Veteranos passam a ocupar cerca de 11% das cadeiras da Duma, câmara baixa do Parlamento russo, em uma eleição marcada por críticas à falta de oposição à guerra. Kremlin celebrou resultado e falou em 'coesão' em torno do presidente, já o bloco europeu chamou eleição de 'erosão da democracia'.
Sigla Rússia Unida conquistou 355 das 450 cadeiras na Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, em pleito com oposição vetada. Kremlin celebrou resultado e falou em 'coesão' em torno do presidente, já o bloco europeu chamou eleição de 'erosão da democracia'.
A Coreia do Norte continuará a enviar seus soldados para lutar na guerra da Rússia contra a Ucrânia, mas apenas enquanto a colaboração trouxer benefícios para o país.
Exército ucraniano disparou centenas de drones contra a capital russa, o que provocou incêndios em casas e em um armazém, além de deixar outras 20 pessoas feridas, segundo autoridades. Russos terminam de votar nas eleições parlamentares neste domingo (20).
Governo Putin realiza primeiras eleições legislativas desde o início da guerra da Ucrânia. Votação inclui população de territórios ucranianos dominados por tropas russas. Apesar de enviesado, pleito foi utilizado pelo Kremlin como termômetro de apoio popular ao conflito.
A Rússia atacou postos de gasolina e instalações portuárias e a Ucrânia atingiu uma refinaria de petróleo russas, um dia após presidente dos EUA dizer que os dois países haviam concordado em pausar ataques à infraestrutura energética.
Líder norte-coreano também chamou de 'sagrada' a guerra da Ucrânia, que a Rússia trava com a ajuda indireta de aliados como a Coreia do Norte, há mais de quatro anos e meio.
Kiev e Moscou intensificaram trocas de bombardeios contra a infraestrutura energética do inimigo nas últimas semanas. Países ainda não confirmaram anúncio de Trump. Guerra da Ucrânia completou quatro anos em fevereiro, e atualmente não há perspectiva para ser finalizada.
Após suspeita de um drone russo no espaço aéreo lituano, voos no aeroporto de Vilnius, capital do país, foram suspensos e jatos de combate da aliança militar foram mobilizados.
'As ruas estavam cheias de gente' no momento do ataque na cidade de Pavlograd, segundo o ministro do Interior ucraniano, Ivan Vygivskiy.







