. A regra também contempla os usuários que já quitaram a multa de trânsito decorrente do não pagamento da tarifa do free flow.
Nesses casos, o usuário poderá solicitar o ressarcimento do valor da multa ao órgão responsável pela autuação, desde que efetue o pagamento da tarifa de pedágio correspondente até 16 de novembro de 2026.
Como funciona o free flow?
Motoristas terão até dia 16 de novembro para regularizar suas pendências
Gustavo Mansur/Secom
O sistema é uma modalidade de cobrança de tarifas em rodovias que acontece de forma digital, sem praças físicas de pedágio. As rodovias com free flow têm alguns pórticos que registram automaticamente a passagem dos veículos e geram as cobranças, através das placas dos veículos ou dos tags no para-brisa. 
A intenção é reduzir o trânsito e o congestionamento que são registrados nas praças de pedágio em algumas épocas do ano. O free flow começou a ser usado no Brasil em 2023 e atualmente está presente nas seguintes rodovias:
BR-101/RJ-SP - concessionária do Sistema Rodoviário Rio-São Paulo (RioSP/Motiva)
BR-381/MG - concessionária Nova 381 S.A
BR-262/MG - Way-262 – concessionária da Rodovia BR-262/MG S.A.
BR-116/SP-RJ - concessionária do Sistema Rodoviário Rio-São Paulo (RioSP)
BR-364/RO - concessionária Nova 364
BR-277/PR - concessionária EPR Iguaçu
BR-369/PR - concessionária EPR Paraná
SP-099 (Contorno Sul da Tamoios) - concessionária Tamoios
SP 150 - Sistema Anchieta-Imigrantes 
SP-333 - concessionária Ecovias Noroeste Paulista
SP-326 - concessionária Ecovias Noroeste Paulista
MG-459 - concessionária EPR Sul de Minas
Rodovias Estaduais (CSG): ERS-122, ERS-240, ERS-446 e RSC-453
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DiGNjC1t5G8U9i8LL8hhcqN5Rhw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/N/f/f4n86KTUuVs8n6oQR8Bg/pedagio-free-flow-rodovia-rio-santos-br-101-ccr-4.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pedágio free flow Rodovia Rio-Santos BR-101 - CCR 4</media:description>   <media:credit>CCR Rio-SP</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 16:25:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Caoa Chery Tiggo 7 2027 vai mudar visual também nas versões a combustão</title>  <atom:subtitle>SUV médio terá dianteira e interior renovados, alinhados com as mudanças adotadas pela configuração híbrida plug-in (PHEV) em junho</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/08/caoa-chery-tiggo-7-2027-mudar-visual-versoes-combustao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/08/caoa-chery-tiggo-7-2027-mudar-visual-versoes-combustao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PDh2cjySjLHNW7TXzkwedlNvaWM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/U/c/jGNK5xQwqk8MoVzXAI7w/caoa-chery-tiggo7-novo-teaser.jpg" /><br /> ]]>    A Caoa Chery prepara mais novidades para o Tiggo 7 no Brasil. Depois de renovar a versão híbrida plug-in (PHEV) em junho deste ano, a fabricante divulgou um vídeo teaser que antecipa a chegada do novo visual também às demais configurações do SUV médio. A atualização fará parte da linha 2027, que será apresentada nesta terça-feira (25).
Nas imagens, ainda bastante escurecidas, é possível identificar alguns dos principais elementos apresentados recentemente no Tiggo 7 Pro PHEV. O destaque está na dianteira, que ganha grade maior, com novo padrão interno, e faróis redesenhados. O conjunto aproxima o SUV do Tiggo 8, ainda mais com o novo desenho dos faróis. O para-choque, no entanto, é diferente, com tomadas de ar exclusivas. 
Caoa Chery Tiggo 7 Pro Plug-in Hybrid 2027 passou a ter visual próximo ao do Tiggo 8 PHEV 
Divulgação
A traseira também aparece rapidamente no vídeo e revela uma nova assinatura luminosa para as lanternas. Já na cabine, o teaser mostra duas telas de 12,3 polegadas integradas em uma prancha, console central elevado e apenas alguns botões físicos. Ou seja, o interior também ficará alinhado ao da versão híbrida plug-in. 
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Até o momento, a marca não revelou qualquer mudança na lista de equipamentos. Por dentro, o painel acompanha as mudanças com novas saídas de ventilação, console central redesenhado, manopla de câmbio revisada e volante inédito.
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Com as mudanças de design, as dimensões também podem ser unificadas na gama. Dessa forma, o SUV médio vai oferecer 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,70 m de altura e 2,67 m de entre-eixos. Na versão de entrada, o porta-malas de 525 litros será mantido, enquanto as versões mais caras podem ter o mesmo salto da configuração PHEV, que passou de 475 litros para 484 litros.
Novos Caoa Chery Tiggo 5x e Tiggo 7 são registrados no Brasil
Atualmente, o SUV está disponível em quatro versões: Sport, Pro Max Drive, Pro PHEV e Pro Hybrid Max Drive. Os preços vão de R$ 149.990 a R$ 209.990. 
Caoa Chery Tiggo 7 vai adotar a mesma assinatura de lanterna da versão PHEV
Divulgação
Conjunto mecânico do Caoa Chery Tiggo 7 
Por enquanto, a Caoa Chery não informou se a renovação visual virá acompanhada de alterações mecânicas, como aconteceu com a versão híbrida plug-in. O Tiggo 7 Pro PHEV estreou a nova geração do sistema Caoa Chery Super Hybrid (CCSH), que combina um motor 1.5 turbo a gasolina a dois propulsores elétricos. São 279 cv de potência combinada e 37,2 kgfm de torque.
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A gama atual do Tiggo 7 utiliza três conjuntos diferentes além do sistema PHEV. A versão Sport é equipada com motor 1.5 turbo flex e câmbio automático CVT. Em 2026, a Caoa Chery recalibrou esse propulsor de 150 cv para 143 cv como parte de uma estratégia para enquadrá-lo em uma faixa menor de tributação do IPI Verde. O torque de 22,5 kgfm não mudou.
Caoa Cherry Tiggo 7 também será atualizado no interior
Divulgação
Já o Tiggo 7 Pro Max Drive utiliza o motor 1.6 turbo a gasolina associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas. Esse propulsor também passou por recalibração, de 187 cv para 180 cv, igualmente sem alteração de torque (28 kgfm). 
Por fim, o Pro Hybrid Max Drive combina o motor 1.5 turbo flex a um sistema híbrido leve de 48 volts e transmissão CVT. A configuração atual entrega até 160 cv e 25,5 kgfm.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PDh2cjySjLHNW7TXzkwedlNvaWM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/U/c/jGNK5xQwqk8MoVzXAI7w/caoa-chery-tiggo7-novo-teaser.jpg" medium="image"/>   <media:description>Caoa Chery Tiggo 7 2027 </media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:54:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jaecoo 7: saiba o que traz cada versão do SUV híbrido plug-in</title>  <atom:subtitle>Um dos híbridos plug-in mais baratos do país parte de R$ 189.990 em três versões, todas com 279 cv e 79 km de autonomia elétrica; veja a gama completa no Mercado Livre</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/jaecoo-7-saiba-o-que-traz-cada-versao-suv-hibrido-plug-in.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/jaecoo-7-saiba-o-que-traz-cada-versao-suv-hibrido-plug-in.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/i89QgyljvhYiXUGRn8RSILrHhuQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/2/a/osvUAITjiKIImbJD9zVg/jaecoo7-movimento01.jpg" /><br /> ]]>    A Omoda &amp; Jaecoo é uma das marcas criadas pelo grupo Chery exclusivamente para vendas fora da China, e foi o Jaecoo 7 um dos primeiros modelos lançados no mercado brasileiro. A história do modelo no país é curta e acelerada, tendo desembarcado aqui em abril de 2025 (ao lado do elétrico Omoda E5), inicialmente com apenas duas configurações, Luxury e Prestige, ambas acima dos R$ 220 mil.
O modelo é importado da China, sobre a plataforma T1X (compartilhada pelo catálogo da Chery), mas a Omoda &amp; Jaecoo já confirmou os trabalhos para erguer sua fábrica em solo brasileiro, de modo que é questão de tempo para haver o Jaecoo 7 nacional.
Por conta do bom custo-benefício, o utilitário caiu no gosto do público: em junho desse ano, o Jaecoo 7 emplacou 2.731 unidades, seu melhor mês, e ajudou a marca a somar 16.805 vendas no primeiro semestre. Curiosamente, o sucesso repete-se em mercados como o Reino Unido, onde o Jaecoo 7 chegou a ser o veículo mais vendido de todo o país.
Foi o bom fôlego de vendas que abriu espaço para o Jaecoo 7 Elite, a versão de entrada desenhada a partir de uma pesquisa com mais de 700 clientes brasileiros e lançada em maio de 2026. Com ela, o carro desceu para a faixa dos R$ 180 mil e virou um dos híbridos plug-in mais baratos do país, mirando compradores que até então olhavam para SUVs médios a combustão bem equipados.
Quem procura o SUV encontra unidades zero-quilômetro anunciadas na loja oficial da marca no Mercado Livre. Os valores foram apurados em agosto de 2026 e podem variar conforme a região, as campanhas promocionais e a negociação nas concessionárias.
Jaecoo  7 2027 — Motor, desempenho e consumo
Motor 1.5 turbo do Jaecoo 7 trabalha com câmbio DHT e teve a potência combinada revista de 339 cv para 279 cv
Renato Durães/Autoesporte
As três versões do Jaecoo 7 têm o mesmo conjunto híbrido plug-in, batizado de SHS. Ele reúne um motor 1.5 turbo a gasolina de injeção direta, com quatro cilindros e 1.499 cm³, que rende 135 cv entre 1.750 e 5.200 rpm e 20,4 kgfm a 2.500 rpm, além de um motor elétrico síncrono de ímã permanente de 204 cv e 31,6 kgfm no eixo dianteiro. O câmbio é do tipo DHT, dedicado a híbridos, com uma única marcha física, e a tração é dianteira.
Na estreia, a Omoda &amp; Jaecoo declarava 339 cv e 52 kgfm de potência e torque combinados. Na linha  2027, a marca revisou tais números, e a ficha técnica atual aponta 279 cv e 37,2 kgfm. O desempenho declarado é de 8,5 segundos de 0 a 100 km/h, com 180 km/h de velocidade máxima.
O consumo é o grande argumento do SUV: segundo o Inmetro, o Jaecoo 7 faz 15,1 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada rodando com o motor a combustão em ação — números de híbrido pleno, não de plug-in com bateria descarregada. 
Por enquanto, ainda não há opção flex: o motor a combustão trabalha apenas com gasolina. A eficiência energética homologada é de 0,62 MJ/km. 
A bateria de lítio-ferro-fosfato (LFP) tem 18,3 kWh e é a mesma nas três versões. Ela garante 79 km de autonomia no modo elétrico pelo padrão do Inmetro, e a marca declara mais de 1.200 km de alcance combinado somando a carga ao tanque de 60 litros.
A recarga em corrente alternada aceita até 6,6 kW e leva cerca de três horas para completar a bateria. Em corrente contínua, o padrão CCS2 admite até 40 kW e vai de 20% a 80% em torno de meia hora. O SUV traz ainda função V2L de 3,3 kW, que transforma o carro em tomada para alimentar equipamentos externos.
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Dimensões e porta-malas
Jaecoo 7 é um SUV médio, mas com dimensões generosas para esse segmento
Renato Durães/Autoesporte
O Jaecoo 7 mede 4,50 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 1,67 m de altura, com 2,67 m de entre-eixos — números maiores do que os de um Jeep Compass, por exemplo.  A suspensão é independente nas quatro rodas — com arranjo McPherson na dianteira e multibraço na traseira — e os freios são a disco nas quatro rodas — ventilados na frente. 
Com a bateria e os motores a bordo, o SUV pesa 1.795 kg e tem capacidade de carga de 415 kg. A fabricante informa 500 litros de capacidade no porta-malas. O banco traseiro é bipartido 60/40 e rebate no nível do piso. Em lugar do estepe, o SUV vem com kit de reparo de pneus.
A garantia é um atrativo à parte: são sete anos ou 150 mil km de proteção para o veículo e oito anos ou 150 mil km para a bateria de tração. As revisões acontecem a cada 10.000 km ou 12 meses.
Versões e preços do Jaecoo 7
A gama do Jaecoo 7 2027 tem três configurações, sempre com o mesmo conjunto híbrido plug-in. As cores oferecidas são branco Artic, prata Crest, cinza Highland — um tom esverdeado — e preto Andromeda, com opção de teto preto contrastante em parte da gama. A marca não trabalha com pacotes de opcionais: o conteúdo é definido pela versão escolhida.
Preços e versões do Jaecoo 7
1. Jaecoo 7 Elite: R$ 189.990
Desde a versão de entrada do Jaecoo 7 já há rodas de aro 19 com desenho aerodinâmico
Omoda &amp; Jaecoo/Divulgação
A versão de entrada não faz jus ao conceito de ‘básico’. Isso porque o Jaecoo 7 Elite já traz rodas de liga leve aerodinâmicas de 19", conjuntos ópticos full LED com faróis de neblina e acendimento automático, maçanetas externas retráteis, retrovisores elétricos aquecidos e rebatíveis, barras longitudinais no teto e spoiler  traseiro com brake light.
Por dentro, o ar-condicionado é digital de duas zonas, com ionizador, filtro antipólen e saída para o banco traseiro. Os bancos dianteiros têm ajustes elétricos e revestimento sintético premium, o volante é revestido de couro e o console central tem porta-objetos refrigerado. 
A lista ainda soma iluminação ambiente configurável em LED, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold, tampa do porta-malas elétrica com sensor de presença e carregador de celular por indução com refrigeração.
Espaço traseiro é bom e comodidades incluem saída de ar para a segunda fila
Divulgação
A parte de tecnologia reúne quadro de instrumentos digital de 10,25", central multimídia vertical de 13,2" com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, navegação com GPS embarcada, partida sem botão pelo sistema Contactless Power-On e som com seis alto-falantes.
Em termos de segurança,  há seis airbags, monitoramento de pressão dos pneus, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré com guias dinâmicas e retrovisor interno eletrocrômico. 
O pacote de assistências traz controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com função para congestionamento, frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal, alerta de saída de faixa, farol alto inteligente e assistente de partida em rampa.
2. Jaecoo 7 Luxury: R$ 234.990
A versão intermediária do Jaecoo 7 cobra R$ 45 mil sobre a Elite e concentra o salto em conforto e conectividade — sem perder nada do que a versão de entrada oferece. 
A mudança mais visível é o teto solar panorâmico com acionamento elétrico, que atravessa boa parte do teto veículo. Os bancos dianteiros passam a ser ventilados e oferecem um alívio bem-vindo no verão brasileiro.
Teto solar surge a partir da versão intermediária do Jaecoo 7
Omoda &amp; Jaecoo/Divulgação
O Jaecoo 7 Luxury também é a porta de entrada para os serviços conectados: ele traz o sistema IOV, que permite ligar o carro, acionar o ar-condicionado e localizar o veículo pelo celular, além das atualizações remotas de software (OTA), com um ano de pacote de dados oferecido pela marca. 
A lista de segurança soma airbag de joelho para o motorista — elevando o total de bolsas para sete — e a câmera 540°, que combina visão de 360° com imagem do assoalho para manobras em terreno irregular.
GWM Poer
3. Jaecoo 7 Prestige: R$ 256.990
Jaecoo 7 Prestige é a única versão com sistema de som assinado pela Sony, com oito alto-falantes
Renato Durães/Autoesporte
No topo da gama, a versão Prestige pede R$ 22 mil sobre a Luxury e responde com a lista completa de assistências e um punhado de refinamentos. 
A central multimídia troca a tela vertical de 13,2" pelo painel horizontal de 14,8", e o motorista ganha head-up display colorido projetando velocidade, orientações de navegação e alertas no para-brisa. O som ainda deixa de ser o conjunto básico e vira sistema Sony com oito alto-falantes.
Os bancos dianteiros somam aquecimento à ventilação, e o do motorista recebe ajuste elétrico de lombar, memória de posições e função welcome, que recua o assento na abertura da porta. Os retrovisores externos também guardam memória, as portas projetam iluminação no chão ao abrir e o SUV traz câmera de bordo (dashcam) integrada.
Na versão de topo a central multimídia do Jaecoo 7 fica maior
Renato Durães/Autoesporte
O grande diferencial, porém, está no pacote ADAS 2.5: ele acrescenta monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro com frenagem, alerta de colisão traseira, alerta de portas abertas, monitoramento de fadiga do condutor, assistente de centralização na faixa e manutenção de faixa de emergência. 
São justamente os sistemas que faltam nas duas versões mais baratas— e a razão pela qual a Prestige segue como a única configuração do Jaecoo 7 com o repertório de assistências completo. Nela, nada sai da lista em relação à Luxury.
GWM Poer
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/i89QgyljvhYiXUGRn8RSILrHhuQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/2/a/osvUAITjiKIImbJD9zVg/jaecoo7-movimento01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jaecoo 7 tem desenho com linhas retas, maçanetas retráteis e rodas de 19" em toda a gama</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:32:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: Volvo ES90 é sedã elétrico com som de cinema e que purifica o ar</title>  <atom:subtitle>Modelo executivo esbanja desempenho, conforto, tecnologia e truques surpreendentes para ser uma alternativa aos SUVs por R$ 659.950</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/teste-volvo-es90-seda-eletrico-som-cinema-purifica-ar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/teste-volvo-es90-seda-eletrico-som-cinema-purifica-ar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ZNP08TgjBtIQLB8iLcrpj12m9ts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Q/m/nAApG5QPGrC3oATQAJLw/volvo-es90-dinamica.jpg" /><br /> ]]>    “O próximo lançamento do mercado automotivo brasileiro será um SUV”. Se essa sentença fosse uma aposta na Mega-Sena da virada, a probabilidade de alguém ficar milionário seria deveras alta. Mas quem fizer esta aposta agora vai se dar mal, porque (ainda bem) o Volvo ES90 é uma bem-vinda exceção à regra.
O sedã elétrico executivo está sendo lançado no Brasil, mais precisamente no Festival Interlagos 2026, por R$ 659.950. Ou seja, bem mais barato do que o EX90, seu irmão de plataforma, que parte de  R$ 849.950. E Autoesporte já teve o primeiro contato com o modelo que será comercializado em versão única, Twin Motor Performance, a mais potente da gama.
Em nosso teste o Volvo ES90 apresentou autonomia real de aproximadamente 400 km 
Renato Durães/Autoesporte
É claro que a expectativa da marca sueca não é fazer um grande volume de vendas com o ES90. Apenas pequenos lotes com algumas dezenas de unidades devem ser oferecidos em nosso mercado, com foco em executivos que não abrem mão da tradição de um sedã para viajar confortável no banco do passageiro, mas que também querem experimentar todas as novidades de um carro elétrico.
E o ES90 é um daqueles elétricos típicos da escola chinesa, cheios de truques. Afinal, a Volvo pertence hoje à gigante Geely e o ES90 compartilha diversos itens com outros carros do grupo, especialmente da Zeekr. Os retrovisores externos, por exemplo, são idênticos.
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Para começar, não há uma chave convencional. As portas se destrancam ao encostarmos um cartão NFC no sensor da maçaneta do motorista ou quando cadastramos uma chave virtual na carteira digital de um celular Samsung ou Apple. Neste caso, basta aproximar o próprio smartphone do sensor, mesmo com a tela bloqueada. Um recurdo muito prático, embora tenha falhado algumas vezes durante nosso teste. Não fez mal: o ES90 também destrava as portas pelo aplicativo da Volvo. Ufa.
Volvo ES90 tem chave por cartão 
Renato Durães/Autoesporte
Outro truque interessante é o ar-condicionado digital de nada menos que quatro zonas, dotado de um filtro que purifica o ar antes de circulá-lo na cabine. O teto panorâmico tem o mesmo controle variável de opacidade visto em modelos de marcas rivais, como BMW e Porsche. Já o banco traseiro reclina o encosto lombar e vira quase uma poltrona de classe executiva, com direito a mesa de refeição.
Volvo ES90 traz rodas aro 22
Renato Durães/Autoesporte
Mas o que merece destaque mesmo é o sistema de som, assinado pela Bowers &amp; Wilkins, com 25 alto-falantes – inclusive embutidos nos encostos de cabeça dianteiros –, possui múltiplas regulagens com efeito 3D por meio de um recurso na central multimídia chamado “Abbey Road”. Sim, é o famoso estúdio dos álbuns dos Beatles. Por meio dele, o condutor ou passageiro escolhe em quais pontos da cabine o som se concentra, ou seleciona a função “anfiteatro”, que otimiza o áudio por toda a cabine com uma qualidade altíssima.
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A suspensão com molas pneumáticas permite rebaixar ou aumentar a altura do solo em até 4,8 cm, a fim de facilitar o acesso de passageiros ou o manejo de objetos no porta-malas quando o ES90 está parado. Em movimento, o ajuste possibilita melhorar a aerodinâmica na estrada ou aumentar os ângulos de transposição na cidade.
Volvo ES90 tem acabamento interno refinado e som de cinema
Renato Durães/Autoesporte
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As peculiaridades continuam com a tampa do porta-malas, que se estende até o vidro traseiro, como em um cupê ou fastback. A abertura elétrica pode ser feita pela chave, por botão na própria tampa ou um sensor de proximidade dos pés no para-choque. Aliás, o bagageiro comporta 442 litros, além de 27 l extras no compartimento frontal sob o capô.
Como quase tudo é superlativo no Volvo ES90, os faróis de LED fazem um jogo de luzes quando você destrava o carro. As dimensões também são enormes: 5 metros de comprimento, 1,94 m de largura e longuíssimos 3,10 m de entre-eixos, sendo 1,55m de altura. Para ornar com este tamanho todo, as rodas não poderiam ser menores do que 22 polegadas.
Volvo ES90 tem suspensão pneumática que permite ajustar a altura do sedã em relação ao solo
Renato Durães/Autoesporte
Não precisamos dizer o quão o ES90 é espaçoso com todo esse porte, permitindo que passageiros adultos viagem no banco de trás praticamente deitados. Nada mais executivo. O padrão de acabamento também encanta e, aqui, percebemos novamente a influência chinesa, com o uso de materiais de alto padrão e muito bem encaixados, mas sem exageros. Ainda bem.
Assim, o ES90 tem um ambiente interno com couro claro e microperfurado dos bancos. Já os revestimentos de painel, console central e guarnições das portas laterais são quase todos macios ao toque e em cor cinza, com alguns elementos que imitam metal ou madeira clara.
Volvo ES90 tem amplo espaço para os ocupantes do banco traseiro
Renato Durães/Autoepsorte
Em outra solução à chinesa, a central multimídia estilo tablet de 14,5 polegadas concentra praticamente todos os comandos do veículo, desde os ajustes dos retrovisores até o ar-condicionado. Ter alguns botões físicos à disposição faz falta, certamente, mas pelo menos o sistema funciona com ótima resolução e velocidade.
Como não poderia deixar de ser, há Android Auto e Apple CarPlay sem fio, mas o sistema de entretenimento do ES90 traz internet 5G e aplicativos integrados, como Spotify e Google. Ou seja, é possível logar em sua conta do Google na central e sincronizar o uso de streaming de música ou um mapa GPS, como Waze ou Google Maps, sem precisar encostar no smartphone e gastar sua bateria ou plano de dados.
Volvo ES90 tem lanternas em formato de C
Renato Durães/Autoesporte
De fato, há muita coisa para explorar no Volvo ES90 mesmo sem dirigi-lo. Aliás, o elétrico sequer precisa de botão de partida: basta colocar a alavanca de câmbio em D com o cartão NFC ou o celular a bordo para iniciar a condução. Quando ela começa, o sedã surpreende ainda mais.
São dois motores elétricos, um dianteiro de 299 cv e 39,7 kgfm e outro traseiro de 381 cv e 48,9 kgfm. No total, temos 680 cv de potência e 88,7 kgfm de torque combinados, o que leva o ES90 de 0 a 100 km/h em meros 4 segundos, apesar de pesar 2.610 kg.
Volvo ES90 tem bancos dianteiros com ajustes elétricos, couro microperfurado e até massagem
Renato Durães/Autoesporte
Uma curiosidade é que o motor dianteiro é assíncrono, sem ímãs permanentes. Além de mais barata para produzir e manter, esta solução torna o desacoplamento mais fácil quando o motor em questão não está em uso, sem depender de uma engrenagem para isso. Ou seja, o Volvo ES90 tem tração integral, mas ela é prioritariamente traseira.
Mesmo com tração integral, são as rodas traseiras que movem o ES90 na maior parte do tempo
Renato Durães/Autoesporte
Todo este combo poderia dar a entender que o elétrico entrega um comportamento esportivo por essência, mas não é o caso. É óbvio que as arrancadas e retomadas são muito vigorosas, mas, se o motorista mantiver um pé pacato sobre o acelerador, terá à mão um carro elétrico suave e agradável de dirigir.
O silêncio a bordo e o comportamento macio da suspensão pneumática, mesmo sem permitir que a carroceria pendule demais, tanto lateral quanto longitudinalmente, contribuem para isso. A plataforma com baterias integradas ao chassi no assoalho, o que reduz o centro de gravidade, explicam esse comportamento.
Suspensão pneumática cumpre bem o papel de garantir um rodar confortável e silencioso
Renato Durães/Autoesporte
Em resumo, o ES90 é um carro com excelente equilíbrio entre rigidez e conforto, e que ainda permite ao motorista regular, na central multimídia (sempre ela), os níveis de firmeza da direção, de resposta do acelerador e dos freios e de frenagem regenerativa (incluindo uma opção automática). A única parte ruim é a visibilidade traseira, horrível devido à forte angulação do vidro.
Volvo ES90 tem controle digital na saída de ar-condicionado do banco traseiro
Renato Durães/Autoesporte
Por outro lado, as câmeras para manobra em 540 graus estão entre as melhores que já testei, sendo verdadeiramente úteis no uso, o que é raro. Os sistemas Adas de condução ativa – frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e assistente de permanência em faixa – também são muito bem calibrados, sem ser intrusivos demais.
Volvo ES90 faz o 0 a 100 km/h em meros 4 segundos
Renato Durães/Autoesporte
Equipado com baterias de íons de lítio do tipo níquel-cobalto-manganês (NMC) de 106 kWh, o Volvo ES90 oferece 102 kWh de capacidade útil, o que perfaz uma autonomia de até 524 km na homologação brasileira do Inmetro. Na Europa, fala-se em 700 km de alcance em uso urbano, mas preciso dizer que, durante nossa avaliação, a autonomia real projetada ficou em torno de 400 km, incluindo pequenos circuitos rodoviários.
Tamanho do porta-malas do Volvo ES90 não é gigante, mas comporta 442 l de bagagem
Renato Durães/Autoeporte
Por conta da arquitetura de 800 Volts, o sedã executivo elétrico proporciona recargas rápidas (DC) a até 350 kW, o que permite recuperar entre 10% e 80% da carga em meros 22 minutos. Por outro lado, o carregamento lento (AC) não passa de 11 kW e, neste caso, seriam necessárias singelas dez horas para ir de zero a 100%.
Sabemos que vai ser difícil encontrar um Volvo ES90 nas ruas do Brasil. O volume de vendas será baixo e a marca vai trazer lotes pequenos do modelo. Mas não deixa de ser uma novidade bem-vinda. Em um mercado cada vez mais monopolizado por SUVs que mal se distinguem um do outro, qualquer sedã ganha destaque por sair do lugar comum. Ainda mais um cheio de truques tão surpreendentes.
Volvo ES90 tem grande teto panorâmico, mas ele não abre
Renato Durães
Pontos positivos: equilíbrio entre desempenho e conforto; autonomia; sistema de som;
Pontos negativos: visibilidade traseira; recarga lenta; ausência de carregador por indução
Volvo ES90
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ZNP08TgjBtIQLB8iLcrpj12m9ts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Q/m/nAApG5QPGrC3oATQAJLw/volvo-es90-dinamica.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volvo ES90 - movimento</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 14:00:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ford Ranger Cabine Simples: como é a picape feita para o trabalho</title>  <atom:subtitle>Picape média parte de R$ 256.600, tem câmbio automático ou manual e mira os frotistas na configurações de caçamba e chassi-cabine</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/ford-ranger-cabine-simples-tudo-sobre-picape.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/ford-ranger-cabine-simples-tudo-sobre-picape.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EM-sHRf6bC8U8qwon3frUs6jki4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Y/u/LoA1i3RBq6r2X9bgnxUA/ranger-cabine-simples-4-.jpg" /><br /> ]]>    A Ford Ranger cabine simples está entre nós. A versão voltada ao trabalho, baseada na configuração XL, já pode ser encomendada nas concessionárias com caçamba ou "chassi-cabine", em opções com câmbio automático ou manual, sempre aliado ao motor 2.0 turbo de 170 cv de potência. O propósito da picape média é atender frotistas e o cliente agro.
Nem todas as concessionárias terão a Ranger cabine simples no showroom. A Ford classificou a exibição da picape como opcional, embora possa ser encomendada em qualquer loja. A tendência é que o modelo apareça somente nas regiões de maior volume de vendas, como o Centro-Oeste brasileiro. 
Veja os preços da linha Ford Ranger XL 2026:
Ford Ranger XL 4X4 MT cabine simples: R$ 256.600;
Ford Ranger XL 4X4 AT cabine simples: R$ 266.600;
Ford Ranger XL 4X4 MT chassi cabine: R$ 248.600;
Ford Ranger XL 4X4 AT chassi cabine: R$ 258.600;
Ford Ranger XL 4X4 MT cabine dupla: R$ 272.600;
Ford Ranger XL 4X4 AT cabine dupla: R$ 282.600.
Ford Ranger XL 2026: motor, câmbio, consumo e impressões ao volante
Motor da Ford Ranger XL 2026 também é usado nas versões XLS e Black
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Abaixo do capô, a linha XL 2026 da Ford Ranger mantém o motor 2.0 Panther turbodiesel de quatro cilindros que desenvolve 170 cv de potência e 41,3 kgfm de torque entre 1.750 rpm e 2.500 rpm. É exatamente o mesmo utilizado nas versões XLS e Black da picape média. Já o câmbio, como elaboramos, pode ser automático ou manual, com seis marchas em ambas as combinações. 
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A tração é integral com diferencial traseiro blocante. Já a suspensão está com o curso 15 milímetros maior e a traseira é em feixes, com quatro estágios de carga. Por fim, os amortecedores externos são à longarina e, segundo a marca, o sistema de freios foi redimensionado.
Autoesporte dirigiu a picape num curto trajeto urbano em São Paulo (SP), onde as Ranger de cabine simples mais comuns são antigas e pertencem à Companhia de Engenharia de Trafego (CET). Mesmo com a cabine enxuta e nenhum espaço para armazenar qualquer objeto mais volumoso — como mochilas — a picape volta a se destacar pela condução semelhante à de um automóvel. 
Dirigimos a versão automática, cujo câmbio de seis marchas tem comportamento suave e passagens macias. Sem o peso extra da cabine e a caçamba totalmente vazia, a Ranger parece mais leve de conduzir, embora a Ford declare os mesmos 12 segundos para atingir 100 km/h. A picape tampouco vibra nas acelerações, o que amplia a sensação de se estar dirigindo um SUV. 
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Segundo a Ford, a picape tem ângulo de ataque de 30°, ângulo de saída de 26°, ângulo de transposição de 22° e capacidade de imersão de 80 centímetros. A suspensão é firme e bem calibrada, o que evita "ciscadas" em valetas e lombadas. 
Na versão com caçamba, a Ranger cabine simples tem 1.690 litros de capacidade volumétrica. Já a capacidade de carga muda de acordo com a configuração:
Capacidade de carga da Ford Ranger XL 2026
Comparando com a Hilux STD e a S10 WT, o torque máximo da picape é entregue em rotações mais baixas que o da rival japonesa e equivalente ao da caminhonete americana. No modelo da Chevrolet, o torque máximo é entregue com cerca de 2.000 rpm, sendo 46,9 kgfm na versão com câmbio manual e cerca de 52 kgfm com câmbio automático. Já para a Hilux, são 42,8 kgfm a 3.400 rpm com transmissão manual e 50,9 kgfm a 2.800 rpm com caixa automática de seis velocidades.
A Ford Ranger XL cabine simples faz 10 km/l no ciclo urbano e 11,5 km/l em trajeto rodoviário, segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV). O consumo combinado divulgado é de 10,7 km/l e o tanque tem capacidade para 86 litros de combustível. 
Ford Ranger XL 2026: design, dimensões e capacidade de carga
Ford Ranger XL 2026 chassi cabine tem o mesmo design da opção cabine simples
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
O visual dianteiro da picape não muda tanto em relação às versões mais caras, mas traz para-choque dianteiro em plástico preto fosco. Os retrovisores e maçanetas também são em preto e não seguem a cor da carroceria. 
No Brasil, é importante destacar, a linha XL está disponível apenas na cor branca. Já a traseira, traz a inscrição Ranger em baixo relevo centralizada na tampa da caçamba e as rodas são de 16 polegadas com aço estampado. 
Ford Ranger XL 2026 cabine simples tem até 1.223 kg de capacidade de carga
Divulgação/Ford
Em dimensões, estamos diante de uma picape com 5,37 metros de comprimento, 1,92 m de largura, 	1,88 m de altura e 3,27 m de entre-eixos. Esta última, é maior que o da Hilux (3,09 m) e que o da S10 (3,10 m). 
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Cabine da versão manual da Ford Ranger XL
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Em conectividade, a Ranger XL oferece em todas as carrocerias quadro de instrumentos de 8 polegadas e central multimídia Sync 4 de 10". Nesta geração, a central multimídia já aceita o espelhamento dos modificadores para aplicações específicas. Isso significa, que não há a necessidade de se instalar outras telas no veículo para acompanhar alguma demanda específica, já que na própria tela interativa da picape é possível realizar o espelhamento desses programas. 
Ford Pro faz monitoramento remoto de frotas
Versões da Ford Ranger XL 2026 chassi cabine e implemento têm o mesmo entre-eixos de 3,27 metros
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Vale lembrar que a Ranger cabine simples foi enquadrada na divisão Ford Pro, voltada a veículos comerciais e que inclui a Transit, vendida nas opções furgão ou chassi cabine. A 'submarca' inclui um programa de monitoramento de frotas, onde especialistas acompanham informações dos veículos em tempo real. 
A partir deste monitoramento é possível verificar remotamente o nível do óleo, possíveis problemas no motor e até condições de condução do veículo. O objetivo é garantir que a picape fique menos tempo possível parada, o que gera prejuízos aos frotistas.
Veja a lista de equipamentos da linha Ford Ranger XL 2026:
Ford Ranger XL 2026 é equipada com rodas de 16" em aço estampado
Divulgação/Ford
A lista de itens de série divulgada pela Ford contempla tanto as opções de cabine simples como as versões chassi cabine:
Ford Ranger XL 2026 chassi cabine: sete airbags, alarme perimétrico, controle eletrônico de estabilidade com ABS e EBD, faróis halógenos com acendimento automático e ajuste elétrico de altura, luzes DRL, moldura de para-lamas na cor preta, para-barros dianteiros, para-choque na cor preta, pneus aro 16, rodas de aço estampado de 16", retrovisores externos com repetidor de seta, ar-condicionado, bancos revestidos em tecido, vidros elétricos dianteiros com sistema antiesmagamento e one-touch, assistente de partida em rampas, controle automático em descidas, piloto automático, limitador de velocidade, diferencial traseiro blocante, direção elétrica, provisão elétrica de reboque, ajuste de altura profundidade do volante, comandos de voz no volante, duas entradas USB, dois alto-falantes, AppLink da Ford, App Ford gratuito, Portal de Monitoramento da Frota gratuito, assistência de emergência, sistema bluetooth, quadro de instrumentos digital de 8 polegadas e central multimídia Sync 4 de 10" com atualizações em nuvem e conectividade com Android Auto e Apple CarPlay sem fio;
Ford Ranger XL 2026 cabine simples: itens das versões chassi cabine + para-barros traseiro, protetor de borda da caçamba, seis pontos de amarração de carga e trava da tampa da caçamba com chave;
Ford Ranger XL 2026 cabine dupla: itens das versões cabine simples + vidros elétricos traseiros e cintos de segurança traseiros laterais e central de três pontos. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EM-sHRf6bC8U8qwon3frUs6jki4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Y/u/LoA1i3RBq6r2X9bgnxUA/ranger-cabine-simples-4-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ford Ranger cabine simples</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:00:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Denza B3, SUV da marca de luxo da BYD, já tem data para chegar ao Brasil</title>  <atom:subtitle>Modelo de entrada da divisão de luxo da BYD tem porte de Renault Boreal, dois motores elétricos e versão de até 510 cv que vai aos 100 km/h em menos de 5 segundos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/denza-b3-suv-marca-luxo-byd-data-chegar-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/denza-b3-suv-marca-luxo-byd-data-chegar-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JvVLuBAOF0AfyOcFlY3JTLQCNyw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/Y/p/KleixtSNaEMubXHi6tLA/img-9167.jpg" /><br /> ]]>    A Denza, divisão de luxo da BYD,  segue com o cronograma de lançamentos no Brasil. Depois de apresentar oficialmente a perua Z9 GT (que já tinha até preço público) e a van D9, agora prepara a chegada do que deve ser seu modelo de maior volume. É o B3, um SUV médio elétrico apresentado no Salão de Xangai de 2025 e que estreia por aqui no último trimestre do ano. 
Na China, o B3 é vendido como Fang Cheng Bao Tai 3. Porém, para mercados externos, como o Brasil, a BYD optou por lançá-lo como Denza B3, a exemplo do B5 apresentado no Salão do Automóvel. Será o menor modelo da divisão de luxo em nosso mercado. 
Denza B3 tem porte médio, com pouco mais de 4,60 m de comprimento
Divulgação
O preço ainda não foi anunciado. No entanto, certamente ficará abaixo dos R$ 436 mil da versão de entrada do Denza B5. Nossa aposta é que seja posicionado imediatamente acima do BYD Sealion 7, hoje tabelado em R$ 339.990, talvez na faixa dos R$ 350 mil. 
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O porte do Denza B3 é similar ao de um Renault Boreal. São 4,61 metros de comprimento, 2,75 m de entre-eixos, 1,88 m de largura e 1,72 m de altura. Há uma diferença considerável no design. O modelo adota um estilo jipinho, assim como o B5. No entanto, as linhas são ligeiramente mais arredondadas. 
O destaque está na traseira, onde há uma capa plástica que sugere a presença de um estepe. No entanto, ali está um pequeno porta-objetos. Na China, há uma versão equipada com drone da DJI no teto. O recurso dificilmente estará disponível no Brasil.
Tampa plástica na traseira acomoda um porta-objetos, não um estepe
Divulgação
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Em relações às versões, também não há uma confirmação oficial da Denza, mas a tendência é que a marca escolha o pacote mais potente disponível na China. Estamos falando de um conjunto formado por dois motores elétricos (cada um em um eixo, proporcionando tração integral). São 184 cv na frente e 326 cv atrás. A potência combinada é de 510 cv. 
Sobre desempenho, a BYD revelou que o novo SUV pode acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos. Nesta versão, o kit de baterias Blade é de 75,6 kWh, que, no otimista ciclo chinês, garantem autonomia de 565 km. No Brasil, o alcance no padrão do Inmetro deve ficar na faixa dos 400 km. 
Interior do Denza B3 segue o padrão do B5, com alavanca central e botões que lembram o de aviões
Divulgação
Expansão da rede 
Apesar de ser uma divisão de luxo da BYD, a Denza opera no Brasil de forma praticamente independente, com rede própria de concessionárias. Boa parte dos grupos selecionados também têm lojas BYD. 
Mas toda a operação é separada. Por exemplo, se o dono de um B5 precisar de reparos ou quiser fazer uma revisão, não poderá realizar o serviço em uma loja BYD. É um conceito diferente do que a Toyota faz com a Lexus, por exemplo. 
Denza B5 foi o primeiro modelo da marca a ser lançado no Brasil
Divulgação
Por enquanto, a Denza tem sete lojas abertas no Brasil, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Ribeirão Preto (SP), São Luis e Florianópolis. O objetivo é expandir a rede até o final de 2026 para Belo Horizonte, Curitiba, Balneário Camboriú (SC), Maceió, Vitória, Fortaleza e Barueri (SP). 
Entre janeiro e julho, a Denza emplacou 1.878 veículos no Brasil, sendo praticamente todos do B5. O número é cerca de três vezes mais do que a Lexus, que tem uma linha bem mais completa, e fica próximo às vendas da Jaguar Land Rover, com 1.999 unidades emplacadas no mesmo período. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JvVLuBAOF0AfyOcFlY3JTLQCNyw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/Y/p/KleixtSNaEMubXHi6tLA/img-9167.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Bao B3 no Salão de Xangai</media:description>   <media:credit>Cauê Lira/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:00:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exclusivo: Chevrolet estuda voltar a vender caminhões urbanos no Brasil</title>  <atom:subtitle>Modelos virão da parceira japonesa de longa data Isuzu; montagem no Uruguai também é considerada para melhorar a competitividade dos veículos comerciais</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/exclusivo-chevrolet-vender-caminhoes-urbanos-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/exclusivo-chevrolet-vender-caminhoes-urbanos-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0aMm1RrKwqWviSTTXzQnYPLNbVM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/O/ukrijBSgS1b4SZtBvBkQ/chevrolet-w4500-single-cab-.jpg" /><br /> ]]>    O mercado de veículos comerciais no Brasil poderá ganhar um novo competidor, pois a General Motors está estudando voltar a vender caminhões urbanos por aqui. No passado, entre 1958 e 1995, a marca comercializava caminhões leves e médios, como os modelos C40 e D40. Inclusive, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) chegou a ser responsável pela produção de alguns caminhões Chevrolet.
Agora, de acordo com apuração exclusiva da Autoesporte, o caminho será outro: importar caminhões que são produzidos em colaboração com a marca japonesa Isuzu. A parceria entre as duas empresas existe desde 1971, quando a GM virou acionista da fabricante. Vale lembrar que a GM também está trazendo a Buick para o Brasil.
Chevrolet já está presente na Colômbia com os caminhões feitos pela Isuzu
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Atualmente, caminhões leves e médios produzidos pela Isuzu são vendidos sob a marca Chevrolet em diversos países. Em nosso continente, por exemplo, estão presentes nos mercados colombiano, equatoriano, chileno e norte-americano.
Produção local é estudada
Para o Brasil, apuramos que as conversas para desenvolver esse negócio também no Brasil estão em andamento. Inclusive, uma das ideias em debate é a montagem dos veículos no Uruguai. Outras marcas, como Kia e Ford usam a fábrica da Nordex no país vizinho para montar veículos comerciais e trazer para o Brasil.
Caminhão Série F da Chevrolet tem porte médio
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Essa alternativa tem um peso relevante na tomada de decisão da General Motors, uma vez que sendo montados na América do Sul, os veículos entram no acordo de livre comércio do Mercosul, ficando isentos do Imposto de Importação e reduzindo muito os custos para entrar no país.
Por décadas, Chevrolet vendeu caminhões no Brasil; agora, pode retornar
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Desde 1995 a Chevrolet está fora do negócio de caminhões no Brasil, mas de acordo com outra fonte ouvida pela Autoesporte, há alguns anos a montadora alimenta a vontade de retornar: “É uma vontade antiga da fabricante e dos envolvidos na operação brasileira, como fornecedores e concessionários”.
Agora, resta à GM tomar a decisão final e avançar com o plano, definindo rede de concessionárias, treinar as equipes de pós-vendas, preparar um estoque de peças e definir o portfólio que venderá no Brasil.
Retorno ao segmento de caminhões pode ajudar a operação local da marca
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Expansão dos negócios
Nos últimos anos, a Chevrolet tem perdido participação no mercado de automóveis e comerciais leves no Brasil. Em 2019, o presidente da marca na América do Sul, Carlos Zarlenga, anunciou que a GM poderia sair do Brasil se não retomasse a lucratividade. À época, até uma carta foi enviada a todos os funcionários, informando a situação da companhia.
Vale ressaltar que, tal ameaça foi anunciada em janeiro de 2019, sendo que em 2018 a Chevrolet era líder de vendas do mercado brasileiro e o Onix tinha encerrado o quarto ano seguido na liderança das vendas, com 210.458 unidades emplacadas.
Atualmente, o cenário piorou bastante para a fabricante estadunidense. No ano passado, o Onix foi apenas o sexto modelo mais vendido no Brasil, com 79.886 unidades comercializadas. A Chevrolet somou 275.965 vendas, sendo a terceira marca do ranking da Fenabrave.
Caminhões Isuzu e Chevrolet possuem o mesmo visual e motorização, trocando apenas o emblema da marca
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Diante desses números, buscar alternativas no mercado brasileiro faz todo sentido para a marca. O mercado de caminhões leves, que está na mira da GM, é o terceiro maior segmento no Brasil e consumiu 10.237 unidades no ano passado.
Conheça os caminhões da Isuzu
Conhecido globalmente como Série N (ELF no Japão), o caminhão líder de vendas do segmento em diversos mercados é um dos cotados para o Brasil. Também existe uma variante elétrica desse modelo, chamada de ELF EV, para atender clientes que desejam reduzir o custo de operação com veículos elétricos, que para o segmento comercial faz bastante sentido.
O Isuzu Série N tem versões que vão de 3 a 8 toneladas de Peso Bruto Total (PBT). As motorizações, sempre a diesel, podem ser 3.0 e 5.2, ambos de 4 cilindros. A potência varia de 150 cv a 190 cv. Já a versão elétrica tem motor de até 215 cv, 38 kgfm de torque e autonomia entre 200 km e 300 km, dependendo do pacote de baterias.
Isuzu FVZ vendido também pela Chevrolet
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Logo acima, os caminhões da série F são de porte médio, com PBT na casa das 12 toneladas. Nesse caso, o motor a diesel tem 6 cilindros, 7,8 litros e 297 cv de potência. O câmbio pode ser manual ou automatizado, de seis ou nove marchas, respectivamente.  
Nos dois casos, os caminhões Isuzu oferecidos na América Latina podem ser configurados nas versões com baú, plataforma e até em usos vocacionais, como serviço de coleta de lixo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0aMm1RrKwqWviSTTXzQnYPLNbVM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/O/ukrijBSgS1b4SZtBvBkQ/chevrolet-w4500-single-cab-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet tem o desejo de voltar ao segmento de caminhões no Brasil</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 09:01:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Atto 8 é SUV híbrido plug-in de 7 lugares que funciona como elétrico</title>  <atom:subtitle>SUV de luxo custa R$ 399.990, tem espaço para 7 ocupantes e chegou a registrar 333 km/l na cidade em nosso teste de consumo; veja os resultados</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/byd-atto-8-suv-hibrido-plug-in-7-lugares-funciona-como-eletrico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/byd-atto-8-suv-hibrido-plug-in-7-lugares-funciona-como-eletrico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4XsixeuXMT6OFwllbw3TsZCZkHk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/V/zdbBK2RDAdKu4HcvxutA/byd-atto-8-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    O BYD Atto 8 é o híbrido plug-in mais caro da marca chinesa à venda no Brasil, ao preço de R$ 399.990. Pelo posicionamento de preço, porte avantajado e a capacidade de levar sete ocupantes, seu principal rival é o Mercedes-Benz GLB Progressive, tabelado em R$ 381.900.
O GWM Wey 07 também é um rival direto do Atto 8 pelo conjunto híbrido plug-in, mas leva somente seis ocupantes distribuídos em três fileiras de bancos. Na categoria dos SUVs construídos com carroceria sobre chassi, Chevrolet Trailblazer High Country (R$ 411.990) e Toyota SW4 SRX (R$ 424.590) também surgem como opções movidas a diesel, sem qualquer eletrificação.
Justamente o sistema híbrido plug-in é um dos tópicos mais intrigantes sobre o BYD Atto 8. O SUV tem bateria de 35,6 kWh — ou seja, que poderia facilmente equipar um carro elétrico de pequeno porte, tendo em vista que o BYD Dolphin Mini tem bateria de 38 kWh de capacidade. 
A bateria alimenta dois motores elétricos, dianteiro e traseiro, que funcionam em complemento ao 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, de ciclo Miller, escondido abaixo do capô. Este tem 156 cv e 22,8 kgfm, mas os resultados combinados são de 488 cv e 68,8 kgfm. Já o câmbio é DHT de uma marcha mecânica, embreagem multidisco e múltiplas relações preenchidas pelas máquinas elétricas.
BYD Atto 8 2027 insiste em funcionar como um carro elétrico
Renato Durães/Autoesporte
Foi por conta dessa insistência em ser um SUV elétrico que o Atto 8 fez nosso motorista, Alexandre Silvestre, conhecido como Careca, perder mais alguns fios de cabelo. Tivemos de repetir o teste de consumo três vezes até o motor 1.5 turbo de fato consumir gasolina. Também coletamos os resultados de desempenho no Rota 127 Campo de Provas.
Submetemos o Atto 8 a um teste de consumo urbano de 30 km, com a bateria em 95%. Mesmo em modo HEV, o motor a combustão só despertou durante uma manobra evasiva para desviar de um ônibus. No resto do trajeto, abaixo de 50 km/h, permaneceu sempre desligado. 
BYD Atto 8 2027 é muito econômico na cidade, onde dá preferência por gastar eletricidade e poupar gasolina
Renato Durães/Autoesporte
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Nesta condição, o computador de bordo marcou um consumo de meros 300 ml de gasolina — que correspondem a inimagináveis 333 km/l. É a consequência de ter uma bateria tão grande, que poderia estar em um Dolphin Mini.
Deixamos a bateria cair para 50% e repetimos o teste. Novamente, o Atto 8 só consumiu energia elétrica em modo HEV até chegar a 20% de carga, o SOC mínimo. Só então o motor a combustão enfim despertou, funcionando como gerador para manter o estado mínimo de carga. E aí obtivemos o consumo de 12 km/l na cidade. Em rodovia, a giros mais altos, o 1.5 turbo desperta mais vezes para auxiliar na tração; o resultado foi de 11,6 km/l.
BYD Atto 8 - Teste de consumo*
*Resultado extraído com a bateria no SOC mínimo, em 20%, única condição em que o Atto 8 manteve o motor a combustão ligado ao ponto de consumir gasolina
A recarga ocorre a uma potência de 6,6 kW em estações de corrente alternada (AC) e de 72 kW em corrente contínua (DC). Segundo o Inmetro, a autonomia elétrica é de 111 km, mas é possível superar este número sem grandes esforços por conta do acionamento do motor a combustão como gerador.
Mesmo com o peso e o porte avantajado, o BYD Atto 8 2027 foi bem no teste de aceleração
Renato Durães/Autoesporte
Quanto ao desempenho, não conseguimos repetir os resultados divulgados pela fabricante. O SUV acelerou de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos, resultado que ainda impressiona por conta dos 2.650 kg de seu corpanzil — corresponde ao peso de dois Dolphin Mini —, mas que não iguala os 4,9 s divulgados pela BYD.
BYD Atto 8 - Teste de aceleração
O que pode explicar a diferença é a entrega de torque instantânea. Pisando fundo no acelerador, os pneus destracionam antes do SUV entrar em movimento, o que faz o Atto 8 perder milésimos valiosos que fariam diferença. Talvez uma programação de aceleração mais linear no lugar de uma entrega tão súbita seja a chave para extrair resultados melhores. 
Retomadas do BYD Atto 8 são vigorosas e cheias de fôlego
Renato Durães/Autoesporte
Nas retomadas, o SUV híbrido com sabor de elétrico fez valer este comportamento mais direto e reativo do acelerador, precisando só de 2,1 s para ir de 40 a 80 km/h, 2,7 s para ir de 60 a 100 km/h e de 3,4 s para partir de 80 a 120 km/h. 
BYD Atto 8 - Teste de retomada
Quanto à frenagem, o SUV percorreu 44 metros para ir de 100 km/h até a imobilidade completa. E considerando que o BYD Song Plus, que é 680 kg mais leve, precisou de 41,9 m para cumprir a mesma tarefa, podemos dizer que o comportamento dos freios do Atto 8 está em dia.
BYD Atto 8 - Teste de frenagem
Seguindo no tema dinâmica, o Atto 8 tem a suspensão semiativa DiSUs, que atua como um “cérebro”, mas ainda se mostra vulnerável a trepidações e ondulações no asfalto, transferindo impactos e pancadas secas à cabine. A Porsche oferece um sistema similar no Cayenne.
BYD Atto 8 2027 tem suspensão DiSUs semelhante ao sisema usado pela Porsche
Renato Durães/Autoesporte
Esse sistema pode enrijecer os amortecedores em milésimos de segundo para reequilibrar a carroceria e até evitar capotamentos. Porém, o acerto ficou rígido demais para o castigado asfalto brasileiro, entregando pancadas secas na cabine.
BYD Atto 8 abusa dos materiasi de qualidade na cabine, que é bem montada
Renato Durães/Autoesporte
Quanto ao pacote de equipamentos, tem central multimídia de 15,6’’ com Android Auto e Apple CarPlay sem fio (sem função giratória), painel de instrumentos de 10,2’’, teto solar panorâmico e som premium com nada menos que 21 alto-falantes. Há uma curiosa diferença na qualidade do som entre o rádio e o streaming. Com os mesmos parâmetros, o primeiro parece abafado, enquanto o segundo tem o som reproduzido de forma cristalina. 
Teto panorâmico tem cortina elétrica, mas não a opacidade variável, como nos BMW
Renato Durães/Autoesporte
Com os sete lugares em uso, o porta-malas com tampa motorizada tem 270 litros. Já com a terceira fileira rebatida, são generosos 960 l considerando o volume do assoalho do bagageiro até o teto. 
Somente ciranças viajam com conforto total na terceira fileira do BYD Atto 8
Renato Durães/Autoesporte
Quem viaja na segunda fileira tem ampla zona para as pernas (cortesia do entre-eixos e do assoalho plano), comandos digitais para o ar-condicionado e bancos com aquecimento e resfriamento. Apesar de todo esse tamanho, somente crianças pequenas se acomodam com conforto na terceira fila de bancos, onde há porta-copos e saída de ventilação.
BYD Atto 8 - Ficha técnica
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4XsixeuXMT6OFwllbw3TsZCZkHk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/V/zdbBK2RDAdKu4HcvxutA/byd-atto-8-1-frente-diagonal.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Atto 8 </media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 15:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: novo Mercedes-Benz GLB é elétrico de 7 lugares que troca de marcha</title>  <atom:subtitle>Nova geração do SUV estreia elétrica, aposta em até sete lugares e prepara o terreno para as futuras versões híbridas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/teste-novo-mercedes-benz-glb.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/teste-novo-mercedes-benz-glb.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XMU4DPFE5anXk7q-G6_WJTcQ1TE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/Y/0YZghGR8AVzsABcgMpaA/mercedes-benz-glb-250-2-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    A Mercedes-Benz vive a maior reformulação de sua linha dos últimos anos. Depois de apresentar o novo CLA e iniciar a renovação da família de elétricos, chegou a vez de estrear a segunda geração do GLB. O SUV ficou maior, mais tecnológico e inaugura uma nova estratégia da marca: em vez de manter uma linha exclusiva para elétricos, como ocorria com o EQB, a Mercedes passará a reunir versões elétricas, híbridas e a combustão sob um mesmo nome. 
Na prática, o EQB deixa de existir e passa a ser o GLB elétrico. A estreia aconteceu no fim de 2025 na Europa apenas com versão elétrica; os híbridos leves chegarão posteriormente. Para o Brasil, a expectativa é de que o lançamento não aconteça antes de 2027. Atualmente, o modelo ainda é vendido no mercado nacional em suas versões a combustão da primeira geração, com preços a partir de R$ 381.900. 
Lanternas interligadas trazem desenhos que remetem à estrela de três pontas, tradicional logotipo da marca, nas assinaturas de LED
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A Mercedes preferiu evoluir o projeto em vez de reinventá-lo. Portanto, o GLB mantém o formato que mistura características de SUV e minivan, mas adota a nova identidade visual inaugurada pelo CLA. A dianteira traz grade iluminada com até 94 estrelas de LED animadas individualmente, faróis mais estreitos e para-choques redesenhados. De perfil, aparecem as maçanetas embutidas, novas rodas de 18 polegadas e barras de teto mais discretas. Na traseira, destaque para as lanternas interligadas.
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Entre os opcionais, chama muita atenção o enorme teto panorâmico eletrocrômico, capaz de alterar automaticamente sua transparência por meio de cristais líquidos. E ainda projeta pequenas estrelas iluminadas na superfície. Nas versões convencionais, o teto panorâmico utiliza apenas um tratamento térmico para reduzir a incidência de calor.
Teto panorâmico não só é eletrocrômico como oferece ajuste automático da transparência do vidro
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As mudanças também aparecem nas dimensões. O Mercedes GLB passou a ter 4,73 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 2,89 m de entre-eixos — ganhou 6 centímetros. O resultado é uma cabine mais espaçosa, principalmente na segunda fileira, cujos bancos deslizam longitudinalmente e têm ajuste de inclinação. Os passageiros  contam também com o piso totalmente plano.
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Ainda que a unidade testada tenha sido a de cinco lugares, a opção para sete ocupantes continua sendo um dos principais diferenciais do GLB. A terceira fileira acomoda adultos de até 1,75 m de altura, algo raro entre SUVs com menos de 5 m de comprimento. O porta-malas varia entre 480 litros e 540 litros, dependendo da configuração. 
Mercedes-Benz GLB 250+ tem 4,73 metros de comprimento 
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Há também um compartimento de 127 litros sob o capô para guardar cabos de recarga e pequenos objetos. Já o banco traseiro (ou do meio, na versão de sete lugares) continua sendo tripartido na proporção 40:20:40, permitindo diferentes configurações para passageiros e bagagem.
Mercedes-Benz GLB 250+ tem compartimento dianteiro com capacidade de 127 litros 
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Três telas e inteligência artificial
Ao volante do novo GLB, percebe-se que o interior praticamente reproduz a cabine apresentada no novo CLA. O destaque é o MBUX Superscreen, conjunto que reúne até três telas sob uma única superfície de vidro. O painel de instrumentos tem 10,25 polegadas e a central multimídia utiliza uma tela de 14 polegadas. Opcionalmente, o passageiro dianteiro pode ser contemplado com outro display de 14 polegadas dedicado a entretenimento e navegação. 
Mercedes-Benz GLB 250+ tem como opcional uma tela para o passageiro 
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O novo sistema operacional MB.OS integra Google Maps e gerencia os sistemas de assistência e o carregamento da bateria. O assistente virtual recebeu novos recursos de inteligência artificial (IA), tornando os comandos de voz mais naturais. Apesar do salto tecnológico, a qualidade percebida poderia ser melhor. O painel tem materiais agradáveis ao toque e bons acabamentos nas áreas mais visíveis, mas plásticos continuam presentes nas portas traseiras e em partes específicas da cabine. 
A linha conta com três versões elétricas. A primeira é a GLB 200, com bateria de 58 kWh e potência de 224 cv. Em seguida vem o GLB 250+ EQ Technology (o astro deste teste), que utiliza um motor traseiro de 272 cv e 34,9 kgfm alimentado por uma bateria de 85 kWh, suficiente para até 631 km de autonomia no ciclo WLTP, e acelera de zero a 100 km/h em 7,4 segundos. 
Mercedes-Benz GLB 250+ está disponível em três configurações elétricas 
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Acima dela está a GLB 350 4MATIC EQ Technology, que adiciona um segundo motor sobre o eixo dianteiro, acionado apenas em condições específicas, como em uma tocada esportiva ou em pisos de baixa aderência. A potência combinada sobe para 354 cv, reduzindo o zero a 100 km/h para 5,5 s. A autonomia cai ligeiramente, para 614 km.
Todas utilizam arquitetura elétrica de 800 Volts, aceitam recargas rápidas de até 320 kW e recuperam cerca de 260 km de autonomia em apenas dez minutos. Nos próximos meses, assim como aconteceu com o CLA, a Mercedes ampliará a gama com versões híbridas leves de 48 Volts equipadas com motor 1.5 turbo associado a um propulsor elétrico integrado ao câmbio automatizado de dupla embreagem.
Mercedes-Benz GLB 250+ tem interior bonito e elegante, mas acabamento poderia ser mais refinado 
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Voltando à configuração elétrica, outra novidade é o câmbio de duas marchas, algo raro para um carro elétrico. A primeira marcha tem uma relação mais curta, de 11:1, e privilegia arrancadas e retomadas. A segunda, de relação 5:1, reduz o giro do motor em velocidades mais altas para aumentar a eficiência. A troca se dá automaticamente conforme velocidade, carga da bateria e modo de condução, normalmente acima dos 110 km/h. 
Foi nas estradas sinuosas da ilha de Mallorca (Espanha) que o novo GLB mostrou sua personalidade. A direção é rápida e comunicativa, transmitindo mais precisão do que o esperado para um SUV elétrico, embora fique leve demais nos modos Eco e Comfort.
Mercedes-Benz GLB 250+ tem freios melhores em relação aos primeiros elétricos da marca 
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Os freios representam um avanço importante em relação aos primeiros elétricos da Mercedes. A transição entre frenagem regenerativa e hidráulica acontece de forma praticamente imperceptível, tornando a resposta do pedal muito mais natural. O sistema oferece quatro níveis de regeneração, incluindo um modo automático e a possibilidade de condução com apenas um pedal (sistema One Pedal), e funciona de maneira bastante eficiente tanto na cidade quanto em estradas sinuosas.
Identidade visual polêmica da Mercedes chama menos atenção no novo GLB do que as quase 40 polegadas de tela no painel
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A suspensão privilegia claramente o conforto. Mesmo sobre pisos irregulares, absorve bem as imperfeições sem comprometer a estabilidade. Existe alguma inclinação lateral da carroceria em curvas mais fechadas, como é esperado de um SUV alto, mas nada que afete a confiança ao volante. A impressão é de que o chassi suporta com folga os 272 cv da versão 250+.
O desempenho também agrada. As acelerações são fortes, especialmente no modo Sport. Já o modo Eco limita parte da potência para privilegiar a eficiência. Os sons artificiais do motor, que mais parecem o ruído de naves espaciais, continuam dispensáveis e pouco acrescentam à experiência. 
Mercedes-Benz GLB 250+ promete rodar 631 km com uma só carga 
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No percurso de aproximadamente 70 km, o computador de bordo registrou consumo médio de 4,4 km/kWh, pior que os 5,5 km/kWh homologados. Na prática, a autonomia em uso real deve ficar entre 450 km e 500 km — um número competitivo, embora distante dos até 631 km prometidos pela Mercedes. Parte dessa diferença está na própria proposta do GLB, cuja carroceria alta e quadrada prioriza espaço interno em detrimento da eficiência aerodinâmica.
Mercedes-Benz GLB 250+ é equipado com rodas de 18 polegadas 
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Vale esperar?
A segunda geração do GLB mostra que a Mercedes-Benz evoluiu em eletrificação. O SUV ficou mais refinado, tecnológico e eficiente, sem abrir mão do excelente aproveitamento interno e da opção para sete lugares, uma combinação cada vez mais rara em seu segmento.
Quando chegar ao Brasil, não antes de 2027, encontrará um mercado muito mais competitivo. Porém, se repetir por aqui o conjunto apresentado na Europa, o novo Mercedes-Benz GLB tem tudo para voltar a ser uma das principais referências entre os SUVs médios premium voltados à família. E, dessa vez, com uma versão elétrica bem mais atraente.  
Pontos positivos: Tecnologia avançada, potência de recarga elevada, autonomia e boa dinâmica;
Pontos negativos: Acabamento simples para a categoria, direção leve e sons muito sintetizados.
Mercedes-Benz GLB 250+
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XMU4DPFE5anXk7q-G6_WJTcQ1TE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/Y/0YZghGR8AVzsABcgMpaA/mercedes-benz-glb-250-2-frente-diagonal.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mercedes-Benz GLB 250+ </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 12:00:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fiat Mobi e Volkswagen Up!: quatro versões usadas para rodar na cidade</title>  <atom:subtitle>Subcompactos se destacam pelo baixo consumo, manutenção acessível e dimensões reduzidas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/fiat-mobi-volkswagen-up-quatro-versoes-usadas-para-rodar-cidade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/fiat-mobi-volkswagen-up-quatro-versoes-usadas-para-rodar-cidade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/drF93pRN7RVJlLU4ttke9SVIgV4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/M/h/gcHKk1QfuS2ATGY5wEfQ/novo-up-pepper-9.jpg" /><br /> ]]>    Quem procura um carro usado para enfrentar o trânsito das grandes cidades normalmente prioriza baixo consumo de combustível, manutenção simples e facilidade para estacionar. Nesse cenário, Fiat Mobi e Volkswagen Up! continuam entre os hatches subcompactos mais procurados do mercado de usados, reunindo qualidades que agradam tanto motoristas de aplicativo quanto quem busca o primeiro automóvel. 
Nos anúncios disponíveis no Mercado Livre, é possível encontrar diferentes versões dos dois modelos com preços relativamente próximos. Apesar de terem propostas semelhantes, cada configuração aposta em características específicas, seja um pacote de equipamentos mais completo, um motor mais moderno ou um visual diferenciado. Confira quatro versões que merecem atenção. Os preços foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de agosto de 2026.
1. Fiat Mobi Drive 1.0 2018 — a partir de R$ 37.900
Fiat Mobi vale mais a pena nas versões equipadas com motor Firefly 1.0
Divulgação
A versão Drive representa uma das opções mais interessantes para quem procura um Mobi usado com custo de manutenção reduzido. Embora boa parte das unidades usadas seja equipada com o conhecido e robusto motor Fire 1.0, indicamos aqui o 1.0 Firefly. Com três cilindros e apenas seis válvulas, ele rende  77/72 cv de potência (E/G) e 10,9/10,4 kgfm de torque, respectivamente. A vantagem maior está no desempenho e torque em baixa. De acordo com o teste de pista da Autoesporte, o tricilíndrico o leva de 0 a 100 km/h em 13,3 segundos versus 16,6 s exigidos pelo 1.0 Fire na mesma prova. 
Somado a isso, é mais econômico e faz 9,6 km/l com etanol na cidade e 11,3 km/l na estrada, números que evoluem para 13,7 km/l com gasolina no circuito urbano e ótimos 16,1 km/l no rodoviário.
Com um nome que remete à mobilidade, o hatch é um subcompacto de fato. O comprimento é de 3,56 metros, enquanto o entre-eixos marca apenas 2,31 m. Por sua vez, o porta-malas é menor do que o do Up! e leva 200 l.
Os anúncios do Mobi Drive começam em R$ 37.900 para unidades 2019. A versão tem um pacote de itens decente para um carro de entrada, trazendo airbags frontais, freios ABS com EBD, direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, vidros e travas elétricas e volante ajustável em altura, sendo encontrado facilmente com equipamentos como sistema de som. É uma das opções mais acessíveis para quem deseja um hatch moderno e econômico para o dia a dia.
Toyota Camry
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2. Volkswagen Move Up! 1.0 TSI 2016 — a partir de R$ 43.900
Move Up! TSI traz o famoso motor 1.0 turbo e oferece economia também
Leo Sposito/Autoesporte
Um pouco mais espaçoso do que o Mobi, o Up! traz como vantagem a oferta do motor 1.0 TSI, um três cilindros que oferece 105/101 cv e 16,8 kgfm de torque com ambos os combustíveis. Com menos de 1 tonelada e muita força, o subcompacto vai de 0 a 100 km/h em 9,3 s, segundo a aferição da Autoesporte. De quebra, faz 10 km/l (Etanol) e 14,3 km/l (Gasolina) na cidade e 11,5 km/l (E) e 16,3 km/l (G) na estrada. 
A despeito de ser um pouco maior do que o Up! europeu, o hatch nacional ainda tem 3,64 m de uma ponta a outra e tem 2,42 m de entre-eixos, oferecendo melhor espaço interno que o Fiat Mobi, além de um porta-malas maior, de 285 l. 
Entre os principais itens de série, a versão Move entrega direção elétrica, ar-condicionado, controle de tração, volante ajustável em altura, sistema de som com CD, computador de bordo, duplo airbag, freios ABS e controle de tração. Ainda há um pack de opcionais que é muito comum no mercado e traz rodas de liga leve, sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina. Foque nos modelos completos. 
Chevrolet Onix LTZ Turbo
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3. Fiat Mobi Trekking 1.0 2021 — a partir de R$ 49.900
Fiat Mobi Trekking tem motor Fire, mas compensa pela suspensão elevada e visual aventureiro
Divulgação
Embora não tenha motor Firefly, o Fiat Mobi Trekking tem suas vantagens. A maior delas é a aptidão para pisos mais detonados, algo que fica claro em sua suspensão elevada. São 19 centímetros de altura do solo, contra 13,6 cm da configuração Drive, o que combina com o visual aventureiro, que inclui molduras de plástico preto e adesivos, além de rack no teto. 
O 1.0 Fire de 75/73 cv e 9,9/9,5 kgfm o leva de 0 a 100 km/h em 16,7 s, de acordo com o teste da Autoesporte, número apenas razoável, mas que parece melhor no dia a dia na cidade. O consumo é de 8,9 km/l (E) e 10 km/l (G) em território urbano e 13 km/l (E) e 14 km/l (G) no rodoviário. Se você quiser um Mobi Trekking com o propulsor mais moderno, terá que pagar algo próximo de R$ 60 mil por uma versão recente, uma vez que ele recebeu essa motorização apenas em janeiro de 2025. 
Para compensar a mecânica, a Trekking traz mais itens do que a antiga configuração Drive. A principal diferença é a central multimídia UConnect de 7 polegadas, dotada de conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, tem ar-condicionado, trio elétrico e direção hidráulica - elétrica só no Firefly. Há dois pacotes de opcionais que costumam ser encontrados com frequência nos modelos disponíveis no Mercado Livre. O Style traz rodas de liga leve aro 14 e faróis de neblina. Já o pack One inclui retrovisor direito com função tilt-down (aponta para baixo em manobras de ré), sensores de estacionamento traseiros, volante e cintos dianteiros com regulagem de altura e abertura interna do porta-malas. Vale a pena garimpar. 
VW T-Cross 1.4 250 TSI TOTAL FLEX HIGHLINE
4. Volkswagen Up! Pepper 1.0 TSI 2018 — a partir de R$ 59.900
Volkswagen Up! Pepper tem visual mais esportivo e já vem com o facelift
Volkswagen/Divulgação
O Volkswagen Up! Pepper tem uma vantagem dupla: visual esportivo e já vem com o facelift, combinando com o nome (pimenta, em inglês). A mudança trouxe um design agressivo, com novos para-choques que elevaram o comprimento a 3,69 m, e interior um pouco mais refinado. São pontos que fazem diferença, tais como iluminação ambiente, volante multifuncional e painel de instrumentos de melhor visualização. 
Em relação ao Move, a versão Pepper adota rodas de 15 polegadas e pneus 185/60 (versus 175/70 R14), o que oferece uma dirigibilidade um pouco mais afiada. Por outro lado, o conjunto o leva a consumir um pouquinho a mais, com 9,6 km/l (E) e 14,1 km/l (G) na cidade e 11,1 km/l (E) e 16 km/l (G) na estrada, além de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,5 s, segundo medição da Autoesporte.
Nos anúncios disponíveis no Mercado Livre, o Up! Pepper 2018 aparece a partir de R$ 59.900. O modelo traz um pacote de equipamentos bastante completo, vindo de série com ar-condicionado, direção elétrica, volante revestido de couro ajustável em altura, rodas de liga leve aro 15, faróis de neblina, trio elétrico, banco ajustável em altura, controle de tração e duplo airbag frontal. 
Toyota Corolla Altis Hybrid
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/drF93pRN7RVJlLU4ttke9SVIgV4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/M/h/gcHKk1QfuS2ATGY5wEfQ/novo-up-pepper-9.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Up! Pepper tem desempenho apimentado </media:description>   <media:credit>Divulgação/Volkswagen</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 11:00:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Sonic: qual versão do SUV de entrada vale mais a pena?</title>  <atom:subtitle>Apenas duas configurações compõem a gama do modelo, que chegou ao mercado no último mês de maio para rivalizar com Fiat Pulse e Fastback, Volkswagen Tera e Nivus, Renault Kardian e Hyundai i20</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/chevrolet-sonic-qual-versao-suv-entrada-vale-mais-a-pena.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/chevrolet-sonic-qual-versao-suv-entrada-vale-mais-a-pena.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qg9kim7ndovkNE8wkU4emxbs9Pk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/w/ozsAVFQwulTcnKBaeJXQ/chevrolet-sonic-premier-2027-dianteira-estatica.jpg" /><br /> ]]>    Lançamento mais importante da  Chevrolet em 2026, o Sonic ainda é novo entre os chamados SUVs de entrada. Embora o fabricante o classifique como um SUV cupê, tal qual o Fiat Fastback e o Volkswagen Nivus, na prática ele é um meio-termo entre esses dois e modelos com carroceria mais tradicional, como Fiat Pulse, Volkswagen Tera, Renault Kardian e ainda os recém-lançados Hyundai i20 e Jeep Avenger. Ou seja, na prática, todos disputam os mesmos compradores.
Enquanto alguns concorrentes exibem grandes leques de versões, a gama do Sonic é composta por apenas duas configurações, Premier e RS. A segunda, como é de praxe em outros modelos da Chevrolet, tem como grande diferencial a decoração com apelo esportivo, que inclui cintos de segurança vermelhos e rodas, emblemas, racks de teto, capota e retrovisores externos pintados de preto, além de alguns equipamentos (citados mais abaixo). A diferença de preço entre elas é pequena: confira os valores. 
Linha do Chevrolet Sonic 2027
Cabe ressaltar que, apesar das diferenças na decoração interna, o padrão de acabamento é exatamente o mesmo nas duas versões, que exibem muito plástico rígido a bordo, associados a uma ou outra superfície macia, como a dos apoios de braço das portas dianteiras. De qualquer modo, os materiais de revestimento não diferem muito daqueles adotados pelos concorrentes: nessa categoria, nenhum modelo é luxuoso.
Motorização
Motor é sempre 1.0 de três cilindros, com 115 cv de potência
Renato Durães/Autoesporte
As duas versões da gama do Sonic trazem a mesmíssima motorização. O motor é o conhecido 1.0 turbo da Chevrolet, na variante com injeção direta (tal qual no Tracker), com correia dentada banhada a óleo. Ele desenvolve 115 cv independentemente do combustível, mas o uso de etanol faz com que o torque chegue a 18,9 kgfm; com gasolina, são 18,3 kgfm. O câmbio é sempre automático de seis marchas, também compartilhado com vários outros veículos da marca. Não há diferenças na calibração da suspensão entre as duas versões, cuja arquitetura emprega barra de torção na traseira. 
Desempenho e consumo
Design da traseira é marcado pelas lanternas interligadas
Renato Durães/Autoesporte
Na prática, esse conjunto proporciona bom desempenho. Em um comparativo publicado no último mês de junho, a Autoesporte aferiu 10 s exatos na aceleração de zero a 100 km/h, mesmo tempo divulgado pelo fabricante. Os números de consumo também são elogiáveis: o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, indica, na cidade, médias de 8,4 km/l com etanol e de 12,1 km/l com gasolina. Na estrada, os índices vão para 10,4 km/l (E) e 14,8 km/l (G).  
Dimensões
Espaço no banco traseiro é suficiente para dois adultos
Renato Durães/Autoesporte
Lembra daquela história de que o Sonic é uma opção intermediária no segmento? Pois as medidas da carroceria deixam esse posicionamento bem claro. Com 4,23 metros, o comprimento é inferior ao de Fastback e Nivus, mas superior ao de todos os demais. Já a distância entre eixos, de 2,55 m, só é maior que a dos modelos da Fiat. No mais, o modelo tem 1,77 m de largura e 1,53 m de altura, dimensões que estão na média do segmento. A altura livre em relação ao solo é de generosos 20 cm. O espaço no porta-malas é de 392 litros.
As medidas internas, tal qual as externas, deixam o Chevrolet Sonic na média da categoria. No banco traseiro, dois adultos, mesmo de estatura mais elevada, se assentam sem problemas. O vão para as pernas não chega a ser folgado, mas ninguém ficará com os joelhos espremidos. A largura do habitáculo, porém, desencoraja a acomodação de três pessoas, assim como o ressalto pronunciado no centro do assoalho. O espaço é um pouco maior que nos concorrentes da Fiat, semelhante ao dos Volkswagen e inferior ao do Renault e ao do Hyundai. 
Com 392 litros, porta-malas tem boa capacidade
Renato Durães/Autoesporte
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Equipamentos
Toda a gama traz painel com telas integradas para os instrumentos e a central multimídia, com 8 e 11 polegadas, respetivamente
Renato Durães/Autoesporte
As duas versões do Chevrolet Sonic vêm equipadas com faróis e lanternas de LED, quadro de instrumentos com tela de 8 polegadas, central multimídia com tela de 11 polegadas e conectividade sem fio para Android Auto e Apple Car Play, Wi-Fi nativo (gratuito durante três meses), chave presencial com botão de partida, ar-condicionado digital, revestimento interno em material que imita couro, sensores e câmera de ré, direção elétrica, vidros, travas e retrovisores elétricos, assistente de partida em rampas, rodas de liga-leve de 17 polegadas e seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina).
Também é comum a toda a gama o pacote de recursos de direção semi-autônoma que o fabricante chama de Intelligent Driving, composto por assistentes de permanência em faixa com correção ativa e de manutenção de faixa em situações de perigo, frenagem automática de emergência (que atua a até 130 km/h) e alerta de ponto cego. O sistema não inclui, porém, controlador adaptativo da velocidade de cruzeiro.
Ao contrário do que ocorre nas linhas de outros veículos, como o Tracker, nas quais a versão RS se diferencia unicamente pelos itens cosméticos (já citados, no caso), no Sonic há maior oferta de equipamentos. Entre os itens exclusivos, estão sensores de estacionamento também na dianteira, assistente de estacionamento (que manobra o veículo de maneira semiautônoma) e farol alto com acionamento automático. 
Versão RS vale mais a pena
Na versão RS, rodas, retrovisores, racks e emblemas têm pintura preta
Renato Durães/Autoesporte
É exatamente devido ao pacote de equipamentos mais generoso, associado a uma diferença de preço pequena, que a versão RS mostra-se a mais vantajosa da gama do Chevrolet Sonic. São apenas R$ 6.000 a mais, valor mais que justificável pelo conteúdo extra. Mesmo que o comprador não morra de amores pelos itens estéticos, vale a pena levá-los de lambuja e optar pelo topo de linha. 
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 Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qg9kim7ndovkNE8wkU4emxbs9Pk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/w/ozsAVFQwulTcnKBaeJXQ/chevrolet-sonic-premier-2027-dianteira-estatica.jpg" medium="image"/>   <media:description>Versão Premier do Chevrolet Sonic traz rodas diamantadas e apliques cromados na grade frontal</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 10:00:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>De Fiat Uno a Land Rover: os carros dos candidatos a presidente do Brasil</title>  <atom:subtitle>Oito dos 13 presidenciáveis não declararam veículos; dos que listaram modelos na declaração de bens, há hatch popular da Fiat, sedã da Chevrolet e carro de luxo britânico</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/entretenimento-e-carros-de-famosos/noticia/2026/08/fiat-uno-land-rover-carros-candidatos-presidente-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/entretenimento-e-carros-de-famosos/noticia/2026/08/fiat-uno-land-rover-carros-candidatos-presidente-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OWbAKkgeI1q7xXquXZYzxH5S9Pw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/K/h/wWmjMPRzWis5AfBrjI4A/fiat-uno-vivace-3-door-5.png" /><br /> ]]>    Faltam menos de dois meses para o primeiro turno das eleições 2026. No domingo, 4 de outubro, os brasileiros vão escolher por meio do voto direto os representantes nos governos estaduais, Congresso Nacional e do Palácio do Planalto. Para conhecer um pouco mais sobre os candidatos à presidência, Autoesporte preparou uma lista com os carros dos presidenciáveis. 
Os modelos mostrados a seguir constam na declaração de bens que cada candidato registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os nomes aparecem em ordem alfabética.
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Clariana Barão (DC)
Land Rover Discovery Sport tem capacidade para até 7 pessoas
Divulgação
Candidata do DC, Clariana Barão declarou ao Tribunal Superior Eleitoral um Land Rover Discovery Sport avaliado em R$ 376 mil. O modelo faz parte de patrimônio que totaliza R$ 1,8 milhão. O ano do SUV de luxo não foi especificado, contudo, utilizando os valores da tabela Fipe como referência, o valor declarado é similar ao de unidades dos anos de 2025 ou 2026.
Flávio Bolsonaro (PL)
Mercedes-Benz GLC 300 2025 pertence ao escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro
Divulgação
O senador pelo Rio de Janeiro declarou um único veículo entre seus bens, avaliados em R$ 8,2 milhões. Porém, não especificou marca ou modelo, tendo registrado apenas como "Veículo 2014" o bem avaliado em R$ 133 mil. De acordo com o jornal O Globo, o candidato tem registrado em nome do escritório de advocacia um Mercedes-Benz GLC 300 2025, avaliado em R$ 427.500. 
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Chevrolet Omega Fittipaldi
Divulgação
Concorrendo ao quarto mandato, Lula declarou um Chevrolet Omega Fittipaldi 2011, avaliado em R$ 50 mil como único veículo, parte de um patrimônio total de R$ 4,8 milhões. A série especial do sedã saía de fábrica com motor V6 3.6 de 292 cv e 36,7 kgfm de torque. O câmbio é automático de seis marchas.
Chevrolet Blazer EV é um dos veículos usados pela presidência
Divulgação
Por estar no cargo de Presidente da República, Lula utiliza veículos oficiais. Recentemente, o governo recebeu emprestado o Chevrolet Blazer. O modelo SUV elétrico é importado do México em versão única, RS, e traz motor traseiro de 347 cv de potência e 44,8 kgfm de torque. Atualmente, o SUV é vendido por R$ 503.190. 
A frota presidencial também é composta por veículos híbridos e elétricos de outras marcas. Em 2024, o presidente Lula recebeu um BYD Tan em cerimônia no Palácio da Alvorada. Vale ressaltar que esses modelos só podem ser utilizados em serviços presidenciais, durante o período de seu mandato.
Ronaldo Caiado (PSD)
Governador de Goiás entre janeiro de 2019 a março de 2026, Ronaldo Caiado declarou pouco mais de R$ 52,5 milhões em bens. Apesar de ser um dos candidatos mais ricos, o político do PSD declarou o veículo de menor valor entre os aqui listados: R$ 7.100, ou 0,01% do patrimônio total de Caiado.
Assim como o veículo de Flávio Bolsonaro, não há especificação de marca e modelo. 
Samara Martins (UP)
Fiat Uno Vivace 2016 está avaliado em R$ 26 mil
Divulgação
Samara Martins, candidata do UP, declarou patrimônio total de R$ 33 mil. A maior parte é do único veículo registrado por ela: um Fiat Uno Vivace 2016, avaliado em R$ 26 mil. 
O Uno Vivace era uma das versões de entrada na época. Oferecida em carrocerias de duas ou quatro portas, trazia sob o capô o motor 1.0 Fire de quatro cilindros em linha e até 75 cv e 9,9 kgfm de torque, quando abastecido com etanol.  
8 candidatos não declaram veículos
Dos 13 candidatos à presidência, oito não declararam nenhum automóvel ao TSE. São eles: Augusto Cury (Avante), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata). 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OWbAKkgeI1q7xXquXZYzxH5S9Pw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/K/h/wWmjMPRzWis5AfBrjI4A/fiat-uno-vivace-3-door-5.png" medium="image"/>   <media:description>Fiat Uno Vivace 2016</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 09:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja 4 SUVs médios usados da Volkswagen por até R$ 120 mil</title>  <atom:subtitle>Marca alemã tem modelos médios versáteis e que servem desde famílias pequenas a grandes, confira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/veja-4-suvs-medios-usados-volkswagen-por-ate-r-120-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/veja-4-suvs-medios-usados-volkswagen-por-ate-r-120-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WOFkWka-zkKhgFlvcJjXwyH6zb0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/G/X/wKAoyqS9yMwfkYHGqKmQ/volkswagen-taos-confortline-01.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen se modificou profundamente no mercado brasileiro desde que abandonou suas peruas e expandiu a oferta de SUVs médios no país. Modelos como Tiguan e Taos trouxeram novos consumidores para a marca e seguem à venda até hoje. No mercado de usados, tem versões para todos os bolsos.
Pensando nisso, Autoesporte separou quatro versões do Tiguan e do Taos que são boas escolhas. No Mercado Livre, a procura por esses modelos é fácil e descomplicada. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Volkswagen Tiguan 2.0 TSI (2012) - a partir de R$ 45.900
Volkswagen Tiguan 2012 já vinha com o último facelift do modelo
Divulgação
A primeira “encarnação” do Tiguan é bem interessante. Basicamente um Golf mais alto e familiar, tem sob o capô o motor 2.0 TSI a gasolina, que entrega 200 cv e 28,5 kgfm, associado ao câmbio automático Tiptronic de seis marchas e à tração integral 4Motion. 
O SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos, de acordo com a marca, e registra 6,8 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada. Nas dimensões, mede 4,43 metros de comprimento, 2,61 metros de entre-eixos e oferece bons 470 litros de porta-malas. 
Tem bons itens de série e opcionais fáceis de serem achados, como ar-condicionado digital de duas zonas, bancos de couro, teto solar panorâmico, central multimídia, sensores de estacionamento, rodas de liga leve de 17 polegadas, controle de estabilidade, seis airbags e assistente de partida em rampa. É bem completo para o que oferece.
Espere encontrar exemplares 2012 partindo de R$ 45.900 no Mercado Livre.
Volkswagen Tiguan 2.0 TSI 16V TURBO 
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2. Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline (2018) - a partir de R$ 94.990
Volskwagen Tiguan Allspace se destaca por oferecer sete lugares
Divulgação/Volkswagen
Aqui, o Tiguan cresce em tamanho e muda de visual, abraçando a plataforma MQB, que acabaria no Taos. Além disso, passou a oferecer opção de sete lugares, além de um interior mais moderno. Saiu de cena o 2.0 TSI a gasolina em favor do 1.4 TSI flex, de 150 cv e 25,5 kgfm (independentemente do combustível), combinado ao câmbio automático de seis marchas e à tração dianteira. Seu 0 a 100 km/h é feito em 9,5 s - de acordo com a VW -, enquanto o consumo fica em 7,1 km/l (E) e 10,1 km/l (G) na cidade, além de 8,1 km/l (E) e 11,6 km/l (G) na estrada. 
A segunda geração do SUV mede 4,70 m de comprimento, 2,79 m de entre-eixos e leva até 710 l de bagagem no porta-malas, na configuração de cinco lugares. Entre os principais equipamentos da versão Comfortline estão central multimídia Discovery Media, painel digital, ar-condicionado de duas zonas, sensores de estacionamento, câmera de ré, controle de estabilidade e tração, seis airbags, rodas de liga leve e chave presencial.
Espere encontrar modelos dessa geração (2018) partindo de R$ 94.990.
Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline
3. Volkswagen Taos Comfortline (2022) - a partir de R$ 101.900
Volkswagen Taos Comfortline é a versão básica do SUV médio
Divulgação
Com o Tiguan assumindo ares de SUV grande, coube ao Taos segurar as pontas entre os médios. A Comfortline é a opção mais acessível da linha e entrega bom equilíbrio entre espaço, desempenho e equipamentos. 
A lista inclui ar-condicionado de duas zonas, central multimídia VW Play, carregador de celular por indução, chave presencial, faróis de LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, seis airbags, controle de estabilidade e tração, freio de estacionamento elétrico e indicador de fadiga, por exemplo.
Ele toma emprestado o 1.4 TSI flex com os mesmos números do Tiguan, mas com 0 a 100 km/h ligeiramente mais rápido. Foram 9,4 s gastos na prova de aceleração, segundo o teste de pista da Autoesporte. O SUV tem 4,46 m de comprimento, 2,66 m de entre-eixos e 498 l de porta-malas.
Segundo o Inmetro, o Taos registra 7 km/l (E) e 10,2 km/l (G) na cidade, além de 8,1 km/l (E) e 11,9 km/l (G) na estrada. No Mercado Livre, há unidades Comfortline 2022 anunciadas a partir de R$ 101.900.
Volkswagen Taos 1.4 Comfortline 250 Tsi 
4. Volkswagen Taos Highline (2022) - a partir de R$ 119.999
Volkswagen Taos Highline é versão topo de linha 
Divulgação/Volkswagen
Com a mesma mecânica, desempenho e consumo da Comfortline, a versão Highline do Taos é a topo de linha e é melhor equipada. Entre os principais itens de série, estão painel digital de 10,25 polegadas, central VW Play de 10,1 polegadas, bancos revestidos de couro, banco do motorista com ajustes elétricos, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de farol alto e carregador por indução.
No Mercado Livre, unidades Highline 2022 partem dos R$ 119.999, ou seja, R$ 120 mil. Considerando que, atualmente, essa é a cifra pedida por SUVs de entrada, pode ser um bom valor para um SUV médio usado.
Volkswagen Taos Highline
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WOFkWka-zkKhgFlvcJjXwyH6zb0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/G/X/wKAoyqS9yMwfkYHGqKmQ/volkswagen-taos-confortline-01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Taos Comfortline é a versão mais acessível do SUV médio</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 12:00:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan Sentra ou Versa? Veja qual sedã usado tem o melhor custo-benefício</title>  <atom:subtitle>As últimas gerações dos dois modelos têm vários pontos em comum, como design harmonioso e boa reputação quanto à robustez mecânica</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/nissan-sentra-versa-veja-qual-seda-usado-tem-melhor-custo-beneficio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/nissan-sentra-versa-veja-qual-seda-usado-tem-melhor-custo-beneficio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PGgw_lA56rjGGDRekayJhBfV8nE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/Y/wmxe3USoWpzxLUbardBQ/novo-nissan-versa-2027.jpg" /><br /> ]]>    A Nissan tem tradição em comercializar sedãs no Brasil. O (nem tão) compacto Versa está no país desde 2011: a segunda e atual geração veio em 2020 e passou por reestilizações em 2023 e no último mês de julho. Por sua vez, o médio Sentra está no mercado há ainda mais tempo: o lançamento foi em 2004, quando o modelo já estava na quinta linhagem. A última safra, a oitava em âmbito global, desembarcou por aqui em 2023 e teve o design retocado já no ano seguinte, mas deixou de ser importada em 2026.
Nissan Sentra deixou de ser importado para o Brasil no último mês de julho
Divulgação/Nissan
Se, por um lado, apenas um dos sedãs ainda é comercializado zero-quilômetro, por outro ambos são opções interessantes no mercado de usados. Para completar, as últimas gerações,  apesar do posicionamento em segmentos distintos, têm vários pontos em comum, como design harmonioso, boa reputação quanto à robustez mecânica e preços relativamente acessíveis. Até o país de origem é o mesmo: o México. Confira mais de perto essa “briga dentro de casa” e saiba qual dos “irmãos” da Nissan, Sentra ou Versa, tem melhor custo-benefício.
Preço
Os preços de um Nissan Sentra 2023, primeiro ano da atual geração no Brasil, no Mercado Livre partem de R$ 110 mil. Por valor semelhante, é possível encontrar unidades do Versa fabricadas em 2025, ou seja, com apenas um ano de uso. Caso a comparação for com um exemplar do modelo 2023, os preços dos classificados já caem para a casa dos R$ 85 mil. Aqui, portanto, deu a lógica: o sedã maior e mais sofisticado manteve o preço mais elevado depois de usado. 
Dimensões
Nissan Versa tem 4,49 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos
Divulgação/Nissan
Compacto não é um bom termo para classificar o atual Versa. Isso, porque o projeto segue fórmula semelhante à de modelos como Volkswagen Virtus e Honda City, que têm largura típica de modelos de menor porte, mas comprimento e distância entre-eixos bem próximas às de modelos médios. No caso do sedã da Nissan, essas medidas são, respectivamente, de 1,74 metro, 4,49 m e 2,62 m, enquanto a altura fica em 1,46 m. Generoso, o porta-malas tem 482 litros de volume. 
Já o Nissan Sentra é um sedã médio propriamente dito, com medidas externas mais generosas. São  4,65 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,46 m de altura e 2,71 m de distância entre eixos. Curiosamente, o porta-malas é menor que o do Versa e acomoda 466 litros, volume que, se por um lado não impressiona, por outro está longe de ser pequeno ou incoerente com a proposta familiar.
Corpulento, Nissan Sentra tem 4,65 metros de comprimento e 2,71 m de entre-eixos
Divulgação/Nissan
Em relação ao espaço destinado aos ocupantes, a diferença mais sensível entre os dois é justamente a largura do habitáculo, que, no Sentra, proporciona acomodações dignas a três adultos no banco traseiro. Nas demais medidas, porém, a inferioridade do Versa é mais sutil: apesar do porte  um pouco menor, ele também tem vãos generosos para as pernas dos ocupantes da segunda fileira. Em ambos, a caída acentuada do teto restringe o espaço para a cabeça de passageiros com mais de 1,80 m de altura atrás. Ali, os dois também têm um ressalto na porção central do assoalho, que, porém, não chega a ser muito pronunciado.
Motorização
Motor 2.0 do Nissan Sentra Exclusive 2023
Divulgação/Nissan
Sob o capô, o Sentra traz um motor 2.0 com injeção direta, capaz de desenvolver 151 cv de potência e 20 kgfm de torque, mas unicamente com gasolina. Sim, na última geração, não há sistema flex. Já o Versa emprega o conhecido 1.6 da Nissan, com injeção indireta, que logicamente entrega números mais discretos, mas tem a vantagem de dispor de tecnologia bicombustível: são 113 cv e 15,3 kgfm com etanol, ou 110 cv e 15,2 kgfm com gasolina. 
Em ambos, o câmbio é automático do tipo CVT, mas o Sentra tem 8 marchas simuladas e shift-paddles, enquanto o Versa emula 6 velocidades e não permite trocá-las no volante. Cabe ressaltar que a atual geração do sedã de menor porte chegou a oferecer uma caixa manual de cinco velocidades, somente  na versão de entrada Sense e nas linhas 2021 e 2022, mas unidades com esse tipo de configuração mecânica são minoria no mercado de usados.
Desempenho
O motor de maior capacidade cúbica faz o Sentra abrir vantagem em desempenho, mesmo com um peso significativamente mais elevado, de 1.381 kg. Em um teste publicado em 2023, o sedã acelerou de zero a 100 km/h em 9,8 segundos. Por seu turno, mesmo com uma massa corporal de apenas 1.131 kg, o Versa cumpriu a mesma prova, em uma avaliação de 2020, em 11,6 segundos, número ainda adequado à proposta.
Consumo
Motor 1.6 dá ao Nissan Versa bons índices de consumo de combustível
Divulgação/Nissan
A situação se inverte quando o assunto é consumo. Dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) de 2023 apontam um consumo  de 11 km/l na cidade e de 13,9 km/l na estrada para o Nissan Sentra, sempre com gasolina, vale lembrar. Já o Versa faz 11,5 km/l no ciclo urbano e 14,7 km/l no rodoviário com o mesmo combustível, além de 7,9 km/l e 10,2 km/l, respectivamente, com etanol no tanque.
Dirigibilidade
Nenhum dos sedãs da Nissan transmite esportividade ao volante. Em ambos, a atmosfera é de conforto e tranquilidade, com uma direção elétrica bastante leve e uma suspensão com calibração suave. Porém, nesse segundo aspecto, o Sentra se faz valer de um conjunto independente do tipo multilink no eixo traseiro, que isola ainda mais os ocupantes das imperfeições do solo, ao mesmo tempo em que deixa a carroceria mais plantada em curvas. O Versa não chega a ser ruim nesses quesitos, mas tem uma qualidade de rodagem inferior.
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Equipamentos
Revestimento de couro bicolor era disponibilizado apenas na versão top de linha
Divulgação/Nissan
Na última geração, o Sentra era comercializado no Brasil em duas versões: Advance e Exclusive. A primeira já trazia seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), central multimídia com tela de 8 polegadas e câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, chave presencial com botão de partida, sistema de som com seis alto-falantes, rodas de 17 polegadas, faróis de LED com acendimento automático, ar-condicionado de duas zonas, bancos dianteiros aquecidos, com regulagem elétrica para o do motorista, alerta de colisão frontal e assistente de frenagem de emergência.
O top de linha acrescenta partida remota do motor, teto solar, sistema de som premium da marca Bose, retrovisor interno eletrocrômico e externos rebatíveis eletricamente e um pacote de assistentes com câmeras com visão em 360°, farol alto automático, controlador adaptativo da velocidade de cruzeiro, alerta de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa e monitoramento de ponto cego. Opcionalmente, havia o interior revestido de couro caramelo, que deixa o habitáculo bem vistoso. Porém, mesmo na versão de entrada, o acabamento é caprichado, com material emborrachado no painel.
Todas as versões do Nissan Versa são equipadas com central multimídia com tela de 7 polegadas
Divulgação
Mais ampla, a gama Versa, na fase entre a primeira reestilização, de 2023 (que já chegou como linha 2024), e a última, neste ano, era composta por quatro configurações. A de entrada, Sense, trazia seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), controlador (convencional) da velocidade de cruzeiro, central multimídia com tela de 7 polegadas, sensores de ré, chave presencial com botão de partida, acendimento automático dos faróis, rodas de liga leve de 15 polegadas, alerta de colisão frontal e frenagem de emergência.
A intermediária Advance acrescenta carregador de celular por indução, banco traseiro bipartido, painel de instrumentos com tela de 7", câmera com visão 360°, alerta de objetos esquecidos no banco traseiro e rodas de liga leve de 16 polegadas. A partir da linha 2025, há ainda a versão SR, que tem pacote de equipamentos semelhante, mas acrescenta adereços esportivos, como spoiler traseiro e apliques em preto brilhante nos para-choques.
Por fim, a top de gama Exclusive dá direito a ar-condicionado digital (com uma zona de temperatura), central multimídia com tela de 8 polegadas, faróis de LED, rodas de liga leve aro 17, alerta de tráfego cruzado traseiro e monitoramento de ponto cego, além de antena do tipo barbatana de tubarão e do spoiler traseiro presente na configuração SR. Há ainda interior com revestimento em dois tons (preto e bege claro) e um enxerto acolchoado no painel. No mais, o acabamento é bem-feito, mas exibe muito plástico, ainda que toda a gama disponha de apoios de braço estofados nas portas.
Qual sedã vale mais a pena?
Em termos de custo-benefício, o Versa é mais vantajoso. Além de ter preço mais baixo e menores índices de consumo (com direito à liberdade de escolha de abastecer com etanol), ele ainda fica próximo ao irmão maior em espaço interno e, dependendo da versão, também em equipamentos. O Sentra faz valer as credenciais de produto de segmento superior em desempenho, qualidade de rodagem e acabamento, mas tudo isso tem reflexos no valor de compra, que fica menos atraente quando se considera que a gama deixou de ser vendida no Brasil.
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Publicado originalmvolkewante na revista Autoesporte número 350, de julho de 1994
Em nossa primeira avaliação, o Pointer saiu-se bastante bem, porém com alguns senões que facilmente poderiam ser contornados. Assim, antes mesmo de chegar ao consumidor o carro já passou por algumas reformulações, o que indica que as correções e a demora em o colocar à venda de fato eram necessárias.
Entre as mudanças, Volkswagen deixou quinta marcha mais longa
Autoesporte/Acervo MIAU
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Quanto à estética, seu ponto forte, nenhum reparo a ser feito. O Pointer GTi continua a esbanjar bom gosto e a atrair muita atenção por onde quer que se esteja trafegando. Mesmo sendo um hatch 4 portas, conceito que até bem pouco tempo não tinha a melhor aceitação entre o consumidor brasileiro, o carro é uma unanimidade: todo mundo gosta. Já mecanicamente, mudou para melhor. Por ocasião da sua apresentação à imprensa estava prevista a disponibilidade de motores 1.8 e 2.0, com carburador eletrônico, a álcool e a gasolina. Somente o GTi viria com injeção multiponto, analógica, para a versão a gasolina.
Agora, surgem boas modificações. Para o GTi, a injeção passa a ser digital multiponto, com gerenciamento do motor EEC-IV, desenvolvido pela Ford Divisão Eletrônica. Esse novo sistema foi introduzido na linha Volkswagen com a versão monoponto do Santana 1.8 a gasolina e depois estendido ao mesmo motor movido a álcool. O próximo passo será a incorporação do sistema multiponto para os motores a álcool, prevista para agosto ou setembro próximos.
Potência do motor 2.0 continuou a mesma, mas torque aumentou levemente
Autoesporte/ Acervo MIAU
No GTi, o novo sistema de injeção se traduziu em ligeiras modificações de potência e torque. Continua com os mesmos 115,5 cv de potência, porém esse valor aparece a 5.500 rpm, em vez das 5.600 rpm anteriores. O torque passou de 17,4 mkgf a 3.000 rpm para 17,6 mkgf a 3.200 rpm.
Desde a sua concepção, ficou claro que este foi um carro idealizado para a esportividade. Mais precisamente, voltado para impressionar pelas boas acelerações e retomadas de velocidade. Como isso não pode ser conseguido somente por meio da potência do seu motor de dois litros — excelente, por sinal —, restou a alternativa de se utilizar relações de marchas bastante curtas. Só que houve um certo exagero. O que se ganhou em agilidade se perdeu em nível de ruído interno, consumo e velocidade final.
: Conjunto ótico dianteiro era um dos destaques no estilo do Pointer GTi
Autoesporte/Acervo MIAU
O carro brasileiro que bateu recorde de velocidade e depois desapareceu
Fusca, Ford T e Porsche 911 brigaram pelo título mundial de Carro do Século
Volkswagen Gol 1988 e Gol Vintage mantidos 0 km valem mais que T-Cross novo
Este último item também foi repensado: a engenharia optou por substituir a relação da quinta marcha (0,93) por outra (0,84) aproximadamente 10% mais longa. Isso permite que o motor funcione a rotações mais baixas, melhorando o nível de ruído interno, particularmente em estradas e vias expressas. Os engates das marchas são macios e precisos, mas a alavanca poderia ter curso de movimentação um pouco mais curto.
Em função do novo sistema de injeção, todos os dados de desempenho melhoraram com relação ao Pointer da primeira avaliação. Da imobilidade aos 100 km/h precisou de apenas 10,6 segundos contra os 11,7 anteriores. O mais surpreendente foi a retomada de 80 a 120 km/h em quinta marcha: com uma relação mais longa seria de se esperar que esse dado piorasse um pouco, mas não foi o que aconteceu — e ainda melhorou de 13,9 para 13,1 segundos.
Velocidade máxima aumentou com a adoção de injeção multiponto digital
Autoesporte/ Acervo MIAU
Outra marca interessante foi a de velocidade máxima: dos 187,6 km/h conseguidos anteriormente passou para 190,7 km/h. Um detalhe incômodo é Pointer GTi ser um esportivo com menor velocidade final do que o Logus 2000 a álcool com carburador, que obteve velocidade máxima de 193,8 e hoje é o carro mais veloz da marca.
Ainda com relação à quinta marcha, ela poderia ser um pouco mais longa. Isso tem uma justificativa: o GTi obteve a velocidade máxima com o motor virando a 6.000 rpm, 500 rotações acima do ideal — sua potência máxima é obtida às 5.500 rpm.
A fábrica também se preocupou em melhorar os níveis de conforto, aspereza e ruído. Aliás, esse “pacote” foi estendido para a linha Logus, do qual ele é derivado. O suporte do lado direito do motor tem maior massa e novos pontos de fixação no bloco. A semi árvore, também do lado direito, agora apresenta barra sólida com 22 mm de diâmetro e dois absorvedores de vibração. E o sistema de acionamento do câmbio recebeu coxins de absorção de vibração em todos os pontos de ligação dos cabos — com a caixa, alavanca etc.
Já o banco traseiro era desconfortável, com posição do encosto muito vertical 
Autoesporte/Acervo MIAU
Excetuando-se o nível de ruído interno um pouco elevado, o que não é muito comprometedor em um modelo com características esportivas, o Pointer GTi continua atingindo seus objetivos. Dispõe de uma boa posição para dirigir e excelente sustentação do corpo para os ocupantes dos bancos dianteiros, da marca Recaro. O banco traseiro deixa a desejar, e o posicionamento demasiadamente vertical do encosto cansa rapidamente. Em longos percursos compromete o conforto, mesmo de apenas dois ocupantes. Também falta o recurso do rebatimento parcial ou total para facilitar o transporte de volumes maiores.
Seu volante de pequeno diâmetro permite boa pega, formando um bom conjunto com a direção assistida regressiva. As suspensões são firmes e transmitem muita segurança quando solicitadas esportivamente. Os freios a disco nas quatro rodas, com os dianteiros ventilados, são bastante eficientes, mas, como nas outras versões sobre a plataforma do Escort, apresentam assistência exagerada: a resposta do pedal não é progressiva. Também seria conveniente a disponibilidade do sistema antibloqueio (ABS).
Volante de boa pegada e bancos dianteiros Recaro eram o forte no interior
Autoesporte/Acervo MIAU
A agilidade continua a ser o seu ponto de destaque: quase não é preciso usar o câmbio para as ultrapassagens ou para atingir velocidades compatíveis com o fluxo normal de trânsito.
O Pointer GTi reúne tudo para agradar ao consumidor — e a experiência acumulada durante a avaliação confirma isso. O único problema, principalmente com relação a esta versão esportiva, seria o preço. O novo VW estaria custando tanto ou mais do que um Golf GTI, que está sendo importado do México desde o início do ano. Claro que o Pointer se diferencia pelas quatro portas, mas um esportivo não ficaria mal com apenas duas portas — solução, aliás, bem aceita na Europa neste segmento específico de mercado.
Hatch de quatro portas, configuração que ainda causava estranheza
Autoesporte/Acervo MIAU
Resultado dos Testes
Consumo (km/l)
Aceleração (s)
Retomada de Velocidade (s)
Aceleração Lateral (g)
Nível de ruído (decibéis A)
Espaço de frenagem (m)
Velocidade Máxima (Km/h)
Ficha Técnica
Ficha Técnica
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rruHNLPF11c1GvBagv3v7Gt-D2M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/F/h/azVaWkQBizWaI2i3FNAw/volkswagen-pointer-gti-1994.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pointer GTi tinha ajuste firme de suspensão, que transmitia segurança</media:description>   <media:credit>Autoesporte/Acervo MIAU</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 10:00:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Dolphin SE: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem</title>  <atom:subtitle>Hatch elétrico tem ótima lista de equipamentos e bom espaço interno; porta-malas pequeno e custos elevados de seguro e revisões podem assustar quem busca um carro na faixa de R$ 160 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/byd-dolphin-se-5-razoes-para-comprar-motivos-pensar-bem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/08/byd-dolphin-se-5-razoes-para-comprar-motivos-pensar-bem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/AygjcXsrmwsxWtQALmZt90ka9UU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/p/eRvrICQoukk7haEflZrg/byd-dolphin-se-2027-frente.jpeg" /><br /> ]]>    O BYD Dolphin voltou a registrar excelentes números de vendas no Brasil. Na parcial de agosto da Fenabrave, foram emplacados exatos 4.874 unidades, mais até do que o "irmão menor" Dolphin Mini, e superando também figurões do mercado, como Volkswagen T-Cross e Fiat Argo.
Uma das razões para o sucesso do modelo é a versão SE, lançada em abril por R$ 159.990 como uma opção intermediária entre a GS (R$ 149.990) e a Plus (R$ 184.800). O diferencial da configuração é trazer visual atualizado, com faróis, para-choque e grade redesenhados, além de lanternas com novo arranjo.
A cabine também foi completamente renovada e o motor de 95 cv foi substituído pelo de 177 cv. Autoesporte testou o modelo e mostra, nos próximos parágrafos os principais pontos positivos e negativos do BYD Dolphin SE.
5 razões para comprar o BYD Dolphin SE
1. Conectividade
Central multimídia do BYD Dolphin SE teve uma atualização
Murilo Góes/Autoesporte
A central multimídia do Dolphin SE passou por uma evolução notável. Se perdeu a questionável função de rotação, a tela de 12,8 polegadas agora tem display muito mais responsivo. Mas a melhor notícia é que o sistema operacional foi atualizado com o ecossistema Google integrado, eliminando quase todos os travamentos, além de ter conexão quase instantânea (e sem fio) com Apple CarPlay e Android Auto. Outro ganho foi na interface, que agora permite personalizações, como deixar os ícones mais utilizados fixos na barra inferior. 
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Novo quadro de instrumentos do BYD Dolphin SE tem quase o dobro do tamanho do anterior
Murilo Góes/Autoesporte
O painel de instrumentos digital também melhorou. Começando pelo tamanho da tela, das diminutas 5 polegadas para 8,8 polegadas. Além da visualização mais clara, agora o condutor pode espelhar nesta tela informações de aplicativos de mapas, como Waze e Google Maps, deixando a central livre para exibir outras informações. 
2. Itens de conforto e segurança
BYD Dolphin SE 2027 traz faróis redesenhados e com luzes full-LED
Murilo Góes/Autoesporte
Por R$ 159.990, o Dolphin SE tem um excelente pacote de equipamentos de conforto e segurança, com destaque para acesso por chave presencial, partida por botão, ar-condicionado digital (de uma zona), carregador de celular por indução (com função de carga rápida a 50W e ventilação), bancos de couro com ajustes elétricos para o motorista e ventilação para os ocupantes da frente e faróis de LED. 
Entre os recursos de segurança, há pacote Adas nível 2, com controle de velocidade adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa. 
3. Espaço interno
Entre-eixos de 2,70 m garante ao BYD Dolphin SE um ótimo espaço interno
Murilo Goes/Autoesporte
Como a maioria dos carros elétricos modernos, o Dolphin SE entrega muito espaço em uma carroceria compacta. São 4,28 metros, praticamente o mesmo que um Jeep Renegade. Mas o entre-eixos de 2,70 m é 14 cm maior que o do SUV e empata com o do Toyota Corolla, um sedã médio. 
Ainda facilita a vida de quem vai andar no Dolphin a boa amplitude das portas e o assoalho traseiro plano. Entre as comodidades, há saída de ventilação e portas USB. 
BYD Dolphin SE tem saída de ar e duas portas USB
Murilo Goes/Autoesporte
4. Desempenho melhorou
Além de visual atualizado e mais tecnologia, a BYD trouxe para o Dolphin SE o mesmo conjunto mecânico do Yuan Pro. Ou seja, o antigo motor de 95 cv e 18,3 kgfm deu lugar a uma máquina bem mais potente, de 177 cv e 29,5 kgfm de torque. Essa cavalaria extra transformou as respostas do hatch: a aceleração de 0 a 100 km/h despencou da casa dos 10,9 segundos para 7,8 segundos, conferindo ao veículo um comportamento muito mais ágil e seguro em qualquer situação de trânsito.
BYD Dolphin SE tem o mesmo motor do Yuan Pro
Murilo Goes/Autoesporte
5. Ergonomia
A mudança na cabine do Dolphin SE deixou a experiência do usuário mais intuitiva. A antiga chave seletora de marchas giratória instalada no painel foi substituída por uma haste na coluna de direção, liberando espaço no console central redesenhado, que agora abriga porta-objetos e carregador de celular por indução.
Console central é novo e tem mais espaço para objetos no BYD Dolphin SE 
Murilo Goes/Autoesporte
Outra mudança ergonômica essencial foi a substituição dos bancos dianteiros inteiriços (estilo concha) por novos assentos com encostos de cabeça retráteis. Além de mais confortáveis, também permitem ajustes adequados a diversos biotipos.
5 motivos para pensar bem 
1. Porta-malas
Porta-malas do Dolphin SE acomoda 250 litros
Murilo Góes/Autoesporte
O grande ponto fraco do BYD Dolphin SE é o porta-malas. Com apenas 250 litros, supera por pouco o Dolphin Mini (230 litros) e perde para vários hatches compactos menores. O Citroën C3, por exemplo, acomoda ótimos 315 litros. Na comparação com o Geely EX2, a disparidade fica clara. O rival, além de acomodar 375 litros no compartimento principal, tem outros 70 litros em um bagageiro dianteiro. Porém, o apelo do Dolphin SE é o estepe, que vem de série na configuração.
Recentemente, donos de Dolphin e Dolphin Mini têm recorrido à uma gambiarra para aumentar a capacidade do porta-malas. Usando furos feitos pela BYD para a passagem de robôs de solda na linha de produção, os proprietários têm instalado um suporte para acomodar a roda sobressalente. A prática não é recomendada pela fabricante e pode ser insegura, com o possível desprendimento do estepe do modelo. 
2. Autonomia
Embora a capacidade da bateria Blade LFP tenha subido discretamente para 45,1 kWh (ante 44,9 kWh), a autonomia não teve ganhos expressivos. Pelo padrão do Inmetro, o alcance homologado é de 272 km.
Em nossos testes, a autonomia projetada foi maior, de 402 km. Ainda assim, é mais baixa que a de todos os rivais diretos. Confira a tabela abaixo:
Autonomia dos hatches compactos elétricos
3. Consumo
Há duas explicações para uma autonomia menor que a dos rivais. Uma delas está na capacidade da bateria, menor que a de GAC Aion UT, MG4 Urban e GWM Ora 5. 
A outra razão é o próprio gerenciamento de energia. Em nossos testes de consumo, o Dolphin cravou 8,9 km/kWh na cidade e 5,9 km/kWh na estrada. No ciclo urbano, foi melhor que Aion UT (8,4 km/kWh) e Ora 5 (8,1 km/kWh), mas perdeu para o EX2 (10,8 km/kWh) e ficou bem abaixo do MG4 Urban (11,1 km/kWh). No rodoviário, só não foi pior que o concorrente da GAC. 
4. Revisões e seguro
Mesmo sendo um carro elétrico, BYD Dolphin tem revisões mais caras que de alguns modelos de preço similar a combustão
Murilo Goes/Autoesporte
Apesar da promessa de menor manutenção em relação a modelos a combustão, os custos agregados de propriedade do Dolphin seguem elevados. De acordo com a Creditas Seguros, a apólice do BYD está orçada em R$ 4.025 para homens e salgados R$ 8.295 para mulheres. Nenhum dos rivais diretos tem uma conta tão alta. 
Já a tabela de revisões, considerando cinco anos de uso, é orçada em R$ 4.128, mais alta que a de modelos a combustão de preços similares, como Chevrolet Tracker (R$ 3.352) e Hyundai Creta (R$ 3.653). Vale lembrar que carros elétricos não têm troca de óleo, filtro de combustível, velas ou qualquer peça móvel presente em um veículo com motor a combustão. 
Mesmo entre os pares, as revisões do Dolphin são mais caras que a de rivais como MG4 Urban, EX2, Spark e Aion UT. 
5. Suspensão ainda é dura demais
BYD Dolphin SE teve suspensão recalibrada, mas ainda é dura demais
Murilo Goes/Autoesporte
Mesmo com ajustes na calibração de molas e amortecedores para o mercado brasileiro, o acerto da suspensão do Dolphin SE permanece excessivamente firme no uso diário. Ao passar por emendas de asfalto, paralelepípedos, valetas ou buracos, o conjunto transmite pancadas secas e vibrações excessivas diretamente para a cabine, comprometendo o conforto dos passageiros traseiros.
O curso limitado dos amortecedores faz com que a suspensão chegue ao batente com facilidade. Falta ao conjunto um amortecimento progressivo, exatamente como o que a própria BYD conseguiu no Song Pro e no Dolphin Mini. 
Ficha técnica: BYD Dolphin SE 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/AygjcXsrmwsxWtQALmZt90ka9UU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/p/eRvrICQoukk7haEflZrg/byd-dolphin-se-2027-frente.jpeg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin SE 2027 - lateral estática</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 09:00:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova Volkswagen Amarok é (quase) revelada; veja tudo que sabemos</title>  <atom:subtitle>Segunda geração da picape média da Volkswagen chegará às lojas em 2027 com motorização híbrida plug-in (PHEV)</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/nova-volkswagen-amarok-quase-revelada-tudo-sabemos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/nova-volkswagen-amarok-quase-revelada-tudo-sabemos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/pAzCROyLXJ7G9baw6H1UJJPq8hE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/1/i/awrj7oSqW9dA2Nw9UgJw/nova-volkswagen-amarok-2027.jpeg" /><br /> ]]>    A nova Volkswagen Amarok acaba de fazer sua primeira aparição oficial, ainda que camuflada, durante a Festa do Peão de Barretos (SP), nesta sexta-feira (21). E a fabricante alemã aproveitou a oportunidade para confirmar que a picape média terá motorização híbrida plug-in (PHEV). A chegada às lojas, no entanto, fica somente para 2027.
Importante lembrar que a segunda geração da picape média para a América do Sul é apresentada 16 anos depois de a primeira ter sido lançada no mercado — e que segue à venda até hoje.
A principal novidade da nova Amarok é a plataforma, que passará a ser disponibilizada pelo grupo chinês Saic, parceiro da Volkswagen na China há mais de 40 anos. Por isso, a arquitetura será herdada da picape Maxus Terron 9.
Nova Volkswagen Amarok 2027 apareceu pela primeira vez no Brasil
Divulgação/Volkswagen
Isso explica por que a caminhonete também terá vários outros elementos da chinesa, como capô elevado, pilares dianteiros quase retos, coluna C ligeiramente inclinada e caçamba integrada à cabine (sem a tradicional divisão que caracteriza os modelos do segmento). 
Na traseira, o formato das lanternas parece ser o mesmo e, nas laterais, o recorte das portas também não parece ter mudado. Já o aguardado “DNA Volkswagen”, amplamente prometido pela empresa durante o anúncio da nova geração, será concentrado na dianteira. Todo o conjunto frontal é exclusivo e baseado na mais recente identidade de design da marca.
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Como é a nova Volkswagen Amarok?
Projeção da nova Volkswagen Amarok
Renato Aspromonte/Autoesporte
A adoção da nova plataforma vai fazer com que a nova Amarok cresça de forma considerável. São esperadas as mesmas medidas da Terron 9: 5,50 metros de comprimento, 2 metros de largura, 1,86 m de altura e 3,30 metros de entre-eixos. Como comparação, a Amarok atual tem 5,35 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,85 m de altura e 3,09 m de entre-eixos.
Junto disso, a estrutura da nova Amarok será do tipo carroceria sobre chassi, mas dentro de um conceito que a Saic chama de ‘semi-monobloco’. O esquema combina as vantagens da construção monobloco (tipo automóvel de passeio) com a robustez de um chassi (comum em utilitários). No exterior, dependendo da versão, há opção de suspensão traseira por feixe de molas (mais parruda e resistente) ou independente multilink (mais estável e macia).
Nova Volkswagen Amarok vai ficar maior e mais potente
Reprodução/Autoblog Argentina
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Outra informação, essa já confirmada pela própria Volkswagen, é de que a nova Amarok será híbrida. Mais do que isso, estamos falando de um conjunto 
Projeção da nova Volkswagen Amarok
Renato Aspromonte/Autoesporte
 plug-in (PHEV), com carregamento externo. Isso para rivalizar diretamente com BYD Shark e a futura versão PHEV flex da Ford Ranger. A fabricante também revelou que a picape estará "mais potente do que nunca". Ou seja, terá mais de 258 cv.
No entanto, essa não deve ser a única motorização disponível. No exterior, a marca lançou recentemente uma versão híbrida de 48 volts do conhecido motor V6 turbodiesel já usado pela picape atual, o que pode ser um caminho. Aliás, para seguir com o atual 3.0 V6 turbodiesel, só mesmo se fizer mudanças para atender aos limites de emissões que entram em vigor no Brasil a partir de 2027.
Nova Volkswagen Amarok já havia sido flagrada em testes
Reprodução/Marcelo Sicoli via @placaverde
Independentemente da motorização, a nova Amarok continuará sendo produzida na fábrica de Pacheco, na Argentina. Por lá, a Volkswagen confirmou que está investindo no projeto cerca de US$ 580 milhões (R$ 3 bilhões na conversão direta).
A nova Amarok, vale dizer, será exclusiva da América do Sul e não terá nenhuma relação com a variante baseada na Ford Ranger que é vendida na Europa.
E a Amarok atual?
A Amarok que está à venda atualmente não vai desaparecer tão rápido. A Volkswagen já confirmou que a atual geração seguirá sendo comercializada até a chegada da nova picape. Aliás, a versão Unlimited será uma edição especial e exclusiva de despedida.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/pAzCROyLXJ7G9baw6H1UJJPq8hE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/1/i/awrj7oSqW9dA2Nw9UgJw/nova-volkswagen-amarok-2027.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Nova Volkswagen Amarok 2027</media:description>   <media:credit>Divulgação/Volkswagen</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 01:00:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fiat Fastback 2027: preços, versões, equipamentos e consumo</title>  <atom:subtitle>Assim como no Pulse 2027, SUV cupê perdeu potência e estreia a configuração BlackMotion; preços começam em R$ 120 mil e chegam aos R$ 184.490</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/fiat-fastback-2027-precos-versoes-equipamentos-consumo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/fiat-fastback-2027-precos-versoes-equipamentos-consumo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JV1C4NPUAbz69w2s7l8aAA6JYlY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/t/PEITjzRwifos3HtPgfpA/fiat-fastback-smart-drive-my27-0001.png" /><br /> ]]>    A Stellantis decidiu lançar a linha 2027 de uma série de modelos em um curto intervalo de tempo. Depois dos Citroën C3, Basalt e Aircross e do Fiat Pulse, agora é a vez de o Fiat Fastback ter o ano/modelo atualizado. Em comum, o fato de todos terem passado por uma redução de potência nas versões equipadas com o motor 1.0 turbo T200. A razão é simples: pagar menos imposto.
No caso do Fiat Fastback 2027, outra novidade compartilhada com o Pulse é a chegada da configuração Blackmotion, nome que já foi usado há alguns anos no Fiat Punto. A série é baseada na nova versão Smart Drive, a segunda mais barata da linha, e traz visual com detalhes escurecidos, como teto, rodas de liga leve aro 16 e retrovisores na mesma cor. Logotipo e grande inferior do para-choque também seguem o tom.
Fiat Fastback BlackMotion tem carroceria com detalhes escurecidos
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Ainda falando sobre a mudança nas versões, a antiga versão Limited equipada com motor 1.3 turbo deixa de ser oferecida. Agora, quem quiser um Fastback mais potente, terá que optar pela variante com preparação esportiva Abarth. 
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Motores do Fiat Fastback 2027
Para pagar menos imposto, a Fiat reduziu a potência do motor 1.0 turbo do Fastback
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O SUV tem três conjuntos mecânicos, dois baseados no T200 e um a partir do T270, uma unidade 1.3 turbo de quatro cilindros. Vamos começar pelo que foi recalibrado, o T200, disponível nas versões T200, Smart Drive, BlackMotion, Audace MHEV e Impetus MHEV. Com ou sem o conjunto híbrido leve de 12 Volts, a redução de potência foi a mesma, passando de 130 cv para 116 cv. O torque segue o mesmo, de 20,4 kgfm. O câmbio é automático do tipo CVT com sete marchas simuladas.
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Sem a versão Limited, o motor 1.3 turbo T270 está disponível apenas na configuração Abarth, com 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas. Segundo a Fiat, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,6s.
Consumo do Fastback 2027
Com a redução de potência no motor 1.0 turbo, houve ligeiras alterações também no consumo do Fastback 2027. Confira na tabela:
Consumo do Fiat Fastback 2027
Versões, preços e equipamentos do Fiat Fastback 2027
Fiat Fastback BlackMotion tem rodas de 17 polegadas escurecidas
Divulgação
Fiat Fastback T200 2027 – R$ 119.990 (manteve o preço): rodas de liga leve de 17”, central multimídia de 8,4”, retrovisores elétricos, direção elétrica, faróis de LED, quatro airbags, alarme antifurto, ar-condicionado digital e automático, banco do motorista com regulagem manual de altura, volante multifuncional, assistente de partida em rampa, controlador de velocidade, regulagem de altura do volante e sistema de monitoramento de pressão dos pneus; 
Fiat Fastback Smart Drive T200 2027 – R$ 127.990 (nova versão): todos os itens da versão acima + câmera de ré, acesso por chave presencial, partida por botão e carregador de celular por indução;
Fiat Fastback BlackMotion T200 2027 – R$ 129.980 (nova versão): Todos os itens das versões acima + central multimídia de 10,1 polegadas e detalhes escurecidos;
Fiat Fastback Audace T200 MHEV 2027 – R$ 168.490 (era R$ 167.490): todos os itens das versões acima + pacote Adas com frenagem automática de emergência e alerta de mudança de faixa involuntária e retrovisor interno eletrocrômico;
Fiat Fastback Impetus T200 MHEV 2027 – R$ 174.490 (era R$ 173.490): todos os itens das versões acima + rodas de 18 polegadas, sensor de estacionamento dianteiro, retrovisor com rebatimento elétrico, bancos de couro, farol com comutação automática, quadro de instrumentos digital e teto bicolor;
Fiat Pulse Abarth 2027 – R$ 184.490 (era R$ 183.990) : todos os itens das versões acima + motor 1.3 turbo, modo esportivo, freio de estacionamento eletrônico, faróis e lanternas full LED, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, banco do motorista com ajustes elétricos e teto solar panorâmico.
Versão Smart Drive do Fiat Fastback tem bancos de tecido e central multimídia de 8,4 polegadas
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Dimensões do Fiat Fastback 2027
Sem mudanças visuais, o Fastback também conservou as medidas. Dessa forma, segue com 4,44 metros de comprimento, 2,53 m de entre-eixos, 1,77 m de largura e 1,54 m de altura. No porta-malas, vão excelentes 516 litros, sendo o SUV compacto com o maior compartimento. 
 
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Pensando nisso, Autoesporte separou três versões do compacto que valem a pena conferir, e considerar como próxima compra. No Mercado Livre, a procura por esses modelos é fácil e descomplicada. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um deles.
Ao longo dessa lista, você verá que todos os citados usam a transmissão manual Ford IB5, que equipou modelos como Focus, Ka e EcoSport, além do próprio New Fiesta, e não o câmbio automatizado Powershift, também disponível para as versões 1.6 e 1.0 turbo.
1. Ford New Fiesta Hatch SE 1.5 (2013) - a partir de R$ 41.900
Ford Fiesta conta com motor 1.5 em suas versões de entrada
Divulgação
Desde sua chegada ao mercado, em 2011, o New Fiesta provocou o segmento de hatches compactos premium com um visual alinhado à Europa e EUA, novos motores e lista bem fornida de itens de série. Aqui, o foco recai sobre a versão SE, intermediária, equipada com o motor 1.5 flex de 111/107 cv (etanol/gasolina), com 14,9/14,5 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas. 
A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 12,2 segundos, de acordo com a marca, enquanto o consumo fica em 7,8 km/l (E) e 11,1 km/l (G) na cidade, além de 9,5 km/l (E) e 13,9 km/l (G) na estrada, sempre segundo o Inmetro. Nem tão compacto diante de alguns hatches atuais, o hatch mede 3,97 metros de comprimento e tem 2,49 m de entre-eixos, com 281 litros de porta-malas. 
Rival de nomes como Hyundai HB20 e Fiat Punto, tinha nos itens de série um trunfo contra a concorrência. Entre os principais, estão ar-condicionado, direção elétrica, central SYNC, vidros e travas elétricos, computador de bordo, rodas de liga leve, faróis de neblina, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e airbags frontais, o que faz dele bem completo para o segmento.
O destaque das versões vindas do México está no acabamento, de material emborrachado, e em bossas como para-brisa acústico, por exemplo. Espere encontrar unidades 2013 da configuração SE do Hatch equipadas com o motor 1.5 e câmbio manual no Mercado Livre, partindo dos R$ 41.900.
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2. Ford New Fiesta Hatch SE 1.6 (2014) - a partir de R$ 42.900
Ford New Fiesta ganhava uma graça extra com o conhecido 1.6 16V
Divulgação/Ford
Se o motor 1.5 e sua cavalaria máxima de 111 cv (etanol) forem pouco para você, a versão 1.6 pode ser a resposta. O motor 1.6 Sigma flex desenvolve 128/125 cv e 16,0/15,8 kgfm (etanol/gasolina), associado ao câmbio manual de cinco marchas. O 0 a 100 km/h acontece em 12,1 segundos, e o consumo é de 8,2 km/l (E) e 12,0 km/l (G) na cidade, além de 10,0 km/l (E) e 14,6 km/l (G) na estrada.
Com as mesmíssimas medidas do hatch citado acima, a versão SE segue sendo a melhor opção para quem busca o câmbio manual. De série, tem itens como ar-condicionado, direção elétrica, sistema SYNC, rodas de liga leve, faróis de neblina, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, vidros elétricos e airbags frontais. Aqui, outra mudança ocorre: a transição para a fabricação nacional (ainda em 2013), ligeiramente mais simples em termos de acabamento, mas sentida em termos de silêncio a bordo, por exemplo.
O motor mais forte aumenta a conta da compra. Unidades manuais do hatch, na versão SE, e partindo da fabricação nacional, custam, no Mercado Livre, a partir de R$ 42.900. Quanto a rivais, seu “nêmesis” histórico é o Chevrolet Sonic, importado da Coreia do Sul.
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3. Ford New Fiesta Sedã SE 1.6 (2015) - a partir de R$ 46.990
Ford New Fiesta Sedan tem estilo agradável até hoje
Divulgação/Ford
Assim como o hatch recém-descrito, o New Fiesta teve mais uma versão equipada com o motor 1.6,  o sedã. Aqui, o rival de nomes como Chevrolet Sonic sedã e Hyundai HB20S ganha tamanho: 4,40 m de comprimento, os mesmos 2,48 m de entre-eixos do hatch, mas um porta-malas bem maior: 465 l. Em um carro familiar, cada litro a mais para bagagens importa.
Se os números brutos de potência e torque não se alteram, o 0 a 100 km/h perde em 1 décimo: 12 s. O consumo também muda: 8,0 km/l (E) e 11,2 km/l (G) na cidade, além de 9,7 km/l (E) e 14,1 km/l (G) na estrada.
Novamente apostando na última versão antes do câmbio automático, o sedã SE oferece ar-condicionado, direção elétrica, sistema SYNC, rodas de liga leve, faróis de neblina, sensores de estacionamento, computador de bordo, vidros e travas elétricos, freios ABS e airbags frontais. No Mercado Livre, unidades dessa descrição partem de R$ 46.990 para carros 2015 em diante.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mc4QMnUfI_KN2uPtSjQkmxuQ4xs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/P/0w6nXSQ2WOnZJtuB7Bpg/fiesta-azul-frontal.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Ford New Fiesta é opção interessante entre os compactos premium</media:description>   <media:credit>Divulgação/Ford</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:13:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Move Brasil: 17 carros que podem entrar no programa com teto de R$ 200 mil</title>  <atom:subtitle>Valor limite do programa subiu de R$ 150 mil para R$ 200 mil e amplia a lista de modelos que podem entrar na lista de carros vendidos com descontos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/move-brasil-17-carros-programa-teto-r-200-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/move-brasil-17-carros-programa-teto-r-200-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aHK5twAItK48JB_y0a3-GkZxNtQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/w/Y/GcjFxmRA2aM92TvJeiGg/byd-song-pro-gs-2027-dianteira-estatica.jpg" /><br /> ]]>    O Governo Federal ampliou o valor limite para carros vendidos através por programa Move Brasil para motoristas de aplicativo e taxistas. O novo teto da nota fiscal emitida pela concessionária pode ser de até R$ 200 mil, contra o anterior de R$ 150 mil. A intenção é aumentar o leque de modelos disponíveis, já que a demanda ficou abaixo do esperado pelo governo.
O novo valor também permite a entrada de modelos de categorias maiores, como SUVs médios, ajudando a aumentar até as possibilidades de compra. Vale lembrar que a decisão de participar ou não do programa é de cada montadora, assim como os modelos e versões que serão vendidos com desconto. Até o momento, mais de 45 carros já são vendidos com desconto para taxistas e motoristas de aplicativo. 
Outra novidade também está na matriz energética. Agora, modelos híbridos com motor a combustão que aceitam apenas gasolina também podem ser vendidos por meio do programa. Antes, só híbridos flex entravam na lista, junto com os carros flex e os elétricos. Outras regras seguem valendo normalmente, como a necessidade da marca estar habilitada no programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação).
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Veja abaixo a lista de 17 carros que poderão ser comercializados para motoristas de aplicativo e taxistas:
Carros que poderão entrar na lista de modelos com descontos do Move Brasil
Quais os critérios para taxistas e motoristas de app?
Para ingressar no Move Brasil, o motorista precisa ter cadastro ativo há pelo menos 12 meses e ter feito pelo menos 100 corridas na mesma plataforma. O mesmo acontece com taxistas registrados e que estão em atividade. Além disso, as regras exigidas para um financiamento seguem valendo e a aprovação depende da análise de cada instituição financeira apta para operar no programa, sendo necessário ter renda compatível com o valor do veículo que deseja comprar, entre outras questões.
Jaecoo 7 Elite é a versão de entrada do SUV
Divulgação/Jaecoo
Os juros definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) são de 0,99% ao mês para homens e 0,91% para mulheres. O prazo de financiamento é de até 72 meses, com carência de seis meses para pagar a primeira parcela. o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, disse que a parcela do financiamento será bem menor que o custo mensal de um veículo alugado:
"Quem eventualmente financiar R$ 100 mil para comprar um carro desse valor, hoje, paga em torno de R$ 4.200 por mês pela locação de um veículo de até R$ 100 mil. Financiando em até 72 meses, a parcela ficará em R$ 2.500”.
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GWM Ora 5 é um dos SUVs elétricos mais baratos do Brasil
Divulgação
Como participar do Move Brasil?
Se enquadrando nos critérios citados acima, o motorista de aplicativo ou taxista deverá seguir os seguintes passos:
1) Fazer o cadastro na plataforma oficial gov.br/movebrasil e autorizar o uso dos dados necessários para análise da elegibilidade;
2) Aguardar a confirmação que acontece em até cinco dias úteis e a resposta chega através da caixa postal do gov.br, informando se o motorista está apto ou não para participar;
3) Escolher o veículo que deseja comprar e que está disponível por meio do Move Aplicativos e procurar uma concessionária para solicitar a compra através da nova linha de financiamento;
4) Contratar a instituição financeira que será responsável pela análise de crédito e, caso ocorra a aprovação, o processo seguirá dentro das condições do programa.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aHK5twAItK48JB_y0a3-GkZxNtQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/w/Y/GcjFxmRA2aM92TvJeiGg/byd-song-pro-gs-2027-dianteira-estatica.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Song Pro GS 2027 agora é híbrido flex e tem preço abaixo de R$ 200 mil</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:05:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quanto um carro elétrico perde de capacidade de bateria por ano?</title>  <atom:subtitle>Estudos indicam perda anual inferior a 3% da capacidade original; clima, recarga rápida e hábitos de uso estão entre os fatores que mais influenciam a degradação</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/08/quanto-carro-eletrico-perde-capacidade-bateria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/08/quanto-carro-eletrico-perde-capacidade-bateria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hCFDgboI7XSfAdP6Lz4knmVNyC8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/y/gkfW17TXSBHGk6XV3qPQ/geely-ex2-frente.jpg" /><br /> ]]>    A bateria continua sendo o componente que mais desperta dúvidas entre consumidores interessados em migrar para um carro elétrico. Entre os principais questionamentos está a perda de capacidade ao longo dos anos e o impacto que isso pode ter na autonomia, nos custos de manutenção e até no valor de revenda do veículo. Afinal, quanto da capacidade original é perdida a cada ano e em que momento isso começa a afetar o uso no dia a dia?
Se no início da eletrificação havia receio de que os pacotes de baterias precisariam ser substituídos após poucos anos de uso, os dados mais recentes apontam um cenário bastante diferente. A evolução das células, dos sistemas de gerenciamento eletrônico e do controle térmico permitiu avanços significativos na durabilidade. Hoje, a degradação ocorre de forma gradual e, na maioria dos casos, em ritmo mais lento do que se imaginava há uma década.
Bateria pode perder cerca de 1,8% de capacidade por ano, mas existem ressalvas 
Iago Garcia/Autoesporte
Baterias perdem cerca de 2% da capacidade por ano
Estudos realizados por empresas especializadas em monitoramento de baterias, como a Geotab, que analisou mais de 10 mil veículos elétricos em diferentes mercados, indicam que a degradação média anual das baterias fica próxima de 1,8%. 
Levantamentos mais recentes da Recurrent, plataforma norte-americana que acompanha a saúde de baterias de dezenas de milhares de carros elétricos usados, apontam resultados semelhantes, reforçando que a perda de capacidade ocorre em ritmo mais lento do que se imaginava há alguns anos.
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"Temos exemplos conhecidos de carros que estão com alguns anos de vida e mantêm o State of Health acima de 90%", afirma Fabio Delatore, professor das áreas de Sistemas de Controle de Eletrônica Automotiva e Propulsão Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia. 
BYD Dolphin Mini é equipado com bateria do tipo LFP (Lítio-Ferro-Fosfato)
Renato Durães/Autoesporte
Segundo o especialista, hábitos simples podem contribuir para preservar a saúde da bateria por mais tempo. Entre eles estão as recargas em corrente alternada, nos modos 2 e 3, e a manutenção do nível de carga entre 20% e 80%, prática recomendada por algumas fabricantes.
O que pesa mais na bateria: idade ou quilometragem?
Uma dúvida comum entre proprietários é se a degradação está mais relacionada ao tempo de uso ou à quilometragem acumulada. A resposta é que ambos os fatores exercem influência sobre a saúde da bateria. A cada ciclo de carga e descarga ocorre um desgaste natural das células, mas o envelhecimento químico também acontece mesmo quando o veículo permanece parado por longos períodos.
"A bateria sofre envelhecimento natural contínuo, mesmo que o carro fique parado na garagem", explica Delatore. Segundo o especialista, a quilometragem pode ser relacionada ao número de ciclos suportados pelas células. Como exemplo, uma bateria projetada para 5.000 ciclos instalada em um carro com autonomia de 300 km poderia superar a marca de 1 milhão de quilômetros antes de atingir níveis críticos de degradação. Na prática, porém, fatores como temperatura ambiente, padrão de recarga e forma de utilização podem acelerar ou retardar esse processo.
Capacidade máxima de carregamento depende de carro para carro 
Divulgação
Temperatura influencia diretamente na durabilidade
Entre todos os fatores que afetam a vida útil de uma bateria, a temperatura aparece como um dos mais relevantes. O calor acelera as reações químicas internas das células de íons de lítio, aumentando a velocidade da degradação e reduzindo a capacidade de armazenamento ao longo dos anos. Por isso, veículos que operam em regiões mais quentes tendem a sofrer desgaste mais acelerado.
"Veículos operando em climas predominantemente quentes podem sofrer uma degradação mais rápida ao ano em comparação a climas temperados", afirma Delatore. Para minimizar esse efeito, os fabricantes investem cada vez mais em sistemas de gerenciamento térmico ativo. 
Baterias equipadas com refrigeração líquida conseguem controlar melhor a temperatura durante a condução e a recarga, protegendo as células contra condições extremas. Em um país tropical como o Brasil, essa tecnologia ganha importância ainda maior.
Carregamento rápido pode acelerar a degradação da bateria 
Raphael Panaro/Autoesporte
Recarga rápida acelera o desgaste da bateria?
As estações de recarga rápida se tornaram fundamentais para a expansão da mobilidade elétrica, principalmente em viagens. No entanto, a praticidade tem um preço quando utilizada de forma excessiva. Diferentemente dos carregadores residenciais ou corporativos em corrente alternada (AC), os equipamentos de corrente contínua (DC) trabalham com potências elevadas e submetem a bateria a um esforço maior.
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"Carregadores modo 4, especialmente os acima de 50 kW, proporcionam um fluxo de corrente alta para o pack e, consequentemente, geram muito calor", explica Delatore. Segundo ele, o uso frequente e exclusivo desse tipo de carregamento pode elevar a taxa de degradação para níveis superiores aos observados em veículos que utilizam predominantemente carregamento AC. Isso não significa que a recarga rápida deva ser evitada, mas sim reservada para situações em que realmente faça diferença, como deslocamentos de longa distância.
Carregar até 100% prejudica a bateria?
A resposta depende da química utilizada na bateria. Nos modelos equipados com células NMC (Níquel, Manganês e Cobalto), bastante comuns em veículos que priorizam autonomia, manter a carga constantemente em 100% ou permitir descargas completas gera estresse químico adicional, acelerando a perda de capacidade ao longo do tempo.
Carro elétrico pode preservar até 92% da autonomia em cinco anos de uso
Renato Durães/Autoesporte
Já as baterias LFP (Lítio-Ferro-Fosfato), que vêm ganhando espaço no mercado, apresentam comportamento diferente. "Para os veículos equipados com baterias LFP, os fabricantes recomendam que a carga completa seja feita pelo menos uma vez por semana para equilibrar o sistema de gerenciamento", explica o professor. Por isso, a recomendação dos 20% a 80% não deve ser encarada como uma regra universal, já que o comportamento ideal varia de acordo com a tecnologia empregada pelo fabricante.
Quanto resta da capacidade após cinco e dez anos?
Os dados mais recentes mostram que a degradação das baterias modernas ocorre em ritmo relativamente lento. Considerando as médias globais observadas atualmente, um carro elétrico costuma preservar entre 88% e 92% de sua capacidade original após cinco anos de uso. Isso significa que a perda de autonomia tende a ser pouco perceptível para a maioria dos motoristas.
Após dez anos, a capacidade remanescente normalmente permanece entre 77% e 82%. Os números ajudam a explicar por que as fabricantes oferecem garantias cada vez mais longas para esse componente. Atualmente, a maior parte das montadoras garante cobertura de oito anos ou cerca de 160 mil km, assegurando que a bateria não apresentará menos de 70% da capacidade original durante esse período.
BMW iX3 é um carro que usa baterias NMC (Níquel, Manganês e Cobalto)
Divulgação/BMW
LFP ou NMC: qual bateria dura mais?
Embora todas sejam classificadas como baterias de íons de lítio, os carros elétricos atuais utilizam diferentes composições químicas. As duas mais comuns são as NMC (Níquel, Manganês e Cobalto) e as LFP (Lítio-Ferro-Fosfato), cada uma com características próprias de durabilidade, autonomia e custo. Hoje, ambas convivem no mercado brasileiro e estão presentes em modelos de diferentes faixas de preço.
As baterias NMC são conhecidas pela maior densidade energética, ou seja, conseguem armazenar mais energia em um espaço menor. Isso permite que veículos equipados com essa tecnologia ofereçam maior autonomia ou utilizem conjuntos mais compactos e leves. 
Volvo EX30 também é equipado com baterias NMC, que focam em maior alcance 
Divulgação
Por essa razão, elas são amplamente utilizadas em modelos que priorizam alcance e desempenho, como Volvo EX30, Volvo EX40, Chevrolet Blazer EV, BMW iX1 e diversos outros elétricos de categorias superiores. A contrapartida é uma durabilidade menor em termos de ciclos de recarga, normalmente entre 1.500 e 2.000, além de maior sensibilidade ao envelhecimento químico.
Já as baterias LFP têm ganhado espaço principalmente em modelos voltados para uso urbano e foco em custo-benefício. É o caso de veículos como BYD Dolphin Mini, BYD Dolphin, BYD Yuan Pro e GWM Ora 03. Embora apresentem menor densidade energética, exigindo conjuntos maiores para atingir a mesma autonomia, elas se destacam pela elevada durabilidade. Dependendo da aplicação, podem suportar entre 3.000 e mais de 4.000 ciclos de carga e descarga com baixos índices de degradação, além de apresentarem maior estabilidade térmica.
Teste: novo BYD Dolphin SE é mais barato que o Plus e tem 400 km de autonomia
Essa diferença também influencia a forma de utilização. Nas baterias NMC, manter o estado de carga constantemente próximo de 100% pode acelerar o desgaste das células. Já nas LFP, a carga completa costuma fazer parte das recomendações de uso dos próprios fabricantes. 
"As LFP entregam um ciclo de vida muito superior, enquanto as NMC oferecem maior densidade energética", resume Fabio Delatore, professor das áreas de Sistemas de Controle de Eletrônica Automotiva e Propulsão Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia.
Baterias já são mais avançadas do que era esperado no começo da popularização dos carros elétricos 
Vitória Drehmer/Autoesporte
Como acompanhar a saúde da bateria?
A principal referência para avaliar a condição do conjunto é o SoH (State of Health), indicador que mede a capacidade remanescente da bateria em comparação ao estado original de fábrica. Quanto mais próximo de 100%, melhor a condição do sistema. Em alguns veículos, essa informação aparece diretamente no painel de instrumentos ou nos aplicativos oficiais das montadoras.
Quando o fabricante não disponibiliza o dado de forma nativa, existem alternativas. "O motorista pode usar aplicativos de terceiros pareados via Bluetooth a um leitor na porta OBD2 do veículo ou solicitar um laudo técnico computadorizado nas revisões de concessionária", explica o especialista. 
O mercado também já conta com equipamentos específicos capazes de emitir relatórios detalhados sobre a condição das células, algo que tende a ganhar relevância com o crescimento da oferta de elétricos usados.
Mercado brasileiro começa a ampliar gama de carros elétricos
Divulgação/GAC
Durabilidade supera expectativas da indústria
Há cerca de dez anos, uma das maiores preocupações em torno dos carros elétricos era a possibilidade de substituição precoce das baterias. Muitos especialistas acreditavam que os pacotes perderiam grande parte da capacidade após cinco ou oito anos de uso, tornando a troca inevitável. A experiência acumulada pela indústria, porém, mostrou um cenário bastante diferente.
"A durabilidade das baterias modernas tem superado as expectativas globais. Na imensa maioria dos casos, a bateria durará mais do que a vida útil do chassi do próprio carro", afirma Delatore. Os dados de telemetria coletados por fabricantes e operadores de frotas indicam que a substituição prematura permanece uma exceção. 
Para o consumidor, isso significa que a gestão de bateria de carro elétrico continua sendo fundamental para preservar a autonomia e o desempenho, mas deixou de representar uma das maiores incertezas da mobilidade elétrica.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hCFDgboI7XSfAdP6Lz4knmVNyC8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/y/gkfW17TXSBHGk6XV3qPQ/geely-ex2-frente.jpg" medium="image"/>   <media:description>Geely EX2</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:33:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros usados com baixo consumo de combustível a partir de R$ 37 mil</title>  <atom:subtitle>Separamos opções compactas que fazem uma média de 10 km/l com etanol; veja os modelos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/5-carros-usados-baixo-consumo-combustivel-partir-de-r-37-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/5-carros-usados-baixo-consumo-combustivel-partir-de-r-37-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JXhnNsbXL1WfPVPzCu6jKqceIHw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/P/A/p7UaBPR3ic877sRDkLdw/volks-up-move.jpg" /><br /> ]]>    Com a diferença de preço entre etanol e gasolina (principalmente nos Estados do sudeste), e também pelo aumento do percentual de etanol na gasolina para 32%, não é difícil encontrar motoristas que optam por abastecer seus carros com etanol no posto de combustível. 
Dado esse cenário, listamos cinco carros usados que são econômicos com o combustível vegetal. Aqui, apontamos modelos disponíveis no mercado brasileiro que fazem a boa média de mais de 10 km/litro com etanol, com alguns deles até fazendo tal número em uso na cidade. 
Abaixo, confira qual deles se encaixa mais no seu orçamento e também no seu perfil, já que contamos com exemplares que vão dos hatches subcompactos até os populares compactos, com um pouco mais de espaço interno, sempre com preço de até R$ 50 mil. Os valores foram apurados no Mercado Livre na data de redação e fechamento da matéria, em agosto de 2026.
1. Renault Kwid Intense 2018 – a partir de R$ 36.900 
Renault Kwid Intense tem bom desempenho para um aspirado e oferece economia
Divulgação
Quem abre a lista é ele: Renault Kwid. O subcompacto foi lançado no Brasil em 2017 e sempre foi o queridinho dos motoristas de aplicativo justamente pela sua maior vantagem: a economia de combustível. Embora não seja um dos carros mais confortáveis do mercado, ele traz baixo custo de manutenção e desempenho até razoável. Unidades 2018 podem ser negociadas no Mercado Livre com preço a partir de R$ 36.900 na variante topo Intense. 
Equipado com motor 1.0 aspirado flex de 70/66 cv de potência (Etanol/Gasolina) e 9,8/9,4 kgfm de torque, ele traz câmbio manual de cinco marchas e cumpre o 0 a 100 km/h em 12,2 segundos, de acordo com o teste da Autoesporte, um bom desempenho para um modelo 1 litro aspirado. Mas é a economia o seu forte: faz 10,3 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada com etanol, o que lhe dá uma média respeitável de 10,55 km/l. 
Apesar das dimensões urbanas, com apenas 3,68 metros de comprimento e 2,42 m de entre-eixos, o subcompacto oferece 290 litros de porta-malas – similar a um Corsa. Como variante topo do modelo, traz quatro airbags, multimídia, câmera de ré, faróis de neblina, além dos habituais ar-condicionado e direção elétrica.
Honda Fit 1.4 LXL 16V FLEX 4P 
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2. Fiat Mobi Drive 2018 – a partir de R$ 37.900
Fiat Mobi Drive tem um pouco menos de espaço que o Kwid, mas também consome pouco
Divulgação
Em segundo na lista também temos um hatch subcompacto, neste caso, o Fiat Mobi. Lançado em 2016 para ser uma opção com visual mais diferente em relação ao Uno (com quem compartilha sua base), ele é consideravelmente menor. O subcompacto traz um pouco mais de conforto do que o Kwid em relação a suspensão e isolamento acústico, mas é menor para quem vai no banco traseiro. Unidades 2018 da versão Drive são comercializadas com valor inicial de R$ 37.900 na plataforma. 
A primeira safra do hatch subcocompacto vem equipada com motor 1.0 três cilindros aspirado, que rende 77/72 cv de potência (E/G) e 10,9/10,4 kgfm de torque. Vale lembrar que este é o motor da família Firefly, bem mais eficiente que o antigo Fire, que, por razões de custo, chegou a substituir o propulsor mais moderno por um bom tempo. 
Tem o câmbio de cinco marchas como a melhor opção. O tricilíndrico o leva de 0 a 100 km/h em razoáveis 13,3 s, conforme teste da Autoesporte, nada menos que 3,3 s a menos do que os 16,6 s exigidos pelo 1.0 Fire na mesma prova. Com essa motorização, ele é destaque na economia: faz 9,6 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada com etanol no tanque, o que lhe rende 10,45 km/l de média. 
São 3,56 m de comprimento e apenas 2,30 m de entre-eixos, o que garante espaço interno menor do que o do Kwid, enquanto o porta-malas leva somente 235 litros. Direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos nas portas dianteiras e computador de bordo são alguns dos itens principais. 
Ford Focus Focus 1.6 GLX 16V FLEX 4P
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3. Volkswagen up! Move TSI 2016 – a partir de R$ 43.900
Volkswagen up! pode ser achado em várias versões, mas recomendamos a Move 
Volkswagen/Divulgação
Primeiro carro 1.0 turbo nacional dotado de injeção direta, o Volkswagen up! hoje é procurado por entusiastas do "stage", que extraem mais força do famoso motor TSI da marca. Mas, durante o lançamento do modelo, a fabricante destacou justamente sua economia de combustível. Aliás, o up! TSI é até mais amigo do bolso na hora de abastece do que sua variante aspirada MPI. O modelo pode ser encontrado com preço a partir de R$ 43.900 na configuração Move 2016 no Mercado Livre. 
O seu motor 1.0 turbo flex entrega 105/101 cv e 16,8 kgfm de torque com ambos os combustíveis. A combinação de peso baixo a um bom torque resulta em uma arrancada de 0 a 100 km/h em 9,3 s conforme a aferição da Autoesporte. O mais interessante é o consumo no etanol, fazendo 9,6 km/l na cidade e 11,1 km/l na estrada - o que lhe dá uma média de 10,35 km/l com o combustível derivado da cana. 
Subcompacto, o hatch tem 3,64 m e 2,42 m de entre-eixos, mas o seu  porta-malas tem 285 l de capacidade. Entre os principais itens de série, a versão Move TSI entrega direção elétrica, ar-condicionado, controle de tração, computador de bordo e, se vier equipado com o facilmente encontrado pack de opcionais, também traz rodas de liga leve, sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina.
Nissan March 1.6 SL 16V FLEX 4P XTRONIC
4. Peugeot 208 Like 1.0 2023 – a partir de R$ 43.480
Peugeot 208 Like dispensa os detalhes metálicos na grade e rodas de liga leve da foto
Divulgação
Em penúltimo, temos o Peugeot 208 na variante Like 2023, configuração essa que pode ser arrematada com valor a partir de R$ 56.900 no Mercado Livre. É o carro de ano-modelo mais novo aqui, com apenas três anos de uso, e que traz no pacote o visual com proposta mais esportiva mesmo nesta variante mais básica, que traz o mesmo motor 1.0 Firefly do Mobi – e que atualmente é encontrado em diversos modelos da Stellantis. Aposta também em boa dirigibilidade e bom acerto de suspensão, o que pode agradar para quem coloca no topo da prateleira essas características. 
Seu motor 1.0 aspirado flex de três cilindros rende 75/71 cv de potência (já dentro dos parâmetros mais rígidos do Proconve) e torque de 10,7/10 kgfm, sempre na ordem gasolina e etanol. Vem equipado com câmbio manual de cinco marchas. O desempenho, porém, é um pouco pacato: 0 a 100 km/h em 15,4 s, segundo o teste da Autoesporte. Mas seu destaque, de fato, é o consumo de 10,4 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada – o que lhe rende a melhor média de todos os carros listados: nada menos do que 10,85 km/l com etanol. 
São 4,05 m de comprimento e 2,54 m de entre-eixos, contudo, o porta-malas de 265 l poderia ser maior. Entre os equipamentos, destaque para a central multimídia com espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay), quatro airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado, direção elétrica e assistente de partida em rampa.
5. Chevrolet Onix LT 1.0 2020 – a partir de R$ 49.900
Chevrolet Onix LT tem espaço maior que o dos subcompactos e ainda é econômico
Divulgação
Em penúltimo, temos mais um carro com motor aspirado bem econômico, o Chevrolet Onix LT. O modelo que indicamos aqui é o da segunda geração do hatch compacto, que foi lançada ao final de 2019 como linha 2020. Unidades deste ano podem ser negociadas a um preço inicial de R$ 49.900 no Mercado Livre na configuração LT. Tem no espaço interno, boa dirigibilidade e o câmbio como seus principais pontos positivos, além claro, do baixíssimo consumo com etanol. 
O hatch vem equipado com o motor 1.0 aspirado flex três cilindros da família CSS Prime, que entrega 82/78 cv de potência e 10,6/9,6 kgfm de torque - um dos melhores números entre os carros aspirados. Na pista de testes da Autoesporte, o Chevrolet foi de 0 a 100 km/h em 13,9 s, auxiliado pelo câmbio manual de seis marchas. 
Seu consumo com etanol é um dos melhores entre os carros listados, fazendo assim 9,9 km/l na cidade, enquanto na estrada é o mais econômico, com ótimos 11,7 km/l. Na prática, isso lhe rende uma média de 10,8 km/l. 
Suas medidas são grandes para um hatch compacto, com 4,16 m de comprimento e 2,55 m de entre-eixos, porém, o porta-malas leva 275 l, menos do que muitos rivais. Como destaque, tem seis airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, central multimídia MyLink de 8 polegadas (com integração de smartphones sem fio), ar-condicionado, direção elétrica e vidros elétricos em todas as portas.
Toyota Corolla XEi 2.0 Flex 16V 
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 Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JXhnNsbXL1WfPVPzCu6jKqceIHw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/P/A/p7UaBPR3ic877sRDkLdw/volks-up-move.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen up! tem a vantagem de unir desempenho e economia</media:description>   <media:credit>Leo Sposito/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:07:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Tukan é revelada como sucessora da Saveiro; veja quando chega</title>  <atom:subtitle>Picape terá versões com cabine simples e dupla para competir em melhores condições com a Fiat Strada, líder histórica da categoria</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/volkswagen-tukan-revelada-sucessora-saveiro-veja-quando-chega.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/volkswagen-tukan-revelada-sucessora-saveiro-veja-quando-chega.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/49dMRFQccaUpfmItFWoSM3xdAZ4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/i/f/h6neVpSBK2IMtBDuoGlw/volkswagentukan-002.png" /><br /> ]]>    A Volkswagen Tukan, picape que será sucessora da Saveiro, acaba de ser revelada. Depois de muito mistério e informações a conta-gotas, a fabricante agora mostrou (só por fora) a picape intermediária sem nenhuma camuflagem pela primeira vez na Festa do Peão de Barretos 2026, conforme Autoesporte já havia adiantado.
Conheça a próxima picape da Volkswagen
Por enquanto, a Volkswagen ainda não divulgou imagens do interior da Tukan. Os exemplares exibidos em Barretos têm os vidros escurecidos e as portas trancadas. Lembrando que, apesar do visual da Tukan ter sido revelado ainda em 2026, o lançamento efetivo nas lojas ocorrerá apenas no primeiro trimestre de 2027, com produção em São José dos Pinhais (PR).
Duas versões apresentadas
Volkswagen Tukan Extreme tem rodas de 17 polegadas
Vitória Drehmer/Autoesporte
A Volkswagen apresentou apenas duas versões da Tukan, que devem representar a base e o topo da gama. São elas Robust e Extreme, respectivamente. Os modelos, inclusive, são muito similares às projeções apresentadas recentemente por Autoesporte e confirmam a apuração publicada ainda em abril a respeito da opção mais barata.
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Na Volkswagen Tukan Extreme cabine dupla, os faróis de LED são interligados por uma barra prateada que dá a sensação de ser luminosa. A grade traz detalhes hexagonais e há faróis de neblina nas opções topo de linha. Rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus 205/55 R17 — e estepe na parte de baixo da picape — fazem parte do pacote. 
Faróis de LED da Volkswagen Tukan Extreme são interligados por uma barra que dá a sensação de ser luminosa 
Vitória Drehmer/Autoesporte
Ainda que o visual esteja mais parecido com o do SUV de entrada Tera, a escolha pela fábrica paranaense tem relação com a produção do T-Cross. É do modelo maior que a picape vai compartilhar parte da estrutura dianteira da carroceria monobloco, a partir da plataforma MQB A0. Da ponta do para-choque frontal até o fim das portas laterais dianteiras, todo o underbody, as chapas estruturais de aço, as colunas A e B, o para-brisa, suspensão, freios e cubos de roda dianteiros usados pela picape virão do SUV compacto. 
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Também é esperado que o interior tenha uma série de elementos em comum com o T-Cross.
Volkswagen Tukan Extreme tem estribo e nome da versão em um aplique de plástico
Vitória Drehmer/Autoesporte
Como é a Volkswagen Tukan?
Importante lembrar que a Volkswagen Tukan é um projeto da marca alemã criado para concorrer com as Fiat Strada e Toro simultaneamente no mercado brasileiro. Quando entrevistado com exclusividade por Autoesporte em setembro do ano passado, o CEO global da marca, Thomas Schäfer, já havia afirmado que ela teria a missão de ser uma picape de trabalho e "lifestyle" ao mesmo tempo. Isso por conta das opções de cabine simples e cabine dupla.
Volkswagen Tukan Robust é a versão de entrada com cabine simples
Vitória Drehmer/Autoesporte
Aliás, até o momento, a Volkswagen não confirmou mais nenhuma informação sobre a Tukan. O que já sabemos é que a picape será o primeiro modelo híbrido flex de produção nacional da fabricante no Brasil, dentro do ciclo de investimentos de R$ 20 bilhões da empresa na América do Sul até 2028.
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Isso quer dizer que a picape intermediária vai estrear o motor 1.5 TSI Evo2 flex com sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts, inicialmente importado do México. São 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, com câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas. Uma opção híbrida plena (HEV) com esse mesmo propulsor está no radar, mas só em uma segunda fase do projeto, após 2030.
Volkswagen Tukan Robust tem o nome do veículo estampado na tampa da caçamba
Vitória Drehmer/Autoesporte
Além disso, diferentemente dos conjuntos híbridos leves de 12V e 48V da Stellantis, no da Volkswagen o motor 1.5 TSI Evo2 flex já chegará desenvolvido para operar em ciclo Miller e não no convencional ciclo Otto. Neste ciclo, as válvulas de admissão ficam abertas por mais tempo durante o início da compressão, para recuperar parte da mistura ar-combustível e, assim, gerar um curso de expansão maior que o de compressão e aumentar a eficiência energética.
Volkswagen Tukan Robust deve usar o conhecido motor 1.6 MSI
Vitória Drehmer/Autoesporte
As opções de cabine simples devem herdar o motor 1.6 MSI da Saveiro— e que deve ter uma opção movida apenas a etanol. São 116 cv de potência e 16,1 kgfm de torque, sempre ligado ao câmbio manual de cinco marchas.
Conheça a versão para o trabalho pesado
Há ainda a possibilidade de configurações intermediárias serem equipadas com outro conjunto conhecido: o 250 TSI. Ou seja, motor 1.4 turbo flex de quatro cilindros de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. O câmbio já passa a ser automático de seis marchas.
Volkswagen Tukan Robust terá suspensão traseira similar à da Fiat Strada para entregar mais robustez
Vitória Drehmer/Autoesporte
Conforme também antecipado por Autoesporte, a suspensão traseira da Tukan usará uma arquitetura formada por eixo rígido ômega com molas semielípticas. Aqui está outro trunfo da novata diante da líder do segmento. Afinal, a solução tem a função de aumentar a robustez e a capacidade de carga do modelo. É o mesmo conjunto usado na Fiat Strada. 
Os freios são a tambor, conforme observado pela nossa reportagem durante um flagra da Tukan em março. E segundo a Volkswagen do Brasil, a nova Tukan já nascerá com 85% de peças nacionais. 
Em relação às dimensões, podemos esperar medidas similares às de uma Chevrolet Montana: cerca de 4,75 metros de comprimento, 2,80 m de entre-eixos, menos de 1,80 m de largura e 1,70 m de altura.
O volume e a capacidade da caçamba também não foram revelados, mas, para efeito de comparação, a Saveiro tem 580 litros e 638 kg, respectivamente. O que sabemos é que a abertura da tampa na Tukan será por um puxador no logotipo da marca.
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Como comparação, em 2025 a Buick vendeu 427 mil unidades na China, mais do que o dobro dos 198 mil carros emplacados nos Estados Unidos. Os dados são da Marklines.
Voltando a falar da Buick no Brasil, dias atrás, o site GM Authority antecipou a movimentação para expandir a atuação na América Latina. Agora, em apuração conjunta com o Autos Segredos, Autoesporte pode confirmar que a General Motors já confirmou à rede de concessionários que a marca será lançada por aqui. 
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Ainda não há uma data para que isso aconteça. A chegada da Cadillac, por exemplo, tem sido falada desde o início de 2025 e ainda não se concretizou. Ou seja, é possível que a Buick só tenha as lojas abertas de 2028 em diante.
Procurada, a GM disse que "avalia continuamente oportunidades para fortalecer sua presença e ampliar seu portfólio no Brasil e na América do Sul", mas afirma que "neste momento, não há planos para a introdução da marca Buick no Brasil".
Buick tem vendas melhores na China do que nos Estados Unidos
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Em postagem no LinkedIn, o presidente da GM na América do Sul, Thomas Owsianski confirmou que fará uma nova viagem para a China e que voltará com novidades para o Brasil. O que não está escrito no post é que o executivo estará acompanhado de representantes da rede de concessionárias. Na programação, está prevista uma visita à fábrica da Buick na região de Xangai.
A estratégia é um desdobramento da renovação da parceria entre a General Motors e a Saic, uma das maiores fabricantes chinesas. A joint venture entre as empresas foi prorrogada por mais 20 anos, até 2047, e terá entre seus objetivos transformar a China em uma base de desenvolvimento e exportação de veículos da GM.
Buick na lacuna da família Onix
Chevrolet Onix Plus foi lançado na China antes do Brasil; por lá, não fez sucesso
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É também uma forma de preencher a lacuna que será deixada pelo encerramento da plataforma GEM, que deu origem a Onix, Tracker, Montana e Sonic. Ainda que tenha feito sucesso no Brasil, a linha não teve o mesmo bom desempenho em vendas na China. Logo, não haverá uma nova geração criada em conjunto com a Saic. No lugar, a Chevrolet firmou uma parceria com a Hyundai para desenvolver uma nova família de veículos.
A estratégia para a Buick deve ser similar à da Stellantis com a Leapmotor. No caso da GM, a nova marca fará uma espécie de ponte entre a Chevrolet e a Cadillac. 
Chevrolet Equinox EV 2025 - frente
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Esse espaço da Buick tem sido difícil de preencher apenas com produtos Chevrolet importados dos Estados Unidos. Exemplo dessa questão é o Blazer EV, que chegou ao Brasil posicionado em uma faixa de preço bem elevada. Atualmente, o SUV elétrico parte de R$ 503.190. O Equinox EV, na faixa dos R$ 350 mil, saiu de linha dois anos após o lançamento.
A produção chinesa permitiria à GM trabalhar com custos e posicionamentos diferentes, especialmente em um momento no qual fabricantes do país ampliam rapidamente sua participação no mercado brasileiro.
Em vez de depender apenas das marcas tradicionais do grupo para enfrentar BYD, GWM, Geely e outras fabricantes chinesas, a companhia passou a contar com uma marca e produtos desenvolvidos originalmente para aquele mercado.
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No caso da GM, porém, não seria necessário comprar participação em uma nova fabricante. A Buick já pertence ao grupo e possui uma operação profundamente ligada à China há décadas por meio da SAIC-GM.
Quais carros a Buick poderia trazer?
Buick E7 é um SUV lançado recentemente na China e que pode vir ao Brasil
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Dois modelos ajudam a mostrar o potencial dessa estratégia. Um deles é o Electra E7, SUV híbrido plug-in lançado na China em 2026 e desenvolvido sobre a nova arquitetura Xiao Yao da SAIC-GM.
O modelo mede 4,85 metros de comprimento e 2,85 m de entre-eixos. Na motorização, combina um motor 1.5 a gasolina com propulsão elétrica, com potência combinada entre de 338 cv a 375 cv. Dependendo da configuração, a autonomia elétrica pode chegar a 210 km no ciclo chinês CLTC, enquanto o alcance total supera 1.600 km. Já o porta-malas oferece de 650 a 1.798 litros de volume, já que conta com um compartimento sob o piso. 
Buick E7 2026 tem duas grandes telas na cabine 
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Mais interessante para uma eventual operação latino-americana é o preço. Na China, o Electra E7 foi lançado por valores a partir de 154.900 yuan considerando os incentivos oferecidos pela fabricante. Isso corresponde a cerca de R$ 119 mil em conversão direta, sem considerar impostos e demais custos de importação.
Outro integrante da família é o Electra L7. Com pouco mais de 5 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos, o sedã é oferecido com diferentes configurações eletrificadas. A opção mais recente é a elétrica com motor traseiro de 378 cv de potência. O pacote de baterias CATL é de 80,6 kWh, que confere uma autonomia de até 702 km no ciclo chinês.
A SAIC-GM pretende lançar pelo menos 30 modelos elétricos ou híbridos até 2030, enquanto aumenta a participação da engenharia chinesa no desenvolvimento de veículos. A ver as cenas dos próximos capítulos. 
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O motor turbo 1.0 T200, que equipa três versões do Basalt, saiu de até 130 cv de potência com etanol para 115 cv, enquanto o torque segue de 20,4 kgfm. O primeiro modelo da Stellantis a usar esse motor com cavalaria menor foi o Jeep Avenger e, agora, ele avançou para os carros da Citroën.
Citroën Basalt 2027 mantém o visual da linha 2026
Cauê Lira/Autoesporte
Além da redução de potência, a linha 2027 do Citroën Basalt tem outra novidade relevante. É a chegada da versão Dark Edition na motorização 1.0 com câmbio manual. Este pacote de acabamento só era combinado com o motor turbo e câmbio automático CVT, representando 50% das vendas. 
Agora, quem deseja o pacote mais estiloso, mas não quer investir tanto, poderá escolher a nova configuração, lançada por R$ 98.990, e posicionada como a segunda mais barata do portfólio.
A nova versão, junto com a de entrada, Feel MT, entram para o programa Carro Sustentável, dentro do programa Mover, e podem ser compradas com desconto. A configuração Feel MT teve seu preço reduzido de R$ 97.960 para R$ 95.590. Para fazer parte da lista de modelos vendidos através do programa, o Basalt passou por leves mudanças para melhorar sua eficiência energética. 
É o caso do novo sistema de gerenciamento da bateria que prioriza a geração de energia nas desacelerações e frenagens, recuperando parte da energia que seria perdida.
Preços do Citroën Basalt 2027
Também tem uma novidade na linha 2027 que vale para toda a gama: a central multimídia ganhou nova interface com fundo escurecido. Na versão mais cara, a Dark Edition Turbo 200, mais um item novo: partida do motor por botão, sem o uso da chave.
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Motor e consumo do Citroën Basalt 2027
Conforme falado anteriormente, a grande mudança da linha 2027 é a nova calibração do motor T200. Dessa forma, ele deixa de entregar até 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, para entregar 115 cv com gasolina ou etanol.
O consumo com o motor recalibrado segue o mesmo com etanol: 8,4 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada. Com gasolina os números, caiu de 12 km/l para 11,9 km/l na cidade. Na estrada, melhora, passando de 13,7 km/l para 14 km/l.
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Citroën Basalt Dark Edition ganha opção de câmbio manual e motor aspirado na linha 2027
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Nas versões com câmbio manual, o motor segue o mesmo 1.0 Firefly aspirado que entrega 75 cv de potência com etanol e 71 cv com gasolina. O torque é de 10,7 kgfm com o primeiro combustível e 10 kgfm com o segundo.
Com essa motorização, o consumo é o seguinte: 9,2 km/l com etanol na cidade e 13,2 km/l com gasolina. Nas rodovias as médias sobem para 10,1 km/l (E) e 14,3 km/l (G).
Medidas do Citroën Basalt 2027
Aqui os números também seguem os mesmos da linha 2026. São 4,34 metros de comprimento, 1,74 m de largura, 1,58 de altura e entre-eixos de 2,64 m. O porta-malas é um ponto sorte do SUV, com capacidade para 490 litros.
Citroën Basalt Dark Edition 2026 - traseira estática
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Versões, preços e equipamentos do Citroën Basalt 2027
Citroën Basalt 1.0 Feel MT - R$ 95.590: Motor 1.0 Firefly, 1 porta USB tipo A e tomada 12v no painel, 2 portas USB tipo C para 2ª fileira, airbags laterais, alarme, ar-condicionado, assistente de partida em rampa, banco do motorista com ajuste de altura e apoio de braço, câmera traseira, capa dos retrovisores em preto brilhante, central multimídia com tela de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, direção elétrica, luzes de condução diurna de LED, monitoramento de pressão dos pneus, indicador de troca de marcha no painel, quadro de instrumentos digital de 7 polegadas, rodas de ferro aro 16, retrovisores elétricos, sensor de estacionamento traseiros e vidros elétricos com função One Touch;
Citroën Basalt Dark Edition MT – R$ 98.990: Todos os itens da versão acima + bancos com revestimento que simula couro, mesmo material usado do apoio de braço do banco do motorista, logos escurecidos, acabamento interno escurecido, pedaleiras esportivas, volante revestido com material que simula couro e costuras em vermelho aparente;
Citroën Basalt Feel Turbo 200 AT – R$ 113.990: todos os itens das versões acima + motor 1.0 turbo, câmbio CVT de sete marchas, modo Sport, ar-condicionado digital e automático e rodas de liga leve de 16 polegadas;
Citroën Basalt 2027 teve o motor T200 recalibrado para pagar menos impostos e perdeu até 15 cv de potência
Cauê Lira/Autoesporte
Citroën Basalt Shine Turbo 200 AT – R$ 119.990: todos os itens das versões acima + bancos com revestimento que simula couro na cor cinza, controle e limitador de velocidade, faróis de neblina, acabamento interno escurecido, partida sem chave, rodas de liga leve aro 16 diamantadas, volante revestido com material que imita couro e costura aparente amarela;
Citroën Basalt Dark Edition Turbo 200 AT – R$ 120.990: todos os itens das versões acima + aerofólio, apliques inferiores de para-choque dianteiros e traseiros (skid plates) escurecidos, bancos com revestimento preto em material que simula couro, logotipo duplo e escurecido, nome da versão nas laterais, painel revestido com material macio, protetor de soleiras com o nome Dark Edition, rodas de liga leve aro 16 pintadas de preto, tapetes exclusivos, e volante revestido com material sintético e costuras aparentes vermelhas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4Txpcllzco4NXU9N055GIaLuqts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/J/x1OAtUSCux7wMIboKOuA/citroen-basalt-2027.jpg" medium="image"/>   <media:description>Citroën Basalt 2027 tem nova versão Dark Edition MT</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 09:01:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Tukan será revelada na Festa do Peão de Barretos 2026</title>  <atom:subtitle>Novo teaser da marca deixa claro que picape será apresentada sem nenhum tipo de camuflagem no evento que começa nesta sexta-feira (21)</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/volkswagen-tukan-revelada-festa-peao-barretos-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/volkswagen-tukan-revelada-festa-peao-barretos-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0ppEs4TgdYuJqpWacahlizrBrsk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/x/tt0ovCSWOJ9GsryllZHg/volkswagen-tukan-teaser-final-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen Tukan, sucessora da Saveiro, será revelada na Festa do Peão de Barretos 2026. Na noite desta quinta-feira (20), a fabricante divulgou em seu Instagram um novo teaser da picape intermediária revelando praticamente todo o seu visual dianteiro. O pequeno vídeo, que pegou de surpresa a todos, revela um modelo muito similar às projeções da versão cabine dupla apresentadas recentemente por Autoesporte.
Agora, nossa reportagem pode afirmar que a Volkswagen Tukan terá seu visual externo revelado no evento. Ainda não se sabe se o interior também será apresentado, mas nossa aposta é de que não. Já a outra picape prometida pela marca para 2027, a nova geração da Amarok, deve ser exibida ainda em uma versão camuflada, assim como a marca já fez com a própria Tukan meses atrás. 
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Como será a Volkswagen Tukan
A Volkswagen Tukan é um projeto da marca alemã para concorrer com as Fiat Strada e Toro simultaneamente no mercado brasileiro. Quando entrevistado com exclusividade por Autoesporte em setembro do ano passado, o CEO global da marca, Thomas Schäfer, já havia afirmado que ela teria a missão de ser uma picape de trabalho e "lifestyle" ao mesmo tempo.
Volkswagen Tukan terá versões cabine dupla com quatro portas
Reprodução/Volkswagen
Semanas atrás, revelamos como será o visual da Volkswagen Tukan cabine simples. É a opção com motor 1.6 MSI que se chamará Robust — e que deve ter uma opção movida apenas a etanol. Terá suspensão traseira por eixo rígido com molas semielípticas, além de porte maior e uma caçamba com volume generosa e porte, o grande trunfo para concorrer com a Strada de um jeito que a Saveiro jamais conseguiu.
Projeção: Volkswagen Tukan cabine simples terá motor 1.6 MSI aspirado flex ou só a etanol
João Kleber Amaral/Autoesporte
Poucos dias depois, nossa reportagem também revelou em primeira mão, com projeções exclusivas de João Kleber Amaral, usando recursos de inteligência artificial para criar uma melhor ambientação, como será o design da futura Tukan cabine dupla, incluindo a pintura "amarelo Canário" que será a cor de lançamento da picape intermediária. 
Projeção: Volkswagen Tukan Cabine Dupla será vendida na cor de lançamento "amarelo Canário"
João Kleber Amaral/Autoesporte
Lembrando que, se a Volkswagen Tukan deve ter o visual externo revelado ainda em 2026, o lançamento efetivo nas lojas ocorrerá apenas no primeiro trimestre de 2027, com produção em São José dos Pinhais (PR). Conforme já confirmado pela marca, a picape será o primeiro modelo híbrido flex de produção nacional da fabricante no Brasil, dentro do ciclo de investimentos de R$ 20 bilhões da empresa na América do Sul até 2028.
A escolha pela fábrica paranaense tem relação com a produção do T-Cross, com quem a picape compartilhará toda a estrutura dianteira da carroceria monobloco, a partir da plataforma MQB A0. Da ponta do para-choque frontal até o fim das portas laterais dianteiras, todo o underbody, as chapas estruturais de aço, as colunas A e B, o para-brisa, motorização, suspensão, freios e cubos de roda dianteiros usados pela picape virão do SUV compacto.
Volkswagen Tukan terá carroceria monobloco com estrutura herdada do T-Cross até a coluna B
João Kleber Amaral/Autoesporte
Isso quer dizer que a picape intermediária será o primeiro produto a usar o motor 1.5 TSI Evo2 flex com sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts, inicialmente importado do México. São 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, com câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas. Uma opção híbrida plena (HEV) com esse mesmo propulsor está no radar, mas só em uma segunda fase do projeto.
Novo motor Volkswagen 1.5 TSI Evo2, que no Brasil será flex
Divulgação
A escolha por uma especificação híbrida leve pode frustrar, especialmente quando se observa que a nova Fiat Toro MHEV não proporciona uma economia tão grande assim em consumo de combustível. No Inmetro, a picape levemente eletrificada da Stellantis faz 10,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com gasolina. Quando abastecida com etanol, os números caem para 7,3 km/l em ciclo urbano e 7,6 km/l no rodoviário. É pouco para um veículo dito "híbrido".
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No caso da Tukan, a Volkswagen adotou duas estratégias para tentar reverter a questão e entregar um consumo de combustível melhor com o sistema de 48 Volts. Primeiro, a picape intermediária da marca alemã será menor e mais leve, com dimensões similares às de uma Chevrolet Montana: cerca de 4,75 metros de comprimento, 2,80 m de entre-eixos, menos de 1,80 m de largura e 1,70 m de altura. 
Além disso, diferentemente dos conjuntos híbridos leves de 12V e 48V da Stellantis, no da Volkswagen o motor 1.5 TSI Evo2 flex já chegará desenvolvido para operar em ciclo Miller e não no convencional ciclo Otto. Neste ciclo, as válvulas de admissão ficam abertas por mais tempo durante o início da compressão, para recuperar parte da mistura ar-combustível e, assim, gerar um curso de expansão maior que o de compressão e aumentar a eficiência energética.
Volkswagen Tukan terá porte similar ao da Chevrolet Montana
João Kleber Amaral/Autoesporte
Motores de ciclo Miller entregam potência e torque menores que os de ciclo Otto com o mesmo deslocamento, mas é aí que entra o sistema híbrido leve, com um motor elétrico para compensar essa perda nas acelerações e retomadas a cargas mais altas. Por isso, apesar de ter 1,5 litro, ou seja, uma capacidade cúbica maior, o TSI Evo2 da Volkswagen entrega os mesmos 150 cv e 25,5 kgfm do atual 1.4 TSI, só que com muito mais eficiência energética.
Fontes consultadas por Autoesporte afirmam que a expectativa da Volkswagen é que a Tukan 1.5 TSI de 48 Volts tenha um consumo de combustível aproximadamente 30% superior ao da Toro em todas as provas do Inmetro, aproximando-se de 10 km/l com etanol e dos 14 km/l com gasolina na estrada.
Volkswagen Tukan Cabine Dupla terá rodas aro 17 com cinco furos, aproveitando os cubos e a suspensão dianteira do T-Cross
João Kleber Amaral/Autoesporte
Segundo a Volkswagen do Brasil, a nova Tukan já nascerá com 76% de peças nacionais. Conforme também antecipado por Autoesporte, a suspensão traseira da Tukan usará uma arquitetura formada por eixo rígido ômega com molas semielípticas. Aqui está outro trunfo da novata diante da líder do segmento. 
A solução tem a função de aumentar a robustez e a capacidade de carga do modelo, cumprindo as exigências do consumidor que busca uma caminhonete para o trabalho diário, especialmente nas versões que terão cabine simples. É o mesmo conjunto usado na Fiat Strada. 
A Tukan apresentada com camuflagem a jornalistas recentemente trazia rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus 205/55 R17 — e o estepe na parte de baixo da picape. Os freios são a tambor, conforme observado pela nossa reportagem durante um flagra da Tukan em março. 
A Volkswagen Tukan terá início da produção no final desse ano e vai oferecer versões de cabine dupla e cabine simples, que serão voltadas para o trabalho, como revelamos em um especial sobre o projeto Udara — nome utilizado antes da oficialização do Tukan. Uma confirmação é que a cor Amarelo Canário será a de lançamento da picape.
Mesmo na versão cabine dupla, Volkswagen quer que a Tukan ser referência em capacidade de carga
João Kleber Amaral/Autoesporte
O volume e a capacidade da caçamba não foram revelados, mas, para efeito de comparação, a Saveiro tem 580 litros e 638 kg, respectivamente. O que sabemos é que a abertura da tampa na Tukan será por um puxador no logotipo da marca.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0ppEs4TgdYuJqpWacahlizrBrsk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/x/tt0ovCSWOJ9GsryllZHg/volkswagen-tukan-teaser-final-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Tukan: teaser final mostra quase toda a dianteira da nova picape</media:description>   <media:credit>Reprodução/Volkswagen</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 01:43:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estudo mostra quais tecnologias mais ajudam a evitar acidentes de trânsito</title>  <atom:subtitle>Estudo australiano da Universidade de Queensland usou como base os dados de 100 mil veículos e mostra os itens mais importantes; veja os detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/08/estudo-mostra-quais-tecnologias-ajudam-evitar-acidentes-transito.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/08/estudo-mostra-quais-tecnologias-ajudam-evitar-acidentes-transito.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p4B4NauhS2ePCbr5dFNVWboe4II=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Z/t/7XougYQMCHCNlYdrz4IQ/sistema-de-permanencia-em-faixa-evita-colisao.gif" /><br /> ]]>    O sistema Adas — sigla em inglês para "Advanced Driver Assistance Systems" — tem sido parte fundamental da prevenção dos acidentes automotivos. Um estudo elaborado pela Universidade de Queensland, em Brisbane (Austrália), revelou quais são os equipamentos que mais evitam colisões no trânsito.
O estudo analisou dados de mais de 100 mil veículos no país e constatou que os sistemas de segurança de fato ajudam a reduzir os acidentes que tentam prevenir, embora muitos motoristas insistam em desligá-los, como iremos elaborar à frente. A colisão mais evitada, com redução de 40% na incidência, é a lateral — quando dois carros "disputam" a mesma faixa. Neste caso, os sensores de ponto cego e de permanência em faixa são fundamentais.
As colisões frontais foram reduzidas em 21% nos veículos equipados com Adas, graças à ação dos sensores pré-colisão (este depende da ação do motorista após o alerta) e do próprio sistema de frenagem de emergência. 
Já os acidentes causados pela evasão da faixa oposta caíram 15%, constatou o estudo. Neste caso, o carro utiliza uma combinação do controle de cruzeiro adaptativo e do sensor de permanência em faixa para manter o controle em alta velocidade.
Motoristas insistem em desligar o Adas
O assistente de permanência e centralização em faixa detecta mudanças involuntárias de faixa (sem o acionamento da seta), e avisa o motorista
Divulgação
Alerta sonoro de limite de velocidade, sistema permanência em faixa e sensor de ponto cego. Estes equipamentos compõem o Adas, que é o sistema de segurança ativa do veículo. Muitos motoristas consideram os avisos sonoros irritantes e insistem em desligá-los — no entanto, o estudo conduzido na Austrália revelou que 8 mil acidentes anuais seriam evitados no país se estes sistemas estivessem ativos. 
Embora exista o consenso de que um em cada cinco acidentes seria evitado caso o veículo tivesse o Adas operando, 60% dos motoristas australianos admitem que desligam funções de segurança ativa enquanto dirigem. Os motivos, aponta a pesquisa, são a intrusividade dos avisos e os alertas falsos, considerados irritantes.
Os equipamentos do Adas funcionam de forma passiva e ativa. No caso do alerta sonoro de velocidade, o veículo detecta a placa na estrada e emite um som intermitente sempre que o motorista exceder o limite. Este sistema já está presente em carros vendidos no Brasil, como Volvo EX30 e Geely EX5 PHEV, e permite desligamento pela central multimídia.
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Embora a presença do Adas tenha aumentado nos carros vendidos na Austrália — o que, teoricamente, deveria mitigar o número de feridos — o resultado ainda não se reverteu numa redução dos acidentes. No país, entre julho de 2025 e 2026, constatou-se que as ocorrências registraram aumento de 0,9%.
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Somente em 2025, 1.323 pessoas ficaram feridas em acidentes automotivos na Austrália, sendo que o resultado considerado “normal” era de 1.097 em 2020. A pesquisa da Universidade de Queensland aponta que 20% das casualidades teriam sido evitadas caso equipamentos do pacote Adas fossem utilizados da maneira correta. 
A Austrália registra média anual de 40 mil acidentes, mas os pesquisadores constataram que é possível reduzir 7.850 ocorrências por ano com o uso apropriado dos recursos de segurança embarcada considerados “irritantes”.
O assistente de tráfego cruzado traseiro detecta a aproximação de outros veículos
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Todavia, o estudo também expõe o que as fabricantes e sistemistas precisam melhorar nos itens que compõem o Adas. Os dados apontam que 45% dos motoristas desligam os recursos de segurança por conta de alarmes falsos e persistentes. Nota-se também a falta de instrução sobre o funcionamento dos sistemas, pois 80% dos entrevistados apontam que aprenderam a utilizar o Adas na “tentativa e erro”. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p4B4NauhS2ePCbr5dFNVWboe4II=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Z/t/7XougYQMCHCNlYdrz4IQ/sistema-de-permanencia-em-faixa-evita-colisao.gif" medium="image"/>   <media:description>Sistema de permanência em faixa evita colisão</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:14:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chinesa Baic confirma estreia no Brasil e revela os 2 primeiros lançamentos</title>  <atom:subtitle>Arcfox T1 e Arcfox T5 serão apresentados na primeira aparição oficial da nova concorrente de BYD e GWM durante o Festival Interlagos 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/baic-marca-chinesa-estreia-brasil-festival-interlagos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/baic-marca-chinesa-estreia-brasil-festival-interlagos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/KW6rv8mal_jtOwY3dqdzUm89jeQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/U/B/kYjkbNQse9I2CHlPLeNg/arcfox-t163.jpeg" /><br /> ]]>    Conforme antecipado por Autoesporte, a marca chinesa Baic dará início à sua operação no Brasil no Festival Interlagos 2026. Os novos Arcfox T1 e Arcfox T5 serão exibidos ao público pela primeira vez entre os dias 27 a 30 de agosto, no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo (SP).
A Baic (sigla para "Beijing Automotive Industry Holding Co.") é uma das marcas de carro mais antigas e tradicionais da China, fundada em 1958. Junto de DFM, Lynk &amp; Co, IM, Lepas, Freelander, Luxeed e iCaur, faz parte da segunda etapa da "invasão chinesa" no mercado automotivo brasileiro. 
8 novas marcas chinesas vão chegar ao Brasil em breve; veja lista
O cronograma inicialmente divulgado indicava o começo das atividades no segundo semestre de 2026, com as primeiras lojas previstas para João Pessoa (PB), Recife (PE) e Natal (RN). Novos detalhes serão revelados durante a apresentação oficial em Interlagos.
Baic Arcfox T1, o rival de BYD Dolphin e Geely EX2
Baic Arcfox T1 deve ser o carro de maior volume da marca chinesa no Brasil
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O modelo de maior volume tende a ser o Arcfox T1, hatch elétrico de 4,34 metros de comprimento e 2,77 m de entre-eixos. Pelo porte, ele fica acima do BYD Dolphin e se aproxima de hatches médios, embora deva concorrer comercialmente com os elétricos compactos. 
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Na China, usa motor de 95 cv e bateria de 42,4 kWh, com autonomia declarada de 400 km no ciclo local — número que, certamente, será menor quando homologado pelo Inmetro.
Baic Arcfox T1 tem tela flutuante, painel digital e console elevado
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Na cabine, o hatch tem quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas, teto panorâmico de 2,34 m², câmera com visão de 540 graus, condução semi autônoma de Nível 2 e 12 assistências de segurança. 
Baic Arcfox T5 é novo rival do BYD Yuan Plus
Baic Arcfox T5 é testado no Brasil há meses e fará sua estreia no Festival Interlagos
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Já o Arcfox T5 mede 4,69 metros de comprimento (4,76 m na variante REEV), 1,93 de largura, 1,65 m de altura e generosos 2,84 m de distância entre-eixos. É um pouco maior do que o Geely EX5 já vendido no Brasil.
Na dianteira, o visual chama atenção pelos faróis pontiagudos e com assinatura de LEDs integrada. Dependendo da versão, o para-choque conta com detalhes em preto brilhante, gerando efeito contrastante com a cor da carroceria.
Baic Arcfox T5 tem medidas próximas às do Geely EX5
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Na China, o SUV é vendido com duas opções de motorização. Na primeira, o motor elétrico síncrono de ímã permanente entrega 252 cv de potência e 36,7 kgfm de torque. A bateria de fosfato de ferro-lítio de 65 kWh fornecida pela CATL garante autonomia de 560 km no padrão CLTC.
Baic Arcfox T5 segue receita chinesa no formato do painel
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Além destes dois, Autoesporte apurou que a marca pretende lançar mais carros no Brasil ao longo dos próximos anos. A Baic, portanto, pretende estrear sem depender de um único nicho. O portfólio planejado combina um elétrico voltado ao uso urbano, um SUV tradicional a combustão e um modelo híbrido com aparência aventureira. A principal pendência é a consolidação da rede nacional e a confirmação das versões que serão importadas.
Novos detalhes sobre a operação da Baic serão anunciados durante o Festival Interlagos 2026, que abre as portas ao público entre os dias 27 a 30 de agosto.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/KW6rv8mal_jtOwY3dqdzUm89jeQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/U/B/kYjkbNQse9I2CHlPLeNg/arcfox-t163.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Baic Arcfox T1</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:21:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 elétricos ou híbridos usados para escapar do rodízio a partir de R$ 73.800</title>  <atom:subtitle>Modelos elétricos e híbridos estão isentos do rodízio municipal e aparecem em anúncios do Mercado Livre por preços que vão de R$ 73.800 a R$ 155.890</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/5-eletricos-hibridos-usados-escapar-rodizio-a-partir-de-r-73800.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/5-eletricos-hibridos-usados-escapar-rodizio-a-partir-de-r-73800.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nFuhmnRmhMKiseGxuMR225pCAy0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/i/v/RxVnUSTXitsGAGMyB4Zw/corollafrente-1-.jpg" /><br /> ]]>    Quem mora na cidade de São Paulo e depende do carro no dia a dia sabe que o rodízio municipal pode atrapalhar a rotina. A boa notícia é que carros elétricos, híbridos e movidos a hidrogênio têm direito à isenção da restrição, desde que estejam devidamente cadastrados junto à prefeitura quando necessário. Além da liberdade para circular todos os dias, muitos desses modelos também oferecem consumo reduzido e menor custo de utilização.
No Mercado Livre, há opções para diferentes bolsos, desde compactos elétricos até sedãs híbridos que já se consolidaram no mercado brasileiro. Os preços apresentados a seguir correspondem ao conjunto de anúncios disponíveis na plataforma e não a um veículo específico. Os preços apresentados foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de agosto de 2026. 
1. Renault Kwid E-Tech — a partir de R$ 73.900
Renault Kwid E-Tech pode ser encontrado por preços bem interessantes
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Entre os elétricos mais acessíveis do Brasil, o Renault Kwid E-Tech se destaca pela proposta urbana. O motor elétrico entrega 65 cv e 11,5 kgfm de torque, sempre com tração dianteira e câmbio de marcha única. A bateria de 26,8 kWh proporciona autonomia de até 185 km pelo Inmetro, enquanto a eficiência energética chega a 52,7 km/l equivalente na cidade. 
O desempenho é apenas adequado, indo de 0 a 100 km/h em 14,6 segundos, de acordo com a Renault. Porém, como a proposta é urbana, o número nem é tão importante. Mais vital é a sensação de agilidade nas cidades, algo que o subcompacto oferece. Ainda segundo a marca, a arrancada de 0 a 50 km/h é feita em 4,1 s, um bom resultado.
O hatch mede 3,73 metros de comprimento, tem entre-eixos de 2,42 m, porta-malas de 290 litros e vão livre do solo de 18,5 cm, características que facilitam tanto o uso urbano quanto a transposição de lombadas e valetas.
Nos anúncios do Mercado Livre, unidades 2023 aparecem a partir de R$ 73.900. A versão Intense já sai de fábrica com seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré, sensores de estacionamento, rodas de liga leve de 14 polegadas e monitoramento da pressão dos pneus. 
Como usado, é uma alternativa interessante para quem roda predominantemente na cidade, quer escapar do rodízio e busca um custo de manutenção inferior ao de veículos a combustão.
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2. Ford Fusion Hybrid— a partir de R$ 73.800
Ford Fusion é um híbrido pleno, tecnologia semelhante à do Prius e Corolla Hybrid
Divulgação/Ford
Mesmo fora de linha, o Fusion Hybrid continua sendo um dos sedãs eletrificados mais sofisticados do mercado de usados. O conjunto híbrido combina um motor 2.0 aspirado a gasolina com um motor elétrico alimentado por uma bateria de íons de lítio. O sistema alterna automaticamente entre os propulsores ou utiliza ambos simultaneamente conforme a demanda de potência, recuperando energia durante desacelerações e frenagens. 
O motorista não precisa recarregar a bateria na tomada, já que todo o gerenciamento é feito eletronicamente. A potência combinada é de 190 cv, o câmbio é automático do tipo eCVT, o torque máximo do motor a combustão chega a 17,8 kgfm,.
O consumo oficial é de 16,8 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Com dimensões de sedã médio grande, o Ford Fusion tem 4,87 m de comprimento, amplos 2,85 m de entre-eixos e leva 514 l no porta-malas.
A versão Titanium reúne um pacote de equipamentos que ainda impressiona, incluindo oito airbags, bancos revestidos de couro com ajustes elétricos e memória para o motorista, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar, faróis de LED, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alerta de permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência, sistema de estacionamento semiautônomo, câmera de ré, sensores dianteiros e traseiros, central multimídia SYNC 3 e sistema de som premium Sony. 
Os anúncios começam na faixa de R$ 73.800 no Mercado Livre, normalmente para exemplares entre 2017 e 2018. Para quem procura conforto e tecnologia, continua sendo uma excelente compra no mercado de usados.
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3. Toyota Corolla Hybrid — a partir de R$ 119.900
Novo Toyota Corolla Hybrid tem a vantagem de ser encontrado com facilidade 
Divulgação/Toyota
Há alguns anos, o Corolla Hybrid se tornou referência entre os sedãs eletrificados vendidos no Brasil. O sistema híbrido pleno (HEV) utiliza um motor 1.8 flex de ciclo Atkinson associado a dois motores elétricos. Um deles auxilia a movimentação do veículo, enquanto o outro atua como gerador para recarregar a bateria durante frenagens e desacelerações. Em velocidades baixas, o sedã pode se deslocar apenas com eletricidade por curtos períodos; em acelerações mais fortes, os motores trabalham em conjunto para melhorar desempenho e eficiência. 
Todo o gerenciamento é automático e dispensa recarga externa. O 1.8 gera 101/98 cv (etanol/gasolina) e 14,5 kgfm com ambos combustíveis, enquanto os outros dois motores elétricos somam 72 cv e 16,6 kgfm. A Toyota não indica o torque combinado, mas o conjunto entrega  potência total de 122 cv.
Segundo teste da Autoesporte, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 12,8 s. O mais importante, contudo, é o consumo: o Inmetro indica consumo urbano de 16,3 km/l com gasolina e de 10,9 km/l com etanol. Na estrada, onde o motor a combustão é predominante, são 14,5 km/l (G) e 9,9 km/l (E).
Tipicamente médio,  o sedã ainda oferece entre-eixos de 2,70 m, comprimento de 4,63 m e porta-malas de 470 l. Os anúncios do Mercado Livre começam em torno de R$ 119.900, principalmente para exemplares fabricados entre 2022 e 2024. 
A versão Altis Hybrid traz sete airbags, controles de estabilidade e tração, pacote Toyota Safety Sense com ACC, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e farol alto automático, além de central multimídia de 10 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador de celular por indução, painel digital, bancos revestidos de couro, chave presencial, partida por botão, câmera de ré, sensores de estacionamento e ar-condicionado digital de duas zonas. 
4. BYD Dolphin Mini — a partir de R$ 101.890
BYD Dolphin Mini tem dimensões perfeitas para a cidade
Renato Durães/Autoesporte
Lançado em 2024, o BYD Dolphin Mini rapidamente se tornou um dos carros elétricos mais vendidos do Brasil. O hatch aposta em dimensões compactas, cabine bem aproveitada e um conjunto mecânico voltado ao uso nas cidades. A versão GS utiliza um motor elétrico instalado no eixo dianteiro, com tração dianteira, capaz de entregar 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque de forma instantânea. 
Seu desempenho é tipicamente urbano. De acordo com o teste de desempenho da Autoesporte, a aceleração de 0 a 100 km/h leva 14,5 s. A bateria Blade de 38,8 kWh garante autonomia de até 280 km pelo Inmetro, enquanto o consumo energético é de 58,3 km/l equivalente na cidade. 
O subcompacto mede 3,78 m de comprimento, tem entre-eixos de 2,50 m e porta-malas de 230 l, números que favorecem a circulação em grandes centros sem comprometer o espaço para quatro ocupantes.
Nos anúncios do Mercado Livre, unidades do Dolphin Mini aparecem a partir de R$ 101.890. A versão GS já oferece um pacote de equipamentos acima da média do segmento, incluindo seis airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, câmera de 360 graus, sensores de estacionamento, central multimídia giratória de 10,1 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, painel de instrumentos digital, chave presencial, partida por botão, carregador de celular por indução, bancos revestidos de material sintético que imita couro e rodas de liga leve de 16 polegadas. 
Como ainda é um modelo recente, praticamente todos os exemplares anunciados contam com baixa quilometragem e parte da garantia de fábrica, tornando-se uma alternativa interessante para quem deseja um elétrico moderno e quer escapar do rodízio municipal.
5. GWM Haval H6  — a partir de R$ 155.890
GWM Haval H6 HEV é um sucesso entre os híbridos paralelos e plug-in
Divulgação
O Haval H6 foi o modelo responsável por consolidar a presença da GWM no mercado brasileiro e rapidamente se tornou um dos SUVs híbridos mais vendidos do país. A versão Premium adota um sistema híbrido convencional (HEV) que combina um motor 1.5 turbo a gasolina de ciclo Miller com um motor elétrico alimentado por bateria de íons de lítio. Diferentemente dos híbridos plug-in, a bateria é recarregada automaticamente durante frenagens, desacelerações e pelo próprio motor a combustão, sem necessidade de conexão a uma tomada. 
Em baixas velocidades, o SUV pode rodar apenas com eletricidade por curtos trajetos, enquanto nas acelerações mais fortes, ambos os motores trabalham em conjunto para entregar melhor desempenho e menor consumo. A potência combinada chega a 243 cv, com torque máximo de 54 kgfm, sempre associado a um câmbio automático de duas marchas dedicado aos sistemas híbridos (DHT). Os dados do fabricante indicam um 0 a 100 km/h em 7,9 s. Segundo o Inmetro, o Haval H6 Premium registra consumo de até 13,8 km/l na cidade e 12 km/l na estrada. 
Amplo, o SUV mede 4,68 m de comprimento, possui 2,74 m de entre-eixos e porta-malas de 560 l, oferecendo espaço semelhante ao de utilitários esportivos médios tradicionais.
No Mercado Livre, os anúncios começam em aproximadamente R$ 155.890 para carros 2024. A versão Premium reúne um pacote de equipamentos bastante completo, com sete airbags, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de permanência em faixa, centralização automática na faixa, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, reconhecimento de placas de velocidade, câmera de 360 graus, teto solar panorâmico, tampa do porta-malas com acionamento elétrico, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento, ar-condicionado digital de duas zonas, painel de instrumentos digital e central multimídia de 12,3 polegadas. 
Apesar do valor mais elevado, ainda é uma opção competitiva entre os SUVs eletrificados por reunir desempenho, conforto e uma lista de equipamentos digna de modelos premium.
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A marca passou a oferecer o GS4 Premium com desconto de R$ 22 mil, inclusive na venda direta pra CPF, como destaca em seu site oficial. Dessa forma, o valor do SUV médio híbrido fica em R$ 169.990, consideravelmente abaixo dos R$ 191.990 da tabela oficial. O preço também é válido para a loja oficial da GAC no Mercado Livre. Nessa oferta, o preço fica abaixo das versões Limited e Platinum do Hyundai Creta, que custam R$ 173.390 e R$ 188.990, ambas com motor 1.0 turbo. 
A configuração topo de linha, Elite, não participa da promoção e segue com o preço de tabela inalterado, ou seja, custa R$ 209.990. Atualmente, essa configuração é responsável por cerca de 55% das vendas do GS4. 
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As duas versões usam motor 2.0 aspirado conectado a um motor elétrico
André Paixão/Autoesporte
As duas versões usam um motor 2.0 aspirado a gasolina de ciclo Atkinson, que prioriza a eficiência energética, com injeção direta de combustível. Esse motor entrega 140 cv, enquanto o motor elétrico rende 182 cv e 30,6 kgfm de torque. A potência combinada é de 235 cv. O GS4 é um híbrido pleno (HEV), portanto, dispensa recarga externa. 
Segundo a GAC, o 0 a 100 km/h é feito em 8,5 segundos. O consumo médio, de acordo com o Inmetro é de 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada, sempre com gasolina. 
Em porte, o GAC GS4 é parecido com o Jeep Commander, são 4,68 m de comprimento, 2,75 m de entre-eixos, 1,67 m de altura e 1,90 m de largura. O Jeep de sete lugares tem 4,76 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 1,68 m de altura, com uma distância entre-eixos de 2,79 m. O GAC tem 638 litros de porta-malas, enquanto o Commander entrega 661 litros com a terceira fileira rebatida. 
Porta-malas é um dos destaques do GAC GS4
André Paixão/Autoesporte
Entre os equipamentos da versão Premium, destaque para controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e monitoramento de pontos cegos. Além disso, há câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré e central multimídia de 10,1 polegadas. 
Há ainda faróis com acendimento automático, chave presencial, seis airbags, banco do motorista com ajustes elétricos, bancos dianteiros ventilados, rodas de liga leve de 18 polegadas e sensor de chuva.
A topo de linha, Elite, adiciona retrovisores com rebatimento elétrico e desembaçador, teto solar panorâmico, tampa do porta-malas com abertura elétrica, banco do passageiro elétrico, bancos revestidos de couro, iluminação ambiental na cabine, carregador por indução para celular, rodas de liga leve de 19 polegadas, head-up display, quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas, câmeras com visão 360° e alerta de abertura de portas. 
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A nova medida foi publicada nesta terça-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU). Com a novidade, a intenção do governo é reduzir a burocracia e o número de etapas presenciais necessárias para a transferência de um veículo usado.
O que muda com a nova transferência?
Hoje, a transferência de propriedade de automóveis já tem instrumentos digitais. É o caso da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em meio digital (ATPV-e), a assinatura eletrônica e a comunicação eletrônica de venda.
Esses procedimentos, porém, precisavam ser realizados em etapas distintas. Com a nova modalidade, esses recursos serão integrados em um único fluxo eletrônico, já vinculado ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
Governo quer reduzir burocracias unificando processos de transferência digital de veículos
Divulgação
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Isso significa que, quando estiver disponível, a funcionalidade vai permitir que comprador e vendedor realizem, de forma unificada, o registro da negociação, a assinatura eletrônica da transferência, a consulta e o pagamento de débitos e taxas dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), e a conclusão da mudança de propriedade.
Quando exigida, a vistoria continuará fazendo parte do processo. A diferença é que os resultados também serão integrados ao fluxo. E há ainda a modalidade eletrônica custodiada. Neste caso, a resolução também prevê a possibilidade do valor da negociação permanecer em custódia durante a operação.
Novo sistema ficará disponível no aplicativo CNH do Brasil
Jady Peroni/Autoesporte
Initial plugin text
Importante lembrar que a liberação dos recursos fica condicionada ao cumprimento dos requisitos necessários. Caso a operação não seja concluída, a regulamentação prevê mecanismos para bloqueio, reversão e restituição do valor.
Quando começa?
Apesar de já ter sido publicada, a nova modalidade de transferência de veículos ainda não está em vigor. Isso vai acontecer somente quando todas as funcionalidades forem disponibilizadas no aplicativo CNH do Brasil.
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Limitado a 300 unidades, o Tank 300 TerraForce custa R$ 350 mil. Ou seja, R$ 8 mil mais caro do que a versão já disponível no mercado. As vendas do veículo estão disponíveis a partir de hoje, dia 20 de agosto.
Além do Tank 300, a GWM promete que a submarca TerraForce estará também em outros dois modelos. No entanto, não disse quais serão os veículos. Vale lembrar que a marca chinesa confirmou a chegada de mais dois novos carros até o final do ano: Tank 400 e Haval H7.
GWM Tank 300 TerraForce tem step acoplado na traseira 
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Como é o GWM Tank 300 TerraForce
Baseado na diversidade de estradas dos diferentes biomas brasileiros, o GWM Tank 300 TerraForce busca balancear características de um off-road clássico com o conforto dos SUVs de luxo. Vale lembrar que, anteriormente, a fabricante foi responsável por trazer ao mercado o primeiro híbrido plug-in (PHEV) flex do mundo.
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GWM Tank 300 TerraForce conta com rack de teto capaz de carregar até 50 kg, com o carro em movimento
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Na mecânica, o Tank 300 TerraForce é idêntico aos demais: combina motor 2.0 turbo a combustão, que opera em ciclo Miller, associado a um motor elétrico conectado ao câmbio de nove marchas específico para híbridos off-road. Juntos, entregam 394 cv de potência combinada e 76,4 kgfm de torque. A bateria, de 37,1 kWh, assegura rodagem totalmente elétrica por 74 km de acordo com o ciclo Inmetro.
Com esse conjunto mecânico, o híbrido plug-in (PHEV) flex é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos. Na condução, o modelo pode ser utilizado de 9 diferentes maneiras. São elas: Normal, com tração 2H, 4H ou 4L, Neve, com 4H, Montanha, Rocha, Lama e Areia e Estrada Acidentada, com 4L e Expert, com 2H ou 4H. 
GWM Tank 300 TerraForce combina motor 2.0 a combustão com bateria de 37 kWh
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Sobre consumo, no modo híbrido, o consumo com gasolina é de 7,5 km/l na cidade e 7,6 km/l na estrada, enquanto com etanol é de 5,4 km/l no urbano e 5,7 km/l no rodoviário. Vale lembrar que o consumo de híbridos plug-in é feito nas condições extremas. Primeiro, com a bateria cheia. Depois, com ela no menor nível possível. É este segundo cenário que estamos considerando acima.
Dimensões do GWM Tank 300 TerraForce
GWM Tank 300 TerraForce conta com saída de ar para os bancos traseiros
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Falando sobre suas dimensões, o 4x4 tem ao 4,76 m de comprimento, 1,93 m de largura, 1,96 m de altura e 2,75 m de distância entre-eixos. O vão livre do solo é de 22 cm, com ângulo de entrada de 32 graus e ângulo de saída de 33 graus. A profundidade máxima de travessia é de 70 cm. No porta-malas, cabem 360 litros.
Porta-malas do GWM Tank 300 TerraForce tem abertura ao lado do step  
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Visual do GWM Tank 500 TerraForce
GWM Tank 300 TerraForce trocou o logo pelonome da marca na grade frontal
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No design, o GWM Tank 300 TerraForce apresenta algumas diferenças. Na frente, o SUV traz grade exclusiva, que troca o logo pela inscrição TerraForce. O rack para expedições é funcional e suporta até 75 kg, com o carro parado, e até 50 kg em movimento.  
Rodas exclusivas de 18 polegadas, elementos como maçanetas e emblemas escurecidos, chassi transparente e logos personalizados do TerraForce também são destaques. Além das cores já disponíveis no Tank 300, a novidade terá uma pintura exclusiva, o cinza zenith.
No interior, o SUV aposta em telas menores, de 12,3 polegadas, traz muitos botões e acabamento detalhado. Os bancos são de couro e os painéis das portas também contam com costura. Outra novidade é a adição de ventilação nos bancos, além de oito modos de massagem para o motorista.
Equipamentos do GWM Tank 300 TerraForce
GWM Tank 300 TerraForce tem câmbio automáico de 9 marchas
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Entre os itens de tecnologia e conectividade estão: painel de instrumentos de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e conexões Apple CarPlay e Android Auto sem fio, GPS nativo, acesso por chave presencial e partida por botão, teto solar panorâmico, câmera com visão 360°, ACC, alertas de colisão dianteiro e traseiro, frenagem autônoma de emergência, alerta de mudança de faixa, assistente de centralização e permanência em faixa, faróis full-LED com acionamento automático e iluminação ambiente personalizável com 64 cores.
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Entre as principais mudanças estão a criação de uma etapa de triagem antes do teste comprobatório do bafômetro, a previsão de repetição do teste para evitar resultados provocados por álcool residual na boca e a regulamentação do uso de equipamentos capazes de identificar outras substâncias. 
Nova resolução não muda punições previstas na Lei Seca 
Renato Durães/Autoesporte
As punições previstas na Lei Seca, porém, não mudaram. A resolução não cria novas infrações e mantém as penalidades já estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A nova regulamentação entra em vigor com sua publicação no Diário Oficial da União. Alterações em fichas de fiscalização e códigos de enquadramento, por exemplo, passam a valer 60 dias após a publicação. Até lá, permanecem os códigos utilizados atualmente. 
A seguir, Autoesporte explica o que muda na fiscalização e como funcionarão os novos procedimentos. 
Lei Seca: o que muda na fiscalização? 
O etilômetro, popularmente conhecido como bafômetro, continua sendo utilizado normalmente nas fiscalizações da Lei Seca. O que muda é que a nova regulamentação estabelece uma etapa de triagem. Nela, os agentes poderão utilizar um pré-teste ou teste passivo de alcoolemia para verificar se há indícios da presença de álcool. 
Contran estabelece um pré-teste durante abordagem da Lei Seca 
Divulgação
Esse primeiro teste tem caráter orientativo. Portanto, mesmo que indique a presença de álcool, o resultado sozinho não poderá gerar multa ou comprovar que o motorista estava dirigindo sob influência da substância. Havendo indicação positiva, a fiscalização deverá seguir os procedimentos comprobatórios previstos na regulamentação. 
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O procedimento já é adotado em operações de fiscalização em estados como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, além de ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A diferença é que a nova regulamentação passa a estabelecer critérios nacionais para sua utilização. 
Novas regras passam a valer para todo território brasileiro 
Reprodução/Detran-SP
Comer bombom de licor ou pão de forma pode dar multa?
Não automaticamente. E evitar esse tipo de situação é também um dos objetivos das novas regras. Alguns produtos podem deixar temporariamente resíduos de álcool na boca e provocar uma indicação positiva no teste. Entre os exemplos estão bombons de licor, enxaguantes bucais e até pão de forma — caso que chegou a viralizar em 2024. 
Lei Seca: é crime motorista pagar para alguém passar no seu lugar na blitz?
Lei Seca mantém tolerância zero para álcool ao volante 
Joa Souza/Getty Images
A nova regulamentação prevê uma nova medição quando houver algum fator técnico ou operacional capaz de comprometer a validade do resultado, inclusive quando for necessário descartar a presença de álcool residual no trato respiratório superior. Portanto, uma indicação positiva após o consumo de um desses produtos não significa automaticamente que o motorista ingeriu bebida alcoólica ou cometeu uma infração.
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Importante reforçar que a Lei Seca continua seguindo o princípio de tolerância zero para álcool ao volante. Também continuam sendo consideradas as margens técnicas dos equipamentos previstas pela regulamentação. 
Drogômetro: como funciona o teste para outras substâncias? 
A nova resolução também passa a prever expressamente a utilização de equipamentos capazes de identificar a presença de outras substâncias psicoativas no organismo dos motoristas. Popularmente conhecidos como "drogômetros", esses dispositivos terão a função semelhante à do bafômetro, mas são destinados à identificação de outras substâncias que podem comprometer a capacidade de dirigir. 
Equipamentos deverão cumprir requisitos técnicos
Renato Durães/Autoesporte
A regra não cria ou estabelece qual equipamento específico será utilizado e a identificação de vestígios, de forma isolada, não resultará automaticamente em multa. A fiscalização também deverá verificar sinais de alteração da capacidade psicomotora do motorista, registrando ao menos dois sinais que indiquem essa alteração. 
Os dispositivos utilizados na fiscalização terão de cumprir requisitos técnicos e possuir certificação no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), realizada por organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Também identificarão qual a substância presente no organismo e não a concentração. 
Novas regras permitem tornar a fiscalização mais específica
Joa Souza/Getty Images
Drogômetro é igual ao exame toxicológico?
Não. São exames com objetivos diferentes. O exame toxicológico de larga janela de detecção, exigido em determinadas situações pelo Código de Trânsito Brasileiro, consegue identificar o consumo de substâncias em um período anterior mais longo.
Já o chamado drogômetro tem como objetivo auxiliar a fiscalização durante uma abordagem, identificando a presença de substâncias psicoativas naquele contexto.
Exame toxicológico detecta o uso de substâncias a longo prazo; o drogômetro serve para ajudar a fiscalização durante a abordagem
Reprodução
Posso recusar o bafômetro?
Sim, mas a recusa continua sujeita às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro. A novidade é que a regulamentação impede a dupla autuação na mesma abordagem. Ou seja, o motorista não deverá ser autuado simultaneamente por dirigir sob influência de álcool ou outra substância e por se recusar ao procedimento comprobatório. 
Recusar o teste do bafômetro, de toda forma, continua sendo uma infração gravíssima, mesmo que o motorista não apresente sinais de embriaguez. A multa é de R$ 2.934,70, equivalente a dez vezes o valor de uma infração gravíssima, além da suspensão da CNH por 12 meses e da retenção do veículo até a apresentação de outro condutor habilitado. Em caso de reincidência no período de 12 meses, a multa dobra para R$ 5.869,40.
Recusa do bafômetro pode resultar em suspensão de CNH em até 12 meses 
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O que muda em acidentes fatais?
As novas regras também modificam os procedimentos adotados após acidentes de trânsito. Os condutores envolvidos deverão ser fiscalizados para álcool e outras substâncias psicoativas sempre que possível. Nos casos em que houver morte, entretanto, a realização dos exames passa a ser obrigatória.
As multas da Lei Seca mudaram?
Não. O texto altera os procedimentos de fiscalização, mas não cria infrações nem modifica as penalidades previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro. Assim, continuam valendo as punições já existentes para dirigir sob influência de álcool ou outra substância psicoativa e para a recusa aos procedimentos de fiscalização.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aGP9qQVenwcb5h6zqZ1nM1Lmq4M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/N/F/jtAbeERAeISU0ePUFm0Q/ukyxgdkh5fjitmtsetfstfjogu.jpg" medium="image"/>   <media:description>Operação Lei Seca</media:description>   <media:credit>Reprodução/Detran</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:00:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exclusivo: Chevrolet Celta elétrico já tem data para chegar ao Brasil</title>  <atom:subtitle>Hatch compacto elétrico será rival de BYD Dolphin Mini e versão de entrada do Geely EX2; marca já confirmou montagem de um terceiro modelo na fábrica de Horizonte (CE)</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/08/exclusivo-chevrolet-celta-eletrico-tem-data-chegar-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/08/exclusivo-chevrolet-celta-eletrico-tem-data-chegar-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/C7sTOtLLy5KJBGVIZHngD2FVuk8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/B/6ABRPQTgaOnmknFigWDQ/chevrolet-celta-ev-wuling-bingo-pro-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    A Chevrolet parece ter encontrado na parceria com a chinesa Saic a solução para preencher a linha de elétricos no Brasil. Depois de Spark EUV e Captiva, a marca agora prepara o lançamento do que pode ser seu modelo de maior volume do segmento: é o Wuling Bingo Pro, mas pode chamar de Celta elétrico. Será um rival direto para BYD Dolphin Mini e Geely EX2 na faixa de preço dos R$ 120 mil.
O lançamento deve ser no primeiro trimestre de 2027. Mais exatamente em março. Existe inclusive a possibilidade de a estreia já acontecer com montagem local, no Pace (Polo Automotivo do Ceará), a fábrica da Comexport em Horizonte (CE) onde também são montados os outros elétricos chineses da Chevrolet. Vale lembrar que em junho, a marca confirmou que o complexo receberia um terceiro modelo.
Se a chegada do Celta elétrico está confirmada para o começo de 2027, o nome ainda não está batido. Considerando o plano da Chevrolet de trazer de volta nomes como Sonic e Captiva, batizar o hatch compacto com o nome do carro popular do início dos anos 2000 é uma das opções sobre a mesa. Aliás, esta alternativa é até mais provável do que a de manter o nome original do veículo chinês, Bingo Pro.
Na China, Wuling Bingo Pro é rival de EX2 e Dolphin Mini
Leonardo Felix/Autoesporte
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O Celta elétrico pode ser a resposta da Chevrolet para se posicionar melhor na luta dos elétricos de entrada no Brasil. Com o Spark, a marca entrou no segmento, mas ainda com números tímidos. Em julho, foram 330 unidades, menos que um terço das vendas do GAC Aion UT e pouco mais de 5% dos emplacamentos do Geely EX2. 
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Como é o Wuling Bingo Pro
O Bingo Pro tem cara de GWM Ora 03, mas o porte fica entre um Dolphin Mini e um Geely EX2. Em dimensões, são 4,05 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,58 m de altura e 2,56 m de entre-eixos. No porta-malas, vão 380 litros (em um padrão que não é o VDA). Na frente, um compartimento adicional acomoda outros 30 litros.
O motor elétrico dianteiro desenvolve 88 cv de potência e é alimentado por um pacote de baterias que pode ter 32 kWh ou 38 kWh de capacidade. A autonomia no ciclo chinês (NEDC) varia entre 330 km e 403 km.
Com 2,56 m de entre-eixos, espaço interno do Bingo Pro é similar ao de um Sonic
Divulgação
A recarga pode ser rápida, recuperando entre 30% e 80% do nível de energia em meros 15 minutos. Outro destaque é que o Bingo Pro também suporta o sistema V2L, permitindo usar a eletricidade armazenada no veículo para alimentar outros equipamentos elétricos, a uma potência de até 3,3 kW.
A cabine traz duas telas. A primeira, de 8,8 polegadas, é o quadro de instrumentos. Ao lado, uma superfície maior, de 12,8 polegadas, serve como central multimídia. 
Volante do Wuling Bingo Pro é similar ao de Captiva e Spark
Divulgação
Na China, o Bingo Pro foi lançado recentemente com preços entre 58,5 mil e 72,8 mil yuan. Em conversão direta, estamos falando do equivalente a R$ 43 mil e R$ 53 mil, respectivamente. Por aqui, podemos esperar algo em torno dos R$ 120 mil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/C7sTOtLLy5KJBGVIZHngD2FVuk8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/B/6ABRPQTgaOnmknFigWDQ/chevrolet-celta-ev-wuling-bingo-pro-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Celta EV Wuling Bingo Pro</media:description>   <media:credit>Leonardo Felix/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Hyundai Tucson traz visual ousado e tamanho de Jeep Commander</title>  <atom:subtitle>Quinta geração do SUV ficou maior e aumentou também o espaço interno; detalhes de motorização ainda não foram revelados</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/novo-hyundai-tucson-visual-ousado-tamanho-de-jeep-commander.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/08/novo-hyundai-tucson-visual-ousado-tamanho-de-jeep-commander.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/3nj2IOkh7-yAMuCZvyGTlLDmo6A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/E/uHTuYGSwKUg8QrwjBgbw/hyundai-tucson-2027-4.jpg" /><br /> ]]>    A Hyundai finalmente revelou o visual final da nova geração do Tucson com a identidade global da marca. Chamado de "Arte do Aço", o desenho aposta em linhas fortes e marcantes, com vincos e recortes por toda a carroceria, ousadia que se estende até as rodas. É inegável que, das marcas tradicionais, a equipe de design da Hyundai é a que mais se arrisca. É uma pena que poucas imagens tenham sido divulgadas.
Apostando em um visual marcado por arestas, a dianteira do Tucson é definida por um farol de LED afilado e vertical, além de uma barra de LED que vai quase de uma ponta a outra do SUV. A grade frontal tem desenho horizontal e dividida em duas partes, enquanto o para-choque pronunciado agrega entradas de ar na parte inferior e traz uma espécie de moldura que deixa a peça ainda mais robusta.
Hyundai Tucson 2027 tem carroceria cheia de vincos e recortes
Divulgação
Na traseira, as lanternas seguem o padrão dos faróis, com desenho vertical e posicionadas nas extremidades do Tucson, enquanto uma barra de led atravessa toda a tampa do porta-malas, passando a impressão de conectar as lanternas. Aqui, a presença de vincos é menor na comparação com o restante do carro, enquanto o para-choque também segue o padrão da dianteira, com uma moldura na cor cinza que deixa a peça mais pronunciada.
Na lateral, o destaque novamente vai para a forte presença de vincos, além das colunas A e C com caimento bem angular e o desenho futurista adotado nas rodas. 
Detalhes da motorização do SUV ainda são mantidos em segredo pela marca, mas já sabemos que o foco do novo Tucson será em opções híbridas. Podemos esperar opções híbridas leves (MHEV), plenas (HEV) e plug-in (PHEV). Na última, a autonomia esperada no modo elétrico é de 100 km, alcance considerado ideal para deslocamentos urbanos.
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Nas versões topo de linha, o modelo vai combinar um motor 1.6 turbo a gasolina com uma máquina elétrica instalada no eixo traseiro, prometendo potência combinada superior a 300 cv.
Medidas do novo Hyundai Tucson
Novo Hyundai Tucson ainda não tem previsão de ser lançado no Brasil
Divulgação
O novo SUV ostenta 4,70 metros de comprimento, 1,90 de largura, 1,68 de altura e distância entre-eixos de 2,78 metros. Na comparação com a geração anterior, ele ganhou 6 cm de comprimento e 3 cm de entre-eixos. Para efeito de comparação, um Jeep Commander tem 4,78 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,68 m de altura e entre-eixos de 2,79 metros.
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Internamente a Hyundai também melhorou o espaço para cabeça, que foi aumentando em 2,9 cm, chegando a 1,03 m. Por fim, o ângulo de abertura das portas traseiras foi ampliado de 73º para 83º, melhorando o acesso. 
Interior do novo Hyundai Tucson
Interior do novo Hyundai Tucson abusa de materiais de boa qualidade
Divulgação
Pelas primeiras imagens oficiais é possível notar que a Hyundai manteve a ousadia na parte interna do veículo. Diversos materiais de qualidade, de cores e texturas diferentes, formam a forração dos bancos, lateral das portas, painel e console central. Ao que parece, o plástico duro não se faz presente na maior parte da cabine.
O volante é totalmente novo e o quadro de instrumentos digital está em uma nova posição, abanando a tradicional disposição atrás do volante, subindo para a parte superior do painel. As saídas de ar são horizontais e se estendem por todo o painel.
Também há uma grande central multimídia que deve concentrar a maior parte dos controles do veículo. Porém, é possível notar alguns botões, como para controlar os vidros na lateral das portas, assim como para ajustar os retrovisores. O volante multifuncional também agrega alguns controles, enquanto no lado esquerdo do painel também existem botões, provavelmente para abertura do capô e mais algumas funções.
Versão aventureira do Hyundai Tucson
A quinta geração do Hyundai Tucson terá uma versão com apelo mais off-road, a XRT, mirando clientes que usam o carro para o seu estilo de vida ao livre. Dessa forma, a configuração terá visual exclusivo, como uma grade própria, além de um placa protetora da carroceria na dianteira.
Molduras pretas foram adotadas nas caixas de rodas, para aumentar a sensação de robustez do SUV, além de proteger a carroceria. Além disso, a traseira tem para-choque exclusivo, junto com uma placa protetora, como foi adotado na dianteira. Internamente, os bancos são exclusivos, assim como outros pormenores, como os tapetes e a presença de luzes de LED na parte interna da tampa do porta-malas, que podem ajudar em atividades ao ar livre.
Novo Tucson no Brasil?
No Brasil, o Tucson fez bastante sucesso na primeira geração, mas perdeu protagonismo nas linhagens seguintes. O modelo atual, vendido lá fora desde 2020, sequer chegou por aqui. O lançamento da quinta geração por aqui ainda é incerto e até improvável.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/3nj2IOkh7-yAMuCZvyGTlLDmo6A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/E/uHTuYGSwKUg8QrwjBgbw/hyundai-tucson-2027-4.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Hyundai Tucson</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 22:20:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Hyundai Creta 2027: qual versão do SUV compacto é a melhor?</title>  <atom:subtitle>Loja oficial do Mercado Livre reúne grandes descontos em relação ao preço de tabela do SUV</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/hyundai-creta-2027-qual-versao-suv-compacto-melhor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/08/hyundai-creta-2027-qual-versao-suv-compacto-melhor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/NcjFQZ--tPWdeaA9OwTQK1QZcDs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/9/Tfc20DQN6wsuA3DE0s8g/hyundai-creta-motor-16-turbo-flex.jpg" /><br /> ]]>    O Hyundai Creta é o segundo carro mais vendido no varejo do mercado brasileiro, ou seja, os emplacamentos que descartam vendas diretas. Ao todo, considerando vendas no varejo, foram 30.298 exemplares até julho. A primeira posição é do BYD Dolphin Mini com 35.199 unidades emplacadas. 
Na linha 2027, a grande novidade foi a volta da configuração Action, focada no público PCD. Além disso, as versões mais caras passam a ter o motor 1.6 turbo flex, enquanto, anteriormente, eram abastecidas somente com gasolina.
Hyundai Creta N Line agora usa motor 1.6 turbo flex no lugar do 1.0 turbo
Guilherme Silva/Autoesporte
A mudança visa atender regulamentações do Programa Mover, porém, o custo foi de 17 cv, uma vez que as configurações agora rendem 176 cv com gasolina e 173 cv com etanol. O torque é sempre de 27 kgfm - independente do combustível. O motor em questão está disponível na versão Ultimate e, desde a mudança de linha, na configuração N-Line, que tem apelo esportivo e, antes, usava o motor 1.0 turbo. No caso das versões 1.6, o câmbio é DCT de sete marchas e dupla embreagem que ajuda o Creta a fazer o 0 a 100 km/h em 7,8 segundos, conforme dados oficiais.
Por falar no outro motor, trata-se de um 1.0 turbo flex de três cilindros, também com injeção direta e quatro válvulas por cilindro, que também passou por mudanças para atender ao Mover. Ainda são 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque com etanol, mas, com gasolina, houve redução para 115 cv. Todas as configurações usam um câmbio automático de seis marchas. O 0 a 100 km/h dessas s é de 11,5 s, de acordo com a Hyundai. 
Consumo Hyundai Creta
Motor 1.0 turbo TGDI do Hyundai Creta é pouco mais econômico que o 1.6 turbo
Renato Durães/Autoesporte
Nas versões 1.0 turbo, o consumo, segundo o Inmetro, é de 8,4 km/l na cidade e 9 km/l na estrada com etanol, enquanto, com gasolina, os números sobem para 12 km/l e 12,7 km/l, respectivamente. 
Nas configurações 1.6 turbo, há diferenças. Na versão Ultimate, o Creta faz 8,3 km/l na cidade com etanol, mas, na variante N-Line, esse número cai para 8,2 km/l. Ainda considerando o combustível vegetal, o Ultimate faz 9,1 km/l na estrada, e o N-Line faz 9,4 km/l. 
Motor 1.6 turbo recebeu tecnologia flex na linha 2027
Divulgação
A diferença se repete com gasolina. A configuração Ultimate marca 11,8 km/l na cidade e 13,4 km/l na estrada, enquanto a versão N-Line registra 11,7 km/lo e 13,8 km/l, respectivamente. 
Todas as versões do Creta possuem 4,33 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,63 m de altura e distância de 2,61 m entre os eixos. Já o porta-malas tem capacidade para 422 litros de bagagens. 
Versões e equipamentos do Hyundai Creta
O Hyundai Creta é vendido em seis configurações. A configuração Action, focada no público PCD, é a única que não oferece central multimídia, mas entrega painel de instrumentos digital de 10 polegadas, seis airbags e até câmera de ré, ainda que não tenha onde mostrar as imagens de série. 
Confira abaixo os itens de cada versão:
Action: motor 1.0 turbo, seis airbags, freios ABS com EBD, controle de tração e de estabilidade eletrônico, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, volante com ajuste de altura e profundidade, direção elétrica progressiva, controle de velocidade de cruzeiro, smart key, sistema stop &amp; go, sensor crepuscular para acendimento dos faróis, ar-condicionado, iluminação do porta-malas, alerta de presença no banco traseiro e rodas de liga leve de 16 polegadas;
Comfort: itens da versão Action + sensor de estacionamento traseiro e câmera de ré, travas e vidros elétricos, central multimídia com tela de 8 polegadas e conexão sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, apoio de braço central para o motorista, banco do motorista com ajuste de altura;
Porta-malas do Hyundai Creta tem 422 litros
Renato Durães/Autoesporte
Limited: itens versão Comfort + assistente de permanência em faixa, farol alto adaptativo, ar-condicionado digital de duas zonas, saídas do ar-condicionado para o banco traseiro, retrovisores internos com ajustes elétricos e rodas aro 17 e acabamento dos bancos de couro;
Platinum: itens da versão Limited + faróis e setas indicadoras de direção na dianteira em LED, sensor de estacionamento dianteiro, freio de estacionamento eletrônico, banco do motorista com ventilação, sistema de frenagem autônoma, borboletas para trocas manuais no volante, câmera com visão 360º, controle de cruzeiro adaptativo e central multimídia e painel de instrumentos digital com telas de 10,25 polegadas;
Ultimate: itens da versão Platinum + motor 1.6 turbo, lanternas traseiras de LED, rodas aro 18, bancos e volante revestidos de couro, ajuste elétrico do banco do motorista, teto solar panorâmico, assistente de tráfego cruzado traseiro e câmera para monitoramento de ponto cego no painel de instrumentos;
N-Line: itens da versão Ultimate + grade frontal com acabamento exclusivo, saias laterais em cinza brilhante, novas rodas diamantadas de 18 polegadas, modo de direção “Smart” — sistema que se adapta ao estilo de condução do motorista para oferecer a melhor combinação de potência e consumo —, modos de condução “Sport”, “Eco” e “Normal”, bancos, volante e alavanca de câmbio com acabamento exclusivo e teto preto.
Veja os preços do site oficial de cada versão do Hyundai Creta 2027:
Creta Action 1.0 TGDI AT: R$ 119.990 (R$ 104.750 com isenção de imposto para PCD);
Creta Comfort 1.0 TGDI AT: R$ 156.590;
Creta Limited 1.0 TGDI AT: R$ 173.390;
Creta Platinum 1.0 TGDI AT: R$ 188.990;
Creta Ultimate 1.6 TGDI DCT: R$ 201.590;
Creta N-Line 1.6 TGDI DCT: R$ 206.990.
No entanto, se você optar pela loja oficial no Mercado Livre, há ofertas mais interessantes. A configuração Comfort está por R$ 131.990, portanto, R$ 24.600 a menos que o preço do site oficial. 
Descontos Mercado Livre
Logo acima, na configuração Limited, o preço no Mercado Livre é de R$ 144.990, um abatimento de R$ 28.400, o que torna a configuração muito competitiva e possivelmente a melhor para comprar. Já a Platinum, versão mais completa com motor 1.0, é vendida por R$ 170.990, o que significa redução de R$ 18.990. 
N-Line tem apelo esportivo e trocou motor 1.0 turbo pelo 1.6
Divulgação/Hyundai
Porém, se você está de olho nas versões mais potentes, a configuração mais interessante será a Ultimate, uma vez que é ofertada por R$ 193.590, o que representa R$ 8.000 de abatimento. A N-Line é vendida pelo mesmo preço do site da Hyundai. 
Para acessar as ofertas, é necessário utilizar seu veículo usado na troca e há possibilidade de financiamento com taxa zero dependendo da configuração. 
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/NcjFQZ--tPWdeaA9OwTQK1QZcDs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/9/Tfc20DQN6wsuA3DE0s8g/hyundai-creta-motor-16-turbo-flex.jpg" medium="image"/>   <media:description>Hyundai Creta Ultimate e N-Line agora usam motor 1.6 turbo flex</media:description>   <media:credit>Divulgação/Hyundai</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 22:03:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Toyota Prius usado: 3 versões do híbrido a partir de R$ 45 mil</title>  <atom:subtitle>Autoesporte separou três versões do híbrido da Toyota (e um "parente" próximo) que são bons negócios e custam menos do que um Corolla Hybrid novo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/toyota-prius-usado-3-versoes-hibrido-a-partir-de-r-45-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/08/toyota-prius-usado-3-versoes-hibrido-a-partir-de-r-45-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/z2wHVOAzGhfjva5b5NHrRG_zSZo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/A/8SLVQtSqa0U75OgAUiqQ/toyota-prius-203.jpeg" /><br /> ]]>    Precursor entre os híbridos no mundo, o Toyota Prius também foi vendido no Brasil e ficou famoso pela economia. O ineditismo da mescla entre combustão e elétrico fez a cabeça do público, que logo depois embarcou no Corolla Hybrid, por exemplo. Mas, para aqueles que não querem pagar a alta cifra exigida pela marca para o modelo 0 km, o mercado de usados ainda favorece o Prius.
Autoesporte separou três exemplares do médio da Toyota, bem como uma variante “bônus”, que podem satisfazer o público a fim de um híbrido mais em conta. Procurar pelo seu próximo Prius no Mercado Livre é fácil e sem complicação. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de agosto de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Toyota Prius 3ª Geração (2013 – 2015) - a partir de R$ 45.900
Toyota Prius de terceira geração foi o primeiro que chegou no Brasil
Toyota/Divulgação
A terceira geração do Prius foi a primeira a aportar no Brasil, em 2013. O modelo traz potência combinada de 134 cv, gerada pelo trabalho conjunto do motor 1.8 a gasolina de 99 cv e do motor elétrico de 82 cv. O torque é de 14,5 kgfm no propulsor a combustão e de 21,1 kgfm no elétrico. O conjunto atua associado à transmissão automática e-CVT. 
Segundo o padrão do Inmetro, o consumo é de 15,7 km/l de gasolina na cidade, além de 14,3 km/l na estrada. No Mercado Livre, exemplares da versão 1.8 Hybrid (2013) partem de R$ 45.900.
Vendido em versão única de acabamento, o pioneiro no segmento de híbridos no Brasil tinha como proposta entregar eficiência energética inédita, rodar silencioso e baixo nível de emissões para o uso familiar diário. Não por acaso, fez sucesso com taxistas e motoristas de aplicativo, por exemplo.
Nas medidas, registra 4,48 metros de comprimento, 2,70 m de entre-eixos e o porta-malas comporta 445 litros. Ou seja, é um hatch médio com boas dimensões. Entre os principais itens de série, constam ar-condicionado digital automático, direção elétrica, sete airbags, controles de estabilidade e tração, freios ABS com EBD, chave presencial para acesso e partida por botão, faróis de LED e central multimídia. 
Fiat Strada 1.4 MPI WORKING CS 8V FLEX 2P 
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2. Toyota Prius 4ª Geração (2016 – 2018) - a partir de R$ 75.990
Toyota Prius de quarta geração ostenta um estilo muito mais ousado
Toyota/Divulgação
A quarta geração do modelo também é uma boa opção. Entrega potência combinada de 122 cv, combinando o motor 1.8 a gasolina de 98 cv ao elétrico de 72 cv. O torque máximo é de 14,2 kgfm no motor a combustão e 16,6 kgfm no elétrico. O câmbio também é do tipo e-CVT.
A medição oficial do Inmetro indica consumo de 18,9 km/l na cidade, além de 17 km/l na estrada, números bem melhores que os do antecessor. 
Construída sobre a plataforma global TNGA, a versão atualizada tem um centro de gravidade reduzido, rigidez torcional superior e um design mais arrojado, focado na menor resistência aerodinâmica possível. A nova base inclui um aumento e tanto de tamanho, que passou a 4,54 m, e a distância entre-eixos permaneceu em 2,70 m, enquanto a capacidade do porta-malas é ligeiramente menor, de 412 l. 
Também vendida como versão única de acabamento, traz na lista de equipamentos quadro de instrumentos digital com telas de TFT, ar-condicionado digital de duas zonas, carregador de celular por indução, head-up display colorido, bancos revestidos de couro com aquecimento, faróis full-LED, auxílio de partida em rampa e central multimídia com navegação GPS. No Mercado Livre, exemplares da versão 1.8 Hybrid de quarta geração (2016) partem de R$ 75.990.
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3. Toyota Prius 4ª Geração Facelift (2019 – 2021) - a partir de R$ 94.990
Toyota Prius ainda passou por um facelift antes de deixar o mercado brasileiro
Divulgação/Toyota
A versão reestilizada da quarta geração mantém a mesma mecânica e dimensões pré-facelift, mas ganha um visual um pouco menos futurista. O modelo renovado suavizou as linhas polêmicas do design original, trazendo novos conjuntos ópticos dianteiros e traseiros na horizontal, além de melhorias no conforto da cabine e acabamento refinado para tentar se manter competitivo até o encerramento das vendas no país, em 2021.
No recheio de equipamentos, o hatchback adicionou banco do motorista com oito opções de ajustes elétricos, central multimídia atualizada de sete polegadas com novos comandos por toque, quadro de instrumentos digital redesenhado e rodas de liga leve de 17 polegadas com novo desenho. 
Na segurança, mantiveram-se os sete airbags, bem como o ar-condicionado digital de duas zonas, chave presencial e faróis em LED. O consumo pelo Inmetro também não teve mudanças. No Mercado Livre, exemplares já da última fornada do Prius não são muitos, mas unidades 2019 partem de R$ 94.990.
Chevrolet Tracker LTZ
4. Lexus CT200h - a partir de R$ 110.000 (Bônus)
Lexus CT200h é um parente próximo do Prius, mas com design mais convencional e toques de luxo
Lexus/Divulgação
E se você quiser a economia do Prius em uma embalagem mais luxuosa? Para isso, existe o Lexus CT 200h. Compartilhando a base mecânica do Toyota, o modelo é uma alternativa de luxo no segmento de compactos, combinando baixo nível de emissões e alta eficiência energética a um acabamento sofisticado e isolamento acústico aprimorado.
O hatch premium entrega potência combinada de 136 cv, combinando o motor 1.8 a gasolina de 99 cv ao propulsor elétrico de 82 cv. O torque é de 14,5 kgfm no bloco a combustão e de 21 kgfm no motor elétrico, geridos pela transmissão automática e-CVT.
Na medição oficial do Inmetro para veículos a gasolina, o consumo é de 15,7 km/l na cidade, além de 14,2 km/l na estrada. Até o fechamento deste texto, no Mercado Livre, há um exemplar 2018 por R$ 110 mil.
Um pouco menor, o CT200h mede 4,35 m,  a distância entre-eixos  é de 2,60 m e o porta-malas tem capacidade para 375 l. 
Entre os principais equipamentos de série, destacam-se ar-condicionado digital de duas zonas, bancos revestidos de couro com ajustes elétricos e aquecimento, central multimídia com tela de sete", faróis e luzes diurnas em LED, oito airbags, controles de tração e estabilidade, seletor de modos de condução e chave presencial com partida por botão. 
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O fato de compartilharem o número 7 não é coincidência. Significa que os SUVs também dividem a plataforma T1X, uma base técnica modular utilizada por quase todas as marcas do grupo chinês — até pela Jetour e pelas futuras Lepas e iCaur, que desembarcarão no Brasil muito em breve. O Omoda 7 PHEV, em específico, é a aposta da operação Omoda Jaecoo para rivalizar com as versões híbridas plug-in do GWM Haval H6 e do BYD Song Plus. 
Para isso, tem 4,66 metros de comprimento, 1,87 m de largura, 1,67 m de altura e 2,72 m de distância entre-eixos, sendo o maior carro da Omoda Jaecoo à venda hoje no país. O porta-malas de generosos 590 litros tem abertura e fechamento motorizados, e conta com  um alçapão para guardar o carregador portátil de recarga e o kit de reparo emergencial, já que o SUV não traz estepe — assim como outros modelos chineses em nosso mercado, o que desagrada alguns motoristas que não abrem mão desse equipamento.
Faróis estreitos, grade "infinita" e rodas de 20" dão ao Omoda 7 um visual esportivo
Renato Durães/Autoesporte
Se o Jaecoo 7 é mais recatado no visual, o Omoda 7 vai pela pegada “high-tech”. Na coluna C, luzes azuis se acendem de acordo com o nível da bateria. Ao destravar o veículo pela chave presencial, os faróis de LED se acendem em uma animação que fica interessante à noite.
Omoda 7 PHEV Prestige tem padrão luminoso muito bonito nas lanternasa traseiras
Renato Durães/Autoesporte
Suas linhas, no geral, são mais esportivas e esculpidas do que as do Jaecoo 7. E se você sentiu falta das maçanetas retráteis, presentes em outros carros do país asiático, saiba que a China vai abolí-las por questões de segurança.
Detalhe luminoso na coluna Omoda 7 PHEV
Renato Durães/Autoesporte
As portas laterais traseiras têm bom ângulo de abertura, o que facilita a tarefa de instalar cadeirinhas infantis. No entanto, o que realmente chama a atenção é o bom espaço interno, não apenas decorrente da distância entre os eixos mas também pelo assoalho plano. 
]Nem o console central levemente projetado afeta o espaço para os joelhos de quem vai sentado no meio, porém o sistema de fixação Isofix faz os cintos ficarem um pouco escondidos, dificultando a colocação. 
Parte traseira da cabine do Omoda 7 tem amplo espaço e até aquecimento no banco
Renato Durães/Autoesporte
Ainda no banco de trás, há saídas de ar centrais, mas sem uma zona extra de climatização. Por outro lado, os assentos laterais traseiros têm aquecimento e refrigeração, e a temperatura é controlada por botões. 
Omoda 7 PHEV Prestige tem central multimídia deslizante. É o único da categoria com o recurso
Renato Durães/Autoesporte
O acabamento interno está no nível do segmento, com materiais emborrachados, couro sintético e plástico de qualidade. A parte frontal da cabine do Omoda 7 não chega a encher os olhos pelo esmero, mas tem boa apresentação. Os bancos frontais têm massageadores, aquecimento e resfriamento. Já o sistema de som premium é assinado pela Sony. O que mais chama a atenção, contudo, é a central multimídia de 15,6 polegadas com resolução ultra-HD.
Enquanto as multimídias da BYD giram sobre o próprio eixo, o que não tem muita utilidade, o Omoda 7 tem um sistema motorizado inédito que faz a tela deslizar horizontalmente na direção do passageiro dianteiro. Basta passar três dedos sobre a central e ela começará a se mover — com um som estranho, digno de filme de ficção científica. 
Carregador por indução do Omoda 7 PHEV é muito exposto
Renato Durães/Autoesporte
Ao colocar o câmbio em ré, a central sempre retornará à sua posição original para o uso da câmera de 360 graus, que reproduz uma projeção em 3D do veículo. A tela deslizante é útil, pois o passageiro da frente poderá usá-la para colocar sua playlist favorita no Spotify — pelo pareamento de celulares sem fio — ou, se for afinado, cantar no karaokê ali instalado. A Omoda Jaecoo ainda está homologando os microfones no Brasil, mas estes já podem ser adquiridos em lojas online como Shopee e AliExpress.
Omoda 7 PHEV Prestige tem bancos elétricos com aquecedores, mas só o do passageiro tem massageador
Renato Durães/Autoesporte
Está claro que o Omoda 7 PHEV é um carro familiar com características divertidas. Mas como o SUV híbrido se comporta na pista? Ao volante, avaliei o modelo por uma semana para descobrir. Também o levamos ao Rota 127 Campo de Provas para tirar os números de desempenho e medir o consumo urbano e rodoviário. 
Caoa Chery Tiggo 7 x Jaecoo 7 PHEV: qual SUV híbrido é melhor?
Motor 1.5 turbo a gasolina do Omoda 7 PHEV tem injeção direta
Renato Durães/Autoesporte
Sob o capô está o motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, com injeção direta, que desenvolve 135 cv e 20,4 kgfm. Aliado a um motor elétrico, também dianteiro — este aliado à bateria de 18,4 kWh —, o Omoda 7 PHEV entrega 279 cv de potência e 37,2 kgfm de torque combinados. Quem cuida do entrosamento é o câmbio DHT com uma marcha mecânica e múltiplas relações elétricas. 
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Como em vários SUVs chineses dessa classe, há muita anestesia na condução do Omoda 7, especialmente na direção, excessivamente leve. Mas é um carro que se comporta bem em linha reta, mesmo que a suspensão nem sempre cumpra a tarefa de mitigar os impactos mais fortes, transmitindo pancadas secas indesejadas à cabine. Quanto ao acerto de suspensão, o Omoda 7 é mais rígido nos balanços verticais do que nos horizontais, o que faz a carroceria pender lateralmente. Ao encarar lombadas e valetas, o comportamento é firme.
Ajuste de suspensão do Omoda 7 PHEV deveria ser melhor
Renato Durães/Autoesporte
Como quase todo híbrido plug-in moderno, o Omoda 7 PHEV é um carro essencialmente elétrico na cidade, desde que a bateria esteja carregada. Mesmo em modo híbrido, nos 30 km de nosso teste urbano, com o ar ligado, a porcentagem caiu de 82% para 63%, aferindo um consumo de 8,58 km/kWh, o que projeta uma autonomia elétrica de excelentes 157 km, bem acima dos 60 km homologados no Inmetro. Já o consumo de gasolina foi de 29,4 km/l.
Na estrada, em condições mais desafiadoras para um SUV híbrido plug-in, nos surpreendemos com o consumo de 16,9 km/l. A bateria deu bastante suporte, caindo de 82% para 28%, o que mostra que o bom resultado depende de estar sempre carregada. Inclusive, é possível controlar a gestão de carga pelo sistema SOC (State of Charge), escolhendo um percentual mínimo de carga. Nesses casos, o motor 1.5 turbo servirá como gerador. Em estações de corrente alternada (AC), a recarga máxima é de apenas 6,6 kW. Já em corrente contínua (DC), são 40 kW, o que faz a bateria subir de 25% para 100% da carga em 47 minutos.
O Omoda 7 fez nosso teste de zero a 100 km/h em 7,5 segundos, superando o número oficial de fábrica em 0,9 s. Nas provas de frenagem, os discos nas quatro rodas fizeram o SUV chinês ir de 100 km/h a zero em 37 metros — melhor que Tiggo 7 e Jaecoo 7, que precisam de 40 m e 42 m, respectivamente.
Omoda 7 PHEV tem bom pacote de segurança, mas o Adas fica devendo
Renato Durães/Autoesporte
No pacote de segurança, o SUV traz oito airbags (incluindo um central e outro para o joelho do motorista), sensor de ponto cego, frenagem autônoma emergencial e assistente de permanência em faixa. Preciso dizer que o controle de cruzeiro adaptativo (ACC) deveria ser melhor, pois o Omoda 7 nem sempre está sincronizado com o carro à frente. É normal que não demonstre reação quando o trânsito adiante começa a ficar lento, culminando em frenagens bruscas e sustos. 
Outro ponto negativo é o pós-venda, pois as revisões em cinco anos (R$ 7.391) e a cesta de peças (R$ 34.026) estão entre as mais caras do segmento. Já a desvalorização de 15,3% em um ano é alta se comparada aos 8% de um BYD Song Plus. Por outro lado, a garantia é de sete anos. 
Tais características deixam um sabor amargo no Omoda 7 Prestige. Por isso, nossa recomendação é gastar menos e adquirir o Jaecoo 7 Prestige (R$ 256.990), um carro menos suntuoso, mas de custo/benefício mais favorável. E parece que os clientes pensam da mesma forma, pois o Jaecoo 7 já emplacou 6,4 mil unidades no Brasil neste ano, contra apenas 787 exemplares do Omoda 7. 
Pontos positivos: Pacote de equipamentos, espaço interno e consumo de combustível
Pontos negativos: Funcionamento do ACC, inclinação lateral em curvas e desvalorização
Omoda 7 PHEV Prestige
Omoda 7 PHEV Prestige
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Outra alteração importante está no portfólio de versões, com a chegada da configuração Blackmotion, nome que já foi usado há alguns anos no Fiat Punto. A série é baseada na Drive 1.3 AT e tem o visual marcado por detalhes escurecidos, como teto preto, rodas de liga leve aro 16 e retrovisores na mesma cor. Logotipo e grande inferior do para-choque também seguem o tom.
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Motor e consumo do Fiat Pulse 2027
O SUV tem quatro conjuntos mecânicos. Vamos começar pelo que foi recalibrado, o T200 MHEV que equipa a versão Audace (a Impetus deixou de existir). Além da redução da potência, chegando a 116 cv, o torque foi reduzido de 20,4 kgfm para 20 kgfm. O câmbio é automático do tipo CVT com sete marchas simuladas.
Versão Blackmotion retorna ao portfólio da Fiat no Pulse 2027
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A versão de entrada, Drive, tem motor 1.3 aspirado de 107 cv com etanol e 98 cv com gasolina e torque de 13,6 kgfm e 13,1 kgfm, respectivamente. Seu consumo é de 9 km/l com etanol e 12,6 km/l com gasolina em perímetro urbano. Na estrada os números são de 10,3 km/l (E) e 14,5 km/l (G). 
Na versão Drive 1.3 AT o motor é o mesmo, o que muda é o câmbio, que passa a ser o CVT de sete marchas simuladas. O consumo é de 8,9 km/l com etanol na cidade e 13 km/l com gasolina. Na estrada, a média é de 10,5 km/l (E) e 14,7 km/l (G). Vale lembrar que esse também é o conjunto da série especial Blackmotion.
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Por fim, o último motor da lista, o 1.3 turbo T270, que equipa a versão Abarth, com 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas. Esse motor entrega consumo de 7,2 km/l com etanol e 10,5 km/l com gasolina na cidade, subindo para 8,8 km/l (E) e 12,2 km/l (G) na estrada.
Fiat Pulse Blackmotion 2027 aposta em visual escurecido
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Versões, preços e equipamentos do Fiat Pulse 2027
Fiat Pulse Drive 1.3 MT 2027 – R$ 104.990: rodas de aço de 16”, central multimídia de 8,4”, retrovisores elétricos, ar-condicionado, direção elétrica e faróis e lanternas em LED, quatro airbags, alarme antifurto, ar-condicionado digital e automático, banco do motorista com regulagem manual de altura, volante multifuncional, luzes de condução diurna de LED, assistente de partida em rampa, controlador de velocidade, regulagem de altura do volante e sistema de monitoramento de pressão dos pneus; 
Fiat Pulse Drive 1.3 AT 2027 – R$ 116.990: todos os itens da versão acima + central multimídia de 10,1”, câmera de ré e sensores de estacionamento, partida por botão, barras longitudinais no teto, modo sport e interior escurecido;
Fiat Pulse BlackMotion 2027 – R$ 120.480: Todos os itens das versões acima + acabamento externo exclusivo;
Interior do Fiat Pulse Blackmotion também é escurecido
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Fiat Pulse Audace T200 MHEV 2027 – R$ 137.990: todos os itens das versões acima + borboletas atrás do volante para troca de marcha, volante revestido em couro, banco traseiro bipartido e alguns itens do pacote Adas, como frenagem automática de emergência e alerta de mudança de faixa involuntária;
Fiat Pulse Abarth 2027 – R$ 163.490: todos os itens das versões acima + modo poison que deixa a condução mais esportiva, auto hold, freio de estacionamento eletrônico, rodas de liga leve aro 18, faróis e lanternas full LED, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, banco do motorista com ajustes elétricos, teto solar panorâmico, carregador por indução e quadro de instrumentos totalmente digital de 7 polegadas.
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Vale lembrar que a atual geração do Classe C conta com três opções de motor. Além da versão híbrida, estão disponíveis opções a diesel e somente a gasolina. No mercado europeu, o sedã médio premium pode ser encontrado a partir de 41.045 euros, o equivalente a cerca de R$ 250 mil. O lançamento, contudo, deve demorar ainda algum tempo para chegar por aqui, provavelmente em 2027. 
Mercedes Benz Classe C tem lanternas traseiras com assinatura de LED também em forma de estrela
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Motor e desempenho do Mercedes-Benz Classe C
Na motorização, alterações foram feitas para que o novo Mercedes-Benz Classe C fosse enquadrado na futura norma de emissões Euro 7. Com isso, nas configurações híbridas leves de 48V (MHEV), o motor M 254 EVO de quatro cilindros entrega três diferentes tipos de desempenho. 
A especificação mais potente, o C 300, entrega 258 cv de potência e torque máximo de 40,8 kgfm. Já a intermediária C 250 desenvolve 218 cv e 32,6 kgfm, enquanto a C 200, mais mansa e barata, oferece 177 cv e 27,5 kgfm. 
Mercedes Benz Classe C tem faróis, dianteiros e traseiros, em formato de estrela
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Com diesel, o motor OM 654 EVO também tem quatro cilindros e 16 válvulas, e oferece duas variantes de potência: C 200 d, de 163 cv de potência e 38,7 kgfm de torque, e o C 250 d, com 200 cv e 44,9 kgfm. 
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Por fim, na versão híbrida plug-in (PHEV) C 400 , tanto na carroceria perua quanto no sedã, o Classe C oferece uma potência combinada de 395 cv e um torque combinado de 66,3 kgfm. A bateria de alta tensão, com uma capacidade útil de 19,53 kWh, permite uma autonomia elétrica de até 100 quilômetros, segundo o ciclo WLTP.
Mercedes Benz Station Wagon é a opção de perua do Classe C
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Vale destacar que todos os motores estão equipados com a segunda geração do sistema híbrido leve de 48 Volts, chamada ISG 2.0. Ela é formada por um gerador de arranque integrado e um motor elétrico, que proporciona até 23 cv de potência e 20,9 kgfm de torque adicionais. 
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Visual e equipamentos do novo Mercedes-Benz Classe C
Por fora as alterações do novo Mercedes-Benz Classe C são visíveis logo de cara. Afinal, o sedã premium renovado com uma nova grade frontal, mais ampla e com contornos luminosos, faróis com assinatura de LED formando as três pontas da estrela que simboliza a marca, além de mudanças no para-choque dianteiro. Também houve a adição das cores prata lavanda metálico e cinza celeste metálico.
Mercedes Benz Classe C utiliza assistente virtual que combina ChatGPT, Microsoft Bing e Google Gemini
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Por dentro, o visual inspirado no Mercedes-Benz Classe S apresenta painel de instrumentos de 12,3 polegadas, tela central de 11,9 polegadas em formato vertical, novo volante multifuncional com o uso de botões basculantes que operam o controle de cruzeiro adaptativo (ACC), além de um botão giratório que controla o volume. 
Mercedes Benz Classe C conta com bom espaço interno.No total são 2,87 m de entre-eicxos
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Outra novidade dessa geração é a atualização da quarta geração do assistente virtual, que combina a inteligência artificial de plataformas como ChatGPT, Microsoft Bing e Google Gemini na central multimídia do veículo. Segundo a Mercedes-Benz, a nova tecnologia é capaz de identificar e auxiliar em situações de trânsito complexas, além de aumentar a conectividade entre carro e motorista. 
Dimensões do Mercedes-Benz Classe C
Porta-malas do Mercedes Benz Classe C é menor na opção híbrida
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Todas as opções do sedã apresentam as mesmas dimensões. Ao todo, o Mercedes-Benz Classe C, conta com 4,77 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,46 m de altura, além de 2,87 m de entre-eixos. 
A única variação existente está presente no porta-malas, que tem capacidade alterada de acordo com os equipamentos especiais instalados. Enquanto as versões a diesel e híbridas leves do novo Mercedes-Benz Classe C contam com 455 litros, o híbrido plug-in acomoda apenas 315 l, devido à presença das bateria abaixo do banco traseiro. 
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O modelo é um SUV compacto que chega para ser o híbrido mais barato da Omoda Jaecoo no Brasil, ficando abaixo do Omoda 5, atualmente vendido entre R$ 164.990 e R$ 184.990. Ou seja, podemos esperar por preços a partir de R$ 150 mil. O objetivo é enfrentar Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Chevrolet Tracker e companhia, além do BYD Atto 2.
Autoesporte listou um compilado de informações sobre o modelo, que tem potencial de se tornar o Omoda Jaecoo mais vendido do Brasil. Confira a seguir:
Quando chega o Jaecoo 5?
Jaecoo 5 tem porte de SUV compacto, sendo menor que o Jaecoo 7
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Em maio, publicamos um artigo sobre a chegada do modelo, prevista inicialmente para julho. O cronograma mudou e o lançamento ficou para o Festival Interlagos, que acontece entre os dias 27 e 30 de agosto. A chegada às lojas deve acontecer já na sequência, no início de setembro. Como a Omoda Jaecoo ainda não tem produção no Brasil, as unidades serão importadas da China. 
Quais versões do Jaecoo 5 serão vendidas no Brasil?
Jaecoo 5 deve ser oferecido nos catálogos Luxury e Prestige
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A Omoda Jaecoo ainda não detalhou as versões, mas o Jaecoo 5 deve seguir o padrão dos demais carros da marca, com duas configurações, sendo a Luxury a opção de entrada e a Prestige posicionada acima, como topo de gama. 
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Também vale lembrar que, no primeiro momento, o SUV será oferecido em versão híbrida plena (HEV), com a mesma motorização do Omoda 5 (falaremos disso mais adiante). Na sequência, deve aparecer uma variante elétrica (já testada por Autoesporte) , e outra apenas com motor a combustão, fazendo concorrência direta com os principais nomes da categoria.
Qual será o preço do Jaecoo 5?
Sem versões anunciadas oficialmente, os preços também são um mistério, mas nossa reportagem aposta em valores entre R$ 150 mil e R$ 170 mil para a opção híbrida plena. Ou seja, posicionamento próximo aos das versões intermediárias dos rivais tradicionais. O valor máximo deve inclusive ficar em um patamar similar ao do Omoda 5 de entrada.
Como é o Jaecoo 5?
Jaecoo 5 EV tem visual diferente e grade superior fechada
Divulgação
Aliás, é com o Omoda 5 que o Jaecoo 5 vai compartilhar a mecânica híbrida plena. O conjunto inclui o motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta e ciclo Miller, combinado a um propulsor elétrico, alimentado por uma bateria de íons de lítio com 1,83 kWh. Não há recarga externa.
A dupla gera 224 cv de potência e 30,1 kgfm de torque combinados. No Omoda 5, o consumo em nossos testes foi de 22,7 km/l na cidade e 19,6 km/l na estrada. No Jaecoo, menor e mais leve, talvez as marcas sejam ainda melhores.
Já na variante elétrica, que tem a dianteira com visual exclusivo, o Jaecoo 5 entrega 211 cv e deve usar bateria LFP de 58,9 kWh para entregar cerca de 400 km de autonomia no padrão WLTP. Em estações rápidas, a recarga entre 30% e 80% pode ser feita em 28 min.
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Quais as dimensões do Jaecoo 5?
Baseado na conhecida plataforma T1X do grupo Chery, o Jaecoo 5 mede 4,38 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. O porta-malas tem 480 litros. São dimensões similares às de um Nissan Kicks. Para efeito de comparação, o irmão maior Jaecoo 7 mede 4,50 m, 1,86 m, 1,68 m e 2,67 m, respectivamente.
Jaecoo 5 leva até 480 litros no porta-malas
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Visualmente, o Jaecoo 5 é uma espécie de “versão em escala reduzida" do Jaecoo 7. A carroceria tem linhas retilíneas e bem marcadas, incluindo dianteira com faróis estreitos e grade retangular com filetes verticais.
Jaecoo 5 EV - traseira diagonal
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A traseira, por sua vez, conta com lanternas bipartidas horizontalizadas e interligadas por barra plástica preta. Nas laterais, a diferença entre os dois é evidenciada pelo estilo das maçanetas: tradicionais no SUV compacto e retráteis no SUV médio.
Por dentro, o interior do Jaecoo 5 aposta em uma abordagem minimalista com botões reduzidos e console central em estilo cascata. Destaque para a central multimídia estilo tablet com tela sensível ao toque vertical de 13,2 polegadas, quadro de instrumentos digital e seletor de marchas posicionado na coluna de direção.
Jaecoo 5 tem painel com tela vertical de 13,2 polegadas
Divulgação
Dependendo da versão, o Jaecoo 5 oferecerá equipamentos como teto solar panorâmico, iluminação ambiente personalizável, dois suportes para carregamento sem fio de smartphones e até recursos voltados como donos de pets, como um sistema antibacteriano que impede o crescimento de bactérias dentro do carro e um filtro de que aspira pelos de animais.
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Quando o carro for próprio, há depreciação, manutenção e, se for financiado, as parcelas. Se alugado, o motorista precisa arcar com as mensalidades da localão mais dois elementos que dificultam a vida de vários motoristas, conforme a Autoesporte apurou com diversos profissionais: o caução e o fato de as locadoras exigirem cartão de crédito.
Esses fatores dificultadores criaram uma oportunidade no mercado para pessoas físicas que começaram alugar seus carros para motoristas de aplicativo – a maioria por grupos de redes sociais, marketplaces ou indicações no boca a boca.
Mesmo com essa alternativa ganhando espaço, a prática ainda desperta muitas dúvidas entre os motoristas – principalmente entre os mais novatos. Como se trata de um mercado amplamente informal, nem sempre é claro como funciona a rotina com um carro desses. Questões como responsabilidade por manutenção, cobertura em caso de acidentes e garantias estão entre as maiores incertezas.
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Lucas Carmo, de São José do Rio Preto (SP), já teve carro para alugar como pessoa física, já alugou desses donos para ele próprio rodar como motorista e, atualmente, recorre às locadoras convencionais. Segundo ele, o aluguel com uma pessoa física tem vantagens, mas é preciso ter cuidado.
“Há pessoas que alugam carros financiados para os motoristas (que era o meu caso antigamente) e usam as mensalidades do aluguel para pagae as parcelas. O problema é que o locatário, muitas vezes, costuma não ter zelo [com o veículo], e isso é o que mais coloca o patrimônio do locador em risco. Muitos não só deterioram as partes precocemente, como também postergam as manutenções e, muitas vezes, ficam inadimplentes com os aluguéis. E já ouvi vários casos de motoristas processando os donos por situações em que eles também tinham responsabilidades, após assumirem riscos voluntariamente envolvendo a posse do veículo. Então me frustrei muito com tudo isso. Foi algo que me levou a investir nos meus próprios carros”, explica o motorista profissional.
Se para quem deixa o veículo disponível para locação há riscos, o motorista que aluga também precisa ter precauções:
“Para quem aluga, geralmente é melhor procurar  [carros] que já estão quitados, pois geralmente são de proprietários mais organizados, só que é difícil de achá-los. Quando eu fui o locatário, o carro estava financiado e com as parcelas atrasadas, e o banco conseguiu localizar o carro para reavê-lo. Esse tipo de locador é o que mais costuma a criar dificuldades na hora de honrar com a manutenção e outras obrigações. Você chega a perder dias de trabalho ou se submete a rodar com o carro fora das condições ideais, comprometendo a segurança). Também depende muito do seguro e há locações em que o carro nem tem [cobertura]. Fora que carros de pessoas físicas podem já estar com quilometragem bem alta e/ou mal cuidados antes mesmo de o motorista contratar", acrescenta Lucas Carmo. 
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Mas mesmo assim, muitos motoristas de aplicativo recorrem às pessoas físicas por não haver limite de quilometragem mensal de uso, como ocorre em alguns planos de locadoras, por geralmente não exigirem nome limpo para alugar e não cobrarem cauções muito elevadas (por vezes, não exigem caução algum). 
No entanto, apesar de mais caras, eu ainda vejo mais vantagens nas locadoras convencionais, só que em planos que não limitam a quilometragem rodada. Ainda que seja mais caro, você tem carros mais novos e todo o suporte para imprevistos e manutenções – além, claro, de não estar limitado para trabalhar em distâncias percorridas. Por isso é o que eu acabei escolhendo para mim. Eu acho até melhor do que trabalhar com o carro parcelado: é mais fácil de se organizar financeiramente e sem as preocupações do carro próprio”, finaliza o profissional.
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Relação de confiança é fundamental
Outro motorista que trouxe sua experiência é Henrique Martin, que também mora em São José do Rio Preto (SP). Diferentemente de Lucas, Martin utiliza carro alugado de pessoa física atualmente.
“No dia a dia, a parceria com o dono funciona na base da confiança e no diálogo, e é bem tranquilo. Nosso contato é quase diário. Tudo o que eu preciso, aviso e passo para ele, e também faço vídeos do carro (é importante ter transparência). Ele responde rápido. Quando preciso levar para a manutenção, ele me passa para a oficina e eu vou lá com o carro. A principal vantagem é a questão da quilometragem, pois as locadoras convencionais limitam muito, ou elas cobram muito para dar mais liberdade nos pacotes mais altos.
 "A burocracia com as locadoras também é muito grande para manutenção e seguro. A desvantagem do particular é se você não conhece a pessoa ou se ela não tem confiança. Você pode acabar pegando um carro que te dá dor de cabeça ou o dono pode querer jogar responsabilidades ao motorista que não convêm. Ou até a pessoa querer pegar o carro de volta de repente (e você fica na mão)”, conta.
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Jean Maurice - Motorista de aplicativo
Guilherme Menezes/Autoesporte
O terceiro motorista ouvido pela reportagem é Jean Maurice, do Rio de Janeiro (RJ). Este nos contou que aluga o carro de um locador que já possui uma frota de veículos disponível apenas para motoristas de aplicativo.
“O dono do carro que utilizo também é muito solícito. Ele tem uma estrutura já montada, com mais do que apenas um carro alugado. Para mim, a maior vantagem é a possibilidade de negociação do caução e dos adiantamentos, além de eu não precisar ter um cartão de crédito no meu nome. Entre os maiores riscos, é alugar um carro com problema. Teve veículo que eu aluguei com mais de 300 mil km, mas o velocímetro estava quebrado, ou seja, tinha bem mais do que isso, e dava um problema atrás do outro. Mas eu também aluguei carros com baixa quilometragem e nunca deram problema. 
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Com o que eu uso hoje, o proprietário banca a manutenção é dá todo o suporte. Já fui apresentado a todas as oficinas e não preciso nem que ele esteja presente para manter o veículo: posso ir sozinho às lojas e serei atendido. Quando furo um pneu, por exemplo, não vejo por que incomodá-lo e eu mesmo arrumo. Com esse dono, sei que terei sempre carros novos e em ordem. Mas existem proprietários que cobram um aluguel menor e dividem a manutenção com o motorista”.
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Motoristas de aplicativo estão deixando de alugar carros de locadoras tradicionais
Getty Images
Rodrigo Malheiros, que é professor, consultor jurídico e sócio-proprietário da Marmo &amp; Malheiros Advogados, explica que há riscos muitas vezes não observados tanto para o dono do carro quanto para o motorista de aplicativo. Afinal, o processo de contratação é mais informal do que em uma locadora.
“Para o motorista, é essencial verificar se o veículo possui alienação fiduciária (o que pode impedir a sublocação legal) e se o licenciamento está em dia. Ele também deve exigir uma vistoria detalhada na entrega e na devolução. Sem isso, pode ser cobrado por avarias que já estavam no carro. E nunca se deve rodar sem um seguro de Responsabilidade Civil (RCF) no próprio nome", orienta.
A contratação de um seguro próprio, com cobertura que inclui motoristas terceiros e previsão de carro reserva, é outro detalhe que garante que o trabalhador não fique sem renda caso o veículo precise ir para a oficina. Para o proprietário do carro que está sendo alugado, o especialista também dá algumas recomendações:
“O dono muitas vezes enxerga o lucro no curto prazo, mas não provisiona o risco do passivo judicial. Acredita estar fazendo um negócio simples, quando, na verdade, está assumindo a posição de um fornecedor de serviços com responsabilidades severas perante a lei. O arcabouço jurídico brasileiro não diferencia, para fins de responsabilidade civil, a grande locadora da pessoa física que aluga o carro. O pilar central dessa discussão é a Súmula 492 do STF, editada em 1969, que estabelece que a empresa locadora de veículos responde, civil e solidariamente com o locatário, pelos danos por este causados a terceiro, no uso do carro locado", explica o advogado.
“Isso quer dizer que o judiciário, em muitos casos, entende que, em casos de acidentes, o proprietário do veículo responde objetiva e solidariamente pelos atos culposos (quando não há intenção de fazê-los) de um terceiro que o conduz e que provoca o acidente, pouco importando que o motorista não seja seu empregado, ou que o transporte seja gratuito ou não”, complementa.
Na prática, segundo o jurista Rodrigo Malheiros, se o motorista atropelar alguém ou colidir com um outro veículo, a vítima pode escolher processar diretamente o dono do carro, que geralmente tem um patrimônio mais visível que o condutor. E, se provada a responsabilidade do condutor, o proprietário do veículo pode ficar solidariamente responsável pela reparação dos danos, como criador do risco para os seus semelhantes.
71% da frota de carros nio Brasil não possui seguro automotivo
Foto: Thinkstock
Outro ponto crítico é a atuação da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Um seguro particular comum, contratado para "lazer e ida ao trabalho", perde a validade se o veículo for usado profissionalmente sem a devida comunicação, de acordo com o professor de direito.
Malheiros comenta, ainda, que, para quem disponibiliza o carro, é fundamental que se faça um contrato escrito com firma reconhecida, que deve conter cláusulas de responsabilidade objetiva e autorização para busca e apreensão imediata em caso de inadimplência.
A exigência de um depósito caução, a realização de consultas ao CPF e CNH do motorista e, acima de tudo, a contratação de um seguro que aceite explicitamente a atividade de locação para aplicativos também são fundamentais.
“A instalação de sistemas de telemetria e câmeras também servem como prova crucial em caso de disputas judiciais sobre a conduta do motorista”, observa o advogado, que comenta uma outra situação: em caso de acidentes, o passageiro também pode acionar a plataforma.
“Neste caso, o proprietário, após pagar a indenização, possui o direito de ação de regresso contra o motorista, mas o caminho é árduo e o sucesso depende da existência de bens penhoráveis em nome do condutor – o que raramente ocorre na informalidade. Neste caso, a plataforma também pode entrar na linha de tiro: o Art. 14 do Código do Direito do Consumidor estabelece a responsabilidade objetiva do fornecedor de serviços. Os Tribunais do país já reconheceram que as empresas de transporte por aplicativo respondem por atos de seus motoristas cadastrados, pois lucram com a atividade e devem zelar pela segurança do serviço”, finaliza.
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Oferecida inicialmente em versão única, GL, a Kia Tasman será vendida por R$ 249.990. A picape média é equipada com motor 2.2 turbodiesel de 210 cv e 45 kgfm de torque. O câmbio é automático de oito marchas com tração 4x4 com seletor de terrenos. 
Kia Tasman chega ao Brasil com o visual que causou polêmica no mundo
André Paixão/Autoesporte
O consumo da picape inclusive já consta na última atualização do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro. Na cidade, a Kia Tasman faz 9,5 km/l. Na estrada, a média é de 10,9 km/l. Vale lembrar que o motor 2.2 turbodiesel é o mesmo usado pelo Sorento, que recentemente foi lançado por aqui em nova geração.  
Dimensões da Kia Tasman
Veja quanto mede a Kia Tasman 2025
André Paixão/Autoesporte
A Tasman mede 5,41 m de comprimento, 1,93 m de largura, 1,89 m de altura e 3,27 m de distância entre eixos. Sendo assim, é maior que as maiores rivais, como Hilux e Ranger. Segundo a Kia, o banco traseiro ainda tem um compartimento que acomoda 45 litros. 
Kia Tasman 2026
André Paixão/Autoesporte
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A caçamba tem 1,51 m de comprimento, 1,57 m de largura e 54 cm de profundidade, sendo capaz de acomodar volume de 1.173 litros. A capacidade de reboque é de 3.500 kg, enquanto a carga útil varia de 1.000 a 1.190 kg.
Equipamentos
Cabine da Kia Tasman aposta na modernidade num segmento ainda dominado por picapes mais conservadoras
Divulgação
A Kia Tasman é equipada com 29,6 polegadas em telas. Quadro de instrumentos e central multimídia têm 12,3 polegadas, cada. Complementando, há um visor de 5 polegadas para os comandos do ar-condicionado, que é digital e de duas zonas. Entre os itens de conforto, há acesso por chave presencial e partida por botão, faróis full-LED, carregador de celular por indução, sensores de estacionamento dianteiros. 
Detalhe dos botões do console da Kia Tasman
André Paixão/Autoesporte
A Kia já confirmou que haverá versões mais completas no futuro, inclusive com pacote Adas, algo que a picape não oferece na versão GL. Portanto, as Tasman chega ao Brasil sem controle de cruzeiro adaptativo, sensor de ponto cego e assistente de permanência em faixa.
Desempenho e modos de condução 
Kia Tasman tem muitos modos de condução e acelera de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos
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No exterior, a Kia Tasman tem aceleração de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos. O motorista ainda pode escolher entre quatro modos de condução: Eco, Normal, Sport e My Drive. Fora isso, são outros três opções de acordo com o terreno: Areia,  Neve e Lama. 
Quanto ao desempenho off-road, a Tasman tem 28,9° de ângulo de entrada, 25° de ângulo de saída e 23,1 cm de altura em relação ao solo. A capacidade de imersão é de 80 cm.
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A chegada do Ora 5 causou alvoroço na rede de concessionárias e filas de espera. O SUV, com porte de Toyota Corolla Cross, chegou por R$ 159.990. O Ora 03 era vendido por R$ 169.990, mas ficou R$ 20 mil mais barato justamente para abrir espaço no portfólio da GWM.
Visual retrô é uma das apostas da linha Ora
Divulgação
Na oferta do Mercado Livre, além do bônus de R$ 20 mil, é possível optar por um financiamento com 60% de entrada de taxa zero em 48 meses. Já o Ora 5 segue com o preço de tabela e sem ações específicas neste momento de lançamento. No entanto, é importante lembrar que o SUV já teve seu primeiro aumento e agora não sai por menos de R$ 163.990.
E nas demais características, como motor, equipamentos e autonomia, como eles se comparam? Confira abaixo!
GWM Ora 03 x Ora 5 – Motorização 
Os dois modelos possuem apenas um motor elétrico, mas Ora 5 é mais potente
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Os dois carros são equipados com um único motor elétrico na dianteira, mas há diferença de potência e torque. O Ora 03 tem 171 cv e 25,5 kgfm de torque, o que garante o 0 a 100 km/h em 9 segundos e velocidade máxima de 160 km/h limitada eletronicamente. 
Já o Ora 5 tem 204 cv e 26,5 kgfm de torque, o suficiente para fazer a arrancada de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos, mesmo pesando quase 100 kg a mais: 1.591 kg do hatch contra 1.685 kg do SUV. A velocidade máxima do novato é de 170 km/h limitada eletronicamente.
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GWM Ora 03 x Ora 5 – Bateria, recarga e autonomia 
Os dois carros possuem baterias similares, mas avanços no Ora 05 resultam em mais autonomia e menor tempo de recarga
Renato Durães
O nome completo da configuração do Ora 03 adiciona o BEV58 e indica sua bateria, que é de exatamente 58 kWh. Curiosamente, a bateria do Ora 5 é pouca coisa maior, são 58,3 kWh, segundo informações divulgadas pela GWM.
No quesito autonomia, a diferença é mais considerável. Segundo o Inmetro, o Ora 03 tem alcance de 315 km, enquanto o Ora 5 chega aos 349 km, mesmo sendo mais potente e mais pesado. 
Há diferenças consideráveis na hora da recarga. A potência máxima em corrente alternada (AC) é de 11 kW para ambos, nas na corrente contínua (DC), que é responsável pela recarga rápida, as coisas mudam. O Ora 03 comporta recargas de até 64 kW, com isso, a bateria sai de 20% para 80% em 30 minutos, enquanto Ora 5 suporta até 120 kW e carrega o mesmo percentual em 20 minutos. 
GWM Ora 03 x Ora 5 – Dimensões e equipamentos 
Ora 5 resolve questões com tamanho do porta-malas do Ora 03
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Para justificar o posicionamento do Ora 5, é consideravelmente maior que o Ora 03. São 4,47 metros de comprimento, contra 4,25 m do hatch, que é um pouco mais largo, já que o SUV tem 1,83 m e o Ora 03 tem 1,84 m. 
Em altura, o Ora 5 tem 1,64 m, contra 1,60 m do Ora 03. A grande diferença fica para o entre-eixos, já que são 2,72 m do novato contra 2,65 m do veterano. O porta-malas do SUV tem 362 litros contra diminutos 228 l do Ora 03.
Já a lista de equipamentos é muito parecida. Ambos têm painel de instrumentos digital com 10,25 polegadas. A central multimídia do Ora 03 tem essa mesma dimensão, enquanto a tela do Ora 5 tem 14,6 polegadas. A dupla traz Android Auto e Apple CarPlay com pareamento sem fio. 
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Interior do Ora 03 ainda preserva união entre telas, enquanto Ora 5 tem central destacada
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Há uma curiosa vantagem para o Ora 03, que é equipado com sete airbags, já que possui uma bolsa de ar central adicional, enquanto o Ora 5 é equipado com os tradicionais seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina).
Os dois ainda são equipados com freios ABS com EBD, condução semiautônoma nível 2+ com frenagem automático de emergência, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de permanência em faixa com função de centralização, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado dianteiro e traseiro com frenagem automática, leitor de placas e alerta de abertura das portas.
Ora 5 tem telas destacadas como a maioria dos modelos chineses
autoesporte
Em conforto, a única vantagem do Ora 5 é a saída de ar-condicionado para o banco traseiro. No mais, ambos possuem direção, vidros e travas elétricos, ar-condicionado digital e automático de uma zona, carregador de celular por indução, sensores de estacionamento traseiro, câmera de visão 360º com projeção de capô transparente.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mpulmwMj9zXD5kf0UT5z_j0eE5I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/u/dwsiHBR8y8NJIoXkAXhQ/gwm-ora-57.jpeg" medium="image"/>   <media:description>SUV provocou filas e redução de preço no irmão menor</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:11:29 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>