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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>crescer</title> <link>https://revistacrescer.globo.com/</link> <description>As notícias mais confiáveis sobre saúde das crianças, alimentação, comportamento, desenvolvimento, educação, gravidez e tudo o que envolve a vida em família</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://pox.globo.com/rss/crescer/" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>crescer</title> <link>https://revistacrescer.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Fã da Disney dá à luz assistindo aos fogos do Magic Kingdom pela janela do hospital</title>  <atom:subtitle>Jacqueline Skelton teve o filho em uma maternidade da Flórida com vista para o parque e viralizou ao mostrar os fogos entre uma contração e outra</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/fa-da-disney-da-a-luz-assistindo-aos-fogos-do-magic-kingdom-pela-janela-do-hospital.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/fa-da-disney-da-a-luz-assistindo-aos-fogos-do-magic-kingdom-pela-janela-do-hospital.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/vR7PWgkAw8DqaixW5t1llu15ghE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/5/p/BnSMbSStycSR1HelGRXQ/disney.png" /><br /> ]]>    Para a maioria das mulheres, o parto é uma experiência muito especial. Para a autodeclarada "adulta fã da Disney" Jacqueline Skelton, foi ainda mais: ela deu à luz o filho enquanto assistia aos fogos de artifício do Magic Kingdom.
Em dezembro passado, Jacqueline deu à luz em um hospital em Celebration, na Flórida, a comunidade projetada pela Walt Disney Company, recebendo, assim, o filho enquanto assistia aos fogos de artifício do Magic Kingdom
Reprodução/Redes Sociais
Vacinação na gravidez amplia proteção do bebê nos primeiros meses de vida
Jacqueline, de 27 anos, moradora de Championsgate, na Flórida, nos Estados Unidos, contou ao Daily Mail que é uma "enorme fã da Disney" e visita o parque, em Orlando, duas ou três vezes por semana. 
Quando foi escolher onde teria o bebê, no ano passado, optou pelo hospital em que o marido, um fisioterapeuta respiratório, trabalha que, por acaso, fica em Celebration, comunidade planejada pela Walt Disney Company, com vista para a Disney World pelas janelas.
Os fogos no meio do trabalho de parto
Ela não fazia ideia, de antemão, de que conseguiria ver os fogos do quarto do hospital. E quando eles começaram, bem no meio do trabalho de parto, o momento foi definido por ela como "emocionante". "No segundo em que vi os fogos, senti uma paz instantânea. Foi uma experiência muito curativa para mim", contou.
"Definitivamente ajudou, entre as contrações, poder assistir aos fogos. O trabalho de parto ainda é horrível, mas, no geral, foi um momento muito reconfortante, e sou muito grata por ter tido essa experiência." O bebê, Bowen Everett Skelton, nasceu em 22 de dezembro de 2025.
Jacqueline fez questão de deixar um recado bem-humorado: "Eu, provavelmente, deveria deixar claro que este é um hospital de verdade, em funcionamento, e as pessoas não deveriam tentar virar pacientes aqui só pela vista dos fogos. Seria bem mais barato ir aos parques da Disney e vê-los de lá. E provavelmente bem menos doloroso também."
Jacqueline e sua família vão sempre aos parques da Disney
Reprodução/Redes Sociais
O que a Disney representa para a família
Para ela, a Disney tem um significado que vai muito além dos personagens e da mercadoria. "Algumas das minhas primeiras memórias são de viagens à Disney quando eu era criança. A alegria e a sensação de magia que aquilo me trazia são algo que nunca vou esquecer", relembra.
E, hoje, ela divide isso com os próprios filhos. "Eu me consideraria uma adulta fã da Disney, mas não do jeito que a maioria das pessoas imagina. Embora eu ame toda a mercadoria, os eventos e os shows, a Disney, para mim, é sobre a experiência e a conexão que ela cria para a minha família", explicou. 
"Sou uma grande defensora de que devemos aproveitar todas as oportunidades para nos conectar com nossos filhos e família, seja algo tão simples quanto ler um livro juntos ou tão grandioso quanto rodopiar em frente ao castelo. Então sim, sou uma adulta fã da Disney, mas por causa da minha família, e não só por mim."
O vídeo que viralizou
Jacqueline viralizou depois de compartilhar no Instagram um vídeo dos fogos vistos da cama do hospital. "Nunca vou esquecer que minha vista entre as contrações eram os fogos do Magic Kingdom, porque eu dei à luz no hospital 'da Disney'", escreveu ela sobre as imagens. Na legenda, completou: "Um pouquinho de magia da Disney antes de conhecer minha maior aventura."
Os espectadores se derreteram nos comentários. "Essa é a forma mais mágica de trazer uma nova vida ao mundo", escreveu uma pessoa. "Nossa, que jeito lindo de dar à luz... Realmente uma experiência mágica", concordou outra. "Que história de parto incrível e especial", resumiu mais um.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/vR7PWgkAw8DqaixW5t1llu15ghE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/5/p/BnSMbSStycSR1HelGRXQ/disney.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 17:02:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Festa do pijama reúne crianças com a equipe da UTI neonatal que salvou suas vidas</title>  <atom:subtitle>Cerca de 50 famílias participaram do encontro anual em um hospital dos Estados Unidos, que emocionou pais e profissionais ao mostrar o quanto os bebês cresceram</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/festa-do-pijama-reune-criancas-com-a-equipe-da-uti-neonatal-que-salvou-suas-vidas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/festa-do-pijama-reune-criancas-com-a-equipe-da-uti-neonatal-que-salvou-suas-vidas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/N8KnVQ4djaivWtLO03jNBbH3_yM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/f/TAdWbNR9CnjlswG8racg/nicu-pajama-party-reunites-families-with-the-healthcare-providers-who-saved-their-kids-052826-abb8d72c0914425ba145bfcbeed8a742.webp" /><br /> ]]>    Um hospital da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontrou uma forma especial de reunir a equipe da UTI neonatal (UTIN) e as crianças que eles ajudaram a salvar: uma festa do pijama. O UPMC Magee-Womens Hospital e o UPMC Children's Hospital of Pittsburgh realizaram recentemente o evento anual, conhecido como Festa do Pijama do Reencontro da UTIN, em Harrisburg. Cerca de 50 famílias participaram do encontro, segundo informações da People.
Festa do Pijama da UTI Neonatal organizada pelo UPMC Magee-Womens Hospital e pelo UPMC Children’s Hospital of Pittsburgh em Harrisburg, Pensilvânia, em agosto de 2026.
Reprodução/Redes Sociais
Falta de ar na gravidez: quando é normal e quando procurar ajuda?
Ver as crianças correndo
Para os profissionais de saúde presentes, a festa — que teve jogos e brincadeiras para as crianças — é a chance de ver, na vida real, o impacto de um trabalho emocionalmente tão desafiador.
"Para nós, para os médicos, para os enfermeiros, para toda a equipe da UTIN, é de partir o coração ver esses bebês", contou o Dr. Greg Barretto, diretor médico regional de medicina neonatal do UPMC. "A gente tem o privilégio de ver essas crianças crescerem", acrescentou, com a voz embargada. "A gente vê as crianças que a gente pensava: 'Elas estão tão doentes. Não sabemos se vão sobreviver. Não sabemos como elas vão ficar'. E depois a gente as vê correndo, e isso significa muito para a equipe."
A gratidão dos pais
O evento também é um momento para os pais refletirem sobre o quanto os filhos evoluíram. "É a melhor parte do meu dia, a melhor parte das nossas vidas, na verdade", disse Tykarra Yearby, mãe de dois filhos que passaram pela UTIN. "A gente olha as fotos e os vídeos do tempo deles na UTI neonatal e depois vê os dois correndo por aí, pulando, fazendo bagunça, e a gente fica muito grata."
Um passado que hoje parece distante
Para muitas famílias, o reencontro também funciona como um marco de superação. "Foi definitivamente muito assustador", relembrou Tykarra. "Sabe, ver todos aqueles equipamentos e aparelhos monitorando a saúde deles, essencialmente mantendo eles vivos. Mas, agora, vendo as crianças, é como se tudo aquilo estivesse, sei lá, bem no passado."
No fim, esse tipo de encontro traduz algo que costuma se perder na correria dos dias de internação: a UTI neonatal não é só o lugar das noites difíceis e dos aparelhos, mas também o começo de histórias que seguem em frente, muitas delas, agora, correndo de pijama pelos corredores.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/N8KnVQ4djaivWtLO03jNBbH3_yM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/f/TAdWbNR9CnjlswG8racg/nicu-pajama-party-reunites-families-with-the-healthcare-providers-who-saved-their-kids-052826-abb8d72c0914425ba145bfcbeed8a742.webp" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 16:41:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 dicas para a mãe cortar o cabelo de forma prática</title>  <atom:subtitle>Entre a correria da maternidade e a queda capilar do pós-parto, escolher o corte certo faz toda a diferença na rotina. Duas cabeleireiras explicam o que avaliar antes de sentar na cadeira e por que o super clássico "corta tudo" nem sempre é a melhor saída</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/beleza-bem-estar/noticia/2026/08/5-dicas-para-a-mae-cortar-o-cabelo-de-forma-pratica.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/beleza-bem-estar/noticia/2026/08/5-dicas-para-a-mae-cortar-o-cabelo-de-forma-pratica.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/tefM3myZXGauttPsl1MdjZgBLgE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/2/A/YcF9QRQc6K3N8qYiUNNw/cabelo.png" /><br /> ]]>    Toda mãe conhece a cena: o cabelo preso pela enésima vez porque simplesmente não há tempo para finalizar, a queda que assusta no ralo do banheiro, a vontade de fazer algo prático misturada ao medo de se arrepender. Cortar o cabelo na maternidade é quase sempre um dilema entre praticidade e identidade. 
Veja dicas para cortar o cabelo após a maternidade
Magnific
Exercício depois do parto: quando voltar a treinar e quais atividades são as mais seguras para recomeçar
A boa notícia é que dá para conciliar os dois, desde que a escolha seja pensada com cuidado. A CRESCER conversou com Talita Penkal, cabeleireira do Studio W Higienópolis, e com Regina Serrano, que atende em seu próprio salão em São José dos Campos, para reunir cinco orientações que facilitam a vida de quem é mãe. Confira.
1. Antes do corte, pense na sua rotina real
O primeiro passo não tem nada a ver com tesoura e, sim, com autoconhecimento. Segundo Talita, é preciso olhar para a vida concreta daquela mulher antes de definir qualquer coisa. "Além de pensar em um cabelo bonito, precisamos pensar na vida real dessa mulher. Avalio quanto tempo ela está disposta a dedicar aos cuidados e à finalização dos fios, já que muitas mães acabam usando o cabelo preso na maior parte do tempo", explica.
Regina reforça que essa conversa precisa ser detalhada e honesta. "A rotina, o dia a dia das mães é algo que a gente precisa saber. Ela vai ter tempo de finalizar com uma escova, um secador, uma pomada? Ela é lactante? Tem vontade de engravidar no futuro? Quantos anos tem o filho dela?", enumera. 
Para ela, mães de crianças pequenas vivem uma correria maior, e tudo isso influencia o corte ideal. O recado é claro: quanto mais informação a cliente passar ao profissional, mais o resultado vai combinar com a vida que ela realmente leva.
2. Lembre que o pós-parto muda o seu cabelo
Um fator que muitas mães esquecem de considerar, mas que faz toda a diferença, é a fase capilar específica do puerpério. "Após o parto e durante a amamentação, o cabelo passa por uma intensa fase telógena. Por isso, lidamos frequentemente com a queda capilar e com o crescimento de novos fios, fatores que influenciam diretamente na escolha do corte mais adequado", explica Talita.
Esse detalhe importa porque o cabelo está literalmente em transformação, com fios caindo e novos fios nascendo curtinhos. Levar isso em conta na hora do corte evita frustrações e ajuda a escolher um estilo que acompanhe bem esse momento de transição dos fios.
3. Aposte no long bob, o corte mais democrático
Se existe um corte curinga para a rotina das mães, Talita não hesita em apontar. "Um corte médio, um pouco abaixo dos ombros, como o long bob, costuma ser uma opção bastante democrática e versátil para diferentes texturas de cabelo", indica. A grande vantagem é a adaptabilidade. "O que muda é a graduação e o repicado, que são ajustados de acordo com cada tipo de fio."
O comprimento é o segredo da praticidade. Segundo a cabeleireira, esse tamanho valoriza cabelos lisos, ondulados ou cacheados e ainda resolve o maior problema do dia a dia. "Esse comprimento permite prender os cabelos quando necessário, sem que os fios caiam constantemente sobre o rosto, o que traz mais praticidade para a rotina." Ou seja: fica bem solto, fica bem preso, e não vive escapando na frente dos olhos.
O corte 'Long Bob' tende a ser o mais democrático de todos
Magnific
4. Pense duas vezes antes do corte muito curto
Existe uma crença popular de que raspar tudo ou apostar num corte bem curto é a solução definitiva para a praticidade. As duas especialistas, porém, fazem um alerta importante, sobretudo neste momento da vida. "Eu não costumo indicar grandes transformações em um momento tão delicado da vida, em que muitas mulheres ainda estão se reconhecendo dentro de uma nova rotina e de uma nova fase", pondera Talita.
Regina concorda e explica o porquê psicológico dessa cautela. "Muita gente diz que cortar bem curto é a saída, mas nesse momento recente de maternidade, uma transformação impactante pode sair pela culatra." 
A sugestão dela é buscar praticidade por outros caminhos. "Talvez um corte sem muitas camadas, olhar mais para o tratamento, produtos mais fáceis de aplicar. O curto em si vem depois, quando ela está mais tranquila, mais segura de si. Aí ela muda, aí ela pinta, aí ela faz o que quiser."
Vale lembrar ainda um ponto prático levantado por Talita: cortes curtos, embora mais fáceis de lavar e secar, exigem manutenção mais frequente no salão para continuarem bonitos, e reduzem bastante a possibilidade de prender os fios. Se prender o cabelo é essencial para a rotina daquela mãe, provavelmente não será a melhor escolha.
5. Invista no tratamento (às vezes, vale mais que o corte)
Aqui está o segredo que muita gente ignora: o corte perfeito não faz milagre num cabelo sem saúde. Para Talita, o tratamento é o que realmente transforma a manutenção do dia a dia. "Além do corte, o que realmente facilita a vida de uma mãe é ter um cabelo saudável e bem tratado. Quando os fios estão nutridos e equilibrados, tendem a secar melhor naturalmente, apresentam menos frizz e mantêm mais brilho e movimento", explica.
E a constância é a chave. "Os tratamentos realizados no salão são essenciais, mas a constância dos cuidados em casa é o que garante resultados duradouros", diz a cabeleireira, que reforça a importância de usar produtos adequados a partir de um diagnóstico correto dos fios. Um cabelo saudável, no fim das contas, é o que seca rápido, desembaraça fácil e dispensa equipamentos e horas na frente do espelho.
Mais do que praticidade: como você quer se sentir
Para Regina, ela enxerga o corte de cabelo como parte de um processo de reencontro consigo mesma. "As mães precisam se perguntar o que querem sentir quando olham no espelho e se veem com aquele corte novo", provoca. Para ela, esse questionamento é ainda mais importante na transição da maternidade. "Quando elas saem de um papel de mulher para mãe e mulher, e redescobrir essa mulher, elas precisam se perguntar muito quais emoções querem trazer para o dia a dia com aquele corte."
De acordo com as especialistas, o corte ideal para a rotina de uma mãe é aquele que soma praticidade e autoestima. Que economiza tempo de manhã, sim, mas que também devolve, no espelho, a imagem de uma mulher que segue inteira, mesmo em meio à correria mais linda e caótica da vida.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/tefM3myZXGauttPsl1MdjZgBLgE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/2/A/YcF9QRQc6K3N8qYiUNNw/cabelo.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 16:27:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bonito em família: tudo que você precisa saber e passeios imperdíveis para incluir no roteiro</title>  <atom:subtitle>Fomos conhecer a região e preparamos um guia completíssimo para preparar sua viagem com os filhos. Confira!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/turismo/noticia/2026/08/bonito-em-familia-tudo-que-voce-precisa-saber-e-passeios-imperdiveis-para-incluir-no-roteiro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/turismo/noticia/2026/08/bonito-em-familia-tudo-que-voce-precisa-saber-e-passeios-imperdiveis-para-incluir-no-roteiro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/auXSRCSC0UdO7f7kFkLgkIwn9m0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/A/c/6zIrJJRieyWArIvX671A/flutuacao-nascente-azul-3-2-.jpg" /><br /> ]]>    Um pouco de aventura, um pouco de descanso e muita natureza! Se essa é a ideia para as próximas férias em família, que tal considerar Bonito, no Mato Grosso do Sul? Com rios de água cristalina, grutas impressionantes e paisagens de tirar o fôlego, é o destino perfeito para quem quer se desconectar, recarregar as energias e criar memórias lindas com os filhos.
Nascente Azul
Divulgação/Nascente Azul
O lugar é natureza pura. Basta caminhar pelo centro tranquilo da cidade para avistar diferentes espécies de pássaros - incluindo araras - voando livremente. Os locais têm muito orgulho em seu compromisso com a preservação do meio ambiente. 
Referência em ecoturismo, o destino controla o número de visitantes em muitas atrações. Inclusive, vários estabelecimentos não funcionam com a capacidade máxima para garantir que os recursos naturais são utilizados de forma sustentável. Por isso, é preciso agendar sua viagem com muita antecedência. Outro destaque é a preocupação com a redução de resíduos: muitos hotéis e pontos turísticos adotam políticas de lixo zero, diminuindo o envio de resíduos para aterros sanitários.
Sem contar que Bonito é um destino bastante seguro. Muitas atrações contam com certificações ISO, um conjunto de normas internacionais que atestam a qualidade dos processos, a segurança e as boas práticas de gestão. Mesmo nos passeios com um pouco mais de aventura, como flutuações e trilhas, tudo é realizado com equipamentos adequados, orientação de guias e protocolos rigorosos. Dá para aproveitar com tranquilidade.
Separamos tudo que você precisa saber, além de dicas de passeios, para planejar sua viagem para Bonito com a família. Confira!
Como chegar?
A cidade tem o próprio aeroporto, o Aeroporto Regional de Bonito (BYO), que fica a poucos minutos do centro e recebe voos de diferentes regiões do Brasil. Saindo do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), tem um voo direto que dura apenas 1h30. Em Bonito, os carros de aplicativo funcionam normalmente e também tem uma locadora de veículos.
Trilha Mirante da Luneta, na Nascente Azul
Divulgação/Bonito Way
Qual é a melhor época para ir?
Dá para visitar Bonito ao longo do ano todo, mas as estações mais recomendadas são o outono e a primavera. Nessa época, o clima é agradável e há menos chance de chuva. Já no inverno, as temperaturas caem bastante. No verão, além de ser bem quente, as chuvas também são mais comuns.
Vale destacar que os valores dos passeios variam na baixa e na alta temporada
Quanto tempo ficar?
Para aproveitar os passeios com calma, é recomendado ficar de três a quatro dias completos - sem contar com o dia de chegada e o de ir embora. Alguns passeios são mais afastados e é preciso de um dia inteiro para curtir tudo que a atração tem a oferecer. Por isso, ao menos uma semana seria o ideal.
Vale a pena ir com crianças pequenas e bebês?
Sim! Bonito também é um excelente destino para quem viaja com crianças. Embora algumas experiências, especialmente as de aventura, tenham idade mínima para participação, muitos atrativos contam com uma infraestrutura completa para receber famílias, com áreas de lazer e atividades pensadas também para crianças menores e bebês. A seguir, confira alguns dos melhores passeios para fazer com os filhos!
4 passeios perfeitos para fazer com crianças em Bonito
1. Flutuação na Nascente Azul
Flutuação na Nascente Azul
Divulgação/Nascente Azul
A flutuação na Nascente Azul é imperdível. Após um trajeto de cerca de 40 minutos de carro do centro do Bonito, chegamos ao destino. Vale destacar que é preciso marcar horário com antecedência para fazer a flutuação e eles são muito pontuais. Por isso, chegue com antecedência para não perder o seu horário, já que nem sempre é possível ser encaixado nos grupos seguintes.
A Nascente Azul conta com uma excelente infraestrutura para receber os visitantes. Antes da flutuação, os guias reúnem o grupo para exibir um vídeo com orientações sobre a atividade e os cuidados durante o passeio. Em seguida, todos seguem para os vestiários, onde recebem os equipamentos necessários: roupa de neoprene - opcional, mas recomendada para manter o corpo aquecido e facilitar a flutuação -, colete salva-vidas, papete de borracha e máscara de snorkel.
A máscara tradicional já está incluída no valor do passeio, mas quem preferir pode alugar uma versão full face, que permite respirar também pelo nariz, por R$ 25. Ainda tem espaços para troca de roupa e armários para guardar os pertences.
Com tudo pronto, seguimos para a nascente. É preciso fazer uma pequena caminhada para chegar ao local, mas também é possível optar por pegar uma caminhonete. Antes de começar a flutuação, paramos em uma área de treinamento. Os guias checam todos os equipamentos e ajudam a colocar as máscaras. Em seguida, auxiliam um a um a fazer a flutuação, ensinado a forma correta de nadar pelo rio.
Área de treinamento da Nascente Azul
Divulgação/Nascente Azul
Depois que todos estão prontos e com os equipamentos ajustados, o grupo segue até a Nascente Azul. A entrada na água é feita uma pessoa por vez, sempre com o auxílio dos guias. Quem quiser pode mergulhar e se puxar por uma corda para observar a nascente bem de perto, fazendo uma apneia de cerca de três segundos. Já quem prefere não mergulhar pode seguir diretamente para a flutuação.
A água azul e cristalina é impressionante, repleta de piraputangas - peixes símbolo de Bonito - que nem sentem medo gente. Parece um aquário - ou melhor, os aquários que querem parecer esse rio. As plantas são um espetáculo a parte, com espécies variadas, como um verdadeiro jardim aquático. O passeio dura cerca de 40 minutos de pura contemplação.
Depois, ainda dá para curtir o balneário, que conta com prainha, tirolesa aquática e brinquedos infláveis para a criançada curtir. Quando a fome bater, tem um restaurante com um buffet regional, além de um bar que oferece porções e drinks. Também há banheiros com chuveiros e trocadores.
Balneário
Divulgação/Nascente Azul
E se o meu filho não sabe nadar?
Não tem problema! Não precisa saber nadar para essa experiência. Tudo é feito com coletes salva-vidas, é praticamente impossível afundar. A ideia da flutuação é nadar o mínimo possível para não afastar os peixes com os movimentos. Os guias explicam como agir dentro da água, instruindo a apenas mover os braços poucas vezes, se deixando levar pelo rio.
Quantos anos precisa ter para participar?
A flutuação é recomendada para crianças a partir de 5 anos. Os menores podem aproveitar as experiências do balneário.
É uma experiência segura para crianças?
A Nascente Azul possui a certificação internacional ISO 21101, voltada à gestão da segurança em atividades de turismo de aventura. Na prática, isso significa que o atrativo segue protocolos rigorosos para garantir uma experiência segura aos visitantes. Além disso, há socorristas acompanhando os visitantes a todo tempo, verificando o uso correto do colete salva-vidas e monitorando o percurso da flutuação e as atividades do balneário. Caso alguém se sinta desconfortável ou prefira encerrar a flutuação antes do fim, existem diversos pontos de saída ao longo do trajeto.
Os visitantes descem o rio flutuando
Divulgação/Nascente Azul
E se acontecer um acidente?
Mesmo com todos os cuidados, acidentes acontecem. Caso aconteça alguma coisa, a equipe de socorristas da Nascente Azul agirá rapidamente para prestar os primeiros socorros. Além disso, a taxa ambiental (obrigatória para todos os passeios em Bonito) cobre um serviço de ambulância que pode levar as pessoas até o hospital da cidade.
A Nascente Azul conta com acessibilidade?
Sim, a atração é referência nacional em acessibilidade, garantindo que todas as pessoas tenham a mesma experiência. Há uma caminhonete que pode levar aqueles que não desejam/possam caminhar até a nascente, há rampas de acesso para a água, cadeira anfíbia para flutuação, trilhas adaptadas e banheiros acessíveis. O passeio é recomendado para pessoas com deficiência, idosos e gestantes.
E se chover?
Dá para fazer o passeio mesmo se chover. A chuva não atrapalha a visibilidade nem altera a temperatura da água - que fica em torno de 24°C o ano todo. O passeio só é cancelado em casos de tempestade com raios e vento muito forte.
Piraputangas, peixes símbolo de Bonito
Divulgação/Nascente Azul
O que levar?
- Roupa de banho
- Toalha
- Chinelo
- Protetor solar
- Câmera à prova d’água
Os equipamentos da flutuação — máscara, snorkel e roupa de neoprene — são fornecidos no local.
Quanto custa?
Alta Temporada: 
- Adulto: R$ 462,00
- 7 a 11 anos: R$ 418,00
- 4 a 6 anos: R$ 41,80
- Demais (operadora, melhor idade e grupo): R$ 418,00
Baixa temporada:
- Adulto: R$ 374,00
- 7 a 11 anos: R$ 337,00
- 4 a 6 anos: R$ 33,70
- Demais (operadora, melhor idade e grupo): R$ 337,00

Mais informações: nascenteazul.com.br
2. Gruta catedral
Gruta Catedral
Divulgação/Bonito Way
Os pequenos exploradores vão amar conhecer a Gruta Catedral. Fica pertinho do centro, apenas 10 minutos de carro. Para chegar à gruta, é preciso fazer uma pequena trilha de cerca de 300 metros, que conta com alguns trechos de subida, mas o guia vai devagar, fazendo pausas para descansar. 
A gruta é repleta de formações rochosas impressionantes. Os guias explicam tudo de forma muito didática. É uma ótima forma de aprender e despertar a curiosidade das crianças sobre a natureza. Ao longo do percurso na gruta, é preciso subir e descer escadas, mas tudo é feito com muito cuidado e com orientações claras, também tem corrimão em alguns trechos para facilitar.
Formações rochosas da Gruta Catedral
Divulgação/Bonito Way
Qual a idade mínima para a atividade?
A visita à Gruta Catedral é recomendada para crianças a partir de 5 anos.
É seguro?
Sim, a Gruta Catedral segue protocolos rigorosos de segurança. O passeio é acompanhado por um guia experiente. Além disso, todos precisam usar capacetes e luvas de plástico, para proteger tanto a gruta quanto os visitantes.
O que levar?
- Bolsa pequena (não há armários para guardar pertences)
- Tênis ou outro calçado fechado (é obrigatório para entrar na gruta)
- Garrafa de água
- Repelente
- Protetor solar
Entrada da Gruta
Divulgação/Bonito Way
Qual é o valor?
Alta temporada:
- Adultos: R$139,00
- Crianças: R$10,00
Baixa temporada:
- Adultos: R$103,00
- Crianças: R$10,00
Mais informações: grutacatedral.com.br
3. Boia-cross no Parque Ecológico Rio Formoso
Boia-cross no Rio Formoso
Divulgação/Bonito Way
Quem gosta de um pouco mais de aventura precisa conhecer o Parque Ecológico Rio Formoso, localizado a apenas 7 km do centro de Bonito. Um passeio divertidíssimo é o boia-cross. Cada um desce o rio na própria boia, passando por corredeiras e cachoeiras. Ainda tem trechos em que a família toda pode descer junta! 
Dá um friozinho na barriga, mas não dá muito medo. Essa atividade é classificada com nível 2 (fácil a moderado) em uma escala de 0 a 5, ideal para iniciantes. No total, são 8 obstáculos, divididos em 5 cachoeiras e 3 corredeiras. Entre um obstáculo e outro, há momentos de calmaria para relaxar ao som da água e dos pássaros. A atividade dura cerca de 1h30 no total.
Quem preferir um dia mais tranquilo, pode ficar na Lagoa Formosa, com espaços para tomar sol, cochilar, andar de caiaque ou simplesmente nadar. Ainda tem trilhas e passeios a cavalo. Quando a fome bater, é só se dirigir ao restaurante do parque, que conta com um buffet regional.
Crianças no boia-cross
Divulgação/Bonito Way
Qual é a idade mínima para o boia-cross?
Crianças a partir de 7 anos (ou maiores de 1,15m) podem fazer o boia-cross. Gestantes não são permitidas.
É seguro?
O Parque Ecológico Rio Formoso possui a certificação internacional ISO 21101, voltada à gestão da segurança em atividades de turismo de aventura. Ele segue protocolos rigorosos para garantir uma experiência segura aos visitantes. Além disso, há pelo menos dois guias acompanhando o grupo o tempo todo - sendo que pelo menos um deles costuma ser socorrista. Um deles fica antes da cachoeira, para posicionar a pessoa corretamente na hora da descida. Cair na água faz parte da brincadeira, mas sempre há um guia te esperando para te ajudar a voltar para a boia. Além disso, todos usam coletes salva-vidas e capacete. Caso alguém se sinta desconfortável ou prefira encerrar a flutuação antes do fim, existem diversos pontos de saída ao longo do trajeto.
E se acontecer um acidente?
Mesmo com todos os cuidados, acidentes acontecem. Caso aconteça algum acidente os socorristas estarão prontos para prestar os primeiros socorros. Além disso, a taxa ambiental (obrigatória para todos os passeios em Bonito) cobre um serviço de ambulância que pode levar as pessoas até o hospital da cidade.
E se chover?
O boia cross pode ser realizado mesmo em dias de chuva leve. No entanto, em caso de chuva intensa ou se as condições do rio não forem seguras, o passeio pode ser adiado ou cancelado.
Há trechos em que a família toda pode descer junta
Divulgação/Bonito Way
O que levar?
- Roupa de banho
- Sapato fechado e chinelo
- Canga e/ou toalha
- Protetor solar e repelente
Qual é o valor?
Alta temporada: R$250,00
Baixa temporada: R$198,00
Mais informações: parquerioformoso.com.br
4. Projeto Jiboia
Projeto Jiboia busca desmistificar o medo das serpentes
Arquivo pessoal
Quem quer uma  experiência diferente e com muito aprendizado, vale visitar o Projeto Jiboia, que fica no centro de Bonito. A experiência começa com uma palestra descontraída sobre as serpentes da região, na qual os visitantes aprendem a diferenciar espécies peçonhentas e não peçonhentas, além de descobrir a importância desses animais para o equilíbrio da natureza. 
Depois, chega o momento mais esperado: quem quiser pode segurar uma jiboia e tirar fotos. A atividade é realizada com acompanhamento da equipe e tem como principal objetivo desmistificar o medo das cobras e incentivar a conservação da fauna brasileira.
Qual é o valor?
Varia de R$80,00 a R$90,00 por pessoa.
Marque sua viagem com antecedência
Como as atrações em Bonito contam com um limite de visitantes por dia, é recomendado marcar a viagem e reservar os passeios com antecedência. Agências de turismo locais orientam que as famílias façam as reservas pelo menos três meses antes de viajar.
Como reservar os passeios? 
Em Bonito, praticamente todos os passeios precisam ser reservados por meio de uma agência de turismo credenciada. Esse modelo ajuda a organizar a visitação e faz parte da estratégia de conservação do destino, já que cada atrativo possui um número máximo de visitantes por dia e horários pré-definidos para as atividades. 
Além de garantir a vaga, a agência também orienta sobre os melhores roteiros, horários e deslocamentos, facilitando o planejamento da viagem e contribuindo para uma experiência mais tranquila. Uma boa opção é a Bonito Way, que fica no centro de Bonito e oferece roteiros personalizados para cada família.
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É preciso pagar uma taxa ambiental?
Sim. Desde dezembro de 2025, os visitantes que realizam passeios em Bonito precisam pagar a Taxa de Conservação Ambiental (TCA). O valor é de R$ 15 por pessoa, por dia de visitação às atrações - você só paga em dias em que vai fazer algum passeio - e é cobrado separadamente do ingresso. Os recursos arrecadados são destinados a ações de preservação ambiental, manutenção dos recursos naturais e gestão do turismo sustentável, além de financiarem um seguro para os visitantes durante a permanência no destino, incluindo assistência médica pré-hospitalar.
Onde ficar?
Alguns apartamentos contam com piscinas privativas
Divulgação/Arte da Natureza Hotel
É interessante se hospedar no centro de Bonito, para conhecer a cidade e ficar perto de tudo. Uma boa opção é o Arte da Natureza Hotel, localizados a poucos metros da rua principal, onde há agências de turismo, restaurantes e lojas, o que facilita bastante a rotina durante a viagem e os embarques dos passeios.
O grande destaque do hotel é a infraestrutura de lazer. Se o seu filho adora brincar na água, aqui não faltam opções. São cinco piscinas externas e várias hidromassagens espalhadas pelo hotel. Uma novidade é o parque aquático, que foi inaugurado em junho deste ano. Ele conta com toboáguas, brinquedão e baldão, que fazem a alegria da criançada. 
O hotel conta com 5 piscinas externas
Divulgação/Arte da Natureza Hotel
Para brincar nos toboáguas maiores, é necessário ter pelo menos 1,15 m de altura. Já as crianças menores podem aproveitar diversas áreas com escorregadores e atrações pensadas especialmente para elas. Crianças neurodivergentes devem estar acompanhadas pelos pais ou responsáveis durante as atividades. Além disso, o parque conta com salva-vidas que monitoram as piscinas para garantir a segurança de todos. Além disso, ainda tem sala de jogos e recreação.
Parque aquático
Amanda Moraes
Os quartos são muito espaçosos, contemplando diferentes dinâmicas de família - há apartamentos duplos, triplos e quádruplos. O hotel também oferece berços gratuitamente, basta solicitar com antecedência. 
Para quem busca ainda mais conforto, algumas categorias de apartamentos oferecem piscina privativa climatizada, ideal para relaxar depois de um dia de aventuras. Tem uma porta com chave separando o quarto da piscina para os pequenos não passarem e os pais poderem relaxar com tranquilidade. Mas, alguns apartamentos dessa categoria permitem apenas crianças com 6 anos completos por questões de segurança - vale checar antes.
O hotel ainda conta com um buffet de café da manhã bem servido, que vai além do tradicional. Além de pães, ovos mexidos, salgados e pão de queijo, há especialidades regionais, como sopa paraguaia e arroz carreteiro — vale a pena experimentar. Para o jantar, a dica é o Angico Bistrô, restaurante do hotel que combina ingredientes típicos do Cerrado e do Pantanal em um cardápio com massas, carnes, peixes e opções para crianças. À frente da cozinha está o chef Sylvio Trujillo, que também comanda o Bacuri Cozinha Regional, um dos restaurantes mais tradicionais de Bonito e referência na valorização da gastronomia sul-mato-grossense.
Depois de um dia explorando rios, grutas e cachoeiras, nada melhor do que voltar para um hotel com estrutura completa para relaxar - ou se divertir ainda mais.
*A jornalista viajou a convite da Assimptur  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/auXSRCSC0UdO7f7kFkLgkIwn9m0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/A/c/6zIrJJRieyWArIvX671A/flutuacao-nascente-azul-3-2-.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 15:45:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bebê tem doença rara que faz a pele descolar ao menor toque e a mãe não pode segurá-lo no colo</title>  <atom:subtitle>O pequeno Ralph, de cinco meses, nasceu com a chamada "pele de borboleta" e precisa de morfina diária, trocas de curativo e cuidados constantes; a família raramente sai de casa</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/bebe-tem-doenca-rara-que-faz-a-pele-descolar-ao-menor-toque-e-a-mae-nao-pode-segura-lo-no-colo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/bebe-tem-doenca-rara-que-faz-a-pele-descolar-ao-menor-toque-e-a-mae-nao-pode-segura-lo-no-colo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/mV1fjItpU_pz-tppdscxODEgcxk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/o/P/4KgS8bQGA72Nyv4oobVg/condicao-rara.png" /><br /> ]]>    A mãe de um menino com uma condição genética rara, que faz a pele formar bolhas ao menor toque, contou que não consegue segurar nem dar banho no filho e que "raramente" sai de casa por medo de "causar danos" ao bebê. Ciara Burnside, de 30 anos, moradora de Bedfordshire, na Inglaterra, notou "grandes manchas vermelhas" nas mãos e nos pés do bebê Ralph assim que o viu, logo após dar à luz, em 25 de março de 2026. Em poucos minutos, o menino foi levado à UTI e, em apenas algumas horas, o quadro evoluiu para "bolhas por todo o corpo".
Ciara Burnside e o bebê Ralph, momentos depois do nascimento
Reprodução/Redes Sociais
Um diagnóstico raro e sem cura
Em maio, Ralph foi diagnosticado com um subtipo raro de epidermólise bolhosa, uma doença genética, rara e não contagiosa, que causa extrema fragilidade na pele, gerando bolhas e feridas dolorosas com mínimos atritos. Ciara e o noivo, Lewis Archer, de 29 anos, precisam dar ao filho, hoje com cinco meses, remédio para refluxo, a fim de evitar bolhas internas no esôfago, além de uma dose diária de morfina, paracetamol a cada quatro a seis horas e trocas regulares de curativo.
"Os médicos me disseram que há uma chance de o Ralph precisar de cadeira de rodas, porque os pés dele sempre serão muito frágeis, já que foram tão danificados desde o nascimento", contou Ciara. "Ele provavelmente vai chegar à vida adulta, porque o prognóstico dele não é o mais grave, mas me disseram que existe a possibilidade de ele perder o cabelo e as unhas. Não conseguem me dizer muito mais, além de que temos que ser proativos para conter complicações cedo. Só nos resta viver um dia de cada vez", disse ao jornal britânico Mirror.
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A descoberta no momento do parto
A mãe contou que ela e Lewis ficaram "eufóricos e apavorados" ao descobrir a gravidez, em agosto de 2025, e que a gestação foi "muito tranquila". Mas, quando segurou Ralph pela primeira vez, percebeu que "algo não estava certo". "Havia grandes manchas vermelhas nos dedinhos e nos pés dele, e eu lembro de dizer à parteira: 'o que há de errado com ele?'", relembra.
O bebê foi levado à UTI neonatal e colocado em uma incubadora aquecida. Quando Ciara conseguiu vê-lo novamente, ainda naquele dia, ele já tinha bolhas por todo o corpo. Um especialista explicou o diagnóstico e alertou que havia um tipo específico da doença em que o bebê poderia não sobreviver.
 "Depois disso, meu parceiro e eu simplesmente desabamos. Estávamos chorando, muito, muito abalados", conta. Ralph recebeu alta após 16 dias, e o teste genético confirmou que tanto Ciara quanto Lewis são portadores silenciosos de uma mutação no gene COL17A1.
O bebê toma remédio para refluxo e evitar bolhas dentro do próprio corpo
Reprodução/Redes Sociais
Uma rotina de cuidados constantes
A epidermólise bolhosa é conhecida como "pele de borboleta", porque deixa a pele tão frágil quanto as asas do inseto. Segundo Ciara, um dia comum começa com a troca de fralda — uma tarefa "para duas pessoas", porque o bebê pode se mexer, mas ela não pode segurá-lo com firmeza, ou a pele se rompe. Depois vêm as doses de paracetamol e do remédio para refluxo, já que Ralph é "tão frágil por dentro quanto por fora".
Na hora de mamar, os pais precisam lubrificar o bico da mamadeira com óleo de coco para tentar reduzir o atrito na boca do bebê — nem sempre com sucesso. Quando há alguma lesão, usam um enxaguante bucal geralmente indicado para pacientes de quimioterapia, para aliviar a dor. 
"Também já alimentamos o Ralph com seringa, ficamos ali por mais de uma hora, pingando o leite lentamente na boca dele", conta.
Com medo, os pais nem dão banho tradicional no menino: limpam o corpo e as feridas com cuidado, usando gaze ou uma flanela úmida. "Diferente da maioria dos pais, a gente não pode deixá-lo sozinho por mais de um minuto porque, mesmo com luvinhas bem macias, esfregar o rosto pode causar danos significativos incrivelmente rápido. Raramente saímos de casa por causa do calor e do medo do dano causado pela cadeirinha do carro", explica. 
Eles trocam a roupa de Ralph duas vezes ao dia e fazem uma inspeção completa no corpo, já que as bolhas podem surgir a qualquer momento.
Da dor à conscientização
Ciara admite que passou por um período mentalmente muito difícil, e chegou a receber apoio de equipes de emergência em saúde mental. Hoje, com suporte do hospital Great Ormond Street e da instituição DEBRA UK, voltada à "pele de borboleta", ela dedica "cada minuto livre" a pesquisar avanços sobre a condição e a se conectar com outras famílias que vivem a mesma realidade.
O casal gostaria de ter outro filho, mas pretende recorrer à fertilização in vitro com teste genético para selecionar embriões saudáveis. Enquanto isso, Ciara compartilha a história de Ralph nas redes sociais, onde já reúne milhares de seguidores, e criou uma petição para aumentar o financiamento público voltado a doenças raras de pele.
"Como mãe, acho que somos biologicamente programadas para tentar tirar a dor dos nossos filhos e protegê-los", reflete. "E acho que é isso que sinto que estou fazendo ao compartilhar a história dele."  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/mV1fjItpU_pz-tppdscxODEgcxk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/o/P/4KgS8bQGA72Nyv4oobVg/condicao-rara.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 14:29:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Barriga de aluguel engravida do próprio filho durante gestação e dá à luz dois bebês de casais diferentes</title>  <atom:subtitle>Caso raríssimo aconteceu na Austrália, quando a mulher engravidou naturalmente enquanto já carregava o embrião de outro casal. Os dois bebês nasceram no mesmo dia e o caso precisou ser avaliado pela Justiça, uma vez que as leis locais impedem a separação de "irmãos de nascimento" em casos de partos múltiplos</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/barriga-de-aluguel-engravida-do-proprio-filho-durante-gestacao-e-da-a-luz-dois-bebes-de-casais-diferentes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/barriga-de-aluguel-engravida-do-proprio-filho-durante-gestacao-e-da-a-luz-dois-bebes-de-casais-diferentes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/xGWsXqni-m8V1c_tQaypU8V7kwA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2025/m/z/rw8cXKSmCdkhCEk3eFFw/gravidez-adolescencia.jpg" /><br /> ]]>    Um caso extremamente raro de gestação chamou a atenção da Justiça na Austrália. Uma mulher deu à luz dois bebês que não têm parentesco biológico entre si e que foram concebidos separadamente: um deles é fruto de uma barriga de aluguel e o outro é filho biológico da própria gestante.
Caso raro de gestação aconteceu na Austrália
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Como aconteceu
Segundo documentos da Corte da Infância de Queensland, que não identificou nenhuma das partes envolvidas, a mulher — já mãe de cinco filhos — havia firmado um acordo de barriga de aluguel altruísta (sem fins lucrativos) com outro casal. Em 11 de abril de 2025, ela passou pelo procedimento de implantação de um embrião do casal. Poucos dias depois, descobriu que estava grávida.
Mas, foi em um ultrassom, ainda naquele mês, que veio a surpresa: foram identificados dois sacos embrionários, e um exame posterior confirmou que ela carregava dois fetos. O teste de DNA revelou o inesperado: embora um dos bebês, uma menina, fosse biologicamente ligado ao casal contratante, o segundo, um menino, era filho biológico da própria gestante e do marido dela, que não estavam tentando engravidar, como explica reportagem da revista People.
Esse bebê foi "concebido separadamente do processo de implantação do embrião em abril de 2025, e sem assistência médica", segundo os documentos judiciais, que fizeram questão de destacar que não há nada que sugira que a criança "seja outra coisa senão amada e desejada".
Um fenômeno chamado superfetação
Os dois bebês "cresceram no útero como gêmeos gestacionais" e nasceram no mesmo dia, em novembro de 2025, por cesariana. O que explica o caso é um fenômeno chamado superfetação. De acordo com a Cleveland Clinic, trata-se de um "evento extremamente raro" em que a mulher "engravida enquanto já está grávida", algo parecido, mas não igual, a uma gestação de gêmeos.
Desde o nascimento, cada casal vem criando separadamente seu respectivo filho biológico, e não há qualquer disputa sobre quem são os pais de cada criança.
A decisão da Justiça
O caso precisou ser analisado pela Corte da Infância de Queensland para determinar a parentalidade das crianças sob as leis de barriga de aluguel do estado, que, em geral, impedem a separação de "irmãos de nascimento" em casos de partos múltiplos.
A juíza Jodie Wooldridge, ressaltando as "circunstâncias únicas" do caso, decidiu que as crianças não se enquadravam nessa definição legal, o que permitiu que os pais biológicos de cada bebê tivessem sua parentalidade formalmente reconhecida.
A decisão veio depois que ambos os casais conversaram com um conselheiro independente. Segundo o profissional, desde que as duas crianças sejam criadas em lares estáveis e acolhedores, as pesquisas existentes não sustentam a ideia de que a separação ao nascer, por si só, causaria dano psicológico. 
O desenvolvimento das crianças, apontou, dependeria muito mais da qualidade do cuidado e da forma como as relações entre as famílias fossem conduzidas ao longo do tempo. As duas famílias, aliás, planejam que "as crianças cresçam se conhecendo e sejam criadas com uma compreensão adequada à idade sobre seu lugar dentro da rede familiar mais ampla".  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/xGWsXqni-m8V1c_tQaypU8V7kwA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2025/m/z/rw8cXKSmCdkhCEk3eFFw/gravidez-adolescencia.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 13:57:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vizinha reclama de desenhos de giz feitos por crianças na calçada e é criticada na internet</title>  <atom:subtitle>Mulher chamou as artes de giz de "bagunça total" e considerou pedir aos pais para que parassem, mas quase todos os internautas ficaram do lado das crianças</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/vizinha-reclama-de-desenhos-de-giz-feitos-por-criancas-na-calcada-e-e-criticada-na-internet.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/vizinha-reclama-de-desenhos-de-giz-feitos-por-criancas-na-calcada-e-e-criticada-na-internet.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/ZOtEmI0s-6aCOnEJn1lZae4siDY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/h/W/VR150DSSmcacYG7Y52wg/giz.png" /><br /> ]]>    Durante os meses mais quentes do ano, é comum ver crianças brincando ao ar livre pela vizinhança. Mas uma mulher decidiu desabafar sobre a "bagunça total" causada pelos filhos de um vizinho e ouviu da internet, basicamente, para "cair na real".
Crianças pintando no chão com giz
Magnific
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A mulher levou a questão ao fórum Mumsnet, popular entre mães no Reino Unido, em busca de conselhos. Ela contou que estava incomodada com a sujeira que as duas crianças do vizinho vinham causando em uma área de acesso compartilhado. "Moramos em uma fileira de casas com uma calçada em frente à rua e uma área gramada dos dois lados. Um dos vizinhos tem dois filhos que, na última semana, ficaram desenhando na calçada com giz. Está uma bagunça total. Seria errado da minha parte falar alguma coisa com os pais?", escreveu.
A internet ficou do lado das crianças
Segundo o The Mirror, a resposta não foi bem a que ela esperava. A grande maioria dos internautas discordou da mulher, muitos lembrando que giz sai facilmente com água. "Provavelmente é do tipo que também reclama que 'as crianças de hoje ficam o dia inteiro na frente das telas'", ironizou um usuário. "Sim. São crianças brincando! É giz, vai sair quando chover", comentou outro.
Um relato em especial emocionou os comentários. "Durante o lockdown, meus filhos fizeram um circuito de obstáculos em frente à nossa casa. Naquele ano, na véspera de Natal, uma senhora idosa bateu à nossa porta e tinha comprado livros de colorir e lápis para as crianças. Ela disse que aquela calçada desenhada tinha alegrado o mundo dela em um dia em que estava muito pra baixo. Seja como ela. São crianças, pelo amor de Deus", escreveu uma pessoa.
A postagem da senhora sobre a 'bagunça' dos filhos dos vizinhos
Reprodução/Redes Sociais
Os poucos que entenderam o lado dela
Ainda assim, uma minoria reconheceu o incômodo. Uma usuária ponderou que a brincadeira é criativa e afasta as crianças das telas, mas admitiu que o giz pode acabar grudando nos sapatos, nos móveis ou no pelo dos pets. 
Ela contou que o próprio cachorro pegou giz na cauda, que "acabou espalhado pelo sofá, pelo chão e pelo tapete", e concluiu: "As crianças devem, sim, ser incentivadas a serem criativas, mas também acho que isso não deveria gerar trabalho de limpeza extra para os outros."
Outra pessoa contou que o marido concordaria com a autora do post, por considerar os desenhos uma "bagunça feia", em parte porque a calçada não pertence às crianças, e ele achava que elas deveriam desenhar no próprio quintal.
A resposta final
Em uma enquete no fórum, 97% dos usuários consideraram que a mulher estava sendo pouco razoável ao cogitar pedir aos vizinhos que impedissem as crianças de desenhar com giz em frente à casa dela. 
Diante da reação, ela acabou recuando. "Ok, claramente há uma forte discordância. Para mim, parece uma bagunça. Mas é evidente que estou sendo dura, então não vou abordar meu vizinho nem discutir com todo mundo aqui", escreveu.
No fim, o episódio reacende uma discussão familiar a muitos pais: o direito das crianças de brincar livremente nos espaços compartilhados e o limite entre a diversão da infância e o incômodo dos adultos ao redor.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/ZOtEmI0s-6aCOnEJn1lZae4siDY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/h/W/VR150DSSmcacYG7Y52wg/giz.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 11:50:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Reação de pai ao saber que terá gêmeos diverte: “Cê é fértil demais”, diz ele para esposa </title>  <atom:subtitle>Ao descobrir que esperava dois bebês, Agatha decidiu contar a novidade ao marido por telefone; a resposta dele arrancou risadas e viralizou nas redes sociais. Assista!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/reacao-de-pai-ao-saber-que-tera-gemeos-diverte-ce-e-fertil-demais-diz-ele-para-esposa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/reacao-de-pai-ao-saber-que-tera-gemeos-diverte-ce-e-fertil-demais-diz-ele-para-esposa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/2-b76SVt6m23XBgzEdev7IF1zxM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/R/D/pWtuv8QDWTQJj4qRD1hA/reacao.jpg" /><br /> ]]>    “Você vai ter gêmeos.” Foi assim que Agatha Voss, 28, contou ao marido, Fernando Gosende, 40, que a família iria aumentar — e em dose dupla. 
Ela só não esperava a sequência de comentários bem-humorados do futuro pai ao receber a notícia pelo telefone. No vídeo, Agatha está no carro quando liga para Fernando no viva-voz e avisa: “Nós vamos ter gêmeos”. Do outro lado da linha, ele reage, surpreso: “Quantos? Trigêmeos?”.
Reação de pai ao saber que terá gêmeos diverte: “Cê é fértil demais”, diz ele para esposa
Reprodução/redes sociais
Ela explica que são gêmeos e o marido começa a brincar com a situação. “Nossa senhora, cê quer me matar do coração. Eu já fiquei até careca aqui. Meu cabelo já começou até a cair. Pronto, cê não queria ter dois? Cabou. É bom que já vou fazer vasectomia. Cê é um perigo ambulante, cê é fértil demais”, diz ele. 
O diálogo divertido viralizou na internet, mas, para o casal, a notícia representou uma grande surpresa. Esta é a primeira gestação de Agatha, que está com 14 semanas. A mãe conta que ela e o marido sempre brincaram sobre a possibilidade de serem pais, mas a gravidez não foi planejada e eles nunca imaginaram que poderiam ter gêmeos.
Até pouco tempo, os dois mantinham um relacionamento à distância. Ela morava em Curitiba e ele, em Belo Horizonte. No final do ano passado, ela se mudou para a capital mineira. Ela lembra que, em setembro do ano passado, Fernando chegou a fazer uma montagem em uma conversa entre os dois imaginando Agatha grávida. “Ele falava assim: ‘Ah, é isso que eu quero’. E aí eu brinquei com ele: ‘Olha, a gente tem que cuidar do que a gente pede’”, relata, em entrevista a CRESCER. E não é que o desejo foi atendido em dobro?
Os bebês devem nascer em janeiro e ainda não têm nome definido
Reprodução/ Instagram
Segundo Agatha, não há histórico de gêmeos na família. Nas primeiras semanas, ela fez um ultrassom apenas para confirmar a gravidez. Naquele momento, havia apenas uma vesícula vitelínica. Algumas semanas depois, durante outro exame, veio a surpresa. “Fui fazer o outro ultrassom, com oito, nove semanas, e eram dois. Nossa, a pressão até baixou. Dá um nervosismo, assim, mas, ao mesmo tempo, uma euforia muito grande”, afirma.
Logo depois do exame, Agatha tentou contar a novidade para Fernando. Ela estava em Blumenau, cidade onde os pais moram, enquanto ele estava trabalhando em Belo Horizonte. Como Fernando é médico e estava atendendo, os dois inicialmente tentaram fazer uma chamada de vídeo. A conexão, porém, não ajudou. “Ele sabia que eu ia fazer o ultrassom, que eu estava preocupada. E aí eu liguei para ele e perguntei: ‘Você pode falar?’. Ele falou: ‘Não, posso’. Aí eu falei: ‘Está tudo bem, mas eu tenho uma coisa para te falar’”, conta. 
A ligação caiu e Agatha acabou contando por telefone, em uma chamada de voz. Nervosa, ela diz que mal conseguia processar o que estava acontecendo. “Peguei a estrada e nem lembro. Eu estava completamente anestesiada”, explica. Quem registrou a ligação foi a mãe de Agatha, que estava junto. A intenção era apenas guardar a lembrança daquele momento. “Ela estava filmando para registrar a reação dele. A gente não tinha ideia que ia ter esse alcance”, diz, surpresa. 
Agatha esperava uma reação um pouco diferente do marido. “Achei que ele ia ficar mais preocupado”, admite. Ainda assim, tudo aconteceu tão rápido que ela não chegou a imaginar muito como seria o momento.
Agora, o casal se prepara para uma nova fase. Agatha já se mudou oficialmente para Belo Horizonte, onde os dois vão viver juntos e esperar a chegada dos gêmeos, prevista para janeiro. Os nomes dos bebês ainda não foram escolhidos. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): 
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Jair sentiu que a filha precisava de um cantinho só dela e resolveu preparar uma surpresa
Reprodução/Instagram
Jair chegou a conversar sobre isso com seu terapeuta, que destacou a importância de a menina também ter um espaço que fosse dela na casa do pai. Ele não tinha mais um cômodo, mas decidiu transformar um cantinho do próprio quarto para receber Valentina, 8 anos, da forma como ela merece. A ideia era simples, mas cheia de significado: criar um espaço em que a filha pudesse se reconhecer e sentir que ali também era seu lugar.
A mudança levou cerca de uma semana. Como precisava conciliar trabalho, faculdade, academia e outras obrigações, Jair fazia um pouco do projeto a cada dia e registrava o processo. O investimento também foi baixo. A cama foi presente de uma tia de Valentina e, para pintar o espaço, o pai aproveitou uma tinta branca que já tinha em casa. Para chegar ao tom de rosa, utilizou pigmento vermelho. Ele diz que, entre cabeceira, prateleiras, luminária e quadrinhos, gastou cerca de R$ 200.
Valentina ficou radiante quaando viu a surpresa. Próximo passo é acrescentar uma penteadeira
Reprodução/ Instagram
O resultado foi mantido em segredo até o momento da surpresa. Jair compartilhava o processo com seus seguidores no Instagram, mas ocultou os Stories de Valentina e de pessoas próximas a ela para evitar que a menina descobrisse. “Queria saber se ela ia gostar ou não. Mas fiquei muito feliz com a reação dela”, conta.
Ele também teve um cuidado especial ao registrar o momento. Colocou o celular de maneira discreta para que Valentina não percebesse que estava sendo filmada. “Não queria que ela se sentisse na obrigação de fingir algo, e ficar à vontade e pudesse se expressar”, explica. Ele pensou mesmo em tudo!
Ah, além do cantinho, Jair preparou outra surpresa para a filha: flores. “Eu sempre pensei que queria ser o primeiro homem a dar flores para ela. Aí eu senti que precisava fazer isso o quanto antes. E queria tornar o momento mais especial”, relata.
A relação entre pai e filha é especial. Mesmo não morando mais com Valentina, Jair procura manter uma rotina de presença e contato. “Faço chamadas de vídeo quase todo dia. Pergunto sobre o dia, a escola. E não fico um dia sem mandar mensagem para ela, dar bom dia e boa noite”, relata. Ele ainda define a filha como sua melhor amiga e diz que ela também o considera assim.
Jair não imaginava que o registro da transformação alcançaria tantas pessoas. Segundo ele, as publicações começaram como uma forma de guardar memórias para o futuro. “Eu já vinha postando bastante nos Stories, e algumas coisas no feed. Mas só para ir deixando registrado, e no futuro a gente poder voltar para relembrar. Mas, quando percebi, o vídeo havia alcançado muitas pessoas”, conta.
A maioria dos comentários elogiava a atitude e destacava o cuidado do pai com a filha. Para Jair, no entanto, aquilo deveria ser algo natural. “Fazer coisas por ela sempre foi algo natural, mesmo antes da separação. Mas ouvir relatos de que muitos pais não ligam para os filhos foi até estranho. E aí uma coisa que deveria ser algo natural acaba se tornando extraordinário”, avalia. Ele também se emocionou ao perceber que muitas pessoas disseram que a atitude poderia ter um impacto positivo na menina no futuro.
Agora, o próximo passo para deixar o espaço ainda mais com a cara de Valentina já está definido: uma penteadeira. Dessa vez, porém, não será surpresa. “Ela já sabe”, revela.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/XvpHPeGNYN6CYCVUkQZvGDrjuJo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/6/I/P2A50HRaCGAmc70NRAmQ/quarto-surpresa-01.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 11:05:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Segundo caso de "ameba comedora de cérebro" é registrado nos EUA dias após morte de menina de 8 anos</title>  <atom:subtitle>Adolescente está em estado crítico após contrair meningoencefalite amebiana primária, infecção cerebral rara causada pela ameba 'Naegleria fowleri'</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/segundo-caso-de-ameba-comedora-de-cerebro-e-registrado-nos-eua-dias-apos-morte-de-menina-de-8-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/segundo-caso-de-ameba-comedora-de-cerebro-e-registrado-nos-eua-dias-apos-morte-de-menina-de-8-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/GA_NGZX9EYoo642ys8kPGcAKP5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/x/S/cZya5eSEeHXPZ0QJcS4Q/amebaaaa.jpg" /><br /> ]]>    Uma adolescente da região central da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, está em estado crítico após contrair uma infecção causada pela Naegleria fowleri, conhecida popularmente como "ameba comedora de cérebro". 
A doença pode provocar meningoencefalite amebiana primária (MAP), uma infecção cerebral rara e quase sempre fatal. O caso foi confirmado pelas autoridades de saúde do estado na quinta-feira (27), cinco dias após a morte de uma menina de 8 anos pela mesma infecção.
Exemplares da ameba 'Naegleria fowleri' vistos sob microscópio em sua fase ativa de infecção
CDC/Wikimedia Commons
Ministério da Saúde confirma que morte de criança no Ceará foi causada por 'ameba comedora de cérebro'
A origem da exposição da adolescente ainda está sendo investigada. Segundo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos da Carolina do Norte, a adolescente está recebendo atendimento médico. As autoridades não divulgaram outras informações sobre a paciente para preservar a privacidade da família.
"Embora essas infecções sejam muito raras, este é um lembrete importante de que essa ameba está presente em nosso estado e em todos os Estados Unidos. Existem medidas que as pessoas podem tomar para reduzir o risco de infecção ao nadar durante os meses mais quentes", explicou Zack Moore, epidemiologista da Carolina do Norte em comunicado, segundo informações da revista PEOPLE. 
O caso foi confirmado cinco dias após a morte de Lillian Smart, de 8 anos, no estado da Louisiana. A menina morreu em 22 de agosto, um dia depois de seu aniversário. Lillian estava hospitalizada desde 15 de agosto e, segundo informações divulgadas pela família, provavelmente teve contato com a Naegleria fowleri enquanto nadava em um lago local.
Lillian Smart morreu de uma infecção por 'Naegleria fowleri'
People/Reprodução
Como acontece a infecção da "ameba comedora de cérebro"
A Naegleria fowleri é uma ameba unicelular encontrada naturalmente no solo e em ambientes de água doce quente, como lagos, rios e fontes termais. Em situações raras, quando a água contaminada entra pelo nariz, o organismo pode chegar ao cérebro e provocar a meningoencefalite amebiana primária.
A infecção não acontece quando uma pessoa simplesmente engole água contaminada. Também não há transmissão de uma pessoa para outra. O risco está relacionado à entrada da água pelo nariz.
A doença é considerada extremamente rara, mas pode evoluir rapidamente. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), normalmente são registrados menos de dez casos de meningoencefalite amebiana primária por ano no país, e quase todos os pacientes morrem.
Quais são os sintomas?
Os primeiros sintomas podem incluir dor de cabeça e febre. Conforme a infecção avança, podem surgir náuseas, vômitos, rigidez no pescoço, alterações do estado mental, convulsões, alucinações e coma.
A doença pode progredir rapidamente. Diante de sintomas compatíveis após uma exposição recente a água doce quente, é importante procurar atendimento médico e informar sobre o contato com a água.
Como reduzir o risco
Algumas medidas podem diminuir a possibilidade de exposição à Naegleria fowleri durante atividades recreativas.
O CDC recomenda evitar que a água entre pelo nariz, especialmente ao mergulhar ou pular em lagos, rios e outras águas doces quentes. Segurar o nariz ou usar um clipe nasal são alternativas durante essas atividades. Também é indicado evitar mexer no sedimento do fundo de áreas rasas e quentes.
Por que os casos acontecem no verão americano
A Naegleria fowleri se desenvolve melhor em temperaturas elevadas e é encontrada principalmente em ambientes de água doce quente. Por isso, os casos nos Estados Unidos costumam ocorrer durante os meses mais quentes do ano, quando também aumenta a procura por lagos e outros locais para nadar.
A ocorrência de dois casos pediátricos em poucos dias chama atenção, mas não significa que nadar em lagos ou rios represente um risco elevado. A infecção continua sendo rara. 
Pesquisas recentes também têm levantado preocupações sobre a relação entre o aquecimento global e a presença de amebas como a Naegleria fowleri. Em um artigo publicado em fevereiro na revista Biocontaminant, pesquisadores classificaram a expansão desses organismos como um possível "desafio global de saúde pública".  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/GA_NGZX9EYoo642ys8kPGcAKP5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/x/S/cZya5eSEeHXPZ0QJcS4Q/amebaaaa.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:26:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nome escolhido por Maju Coutinho para o filho pertence a apenas 190 pessoas no Brasil</title>  <atom:subtitle>A apresentadora anunciou a gravidez nesta sexta-feira (28) por meio das redes sociais</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/nome-escolhido-por-maju-coutinho-para-o-filho-pertence-a-apenas-190-pessoas-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/nome-escolhido-por-maju-coutinho-para-o-filho-pertence-a-apenas-190-pessoas-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/uPIByZ3Pe-W5WSrehCStgTjTdYQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/S/6/HXZeZfRwmVIQBXBrN7mg/aos-48-anos-maju-coutinho-anuncia-gravidez-do-primeiro-filho.webp" /><br /> ]]>    Maju Coutinho surpreendeu ao anunciar a gravidez do seu primeiro filho, nesta sexta-feira (28). Entre tantos nomes possíveis para o primeiro filho, Maju Coutinho e o marido, Agostinho Paulo Moura, escolheram um que ainda é bastante raro no Brasil: Malik.
Maju Coutinho anunciou a gravidez aos 48 anos pelas redes sociais.
Reprodução/Redes Sociais
Segundo a ferramenta Nomes no Brasil com senso de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 190 pessoas possuem esse primeiro nome. 
Os dados do IBGE mostram que o nome Malik ainda é pouco comum no país, mas teve crescimento nas últimas décadas. Entre 2000 e 2009, cerca de 24 pessoas receberam o nome. Na década seguinte, entre 2010 e 2019, esse número passou para aproximadamente 62.
E a tendência continuou: somente entre 2020 e 2022, o Censo contabilizou 85 pessoas chamadas Malik. Como esse período reúne apenas três anos, o dado nem aparece no gráfico comparativo do IBGE, justamente porque o intervalo é menor do que os demais.
De acordo com o censo de 2022 do IBGE, o nome está em crescente.
Nomes do Brasil - Censo IBGE 2022
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Qual é o significado do nome Malik?
De origem árabe, Malik significa “rei” ou “soberano”. O nome está ligado a uma raiz linguística associada à ideia de governar, possuir autoridade ou exercer liderança.
A mesma palavra também aparece na cultura árabe como título e é usada em diferentes países, embora ainda seja pouco comum entre brasileiros.
Maju Coutinho anuncia gravidez aos 48 anos
Para Maju, será a estreia na maternidade. Agostinho já é pai de dois filhos de um relacionamento anterior.
No anúncio, feito pelas redes sociais, a jornalista apareceu ao lado do marido e contou que o bebê é um filho desejado. Ela ainda fez uma brincadeira com a própria trajetória profissional ao dizer que agora está entrando no seu “show da vida particular”.
Em entrevistas anteriores, Maju já havia falado publicamente sobre maternidade. Em 2024, contou que havia congelado óvulos e que passou um período refletindo sobre o próprio desejo de ter filhos. Dois anos depois, ela se prepara para a chegada de Malik.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/uPIByZ3Pe-W5WSrehCStgTjTdYQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/S/6/HXZeZfRwmVIQBXBrN7mg/aos-48-anos-maju-coutinho-anuncia-gravidez-do-primeiro-filho.webp" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:35:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Calendário de vacinação infantil 2026: veja as vacinas indicadas por idade
</title>  <atom:subtitle>Confira quais vacinas as crianças devem tomar em cada idade, segundo o Calendário Nacional de Vacinação 2026</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2026/08/calendario-de-vacinacao-infantil-2026-veja-as-vacinas-indicadas-por-idade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2026/08/calendario-de-vacinacao-infantil-2026-veja-as-vacinas-indicadas-por-idade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/7j3Hna5zXIyQ1eI4jpqR5Svpm7k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/7/q/LeeaBHRM2pN0Mpm2L8bQ/52103-1-.jpg" /><br /> ]]>    Manter o calendário de vacinação infantil atualizado é uma das principais formas de proteger as crianças contra doenças graves. Mas, diante da quantidade de vacinas, doses e reforços previstos ao longo da infância, é comum que pais e responsáveis tenham dúvidas sobre quando cada uma deve ser aplicada.
Criança tomando vacina
Magnific
O Ministério da Saúde reúne no Calendário Nacional de Vacinação 2026 as vacinas recomendadas para crianças desde o nascimento até 9 anos, 11 meses e 29 dias, organizadas de acordo com a idade, a dose e as doenças que ajudam a prevenir.
A importância de seguir essas recomendações ganha ainda mais relevância diante da queda das coberturas vacinais e da circulação de desinformação sobre vacinas. "O fato de algumas doenças terem deixado de fazer parte do cotidiano de muitas famílias é justamente resultado do sucesso da vacinação. Quando a cobertura cai, porém, doenças que estavam controladas podem voltar a circular", diz o pediatra e infectologista Renato Kfouri.
Alguns mitos também colaboram para a hesitação vacinal das famílias. Então vale reforçar que as vacinas não sobrecarregam o sistema imunológico da criança. Além de ser uma estratégia de proteção individual, ela é também coletiva, ajudando a reduzir a circulação de agentes infecciosos e a proteger pessoas mais vulneráveis.
A seguir, confira o Calendário Nacional de Vacinação 2026 completo e veja quais vacinas a criança deve tomar em cada idade.
Fonte: Ministério da Saúde — Calendário Nacional de Vacinação 2026  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/7j3Hna5zXIyQ1eI4jpqR5Svpm7k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/7/q/LeeaBHRM2pN0Mpm2L8bQ/52103-1-.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:21:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Irmãs dão à luz no mesmo hospital, com apenas algumas horas de diferença: "Foi bem aleatório"</title>  <atom:subtitle>"Foi muito especial quando descobrimos juntas porque foi bem aleatório", disse uma das irmãs</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/irmas-dao-a-luz-no-mesmo-hospital-com-apenas-algumas-horas-de-diferenca-foi-bem-aleatorio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/irmas-dao-a-luz-no-mesmo-hospital-com-apenas-algumas-horas-de-diferenca-foi-bem-aleatorio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/HLaRlxMeRuTTiTRmyjP5LwZoEk4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/3/s/AVSiThTtiWfNR96u764A/irmas.jpg" /><br /> ]]>    No dia 11 de agosto, Louise Buckner chegou ao Hospital Memorial Riddle, na Pensilvânia (EUA), para "cortar o cordão umbilical quando sua filha, Justine Johnson, deu à luz seu sétimo filho, Jupri", às 2h14, disse a Main Line Health, em um comunicado compartilhado com a PEOPLE.
Após receberem o menino, tanto Buckner quanto Johnson ficaram chocados ao receber uma "ligação inesperada" poucas horas depois, informando que a irmã de Johnson, Juanita Brown, também estava prestes a dar à luz um bebê.
Buckner então "correu para buscar Juanita, desviou de um cervo na estrada, voltou para Riddle, e Juanita deu à luz Nikolai às 1h40 da manhã de quarta-feira, 12 de agosto", compartilhou a Main Line Health.
Irmãs dão à luz no mesmo hospital, com apenas algumas horas de diferença: "Foi bem aleatório"
Reprodução/People
Embora Johnson estivesse previsto para 29 de agosto e Brown para 23 de agosto, as irmãs disseram à Fox 29 que seus bebês "tinham outros planos" porque "queriam se encontrar antes." De fato, os bebês nasceram em quartos muito próximos. "Estou toda animada, dizendo: 'Oi, querida, mamãe aqui, a gente te ama', porque foi um momento feliz. Então o telefone toca e é minha filha Juanita", Buckner lembrou dos momentos depois que trouxeram Jupri para casa.
Buckner acrescentou: "Deus é bom porque as estradas estavam limpas e eu estava apenas tentando trazê-la até aqui, e então um cervo saiu e tentou me impedir. Eu o deixei ir, e continuamos em frente."
"Foi muito especial quando descobrimos juntos porque foi bem aleatório", acrescentou sobre o momento dos nascimentos deles. "Não foi planejado." Assim como ela e Brown podiam se apoiar durante a gravidez, Johnson brincava que ela sempre saberia para onde ir caso precisasse de suprimentos ou até mesmo de uma ajuda extra.
As irmãs e seus bebês
Reprodução/People
"Pelo menos, eu sei que não vou ficar sem ela porque ela tem um bebê, assim como eu", disse ela sobre a irmã. "Eu sei onde ela mora e sei como chegar até lá."
Embora Johnson e Brown tenham visitado inicialmente o hospital no final do mês passado, preocupados por estarem entrando em trabalho de parto no mesmo dia, ambas foram mandados para casa. Desde então, Brown disse que "todos estavam apostando com a equipe do hospital" sobre quando iriam dar à luz.
"Vou ter que agradecer muito a eles também porque eles chegaram, foi tudo bom", acrescentou. "Confortável, compassivo e carinhoso."  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/HLaRlxMeRuTTiTRmyjP5LwZoEk4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/3/s/AVSiThTtiWfNR96u764A/irmas.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:54:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lito Sousa: como contar para uma criança que alguém que ela ama vai morrer?</title>  <atom:subtitle>O influenciador do canal Aviões e Músicas emocionou o país ao admitir que não sabe como contar ao filho de 7 anos sobre sua doença sem cura. Especialista explica por que esconder a verdade nem sempre protege, e como transmitir uma notícia difícil com acolhimento e segurança</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/comportamento/noticia/2026/08/lito-sousa-como-contar-para-uma-crianca-que-alguem-que-ela-ama-vai-morrer.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/comportamento/noticia/2026/08/lito-sousa-como-contar-para-uma-crianca-que-alguem-que-ela-ama-vai-morrer.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/xStcNrPojujRIeKSgTeYX6bYtwc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/T/P/ZGBsHwSvWBpGPRQBM4dg/captura-de-tela-2026-08-28-003155.png" /><br /> ]]>    "Eu sei a saudade que ele vai sentir." Foi com essa frase, dita entre lágrimas em um vídeo no YouTube, que o influenciador e especialista em aviação Lito Sousa, criador do canal Aviões e Músicas, tocou milhões de pessoas ao falar do maior de seus medos. 
Aos 59 anos, Lito foi diagnosticado em agosto de 2026 com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição neurológica rara, grave e sem cura. Lúcido, mas enfrentando a perda progressiva dos movimentos, ele confessou não saber como contar ao filho, Malone, de 7 anos, que "vai virar uma estrelinha". 
Lito Sousa e a esposa, Mila Seidl, durante recado gravado previamente pelo influenciador
Reprodução/Redes Sociais
Mães com depressão persistente tendem a adotar criação mais rígida com filhos, revela estudo
O drama de Lito é o de tantas famílias que, diante de um diagnóstico terminal ou de uma perda iminente, se veem paralisadas por uma dúvida cruel: contar ou proteger? Falar ou poupar? Para orientar pais e cuidadores nesse momento tão delicado, a CRESCER conversou com Júlia Martins de Rezende Vieira, psicóloga do Hospital Brasília, da Rede Américas. E a resposta dela começa por desfazer um mito.
O que é a doença de Creutzfeldt-Jakob
Antes de falar sobre as crianças, vale entender o diagnóstico que abalou a família de Lito. A doença de Creutzfeldt-Jakob é uma desordem cerebral rara, de caráter neurodegenerativo e fatal, provocada por um agente infeccioso chamado príon, uma partícula de proteína anormal e altamente resistente que causa danos ao cérebro, conferindo a ele um aspecto esponjoso. 
Os sintomas se caracterizam por um declínio cognitivo e psicomotor rápido, e não existe, até o momento, terapia capaz de reverter ou estancar sua evolução. No caso de Lito, porém, a família relata uma característica atípica: a capacidade cognitiva e a lucidez permanecem preservadas, embora ele já enfrente limitações físicas progressivas. 
Esconder a verdade protege ou assusta mais?
A primeira grande orientação da psicóloga contraria o instinto de muitos pais. Segundo Júlia, esconder completamente a informação nem sempre é o melhor caminho, porque a criança percebe o que acontece ao redor dela, mesmo sem que ninguém diga nada. "Ela percebe quando os adultos estão tristes, quando a rotina muda, quando uma pessoa está muito doente ou quando existe uma tensão diferente no ambiente", explica.
O problema do silêncio é que ele cria um vácuo, e a criança o preenche sozinha, muitas vezes de forma mais aterrorizante que a realidade. "Quando os adultos não conversam sobre o que está acontecendo, a criança pode tentar preencher essas lacunas sozinha, e suas fantasias podem ser ainda mais assustadoras do que a realidade", alerta a psicóloga. 
A proteção, portanto, não está em omitir, mas na forma como a verdade é contada. "Ela precisa receber uma explicação verdadeira, mas adequada à sua idade e à sua capacidade de compreensão."
Por que evitar o "vovô foi viajar" e o "vai dormir"
Um dos erros mais comuns, e mais bem-intencionados, é recorrer a eufemismos para suavizar a notícia. A psicóloga é enfática sobre por que isso pode sair pela culatra. "Em vez de dizer que alguém 'vai dormir' ou 'vai fazer uma viagem', podemos explicar que a pessoa está muito doente, que os médicos estão cuidando dela e que existe a possibilidade de ela morrer", orienta Júlia. Não é preciso detalhar aspectos médicos, mas as palavras devem ser claras e concretas.
O motivo é prático e sensível ao mesmo tempo. "Os eufemismos podem gerar confusão e até aumentar os medos da criança", explica. Uma criança que ouve que a morte é "dormir" pode passar a temer o próprio sono; a que ouve que alguém "viajou" pode esperar, por anos, um retorno que não virá.
Cada criança reage de um jeito (e tudo bem)
Os pais também precisam estar preparados para reações que podem parecer estranhas ou até indiferentes. A criança pode fazer perguntas, mudar de assunto, voltar ao tema dias depois ou simplesmente continuar brincando logo após receber uma notícia devastadora. Nada disso significa frieza ou falta de compreensão. "Essas diferentes reações não significam necessariamente que ela não compreendeu ou que não está sofrendo", tranquiliza a psicóloga.
Isso porque as crianças elaboram as experiências difíceis por caminhos próprios, nem sempre pela conversa. "A criança pode elaborar uma experiência tão complexa por meio da brincadeira, do desenho e de outras formas de expressão quanto pela conversa", explica Júlia. Um desenho, uma brincadeira de faz de conta ou um momento de silêncio podem ser tão importantes quanto as palavras.
"Eu não sei, mas podemos descobrir juntos"
Uma das maiores angústias dos adultos é não ter todas as respostas. E se a criança perguntar quando a pessoa vai morrer, ou se vai sentir dor? A psicóloga alivia esse peso. "Os adultos também não precisam ter todas as respostas", afirma. O caminho é responder com o que se sabe e reconhecer com honestidade o que não se sabe. "Dizer 'eu não sei, mas podemos descobrir juntos' também oferece segurança."
Há ainda um ponto que Júlia considera fundamental e que muitos pais desconhecem: o risco da culpa infantil. "É fundamental deixar claro para a criança que ela não causou a doença ou a morte, porque crianças podem apresentar pensamentos de culpa ou estabelecer relações entre acontecimentos que, para o adulto, parecem não ter nenhuma conexão", alerta. 
Uma birra, um pensamento raivoso, uma travessura, qualquer coisa pode ser interpretada pela criança como a causa da tragédia, e cabe ao adulto desfazer essa ligação.
O direito de se despedir (sem obrigação)
Quando há uma possibilidade concreta de perda, oferecer à criança a chance de conviver e se despedir pode ser valioso, desde que sempre respeitando os limites dela. "Ela pode querer conversar, fazer um desenho, dar um abraço ou simplesmente permanecer perto daquela pessoa", diz Júlia. O essencial é que essa participação nunca seja imposta. "O importante é não obrigá-la a participar de uma despedida nem determinar como ela deveria se sentir."
Não existe forma certa de sentir. A criança pode querer estar presente ou não, chorar ou não, falar ou ficar quieta, e todas essas formas são legítimas.
Proteger da solidão, não da realidade
A mensagem da psicóloga reorganiza todo o sentido de "proteger" um filho. Não é possível evitar que a criança sofra diante de uma perda significativa, e tentar isso é uma batalha perdida. O que os adultos podem, e devem, fazer é outra coisa. "O papel dos adultos é ajudá-la a atravessar essa experiência com informação, acolhimento e segurança", resume Júlia.
E ela conclui com uma frase que vale como bússola para qualquer família diante de uma notícia difícil, incluindo a de Lito Sousa e seu pequeno Malone. "A criança não precisa ser protegida da realidade a qualquer custo. Ela precisa ser protegida de vivenciar essa realidade sozinha, sem espaço para perguntar, expressar o que sente e construir gradualmente uma compreensão sobre o que está acontecendo." Proteger não é esconder o mundo da criança, mas, sim, garantir que ela não precise enfrentá-lo sem a mão de um adulto para segurar.
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A iniciativa do Instituto Cultural Opus trouxe novas para diversas crianças atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul
Arquivo Pessoal
A arte como porta de entrada para as emoções
Para Eliza Pierim, diretora de Cultura do Instituto Cultural Opus, o segredo está em criar um espaço seguro onde a criança possa se expressar. "O Instituto, por meio da arte-educação, oferece às crianças um espaço seguro para que elas se expressem através da arte, visando enfrentar as dificuldades com autonomia e resiliência", explica. A arte, nesse contexto, funciona como uma ponte para emoções que muitas vezes ficam presas.
Isso é especialmente importante porque, após um trauma, nem sempre a criança consegue colocar em palavras o que sente. "Temos que observar como as crianças estão processando seus medos e perdas, porque muitas vezes elas não verbalizam isso. O trabalho de expressão corporal e criatividade que as artes trazem acessa as emoções das crianças por vias lúdicas", diz Eliza. 
Pelo teatro, pela música e pela dança, os pequenos entram em contato com histórias e personagens nos quais reconhecem os próprios sentimentos, elaboram conflitos e desenvolvem empatia.
A diretora faz questão, porém, de delimitar o alcance desse trabalho. "Não substitui o acompanhamento especializado de psicólogos e psicopedagogos. É apenas uma ferramenta a mais para que se acesse o universo infantil." A arte soma, não substitui o cuidado profissional.
As transformações que as mães testemunharam
A prova de que o trabalho funciona está no relato de quem viu os filhos mudarem. Angie Carolayn Akli Zuleta acompanhou de perto a transformação da filha, Aurora. "Depois da enchente, percebi que a Aurora mudou bastante. Ficou mais quieta, mais insegura, às vezes, parecia preocupada com coisas que antes nem passavam pela cabeça dela. Como mãe, eu via que ela precisava de um lugar onde pudesse se sentir segura e voltar a ser criança, porque só o apoio dentro de casa não estava sendo suficiente."
A virada veio aos poucos, percebida nos detalhes do dia a dia. "Foi quando ela começou a chegar em casa contando das atividades. Antes respondia 'foi legal' e pronto. Depois, passou a falar das pessoas, do que tinha feito e aprendido. Comecei a ver ela sorrindo mais, mais confiante", relembra Angie. 
O que mais a emocionou foi ver a filha resgatar um sonho antigo. "Ela sempre sonhou em ser atriz, mas, depois de tudo, parecia ter perdido a confiança. Hoje, vejo ela acreditando mais nela mesma, feliz de novo. Isso não tem preço." Seu conselho para outras mães é direto: "Não ter medo de pedir ajuda. Às vezes os filhos precisam de um apoio diferente, de pessoas preparadas para acolher."
Aurora ficou muito introspectiva após a tragédia. Com sua entrada no projeto, sua atitude foi mudando e seu sonho de se tornar atriz segue vivo
Arquivo Pessoal
7 perguntas que todo pai e toda mãe deveria fazer na reunião escolar
História parecida viveu Ana Paula Dias Amaral, mãe do estudante Lucas do Amaral, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Cândido Portinari. Depois da enchente, Lucas havia se tornado uma criança mais sensível, assustada e insegura. 
Com a participação no projeto, a mãe notou que ele ficou mais calmo, e a primeira mudança visível foi no comportamento em casa. Lucas passou a ser mais cordial, a usar palavras gentis, como "por favor" e "muito obrigado", e demonstrou compreender a importância do respeito com todos. 
Mais do que isso: manifestou interesse genuíno em continuar nas aulas de artes cênicas. Para Ana Paula, a lição vale para todas as famílias. As mães deveriam buscar uma atividade extra para os filhos, defende, porque isso desenvolve habilidades e potencialidades antes despercebidas e ajuda a construir uma visão de mundo mais humana.
Ana Paula, mãe de Lucas do Amaral, revela que o filho ficou muito inseguro após a enchente, mas que passou a ser mais cordial e compreensivo com as pessoas ao seu redor, depois do projeto
Arquivo Pessoal
Ensinar a frustração não é machucar, é proteger
O ponto mais provocador da filosofia do instituto é a defesa de que aprender a lidar com a perda desde cedo protege, em vez de ferir. Eliza rejeita a ideia de que expor a criança a esse aprendizado seria endurecê-la. "Estimular a expressão das crianças diante de um evento traumático não é endurecer a infância, mas oferecer ferramentas para que cada criança possa processar o momento e perceber que não está sozinha", afirma.
Uma tragédia coletiva, por mais dura que seja, também carrega lições. "Ensina às crianças que a vida pode ter situações muito difíceis, mas também que existem pessoas empáticas e solidárias, fundamentais para aliviar a dor das perdas", diz Eliza. Envolver a criança em ações solidárias, como doações e campanhas, e explicar o porquê dos acontecimentos ajuda a desenvolver resiliência e senso de responsabilidade coletiva.
Para Eliza Perim, diretora de Cultura da instituição, ao centro, a arte soma, não substitui o cuidado profissional.
Arquivo Pessoal
Os sinais de que seu filho não está bem na escola e quando considerar a mudança
Quando o adulto também está no limite
Um dos aspectos mais delicados das catástrofes é que os pais, que deveriam amparar os filhos, também estão em colapso. Como cuidar de alguém quando você mesmo perdeu tudo? A resposta de Eliza é desarmante em sua honestidade. "É importante que eles não aparentem força o tempo todo, mas que ofereçam presença e acolhimento. As crianças precisam sentir que não estão sozinhas."
Para a diretora, os pais podem, sim, reconhecer diante dos filhos que estão tristes e preocupados, desde que mostrem que estão buscando ajuda para enfrentar a situação. E há um recado essencial: o adulto também precisa ser cuidado. "Os adultos precisam receber apoio. Contar com familiares, amigos, vizinhos, profissionais de saúde e serviços assistenciais para se sentirem capazes de enfrentar as dificuldades."
Três atitudes que fazem a diferença
Para os pais que enfrentam uma perda grande com os filhos, seja uma tragédia coletiva ou um luto pessoal, Eliza resume os cuidados que ajudam a reduzir os danos emocionais a longo prazo:
Acolher e validar os sentimentos da criança, oferecendo segurança, sem minimizar o que ela sente.
Manter a rotina, que funciona como âncora de estabilidade em meio ao caos.
Incentivar a expressão, seja dançando, desenhando, brincando, contando histórias ou participando de rituais de despedida quando apropriado.
A diretora acrescenta um quarto ponto, tão importante quanto os demais: mostrar à criança que pedir ajuda é um ato de cuidado, buscando apoio psicológico sempre que os sinais de sofrimento persistirem ou interferirem no dia a dia. "Essas atitudes fortalecem a resiliência, a elaboração do luto e ajudam a criança a desenvolver recursos emocionais para enfrentar situações difíceis da vida."
O trabalho do Instituto Cultural Opus mostra que ressignificar uma tragédia não é fingir que ela não aconteceu, nem poupar a criança da dor a qualquer custo. É oferecer, através da arte e do acolhimento, um caminho seguro para que meninos e meninas como Aurora e Lucas possam elaborar o que viveram e, no tempo deles, reaprender a sorrir. Porque, mesmo depois da enchente levar tudo, ainda é possível devolver a uma criança a coisa mais importante: o direito de voltar a ser criança.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/_WkE1nLNnWGGGMdB-ervY8poULM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/O/Oa5JTAQeKtTao15UIgWA/rs-1-.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 10:34:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Casal de SC viraliza com reação ao descobrir gravidez tendo um bebê de 9 meses</title>  <atom:subtitle>Eles até planejavam ter filhos com idades próximas, mas não tanto. “Foi o maior misto de sentimentos que eu já tive na vida”, diz mãe</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/casal-de-sc-viraliza-com-reacao-ao-descobrir-gravidez-tendo-um-bebe-de-9-meses.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/casal-de-sc-viraliza-com-reacao-ao-descobrir-gravidez-tendo-um-bebe-de-9-meses.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/UcxD2qfcgayKzk8933Uw6XrXM2I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/F/9/LFEvz5TDe5dfXBAOeh3w/gravidez.jpg" /><br /> ]]>    A reação de Cinthia Passarini, 27 anos, e do marido, Arthur Neves, 29, ao descobrirem uma nova gravidez viralizou nas redes sociais. Pais de Henry, que hoje está com 11 meses, eles foram surpreendidos pelo resultado positivo quando o bebê tinha apenas 9 meses. 
Eles não sabiam se choravam ou se riam – mas acabaram indo com a segunda opção, um misto de gargalhada nervosa, com alegria. A segunda gestação não estava nos planos naquele momento, mas acabou realizando um desejo que o casal já tinha: ter filhos com pouca diferença de idade.
Casal viraliza com reação ao descobrir gravidez tendo bebê de 9 meses
Reprodução/redes sociais
Moradores de Jaraguá do Sul (SC), Cinthia e Arthur trabalham em casa — ela como influenciadora e ele com marketing e design. Eles já sabem que esperam uma menina, mas ainda não decidiram o nome.
Cinthia começou a desconfiar da gravidez justamente durante a renovação de votos do casal. A menstruação deveria ter descido um dia antes e, como nunca costuma atrasar, ela decidiu esperar mais dois dias antes de fazer o teste. “Foi o maior misto de sentimentos que eu já tive na vida!”, conta.
Ela também percebeu que os seios estavam maiores e com veias mais aparentes, mas atribuiu a mudança à amamentação. Os outros sintomas só apareceram depois da sétima semana, com bastante enjoo, sono e dor de cabeça. “Quando vi o positivo levei um susto e tive ‘tela preta’, não passava nada na cabeça”, brinca.
Apesar do choque inicial, a emoção logo deu espaço à felicidade. Cinthia conta que sempre teve o sonho de ter outro filho antes de o primeiro completar 2 anos. “Mas não achei que conseguiria tão rápido, porque ainda nem estávamos de fato tentando. Depois fui imaginando os dois brincando juntos, o milagre de ter uma vida dentro de mim e de gerar novamente… é um sonho!”, avalia.
No vídeo que viralizou, Arthur aparece consolando a mulher e reforçando que os dois criariam os filhos juntos. “Meu marido estava mais preocupado com a minha reação, se eu estava pronta, se estava tudo bem, do que qualquer outra coisa. No vídeo aparece ele nos consolando e falando que vamos criar os dois juntos e será mais fácil, e ele feliz em agora sermos quatro”, conta. 
Embora a notícia tenha sido inesperada, Cinthia acredita que o momento de transição vivido pela família ajuda a encarar a nova fase com mais flexibilidade. Depois de voltar dos Estados Unidos com Henry, o casal está em processo de compra de um imóvel e mudança de cidade. Atualmente, eles moram com os sogros, o que também garante uma rede de apoio importante. “Sentíamos muita falta da família e sabíamos o quanto essa rede de apoio faz a diferença na nossa vida e na vida das crianças”, afirma. 
Para a chegada da bebê, a principal preocupação da mãe é preservar a rotina de Henry. “Estamos sendo bem intencionais com a rotina dele para que ele se acostume e seja natural daqui para frente. Quando a bebê nascer, manteremos a rotina dele acima de tudo e vamos adaptar a dela, para encaixar. Acho mais fácil e ele sofre menos”, planeja.
A surpresa acabou registrada porque Cinthia tem o hábito de filmar os momentos da família — mesmo quando acredita que não há nenhuma novidade para contar. “Eu sempre filmo, mesmo tendo zero chances de dar positivo. Eu amo registrar todos os momentos, então acho que já é algo muito natural”, explica. 
Ela publicou o vídeo como uma recordação e também porque gosta de compartilhar a rotina com os seguidores, mas a repercussão foi muito maior do que imaginava. “Fiquei muito feliz porque me conectou com outras mamães e pessoas que também planejam ter filhos próximos”, diz ela.  
Mas o que emocionou mesmo a grávida foram as mães que compartilharam experiências semelhantes, relatando que também engravidaram quando o primeiro filho ainda era pequeno. “Elas dividiram seus medos, experiências, e mostraram que é possível viver tudo isso com muito amor, como eu sempre sonhei”, destaca. 
Cinthia também relata ter recebido muitas mensagens de mães que passaram por experiências semelhantes. Além disso, vieram também alguns comentários negativos. “Um vídeo tão puro, cheio de emoção e com um casal feliz causou polêmica”, lamenta. Segundo ela, algumas pessoas chegaram a chamá-los de irresponsáveis, questionaram se teriam condições financeiras para criar dois filhos e fizeram comentários sobre o intervalo entre os partos.
Agora, Cinthia e Arthur se preparam para uma nova fase — desta vez, como uma família de quatro. “Eu e o Arthur estamos muito felizes e realizados. Então, independentemente de comentários negativos, quero guardar a alegria de estarmos vivendo novamente o maior milagre das nossas vidas”, completa. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Recentemente, ela gravou um vídeo relatando uma situação em que viveu em uma loja de um shopping e viralizou nas redes sociais. Segundo ela, a funcionária que a atendeu custou a acreditar que as crianças eram todas suas. E não foi a primeira vez.
Thaís conta que as pessoas não acreditam que as cinco crianças são dela
Reprodução/Instagram
Segundo Thais, as perguntas acontecem em diferentes situações, como em restaurantes, cafés, no aeroporto... “Tem sempre esse questionamento. ‘Você é mãe? Nossa, mas eles não parecem com você? Eles parecem com o pai?’. Já até me perguntaram se são filhos mesmo, se são todos de um mesmo pai. E são, sim, filhos todos de um pai só”, reforça, em entrevista a CRESCER. 
Um dos motivos que desperta a curiosidade das pessoas é a diferença de aparência entre Thais e os filhos. Ela é branca, enquanto os cinco têm a pele mais escura. “Tem algumas perguntas que fazem por eu ser branquinha e meus filhos todos morenos. Outros já me acham muito nova. Ainda uma jovem de 20 anos ou até menos”, conta, aos risos.
Thais diz que, na maioria das vezes, não se incomoda com os questionamentos, mas que tudo depende da forma como a pergunta é feita. Em uma ocasião, enquanto estava no aeroporto com os cinco filhos, decidiu entrar na brincadeira. “Uma senhora me perguntou: ‘Nossa, você é mãe deles?’. Eu falei: ‘Não, não sou mãe deles, sou babá’. Ela perguntou: ‘Ah, nossa, quem é que tem tantos filhos assim?’. Aí eu brinquei e falei: ‘Eles são filhos de um sheik árabe que mora lá em Dubai, só sou babá deles’”, lembra.
A mulher então comentou sobre a diferença de aparência entre Thais e as crianças. “Logo depois ela falou: ‘Eu pensei isso porque você é tão branquinha e eles todos moreninhos’”, conta, incrédula.
Thais é capixaba, se casou com um mineiro e se mudou ainda adolescente para a Europa com a família. Ela viveu por 12 anos em Londres antes de se mudar para Portugal, em maio deste ano. A mudança fez com que as abordagens se tornassem ainda mais frequentes. “Nós morávamos em Londres e lá é supernormal. Os ingleses também têm bastante filhos. Aqui em Portugal, as pessoas têm me abordado bastante nesse sentido”, diz. 
De acordo com Thais, também existe uma diferença cultural em relação à maternidade. “Aqui as mulheres são mães mais velhas, tipo depois dos 40 anos, ou têm apenas um filho. É muito difícil você ver uma portuguesa com bastante filhos”, conta. 
As perguntas também são feitas para as crianças. “Eles ficam chateados quando perguntam assim ou mencionam a cor: ‘Nossa, mas você é branquinha e eles são todos moreninhos’. Mas, hoje, eles já são mais tranquilos, já até se acostumaram”, diz.
A mudança também tem sido um desafio em relação ao idioma. Embora falem português, os filhos de Thais cresceram principalmente em um ambiente de língua inglesa e têm vocabulário mais limitado em português. “Eles falam português, mas é um português meio limitado. Se for para mudar o nível da conversa, eles já olham para mim e falam: ‘Mãe, o que é que a senhora está falando? O que é que essa pessoa está falando?’”, conta.
Dois dos filhos, João e Rebeca, nasceram na Inglaterra e são britânicos. Estella, Pedro e José nasceram em Portugal e têm nacionalidade portuguesa. Em setembro, todos vão começar a frequentar a escola em Portugal. “Vamos ver como eles desenvolvem essa questão do português”, diz.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Além disso, 34% não se consideram parte do grupo de risco para o câncer de colo do útero. 
Papanicolau deve ser feito anualmente
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A segunda edição da pesquisa "Percepção das Brasileiras sobre Tumores Ginecológicos e Práticas de Prevenção" entrevistou 800 mulheres de 18 a 45 anos, das classes A, B, C e D, em todas as regiões do Brasil. O levantamento teve como objetivo avaliar a evolução do conhecimento sobre o câncer de colo do útero e identificar o nível de adesão às medidas de prevenção, com destaque para a vacinação contra o HPV e os exames de rastreamento.
Conheça os tipos de exames ginecológicos e quando realizá-los
Papanicolau será substituído? Especialista comenta novo exame mais eficaz
Os resultados foram preocupantes. Segundo o levantamento, 67% das mulheres já fez o Papanicolau alguma vez na vida. Mas apenas 61% realizou o exame no último ano. Por outro lado, apenas 39% afirmaram ter feito o Papanicolau no último ano, enquanto 22% realizaram o teste de DNA-HPV. Na edição anterior do estudo, realizada em 2025, os índices eram ainda menores: 37% das participantes haviam feito o Papanicolau e somente 13% tinham realizado o teste de DNA-HPV.
Os motivos da falta de prevenção são variados, vão desde a falta de informação sobre os exames até crenças equivocadas sobre a vacinação. Veja mais:
31% das entrevistadas disse que o médico não pediu para fazer os exames preventivos
15% não sabia que precisava
8% não quis fazer por vergonha
7% não fez por medo de sentir dor no exame
3% não fez por medo do resultado
Além disso, entre as entrevistadas de 18 a 45 anos, 26% disseram não saber para que serve o exame de Papanicolau.
Adesão à vacinação
Quando o assunto é a vacinação, 4 em cada 10 mulheres (39%) não tomaram ou não se lembram de ter se imunizado contra o HPV.
Entre as mulheres que não receberam a vacina contra o HPV, o motivo mais citado foi a crença equivocada de que a imunização não é recomendada para sua faixa etária. O resultado reforça a importância de ampliar a informação e combater mitos sobre a vacinação na vida adulta.
O levantamento também mostra um contraste entre percepção e prática. Embora 44% das entrevistadas afirmem conhecer muito bem a vacina contra o HPV — um avanço em relação aos 38% registrados na edição anterior da pesquisa —, ainda persistem dúvidas que impactam a adesão à imunização.
“A pesquisa mostrou que o acesso à informação melhorou, mas ainda há uma distância entre reconhecer a importância da prevenção e a realização efetiva da prevenção por meio da vacinação contra o HPV e da realização dos exames. Precisamos que as mulheres entendam a importância dessa relação de alguns tipos de câncer com o HPV e como o check-up anual, com exames como o Papanicolau e o teste do DNA do HPV, são mecanismos fundamentais na proteção contra o câncer de colo do útero”, explica Andréa Gadelha, oncologista e presidente do Grupo EVA.
Segundo especialistas, o câncer de colo do útero é algo que pode ser evitado. "Um futuro sem o câncer de colo do útero é possível por meio da vacinação contra o HPV, da realização de exames de rotina e do tratamento das lesões pré-cancerosas. Eliminar o câncer de colo do útero é algo que está ao nosso alcance", diz Márcia Datz Abadi, diretora médica da MSD Brasil.
Medo e julgamento
Outra questão que dificulta a prevenção do HPV é o medo do julgamento, por ser um vírus sexualmente transmissível. "Cerca de 80% das mulheres sexualmente ativas em algum momento vão se infectar pelo HPV, mas nem todas vão desenvolver câncer. É extremamente frequente, a gente precisa falar", diz.
"Tem a questão do julgamento, de achar que o fato de ter HPV significa uma promiscuidade, algo do tipo, e não tem nada disso. Às vezes, o HPV é contraído através de uma única relação. Pode ter acontecido lá no passado e, por algum motivo, aquela mulher ou aquele homem está passando por algum processo de estresse, de imunossupressão, tem uma reativação do vírus", explica. 
Por isso é tão importante realizar os exames preventivos periodicamente. "A maioria das infecções do HPV são autolimitadas, o próprio organismo elimina o HPV. O problema são os HPVs considerados de alto risco e a persistência da infecção, esse, sim, precisa ter um cuidado maior", destaca.
Vacina contra HPV agora é indicada para prevenir mais 3 tipos de câncer; veja quais
O câncer de colo do útero no Brasil
Os resultados chegam em um momento importante. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar mais de 19 mil novos casos de câncer de colo do útero por ano entre 2026 e 2028, um crescimento de cerca de 14% em relação a 2023 a 2025.
A doença continua entre as principais causas de morte por câncer entre mulheres brasileiras. Atualmente, cerca de 20 mulheres morrem por dia em decorrência do câncer de colo do útero no país. Trata-se do tipo de câncer que mais mata mulheres de até 35 anos e do segundo mais letal entre aquelas com até 60 anos. Em aproximadamente 99% dos casos, a doença está associada à infecção pelo HPV.
"Quase 1 milhão de crianças estão órfãs por mães que morreram de câncer, 20% dessas crianças são por câncer de colo de útero. Acomete mulheres de uma faixa etária muito jovem. Além disso, as vezes, por causa do tumor, muitas mulheres não conseguem ter filhos, o que também é um impacto bastante importante", afirma Andréa Gadelha.
Quais exames ginecológicos devem ser feitos para prevenir cânceres causados por HPV?
Existem vários exames ginecológicos que devem ser feitos para prevenir cânceres causados por HPV. Conheça os principais e quem deve realizá-los:
Papanicolau
Detecta alterações nas células do colo do útero e possíveis lesões que possam levar ao câncer. Com a ajuda do espéculo (material de plástico, conhecido popularmente como “bico de pato”), o ginecologista raspa as células da região e envia o material para ser analisado em laboratório. 
Quem deve fazer? É recomendado a partir do momento em que a mulher mantém uma vida sexual ativa. Vale lembrar que a mulher não deve estar menstruada para fazer o exame e que ele costuma ser rápido e indolor.
Teste de DNA-HPV 
Tem começado a substituir o Papanicolau. É um exame de rastreamento que detecta a presença dos tipos de HPV de alto risco, responsáveis por cerca de 99% dos casos de câncer de colo do útero. A coleta é feita de forma semelhante à do Papanicolau, durante o exame ginecológico, mas, em vez de identificar alterações nas células, ele busca o material genético do vírus, permitindo detectar a infecção antes mesmo do surgimento de lesões. 
Quem deve fazer? No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda o teste de DNA-HPV como exame primário de rastreamento para mulheres de 25 a 64 anos, que devem realizá-lo a cada cinco anos, desde que o resultado seja negativo e não haja fatores de risco que exijam acompanhamento diferenciado. Mulheres com resultados alterados ou condições específicas podem precisar de um intervalo menor entre os exames, conforme orientação médica.
Colposcopia
Analisa o colo do útero, vagina e vulva com mais detalhes. Neste caso, o profissional usa uma “espécie de câmera amplificada", conhecida como colposcópio, para identificar onde estaria a lesão sugerida pelo Papanicolau. Para tornar as regiões mais visíveis e detectar possíveis anormalidades, são utilizadas substâncias químicas. Por isso, após o exame, a paciente apresenta um conteúdo saindo de sua vagina com uma coloração diferente. Quando necessário, o profissional também pode retirar o tecido para realização de biópsia.
Quem deve fazer? Mulheres que apresentem alguma lesão detectada pelo Papanicolau.
Vulvoscopia
Assim como a colposcopia, esse exame utiliza o colposcópio para analisar a vulva com mais detalhes. O objetivo também é avaliar as estruturas da vulva e verificar se há lesões. Caso necessário, pode ser retirado parte do tecido para a biópsia.
Quem deve fazer? Mulheres que apresentem sintomas na parte externa da genitália ou alterações em exames de rotina.
Quem deve se vacinar contra o HPV?
A vacinação contra o HPV não é apenas para crianças e adolescentes, os adultos também podem receber o imunizante. Confira:
Meninas e meninos de 9 a 14 anos (disponível no SUS)
Pessoas de 15 a 45 anos imunocomprometidas, como aquelas vivendo com HIV, transplantadas ou pacientes oncológicos, conforme critérios do Ministério da Saúde (disponível no SUS)
Homens e mulheres de 9 a 45 anos (disponível na rede privada) 
"Vacina do HPV é de extrema importância. O HPV é um vírus relacionado a vários tipos de câncer, incluindo de colo de útero, de vagina, de vulva, de ânus, de orofaringe e de pênis. Homens e mulheres precisam ser vacinados. Na rede privada, a gente tem a vacina disponível, que é a nonavalente, cobre 9 tipos de vírus HPV. Ela está disponível para homens e mulheres de 9 a 45 anos. Não deixe de se vacinar. Você, pai ou mãe, quando for levar seu filho para se vacinar, lembre-se que você também pode ser vacinado se estiver dentro dessa faixa etária", orienta Andréa Gadelha.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/cYtK46kuaSrLyLPiTdqNR16fdKI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2023/k/1/BH8AE9SJ2wg85DPkabjQ/female-patient-lying-gynecological-chair.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:06:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cris, filho de Fred Bruno, ganha quarto com decoração temática. Confira!</title>  <atom:subtitle>Artista Ana Vitória Corrêa criou as pinturas do novo espaço, que reúne 29 personagens do universo do Pokémon nas paredes e até no teto</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/cris-filho-de-fred-bruno-ganha-quarto-com-decoracao-tematica-confira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/cris-filho-de-fred-bruno-ganha-quarto-com-decoracao-tematica-confira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/J3WOANQ9bbCt97kUvSNyQXD-a44=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/h/W/KcrTljSsSAucPGdx5ABA/cris1.jpg" /><br /> ]]>    Com recém-completados 5 anos, Cris, filho de Fred Bruno, influenciador e apresentador, com a empresária e influenciadora Bianca Andrade, tem uma paixão enorme por Pokémon, especialmente por Charizard, um dos mais conhecidos personagens da franquia. Agora, além dele, outros 28 personagens estão espalhados pelas paredes e até pelo teto do novo quarto do menino, na casa de Fred.
Cris é apaixonado pelo universo de Pokémon e agora ganhou um quarto com a decoração temática do desenho
Instagram/Reprodução
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O universo de Pokémon já inspirou a temática do último aniversário de Cris e também esteve presente no momento em que o pai revelou que o menino ganharia um irmão, fruto do relacionamento do influenciador com Indi Lunar.
A arte do quarto foi feita por Ana Vitória Corrêa (@anavitoria.arte), multiartista que realiza pinturas de murais e projetos autorais personalizados. A artista já havia criado a pintura da brinquedoteca de Cris, com diferentes animais escolhidos em conjunto com o menino. O processo criativo desse primeiro espaço foi divulgado por Ana em novembro de 2025.
Um quarto pensado junto com Cris
Para criar o novo projeto, Ana seguiu a mesma proposta. Tudo começou com um rascunho e uma conversa com Cris para definir quais personagens estariam nas paredes e como ele gostaria que o quarto ficasse.
O primeiro vídeo mostrando o processo de pintura foi publicado no perfil da artista em 7 de agosto. Duas semanas depois, ela compartilhou o resultado final do espaço, que ganhou diferentes ambientes dentro do mesmo quarto.
O filho de Fred Bruno e Bianca Andrade participou do processo criativo da pintura
Instagram/Reprodução
Na parede da televisão, por exemplo, foi criado um cenário aquático, com personagens como Piplup e Lapras. Já próximo à cama de Cris, a artista fez um ambiente terrestre, com Eevee, Squirtle e Bulbasaur. Ash, protagonista do anime, também aparece ao lado do nome do menino. O personagem favorito de Cris, Charizard, ganhou um lugar de destaque no teto do quarto.
"Eu criei cada cenário pensando que cada um seria um ambiente, mas todos conversam entre si", contou Ana Vitória no vídeo.
Cris também participou do resultado final de uma maneira especial. Ao lado do nome da artista, deixou sua própria assinatura na parede do quarto.
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Rodrigo trola Isa
Reprodução/Instagram
Quando Rodrigo entrega a certidão para ela no hospital, ela logo percebe que é uma brincadeira. "Ô, pequeno, você fez isso na gráfica, né?", pergunta. Ele tenta negar, mas ela percebe que não é a certidão verdadeira.
Isa resolveu continuar com a brincadeira para trolar amigos e familiares. Em um carrossel publicado no Instagram, ela mostra a reação das pessoas vendo a certidão falsa. Ela liga para uma amiga, que fica em choque, dizendo: "Mas ele vai mudar, né? Você precisa falar com ele, dizer que não era o que vocês tinham combinado". Enquanto isso, Isa tenta segurar os risos.
Ela também mandou uma foto para a sua mãe, que também ficou surpresa. "Não, é mentira isso, né? É brincadeira! Não acredito, não. Filha, você aceitou? Não é possível que é sério isso! Você me deu um ataque de riso", diz a mãe em uma mensagem de áudio.
Até os seguidores pensaram que era verdade. "Gente, eu estava acreditando", diz um. "Alguém me fala que é IA, por favor", brinca outro. "Não vou nem marcar meu marido que ele vai gostar da ideia", diverte-se um terceiro. Isa resolveu intervir e esclarecer que era apenas uma brincadeira. "Gente, pelo amor de Deu, não é o CPF dele kkkkk achei que tinha ficado claro que foi uma trolagem dele comigo (e com todos)", escreve nos comentários.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/PLjBCOZF-Ak1GrQ3Bvwr0rwspKw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/L/M/Z7Am0uTBKQp6nbZCdMTQ/2026-08-27t155828.643.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:38:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Meu nome foi inventado por uma criança de 5 anos", revela escritora em vídeo viral</title>  <atom:subtitle>Ela nunca conheceu outra pessoa com o mesmo nome!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/meu-nome-foi-inventado-por-uma-crianca-de-5-anos-revela-escritora-em-video-viral.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/meu-nome-foi-inventado-por-uma-crianca-de-5-anos-revela-escritora-em-video-viral.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/xkrOY_I4NtGJxYlNImZOrVq6BGQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/m/O/66r9lRQiSsQpXpOYDrfw/nelson.jpg" /><br /> ]]>    A autora e escritora gastronômica Cadry Nelson deveria ter recebido o nome em homenagem à sua tia Susie. Mas, poucos meses antes de seu nascimento, outra parente usou o nome para sua filha recém-nascida. “Minha mãe teve que se virar para encontrar um novo nome”, disse ela, de 51 anos, ao TODAY.com. 
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Naquela época, sua mãe cuidava da sobrinha Darcy, de 5 anos, antes e depois da escola. “Ela estava aprendendo a soletrar o próprio nome e embaralhava as letras de DARCY para CADRY no topo das folhas da pré-escola e as trazia para casa”, explica. “E minha mãe pegava as folhas e a chamava de 'Cadry', meio que em tom de brincadeira.” 
Com o tempo, ela passou a amar o nome, acabando por dá-lo à sua filha: Cadry Susanne Nelson. Cadry diz que sua prima Darcy é como uma "irmã de consideração" e que elas foram até madrinha e dama de honra nos casamentos uma da outra. "Sempre fomos muito unidas e é muito legal termos essa conexão de nomes", acrescenta.
"Meu nome foi inventado por uma criança de 5 anos", revela escritora em vídeo viral
Reprodução/redes sociais
Além de não ter conseguido encontrar adesivos com o nome personalizado quando criança, ela sempre gostou de ter um nome único. “Você sabe que é a Cadry”, ela brinca. “Você não precisa dizer: 'Ah, eu sou Jeannette M.' ou 'Eu sou Jenny R.'. Você é Cadry. Simples assim.”
Cadry nunca conheceu outro Cadry na vida real. “Eu presumia — até a internet existir — que eu era a única Cadry”, diz ela. “Descobri mais tarde que elas existem. São poucas e, às vezes, é um nome masculino!” 
Seu nome, no entanto, inspirou outras mães. Quando Nelson participou da produção universitária de “Bye Bye Birdie”, seu nome constava no programa. Em um encontro com os fãs após o espetáculo, uma mulher grávida se aproximou para dizer o quanto gostava do seu nome.
“Há dois meses, recebi uma mensagem no Instagram que dizia: 'Ei, você não me conhece, mas fui a uma peça em um teatro com jantar em Des Moines nos anos 90. Me deparei com seu nome e achei muito peculiar. Existe alguma chance de você ser a pessoa em homenagem à qual dei o nome da minha filha em 1995?'”, conta Nelson. Ela respondeu: "Sim, sou eu!"
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O vídeo da 'Desorganizadora de Armários', feito por Vanessa Tazza, tem mais de 980 mil curtidas e 31 mil comentários no Instagram
Reprodução/Redes Sociais
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O apelido veio dos próprios seguidores de Vanessa e não poderia ser mais certeiro: "personal desorganizer". O vídeo, postado sem nenhuma pretensão, fez o perfil de Vanessa saltar de pouco mais de 3 mil para 25 mil seguidores em cerca de duas semanas.
Uma menina que ninguém esperava (mas que chegou com tudo)
Vanessa conta que sonhava tanto em ampliar a família que, antes de engravidar, chegou a comprar um coelho para saciar a vontade de cuidar. A espera foi curta: em quatro meses, veio a gravidez de Melinda. 
A surpresa foi o sexo. "Eu não esperava uma menina, porque estava muito acostumada com o menino. Não me imaginava mãe de menina", relembra, referindo-se ao filho mais velho, Davi, de 11 anos. "Meu marido já dizia: não, é uma menina. E veio a menina. São dois mundos diferentes, mas estou me realizando."
E a caçula, planejada, chegou com uma energia que já assusta (no bom sentido) os pais. "Ela sempre foi bem ativa. Começou a engatinhar com sete meses, agora está quase andando, já fala mamãe, papai. É bem ativa, bem inteligente, a gente até fica um pouco com medo", diverte-se Vanessa, arrematando com a sabedoria popular que toda mãe conhece: melhor mesmo é criança brincando com saúde do que quietinha demais.
O vídeo que ninguém montou
O charme do conteúdo de Melinda está justamente na espontaneidade. Nada é encenado. "Eu gravo vários momentos dela durante o dia. Esse vídeo eu já tinha gravado, aí vi uns vídeos de outras mães e pensei: meu Deus, é isso, minha filha é uma desorganizadora de armário", conta Vanessa. 
E não é força de expressão. "Se eu abrir o armário agora, ela vai rapidinho lá e tira tudo que puder de dentro, joga tudo no chão. Se eu vou dobrar roupa, coloco no sofá e, enquanto dobro, ela vai jogando tudo no chão. Tudo vai para o chão."
A personalidade forte da menina aparece em cada detalhe da rotina. Na hora da troca de fralda, é um perrengue. "Ela gira um milhão de vezes, não fica parada. Eu tento dar os brinquedos, mas ela já está enjoada deles, joga tudo fora. Tem que ficar inovando", ri a mãe. 
E ela desmonta, na prática, o mito de que menina é sempre delicada. "Não sei de onde tiraram isso. Eu queria uma menina para enfeitar, colocar laço, pulseira, sapatinho. Ela não deixa nada, nem meia no pé. Arranca tudo, só fica com o brinco porque não consegue tirar."
Do coelho ao aspirador: a caçula que gera conteúdo sozinha
A viralização pegou Vanessa completamente de surpresa. "Eu postei para ser engraçado mesmo. Estava com 3 mil e poucos seguidores, aí abri e tinha 5 mil. Para mim, foi um super salto, e não parou mais", conta a mãe, que tem uma empresa de semijoias com o marido e não pretende transformar as redes em trabalho. "Não sei quanto tempo faz que postei, umas duas semanas, e estou com 25 mil. Acredito que grande parte veio por conta do vídeo dela."
Os comentários, na maioria, renderam boas risadas. "Achei maravilhoso esse título, personal desorganizer. Muita gente falando: eu tenho um desses e já funciona há tantos anos. Funciona em qualquer lugar, na casa da vó, na casa das tias", diverte-se. 
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Houve, claro, quem criticasse a criação, com comentários do tipo "criando filhos sem limites", mas Vanessa não se abala. "Não levo pro coração. No armário, é tudo seguro, tirei tudo que é de vidro, ela só quer os potes. Deixo ela brincar enquanto tenho um tempo para fazer outra coisa. Cada família tem sua educação, e a personalidade da criança tem que ser respeitada."
E a caçula não para de render pauta. A mais nova "peraltice" já está sendo filmada. Agora, Melinda virou um 'aspirador portátil'. "Ela come toda a sujeira do chão, acha sujeira em todo lugar. Você deixa ela um minuto e já dá pra ver os dedinhos se enfiando nos menores lugares possíveis. Preciso redobrar ainda mais o meu cuidado", ri. 
A bebê também virou uma campeã da reciclagem doméstica: em vez de brinquedos caros, que ela ignora, a menina se diverte com embalagens vazias. "Eu lavo um pote, passo uma fita para não sair a tampa e dou para ela brincar. Ela gosta de embalagem. Não vamos gastar dinheiro", explica a mãe.
Por enquanto, Vanessa exercita a paciência e celebra cada fase. "Deus está trabalhando isso no meu coração. Cada filho que vem, a gente ganha um pouco mais de paciência", filosofa. E o recado que a empresária quer deixar, entre um pote no chão e outro, é o de uma maternidade real, é de que a maternidade pode ser leve e cheia de identificação, dessas em que a gente olha para a tela, se reconhece e pensa: eu já passei por isso e, claro, dá muita risada! 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/LXr9w6zMRqIHq7diFpeic7aVJrU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/6/m/RbB2JfRjeu6Lwt2JAT8g/personal-desorganizer.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:21:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Duas mães solo passam a morar juntas e criam os três filhos na mesma casa: "Encontramos a chave definitiva para a maternidade"</title>  <atom:subtitle>Bernie Sinclaire e Anabelle Gonzalez decidiram dividir a casa e a criação dos filhos, e dizem que viver em comunidade tornou a maternidade mais leve</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/duas-maes-solo-passam-a-morar-juntas-e-criam-os-tres-filhos-na-mesma-casa-encontramos-a-chave-definitiva-para-a-maternidade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/duas-maes-solo-passam-a-morar-juntas-e-criam-os-tres-filhos-na-mesma-casa-encontramos-a-chave-definitiva-para-a-maternidade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/iVnDEwUFc1Ka9J9CkvHmuK5Q3nI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/5/A/zCNko2QImgESwdeFdriA/monmune.jpg" /><br /> ]]>    Criar os filhos sem um parceiro pode ser uma experiência desafiadora, especialmente quando questões financeiras e de moradia também entram na equação. Foi diante desse cenário que Bernie Sinclaire, de 38 anos, e Anabelle Gonzalez, de 39, duas mães solo, decidiram experimentar morar juntas para criar os seus filhos em uma verdadeira experiência comunitária. 
Duas mães solo decidem morar e criar os filhos juntas, naquilo que chamaram de 'Mommune'
Instagram/@berniesinclaire/Reprodução
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Inicialmente temporária, a ideia tornou-se permanente e ganhou até um nome: "mommune”. O termo é uma combinação de “mom” (mãe, em inglês) e “commune” (comunidade) e passou a definir a experiência das duas, que compartilham a casa e parte das responsabilidades pela criação das crianças. 
A experiência também deu origem ao Mommune in the City, projeto criado por Bernie para compartilhar a proposta de criar os filhos em comunidade, nas redes sociais e em um site. 
Bernie é mãe de Marcos, de 9 anos, e Nico, de 5, enquanto Gonzalez é mãe de Sophia, de 7. A proposta de morarem juntas partiu de Bernie, que há anos tinha o desejo de viver em uma "comunidade de mães", em que as mulheres pudessem criar os filhos juntas e dividir as responsabilidades do dia a dia.
Como tudo começou 
A ideia de viver em comunidade com outras mulheres era um sonho antigo de Bernie, que começou na adolescência e ganhou força depois que estudou sociedades matriarcais e direitos humanos. "Essa visão se consolidou de verdade depois que me tornei mãe”, disse Bernie à revista People. 
Apesar de a ideia ter vindo da mãe de Marcos e Nico, Anabelle não aceitou a proposta de imediato. Na época, ela estava em um relacionamento e o formato de convivência não fazia sentido para aquele momento da sua vida. Depois do fim da relação, porém, Anabelle e Sophia se mudaram para o apartamento de dois quartos de Bernie.
"O peso da maternidade diminuiu"
O que começou como uma solução temporária logo mostrou que poderia funcionar para as duas famílias. A convivência fez com que Bernie e Anabelle decidissem procurar uma casa maior para dividir definitivamente, formando uma família de cinco pessoas. A família mora no bairro do Harlem, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. 
A mudança representou uma adaptação importante, já que a casa passou a reunir dois adultos e três crianças. "Embora tenha sido uma transição um tanto drástica, o peso da maternidade diminuiu imediatamente. Eu estava tão feliz. Era como fazer uma festa do pijama com a minha melhor amiga todas as noites, durante um período que também era muito difícil", afirmou Bernie. 
As mães começaram a compartilhar a sua rotina. À esquerda, uma foto de quando começaram a morar juntas e, à direita, um registro de como tem sido a experiência
Instagram/@berniesinclaire/Reprodução
As duas passaram a organizar a casa pensando no grupo como uma única família. As refeições são preparadas para todos, e boa parte das decisões sobre a rotina das crianças também é discutida em conjunto. Quando os filhos brigam, por exemplo, elas conversam para decidir se é melhor dar espaço, estabelecer alguma consequência ou ajudá-los a retomar a brincadeira.
Quando a questão envolve uma necessidade individual, porém, a mãe da criança assume a responsabilidade. Se uma delas está com dificuldades para fazer a lição de casa, por exemplo, é a própria mãe quem conversa sobre o assunto e decide como agir.
"Quando os pais acolhem os amigos dos filhos, transmitem uma mensagem silenciosa, mas muito importante", diz psicanalista
"Anabelle e eu nos comunicamos abertamente e não temos aquela camada de sexo e romance que muitas vezes complica um relacionamento. Essa barreira simplesmente não existe", explicou Bernie. As duas contam que já tiveram conversas difíceis sobre a criação dos filhos e sobre os conflitos entre as crianças, mas dizem que conseguiram manter uma relação sólida.
Uma nova rede de apoio
Uma das principais mudanças foi não precisar mais concentrar sozinha as tarefas domésticas e os cuidados com os filhos. "A mãe que cuida de mim me dá muito apoio com as tarefas domésticas e me oferece suporte emocional em um ambiente seguro e livre de estresse para voltar para casa, o que significa que consigo estar mais presente para meus filhos", contou Bernie. 
A percepção das mães é que os filhos estão crescendo diante de um exemplo diferente de parceria. A expectativa das mães é de que as crianças se lembrem de ter convivido com mães felizes, realizadas e com uma relação de parceria dentro de casa. 
A escolha definitiva veio depois do término do relacionamento de Anabelle e agora eles vivem como uma família de cinco pessoas
Instagram/@berniesinclaire/Reprodução
"Quero que elas vejam como é uma parceria justa, e não acho que precisem ver um homem fazendo isso para entenderem o que significa", disse Bernie. A mãe de Marcos e Nico também enxerga que habilidades como saber cuidar da própria casa e participar das tarefas domésticas são importantes para a vida adulta, e uma comunidade de mães pode ajudar a ensinar isso.
"Ganhamos na loteria"
O que começou como uma alternativa diante de dificuldades financeiras e de moradia acabou se transformando, para as duas, em uma maneira de construir a vida familiar. "Sinceramente, sentimos que ganhamos na loteria, que encontramos a chave definitiva para a maternidade: comunidade, sem a necessidade de um homem. Encontramos tanta alegria nisso que simplesmente rimos de quão incrível é”, afirmou Bernie.
A experiência também reforçou uma convicção de que as mães não precisam passar pela maternidade sozinhas. Para Bernie, confiar em outras mulheres e aceitar ajuda pode ser uma alternativa para quem não se identifica com o modelo tradicional de família.
"Meu instinto me dizia que mulheres protegem mulheres, mulheres cuidam de mulheres, mães cuidam de mães e que a irmandade é real. É um lembrete de que não estamos sozinhas e não precisamos fazer isso sozinhas”, ressaltou a mãe de Nico e Marcos.
Annabelle e Bernie percebem, agora, que construir uma família não precisa necessariamente seguir o roteiro tradicional. A escolha por compartilhar a experiência foi uma forma de mostrar que construir uma rede de apoio também pode ser uma escolha. 
"Embora vivamos em um mundo onde somos ensinadas a temer o desconhecido, ainda vale a pena sermos vulneráveis ​​com outras mulheres e outras mães. Eu nem tinha me dado conta de quão radical isso era, porque vinha sonhando com isso há muito tempo. Juntas, podemos compartilhar com pessoas ao redor do mundo que vale a pena sermos vulneráveis ​​pelas mulheres. E as crianças — elas merecem uma comunidade", declarou Bernie. 
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Mas, entre a brincadeira diante da câmera e o primeiro casting, existe um caminho que merece atenção. Uma experiência que pode ser divertida e estimular a criatividade e a expressão da criança também pode ganhar contornos menos saudáveis quando entram em cena a pressão por resultados, a preocupação excessiva com a aparência ou expectativas que, na verdade, são dos adultos.
Modelo da agência Max Fama em ação
Foto Gabriel Ribeiro | Booker Mel Gerly
Para Paulo, o ponto de partida deveria ser sempre o mesmo: a atividade precisa ocupar o lugar de entretenimento na vida da criança. “Quem conduz a carreira são os pais”, explica. E é justamente aí que mora uma responsabilidade importante: garantir que o desejo seja, de fato, da criança, que seus limites sejam respeitados e que a experiência não passe a determinar como ela se enxerga.
Antes de aceitar um convite para um casting ou procurar uma agência, portanto, há algumas perguntas que precisam ser feitas. O que observar em uma agência? Como saber se a proposta é séria? E como proteger a criança de cobranças e expectativas que não deveriam fazer parte dessa experiência? A seguir, especialistas explicam os principais cuidados que os pais devem ter.
1. O desejo é de quem?
Esta talvez seja a primeira, e mais importante, pergunta a ser feita: a criança demonstra interesse espontaneamente ou os adultos estão enxergando nela uma oportunidade que gostariam de viver? É natural que mães e pais percebam características nos filhos e se empolguem com a possibilidade de vê-los em campanhas, filmes ou desfiles. O problema começa quando o desejo do adulto passa a conduzir a experiência.
“Às vezes, a criança demonstra uma curiosidade pontual, enquanto os adultos começam a pesquisar agências, fazer contatos, organizar ensaios e projetar uma carreira. É preciso cuidado para que o desejo dos pais não seja apresentado à criança como se fosse um desejo dela”, analisa a psicóloga Reivani Buscacio, professora do curso de Psicologia da Universidade Veiga de Almeida (RJ).
Modelo da agência Max Fama em ação
Foto Gabriel Ribeiro | Booker Mel Gerly
Também é importante manter os pés no chão sobre as possibilidades de carreira. Na visão de Paulo, poucos são os que conseguem alcançar grande destaque no mercado. “É como uma escola de futebol: são poucos os que se destacam”, compara. 
Por isso, transformar o agenciamento em um projeto de sucesso ou, pior, em uma expectativa de retorno financeiro para a família, pode colocar sobre a criança uma pressão que ela não tem condições de carregar.
2. Afinal, o que ela quer?
Quando uma criança diz que quer ser modelo, vale ir um pouco além da frase e tentar entender o que, de fato, desperta seu interesse. Talvez ela goste de tirar fotos, experimentar roupas diferentes, desfilar, aparecer em vídeos, atuar ou simplesmente receber elogios. “Isso não significa que o desejo não seja verdadeiro. Significa que precisamos compreender o que está por trás dele e ajudá-la a encontrar experiências que façam sentido”, explica Buscacio.
Essa conversa também ajuda a evitar que uma curiosidade passageira se transforme, de imediato, em um compromisso. Na Agência Max Fama, Paulo conta que crianças e adolescentes podem ter contato com diferentes áreas, como passarela, teatro e produção de conteúdo. “Há ainda uma escola de modelos no centro de São Paulo. Além disso, promovemos aulões em todas as regiões do país”, conta.
Mais do que definir uma carreira, esse primeiro contato pode ser uma oportunidade para a criança experimentar diferentes formas de expressão e descobrir do que realmente gosta. E, nesse processo, a conversa em casa continua sendo fundamental.
3. Preparação para o casting
O primeiro casting pode ser apresentado como uma experiência nova: conhecer pessoas, tirar fotos, conversar e, quem sabe, experimentar uma atividade diferente. O que não deveria acontecer é chegar ao local com a sensação de que ser escolhido é o resultado esperado — ou, pior, uma espécie de prova de que ele ou ela “é bom o suficiente”.
No mercado, cada trabalho tem critérios diferentes. Uma criança pode ter o perfil ideal para determinada campanha e não para outra, sem que isso diga nada sobre seu talento, sua beleza ou seu potencial. Segundo Paulo, na agência, o contato com os pequenos acontece de maneira mais leve, com conversa, brincadeiras e perguntas sobre o que gostam de fazer.
Modelo da agência Max Fama em ação
Foto Gabriel Ribeiro | Booker Mel Gerly
Em alguns casos, até colocar uma música de que a criança goste pode ajudar a deixá-la mais à vontade. Por isso, a preparação para o casting não precisa ser um treinamento para “conseguir a vaga”, mas uma conversa sobre o que ela vai encontrar. Algo como: “Vamos conhecer como é. Pode ser divertido. Talvez escolham você para um trabalho, talvez escolham outra criança — e está tudo bem.”
4. Como ajudar a criança a lidar com o “não”
Nem todo casting termina em contratação, e isso pode ser um aprendizado importante, desde que o adulto ajude a criança a entender o que aquele “não” significa. “Uma criança precisa aprender progressivamente que ser escolhida ou não escolhida não define quem ela é. Isso vale para um teste de modelo, mas também para uma seleção esportiva, uma apresentação escolar ou qualquer outra situação em que exista avaliação”, diz Buscacio.
Nesse momento, a reação dos pais faz toda a diferença. Evite demonstrar decepção, criticar a aparência da criança ou partir imediatamente em busca do que ela “precisa melhorar”. Um casting atende às necessidades específicas de determinado trabalho: perfil, idade, características físicas, jeito de falar ou de se movimentar, por exemplo. Não ser escolhido para aquela vaga não é uma avaliação do valor, da beleza ou da capacidade da criança.
E, se ela ficar triste, tudo bem. Em vez de tentar apagar a frustração com um “não tem problema”, os pais podem acolher o sentimento e mostrar que uma recusa não precisa ser transformada em fracasso.
5. Quando elogio começa a virar pressão?
“Você nasceu para isso!”, “Olha como você é linda!”, “Você tem que aproveitar essa oportunidade!”: elogios e incentivos fazem parte do entusiasmo dos pais, mas merecem atenção quando começam a transmitir à criança que sua aparência ou a aprovação dos outros são as principais fontes de reconhecimento. Para quem trabalha com a própria imagem, esse cuidado é ainda mais importante.
“É importante ampliar o repertório. A criança não é apenas ‘a menina bonita’, ‘o menino fotogênico’ ou ‘a criança que foi escolhida’”, explica Buscacio. Por isso, além de elogiar uma foto bonita ou uma boa atuação, os pais podem reconhecer características que não dependem da aparência ou do resultado: criatividade, esforço, senso de humor, gentileza, coragem, curiosidade e tantas outras.
A ideia não é deixar de elogiar a beleza ou comemorar uma conquista. É fazer com que ela seja apenas uma parte — e não a medida — de como a criança aprende a enxergar o próprio valor.
Modelos da Agência Max Fama
Foto Gabriel Ribeiro | Booker Mel Gerly
6. Ela pode mudar de ideia — e isso precisa ser respeitado
A criança pode querer muito participar de uma sessão de fotos hoje e, amanhã, não querer mais. Pode chegar ao estúdio e ficar tímida, não gostar de determinada roupa ou pose, ou simplesmente perceber que aquela experiência não é para ela. Tudo isso precisa ser levado a sério.
Paulo afirma que, na agência, o bem-estar da criança é uma prioridade e que, se ela não quiser continuar uma atividade, a situação deve ser revista. “Se ela fizer uma foto e não quiser fazer mais, a gente muda”, resume.
Essa lógica também precisa começar em casa. O fato de os pais terem investido tempo, dinheiro ou criado expectativas não transforma a atividade em uma obrigação. Se aquilo deixou de ser divertido e passou a provocar sofrimento, ansiedade ou pressão, é hora de parar, conversar e reavaliar.
Gostar de ser modelo não significa precisar aceitar tudo o que acontece nesse universo. E aprender a dizer “não” também faz parte dessa experiência.
7. A carreira não pode ocupar todos os espaços da infância
Mesmo quando a criança gosta da atividade e começa a conseguir trabalhos, ela precisa de uma rotina que inclua escola, amigos, brincadeiras, descanso e outras experiências. “Conciliar os compromissos é uma responsabilidade importante dos pais. Dependendo do trabalho, pode haver exigências específicas, como documentação e acompanhamento da vida escolar. Além disso, a família precisa ter disponibilidade para os deslocamentos e compromissos”, explica Paulo.
Ter disponibilidade para acompanhar a criança, porém, não significa fazer com que toda a rotina gire em torno da carreira. Escola, amizades, brincadeiras e momentos de ócio continuam tendo seu espaço, e não devem ser tratados como obstáculos aos compromissos profissionais.
A experiência com a moda pode fazer parte da vida da criança sem ocupar todos os espaços ou se transformar em sua identidade. Afinal, antes de ser modelo, ela é criança e precisa ter a liberdade de descobrir quem é para além das câmeras. “O mais importante não é descobrir se seu filho tem perfil para ser modelo. É descobrir se essa experiência faz bem para ele”, finaliza Paulo.
Antes de levar seu filho a um casting, faça estas 8 perguntas
Ele realmente quer participar ou eu quero isso por ele?
Ele entende que pode não ser escolhido — e que isso não significa que há algo errado com ele?
Ele se sente confortável sendo fotografado, filmado ou avaliado?
Estou preparado para ajudá-lo a lidar com uma possível frustração sem transformá-la em uma questão de aparência ou autoestima?
Se amanhã ele disser “não quero mais”, vou respeitar?
Estou elogiando a criança como um todo ou principalmente a sua aparência?
Essa experiência está ampliando possibilidades para ela ou criando uma obrigação de corresponder a uma expectativa?
Ela continua tendo tempo para brincar, estudar, descansar e conviver com outras crianças?  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/ZSs6LUWXEiKf_RfBUmFSSknr61s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/k/J/nPhxmpTXCE4pnZ3Z7S6A/03.jpeg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:53:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Esposa de Taylor Lautner divide opiniões ao revelar como pensa em registrar a filha</title>  <atom:subtitle>Tay Lautner brincou que será "cancelada" se decidir dar à filha um nome que não seja "Taylor"</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/esposa-de-taylor-lautner-divide-opinioes-ao-revelar-como-pensa-em-registrar-o-filho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/esposa-de-taylor-lautner-divide-opinioes-ao-revelar-como-pensa-em-registrar-o-filho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/jdppaq5d8jW2Hhf2jzNfH-HAHrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/o/H/6MqJXFR9a8t71xkgtXFA/img-5631.jpg" /><br /> ]]>    O ator Taylor Lautner e a esposa, que também se chama Taylor Lautner, mais conhecida como Tay, estão a espera da sua sprimeira filha e já estão pensando em nomes. Em um episódio do podcast "Call Her Daddy", que foi ao ar na última quarta-feira (26), Tay revelou como estão pensando em registrar a pequena e dividiu opiniões.
O motivo? Estão pensando em nomear o bebê como Taylor também. Caso realmente baterem o martelo nessa decisão, os três teriam exatamente o mesmo nome: Taylor Lautner.
Taylor e Tay Lautner
Reprodução/Instagram
Durante o episódio, a apresentadora Alex Cooper questionou Tay se estavam pensando em registrar o filho com este nome. "Está entre as opções. Vamos descobrir quando o bebê nascer", respondeu ela. 
Tay comentou que sente “muita pressão para dar nome a um ser humano” e revelou que os fãs têm apoiado a ideia de chamar a menina de Taylor. "Eu sinto que, se eu não chamar minha filha de Taylor, a internet vai literalmente me cancelar. Vou ser cancelada", brincou.
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No entanto, ela não está convencida de que esse seja realmente o nome que as pessoas querem. “Mas eu fico pensando: gente, vocês realmente vão querer esse nome?”. E, embora estejam esperando uma menina, o casal já tinha um plano caso fosse um menino: o nome seria Taylor. “A gente sempre brincava que, se tivéssemos um menino, colocaríamos o nome dele de Taylor e o chamaríamos de T.J.”, compartilhou ela.
Tay também contou que há cerca de três a cinco nomes que ela e o astro de "Crepúsculo", de 34 anos, estão considerando enquanto aguardam a chegada do bebê.
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Opiniões divididas
A cena viralizou rapidamente e dividiu a opinião dos internautas. Alguns criticaram a decisão. "Por favor, não faça isso. E se vocês tiverem outro bebê? Aí vai ter que dar o nome de Taylor para todos os seus filhos. Simplesmente escolha outro nome para ela", escreveu um. 
"Imagina chamar por Taylor nessa casa", brinca outro. "Taylor pode ser uma ideia fofa para um nome do meio", sugere um terceiro. "Por que vocês não a registram como Bela?", questiona um quarto, em referência à protagonista de Crepúsculo.
Outros apoiaram a ideia. "Já que é assim... melhor seguir mesmo", diz um. "Adorei essa ideia! Por favor, façam isso", comenta outro. "Seria um momento de ciclo completo", afirma um terceiro. "Meu nome é Austin e eu namorei uma pessoa chamada Austin. Se tivéssemos um bebê, nós íamos dar a ele o nome Austin", compartilha mais um.
Gravidez nos holofotes
Tay anunciou a gravidez em março deste ano, agora, já está na reta final. Quando a notícia foi divulgada, ela sentiu que um peso foi retirado dos seus ombros.
“Acho que, sinceramente, eu estava muito preocupada que alguém fosse vazar”, admitiu Tay. “Fiquei um pouco traumatizada por causa do nosso casamento, porque alguém fotografou o momento do nosso primeiro encontro dos noivos antes da cerimônia. As fotos saíram no dia seguinte ao casamento, e foi a primeira vez que algo tão íntimo entre nós acabou vindo a público.”  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/jdppaq5d8jW2Hhf2jzNfH-HAHrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/o/H/6MqJXFR9a8t71xkgtXFA/img-5631.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:38:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Todas as aulas de balé nos últimos 9 meses me prepararam para aquele momento", diz bailarina após 24 horas de trabalho parto</title>  <atom:subtitle>Isabella Boylston, principal bailarina do American Ballet Theatre, contou detalhes do nascimento do primeiro filho e das primeiras semanas com o bebê</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/todas-as-aulas-de-bale-nos-ultimos-9-meses-me-prepararam-para-aquele-momento-diz-bailarina-apos-24-horas-de-trabalho-parto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/todas-as-aulas-de-bale-nos-ultimos-9-meses-me-prepararam-para-aquele-momento-diz-bailarina-apos-24-horas-de-trabalho-parto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/EDBM9Qq9WGGUzWeCPOAZJ_Qn7RA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/P/K/0nNByiTKem8vK5jH3CBw/bailarina.jpg" /><br /> ]]>    A bailarina americana Isabella Boylston (@isabellaboylston), de 39 anos, se tornou mãe pela primeira vez em 26 de junho deste ano. Principal bailarina do American Ballet Theatre, companhia de Nova Iorque, ela e o marido, Daniel Shin, deram as boas-vindas ao filho, Magnus Jaejin Boylston Shin.
"Todas as aulas de balé que fiz nos últimos 9 meses me prepararam para aquele momento", diz bailarina americana após 24 horas de parto
Reprodução/Instagram
A chegada da maternidade aconteceu para Isabella depois de quase 20 anos de carreira no balé. Ao longo da gravidez, Isabella continuou dançando e falou abertamente sobre as mudanças no corpo e sobre o desafio de conciliar a gestação com a carreira. 
Em um texto publicado no Substack, plataforma de publicação de textos e newsletters, chegou a contar que, em quase duas décadas no American Ballet Theatre, tinha visto apenas três ou quatro primeiras bailarinas se tornarem mães e continuarem suas carreiras na companhia. Agora, depois do nascimento do filho, voltou à plataforma para compartilhar um relato sobre o parto. 
Isabella Boylston se tornou mãe pela primeira vez após quase 20 anos de carreira no balé
Instagram/Reprodução
O susto durante a indução
A preparação para o nascimento começou dois dias antes da data prevista para o parto, quando Isabella foi ao hospital para iniciar a indução. Ela recebeu um cateter de Foley, dispositivo usado para ajudar na dilatação do colo do útero. Pouco depois, a bolsa se rompeu e a ocitocina, hormônio que estimula as contrações do útero, começou a ser administrada.
As contrações ficaram cada vez mais dolorosas. Isabella contou que resistiu à epidural porque queria continuar se movimentando pelo maior tempo possível. "Minhas contrações ficaram tão dolorosas que eu tremia violentamente, com os dentes batendo, e mal conseguia falar", contou a bailarina. Quando percebeu que a dor já não permitia isso, pediu a anestesia.
À meia-noite, ela estava com 4 cm de dilatação. O cateter saiu e a dor diminuiu o suficiente para que conseguisse cochilar.
Por volta das 3h, enquanto uma enfermeira mudava sua posição na cama, o monitor começou a emitir um alerta. A frequência cardíaca do bebê havia caído. A equipe entrou rapidamente no quarto e chegou a se preparar para uma cirurgia de emergência.
O momento também assustou Daniel, que chegou a desmaiar. Por causa da anestesia, Isabella teve náuseas e vomitou. A equipe decidiu interromper a ocitocina e observar se os batimentos do bebê se estabilizariam.
A frequência cardíaca se estabilizou e a cirurgia não foi necessária. "Acho que a dor extrema muda sua experiência a ponto de você abrir mão da necessidade de controle — ou, pelo menos, da ilusão de que qualquer coisa está sob seu controle", disse Isabella. 
Isabella com a equipe médica que, nas suas palavras, foram essenciais para os momentos difíceis do seu parto
Substack/Reprodução
O nascimento de Magnus
Pela manhã, a dilatação ainda não havia avançado muito. A equipe passou a usar uma bola inflável em formato de amendoim para ajudar Isabella a encontrar posições que favorecessem a descida do bebê. Às 13h30, ela estava totalmente dilatada e a cabeça de Magnus havia chegado à posição adequada para o nascimento.
Isabella teve um parto com mais de 24 horas de indução
Substack/Reprodução
"Todos os 'Swan Lakes' que ensaiei e todas as aulas de balé que fiz nos últimos 9 meses tinham me preparado para aquele momento", escreveu a bailarina.
Depois de cerca de 30 minutos fazendo força, Magnus nasceu. Segundo informações da revista PEOPLE, o bebê nasceu com 3,4 kg e 52 cm, depois de uma indução que durou 24 horas. O parto aconteceu no New York Presbyterian Hospital, em Nova Iorque.
"A euforia de senti-lo deitado no meu peito pela primeira vez, chorando e olhando para mim — desculpe pelo clichê — foi o momento mais profundamente incrível da minha vida", descreveu Isabella.
Magnus nasceu com pouco mais de 3 kg
Substack/Reprodução
A tensão permaneceu após o parto
As horas seguintes ao nascimento ainda foram difíceis. Durante a primeira noite no hospital, a pressão arterial de Isabella ficou muito alta, e ela chegou a desmaiar repetidamente ao tentar ir ao banheiro. Com possibilidade de pré-eclâmpsia, começou a tomar medicação para controlar a pressão e precisou chamar uma enfermeira antes de sair da cama.
O medo também afetou o sono. "Fiquei com tanto medo de dormir enquanto o Magnus dormia que o enviei para o berçário durante a noite, onde ele poderia ser monitorado por profissionais a todas as horas", contou Isabella.
A amamentação também foi dolorosa
A primeira tentativa de amamentação aconteceu cerca de 30 minutos depois do nascimento. Magnus procurou o peito de Isabella e o colostro começou a sair.
Antes do parto, a bailarina havia decidido tentar amamentar, mas sem se obrigar a continuar caso a experiência se tornasse difícil. "Fiquei irritada com a quantidade ridícula de pressão que a sociedade exerce sobre as mães para que façam tudo de uma determinada maneira", escreveu Isabella. 
Nos dois dias seguintes, porém, a experiência se tornou extremamente dolorosa. Mesmo depois de duas consultas de lactação, Isabella estava com os mamilos cheios de bolhas e sangrando. "É claro que isso me fez lembrar de todas as vezes em que dancei com os dedos dos pés sangrando e supurando, cerrando os dentes para suportar a dor. Acontece que há muitos paralelos entre os sacrifícios exigidos tanto das mães quanto das bailarinas", disse.
A amamentação e as primeiras noites foram momentos desafiadores para os pais de Magnus
Substack/Reprodução
Pouco mais de duas semanas depois do nascimento, a dor ainda estava presente, embora mais suportável. O leite também vazava com frequência e chegava a molhar roupas e lençóis.
"Depois que você dá à luz e provavelmente passou um ou dois dias acordada e morrendo de fome, tudo o que quer é dormir por 10 horas. Em vez disso, a natureza exige que, com seu corpo ainda doendo e sangrando, você passe a alimentar o bebê 24 horas por dia, enquanto seus mamilos estão acabando com você", disse Isabella. 
Apesar das dificuldades, as mamadas durante a madrugada se tornaram um dos momentos preferidos com o filho. "Nada me dá tanto prazer quanto olhar para o seu rosto pequeno e perfeito e segurá-lo perto de mim depois que o amamento no meio da noite", escreveu a bailarina.
A gravidez em meio ao balé
A gestação aconteceu enquanto o balé continuava fazendo parte da rotina da bailarina. Antes de engravidar, Isabella dançava seis dias por semana e tinha ensaios que podiam chegar a oito horas. Durante a gravidez, passou a fazer aulas duas ou três vezes por semana e adaptou os movimentos para continuar dançando com conforto e segurança.
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Aos três meses de gestação, Isabella também participou de uma apresentação de O Quebra-Nozes. "Foi muito emocionante ouvir o adágio mais romântico de Tchaikovsky crescendo no fosso da orquestra enquanto eu me apresentava para uma casa lotada, tudo isso enquanto meu bebê estava secretamente no palco comigo", escreveu Isabella em um artigo para a Vogue.
No mesmo texto, a bailarina também falou sobre a influência da mãe em sua trajetória. Criada em Sun Valley, Idaho, Isabella contou que a mãe nasceu em uma pequena comunidade na Suécia, perto do Círculo Polar Ártico. A mãe se tornou engenheira elétrica e foi a primeira pessoa da família a concluir a universidade. Para Isabella, a determinação da mãe foi uma das características que levou para a própria carreira.
Dançar Quebra-Nozes aos 3 meses foi descrito por Isabella como uma das coisas mais difíceis que ela já fez em sua carreira
Instagram/Reprodução
Os primeiros dias em casa
Depois da alta, o cansaço passou a fazer parte da rotina. Isabella contou que havia sido avisada pelas enfermeiras sobre a melancolia pós-parto, mas as primeiras semanas em casa foram mais difíceis do que imaginava.
"Embora minha gravidez e parto tivessem corrido da forma mais tranquila que eu poderia ter sonhado, eu estava simplesmente exausta, com dor e acabada. As lágrimas vinham livremente, várias vezes ao dia, sem motivo específico", desabafou Isabella. 
O apoio do companheiro foi essencial na rotina dos primeiros dias com Magnus em casa
Substack/Reprodução
O sono continuou sendo uma preocupação. Quando a noite chegava, ela tinha medo de fechar os olhos e deixar de observar Magnus.
A médica que acompanhou o parto, Caitlin Baptiste, entrou em contato para saber como Isabella estava e orientou que ela procurasse aconselhamento caso o medo persistisse. Com o apoio de Daniel e da mãe, o sono começou a melhorar.
Ainda assim, a preocupação com o filho permaneceu. "De longe, a coisa mais intensa de todas sobre ser mãe é que sempre terei uma sensação de ansiedade em segundo plano pela segurança e bem-estar do meu precioso filho", contou a bailarina.
Isabella compartilhou o processo da gravidez ao longo dos meses nas suas redes sociais
Instagram/Reprodução
O retorno de Isabella ao American Ballet Theatre está previsto para a temporada 2026-2027. A pausa para a chegada do bebê acontece no ano em que a bailarina completaria 20 anos na companhia e a celebração foi adiada para a temporada de verão de 2027.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/EDBM9Qq9WGGUzWeCPOAZJ_Qn7RA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/P/K/0nNByiTKem8vK5jH3CBw/bailarina.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:01:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe flagra animal de grande porte dentro de condomínio ao sair para colocar lixo na rua: "Assustador"</title>  <atom:subtitle>A mãe de oito filhos disse temer pela segurança das crianças após fotografar o que parece ser uma pantera dentro do condomínio onde mora, na Inglaterra</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-flagra-animal-de-grande-porte-dentro-de-condominio-ao-sair-para-colocar-lixo-na-rua-assustador.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-flagra-animal-de-grande-porte-dentro-de-condominio-ao-sair-para-colocar-lixo-na-rua-assustador.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/LhV1B-oxgvhcWozM8WBZ6a8-5VM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/O/w/F8WKR8QMq7QvW2xGaSMA/pantera.jpg" /><br /> ]]>    Uma mãe apavorada se deparou com um enorme animal preto, que ela acredita ser uma pantera, rondando perto de sua casa. Clare Hodges, de 51 anos, tinha saído para colocar o lixo para fora quando um barulho chamou sua atenção na área de Ryehill, em Northampton, na Inglaterra, Reino Unido. 
'Gatola da Cartola' assusta crianças após vídeos de IA viralizarem e polícia faz alerta
Esperando ver uma raposa que costuma visitar a vizinhança, a mãe de oito filhos avistou, em vez disso, uma grande criatura preta com uma longa cauda a poucos metros das casas próximas. Clare conseguiu tirar uma foto antes de correr de volta para dentro, onde mostrou a imagem assustadora ao seu parceiro, Joseph. 
Mãe flagra pantera dentro de condomínio ao sair para colocar lixo na rua
Reprodução/Mirror
“Foi aterrorizante. Eu estava colocando o lixo para fora quando ouvi um barulho atrás de mim. Os vizinhos estavam deixando um pouco de carneiro cru para uma raposa fêmea adorável que temos na área no momento, e estávamos tentando tirar uma foto dela há algum tempo, então eu já estava com a câmera pronta. Pensei que fosse a raposa e me virei para tirar uma foto rápida, e em um segundo ou dois pensei: 'Putz, o que é aquilo?'.”
"Era muito grande e eu corri para dentro de casa mais rápido do que jamais corri na vida, fechei a porta e mostrei para meu parceiro, Joseph. A princípio, pensei que pudesse ser um cachorro grande, como um dálmata sem manchas, mas depois vimos que o rabo não era nada parecido com o de um cachorro."
Clare diz estar assustada com o que pode estar rondando tão perto das casas das famílias. Ela contou ao Sell Your Story: “É realmente assustador o quão perto das casas ele chegou. As panteras podem ser extremamente rápidas e poderiam ter atacado qualquer um de nós se quisessem. Estou preocupada com a segurança da minha filha e de outras crianças da região.”
Mãe mora em condomínio
Reprodução/Mirror
“Ela vive isolada em sua própria bolha devido ao autismo, então está muito atenta ao perigo. Outra coisa estranha é que todos os gatos da região não tinham saído de casa nos dias anteriores ao ocorrido. Então, me pergunto se a raposa está por ali há algum tempo. Acho que ela deve ter sido atraída pela carne que estava na rua para ela.”
Clare acredita que o animal pode ter vindo da Floresta de Harlestone Firs, uma grande área arborizada a alguns quilômetros de sua casa, onde, segundo ela, já houve rumores de avistamentos de grandes felinos. Ela acrescentou: "Já houve rumores de avistamentos de grandes felinos por lá, mas o que preocupa é a distância que ele percorreu em direção a uma área urbanizada. É uma área tranquila, mas ainda assim há muitas casas e apartamentos, então é extremamente preocupante."
Mas nem todos se convenceram com a foto extraordinária de Clare depois que ela a compartilhou online, com alguns questionando se a imagem havia sido criada usando inteligência artificial. Clare insiste que a fotografia é genuína. Ela disse: “Depois, postei a imagem na minha página do Facebook e, enquanto algumas pessoas ficaram maravilhadas, outras não acreditaram em mim.
"Alguns disseram que era inteligência artificial, mas na verdade não é —  eu não saberia como fazer isso de qualquer forma e não tenho tempo. Mas as pessoas podem pensar o que quiserem, mas nós sabemos o que vimos. Muitas pessoas apontaram as características semelhantes às de uma pantera. Algumas disseram que nunca tinham visto uma imagem tão nítida de um felino de grande porte antes e nunca tão perto de casas."
Mãe flagra pantera dentro de condomínio ao sair para colocar lixo na rua
Reprodução/Mirror
O especialista em grandes felinos Tim Whittard disse: "Se for autêntico, isso mostra um felino de grande porte alarmantemente perto de casas de pessoas." O suposto avistamento ocorre apenas algumas semanas depois de outro grande felino ter sido visto em outro local em Northamptonshire.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/LhV1B-oxgvhcWozM8WBZ6a8-5VM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/O/w/F8WKR8QMq7QvW2xGaSMA/pantera.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:34:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>“Ele nos ensina a viver o impossível todos os dias”, diz mãe de menino que nasceu sem braços e pernas no Paraná</title>  <atom:subtitle>Com uma rotina intensa de terapias, José, 2 anos, de Curitiba (PR), conquista novas habilidades e ganha autonomia a cada dia. A história do menino também levou a mãe, Débora Bonini, a compartilhar sua experiência nas redes sociais e a acolher famílias após um diagnóstico</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/ele-nos-ensina-a-viver-o-impossivel-todos-os-dias-diz-mae-de-menino-que-nasceu-sem-bracos-e-pernas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/ele-nos-ensina-a-viver-o-impossivel-todos-os-dias-diz-mae-de-menino-que-nasceu-sem-bracos-e-pernas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/7E_Y3wmf1izPoyZLVA9y1RVQuzY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/a/0/5NtD9RQHK00d7Lb6GwnQ/bebe.jpg" /><br /> ]]>    Quando a história de José Bonini Becher foi contada pela CRESCER, ele ainda era um bebê de poucos meses. Nascido com focomelia, condição que fez com que não desenvolvesse os braços e as pernas, ele conquistou os leitores e a web com seu sorriso. Aos 2 anos, o menino está descobrindo novas formas de se comunicar e interagir com o mundo: começou a falar as primeiras palavras, adora imitar o que vê e gosta de estar perto de outras crianças.
Mãe surpreende ao revelar quanto seu bebê recebeu para atuar em série famosa da Netflix
“Ele está em uma fase muito gostosa. A lembrança mais marcante para mim foi quando segurou a mamadeira sozinho pela primeira vez. Naquele momento, entendi que ele daria conta de tudo”, relembra a mãe, Débora Bonini, 27 anos, criadora de conteúdo.
“Ele nos ensina a viver o impossível todos os dias”, diz mãe de menino que nasceu sem braços e pernas
Arquivo pessoal
Rotina de terapias, brincadeiras e novas conquistas
A rotina de José é bastante movimentada e inclui diferentes atividades voltadas ao seu desenvolvimento. Ele frequenta uma ONG, onde faz fisioterapia e participa de atividades pedagógicas. Também faz psicomotricidade aquática para estimular habilidades motoras, equitação, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional.
“As terapias são o principal apoio para que ele se desenvolva. A rotina é bastante corrida. São muitos aprendizados no dia a dia, e ele já sabe o que quer e consegue se expressar bastante”, explica a mãe, que mora em Curitiba (PR).
Recentemente, José deu os primeiros passos com a ajuda de um dispositivo criado pelo pai, Nicolas Becher, para que pudesse se apoiar e se movimentar.
“Eu só vejo a força dele. Foi difícil, ele chorou e se frustrou, mas tentou até conseguir. Também está se adaptando às próteses nos braços. Cada degrau e cada passinho que ele dá é celebrado com entusiasmo”, conta.
'Eu me descobri'
A chegada de José também transformou Débora. Antes acostumada a pensar muito no futuro, ela diz que passou a enxergar a vida de outra maneira. “Eu vivia pensando no que eu faria. Hoje, vivo com um propósito. Sei que tenho um motivo para estar aqui, que Deus me deu o José para eu cuidar dele.”
Nesse processo, ela também descobriu uma nova versão de si mesma. Para acompanhar o filho, deixou o emprego quando José nasceu. Como ele faz terapias praticamente todos os dias, os cuidados ocupam boa parte do seu tempo.
“Eu me descobri. Hoje trabalho com redes sociais, gosto de compartilhar a nossa história e encontrei ali uma nova possibilidade de trabalho para ajudar a minha família”, complementa.
Com a mãe
Arquivo pessoal
Um novo olhar sobre as diferenças
Com o tempo, Débora também passou a receber mensagens de mães que se identificavam com a história de José. Algumas entraram em contato logo após receber o diagnóstico de uma condição de saúde e encontraram no perfil da família uma referência para aquele momento.
Ela acredita que compartilhar a rotina do filho também pode contribuir para a inclusão. “É preciso ensinar as pessoas a lidarem com a situação. Já ouvi palavras que me magoaram, mas acredito que seja mais por falta de conhecimento do que por preconceito.”
Com o pai
Arquivo pessoal
Dentro de casa, a deficiência nunca foi vista como algo que definisse José. Para Débora, a chegada do filho também mudou a forma como a família encara a vida. “José não apenas mudou a nossa rotina, mas ampliou o nosso olhar. Ele nos tirou da nossa bolha e nos ensinou sobre força, amor verdadeiro e a capacidade de viver o impossível todos os dias”, conclui.
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Mãe faz desabafo hilário em vídeo viral: “12 anos e continua me acompanhando no banheiro”
Reprodução/redes sociais
No vídeo, que viralizou rapidamente, ela diz: “Quando é pequenininha, você está no banheiro e a criança fica do lado. Você acha que melhora com o tempo? Agora tem 12 anos. Continua aqui do lado. Estou aqui tendo o meu momento e ela gosta de ficar aqui do meu lado”, brinca a mãe, enquanto a menina parece incrédula pelo fato de ela estar filmando. 
A cena provocou identificação imediata entre outras mães, que contaram experiências semelhantes nos comentários. Em entrevista a CRESCER, Mariana conta que o episódio aconteceu durante uma viagem das duas. Como estavam passando praticamente o tempo todo juntas, ela acreditou que finalmente teria alguns minutos sozinha ao entrar no banheiro.
“Eu fico com ela 24 por 48 horas, sem desgrudar um segundo. A gente já tinha passado horas e horas e horas juntas, conversando. Aí eu entrei no banheiro, peguei meu celular e falei: ‘Agora é meu momento, eu posso ficar aqui no celular, conversar com quem eu quiser, fazer o que eu quiser’”, relata.  Outros vídeos das duas já viralizaram antes e apareceram aqui na CRESCER. 
Mas a expectativa durou pouco. Carolina entrou no banheiro e começou a contar para a mãe o que estava acontecendo. “Ela entrou já falando: ‘Não, porque aconteceu isso, porque não sei o quê...’. Aí eu peguei o celular e comecei a gravar”, explica. 
Segundo Mariana, a situação não é exatamente uma novidade na rotina das duas. “Quando ela quer falar e eu estou no banheiro, ela simplesmente entra, independentemente do que eu esteja fazendo, e começa a falar”, diz. 
Genética?
A descoberta mais engraçada veio quando Mariana percebeu que ela mesma repete o comportamento com a própria mãe. “Eu fui parar para pensar que eu super faço isso com a minha mãe também. Às vezes, minha mãe está no banheiro, eu falo ‘mãe, não sei quem...’ e começo a conversar com ela”, admite.
A constatação fez a jornalista enxergar a situação de outra maneira. Afinal, talvez o banheiro seja apenas mais um lugar em que mães e filhas continuam compartilhando a rotina — mesmo quando a filha já não é mais criança.
Mas houve outro detalhe que chamou bastante atenção no vídeo viral: a semelhança física entre a mãe e a filha. “Impressionante também como são parecidas”, comentou uma pessoa. Outra brincou: “Gente, por que ela do futuro está no banheiro com ela do passado?”. Já outro comentário dizia: “Mulher, você pariu você mesma”.
Mariana diz que nem sempre consegue enxergar a semelhança. “Eu já ouvi muitas vezes pessoas falando que nunca viram uma mãe e uma filha tão parecidas assim. Muitas vezes, eu não acho a gente tão parecida fisicamente, mas nesse vídeo a gente está muito parecida mesmo”, afirma. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Tb6x3lkkRqPpT2a8gs21NCllhb4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/B/F/BMegSlSyyB0GBEPCBBzA/banheiro.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:08:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe viraliza com detalhe inusitado que filha herdou do pai: “Só emprestei a barriga”, brinca </title>  <atom:subtitle>Ao olhar o rosto, já dá para notar os traços bem parecidos. Mas espere só até ver o dedinho do pé da pequena Lavínia...</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-viraliza-com-detalhe-inusitado-que-filha-herdou-do-pai-so-emprestei-a-barriga-brinca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-viraliza-com-detalhe-inusitado-que-filha-herdou-do-pai-so-emprestei-a-barriga-brinca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/u8rfILvVRIwxxqUmFA13LDdyDEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/M/r6pVodTDWkXKZ3Immslw/pe.jpg" /><br /> ]]>    Algumas crianças parecem mesmo ser cópias em miniatura dos pais. É o caso de Lavínia, 1 ano e 3 meses, de Indaiatuba (SP). A semelhança com o pai é evidente pelos traços do rosto. O que a família não esperava é que ela viria com o mesmo dedinho do pé. O dele é levemente encurvado para dentro. O da filha é idêntico. 
Detalhe no pé do pai e da bebê viralizou
Reprodução/Instagram
Em um vídeo, a mãe, Beatriz Oliveira, 28, registrou como os dois se parecem e, em certo momento, direciona a câmera para o pé da filha, para mostrar o dedinho. Logo depois, compara com o pé do marido, Diego Montich, 29, e revela que ele tem exatamente a mesma característica.
Segundo Beatriz, as semelhanças entre Lavínia e Diogo eram evidentes desde o parto, mas o detalhe do dedinho foi percebido quando a menina tinha cerca de 7 meses, assim que começou a engatinhar. Ela explica que o dedinho encurvado é apenas uma característica normal e não interfere nos movimentos ou na rotina da filha. 
Beatriz não tem dúvidas de quem Lavínia puxou. “Herdou tudo dele. Eu só emprestei a barriga”, brinca, em entrevista a CRESCER. Além das características físicas, os dois têm comportamentos semelhante e vivem juntos. “São muito grudados. Ela é uma mini Dieguinha”, brinca. 
O vídeo conquistou a internet rapidamente. “Viralizou muito rápido! Em menos de 24 horas tinha 2 milhões de visualizações”, conta ela. Nos comentários, o dedinho virou motivo de brincadeiras entre os internautas. Entre as mensagens que mais divertiram a família estão comentários dizendo que o dedo “desmaiou” e até um trocadilho, dizendo que aquele era um verdadeiro “Teste de ‘Pé-N-A’”.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/u8rfILvVRIwxxqUmFA13LDdyDEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/M/r6pVodTDWkXKZ3Immslw/pe.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:07:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Gatola da Cartola' assusta crianças após vídeos de IA viralizarem e polícia faz alerta</title>  <atom:subtitle>Imagens do personagem do livro infantil de Dr. Seuss repercutiram nas redes sociais, fazendo com que forças policiais do Reino Unido e da Irlanda precisassem divulgar comunicados esclarecendo que os vídeos são falsos</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/gatola-da-cartola-assusta-criancas-apos-videos-de-ia-viralizarem-e-policia-faz-alerta.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/gatola-da-cartola-assusta-criancas-apos-videos-de-ia-viralizarem-e-policia-faz-alerta.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/VrEN13lZKE1MivfF5kxvvxOBNAU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/e/l/tBoLmoTRWAkwFzTPPPZg/780443766-2099256344292499-123608228866935022-n-7775-e1787657567536.webp" /><br /> ]]>    Imagens virais que mostram o Gatola da Cartola, personagem do livro infantil de Dr. Seuss, caminhando pelas ruas durante a noite, têm assustado crianças e adolescentes do Reino Unido. As publicações, que já foram vistas por milhões de pessoas, convenceram alguns jovens de que havia uma pessoa fantasiada como o personagem que poderia aparecer a qualquer momento. No entanto, as imagens não são reais.
Mas, a repercussão foi tanta que forças policiais do Reino Unido e da Irlanda precisaram divulgar comunicados esclarecendo que as imagens e os vídeos são falsos, feitos por inteligência artificial.
Vídeos de IA do Gatola na Cartola assustaram crianças e adolescentes
Reprodução
Basta uma rápida passada pelo TikTok para encontrar diversos perfis — muitos criados nas últimas semanas — compartilhando fotos e vídeos de um misterioso gato preto e branco usando o icônico chapéu listrado de vermelho e branco do personagem.
Há vídeos de pessoas fantasiadas de 'O Gatola da Cartola' com legendas ameaçadoras, como: "Kent, estou chegando. Tranque as portas". Outros vídeos mostram o personagem na câmera de segurança do lado de fora das casas. Uma publicação mostra uma lista de nomes na tela, revelando as crianças que ele irá perseguir essa noite, no fundo, o personagem aparece dançando. Uma das postagens já alcançou mais de 14 milhões de visualizações.
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A brincadeira ganhou força quando outros usuários passaram a repostar esses vídeos, acrescentando legendas e marcando diferentes cidades e regiões do Reino Unido. 
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Além disso, uma publicação no X que parece ter impulsionado a notícia falsa. Em 8 de agosto, o perfil DiscussingFilm, um site especializado em cultura pop, informou que o figurino original do personagem estava sendo leiloado pela Propstore. Por isso, muitas pessoas acreditaram que alguém realmente pudesse ter comprado o figurino original e passado a rondar as ruas fantasiado.
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'Fiquei apavorada'
Não só as crianças, como os adolescentes também se assustaram com as cenas, um deles é Skye, de 16 anos.
"Ele é muito assustador. Eu estava dormindo na casa de uma amiga. Mas todo mundo começou a assistir a vídeos do 'Gatola da Cartola'. Já eram três da manhã e eu só queria ir para casa. Quando comecei a caminhar pela entrada da casa da minha amiga, fiquei apavorada, achando que o Gato ia aparecer do nada. Tive que ligar para a minha mãe ir me buscar", conta Skye, em entrevista à BBC.
Imagens do Gatola da Cartola viralizaram
Reprodução
Emily, uma mãe escocesa, diz que a tendência a fez lembrar do "Desafio da Momo", que viralizou em 2019. Na época, haviam boatos nas redes sociais alegando que uma figura assustadora incentivava crianças e adolescentes a cumprir desafios perigosos. 
No entanto, as autoridades não encontraram nenhuma evidência de que o Momo estivesse realmente ligado a casos de automutilação entre crianças, embora as imagens assustadoras tenham causado medo e preocupação em muitas famílias.
"Não estou preocupada com as minhas filhas", afirma Emily. "O que me preocupa é que pessoas mal-intencionadas possam se aproveitar dessa tendência para manipular adolescentes."
Polícia afirma que vídeos são feitos com IA
Polícia irlandesa confirma que imagens foram feitas por IA
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Muitas das imagens geradas por inteligência artificial têm como cenário os condados irlandeses de Limerick e Wexford, onde vídeos supostamente mostrariam o 'Gatola da Cartola' vagando pelas ruas durante a noite. No entanto, em Wexford, a polícia rapidamente desmentiu os supostos avistamentos e confirmou que as imagens haviam sido criadas com inteligência artificial.
Mesmo assim, fotos e vídeos continuam circulando nas redes sociais, acompanhados de alegações sem qualquer comprovação de que o 'Gatola na Cartola' estaria envolvido até mesmo em ataques violentos.
Na Inglaterra, a Polícia de South Yorkshire também precisou desmentir publicações que afirmavam que um "Gatola da Cartola assassino" havia sido visto na região. Os vídeos sobre os supostos avistamentos já acumularam centenas de milhares de visualizações no TikTok. Além disso, começou a circular uma publicação falsa no Facebook que imitava um comunicado oficial da corporação e dava a entender que a polícia estava tratando os rumores como verdadeiros.
Em resposta, um porta-voz da Polícia de South Yorkshire alertou, à BBC: "Se você encontrar publicações nas redes sociais com supostas atualizações ou orientações da polícia, verifique se elas realmente foram publicadas por um perfil oficial. Neste caso, o gato não saiu do chapéu... Não acredite em tudo o que você vê nas redes sociais."
Até o momento, todas as evidências apontam que o Gato de Chapéu não está realmente vagando pelas ruas. O fenômeno parece ser resultado da combinação de imagens de um figurino original colocado em leilão, vídeos de pessoas fantasiadas, conteúdo criado por inteligência artificial e publicações sem qualquer verificação.
Se tudo começou como uma brincadeira ou como uma tentativa deliberada de assustar e manipular adolescentes ainda não está claro. Mas, a recomendação das autoridades dos dois países é a mesma: 
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Confirme a informação em perfis oficiais da polícia
Desconfie de convites para encontrar desconhecidos — principalmente à noite ou em locais isolados  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/VrEN13lZKE1MivfF5kxvvxOBNAU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/e/l/tBoLmoTRWAkwFzTPPPZg/780443766-2099256344292499-123608228866935022-n-7775-e1787657567536.webp" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 22:57:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bebê nasce em poucos minutos e surpreende mãe: "Eu achei que o meu corpo ia me dar sinais"</title>  <atom:subtitle>Maria Eduarda estava na maternidade após horas de contrações quando sentiu uma pressão diferente e, poucos minutos depois, Maitê nasceu</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/bebe-nasce-em-poucos-minutos-e-surpreende-mae-eu-achei-que-o-meu-corpo-ia-me-dar-sinais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/bebe-nasce-em-poucos-minutos-e-surpreende-mae-eu-achei-que-o-meu-corpo-ia-me-dar-sinais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/zeKVXTTlgw6MiMZchgIq2H4u7oc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/t/a/iSHnxVQ6mYuRjHBxirBA/partojato.jpg" /><br /> ]]>    Maitê nasceu tão rápido que Maria Eduarda Bueno (@duda_bueeno), de 22 anos, mal percebeu que a filha estava prestes a chegar. Já na maternidade, na cidade de Joinville, em Santa Catarina, a mãe havia recebido analgesia e conseguido descansar após horas de contrações. Quando acordou, sentiu uma pressão diferente, voltou para a maca e, em poucos minutos, deu à luz sem sentir as dores que imaginava para aquele momento.
A velocidade da última etapa do parto de Maitê surpreendeu a todos no hospital e vídeo viralizou nas redes sociais
Maria Eduarda Bueno/Arquivo pessoal
Jovem tem parto a jato na escola onde trabalha, com ajuda dos funcionários: "Um mês antes"
A cena foi registrada pela doula e enfermeira obstetra Nicole Heggdorne (@nicole_heggdorne), que acompanhava Maria Eduarda desde o início da gestação. Ao perceber que Maitê já havia nascido, a mãe ficou perplexa. "Gente, me ajuda, o que que eu faço? Doutor do céu. Mentira, gente, como assim! Filha!", disse Maria Eduarda, já com a filha nos braços. Publicado nas redes sociais, o vídeo viralizou e já soma 1 milhão de curtidas.
Um dia inteiro de contrações
Maria Eduarda acordou por volta das 5 horas da manhã de 20 de junho, um sábado, com uma cólica. Como não tinha apresentado outros sinais, não imaginou que o parto estivesse próximo. Por volta das 7 horas, porém, as dores ficaram mais frequentes e ela chamou o marido, Vinicius.
Como as contrações ainda eram irregulares, os dois permaneceram em casa e mantiveram contato com Nicole. Por volta das 13 horas, a doula foi até a residência para avaliá-la. Maria Eduarda estava com cerca de 1 a 2 centímetros de dilatação e ainda não havia indicação de ir para a maternidade.
À tarde, as dores ficaram mais fortes e, por volta das 19 horas, ela já estava bastante desconfortável. "Eu lembro que, quando levantei da cama, eu vomitei muito de tanta dor que eu estava sentindo já", diz Maria Eduarda em entrevista à CRESCER.
Nicole voltou à casa da família no início da noite. Maria Eduarda estava no banho quando ela chegou, tentando aliviar as contrações. Depois de uma nova avaliação, a profissional conversou com Vinicius e orientou que era hora de seguir para a maternidade.
Maitê nasceu em poucos minutos
Durante a gestação, Maria Eduarda havia se preparado para o nascimento. Queria um parto normal e tinha aprendido com Nicole técnicas de respiração para lidar com as contrações. Também esperava reconhecer os sinais de que Maitê estava prestes a nascer.
O casal chegou à maternidade por volta das 22 horas. Maria Eduarda estava com dores fortes e queria receber analgesia para conseguir descansar.
A analgesia foi feita pouco depois da internação. Nicole planejava deixá-la descansar por cerca de uma hora e, depois, aproveitar o alívio da dor para ajudá-la a caminhar e fazer exercícios que favorecessem a evolução do trabalho de parto.
Não foi preciso. Maria Eduarda deitou e dormiu profundamente. Enquanto ela descansava, Nicole e Vinicius chegaram a imaginar que ainda passariam várias horas no hospital. Depois de aproximadamente uma hora, porém, Maria Eduarda começou a acordar e sentiu que algo estava diferente.
Pouco antes de Maitê nascer, Maria Eduarda ainda estava de pé e fazendo algumas movimentações indicadas pela equipe médica
Instagram/Reprodução
"A Maria Eduarda começou a sentir uma forte vontade de ir ao banheiro, algo comum para muitas mães quando o momento do parto se aproxima. Percebi que o parto da Maitê podia estar avançando rapidamente", lembra Nicole.
O médico examinou Maria Eduarda e percebeu que Maitê já estava muito baixa. A bolsa ainda estava intacta. "A bolsa é a única coisa que está segurando a Maitê. Vai estourar essa bolsa, essa menina vai descer", lembra Nicole sobre a fala do médico.
A bolsa foi rompida e uma grande quantidade de líquido saiu. O médico deixou o quarto, acreditando que ainda haveria algum tempo até o nascimento.
À 1h30 da madrugada, Nicole chegou a gravar um vídeo de Maria Eduarda e Vinicius juntos. Dez minutos depois, a bebê já estava nascendo. Maria Eduarda estava em pé quando sentiu uma pressão diferente e avisou que parecia haver alguma coisa querendo sair. Nicole pediu que ela voltasse para a maca e chamou o médico.
"Ela nem chegou a fazer força. A Maitê só veio. O médico estava ali no momento, só que ainda estava tentando colocar as luvas de tão rápido e inesperado que foi", conta Nicole.
"Eu achei que o meu corpo ia me dar sinais"
A velocidade do nascimento surpreendeu a todos no quarto, mas principalmente Maria Eduarda. A expectativa da mãe era sentir uma dor intensa e imaginar que teria tempo para perceber que a filha estava prestes a nascer.
"Eu achei que o meu corpo ia me dar sinais. Só pelo fato de isso não ter acontecido, eu fiquei muito desconfiada", afirma Maria Eduarda. Quando percebeu o que estava acontecendo, ainda perguntou a Nicole se deveria fazer força. Depois da orientação, empurrou e a filha nasceu.
A reação da mãe foi de completo choque com a rapidez que a sua filha nasceu
Arquivo pessoal/Maria Eduarda Bueno
"Você espera nove meses por aquilo. Até hoje eu não sei explicar a sensação. Eu queria chorar e falar: 'Ai, meu Deus, eu consegui'. Mas não consegui. Foi uma reação de choque", conta Maria Eduarda.
Vinicius também estava ao lado dela durante o nascimento. Segundo Nicole, ele havia permanecido calmo durante o trabalho de parto, embora estivesse ansioso. "Ele foi muito colaborativo durante todo o processo e sempre fez tudo que a gente conversou também durante as aulas", afirma Nicole.
Quando Maitê nasceu, a tensão deu lugar a uma risada nervosa no quarto. "A sala inteira riu, porque não tinha como. Todo mundo apavorado, tipo: 'Meu Deus, essa criança já saiu'", lembra Nicole.
Depois que o vídeo viralizou, algumas pessoas chegaram a questionar se a reação de Maria Eduarda teria sido encenada. Ela garante que não. "Não tem como. Não tem tempo ou emocional que a gente aguente", afirma Maria Eduarda.
Nicole, que já acompanhou outros partos, também se lembra daquele momento como algo incomum. "Eu já vi muitas reações de parto, quando o bebezinho nasce, mas o da Duda é inconfundível", diz Nicole.
O que foi rápido, afinal?
Embora o vídeo mostre um nascimento em poucos minutos, o trabalho de parto de Maria Eduarda durou muitas horas. A mãe começou a sentir as primeiras contrações pela manhã, ficou em casa durante boa parte do dia e só chegou à maternidade à noite.
O que aconteceu rapidamente foi o período expulsivo, etapa final do trabalho de parto. "Às vezes, as pessoas se iludem um pouco com a ideia de que o parto inteiro foi rápido. E, na verdade, não foi. A Duda sentiu as contrações, ficou em casa, esperou, a gente foi no momento certo para a maternidade", explica Nicole.
Segundo Nicole, um período expulsivo tão rápido não é o mais comum. "É ótimo quando isso acontece e quando não tem dor, mas a gente sabe que não é a grande maioria dos casos que isso acontece", afirma Nicole.
Ser mãe era um desejo antigo
Apesar de o nascimento de Maitê ter acontecido de forma inesperadamente rápida e deixado Maria Eduarda em choque, a gestação e o desejo de ser mãe eram antigos. Maria Eduarda sempre sonhou em ser mãe jovem.
Quando descobriu a gravidez de Maitê, porém, o primeiro sentimento foi de susto, já que a gestação não havia sido planejada. Aos poucos, Maria Eduarda foi se acostumando com a ideia e passou a pensar em como gostaria de viver o nascimento da filha.
Como não tinha referências próximas de pessoas que haviam passado pela experiência, decidiu buscar informação e apoio ainda no começo da gestação. Foi assim que, por volta do terceiro mês, chegou até Nicole.
Nicole foi procurada pelo casal logo no início da gravidez
Nicole Heggdorne/Arquivo Pessoal
"Desde o nosso primeiro encontro, a Duda me dizia uma coisa: ela queria viver a maternidade com leveza e foi exatamente isso que ela fez", conta Nicole.
Durante a gestação, as duas conversaram sobre parto, amamentação e cuidados com o recém-nascido. Os encontros também ajudaram a preparar Vinicius para participar ativamente do nascimento.
A preparação incluiu técnicas de respiração para ajudar Maria Eduarda a lidar com as contrações. "O trabalho de parto não depende apenas do aspecto físico. É muito mental e algumas pessoas acabam esquecendo dessa parte", explica Nicole.
Maria Eduarda só percebeu a importância da respiração quando as contrações ficaram fortes. "Quando eu estava morrendo de dor, eu pensava: 'Que respirar o quê?'. Você não quer nem respirar para não sentir a dor. Mas funciona. De verdade mesmo, funciona", relata Maria Eduarda. Quando parava de respirar por causa da dor, Vinicius tentava acompanhá-la e lembrá-la da técnica.
A experiência da gestação também ajuda a entender por que os primeiros dias com Maitê foram emocionalmente intensos. "Eu queria ter esperado mais um tempo, porque eu realmente gostei muito de ficar grávida", afirma Maria Eduarda.
Maria Eduarda tem buscado seguir vivenciando a maternidade de uma forma leve
Maria Eduarda Bueno/Arquivo pessoal
Nos primeiros dias após o nascimento, sentiu falta da barriga e teve dificuldade para assimilar que a gestação havia terminado. "Eu olhava as minhas fotos grávida e eu chorava muito. Queria tanto voltar para aqueles momentos", revela a mãe.
Com o passar do tempo, porém, ela foi se adaptando à nova rotina e passou a reconhecer na relação com a filha a maternidade que havia imaginado. Hoje, aos dois meses de Maitê, diz que tem conseguido viver essa experiência da maneira que desejava. "Eu tenho conseguido ter e manter uma maternidade leve, o que não significa que não vai ser difícil", afirma Maria Eduarda.
A experiência também motivou Maria Eduarda a compartilhar mais da rotina nas redes sociais. Por ter ouvido durante a gravidez muitas histórias negativas sobre a chegada de um filho, com a viralização do vídeo, enxergou que havia nas suas redes sociais um espaço para falar sobre a maternidade. 
A ideia é começar mostrar uma outra perspectiva possível para esse período da vida. "A maternidade não é um terror e ela não precisa ser", diz Maria Eduarda.
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Mãe faz “trend do fantasminha”, mas reação da criança não sai como esperado
Reprodução/Instagram
Depois de ver os vídeos na internet, a mãe dele, Dayane Fialho, 23, resolveu reproduzir a ideia em casa. Antes, porém, ela explicou ao filho que faria um “fantasminha” e perguntou se poderia acender. O menino concordou. A mãe só não esperava a reação dele ao ver o papel voando: ele começou a chorar e a tremer, desesperado com a cena.
Dayane achava que o filho poderia gostar da brincadeira já que, em sua cidade, há uma tradição em época de festas de soltar balões transparentes com luzes dentro. Tayler costumava se encantar quando via os objetos subindo. “Jamais imaginei essa reação”, diz ela, em entrevista a CRESCER. 
O vídeo acabou viralizando nas redes sociais, muito além do que Dayane imaginava. “No mesmo dia do vídeo eu ainda brinquei com meu marido, dizendo que eu ia abrir meu perfil porque aquele vídeo ia viralizar, mas nunca imaginei que ele realmente ia”, conta, aos risos.
Entre as surpresas, estiveram os comentários de perfis conhecidos, como Lucas Rangel e Festa da Firma. “O que mais me chamou atenção foi ver comentários de famosos”, diz Dayane, impressionada.
Apesar da repercussão, o trauma de Tayler ficou. “Eu sempre pergunto se a mamãe pode fazer outro fantasminha e ele responde que não”, conta ela, entre risadas. “Então acho que traumatizou mesmo”, completa.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Tom nasceu nesta quarta-feira (26)
Reprodução/Instagram
A escolha do nome do pequeno, Tom, também chamou a atenção. Bastante usado nas décadas de 1980 e 1990, o nome passou por um período de menor popularidade antes de voltar à moda nos últimos anos. Entre 2010 e 2019, registrou um crescimento de 134,5% em relação à década anterior (2000–2009). Agora, o nome já acumula 1.739 registros no Brasil, segundo dados do Censo Demográfico de 2022.
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Além disso, tiveram 556 pessoas registradas com nome Tom entre 2020 e 2022. Esse crescimento pode estar ligado a tendências de nomes no Brasil. Cada vez mais os pais têm preferido opções curtas e de fácil pronúncia. Mas, apesar da popularidade estar crescendo, está longe de ser um nome comum no país. 
Registros de Tom ao longo dos anos
Reprodução/Censo 2022
No entanto, em outras regiões do mundo, é bastante frequente, principalmente em nações de língua inglesa, como Reino Unido, Irlanda, Estados Unidos, Canadá e Austrália. Tom também é um nome popular em países europeus como Países Baixos, Bélgica e Alemanha.
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Qual  é o significado de Tom?
Tom pode ser um diminutivo de Tomás, que significa "gêmeos", em aramaico. Também pode ser interpretado como um diminutivo de Antônio, traduzido como "aquele que se alimenta de flores”, “o que está na vanguarda” ou "inestimável", dependendo da origem.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/oUeynct9825GAaG8gu6g2IEWT0I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/C/a/yqScsEQ5m2EQGA9n1hdw/tom.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:58:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Woody e Buzz Lightyear são flagrados pendurados em caminhão nos EUA e recriam cena icônica de Toy Story</title>  <atom:subtitle>Motorista decorou o veículo com os brinquedos "segurando firme" na traseira e emocionou quem cruzou com a cena na Flórida, remetendo a um dos momentos mais marcantes da animação</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/woody-e-buzz-lightyear-sao-flagrados-pendurados-em-caminhao-nos-eua-e-recriam-cena-iconica-de-toy-story.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/woody-e-buzz-lightyear-sao-flagrados-pendurados-em-caminhao-nos-eua-e-recriam-cena-iconica-de-toy-story.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/2elM2EqRaA-g85skuYtpVrBVQI4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/H/r/j0AcC6SPy0MlrvuojP6A/toy-story.png" /><br /> ]]>    Quem cresceu assistindo a Toy Story reconhece a cena na hora: Woody e Buzz Lightyear pendurados, se segurando com todas as forças enquanto tentam alcançar o carro da mudança. Foi exatamente essa memória de infância que um motorista da Flórida, nos Estados Unidos, resolveu recriar... e o resultado viralizou.
Uma famosa cena de Toy Story, de 1995, foi reproduzida por um caminhoneiro em Tampa, na Flórida, EUA
Reprodução/Redes Sociais
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O flagra na estrada
Para o Yahoo, Joshua Edward Paul Zajac-Simmons contou que voltava de um passeio ao shopping em Wesley Chapel, na Flórida, no dia 13 de agosto, quando começou a ultrapassar o caminhão. "Vi um vislumbre de algo pendurado no caminhão... pisamos no freio para diminuir a velocidade e vimos que eram nossos amigos de infância se segurando por suas vidas", relatou.
O vídeo mostra o boneco do Buzz Lightyear agarrado à traseira do veículo, com Woody segurando a mão dele, os dois balançando ao vento, em uma clara referência à animação da Pixar.
Uma memória de infância revivida
Para quem flagrou a cena, o momento teve gosto de nostalgia pura. "Foi um sentimento nostálgico... poder viver uma memória central da infância foi incrível", disse Zajac-Simmons.
Ao compartilhar o vídeo nas redes sociais, ele completou com uma legenda que arrancou risadas de quem conhece a história dos brinquedos: "O Andy esqueceu de guardá-los de novo", uma brincadeira com o dono dos brinquedos na franquia.
Por que a cena mexe com tanta gente
O episódio simples de um caminhão decorado acabou tocando pais e filhos justamente por ativar uma lembrança compartilhada entre gerações. Toy Story acompanhou quem era criança nos anos 1990 e 2000 e hoje faz parte da infância de uma nova leva de pequenos, o que transforma qualquer referência à animação em um convite imediato à emoção. 
Em 2026, o lançamento de 'Toy Story 6', mostrou a força da franquia, com milhões de expectadores pelo mundo. Agora, o longa acompanha os brinquedos, que, desta vez, enfrentam um dos maiores desafios até agora: a tecnologia. Lilypad, um smart tablet em formato de sapo, chega à casa de Bonnie e, rapidamente, se torna a nova favorita da garota. 
Por isso, às vezes, basta um par de brinquedos pendurados num caminhão para lembrar por que aquelas histórias marcaram tanta gente.
Veja o vídeo do 'flagra' na íntegra:
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Entre as gravações diárias do programa Dog House Brasil, treinos matinais e compromissos corporativos, encontrar tempo para descansar tem sido seu principal desafio nesta fase: "O mais difícil tem sido equilibrar tudo isso com boas noites de sono. Esta semana, por exemplo, houve dias em que dormi pouco, e sei o quanto o descanso é importante", desabafa.
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Sabrina está grávida de 6 meses
Reprodução/Instagram
Apesar da rotina corrida, Sabrina comemora o privilégio de vivenciar uma gestação tranquila e sem os incômodos enjoos. Para manter o pique ao longo do dia no estúdio, ela conta com um suporte essencial no set: "Como passo praticamente o dia inteiro gravando, consigo manter uma alimentação bem certinha. O GNT prepara refeições nutritivas, tem muita fruta, sucos, snacks saudáveis... e eu como bem, viu? (risos)", conta, com seu bom humor habitual.
A chegada do bebê traz uma atmosfera de celebração para a casa e marca uma nova etapa na relação com Nicolas Prattes. Ao mesmo tempo, renova a dinâmica familiar com a expectativa do novo membro que vem por aí para fazer companhia a Zoe.
Apetite aumentado, limão e comida de verdade
Com a nova gravidez, vieram também mudanças no cardápio diário. Sabrina revela que sua fome aumentou consideravelmente em comparação com o período anterior. "Minha fome aumentou muito nesta gestação. Como bem mais do que antes e, às vezes, acabo de comer e já sinto fome de novo (risos)", relata. Apesar do consumo maior, garantir a qualidade nutricional do que coloca no prato continua sendo prioridade absoluta.
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No quesito vontades, a comunicadora conta que não teve desejos extravagantes, mas seu paladar passou a exigir sabores cítricos, marcantes e pratos bem estruturados. "Não tive aqueles desejos muito malucos, mas fiquei com muita vontade de alimentos ácidos e bem temperados. O limão entrou com tudo na minha rotina, principalmente a água com limão, porque ajuda na digestão. Estou amando suco de tomate e também sinto vontade de pratos como ossobuco e costela", explica.
Equilíbrio sem culpa e dica para outras mães
Para lidar com o apetite em alta de forma saudável, a estratégia adotada foi simples: focar na consistência de refeições caseiras e naturais, reforçando o consumo de opções ricas em nutrientes que já faziam parte de seu cardápio, como abacate, lentilha, banana e ovos. As frituras permanecem longe de seu prato, mantendo um hábito bem consolidado desde antes da gravidez.
Ainda assim, ela faz questão de reforçar que a gestação não deve ser encarada como um período de rigidez extrema. "Tento buscar equilíbrio e organização. Não sou a louca da dieta, priorizo ingredientes naturais e refeições completas, mas adoro doce e também tenho meus escapes. Acho que dá para cuidar da alimentação sem transformar um bolo ou uma sobremesa em culpa", defende.
Para finalizar, Sabrina deixa uma mensagem para outras gestantes que buscam atravessar essa fase em harmonia com o corpo e a mente: "O principal é não transformar a gravidez em um período de restrições e culpa. Tento fazer boas escolhas no dia a dia, priorizar o que me faz bem, mas também me permito comer o que tenho vontade. Equilíbrio é cuidar da nutrição sem deixar de aproveitar os pequenos prazeres, porque eles também fazem parte deste momento. Estamos vivendo o período mais emocionante e cheio de sentimentos da nossa vida; temos que aproveitar, porque passa rápido."
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Yr1COjWLQP7QdMgWbCvu-O7Neu8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/v/RsGtg4QySPOBIklHOMKw/sabrina.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:43:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Professora cria "cantinho do pum" na sala de aula e ideia viraliza nas redes sociais</title>  <atom:subtitle>O espaço fica no fundo da sala e tem até um spray aromatizador de ambiente para ajudar a disfarçar o cheiro</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/professora-cria-cantinho-do-pum-na-sala-de-aula-e-ideia-viraliza-nas-redes-sociais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/professora-cria-cantinho-do-pum-na-sala-de-aula-e-ideia-viraliza-nas-redes-sociais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/SUhQvalQDk5Cp2DymWPH9_VMTfE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/v/Y/SJkKamQhubnxa4xyzpwQ/gas-station.jpg" /><br /> ]]>    Uma professora dos Estados Unidos encontrou uma solução inusitada para uma situação que pode acontecer durante a aula. Candy Sydney-Browning, de 36 anos, reservou uma área da sala para os alunos que precisam soltar gases. A professora dá aulas para uma turma do segundo ano do ensino fundamental em uma escola de Atlanta.
Candy Sydney-Browning reservou uma área da sala para os alunos que precisam soltar gases e postou um vídeo no TikTok explicando como funciona
TikTok/Reprodução
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O espaço foi batizado de "gas station", em um trocadilho com a expressão usada em inglês para "posto de gasolina". A área onde os alunos vão quando precisam soltar gases também ganhou um nome curioso, "gusty winds area". Em português, a expressão significa "área dos ventos fortes". O local ainda conta com um spray aromatizador de ambiente para ajudar a disfarçar o cheiro.
A proposta ganhou repercussão depois que Candy publicou um vídeo no TikTok mostrando a sala e explicando como o espaço funciona. A publicação recebeu milhares de reações, com comentários de pessoas que aprovaram a ideia e outras que questionaram se ela realmente funcionaria com crianças.
Como funciona o cantinho do pum
Durante a aula, o aluno que precisar soltar gases pode se levantar e ir até a área reservada. Não é preciso levantar a mão ou esperar uma autorização da professora. Depois, basta voltar para a atividade.
"Eu tenho um estômago muito sensível, então não consigo lidar com isso. Foi quando pensei: ‘Ok, vou criar um cantinho aqui. A criança levanta, vai até lá, faz o que precisa fazer, volta e pronto", contou Candy em entrevista ao TODAY.com.
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A professora explicou que a ideia surgiu para que a situação não interrompesse a aula. "Enquanto estou ensinando, ninguém precisa perguntar. Não preciso parar de ensinar para dizer 'sim. Você pode ir'", explicou em um dos vídeos.
O espaço fica no fundo da sala. Depois de usá-lo, o estudante retorna para o lugar onde estava e acompanha a aula normalmente.
Tudo começou com as saídas para o banheiro
Quando começou a trabalhar na escola atual, Candy percebeu que os alunos saíam da sala com frequência para usar o banheiro. Para aproveitar melhor o tempo de aula, passou a orientar a turma a usar o banheiro antes do início das atividades.
Ainda assim, nem todas as necessidades poderiam ser resolvidas dessa maneira. Os gases também começaram a chamar a atenção dos colegas. Segundo Candy, quando uma criança soltava pum na sala, os outros alunos costumavam reagir imediatamente. "Eles diziam: ‘Ele fez’, ‘ela fez’. Os alunos pontavam e tentavam se afastar uns dos outros", disse a professora. 
Candy preferiu tratar o assunto com naturalidade. Conversou com a turma sobre a necessidade de se afastar dos colegas quando alguém precisasse soltar gases, sem transformar a situação em motivo de constrangimento.
Foi assim que o espaço passou a fazer parte da rotina da sala. Para a professora, a medida ajuda a evitar que o aluno perca parte da aula por causa de uma necessidade biológica. "O aluno dentro da sala não perde nenhuma parte do conteúdo. Ele pode continuar aprendendo. É uma situação em que todos ganham", afirmou Candy.
A ideia dividiu opiniões nas redes sociais
Depois que o vídeo começou a circular, algumas pessoas entraram na brincadeira. Houve quem sugerisse criar um espaço parecido em casa. Uma delas chegou a propor uma placa para indicar o local ao marido. 
A proposta também chamou a atenção de outros professores. Uma professora do ensino fundamental contou que já mantém um "armário para peidos" na sala. Outra disse que pretendia adotar a ideia com uma turma do oitavo ano.
No entanto, a proposta também recebeu críticas. Uma das dúvidas nos comentários foi se os alunos conseguiriam continuar concentrados enquanto um colega estivesse no "cantinho do pum".
O constrangimento foi outra questão levantada nos comentários. "Eu ficaria muito envergonhado se a turma inteira soubesse que estou levantando para soltar pum", escreveu uma pessoa.
Também houve preocupação com a possibilidade de uma criança que precise usar o espaço com frequência virar alvo de brincadeiras dos colegas.
Apesar da repercussão nas redes, o "cantinho do pum" continua fazendo parte da rotina na escola onde Candy dá aula. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/SUhQvalQDk5Cp2DymWPH9_VMTfE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/v/Y/SJkKamQhubnxa4xyzpwQ/gas-station.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:18:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quando o bebê começa a chutar forte na barriga? Entenda como os movimentos mudam na gravidez</title>  <atom:subtitle>A princípio, a sensação é de ter um bater de asas de borboletas, bolhas ou pequenos tremores dentro de você. Com o passar das semanas, os movimentos ficam mais perceptíveis e vigorosos. Saiba quando isso acontece e quando uma mudança no padrão merece atenção</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/quando-o-bebe-comeca-a-chutar-forte-na-barriga-entenda-como-os-movimentos-mudam-na-gravidez.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/quando-o-bebe-comeca-a-chutar-forte-na-barriga-entenda-como-os-movimentos-mudam-na-gravidez.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/Pxb1wTBuEiWjBkZS2avUQOlTu9Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/9/4/ad70glT1yA9VDtTMS1ew/57060.jpg" /><br /> ]]>    Sentir o bebê se mexer é um dos momentos mais marcantes da gravidez. No começo, porém, pode ser difícil entender o que está acontecendo: em vez de um chute, a gestante pode perceber uma sensação parecida com pequenas bolhas, tremores ou “borboletinhas” na barriga. Parece até um celular vibrando, em alguns momentos. Aos poucos, os movimentos ficam mais claros, frequentes e fortes.
Como os movimentos do bebê mudam ao longo da gestação e quando se preocupar? Especialistas explicam
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Mas quando o bebê começa a chutar forte na barriga? Não existe uma semana exata para que isso aconteça. Em geral, os primeiros movimentos são percebidos entre 16 e 20 semanas, e os chamados “chutes de verdade” costumam ficar mais evidentes a partir da segunda metade do segundo trimestre. 
“Por volta de 24 a 28 semanas, a mãe costuma começar a sentir ‘chutes de verdade’, e entre 28 e 32 semanas eles tendem a ficar muito mais fortes”, explica Francinelle Kersten Lopes, ginecologista obstétrica do Hospital Unimed Volta Redonda (RJ).
Com quantas semanas o bebê começa a chutar?
O bebê começa a se movimentar muito antes de a mãe conseguir sentir. Segundo Francinelle, por volta de 7 a 8 semanas já existem movimentos embrionários, mas eles são pequenos demais para serem percebidos. Entre 10 e 12 semanas, os movimentos ficam mais frequentes e coordenados, ainda sem que a gestante consiga senti-los.
A percepção costuma acontecer entre 16 e 20 semanas. Na primeira gestação, é mais comum que a mulher reconheça os movimentos um pouco mais adiante, por volta de 18 a 20 semanas. Quem já passou por uma gravidez pode identificá-los antes, entre 16 e 18 semanas, porque já conhece a sensação. Nesse primeiro momento, não espere necessariamente sentir um chute. “Borboletinhas”, bolhas, tremores e pequenos toques são algumas das descrições mais comuns.
A posição da placenta também pode interferir. Quando ela está na parte da frente do útero, pode funcionar como uma espécie de amortecedor e fazer com que a mãe demore mais para perceber os movimentos.
Quando os chutes do bebê ficam mais fortes?
A intensidade aumenta gradualmente. Entre 20 e 22 semanas, os movimentos começam a ficar mais nítidos, embora ainda possam ser suaves e irregulares. Entre 24 e 28 semanas, os chutes ficam mais perceptíveis e frequentes. Algumas gestantes já conseguem até ver a barriga se movimentando.
É entre 28 e 32 semanas que, em geral, os movimentos ficam mais fortes e vigorosos. Nessa fase, além dos chutes, a mulher pode perceber esticamentos e mudanças de posição bem evidentes.
Portanto, se a dúvida é quando o bebê começa a mexer forte, a resposta mais próxima seria: os movimentos ficam progressivamente mais perceptíveis a partir de 24 semanas, com maior intensidade, em geral, entre 28 e 32 semanas.
Como os movimentos mudam ao longo da gravidez?
A movimentação fetal não aparece de uma hora para outra. Ela vai se transformando conforme o bebê cresce e amadurece.
16 a 20 semanas: a gestante começa a perceber os primeiros movimentos, ainda delicados.
20 a 22 semanas: eles ficam mais nítidos, mas podem continuar irregulares.
24 a 28 semanas: os chutes se tornam mais frequentes e fáceis de reconhecer.
28 a 32 semanas: os movimentos tendem a ficar mais fortes, com chutes, esticamentos e mudanças de posição.
Após 32 semanas: o bebê continua se movimentando, mas a sensação pode mudar. Em vez de apenas chutes, a mãe pode perceber mais empurrões, esticadas e rolamentos.
Isso acontece porque o bebê cresce e o espaço disponível fica menor. Mas isso não significa que ele deva passar a se mexer menos. O que pode mudar é a forma como o movimento é sentido.
É normal o bebê ficar mais ativo em determinados horários?
Sim. O bebê não se movimenta continuamente durante todo o dia. Ele alterna períodos de atividade e repouso, e cada um desenvolve seu próprio padrão. “O bebê não mexe o tempo inteiro. Ele dorme um pouquinho, depois acorda. Esses períodos de sono podem durar cerca de 40 a 60 minutos, e é importante entender qual é o padrão daquele bebê”, explica o obstetra Wagner Hernandez, especialista em gestação de alto risco e gestações gemelares, e colunista da CRESCER. 
A própria rotina da mãe também interfere na percepção. Quando a gestante está andando, trabalhando ou ocupada, também pode perceber menos os movimentos. Por isso, é comum notar mais atividade à noite, quando está em repouso e consegue prestar mais atenção à barriga. “Cada um vai ter seu padrão. Eles têm momentos de repouso, de sonolência, e, às vezes, vão parar; eles não vão mexer o tempo inteiro”, explica o médico.
Algumas gestantes também percebem mais movimentos depois das refeições. Isso pode acontecer, mas comer ou beber algo não deve ser usado como um teste para verificar se o bebê está bem.
O bebê pode ficar algumas horas sem mexer?
Períodos de menor atividade são esperados. Um intervalo de até cerca de uma hora sem que a mãe perceba movimentos pode acontecer, especialmente se ela estiver ocupada ou em movimento. O ponto de atenção não é um número rígido de minutos ou horas, mas uma mudança significativa em relação ao padrão daquele bebê, principalmente no terceiro trimestre.
“Mais importante do que comparar o bebê com outros é conhecer o padrão habitual daquele bebê”, explica Francinelle. A partir de cerca de 28 semanas, uma redução clara e persistente em relação a esse padrão merece avaliação obstétrica.
Hernandez reforça que não existe um tempo máximo universal que sirva para todas as gestantes. Alguns protocolos utilizam referências como quatro a seis horas, mas, para ele, a mudança no padrão habitual é o dado mais importante.
O que pode fazer o bebê mexer mais ou menos?
A percepção dos movimentos varia bastante. Entre os fatores que podem influenciar estão:
Posição da placenta: uma placenta anterior pode amortecer os movimentos;
Posição do bebê: dependendo de onde estão braços, pernas e costas, os movimentos podem ser mais ou menos perceptíveis;
Atividade da gestante: durante a movimentação, é mais fácil não notar os chutes;
Primeira gravidez: quem nunca sentiu movimentos fetais pode demorar mais para reconhecê-los;
Períodos de sono fetal: naturalmente reduzem a atividade por algum tempo;
Localização do movimento: movimentos direcionados para a coluna materna podem ser menos percebidos;
Alguns medicamentos: determinados sedativos podem reduzir temporariamente a atividade fetal ou a percepção materna.
A posição do bebê também pode mudar ao longo do dia ou das semanas. Assim, uma movimentação que antes era sentida em um determinado ponto da barriga pode passar a ser percebida em outro lugar.
Mesmo maior no final da gestação, não é comum ter uma diminuição nos movimentos do bebê
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É verdade que o bebê mexe menos no fim da gravidez porque tem menos espaço?
Não. Esse é um dos principais pontos que precisam ser esclarecidos. Embora o bebê esteja maior e tenha menos espaço para grandes movimentos, isso não significa que ele deva ficar menos ativo. “Não é esperado que o bebê se movimente menos simplesmente porque está maior; o tipo de movimento pode mudar, mas a frequência habitual deve ser mantida”, afirma Francinelle. Por isso, especialmente no terceiro trimestre, não é recomendado atribuir uma diminuição importante dos movimentos simplesmente à falta de espaço.
Quando o bebê mexe menos, é preciso se preocupar?
A redução dos movimentos merece atenção quando representa uma mudança clara em relação ao padrão habitual do bebê. Hernandez explica que a preocupação com a diminuição dos movimentos é maior na reta final da gestação, principalmente a partir de aproximadamente 34 a 36 semanas, embora qualquer redução significativa deva ser comunicada à equipe que acompanha o pré-natal.
Uma das razões para essa atenção é que, em algumas situações, a redução da movimentação pode estar relacionada a uma diminuição da oferta de oxigênio e nutrientes para o bebê. Nesses casos, o feto pode reduzir os movimentos como uma forma de economizar energia. Por isso, não é indicado simplesmente esperar até a consulta seguinte quando a gestante percebe uma mudança importante. Quanto antes você conversar com seu obstetra, melhor. 
O que fazer quando o bebê está mexendo menos?
Se a gestante notar que o bebê está muito mais quieto do que costuma, a primeira orientação é interromper a correria e prestar atenção aos movimentos em um ambiente tranquilo. Ela pode se deitar de lado e observar.
Mas há uma ressalva importante: não é recomendado tentar “testar” o bebê com chocolate, bebida açucarada, comida ou cutucando a barriga e concluir que está tudo bem se ele voltar a mexer. A presença de alguns movimentos não necessariamente descarta a necessidade de avaliação quando houve uma redução significativa.
“Se realmente a mulher notar que o padrão daquele bebê está diferente do habitual, que ela pare e preste atenção e, se realmente persistir, vale checar”, orienta Hernandez.
Se a redução persistir ou for claramente diferente do padrão habitual, é importante entrar em contato com o obstetra ou procurar um serviço de atendimento obstétrico, especialmente se isso acontecer no terceiro trimestre.
Como é feita a avaliação quando o bebê está mexendo menos?
A avaliação depende da idade gestacional e do quadro de cada gestante. No terceiro trimestre, especialmente depois de 32 ou 34 semanas, um dos exames que pode ser utilizado é a cardiotocografia, que registra os batimentos cardíacos do bebê e permite avaliar sua resposta e seu estado naquele momento.
O exame pode ser complementado por ultrassonografia, que permite observar aspectos como líquido amniótico, fluxo da placenta e movimentos fetais. Também pode ser realizado o chamado perfil biofísico fetal, que reúne diferentes parâmetros para avaliar o bem-estar do bebê.
Mas, tente manter a calma: perceber menos movimentos não significa necessariamente que exista um problema. Muitas vezes, a avaliação mostra que o bebê está bem. O objetivo de procurar atendimento é justamente não deixar passar uma situação que precise de acompanhamento.
Quantas vezes o bebê deve mexer por dia?
Não existe um número único de movimentos que seja considerado normal para todos os bebês. A contagem de chutes foi bastante utilizada no passado e ainda aparece em algumas recomendações, com protocolos que consideram, por exemplo, dez movimentos em até duas horas. No entanto, Hernandez ressalta que essa estratégia pode gerar ansiedade e dúvidas para algumas gestantes sobre o que deve ser considerado um movimento.
Por isso, a orientação central das entrevistas é outra: conhecer o padrão habitual do próprio bebê. Se aquele bebê costuma ser mais ativo à noite e, de repente, passa a apresentar uma movimentação muito diferente, essa mudança merece atenção. Não é preciso comparar a quantidade de chutes com a de outras gestantes.
Bebê que mexe muito é sinal de que está tudo bem?
“Dificilmente a gente se preocupa com o bebê que mexe muito”, afirma Hernandez. Mas isso não significa que a intensidade ou a quantidade de movimentos, isoladamente, possa garantir que está tudo bem. 
Novamente, vale o alerta: o principal é observar o padrão individual e suas mudanças. Ao contrário do que muitos palpites dão conta, também não é possível prever, a partir da quantidade de chutes durante a gestação, se a criança será mais ou menos ativa depois que nascer.
O que esperar sobre os movimentos do bebê
Os primeiros movimentos podem aparecer entre 16 e 20 semanas e, no começo, são discretos. A partir de aproximadamente 24 semanas, os chutes ficam mais perceptíveis e, entre 28 e 32 semanas, tendem a ganhar bastante força.
No fim da gravidez, o bebê não deve simplesmente parar de mexer por falta de espaço. Os movimentos podem mudar de formato, tornando-se mais parecidos com empurrões, esticadas e rolamentos.
E a principal regra é: não existe um padrão igual para todos os bebês. O mais importante é que a gestante conheça o comportamento habitual do seu filho e procure avaliação se perceber uma redução significativa ou persistente dos movimentos, principalmente no terceiro trimestre.
“É melhor às vezes checar e estar tudo bem do que às vezes perder essa oportunidade”, aconselha Hernandez.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Pxb1wTBuEiWjBkZS2avUQOlTu9Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/9/4/ad70glT1yA9VDtTMS1ew/57060.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:11:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carta com anúncio de nascimento chega à família 26 anos depois — e ainda traz a foto da bebê</title>  <atom:subtitle>Envelope enviado pelos pais em 2000 nunca chegou ao destinatário e acabou retornando ao endereço da família mais de duas décadas depois</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/carta-com-anuncio-de-nascimento-chega-a-familia-26-anos-depois-e-ainda-traz-a-foto-da-bebe.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/carta-com-anuncio-de-nascimento-chega-a-familia-26-anos-depois-e-ainda-traz-a-foto-da-bebe.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/kix7erPBOoK42CiG8YNCu6N48Vk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/J/Z/JTbjBsShKN3F7UYoUjIQ/carta1.jpg" /><br /> ]]>    Imagine abrir a caixa de correio e encontrar uma carta enviada pelos seus pais no ano em que você nasceu. Foi exatamente isso que aconteceu com Sasha, de 26 anos. Um anúncio de nascimento que seus pais haviam enviado em junho de 2000, acompanhado de uma foto dela recém-nascida, apareceu inesperadamente na casa da família mais de duas décadas depois.
Professora organiza alunos por signo do zodíaco e resultado viraliza
“Parecia que um pedaço do passado simplesmente havia aparecido”, contou Sasha à PEOPLE.
Carta com anúncio de nascimento chega à família 26 anos depois — e ainda traz a foto da bebê
Reprodução/TikTok
Na época do nascimento da filha, os pais de Sasha enviaram anúncios para familiares e amigos próximos. Um deles foi endereçado a um ex-colega de trabalho do pai, que morava em Chicago, nos Estados Unidos.
O problema é que a correspondência aparentemente nunca chegou ao destinatário.
Uma carta que voltou no tempo
Mais de 26 anos depois, o envelope reapareceu no endereço de retorno — a mesma casa onde a família mora desde junho de 1999.
A descoberta aconteceu de forma inesperada. A família havia acabado de voltar de uma semana fora e encontrou uma pilha de correspondências. Entre elas, um envelope chamou a atenção da irmã mais nova de Sasha.
Ele tinha uma aparência antiga, além de um selo que entregava a idade da correspondência. A caligrafia também era familiar: havia sido escrita pela mãe de Sasha, e o endereço de retorno era o da própria família.
“Este envelope se destacava porque tinha marcações com aparência ‘retrô’ e apenas um selo de 55 centavos CAD para os EUA — que hoje custaria 1,75 dólar canadense”, contou Sasha.
Foi a irmã mais nova quem abriu o envelope. A mãe não reconheceu imediatamente o nome do destinatário, mas o pai de Sasha conseguiu identificar o antigo colega de trabalho.
Então veio a surpresa: dentro estava um dos anúncios de nascimento enviados em 2000 — acompanhado de uma foto de Sasha ainda bebê. “Ficamos chocados ao ver que era um dos meus anúncios de nascimento junto com uma foto de recém-nascida minha”, relembra.
Por onde a carta passou durante 26 anos?
O envelope traz um carimbo postal de junho de 2000 e, posteriormente, recebeu uma marcação roxa de “Devolver ao Remetente”, com a indicação “Nenhum Número Assim”.
Segundo Sasha, também há algo escrito à mão na parte inferior, que parece ser um número de telefone anotado na tentativa de localizar o destinatário.
O que aconteceu com a correspondência durante todo esse tempo, porém, continua sendo um mistério. Sasha acredita que o envelope provavelmente tenha ficado perdido em algum lugar dos Estados Unidos, mas não sabe exatamente onde. 
Depois que ela compartilhou a história no TikTok, internautas começaram a levantar suas próprias teorias sobre como uma carta poderia permanecer desaparecida por tantos anos antes de voltar ao endereço de origem.
Ela não confirmou nenhuma dessas hipóteses. “Claramente, um carteiro estava determinado a devolver isso para nós, e sou muito grata”, afirmou.
O "bebê" 26 anos depois
Reprodução/People
A surpresa virou uma lembrança especial
A história também despertou outras lembranças entre os seguidores de Sasha. Nos comentários, pessoas contaram ter recebido correspondências que levaram anos para chegar, incluindo convites de casamento, cartões de formatura e cartas de pessoas que já haviam morrido.
Uma mulher, por exemplo, relatou ter recebido um cartão-postal de sua antiga professora de jardim de infância datado de 1995.
Também não faltaram brincadeiras com a situação de Sasha. Afinal, aos 26 anos, ela estava recebendo pelo correio um anúncio oficial de seu próprio nascimento.
“Uma mulher disse que acabara de receber um cartão postal de sua antiga professora de jardim de infância datado de 1995”, contou.
Sasha também encontrou pessoas que fazem aniversário no mesmo dia que ela, 23 de junho.
Mas, para além das piadas, guardar aquela correspondência fez Sasha refletir sobre como as pessoas compartilham notícias importantes atualmente.
“Agora estamos muito acostumados a ver anúncios de nascimento no Instagram, então isso foi um lembrete de como as coisas costumavam ser pessoais e da arte perdida de enviar correspondências”, disse.
Seus pais já guardam outra cópia do anúncio no livro de bebê dela. A versão que voltou para casa, porém, terá um destino diferente: Sasha pretende emoldurar o anúncio, a foto de recém-nascida e o envelope juntos.
Depois de 26 anos tentando chegar ao destinatário, essa cópia não vai mais voltar para o correio.
“É pessoal receber um anúncio de nascimento direcionado especificamente a você, em vez de vê-lo ao mesmo tempo que potencialmente centenas de outras pessoas nas redes sociais”, afirmou Sasha.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/kix7erPBOoK42CiG8YNCu6N48Vk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/J/Z/JTbjBsShKN3F7UYoUjIQ/carta1.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:52:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vacinação na gravidez amplia proteção do bebê nos primeiros meses de vida</title>  <atom:subtitle>A imunização durante o pré-natal transfere anticorpos ao feto e ajuda a prevenir doenças potencialmente graves na primeira infância, embora a adesão ainda seja um desafio</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/vacinacao-na-gravidez-amplia-protecao-do-bebe-nos-primeiros-meses-de-vida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/vacinacao-na-gravidez-amplia-protecao-do-bebe-nos-primeiros-meses-de-vida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/Rva7yspnS8GcrmjIfBWCtYAtrYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/K/N/Lq5ZnsTtiv8kfWiZHfaA/vacinacao.jpg" /><br /> ]]>    A vacinação materna deixou de ser uma estratégia voltada apenas à saúde da gestante para se tornar uma importante ferramenta de prevenção de doenças nos primeiros meses de vida do bebê. Esse conceito vem ganhando força à medida que novas evidências científicas demonstram que, ao receber determinadas vacinas durante o pré-natal, a mulher produz anticorpos que atravessam a placenta e ajudam a proteger a criança justamente no período em que seu sistema imunológico ainda é imaturo.
A imunização durante o pré-natal transfere anticorpos ao feto e ajuda a prevenir doenças potencialmente graves na primeira infância
Magnific
Vacinação na gravidez: como é o calendário da gestante e a importância de manter a carteirinha em dia
Essa proteção é especialmente importante porque os recém-nascidos ainda não podem receber algumas vacinas previstas no calendário infantil ou levam algum tempo para desenvolver sua própria resposta imunológica. Nesse intervalo, os anticorpos maternos funcionam como uma espécie de "escudo temporário" contra doenças que podem ser potencialmente graves. Depois do parto, o aleitamento materno também contribui para esse processo ao fornecer anticorpos importantes para a defesa do bebê.
Atualmente, as gestantes devem receber as vacinas dTpa, contra difteria, tétano e coqueluche; influenza (gripe); Covid-19; e, mais recentemente, contra o vírus sincicial respiratório (VSR), importante causador de bronquiolite em bebês. A vacina contra hepatite B também é indicada para mulheres que ainda não se vacinaram ou não completaram o esquema vacinal. Todas elas estão disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
No caso da vacina da gripe, o bebê só poderá recebê-la a partir dos 6 meses de idade. "Além de reduzir o risco de complicações para a mãe, estudos mostram que a imunização durante a gestação diminui em cerca de 63% os casos de gripe em lactentes nos primeiros meses de vida", afirma a ginecologista e obstetra Ana Paula Beck, do Einstein Hospital Israelita. 
A dTpa protege contra a coqueluche, doença que pode ser muito grave em crianças pequenas. Em 2024, o Brasil registrou quase 8 mil casos da doença e 28 mortes de menores de 1 ano. Como a vacinação infantil começa aos 2 meses de idade, a imunização da gestante é a principal forma de oferecer proteção ao recém-nascido nesse período de maior vulnerabilidade. 
Desinformação é obstáculo
Apesar dos benefícios já bem estabelecidos e do avanço das recomendações, aumentar a cobertura vacinal entre gestantes ainda é um desafio no país. A adesão varia bastante conforme o imunizante. "Enquanto a vacina contra o VSR teve uma aceitação elevada desde sua incorporação às recomendações em 2025, a cobertura contra Covid-19 permanece em torno de 50% entre as gestantes", observa Juarez Cunha, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). 
A hesitação vacinal envolve o receio de efeitos adversos e a falsa percepção de que determinadas doenças deixaram de representar risco porque, em tese, não existem mais. Além disso, a circulação de informações incorretas sobre a vacinação nas redes sociais e os reflexos da pandemia de Covid-19 também contribuíram para aumentar a desconfiança em relação às vacinas.
Proteção em dobro: vacinação na gravidez beneficia mães e filhos
Outro fator que influencia é a recomendação feita durante o pré-natal. "Quando a orientação parte do obstetra ou de outro profissional de saúde, as chances de a gestante aceitar a vacinação aumentam expressivamente", afirma a médica do Einstein. Por isso, ela defende que o tema seja discutido já na primeira consulta, para ser possível organizar um cronograma vacinal adequado a cada gestação.
Segundo Cunha, quando há uma recomendação ativa do médico, a adesão à vacinação pode chegar a 90%. Sem essa orientação, apenas uma pequena parcela das gestantes procura espontaneamente os imunizantes. "As vacinas recomendadas para uso durante a gestação apresentam perfil de segurança bem estabelecido e não estão associadas ao aumento de desfechos negativos para a mãe ou para o bebê", assegura Ana Paula Beck.
Fonte: Agência Einstein  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Rva7yspnS8GcrmjIfBWCtYAtrYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/K/N/Lq5ZnsTtiv8kfWiZHfaA/vacinacao.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:11:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Professora organiza alunos por signo do zodíaco e resultado viraliza</title>  <atom:subtitle>"Era quase como se fossem poderosos demais", conta Kathryn Prouse, professora do ensino fundamental, ao TODAY.com</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/professora-organiza-alunos-por-signo-do-zodiaco-na-sala-de-aula-e-resultado-viraliza.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/professora-organiza-alunos-por-signo-do-zodiaco-na-sala-de-aula-e-resultado-viraliza.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/Ha5lA-WUcQQnqXeTv095-ekErRQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/5/A/N6GIPAT4eaqeLtC36qyA/professora.jpg" /><br /> ]]>    Quando Kathryn Prouse começou a dar aulas para o terceiro ano em Connecticut (EUA), em 2020, ela não conseguia decidir como organizar a disposição de cada aluno na sala de aula. "Quando você é um professor novo, fica tão nervoso e só pensa demais em tudo", ela disse ao TODAY.com.
Mães que deram à luz no mesmo dia na UTI reencontram equipe médica um ano depois
Como seus alunos eram apenas nomes em um pedaço de papel e não personalidades totalmente definidas, ela não conseguia descobrir como organizar seus assentos para dar a ela — e a eles — o melhor começo para um ano de sucesso.
"Meu melhor amigo falou: 'Por que você não coloca eles por signo do zodíaco?'", Prouse lembra. Embora ela não se considere uma devota da astrologia, decidiu tentar. Ela, então, dividiu seus alunos em quatro mesas baseadas em seus signos do zodíaco: terra, ar, água e fogo. Os resultados, ela ri, "são tão óbvios que ninguém vai acreditar em mim."
Professora organiza alunos por signo do zodíaco na sala de aula e resultado viraliza
Reprodução/Today
Aqui está o que aconteceu naquele primeiro ano. "Os signos de terra são muito motivados para fazer as coisas acontecerem. Ninguém estava na minha mesa dos signos de terra porque eles sempre terminavam o trabalho e ajudavam os outros", explica.
Prouse colocou a mesa dos signos de água perto do "canto calmo" da sala porque "eles choravam o tempo todo." As crianças de fogo "brigavam sem parar", mas quando Prouse ameaçou separá-las, elas imploraram para ficarem juntas.
Os alunos dos signos de ar eram "um pouco sonhadores", e Prouse os colocou por engano no fundo da sala, fazendo com que ela os redirecionasse constantemente quando paravam de prestar atenção. "Era quase como se fossem poderosos demais", Prouse brinca sobre agrupar as crianças por signo do zodíaco.
Depois desse primeiro ano, ela decidiu misturar os signos intencionalmente para que as mesas tivessem um representante de cada grupo. "Descobri que colocar um de cada em cada mesa funciona para que eles se equilibrem", compartilha Prouse.
Quando ela criou um vídeo no TikTok explicando sua técnica no ano passado, viralizou. Este ano, ela compartilhou uma postagem parecida, que gerou ainda mais visualizações. Prouse diz que as reações à técnica dela são dramaticamente distintas: "Ensino há 30 anos e nunca tinha pensado nisso — é brilhante!" ou "O que há de errado com você?!"
O mapa de assentos do zodíaco costuma ser temporário, mas ela considera uma forma muito melhor de organizar a sala de aula do que usar notas de testes ou níveis de leitura. "Eu não vivo por isso, mas quando penso no que vai nos ajudar a passar pela loucura de setembro, eu me apoio um pouco nisso", ela diz.
Este ano, Prouse está ensinando a primeira série, e ela foi designada para um grupo de alunos "muito focado em signos de fogo". "Tenho perguntado a todo mundo o que devo esperar", ela diz. "E eles dizem, 'Ah, vai ter muita gente mandona'", riu, ao finalizar a entrevista.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Ha5lA-WUcQQnqXeTv095-ekErRQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/5/A/N6GIPAT4eaqeLtC36qyA/professora.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:30:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os sinais de que seu filho não está bem na escola e quando considerar a mudança</title>  <atom:subtitle>Especialista do Instituto Alana explica os sinais que merecem atenção, o que diferencia adaptação de sofrimento real e como conduzir essa mudança com cuidado</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/educacao/noticia/2026/08/os-sinais-de-que-seu-filho-nao-esta-bem-na-escola-e-quando-considerar-a-mudanca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/educacao/noticia/2026/08/os-sinais-de-que-seu-filho-nao-esta-bem-na-escola-e-quando-considerar-a-mudanca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/_TeqrQaX2OrsTnG-9FBJ2oUqXDQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/a/l/atKUAcS8enZEwKM2I5ag/2148886438.jpg" /><br /> ]]>    A pergunta chega para muitos pais em algum momento: será que essa escola é a certa para o meu filho? Antes de qualquer decisão, é preciso entender o que está por trás do comportamento da criança e se a mudança de escola é mesmo a resposta.
Antes de decidir pela mudança, a primeira atitude é conversar com a escola. Como ela responde a esse diálogo diz muito sobre se vale ou não continuar ali.
Magnific
Os sinais que merecem atenção
Uma criança pequena dificilmente dirá em palavras que não está bem na escola, ela comunica pelo corpo, pelo comportamento e pelo brincar. Ana Claudia Leite, gerente de educação do Instituto Alana, ajuda a pensar essa questão com cuidado e com quais sinais prestar atenção.
"É importante observar se há mudanças persistentes no sono, no apetite, no humor, se ela tem se queixado de dores frequentes principalmente nos dias que tem escola, se há alguma regressão no desenvolvimento", explica Ana Claudia. "Quando a criança deixa de brincar ou expressa nas suas brincadeiras situações de medo, de agressão, de punição, de sofrimento, é importante escutar esse brincar."
Mas ela faz um alerta: nem sempre o problema vem somente da escola. Mudanças familiares, situações de estresse, lutos e até o ambiente digital também interferem diretamente no comportamento da criança.
Adaptação ou sofrimento real?
O que sinaliza que a adaptação está acontecendo é a evolução: o choro na chegada vai diminuindo, a criança começa a reconhecer os espaços e demonstra alegria de chegar na escola. "Quando existe um sofrimento, a criança não evolui nesse processo e vão aparecendo sinais de mudanças no seu desenvolvimento, como impactos no sono, no humor e na forma que ela brinca", explica Ana Claudia.
Quando a mudança é necessária
A mudança se justifica quando a escola não consegue garantir o básico: inclusão, vínculo, oportunidades de brincar, conviver, aprender e se sentir protegida e segura.
"Situações persistentes que envolvem violência, racismo, discriminação, exclusão e capacitismo são sinais muito sérios e requerem esse contato da família com a escola, relatando o problema e exigindo que ela se disponha a enfrentá-lo", diz Ana Claudia.
A pergunta central é: como a escola responde ao problema quando comunicado? "A escola escuta, acolhe, apura e está disposta a rever suas práticas? Isso é muito importante de ser considerado."
Conflito, professor e bullying
Nem todo conflito na educação infantil é bullying. "Crianças pequenas estão aprendendo a conviver, então, disputar um brinquedo e pequenas agressões são questões recorrentes que precisam ser mediadas pelos adultos", esclarece Ana Claudia. Mas ainda é importante ressaltar que, ao existir violência persistente, humilhação ou discriminação, é preciso intervir de forma mais profunda.
Sobre o professor, é importante ter um olhar diferenciado, já que uma professora mais firme pode não combinar com uma criança mais sensível, e isso pode ser trabalhado. "Mas quando envolve humilhação, ameaça, racismo ou capacitismo, isso é uma violação e precisa ser enfrentado."
Como preparar a criança para a mudança
"É importante contar o que vai acontecer de maneira simples e verdadeira, com antecedência adequada à idade. Para crianças pequenas, alguns dias são suficientes; para as maiorzinhas, algumas semanas", orienta Ana Claudia.
Choro na chegada pode ser adaptação normal, mas quando não melhora com o tempo e vem acompanhado de outros sinais, merece atenção.
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Ela recomenda que a criança visite a nova escola e que o ciclo anterior seja fechado com cuidado. "Mesmo que tenha tido sofrimentos, é um espaço marcante também com experiências positivas. Fechar o ciclo é fundamental." E uma observação: não fale mal da escola anterior nem crie expectativas idealizadas sobre a nova.
O que observar na nova escola
Além da proposta pedagógica, observe a escola em um dia normal. As crianças brincam? Circulam livremente? Têm acesso a espaços externos? Dados do Censo Escolar 2024 mostram que apenas 35,2% das escolas municipais de educação infantil possuem área verde e somente 41% contam com parque infantil.
"Pergunte como a escola trabalha racismo e diversidade, como lida com o uso de telas e como as famílias participam da vida escolar. E, depois da visita, ouça a própria criança e pergunte o que ela achou", orienta Ana Claudia.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/_TeqrQaX2OrsTnG-9FBJ2oUqXDQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/a/l/atKUAcS8enZEwKM2I5ag/2148886438.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:58:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe fica em choque ao descobrir que marido é cego de um olho após 5 anos, no Paraná</title>  <atom:subtitle>Mariah Farina, do Paraná, não conseguia acreditar quando o marido revelou que não conseguia enxergar do olho esquerdo. "Como ele leva a vida normalmente e nunca tinha comentado, eu simplesmente não desconfiava", diz, à CRESCER. Saiba mais!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-fica-em-choque-ao-descobrir-que-marido-e-cego-de-um-olho-apos-5-anos-no-parana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-fica-em-choque-ao-descobrir-que-marido-e-cego-de-um-olho-apos-5-anos-no-parana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/iIQRRk-eDsB1E0i5_zNWOjOZwio=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/P/z/mrTm4ASBKnvXWCNV8iOQ/2026-08-25t200736.810.jpg" /><br /> ]]>    A influenciadora Mariah Farina, 30, Curitiba (PR), divertiu a web ao contar que descobriu que seu marido era cego de um olho após cinco anos juntos. Em vídeo viral, ela mostra o seu choque com a notícia, até fazendo testes com o olho do marido para garantir que ele não estava brincando com ela.
"Eu caí na risada porque parecia surreal", diz, em entrevista à CRESCER.
Mariah descobriu que o marido é cego de um olho
Reprodução/Instagram
O vídeo viralizou, alcançando mais de 1,7 milhão de visualizações. Nos comentários, os internautas se divertiram com a cena. Vários também contaram que já passaram por situações parecidas. "E eu que descobri que meu marido era cegueta de um olho depois de 20 anos juntos", escreve um. "Minha mãe também é, meu irmão descobriu com 20 anos", diz outro.
Mãe cega revela como supera desafios da maternidade
Pai parcialmente cego pode voltar a enxergar graças a um doador improvável
Mariah ficou muito surpresa com toda a repercussão. "Achava uma história super peculiar nossa, mas nos comentários descobrimos que muita gente passa por situações parecidas. A gente sempre levou a vida e os desafios com muito humor, então, ver o carinho e a identificação do público tem sido maravilhoso", diz, em entrevista à CRESCER.
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'A adaptação dele é tão perfeita que você nem percebe'
Ela sabia que o marido, o empresário Matheus Farina, 26, tinha problemas de visão, mas, ele nunca contou sobre a cegueira. "O Matheus nasceu com catarata congênita e tem estrabismo por conta da toxoplasmose que a mãe dele teve durante a gestação. Eu sabia da questão visual, mas achava que era só isso, nunca imaginei que ele fosse 100% cego daquele olho! Como ele leva a vida normalmente e nunca tinha comentado, eu simplesmente não desconfiava", afirma.
Foi apenas após cinco anos que veio a revelação. "Estávamos conversando no quarto sobre a infância dele e a cirurgia de catarata que ele fez quando pequeno. Curiosa, perguntei se ele enxergava bem daquele olho e ele soltou um 'mais ou menos'. Resolvi fazer um teste na hora, tampando o olho bom dele, e foi aí que descobri que ele não via absolutamente nada", lembra.
Mariah ficou em choque com a descoberta. "Eu caí na risada porque parecia surreal! Brinco com ele até hoje que nosso casamento poderia ser anulado por vício de consentimento por ele ter escondido isso de mim", diz.
Mariah, Matheus e Miguel
Arquivo pessoal
Mas, a cegueira não afeta em nada a vida de Matheus. Ele consegue fazer tudo normalmente, inclusive cuidar do filho de seis meses do casal, Miguel. "O único detalhe é que ele fica um pouco mais desastrado quando precisa pegar algo do lado esquerdo (o lado sem visão). Fora isso, a adaptação dele é tão perfeita que você nem percebe, e o olho bom dele ainda enxerga melhor que os meus dois juntos", finaliza.
A cegueira não afeta em nada os cuidados com Miguel
Arquivo pessoal  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/iIQRRk-eDsB1E0i5_zNWOjOZwio=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/P/z/mrTm4ASBKnvXWCNV8iOQ/2026-08-25t200736.810.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:57:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe pede "piranha", menino confunde pedido e mergulha no rio, no Pará</title>  <atom:subtitle>Criança de 7 anos, que vive em Cametá, no Pará, entendeu que a mãe falava do peixe, mas ela se referia a uma presilha de cabelo</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-pede-piranha-menino-confunde-pedido-e-mergulha-no-rio-no-para.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-pede-piranha-menino-confunde-pedido-e-mergulha-no-rio-no-para.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/IEB4-cRqAuOxvJKMbnt5buNlTFU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/t/r/ITLhAQTZSDyLowa7HOgA/inacio-montagem.jpg" /><br /> ]]>    Um pedido da mãe fez Inácio Maciozinho (@inaciomaciozinho26), de 7 anos, mergulhar no rio em busca de uma "piranha". O menino, que vive com a família na comunidade de Joroca Grande, em Cametá, no Pará, não pensou duas vezes antes de entrar na água para atender ao pedido. O que ele não imaginava era que tinha entendido a mãe de um jeito bem diferente do que ela pretendia.
Inácio Maciozinho foi literal demais com o pedido da sua mãe para pegar uma piranha
Instagram/Reprodução
"Gente, vocês não sabem o que me aconteceu. A mamãe mandou pegar uma piranha para ela. Mergulhei na água aqui atrás e não achei. Procurei, procurei e não achei", contou Inácio no vídeo ainda dentro do rio. 
Ao voltar para casa sem o que a mãe havia pedido, o menino levou uma bronca e só, então, descobriu que ela se referia a uma piranha de cabelo. "A mamãe ficou brava. Ficou zangada comigo porque não era piranha de peixe, era piranha de cabelo", disse.
No fim do relato, Inácio ainda brincou com o mal-entendido. "Mas também, ela não explica", comentou o menino. 
A situação divertiu os internautas, que entraram na brincadeira nos comentários. "Ainda bem que não foi comprar um jacarézinho", escreveu um usuário. Publicado em 31 de julho, o vídeo ultrapassou 400 mil curtidas e chamou a atenção pelo jeito espontâneo do menino.
Esse não foi o primeiro vídeo de Inácio a ganhar destaque nas redes. Aos 7 anos, ele compartilha no Instagram momentos da rotina, em um perfil supervisionado pela mãe, Iris Rodrigues.
Estudos e brincadeiras fazem parte da rotina de Inácio
A rotina de Inácio é dividida entre estudos e momentos de diversão. Em um dos vídeos, o menino contou que aproveita as férias para estudar e que organiza o dia entre a obrigação, a hidratação e a diversão.
Inácio também compartilha em seus vídeos a rotina de brincadeiras, estudos e curiosidades da cultura paraense
Instagram/Reprodução
A letra de Inácio também já chamou a atenção nas redes sociais. Em outro vídeo, o menino comparou a própria caligrafia à de receitas médica e brincou que já dava para exercer a profissão.
Nos vídeos, o menino também compartilhou aspectos da cultura e do cotidiano da comunidade ribeirinha onde vive, no Pará. Em um dos registros, Inácio apareceu colhendo açaí ao lado dos pais e explicou que, na região, o fruto era chamado de açaí tinga, conhecido em outros lugares como açaí branco.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/IEB4-cRqAuOxvJKMbnt5buNlTFU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/t/r/ITLhAQTZSDyLowa7HOgA/inacio-montagem.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:56:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe mostra trigêmeas acordando da soneca e vídeo conquista internautas</title>  <atom:subtitle>“Útero coça”, brincam internautas, nas redes sociais. Asssista!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-mostra-trigemeas-acordando-da-soneca-e-video-conquista-internautas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-mostra-trigemeas-acordando-da-soneca-e-video-conquista-internautas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/CQKYlTofUvV0ee3FlxPgJYwUsPE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/C/i/IIpQ6rQOqio08boBpEsQ/trigemeas-acordando.jpg" /><br /> ]]>    A rotina de uma mãe de trigêmeos pode ser intensa, mas também é cheia de momentos que derretem o coração. Você lembra das trigêmeas de Letícia Teles Medeiros Andrade, de Itaúna (MG), Beatriz, Isabella e Julia, 8 meses, que apareceram por aqui divertindo todo mundo com a “fila do banho comunitário”? 
Elas voltaram a viralizar, agora com um registro de quando acordaram de uma soneca. Além da fofura das meninas, o carinho e a felicidade da mãe também chamam a atenção. 
As trigêmeas acordando da soneca com todo o bom humor do mundo: uma mais fofa que a outra
Reprodução/ Instagram
Nas imagens, cada uma das meninas está em seu berço quando começa a despertar. Assim que percebem a presença da mãe, elas abrem sorrisos e começam a interagir com ela. Letícia conversa com as três, que respondem com ainda mais risadinhas. “A mamãe ainda não acostumou com três bebês. A mamãe ainda olha e fala assim: ‘Meu Deus, será que isso é verdade?’”, brinca ela, conversando com as pequenas.
Em seguida, Letícia completa: “Mamãe foi muito sortuda, três de uma vez. Isso é melhor do que ganhar na Mega da Virada”. O registro viralizou e encantou as redes sociais. “Algoritmo, por favor não inventa! Minha filha tem 19 anos e meu filho 10. O útero coça”, brincou uma seguidora. “Não consigo sair do vídeo”, disse outra. 
Além das trigêmeas, Letícia é mãe de Filipe Júnior, 5 anos, que é completamente apaixonado pelas irmãs. Apesar de não romantizar a rotina, que é intensa, a mãe contou, em entrevista anterior a CRESCER, que procura enxergar o lado positivo da experiência: “Filhos são presentes de Deus. Por mais desafiador que seja o dia, tento levar de forma mais leve possível”.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/CQKYlTofUvV0ee3FlxPgJYwUsPE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/C/i/IIpQ6rQOqio08boBpEsQ/trigemeas-acordando.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:54:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exercício depois do parto: quando voltar a treinar e quais atividades são as mais seguras para recomeçar</title>  <atom:subtitle>Não existe prazo único que sirva para todas as mulheres, e treinar pesado antes da hora pode empurrar o problema para a frente. Fisiologista e ginecologistas explicam a ordem certa para retomar os exercícios sem prejudicar a recuperação</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/saude-bem-estar/noticia/2026/08/exercicio-depois-do-parto-quando-voltar-a-treinar-e-quais-atividades-sao-as-mais-seguras-para-recomecar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/saude-bem-estar/noticia/2026/08/exercicio-depois-do-parto-quando-voltar-a-treinar-e-quais-atividades-sao-as-mais-seguras-para-recomecar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/VzerMzjBuiYie_NfhcaeSxB8ZgI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/R/P/zjYWVgTHmxTZWdFsw2Aw/mae-na-esteira-1-.png" /><br /> ]]>    Passado o parto, uma vontade é quase unânime entre as mães: voltar a se movimentar, recuperar o corpo, retomar a rotina de exercícios. Mas a pressa, aqui, é inimiga da recuperação. Não há um prazo mágico que valha para todo mundo, e o retorno precoce pode causar danos que demoram meses, às vezes anos, para serem corrigidos. Para orientar essa retomada com segurança, a Crescer conversou com o fisiologista e preparador físico Felipe Belisário;  e com a ginecologista e obstetra Yasmin Melino, especialista em uroginecologia e doenças do assoalho pélvico pela Unifesp. Confira o guia completo.
Confira as dicas dos especialistas para voltar a treinar depois da gestação sem riscos à saúde
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Primeira cartilha de planejamento do pós-parto orienta gestantes sobre o puerpério
Não existe prazo universal (e isso é importante)
A primeira coisa que as mães precisam entender é que contar os dias no calendário não é o melhor parâmetro. "Não existe um prazo único que sirva para todas as mulheres. A retomada depende do tipo de parto, de como foi a gestação, da presença de lacerações, da cicatrização, do assoalho pélvico e também do tipo e da intensidade do exercício", explica Yasmin Melino.
Mais do que o relógio, o que importa é escutar o corpo. A ginecologista lista sinais de alerta que indicam a necessidade de reduzir o ritmo e buscar avaliação:
Dor durante ou após o exercício
Sangramento que aumenta com o esforço
Sensação de peso ou de "bola" na vagina
Perda urinária ao se exercitar
Desconforto na cicatriz da cesárea
Piora importante do cansaço
Parto normal x cesárea: por que a abordagem muda
Cada tipo de parto exige cuidados específicos, e ignorar isso é um erro comum. No parto vaginal, a atenção se volta principalmente ao assoalho pélvico. "Precisamos avaliar possíveis lacerações, episiotomia e sintomas como dor, incontinência urinária ou sensação de peso na vagina. Mesmo que externamente a mulher pareça recuperada, isso não significa que toda a musculatura já esteja pronta para receber exercícios de impacto", alerta Yasmin.
Já a cesárea é uma cirurgia abdominal de grande porte, e a cicatriz visível é só a ponta do iceberg. "Diferentes planos de tecido foram manipulados e precisam cicatrizar. A ausência de dor na cicatriz externa não significa que a recuperação interna esteja completa", explica a ginecologista. Por isso, Yasmin reforça: não dá para usar a aparência da cicatriz ou a sensação de "já estou bem" como sinal verde para correr ou fazer abdominais intensos.
Felipe Belisário confirma a diferença do ponto de vista do treino. "O parto normal força mais a região abdominal, devido à força e à contração até a retirada do bebê. E, no caso da cesárea, tem a cicatriz no abdominal inferior, então, dependendo do tempo de retorno, eu posso prejudicar essa cicatrização." A conclusão dos dois é a mesma: liberação médica sempre vem antes do tênis.
O maior erro: achar que "não sentir dor" é sinônimo de "estar pronta"
Aqui mora a armadilha mais comum. "O maior erro é achar que está tudo bem porque não está sentindo dor. Tenho energia, tenho disposição, não sinto dor, vou voltar a treinar", descreve Felipe. O problema é que ausência de dor não significa recuperação completa. "Às vezes, eu não estou sentindo dor fazendo prancha, só que isso está piorando a recuperação da diástase, porque a musculatura fica frágil."
E é aqui que entra uma frase que o preparador físico faz questão de repetir: "Treinar pesado antes da hora não acelera a recuperação. Ela apenas empurra o problema para a frente, às vezes, de forma irreversível." Para ele, priorizar a função é o caminho mais rápido, e mais seguro, para depois atingir a estética que tanto se deseja.
Exercícios reduzem sintomas de ansiedade e depressão após o parto
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A diástase abdominal que quase ninguém investiga
A diástase, o afastamento dos músculos retos abdominais, é uma das sequelas mais comuns e mais ignoradas do pós-parto. "Algum grau de afastamento é extremamente comum e pode melhorar espontaneamente nos primeiros meses. Mas o problema não deve ser avaliado apenas pelo número de centímetros: é importante observar também a tensão e a função da parede abdominal", explica a especialista.
A boa notícia é que dá para perceber alguns sinais em casa. Segundo a ginecologista, ao levantar a cabeça ou o tronco estando deitada, a mulher pode notar um abaulamento ou uma espécie de "crista" no centro do abdômen. Dá para fazer uma avaliação aproximada com os dedos, mas isso não substitui o exame profissional. E ter diástase não condena a mulher a nunca mais fazer prancha. 
"O ponto é saber se aquele abdômen consegue administrar a pressão produzida pelo exercício", diz. Se há abaulamento importante, dor ou dificuldade de controle, o caminho é adaptar o movimento e trabalhar primeiro respiração e musculatura profunda.
O assoalho pélvico deveria ser o ponto de partida
Poucas mulheres sabem, mas a avaliação do assoalho pélvico deveria vir antes de qualquer retomada de impacto. "A gestação por si só já aumenta a sobrecarga sobre o assoalho pélvico, independentemente de o bebê nascer por parto vaginal ou cesárea", explica Yasmin. Antes de correr, saltar ou pegar cargas elevadas, avaliar essa musculatura é fundamental.
Um recado importante da ginecologista: escape de urina no exercício não é normal. "Não deve ser encarado como uma consequência normal da maternidade." Outros sinais que merecem investigação:
Dor nas relações sexuais
Sensação de peso ou de "bola" na vagina
Dificuldade para controlar urina ou fezes
Desconforto pélvico
E atenção: a solução nem sempre é fazer exercícios de contração, como o Kegel. "Algumas mulheres apresentam fraqueza, enquanto outras podem ter musculatura excessivamente tensa", explica Yasmin, reforçando o valor da fisioterapia pélvica na avaliação individualizada.
A ordem certa para voltar aos treinos
Existe uma progressão lógica para o pós-parto, e Felipe detalha esse passo a passo. Nada de pular etapas:
Primeiras semanas: trabalho respiratório, focado no diafragma, para reativar a musculatura do abdômen e do glúteo, que muitas vezes fica "desligada".
Em seguida: exercícios com o peso do próprio corpo, elásticos, bola suíça e fortalecimento de membros inferiores, sempre com cuidado redobrado na região abdominal.
Com a progressão: volta gradual das cargas, sem exageros, usando máquinas para membros inferiores e superiores, conforme a avaliação entre professor e aluna.
Tudo isso, ressalta o preparador, segue o princípio da individualidade biológica. "Tem pessoas que recuperam muito mais rápido, tem pessoas mais devagar. E depende também se a pessoa já era treinada e está voltando ou se resolveu mudar o estilo de vida depois da gravidez."
Como fechar diástase: tratamentos e exercícios para te ajudar
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O ranking das atividades: da mais indicada à mais arriscada
Se existisse uma hierarquia de modalidades para o retorno, Felipe a desenha assim:
Pilates: ideal para a fase de ativação e fortalecimento. Na academia, o próprio profissional também consegue direcionar esse tipo de exercício.
Musculação: com adaptações, pode entrar em paralelo.
Natação: liberada quando a cicatrização estiver completa, no caso da cesárea, além da liberação do médico.
Corrida: por último e com muito critério.
A corrida, aliás, é a grande mal interpretada. "Muita gente fala que correr é um movimento simples do dia a dia. Só que a corrida exige muita força do assoalho pélvico, principalmente no parto normal, que já vai estar mais desgastado, e do abdômen também, por causa do impacto a cada passada", explica o preparador. 
Para voltar a correr com segurança, é preciso ter um core forte de novo e já ter fortalecido os membros inferiores. "Quanto maior a distância, mais tempo em contato com o solo, mais impacto, e isso pode ser prejudicial."
E os treinos de altíssima intensidade, tipo crossfit ou HIIT, logo de cara? A resposta é direta: "Um corpo com diástase, assoalho pélvico fraco e padrão respiratório comprometido não vai responder bem a um treino de alta intensidade. Pelo menos não nesse começo."
Exausta e sem ver resultado? O contexto importa (e muito)
Amamentação, noites mal dormidas e a montanha-russa hormonal são a realidade de quase toda mãe, e tudo isso interfere na recuperação. "O pós-parto não pode ser analisado como se fosse apenas uma questão de voltar ao peso", pondera Yasmin. Durante a amamentação, os níveis elevados de prolactina e mais baixos de estrogênio podem causar até ressecamento vaginal, enquanto a privação de sono afeta disposição, recuperação muscular e percepção de esforço.
A mensagem da ginecologista para a mãe exausta é libertadora: mais treino nem sempre significa mais resultado. "Em determinados momentos, uma caminhada, exercícios leves ou uma sessão curta de fortalecimento podem ser mais adequados do que tentar retomar o ritmo anterior à gravidez." Sono, alimentação, hidratação e saúde mental fazem parte da recuperação.
E para quem, mesmo um ano depois, sente que o corpo não responde como antes, o conselho é não jogar tudo na conta da idade ou da maternidade. "Vale ampliar a investigação", diz Yasmin, lembrando que sono, estresse, função do assoalho pélvico e da parede abdominal e até alterações como anemia ou disfunções da tireoide podem estar por trás. 
"A maternidade reúne vários fatores ao mesmo tempo: menos sono, nova rotina, mudanças hormonais e menos tempo para recuperação. A comparação com o corpo de antes da gestação nem sempre é justa ou clinicamente útil."
A pressão das redes sociais é irreal
Um alerta necessário contra a fantasia vendida nas telas é feito por todos os especialistas. "As pessoas vendem muito uma narrativa de recuperação em semanas. Tem gente que postou que engravidou, pariu e duas semanas depois já está com o corpão de novo. E não é bem assim que funciona", afirma Felipe. Cada fisiologia é única, e comparar-se com esses relatos só gera frustração e pressa perigosa.
O papel do profissional, diz ele, não é frear o desejo saudável da mulher de se sentir bem com o corpo, mas ajustar a expectativa à realidade. "A gente tem que mostrar a diferença entre o que é estético e o que é funcional." Priorizar a função, no fim das contas, é o atalho mais seguro para chegar à estética, e para voltar a treinar com tudo, sem deixar sequelas pelo caminho.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/VzerMzjBuiYie_NfhcaeSxB8ZgI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/R/P/zjYWVgTHmxTZWdFsw2Aw/mae-na-esteira-1-.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:57:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mães que deram à luz no mesmo dia na UTI reencontram equipe médica um ano depois</title>  <atom:subtitle>Internadas durante gestações de alto risco, Erin e Emily enfrentaram juntas o medo da prematuridade na unidade neonatal, viram os filhos crescerem saudáveis e voltaram ao hospital para agradecer aos profissionais que mudaram suas vidas</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/maes-que-deram-a-luz-no-mesmo-dia-na-uti-reencontram-equipe-medica-um-ano-depois.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/maes-que-deram-a-luz-no-mesmo-dia-na-uti-reencontram-equipe-medica-um-ano-depois.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/lW-efPjw611qJRZmGXwO6EZwAHU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/s/m/eKHhGFRPKFZGov8xIYHA/maes.webp" /><br /> ]]>    Uma gestação de alto risco costuma ser marcada por incertezas, medo e uma rotina de cuidados intensivos. Quando o nascimento acontece antes do esperado e o bebê precisa ser internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal), a experiência pode se tornar ainda mais desafiadora para toda a família. Foi justamente nesse cenário que duas mães do Texas, nos Estados Unidos, construíram uma amizade capaz de transformar um dos momentos mais difíceis de suas vidas em uma história de apoio, acolhimento e esperança.
Erin e Emily com seus filhos
Foto: CBS Austin/YouTube
Um ano após o nascimento de seus filhos prematuros, Erin e Emily voltaram ao St. David’s Medical Center, em Austin, para um reencontro emocionante com a equipe médica responsável por cuidar dos bebês e acompanhá-las durante semanas de internação. 
Além da oportunidade de agradecer aos profissionais do hospital, a visita também simbolizou a trajetória percorrida pelas duas famílias desde os dias de incerteza até a celebração do desenvolvimento saudável de Graham e Griffin.
As duas mulheres chegaram ao hospital em circunstâncias diferentes, mas igualmente delicadas. Erin foi internada ainda com 22 semanas e meia de gestação, depois que sua bolsa rompeu prematuramente. 
A expectativa inicial era prolongar a gravidez pelo maior tempo possível para aumentar as chances de sobrevivência do bebê. Ela permaneceu hospitalizada por várias semanas, sob acompanhamento constante, até desenvolver pré-eclâmpsia, condição que levou ao parto com 30 semanas de gestação.
Enquanto isso, Emily também enfrentava uma gravidez considerada de alto risco. Durante um ultrassom de rotina, os médicos identificaram um problema grave na placenta, o que exigiu monitoramento intensivo no hospital. 
Pouco tempo depois, ela precisou ser submetida a uma cesariana. Coincidentemente, seu filho, Graham, nasceu no mesmo dia que Griffin, bebê de Erin, com apenas algumas horas de diferença entre os partos.
Amizade na UTI
A conexão entre as duas mães, porém, começou antes mesmo de os bebês nascerem. Sentindo falta de conversar com pessoas que estivessem vivendo uma experiência semelhante, Emily contou à People que pediu às enfermeiras que a apresentassem a outras gestantes internadas no mesmo setor. O pedido foi atendido por Kerry Ann Bambury, enfermeira registrada da unidade, que a levou até o quarto vizinho, onde Erin estava internada.
Segundo a diretora da UTI Neonatal do hospital, Christy Gentry, esse tipo de aproximação costuma fazer diferença para as famílias. Em entrevista à CBS Austin, ela explicou que ver mães criando vínculos durante a internação é sempre algo positivo, especialmente porque a permanência na UTI Neonatal representa um período emocionalmente muito intenso. 
De acordo com ela, o apoio entre famílias ajuda a enfrentar os desafios e ameniza a sensação de isolamento tão comum nesse contexto. Erin lembra que o primeiro encontro aconteceu de maneira espontânea. "A Emily simplesmente entrou e disse: 'Oi, soube que você está aqui'. A partir daí, as coisas fluíram de forma muito natural", contou.
Apesar de terem personalidades diferentes, as duas descobriram interesses em comum e passaram a compartilhar boa parte da rotina hospitalar. Conversavam sobre séries de televisão, trocavam experiências sobre a gravidez e, principalmente, encontravam uma na outra alguém que compreendia exatamente o que estavam vivendo. Enquanto aguardavam notícias dos bebês e enfrentavam dias repletos de expectativa, construíram uma amizade baseada na empatia e no apoio mútuo.
Para quem acompanha famílias de recém-nascidos prematuros, histórias como essa mostram a importância das redes de apoio durante a internação neonatal. Além do atendimento especializado oferecido pelas equipes multiprofissionais, o acolhimento emocional entre pais que compartilham experiências semelhantes pode contribuir para enfrentar o estresse, a ansiedade e as inseguranças que costumam surgir nesse período.
Passado um ano, Erin e Emily retornaram ao hospital levando consigo os protagonistas dessa trajetória: Griffin e Graham. Agora saudáveis e crescendo fora da UTI Neonatal, os meninos conheceram os profissionais que participaram diretamente de seus primeiros dias de vida.
O reencontro emocionou especialmente Kerry Ann Bambury, responsável por apresentar as duas mães durante a internação. "É uma experiência e tanto! Quando as vi hoje de manhã, corri até elas, porque é a primeira vez que as vejo desde a alta", afirmou.
Christy Gentry também destacou o significado desse momento para toda a equipe da UTI Neonatal. Segundo ela, acompanhar famílias durante um período tão delicado cria vínculos que permanecem mesmo depois da alta hospitalar. "Ver as famílias passarem por aqui e depois poder vê-las novamente assim é, realmente, a maior alegria de fazermos o que fazemos", declarou.
Embora a história tenha começado em meio ao medo da prematuridade e das complicações de duas gestações de alto risco, o desfecho é marcado pela celebração da vida. O reencontro mostrou não apenas o desenvolvimento dos bebês, mas também o impacto que gestos simples de acolhimento podem ter na vida de quem enfrenta uma internação prolongada.
Hoje, Erin e Emily seguem cultivando uma amizade que nasceu entre corredores de hospital, consultas médicas e visitas à UTI Neonatal. Uma conexão improvável, construída em um dos momentos mais vulneráveis de suas vidas, e que continua crescendo ao lado de Graham e Griffin — dois meninos que dividiram os primeiros dias de vida e cujas histórias permanecerão ligadas para sempre.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/lW-efPjw611qJRZmGXwO6EZwAHU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/s/m/eKHhGFRPKFZGov8xIYHA/maes.webp" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 20:24:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mães com depressão persistente tendem a adotar criação mais rígida com filhos, revela estudo</title>  <atom:subtitle>Pesquisa também encontrou associação entre práticas parentais mais severas e dificuldades de atenção e memória em adolescentes</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/comportamento/noticia/2026/08/maes-com-depressao-persistente-tendem-a-adotar-criacao-mais-rigida-com-filhos-revela-estudo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/comportamento/noticia/2026/08/maes-com-depressao-persistente-tendem-a-adotar-criacao-mais-rigida-com-filhos-revela-estudo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/hzt_UaZMVcJYNb8lrC6ap0Ysr58=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/j/H/SARubdSKe8ypKxZ2wc4A/mae-depressao-filho.jpg" /><br /> ]]>    Um estudo que acompanhou quase 2 mil crianças desde os primeiros meses de vida até a adolescência apontou que mães com sintomas persistentes de depressão tendem a adotar práticas parentais mais severas. Essa forma mais rígida e agressiva de criação dos filhos também esteve associada, segundo a pesquisa, às dificuldades dos jovens para manter o foco e lembrar de fatos e situações.
Estudo indicou uma associação entre depressão materna permanente e uma criação de filhos mais severa
Magnific
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Os pesquisadores analisaram dados de 1.949 crianças nascidas em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 2004. Os sintomas de depressão das mães foram acompanhados em diferentes momentos, dos primeiros meses de vida dos filhos até os 11 anos. Já os participantes realizaram testes para avaliar suas funções cognitivas aos 15 anos.
A associação entre a depressão materna e a criação mais severa
Os pesquisadores identificaram cinco trajetórias de sintomas depressivos maternos ao longo do período analisado. A maior parte das mães apresentou níveis baixos ou moderadamente baixos de sintomas. Um grupo menor, de 5,2%, apresentou sintomas considerados altos e persistentes.
Nesse grupo, práticas parentais severas foram mais frequentes. A avaliação considerou comportamentos como agressão psicológica, incluindo gritos e berros, e agressão física, como diferentes formas de punição corporal.
De acordo com os autores, a depressão pode dificultar a capacidade de lidar com o estresse e com as demandas emocionais da criação dos filhos. 
Os impactos na atenção e na memória durante a adolescência
Aos 15 anos, os adolescentes participantes realizaram testes digitais para avaliar diferentes funções cognitivas. Entre aqueles cujas mães apresentaram sintomas depressivos altos e persistentes, foram observados os piores resultados nos testes de atenção sustentada e memória episódica.
A atenção sustentada está relacionada à capacidade de manter o foco em uma atividade durante determinado período. Já a memória episódica envolve a capacidade de recordar acontecimentos e informações relacionadas a experiências específicas.
Os resultados também mostraram associação com dificuldades de memória entre adolescentes cujas mães apresentaram sintomas elevados no início do acompanhamento, mas que diminuíram ao longo dos anos. Para a atenção sustentada, a criação mais severa apareceu como um dos possíveis caminhos entre algumas trajetórias de depressão materna e o desempenho dos adolescentes.
A memória de trabalho, responsável por manter e manipular temporariamente informações enquanto realizamos tarefas do dia a dia, também foi avaliada pelos pesquisadores. No entanto, essa função não apresentou o mesmo padrão de associação observado para atenção sustentada e memória episódica.
Crianças foram acompanhadas desde os primeiros meses
Os dados usados na pesquisa vieram da Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004, um estudo que acompanha, desde o nascimento, um grupo de pessoas nascidas na cidade naquele ano para investigar diferentes aspectos de sua saúde e desenvolvimento. 
Como as informações sobre as mães e os filhos foram coletadas em várias etapas, foi possível analisar a relação entre os sintomas depressivos maternos, as práticas parentais e as funções cognitivas dos adolescentes ao longo do tempo. Fatores como renda familiar, escolaridade materna, idade da mãe, número de filhos, tabagismo durante a gestação e características dos adolescentes também foram considerados.
Por se tratar de um estudo observacional, os resultados mostram associações e não permitem estabelecer uma relação de causa e efeito entre depressão materna, práticas parentais e desempenho cognitivo.
A importância do cuidado com a saúde mental
Na visão de Alicia Matijasevich, professora associada do departamento de medicina preventiva da FM-USP e orientadora do estudo, os resultados reforçam a importância de acompanhar a saúde mental materna durante toda a infância dos filhos.
"As dificuldades em atenção e memória na adolescência podem impactar desempenho escolar, inserção no mercado de trabalho e trajetórias de vida. O estudo aponta para a necessidade de ampliar o reconhecimento social da importância do cuidado à saúde mental de mães, especialmente em contextos de vulnerabilidade", afirma Alicia. 
Segundo a pesquisadora, os achados também indicam que o cuidado não deve se limitar ao tratamento da depressão. "É importante rastrear não apenas a depressão materna, mas também aspectos da relação entre pais e filhos e, quando necessário, encaminhar para intervenções combinadas", explica Alicia.
Isso significa que visitas domiciliares e programas de parentalidade, estratégias que podem fazer parte da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), têm potencial para reduzir possíveis efeitos negativos no desenvolvimento infantil e adolescente.
O estudo foi liderado por pesquisadores da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista científica European Child &amp; Adolescent Psychiatry. A pesquisa integra a tese de doutorado da pesquisadora Júlia de Souza Rodrigues, desenvolvida em parceria entre a Universidade de São Paulo e a Universidad Miguel Hernández de Elche, na Espanha.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/hzt_UaZMVcJYNb8lrC6ap0Ysr58=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/j/H/SARubdSKe8ypKxZ2wc4A/mae-depressao-filho.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:11:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>7 perguntas que todo pai e toda mãe deveria fazer na reunião escolar</title>  <atom:subtitle>A reunião de pais é uma oportunidade valiosa de entender como seu filho está se desenvolvendo além das notas, passando por comportamento e até relações com os colegas e professores</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/educacao/noticia/2026/08/7-perguntas-que-todo-pai-e-toda-mae-deveria-fazer-na-reuniao-escolar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/educacao/noticia/2026/08/7-perguntas-que-todo-pai-e-toda-mae-deveria-fazer-na-reuniao-escolar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/HH2nTyDMRIrAC7RkV1jj14SAJjI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/7/5/onF8sVSIyN06MSjkjZow/2149220334.jpg" /><br /> ]]>    A reunião escolar costuma durar pouco e trazer muita informação de uma vez. No Dia da Educação Infantil, comemorado em 25 de agosto, a CRESCER preparou uma lista com as sete perguntas mais importantes que os pais podem fazer, e que vão muito além do boletim.
A reunião de pais dura pouco, mas as perguntas certas podem revelar muito sobre como seu filho está se desenvolvendo além das notas.
Magnific
1. Como meu filho se relaciona com os colegas?
Desenvolvimento social é tão importante quanto desenvolvimento acadêmico, especialmente na educação infantil. Perguntar sobre as amizades, sobre como a criança se comporta em grupo, se ela consegue brincar, compartilhar e resolver pequenos conflitos diz muito sobre como ela está se sentindo na escola. Uma criança que está bem socialmente costuma aprender melhor também.
2. Ele parece feliz e seguro aqui?
Essa é uma das perguntas mais simples e mais poderosas que um pai pode fazer. Saber se a criança chega na escola tranquila, se demonstra prazer em estar ali, se busca os professores quando precisa de ajuda ou conforto é um indicador direto de bem-estar emocional. Se a resposta revelar insegurança ou resistência constante, vale investigar mais.
3. Existe algo no comportamento dele que tem chamado atenção?
Mudanças de comportamento na escola, como agitação, retraimento, choro frequente ou agressividade, podem ser sinais de algo que está acontecendo em casa, na escola ou no desenvolvimento da criança. O professor passa horas com seu filho todos os dias e pode perceber coisas que os pais ainda não identificaram. Abrir esse espaço de conversa é fundamental.
4. Em que áreas ele demonstra mais interesse e facilidade?
Identificar os pontos fortes da criança é tão importante quanto mapear as dificuldades. Saber que ela adora música, se destaca nas atividades físicas ou se envolve com intensidade nas brincadeiras criativas ajuda os pais a entender melhor quem é o filho e como potencializar essas habilidades fora da escola também.
5. E onde ele encontra mais dificuldade?
A pergunta complementar à anterior e igualmente importante. Dificuldades de atenção, de coordenação motora, de linguagem ou de socialização identificadas cedo têm muito mais chance de serem acompanhadas e superadas com o suporte adequado. Pergunte também se a escola tem alguma sugestão de como os pais podem ajudar em casa.
A escola e a família caminham melhor juntas quando existe diálogo aberto. Aproveitar a reunião para ouvir e perguntar é uma das formas mais simples de cuidar do desenvolvimento do filho.
Magnific
6. Como posso apoiar o desenvolvimento dele em casa?
A escola e a família precisam caminhar juntas. Perguntar ao professor o que pode ser feito no dia a dia de casa, seja na rotina, nas brincadeiras, no incentivo à leitura ou na forma de lidar com determinados comportamentos, transforma a reunião num espaço de parceria real. Pequenas orientações práticas fazem grande diferença no desenvolvimento da criança.
7. Existe algo que você gostaria que eu soubesse sobre meu filho?
Essa última pergunta abre um espaço que muitas vezes o professor não encontra durante a reunião por falta de tempo ou por não querer parecer invasivo. É uma pergunta de escuta genuína, que pode trazer informações valiosas, uma observação carinhosa, uma conquista que ainda não foi contada ou até um cuidado que precisa de atenção.
A reunião escolar dura pouco, mas o que você descobre nela pode fazer muita diferença no acompanhamento do seu filho. Não precisa fazer todas as perguntas de uma vez, nem transformar o encontro num interrogatório. Escolha as que fazem mais sentido para o momento que seu filho está vivendo e vá com curiosidade genuína, não com julgamento.
Porque no fim, o objetivo é simples: entender melhor quem seu filho é fora de casa e garantir que a escola e a família estejam caminhando juntas.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/HH2nTyDMRIrAC7RkV1jj14SAJjI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/7/5/onF8sVSIyN06MSjkjZow/2149220334.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:05:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Seu filho aprende a falar olhando para você, não para a tela: o que a fonoaudióloga explica sobre linguagem e celular</title>  <atom:subtitle>No Crescer Cast especial "O Feed Pode Esperar", a fonoaudióloga Adriana Fiore, mestre em distúrbios da comunicação e com mais de 20 anos de clínica, mostra como o vai e volta do olhar constrói a fala da criança, e o que se perde quando o celular entra no meio</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/o-feed-pode-esperar/noticia/2026/08/seu-filho-aprende-a-falar-olhando-para-voce-nao-para-a-tela-o-que-a-fonoaudiologa-explica-sobre-linguagem-e-celular.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/o-feed-pode-esperar/noticia/2026/08/seu-filho-aprende-a-falar-olhando-para-voce-nao-para-a-tela-o-que-a-fonoaudiologa-explica-sobre-linguagem-e-celular.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/cjz58uGgpE0hyKqjNKccOMzunP0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/M/H/1AEpEBRdWgFRfq911T5g/capa-youtubepodcast.png" /><br /> ]]>    Poucas pessoas sabem, mas a gente aprende a falar olhando. É a partir dessa premissa que a fonoaudióloga Adriana Fiore, mestre em distúrbios da comunicação pela PUC-SP e com mais de duas mil famílias atendidas, conduz sua participação no Crescer Cast especial da campanha "O Feed Pode Esperar". 
Adriana Fiore explica como o uso frequente do celular pelos pais pode influenciar na fala dos filhos
Reprodução/Redes Sociais
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Na conversa, ela explica que o desenvolvimento da linguagem começa muito antes da primeira palavra, ainda no primeiro choro, e se constrói inteiramente na interação: o contato visual, o sorriso de resposta, o balbucio que a mãe repete e devolve. "Se lá atrás, nesses primeiros contatos visuais, eu já não entrego um contato visual eficiente, eu não olho para essa criança", alerta a especialista, tudo o que vem depois fica comprometido.
O ponto central da conversa é justamente o mote da campanha: quando o pai ou a mãe fala com o filho, mas com a boca e o rosto voltados para o celular, a interação direta se perde. E Adriana é clara ao dizer que não se trata de demonizar as telas, que vieram para ficar e estão presentes na educação, no trabalho e até nas terapias. 
A questão, para ela, é outra: como, por quanto tempo, em que idade e, principalmente, acompanhada de quem a criança usa a tela. "Se eu dei essa tela, o que eu deixei de oferecer?", provoca a fonoaudióloga, resumindo o cerne da reflexão.
Uma pista do que você vai ver no episódio completo
No vídeo, Adriana aprofunda como a atenção da criança é construída aos poucos, desde a troca de turnos numa simples colherada de comida até a capacidade de sustentar o foco na fala do professor anos depois. Ela explica por que crianças muito expostas às telas costumam chegar ao consultório com vocabulário mais restrito e maior dificuldade para lidar com a frustração e o "acabou", já que, no digital, um desenho nunca termina, sempre começa outro. 
E entrega dicas práticas e afetuosas para os pais, da observação atenta do filho ao poder das histórias, das músicas e até das visitas à casa dos avós, com direito a uma bonita reflexão sobre memória afetiva, cheiros e álbuns de foto.
Esse foi mais um episódio do Crescer Cast especial "O Feed Pode Esperar". Para entender de vez como a sua relação com o celular pode moldar a fala e a comunicação do seu filho, e sair da conversa com ferramentas concretas para mudar isso, assista à entrevista completa com Adriana Fiore no canal da Crescer no YouTube. Porque, como a gente não se cansa de lembrar, o feed pode esperar.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/cjz58uGgpE0hyKqjNKccOMzunP0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/M/H/1AEpEBRdWgFRfq911T5g/capa-youtubepodcast.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:31:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mães são ensinadas a dar à luz no carro após fechamento de maternidade</title>  <atom:subtitle>Gestantes de cidade no interior da Inglaterra passaram a enfrentar viagens de quase duas horas até outra maternidade e estão recebendo orientações sobre o que fazer caso o parto aconteça durante o trajeto</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/maes-sao-ensinadas-a-dar-a-luz-no-carro-apos-fechamento-de-maternidade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/maes-sao-ensinadas-a-dar-a-luz-no-carro-apos-fechamento-de-maternidade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/X23UfR8Xj1jEGaadSPbOgAENLsc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/M/h/L9DPEvRKegHnvuZqtOmw/maternidade-inglaterra.jpg" /><br /> ]]>    Na cidade de Barnstaple, no sudoeste da Inglaterra, a maternidade do Hospital Distrital de North Devon (North Devon District Hospital) foi fechada temporariamente por falta de profissionais. Com isso, gestantes da região precisam viajar longas distâncias até outras unidades e estão recebendo orientações sobre o que fazer caso o parto aconteça durante o trajeto.
Desde o dia 11 de agosto, o hospital suspendeu não só a realização de todos os tipos de parto, como também as consultas de triagem, realizadas para verificar o estado da mãe e do bebê quando há suspeita de algum problema.
A maternidade do North Devon District Hospital, em Barnstaple, teve os serviços de parto temporariamente suspensos por falta de profissionais
The Mirror/Reprodução
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"A preparação para o parto já é repleta de ansiedade e expectativa para muitas mulheres, e agora, onde elas deveriam estar recebendo apoio constante, está sendo mais uma fonte de insegurança. Elas estão ansiosas, estressadas, decepcionadas e não se sentem ouvidas ou compreendidas", afirmou Catherine Mchomvu, professora de preparação para o parto e coordenadora das sessões, em entrevista ao jornal The Mirror.
Nas aulas oferecidas pelo Centro Pré-Natal Familiar de Devon (Devon Antenatal Family Centre), as famílias recebem orientações sobre posições que podem ajudar a retardar o trabalho de parto e sobre quais itens devem estar disponíveis no carro caso o bebê nasça durante o trajeto. Entre as recomendações estão levar garrafas grandes de água, combustível suficiente para manter o veículo aquecido, toalhas e cobertores para aquecer e envolver o bebê.
Os casais também recebem instruções sobre como agir caso o parto aconteça durante a viagem, seja com o veículo em movimento ou parado no acostamento. "Trata-se de tentar criar o ambiente de parto que você normalmente teria no hospital ou em casa, no seu carro", disse Catherine.
Catherine Mchomvu, professora de preparação para o parto e coordenadora das sessões
Jon Rowley/The Mirror
Como as mães têm enfrentado a situação
Hannah Rulton é uma das gestantes que têm frequentado o centro. Grávida de 27 semanas, ela mora a mais de uma hora da maternidade mais próxima. Aos 37 anos e mãe de dois filhos, Hannah teme que a situação se repita depois que ela e o filho escaparam por pouco da morte durante o parto anterior, em razão de uma distocia de ombro.
"Se eu entrar em trabalho de parto espontâneo, o que é provável, ficaremos no carro por pelo menos uma hora e quarenta minutos sozinhos, sem qualquer ajuda ou intervenção de que possamos precisar caso aconteça na beira da estrada. Minha ansiedade está altíssima em um momento que deveria ser realmente prazeroso. Este momento especial está sendo distorcido porque estou constantemente preocupada e pensando: 'e se o pior acontecer?'", disse Hannah.
A falta de respostas e de soluções rápidas diante do fechamento da maternidade local também tem provocado ansiedade em outras gestantes. Vicky O'Loughlin, de 34 anos, tem previsão de dar à luz em outubro. Nascida em Barnstaple, assim como toda a sua família, ela afirma que o fechamento da maternidade foi um choque.
Com problemas no sistema imunológico, Vicky teme o desenvolvimento de pré-eclâmpsia, uma complicação da gravidez caracterizada pela pressão alta e que pode causar danos aos órgãos. "A equipe do hospital já me deu folhetos e a parteira me forneceu algumas dicas, mas só isso. Não temos para onde ir e não podemos pagar por acomodação em Exeter", afirmou.
As gestantes ficaram bastante decepcionadas e ansiosas com a decisão do fechamento. Nas fotos, Hannah Rulton e Vicky O'Loughlin
Jon Rowley/The Mirror
Outras mulheres que deram à luz em Barnstaple no ano passado também ficaram abaladas com o fechamento. Cherri Taylor, mãe de primeira viagem, teme pelas gestantes que enfrentam complicações durante o parto depois que seu filho, Albie, nasceu com o cordão umbilical enrolado na cabeça.
"Só de pensar no que teria acontecido se estivéssemos indo para Exeter, na beira da estrada, já me dá arrepios. É algo em que você prefere não pensar", contou Cherri.
Sua amiga Lauren Baker, de 27 anos, que deu à luz a pequena Paisley há nove meses, também teme pelas gestantes que precisam percorrer longas distâncias. "Meu parto foi induzido e fiquei uma semana no hospital, mas felizmente morávamos a apenas quinze minutos do hospital. Mas se você mora em Exeter, seu parceiro precisa viajar mais de uma hora, então você pode estar sozinha quando tiver seu bebê porque todas nós sabemos como é o trabalho de parto, ele pode simplesmente acontecer", disse Lauren.
Gestantes recentes, Cherri Taylor e Lauren Baker, temem pelas novas mães na região
Jon Rowley/The Mirror
A reabertura da maternidade local ainda é incerta
Na semana passada, centenas de gestantes foram às ruas de Barnstaple para exigir a reabertura da unidade. Poucos dias depois, a diretora médica do hospital, Karen Davies, renunciou em protesto contra a situação. Segundo Karen, os responsáveis poderiam ter elaborado um plano para evitar o fechamento.
O deputado de North Devon, Ian Roome, também se manifestou sobre o caso e afirmou que está fazendo o possível para apoiar as mulheres, inclusive agilizando pedidos de visto para consultores e obstetras dispostos a se mudar para a região. "Dezenas de milhares de pessoas dependem do NDDH, e pedir aos pacientes que viajem distâncias muito maiores para receber cuidados essenciais não é uma solução sustentável", afirmou.
Em depoimento ao The Mirror, o deputado também disse ter entrado em contato com a secretária de Saúde e Assistência Social, Yvette Cooper, para alertar sobre a situação e pedir que hospitais rurais sejam priorizados no repasse de financiamentos extras.
O diretor-executivo do hospital de North Devon, Sam Higginson, afirmou que estão sendo feitos esforços para reabrir a maternidade o mais rápido possível. Segundo ele, isso depende da contratação de novos profissionais, permanentes ou temporários.
"Qualquer suspensão temporária dos serviços de maternidade é profundamente preocupante para as mulheres e famílias que dependem deles e para as parteiras que trabalham incansavelmente para manter o atendimento seguro", afirmou Hannah Leonard, diretora de políticas e vice-chefe de parteiras do Royal College of Midwives (Colégio Real de Parteiras).
Segundo ela, o fechamento de maternidades e a suspensão de serviços para gestantes devido à falta de profissionais têm se tornado mais frequentes na região. "Para mulheres e famílias que vivem em comunidades rurais e costeiras, o fechamento dos serviços de maternidade pode ter um impacto significativo devido à precariedade da infraestrutura rodoviária, às longas distâncias a percorrer e ao afastamento de entes queridos", destacou.
A especialista também afirmou que os fechamentos afetam as parteiras, que passam a enfrentar maiores custos e tempo de deslocamento para apoiar as gestantes, além de aumentarem a pressão sobre as unidades vizinhas.
"A menos que enfrentemos a crise urgente da força de trabalho, os serviços continuarão sendo interrompidos, sobrecarregando ainda mais uma força de trabalho de parteiras já sobrecarregada. Precisamos de um plano robusto de força de trabalho multiprofissional com financiamento para implementá-lo, e isso deve ser uma prioridade da força-tarefa de maternidade e neonatal", destacou a vice-chefe de parteiras do Royal College of Midwives.
Diante da suspensão temporária dos partos, o Royal Devon University Healthcare NHS Foundation Trust, organização responsável pela administração do Hospital Distrital de North Devon, afirmou que o cuidado com as mulheres e as pessoas em trabalho de parto continua sendo prioridade da instituição.
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"A nossa recomendação é que, se alguém suspeitar que pode estar em trabalho de parto ou tiver alguma preocupação com a gravidez, deve contactar imediatamente o nosso serviço de triagem de maternidade, onde uma parteira irá analisar a sua situação individual e fornecer aconselhamento adaptado às suas necessidades. Se achar que o bebé está prestes a nascer e não estiver perto do hospital, ligue para o 999", afirmou o porta-voz do Trust ao The Mirror.
O mesmo porta-voz informou que as orientações, recomendações e protocolos clínicos foram atualizados para lidar com o cenário temporário. O Royal Devon &amp; Exeter Hospital, em Wonford, na cidade de Exeter, também tem instalações disponíveis para receber partos adicionais durante o período de suspensão em North Devon.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/X23UfR8Xj1jEGaadSPbOgAENLsc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/M/h/L9DPEvRKegHnvuZqtOmw/maternidade-inglaterra.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:29:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jovem que nasceu com condição rara tem mãos que pesam 9 kg e explica por que recusou cirurgia</title>  <atom:subtitle>Um jovem com mãos que pesam 9 kg revelou a decisão dolorosa que teve de tomar ainda na infância, com apenas 7 anos. Entenda</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/jovem-que-nasceu-com-condicao-rara-tem-maos-que-pesam-9-kg-e-explica-por-que-recusou-cirurgia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/jovem-que-nasceu-com-condicao-rara-tem-maos-que-pesam-9-kg-e-explica-por-que-recusou-cirurgia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/IbOrw9XRplPfi1-I5X-R60TR_KY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/7/S/Wiln8vRMK7p9YBNWnzyA/maos.jpg" /><br /> ]]>    Um jovem cujas mãos pesam impressionantes 9 kg revelou a escolha desafiadora que enfrentou. Com apenas 7 anos, os médicos se ofereceram para operá-lo, mas alertaram que havia uma chance de ele perder as mãos completamente.
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Jovem que nasceu com condição rara tem mãos que pesam 9 kg e explica por que recusou cirurgia
Reprodução/Mirror
Mark Davidson Jacildo, das Filipinas, era apenas uma criança quando seu pai foi informado de que os cirurgiões poderiam reduzir o tamanho extraordinário de suas mãos. Mas havia um porém devastador: se a operação desse errado, suas mãos poderiam ser amputadas.
Agora, anos depois, Mark revelou por que recusou a cirurgia – e como aprendeu a conviver com mãos que se tornaram tão grandes que pesam mais do que muitos bebês. O homem, que tem uma condição congênita ultrarrara chamada macrodactilia, apareceu ao vivo no programa This Morning por videochamada das Filipinas, conversando com os apresentadores Rylan Clark e Josie Gibson.
A macrodactilia causa crescimento anormal dos dedos e dos tecidos circundantes, incluindo ossos, tecidos moles, nervos e vasos sanguíneos.
No caso de Mark, a condição fez com que suas mãos crescessem a um tamanho extraordinário, com um peso combinado de cerca de 9 kg. Sua mão esquerda pesa quase 7 kg e sua mão direita pesa cerca de 2 kg.
Combinadas, as mãos de Mark pesam 9kg
Reprodução/Mirror
Apesar dos desafios, Mark afirma que passou a vida se adaptando à sua condição, em vez de permitir que ela o impedisse de seguir em frente. Durante a entrevista, Rylan destacou que existem opções cirúrgicas que poderiam reduzir o tamanho e o peso das mãos de Mark.
Mark então revelou que já havia enfrentado essa decisão quando era menino. "Sim, me deram essa opção quando eu tinha 7 anos", disse ele. "Fomos a um médico, e ele disse que eu poderia fazer uma cirurgia para diminuir ou provavelmente reduzir o peso."
Mas as possíveis consequências deixaram Mark e sua família diante de uma decisão difícil. "No entanto, o lado negativo é que, se o procedimento não for bem-sucedido, existe a possibilidade de minhas mãos serem amputadas", explicou ele.
Mark disse que, no fim das contas, foi o pai quem lhe deu a escolha. "Meu pai me deu a opção – me deu a chance de decidir, e eu disse não." E havia uma razão muito simples para o garoto, na época, sentir que não precisava correr o risco.
“Aos 7 anos, eu já era o melhor da minha turma na escola”, disse Mark. “Eu sabia jogar basquete. Eu conseguia acompanhar os outros garotos. Então, sabe, naquela época, eu não estava pensando em fazer nada que envolvesse minhas mãos.”
Em vez disso, Mark começou a se adaptar. "Aprendi a me adaptar, sabe? Aprendi a acompanhar o ritmo", disse ele. Suas mãos podem parecer drasticamente diferentes, mas Mark mostrou que isso não o impediu de viver sua vida.
Ele aprendeu a realizar tarefas cotidianas e continuou a se dedicar às coisas de que gosta, recusando-se a deixar que sua condição rara o definisse.
Agora, Mark está falando abertamente para aumentar a conscientização sobre a macrodactilia e ajudar as pessoas a entenderem como é realmente a vida com uma condição que pouquíssimas pessoas já vivenciaram.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/IbOrw9XRplPfi1-I5X-R60TR_KY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/7/S/Wiln8vRMK7p9YBNWnzyA/maos.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 13:13:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pai encontra notas escondidas em brinquedo da filha de 3 anos, no CE: “Entendi o que é lavagem de dinheiro"</title>  <atom:subtitle>Diogo Menezes Araripe, de Fortaleza (CE), encontrou notas escondidas em uma máquina de lavar de brinquedo enquanto separava os brinquedos da filha para doação — mas o dinheiro não era da criança: “Minha esposa que escondeu”</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/pai-encontra-notas-escondidas-em-brinquedo-da-filha-de-3-anos-no-ce-entendi-o-que-e-lavagem-de-dinheiro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/pai-encontra-notas-escondidas-em-brinquedo-da-filha-de-3-anos-no-ce-entendi-o-que-e-lavagem-de-dinheiro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/EOP60QKsIfwKw4pGeOJepG8vw_Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/B/S/CWRX2aRpyZxDqiKELIxQ/dinheiro.jpg" /><br /> ]]>    Um pai descobriu um esquema de lavagem de dinheiro em casa. Mas, calma: não é o que você está pensando. Enquanto separava alguns dos brinquedos das filhas, Maria Helena, 1, e Maria Eduarda, 3, para doação, Diogo Menezes Araripe, 40, de Fortaleza (CE), encontrou uma máquina de lavar de brinquedo. 
Quando abriu para ver o que tinha dentro, ficou chocado ao descobrir uma meia, com uma boa quantidade de dinheiro dentro. “Até que enfim entendi o que é lavagem de dinheiro”, brincou no vídeo publicado nas redes sociais.
Pai encontra dinheiro em brinquedo da filha
Reprodução/redes sociais
Em entrevista a CRESCER, o pai esclareceu a história. “Fui dar uma olhada nos brinquedos que a Maria Eduarda não usa mais, pois faríamos doações. Foi aí que descobri que o dinheiro que estava escondido não era da Maria Eduarda, e sim da mãe dela”, relata. 
A responsável pelo esconderijo, aliás, estava dentro de casa: Nádia Liz Cysne Rosas Araripe, 36 anos, esposa de Diogo e mãe das meninas, havia colocado o dinheiro ali de propósito. “Ela sabia. Inclusive, foi ela que escondeu. Eu que não sabia”, conta o empresário.
A família também não tem um cofre em casa. Segundo Diogo, normalmente é Nádia quem retira os brinquedos que serão doados e, por isso, ela aproveitou o objeto para guardar o dinheiro. “Ninguém mexe nessas coisas. Então ela colocou lá para esconder mesmo. Teve sorte de eu não ter jogado tudo fora”, brinca.
O dinheiro não estava escondido por nenhuma razão misteriosa. “A finalidade era somente para alguma emergência que precise usar dinheiro em espécie. Afinal, hoje ninguém usa mais”, diz Diogo.
Para evitar problemas, depois da descoberta, o dinheiro ganhou um novo esconderijo. “Mudou de lugar. Não está mais na máquina não”, revela o pai. 
O vídeo, em tom bem-humorado, viralizou nas redes sociais. “Eu postei porque achei engraçado. No começo achei que fosse da minha filha, mas quando minha esposa chegou em casa esclareceu a história”, afirma. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): 

Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/EOP60QKsIfwKw4pGeOJepG8vw_Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/B/S/CWRX2aRpyZxDqiKELIxQ/dinheiro.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:08:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como a obesidade masculina influencia o metabolismo dos filhos?</title>  <atom:subtitle>A endocrinologista e colunista CRESCER, Paula Pires, reflete sobre como os fatores paternos podem influenciar a saúde das próximas gerações</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/colunistas/paula-pires-saude-no-prato/coluna/2026/08/como-a-obesidade-masculina-influencia-o-metabolismo-dos-filhos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/colunistas/paula-pires-saude-no-prato/coluna/2026/08/como-a-obesidade-masculina-influencia-o-metabolismo-dos-filhos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/mn-24ROU4jVaXbLg10SfYur0vq4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/J/u/5sXhKASFSMaQQgc5FoOg/side-view-baby-weighting-machine.jpg" /><br /> ]]>    As pesquisas sobre a saúde da prole historicamente concentraram-se nos fatores maternos, avaliando o impacto da gestação e do estilo de vida da mãe no desenvolvimento do bebê. Ao fator masculino, costumava-se atribuir apenas o fornecimento de metade do material genético. 
No entanto, um estudo internacional recente amplia esse entendimento e demonstra que as condições metabólicas do homem no momento da concepção também exercem influência sobre a saúde das próximas gerações.
Bebê sendo pesado
Magnific
A pesquisa, que contou com a liderança do biólogo Marcelo Mori, da Unicamp, em parceria com instituições dinamarquesas e alemãs, investigou os efeitos da obesidade paterna no metabolismo dos filhos. Os resultados indicam que o estado de saúde do homem no período pré-concepcional deixa marcas biológicas na prole, elevando o risco de desenvolvimento de condições como o diabetes tipo 2, independentemente da herança genética convencional.
Ganho de peso acelerado em bebês eleva risco de obesidade infantil
Um terço das crianças e adolescentes terá obesidade ou sobrepeso em 2050, diz pesquisa
O fenômeno é explicado pela epigenética, o campo da ciência que estuda como o ambiente e os hábitos alteram a atividade dos genes sem modificar a sequência do DNA. Em testes com modelos animais, os pesquisadores observaram que os filhotes de pais obesos nasceram com o peso esperado e sem alterações visíveis. O problema se manifestou na vida adulta: esses animais apresentaram resistência à insulina e intolerância à glicose, que são indicadores primários para o desenvolvimento do diabetes.
O veículo dessa transmissão biológica é o espermatozoide. Os cientistas identificaram que o excesso de gordura corporal do pai altera a carga de pequenas moléculas reguladoras (os microRNAs) presentes nas células reprodutivas.
Ao fertilizar o óvulo, esse espermatozoide modificado desencadeia um bloqueio no desenvolvimento das mitocôndrias, as estruturas responsáveis por gerar energia para as células. Como consequência, tecidos vitais do filhote, como o fígado e os músculos, operam com menor eficiência metabólica. O organismo da prole, portanto, inicia seu desenvolvimento sob uma desvantagem programada na fase pré-concepcional.
A explicação dos cientistas aponta para o comportamento do tecido adiposo. Quando um indivíduo desenvolve obesidade, esse tecido entra em um estado inflamatório crônico. A gordura emite sinais químicos na corrente sanguínea que viajam pelo corpo e alteram as células reprodutivas durante o processo de fabricação dos espermatozoides.
O estudo também avaliou a reversibilidade desse processo. Ao contrário das mutações genéticas definitivas, as marcas epigenéticas causadas pelo estilo de vida podem ser desfeitas. Quando os pesquisadores submeteram os pais obesos a um processo de perda de peso por meio de dieta e atividade física antes do período reprodutivo, os efeitos nocivos na geração seguinte foram eliminados. Os novos filhotes nasceram sem sinais de disfunção metabólica.
'Os cuidados preventivos começam antes do início da gestação'
Ao avaliar seres humanos, os cientistas observaram uma resposta semelhante: homens que perderam peso de forma significativa apresentaram uma redução nas moléculas reguladoras prejudiciais no esperma, confirmando que o organismo humano responde à mudança de hábitos.
A transposição desses dados para a rotina humana, contudo, exige cautela. Como aponta o próprio Marcelo Mori, o metabolismo humano é complexo e influenciado por variáveis culturais e socioeconômicas. Isolar o impacto estritamente biológico do espermatozoide do impacto do ambiente familiar no qual a criança cresce o que inclui o sedentarismo e o padrão de alimentação compartilhado na casa continua sendo um desafio metodológico para os pesquisadores.
Ainda assim, o mérito do estudo é ampliar o escopo da saúde preventiva na reprodução. A constatação de que as condições de saúde do homem podem mitigar ou agravar os riscos de doenças crônicas na prole traz novos elementos para o planejamento familiar, demonstrando que os cuidados preventivos começam antes do início da gestação.
Receita: Escondidinho saudável de frango e legumes
Escondidinho de frango e legumes
Arquivo pessoal
Ingredientes
Para o Purê:
3 batatas-doces médias cozidas e amassadas
Para o Recheio:
500g de peito de frango cozido e desfiado.
1 cenoura ralada bem fina.
1 abobrinha pequena ralada.
1 cebola picada e 2 dentes de alho amassados.
1 colher de chá de cúrcuma em pó.
Salsinha fresca a gosto.
Um fio de azeite de oliva extra virgem.
Para a Cobertura (Opcional):
Queijo branco ralado ou farelo de aveia para gratinar.
Modo de Preparo
Prepare o recheio: Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Adicione o frango desfiado e a cúrcuma, misturando bem. Acrescente a cenoura e a abobrinha raladas. Refogue até que os vegetais estejam bem macios e integrados ao frango. Finalize com a salsinha fresca e ajuste o sal a gosto.
Prepare a base: Cozinhe as batatas-doces até ficarem macias. Descasque e amasse bem até obter um purê liso e homogêneo.
Montagem: Em um refratário médio, espalhe todo o recheio de frango com vegetais. Cubra com o purê de batata-doce, espalhando uniformemente.
Finalização: Com um garfo, faça riscos na superfície do purê. Salpique o queijo branco ou o farelo de aveia por cima.
Forno: Leve ao forno pré-aquecido a 200°C por cerca de 15 a 20 minutos, ou até que a superfície esteja levemente dourada e o recheio bem aquecido.
Paula Pires é especialista em Endocrinologia, membro da Endocrine Society, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Também é idealizadora do projeto "Médicos na Cozinha" e editora do livro "Médicos na Cozinha" 
Arquivo pessoal  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/mn-24ROU4jVaXbLg10SfYur0vq4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/J/u/5sXhKASFSMaQQgc5FoOg/side-view-baby-weighting-machine.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:07:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe surpreende ao revelar quanto seu bebê recebeu para atuar em série famosa da Netflix</title>  <atom:subtitle>Amanda Thompson encontrou uma forma divertida de começar a juntar dinheiro para a faculdade do filho muitos anos antes de ele precisar</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-surpreende-ao-revelar-quanto-seu-bebe-recebeu-para-atuar-em-serie-famosa-da-netflix.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-surpreende-ao-revelar-quanto-seu-bebe-recebeu-para-atuar-em-serie-famosa-da-netflix.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/ekM_ZaaQuaOmivSw6KZqn1eb7qQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/d/t/oB8KlFQUmMoiKYcqBEiA/her-baby-got-hired-as-an-actor-so-shes-saving-all-his-earnings-for-college-082126-1-c54abf1f7a284beb98a67c41a142d095.webp" /><br /> ]]>    A americana Amanda Thompson, 31, nunca imaginou que veria o filho na televisão. Mas a oportunidade de colocar William, então com 7 meses e meio, em uma produção surgiu de forma totalmente inesperada. 
Em entrevista à revista People, ela contou que encontrou um anúncio em um grupo local do Facebook voltado para modelos, atores e figurantes. A produção procurava bebês da mesma idade de William.
"Achei que seria uma experiência divertida e diferente para a nossa família. Pensei que não custava nada inscrevê-lo e ver no que dava", relembrou.
William
Reprodução/People
Pouco tempo depois, William foi escolhido para participar da série "Virgin River", da Netflix. "Na idade dele, obviamente, ele não fazia ideia de que estava 'atuando'. Ele estava apenas sendo ele mesmo. Para nós, a graça era viver algo completamente fora da nossa rotina", disse Amanda.
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Ela também brinca que a experiência renderá uma boa história para contar ao filho no futuro. "Lembro de pensar: quantas pessoas podem dizer que participaram de uma série da Netflix antes mesmo de aprender a falar? Enquanto ele estivesse feliz, confortável e bem cuidado, parecia uma oportunidade única."
Segundo Amanda, a rotina no set de filmagem não foi difícil, embora houvesse bastante tempo de espera entre uma gravação e outra. "A rotina do William praticamente não mudou por causa das filmagens. Os bebês trabalham por períodos bem curtos e depois fazem pausas longas. Então, havia bastante tempo entre as cenas para ele comer, tirar uma soneca e simplesmente ser um bebê", explicou.
Ela contou ainda que mãe e filho tinham um trailer com ar-condicionado exclusivo, onde podiam descansar com tranquilidade nos intervalos das gravações. "Depois que encontramos nosso ritmo, ele continuou fazendo as sonecas de sempre e a rotina dele permaneceu surpreendentemente estável durante toda a experiência", destacou.
Quanto William ganhava por dia?
Amanda também revelou quanto o filho recebeu pelo trabalho. Segundo ela, William ganhou a chamada "tarifa para talentos especiais" por cada dia de gravação, o equivalente a pouco mais de US$ 360 (cerca de R$ 2 mil) por uma jornada de até oito horas — mesmo quando permanecia no set por menos tempo.
Na prática, isso significava que ele recebia o valor integral mesmo sem trabalhar o dia todo. Em uma das gravações, por exemplo, mãe e filho ficaram no set por apenas uma hora e meia, mas William recebeu o pagamento completo. Ao todo, o bebê participou de 13 dias de filmagem. "Parece que ser um bebê é um talento especial", brincou Amanda, que é mãe de quatro filhos.
Ela faz questão de destacar que todo o dinheiro ganho pelo filho foi depositado em uma conta aberta em seu nome. A ideia da família é usar o valor, no futuro, para ajudar a pagar os estudos universitários de William.
Amanda também afirmou que não critica pais que ficam com uma parte dos ganhos dos filhos para cobrir despesas relacionadas ao trabalho, mas diz que essa não foi a escolha da família. "Eu simplesmente não consigo justificar isso", afirmou.
'Nós ficamos com ele o tempo todo'
Amanda compartilhou a experiência em sua conta no TikTok, e o vídeo rapidamente viralizou, ultrapassando 1,3 milhão de visualizações. Segundo ela, muitos comentários mostravam que as pessoas têm uma ideia equivocada sobre como funciona o trabalho de bebês em produções de TV e cinema.
"Muita gente imagina que os pais deixam o bebê no set pela manhã e voltam para buscá-lo no fim do dia, mas a realidade é completamente diferente", explicou. "Nós ficamos com ele o tempo todo. Quando o William gravava uma cena, era por um período muito curto, seguido de uma pausa longa."
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Amanda contou que permaneceu sempre ao lado do filho durante as gravações. "Enquanto a equipe filmava, eu ficava a poucos metros dele, geralmente atrás dos monitores, acompanhando tudo. Também era eu quem o entregava ao ator antes da gravação e o pegava de volta logo depois. Em nenhum momento ele ficou fora da minha vista", afirmou.
Ela destacou ainda que existem diversas regras para proteger crianças que trabalham em produções audiovisuais e que a equipe teve o cuidado de evitar qualquer situação que pudesse ser desconfortável ou parecer exploratória.
Além disso, William contou com o acompanhamento de uma enfermeira especializada em bebês durante todo o período de gravação. "Ela podia providenciar qualquer coisa de que precisássemos, intervinha caso percebesse que um bebê estava sendo segurado de forma inadequada durante uma cena e também servia como uma ponte entre a família e a produção", lembrou Amanda. 
"Ter uma profissional cuja função era cuidar exclusivamente do bem-estar das crianças me deixou muito mais tranquila."
'Se, quando crescer, ele quiser seguir essa carreira, nós vamos apoiá-lo'
Amanda garante que a participação do filho na série nunca teve como objetivo transformá-lo em uma celebridade.
"Para nós, foi uma oportunidade única. Era uma forma de o William ganhar um dinheiro que poderá usar no futuro, além de viver uma experiência e ter uma história incrível para contar quando crescer", afirmou. "Participar da produção e ver de perto todas as medidas de proteção às crianças me deixou muito mais tranquila em relação à experiência."
Apesar da repercussão positiva, Amanda diz que não faz questão de que o filho siga carreira como ator. "Depois desse trabalho, ele passou a ter um agente para futuras oportunidades. Enquanto ele estiver confortável e se divertindo, não vejo problema em continuar participando de produções", contou. 
Ela ressalta, porém, que a decisão será sempre de William. "Se, quando crescer, ele quiser seguir essa carreira, nós vamos apoiá-lo. Mas não existe nenhum tipo de pressão da nossa parte", concluiu.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/ekM_ZaaQuaOmivSw6KZqn1eb7qQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/d/t/oB8KlFQUmMoiKYcqBEiA/her-baby-got-hired-as-an-actor-so-shes-saving-all-his-earnings-for-college-082126-1-c54abf1f7a284beb98a67c41a142d095.webp" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:06:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Falta de ar na gravidez: quando é normal e quando procurar ajuda?</title>  <atom:subtitle>Sensação de precisar respirar mais profundamente pode aparecer desde o primeiro trimestre, mas falta de ar intensa, súbita ou acompanhada de outros sintomas merece avaliação</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/falta-de-ar-na-gravidez-quando-e-normal-e-quando-procurar-ajuda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/falta-de-ar-na-gravidez-quando-e-normal-e-quando-procurar-ajuda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/EYMCtcL-CJburgWkGaozj5YYVQ8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/C/LvlIg7RlSNPLkGoiLifQ/2177.jpg" /><br /> ]]>    Sentir falta de ar durante a gravidez pode assustar. Principalmente quando acontece sem que a gestante tenha feito algum tipo de esforço. Em alguns casos, a sensação é parte das transformações naturais que acontecem no organismo ao longo dos nove meses. Ela pode surgir inclusive no começo da gestação, quando a barriga ainda nem começou a crescer.
Falta de ar na gestação: quando se preocupar?
Freepik
“Uma certa sensação de falta de ar, que chamamos de dispneia fisiológica da gestação, é bastante comum e pode acontecer mesmo em repouso”, explica o obstetra Rodrigo Ruano, especialista em Medicina Materno-Fetal e Cirurgia Fetal e professor da Universidade de Miami, nos Estados Unidos. Segundo ele, a gravidez aumenta a necessidade de oxigênio e a progesterona atua sobre o centro respiratório. Isso aumenta a quantidade de ar que circula pelos pulmões.
Algumas gestantes descrevem a impressão de que precisam respirar mais profundamente ou de que não conseguem “completar” uma inspiração. Mas é importante saber reconhecer quando essa sensação está dentro do esperado e quando pode indicar outro problema.
Por que falta de ar acontece na gravidez?
A respiração muda durante a gestação por causa de uma combinação de alterações hormonais, metabólicas e, mais adiante, também mecânicas. Desde o início da gravidez, a progesterona aumenta o estímulo respiratório e modifica a forma como o organismo responde ao gás carbônico. Essa é a principal explicação para a falta de ar no início da gravidez. “Muitas pessoas associam a falta de ar apenas ao crescimento da barriga, mas ela pode começar já no primeiro trimestre”, explica Ruano.
No decorrer da gestação, o organismo também passa a trabalhar mais: há aumento da demanda metabólica e, no terceiro trimestre, o crescimento do útero acrescenta um componente físico ao desconforto.
Falta de ar no terceiro trimestre é normal?
No terceiro trimestre, os efeitos hormonais continuam, mas o crescimento do útero passa a interferir de forma mais direta na respiração. O diafragma é deslocado para cima e o espaço do pulmão pode ser ligeiramente pressionado. Soma-se a isso o fato de a gestante estar carregando mais peso e apresentando uma demanda metabólica maior.
A posição e o tamanho do útero também podem influenciar a sensação. Curiosamente, perto do final da gestação, quando o bebê desce e se posiciona mais na pelve, algumas mulheres percebem até uma melhora para respirar.
Como saber se a falta de ar é normal?
A falta de ar fisiológica tende a ser gradual e relativamente leve. Em geral, não impede a gestante de conversar normalmente nem de realizar suas atividades habituais. Muitas vezes, a descrição é mais de uma necessidade de respirar fundo ou suspirar do que de uma verdadeira incapacidade de puxar o ar.
Já uma mudança importante no padrão merece atenção. Falta de ar que surge de repente, é muito intensa, piora rapidamente, aparece em repouso ou limita atividades mínimas não deve ser automaticamente atribuída à gravidez.
A cardiologista Ieda Jatene, especialista em Cardiopatias Congênitas e Saúde Cardiovascular da Mulher do HCor (SP), destaca que não basta saber se o sintoma é comum na gestação. “A intensidade, a duração, a frequência e as circunstâncias em que ocorre são importantes para determinar se é necessário investigar”, explica. Sintomas frequentes, prolongados ou progressivos merecem avaliação médica.
Falta de ar e coração acelerado na gravidez são normais?
Palpitações e a sensação de coração acelerado podem acontecer na gestação. O volume de sangue aumenta, o coração passa a bombear mais sangue por minuto e a frequência cardíaca pode ficar um pouco mais elevada. Alterações hormonais e respiratórias também podem fazer com que a mulher perceba os batimentos com mais intensidade.
É relativamente comum notar o coração mais acelerado ou forte durante esforços, ao subir escadas, depois de uma atividade física, em situações de ansiedade ou mesmo ao se deitar.
Mas “comum” não significa que qualquer palpitação deva ser considerada normal. Palpitação prolongada ou muito intensa, batimentos claramente irregulares, especialmente quando acompanhados de falta de ar, tontura, mal-estar, dor no peito ou desmaio, precisam de avaliação.
Entre as possíveis causas cardiovasculares estão arritmias, alterações das válvulas cardíacas, insuficiência cardíaca e cardiomiopatias. Uma condição que merece atenção especial é a cardiomiopatia periparto, uma forma de insuficiência cardíaca que pode aparecer no final da gestação ou mesmo depois do parto. Ieda reforça a importância da avaliação, sobretudo, quando a falta de ar vem acompanhada de dificuldade para respirar ao deitar, despertares noturnos com sensação de sufocamento, inchaço, ganho rápido de peso, cansaço desproporcional ou palpitações persistentes.
grávida dormindo (Foto: ThinkStock)
Crescer
Falta de ar na gravidez à noite: o que fazer?
Algumas gestantes sentem mais desconforto quando estão completamente deitadas, especialmente no final da gravidez. Dormir de lado costuma ser mais confortável. Travesseiros apoiando as costas, a barriga ou entre as pernas também podem ajudar a encontrar uma posição adequada.
Depois de 28 semanas, a recomendação é que a gestante procure iniciar o sono de lado, tanto do lado direito quanto do esquerdo. Se acordar de barriga para cima, não é necessário entrar em pânico: basta virar-se novamente de lado.
Uma coisa é perceber desconforto em determinada posição; outra é apresentar falta de ar significativa ao deitar, principalmente quando o sintoma é novo ou está piorando. Nessa situação, é importante comunicar o obstetra e investigar. A cardiologista também chama atenção para sinais como dificuldade importante para respirar ao deitar ou acordar durante a noite com sensação de sufocamento.
O que ajuda a aliviar a falta de ar na gravidez?
Algumas atitudes simples podem tornar o desconforto mais tolerável:
diminuir o ritmo quando sentir necessidade;
fazer pausas durante as atividades;
sentar-se e manter uma postura mais ereta;
mudar de posição;
usar travesseiros para encontrar uma posição mais confortável para dormir;
praticar atividade física adequada à gestação, quando liberada pelo obstetra;
recorrer a técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios, principalmente quando existe ansiedade associada.
O exercício pode contribuir para o condicionamento cardiovascular e respiratório, mas deve ser adequado à gestação e liberado pelo profissional que acompanha o pré-natal. E há uma recomendação importante: você não deve simplesmente aprender a conviver com uma falta de ar que está ficando mais intensa ou mudando de característica. O melhor caminho é conversar com o seu obstetra.
Falta de ar na gravidez pode ser ansiedade?
Pode. A ansiedade pode provocar respiração mais rápida, sensação de aperto no peito, necessidade de suspirar e a impressão de que o ar não chega completamente. Além disso, a própria percepção das mudanças respiratórias naturais da gravidez pode provocar ansiedade e criar um ciclo: a mulher percebe a respiração diferente, fica preocupada e passa a respirar ainda mais rapidamente.
O cuidado é não atribuir automaticamente o sintoma à ansiedade. “É muito fácil dizer para uma gestante que determinada sensação é ‘emocional’, quando eventualmente existe anemia, asma, infecção, alteração cardiovascular ou outra condição que precisa ser investigada”, alerta Ruano. Por isso, quando a falta de ar é nova, intensa, progressiva ou diferente do padrão habitual, ela merece avaliação mesmo que a gestante também tenha ansiedade.
Anemia e pressão alta também podem causar falta de ar?
Sim. A anemia pode provocar cansaço, fraqueza, falta de ar aos esforços e palpitações. Diante desses sintomas, o médico pode considerar a investigação de anemia e deficiência de ferro. A hipertensão gestacional e a pré-eclâmpsia também estão entre as condições que precisam ser consideradas. 
Em casos mais graves, podem aparecer falta de ar, dor de cabeça intensa, alterações visuais, dor na parte superior do abdome, inchaço importante ou aumento significativo da pressão arterial. Outras causas possíveis de dificuldade para respirar durante a gestação incluem asma, infecções respiratórias, alterações cardíacas e tromboembolismo pulmonar.
Quando a falta de ar na gravidez é perigosa?
Alguns sinais exigem atenção imediata. Procure atendimento de emergência diante de:
falta de ar súbita ou muito intensa;
dificuldade importante para respirar;
falta de ar acompanhada de dor, pressão ou aperto no peito;
desmaio ou sensação de desmaio;
confusão;
lábios ou extremidades arroxeados;
palpitações intensas ou persistentes;
batimentos muito acelerados ou claramente irregulares;
tontura importante;
tosse com sangue;
febre associada à dificuldade para respirar;
piora rápida do quadro.
Também merece atenção especial a combinação de falta de ar súbita com dor ou inchaço em uma das pernas, já que pode ser necessário investigar trombose e embolia pulmonar. Na gestação, há maior risco de eventos tromboembólicos, e uma embolia pulmonar pode provocar falta de ar repentina, dor no peito, aceleração dos batimentos, tontura, desmaio e, em alguns casos, tosse com sangue. A orientação, nesses casos, é não esperar para ver se melhora.
Como é investigada a falta de ar na gravidez?
Quando a falta de ar ou as palpitações são persistentes, intensas, recorrentes ou aparecem acompanhadas de sinais de alerta, o médico pode fazer uma avaliação clínica detalhada, verificar pressão arterial e frequência cardíaca e solicitar exames de acordo com a suspeita.
Entre as possibilidades estão exames de sangue, eletrocardiograma, monitorização do ritmo cardíaco (Holter) e ecocardiograma. Dependendo dos sintomas, também podem ser necessários exames para investigar alterações pulmonares ou tromboembolismo.
O mais importante é não concluir que a falta de ar é “só da gravidez”. Como explica Ieda Jatene, doenças cardiovasculares, hematológicas e pulmonares podem apresentar sintomas semelhantes aos das adaptações fisiológicas da gestação.
A falta de ar é uma queixa frequente durante a gravidez e, na maioria das vezes, está relacionada às adaptações naturais do organismo. Mas a recomendação é não ignorar uma mudança importante no padrão do sintoma. Início súbito, intensidade elevada, progressão, falta de ar em repouso ou associação com outros sinais devem ser avaliados.
FAQ: dúvidas frequentes sobre falta de ar na gravidez
Falta de ar na gravidez é normal?
Uma falta de ar leve e gradual pode fazer parte das adaptações normais da gestação. Ela pode acontecer inclusive em repouso. Porém, falta de ar intensa, súbita, progressiva ou acompanhada de outros sintomas precisa ser avaliada.
Quando começa a falta de ar na gravidez?
Ela pode aparecer já no primeiro trimestre, principalmente por causa das alterações hormonais e do aumento da ventilação materna. No terceiro trimestre, o crescimento do útero também passa a contribuir para o desconforto.
Falta de ar no início da gravidez é normal?
Pode ser. A progesterona aumenta o estímulo respiratório desde as primeiras semanas, portanto a falta de ar não depende necessariamente do tamanho da barriga.
Falta de ar no terceiro trimestre é normal?
É comum, porque, além das alterações hormonais, o crescimento do útero desloca o diafragma e modifica alguns volumes pulmonares. Ainda assim, uma falta de ar intensa ou que muda de padrão não deve ser normalizada.
O que fazer para aliviar a falta de ar na gravidez?
Reduzir o ritmo, fazer pausas, sentar-se, manter uma postura mais ereta e mudar de posição podem ajudar. Atividade física adequada, quando liberada pelo obstetra, e técnicas de relaxamento também podem contribuir.
Falta de ar na gravidez pode ser ansiedade?
Sim. A ansiedade pode provocar respiração rápida, aperto no peito e sensação de que não é possível completar a inspiração. Mas causas físicas devem ser consideradas quando o sintoma é novo, intenso, progressivo ou diferente do habitual.
Quando a falta de ar na gravidez é perigosa?
Quando aparece de forma súbita ou intensa, ocorre em repouso, piora rapidamente ou vem acompanhada de dor no peito, desmaio, tontura importante, palpitação intensa, lábios arroxeados, tosse com sangue, febre ou dificuldade importante para respirar.
Falta de ar e coração acelerado na gravidez são normais?
Podem acontecer devido às adaptações cardiovasculares da gestação. O que merece investigação é uma palpitação persistente ou muito intensa, batimentos irregulares ou sintomas associados como falta de ar importante, dor no peito, tontura ou desmaio.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/EYMCtcL-CJburgWkGaozj5YYVQ8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/C/LvlIg7RlSNPLkGoiLifQ/2177.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:03:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe viraliza ao comparar penteados: "O que faziam em mim e o que faço na minha filha"</title>  <atom:subtitle>Rayza Oliveira, de Cataguases (MG), recriou penteados que a mãe fazia nela quando criança e comparou com os looks que hoje faz na filha, Sophia, 6 anos. “Os tempos mudaram”, diz ela</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-viraliza-ao-comparar-penteados-o-que-faziam-em-mim-e-o-que-eu-faco-na-minha-filha.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-viraliza-ao-comparar-penteados-o-que-faziam-em-mim-e-o-que-eu-faco-na-minha-filha.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/InVNUy63ecybSaaBvVEdj4iotDA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/g/p/2gFcqqStmqqXXzvauRmg/penteados.jpg" /><br /> ]]>    Suas fotos nos álbuns de infância têm alguma semelhança com os retratos dos seus filhos hoje? Rayza Oliveira, 31, de Cataguases (MG), resolveu comparar, focando especificamente em um tema: os penteados. Ela resolveu fazer um vídeo em que recriou os penteados que usava quando criança com os que faz em sua filha hoje. 
“Os tempos mudaram e hoje em dia temos muitos mais recursos e conhecimentos para cabelos crespos”, escreveu ela na legenda da publicação, que fez sucesso nas redes sociais. “Nossos pais faziam o melhor com o que eles tinham e nós fazemos o melhor com os recursos que nós temos”, acrescentou. 
"O que faziam em mim e o que eu faço"
Reprodução/redes sociais
Influenciadora e dona de uma loja de cabelos, Rayza é mãe de Sophia, 6 anos, e de Kevin, 2. A publicação com os penteados rapidamente chamou a atenção e despertou memórias afetivas em muitas mulheres.
E de penteado a influenciadora entende. Antes de trabalhar com internet e abrir a própria loja, Rayza era trancista. A experiência com cabelos continua presente na rotina — especialmente na hora de cuidar dos cabelos da filha. “Sempre gostei de cuidar dos cabelos e, principalmente, de criar possibilidades com eles. Quando eu era criança, minha mãe fazia os penteados que ela sabia fazer, e aquilo fazia parte da nossa rotina e do nosso cuidado”, conta.
Muitas mulheres comentaram no vídeo, falando sobre como os penteados na infância influenciaram na autoestima delas
Reprodução/Instagram
Hoje, essa relação com os cabelos também faz parte da infância de Sophia. “Ela sempre gostou de experimentar penteados diferentes, e eu amo poder proporcionar isso a ela. Para nós, o cabelo nunca foi só estética. É uma forma de expressão, de criatividade e também de carinho e cuidado”, afirma. 
A mãe de Rayza tinha quatro filhas e, mesmo com a correria, sempre cuidava dos cabelos das meninas. “Ela nunca deixou a gente sair de casa com o cabelo em pé. Ela sempre dava um jeitinho de pentear a gente. O que acontecia é que, naquela época, a gente não tinha tantos recursos, produtos e referências como temos hoje, então as opções de penteados eram mais limitadas e acabavam sendo sempre os mesmos”, observa. 
De forma alguma, Rayza olha para as lembranças da infância com tristeza. Pelo contrário. “Eu tenho muito carinho por esses penteados porque eles fazem parte das minhas memórias com a minha mãe”, diz ela. “Com o tempo, fui aprendendo outras formas de cuidar e brincar com o meu cabelo e hoje vejo que essa relação passou para a minha filha”, afirma. 
De onde vêm as ideias para os penteados?
Rayza conta que as inspirações aparecem de diferentes formas. “Muitas vezes vejo uma referência e já começo a imaginar como adaptar para o cabelo da Sophia, mas também tem aqueles momentos em que simplesmente começo a fazer e a criatividade vai surgindo no meio do penteado”, brinca.
A menina também gosta de experimentar os diferentes estilos. “Ela sempre gostou muito de penteados. Faço desde quando ela era pequenininha e acho que isso também tem muito a ver com a nossa história”.
Rayza costumava postar os penteados que fazia na filha e notou vários comentários de mulheres, com os quais se identificava. “Comecei a ver muitas mulheres adultas comentando: ‘Se minha mãe tivesse cuidado do meu cabelo como você cuida do da sua filha, minha autoestima seria outra’ ou ‘Pelo menos ela não vai passar pelo que eu passei na infância’”.
Foi então que percebeu que poderia compartilhar não apenas os penteados, mas também a história por trás deles. “A partir dessa identificação com os comentários que pensei em transformar isso em conteúdo e mostrar justamente essa diferença entre as duas gerações”, conta. 
Rayza reforça que a comparação não representa uma crítica à forma como sua mãe cuidava dela. “Naquela época, a gente não tinha tantos recursos, referências e inspirações de penteados como temos hoje. Então, os penteados acabavam sendo sempre os mesmos”, diz ela. 
Rayza não esperava que a publicação alcançasse tantas pessoas. A intenção inicial era compartilhar uma lembrança da própria infância e mostrar como os cuidados com os cabelos foram se transformando ao longo das gerações. A repercussão, segundo ela, trouxe relatos de outras mulheres que também associam os cabelos e penteados da infância à construção da autoestima. 
“Muitas mulheres comentaram contando histórias parecidas com a minha, falando sobre como os penteados da infância influenciaram a autoestima delas. Também recebi muitos comentários de mães dizendo que se identificaram comigo nesse cuidado com os filhos”, relata. “Percebi que o vídeo acabou despertando uma memória afetiva em muita gente e virou uma conversa muito maior do que eu imaginava”, completa. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/InVNUy63ecybSaaBvVEdj4iotDA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/g/p/2gFcqqStmqqXXzvauRmg/penteados.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:02:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 benefícios da amamentação para a saúde da mãe - que você talvez não conheça</title>  <atom:subtitle>Além dos benefícios para o bebê, amamentar pode representar para as mães um menor risco de problemas como doenças do coração, pressão alta, diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/bebes/saude/noticia/2026/08/5-beneficios-da-amamentacao-para-a-saude-da-mae-que-voce-talvez-nao-conheca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/bebes/saude/noticia/2026/08/5-beneficios-da-amamentacao-para-a-saude-da-mae-que-voce-talvez-nao-conheca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/oNSPluBrlXjf6UMyVbdvQPxEZw4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/x/L/QUuwCIRAasSzcyPS1BFg/amamentacao.jpg" /><br /> ]]>    Quando se fala em amamentação, é comum que os benefícios para o bebê sejam os primeiros lembrados. Porém, pesquisas científicas também apontam que a prática pode ter efeitos importantes para a saúde da mãe, inclusive que podem se estender por muitos anos depois do fim da amamentação.
Estudos apontam que a amamentação também pode trazer benefícios á saúde da mãe do bebê
Magnific
Amamentar reduz dor de bebês na vacinação, aponta artigo: “Muitos profissionais sabem, mas não aplicam”, alerta autora
No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os 2 anos de idade ou mais e o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida. Depois desse período, a orientação é manter a amamentação junto à introdução de outros alimentos. 
Entre os possíveis efeitos para a mulher estão mudanças que acontecem ainda no pós-parto e associações com a saúde do coração e do metabolismo ao longo da vida. Isso, porém, não significa que amamentar seja uma forma de prevenir doenças. A maior parte das pesquisas encontra associações, e outros fatores também podem influenciar os resultados. 
Confira a seguir 5 possíveis benefícios:
1. Menor risco de doenças cardiovasculares
Mulheres que já haviam amamentado apresentaram um risco 11% menor de desenvolver doenças cardiovasculares, na comparação com aquelas que nunca o fizeram. A associação também apareceu para doença coronariana, AVC e mortes relacionadas a problemas cardiovasculares. No caso das mortes, o risco foi 17% menor.
Os dados vêm de uma análise internacional publicada em 2022 na revista Journal of the American Heart Association, que reuniu oito estudos e dados de quase 1,2 milhão de mães de diferentes partes do mundo. 
O trabalho também encontrou uma redução progressiva do risco cardiovascular conforme aumentava o tempo total de amamentação, principalmente até 12 meses ao longo da vida.
2. Menor risco de hipertensão
A pressão alta também aparece entre os problemas que podem estar associados à amamentação. Um estudo publicado em 2025 na revista World Journal of Diabetes reuniu 18 artigos sobre a relação entre amamentação, hipertensão e diabetes depois da gestação. Cinco deles analisaram especificamente a pressão alta.
Ao reunir os resultados, os autores encontraram uma associação entre amamentar e menor risco de hipertensão. A relação também foi observada entre mulheres que não tiveram diabetes durante a gestação.
Além da amamentação, fatores como alimentação, atividade física, genética, idade e histórico familiar também influenciam a pressão arterial.
3. Menor risco de diabetes tipo 2
A mesma pesquisa publicada na revista World Journal of Diabetes também encontrou uma relação entre a amamentação e o menor risco de diabetes tipo 2. Dos 18 trabalhos analisados, 12 avaliaram a relação entre amamentação e diabetes.
Entre mulheres que tiveram diabetes gestacional, aquelas que haviam amamentado apresentaram 36% menos risco de desenvolver diabetes depois da gestação, segundo os dados analisados. A associação também apareceu entre mulheres que não tiveram diabetes gestacional.
Os autores, porém, destacam que parte das pesquisas apresentava limitações e que são necessários mais estudos para compreender melhor essa relação.
4. Menor risco de câncer de mama
Mais de 12 meses de amamentação ao longo da vida estiveram associados a 26% menos risco de câncer de mama, segundo uma análise publicada em 2015 na revista Acta Paediatrica. O trabalho reuniu dados de 163 estudos sobre diferentes efeitos da amamentação na saúde materna.
Uma das explicações estudadas para essa relação envolve as mudanças hormonais que acontecem durante a gravidez e a amamentação. No entanto, os mecanismos ainda são investigados, e não é possível afirmar que esse seja o único motivo para a associação encontrada.
O Ministério da Saúde também inclui a redução do risco de câncer de mama entre os possíveis benefícios do aleitamento para a mulher.
5. Menor risco de câncer de ovário
No mesmo estudo publicado na revista Acta Paediatrica, que encontrou uma associação entre amamentação e menor risco de câncer de mama, os pesquisadores também observaram um resultado para o câncer de ovário. 
Mulheres que haviam amamentado por mais de 12 meses ao longo da vida apresentaram 37% menos risco de desenvolver a doença. O resultado foi baseado em 29 estimativas de 28 pesquisas.
Uma pesquisa publicada posteriormente, em 2020, na revista JAMA Oncology, chegou a um resultado semelhante. Ao reunir dados de 9.973 mulheres com câncer de ovário e 13.843 sem a doença, os autores encontraram 34% menos risco de câncer de ovário entre aquelas que haviam amamentado por pelo menos 12 meses. A principal hipótese para essa proteção é a supressão da ovulação durante o período de aleitamento, o que reduz o número total de ciclos ao longo da vida.
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Os benefícios não significam proteção contra doenças
Apesar dos resultados, é importante interpretá-los com cautela. As pesquisas mostram associações entre a amamentação e determinados resultados de saúde, mas isso não significa que uma mulher que amamentou estará protegida contra essas doenças. 
Da mesma forma, não amamentar não significa que ela necessariamente terá maior risco de desenvolver algum desses problemas. A saúde da mãe é influenciada por uma série de fatores, como alimentação, atividade física, histórico familiar, condições de saúde, acesso a cuidados médicos e características da própria gestação.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/oNSPluBrlXjf6UMyVbdvQPxEZw4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/x/L/QUuwCIRAasSzcyPS1BFg/amamentacao.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:49:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>SBP alerta para riscos do uso de "canetas emagrecedoras" por crianças e adolescentes</title>  <atom:subtitle>A entidade reforça que, embora o tratamento possa ser recomendado em casos específicos, o uso das canetas não deve ser banalizado. Saiba mais!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2026/08/sbp-alerta-para-riscos-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-por-criancas-e-adolescentes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2026/08/sbp-alerta-para-riscos-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-por-criancas-e-adolescentes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/7LTbiJweJrSbVjk8WmFNQiN7AYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/d/Z/ubrZaWS82m5O2OB2ZmyA/diabetic-patient-using-insulin-pen-making-insulin-injection-home-young-woman-control-diabetes-diabetic-lifestyle.jpg" /><br /> ]]>    As "canetas emagrecedoras" têm se tornado cada vez mais populares, chegando até nas crianças e adolescentes. Mas, é preciso ter muito cuidado com este tipo de tratamento. Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), por meio de seu Departamento Científico (DC) de Endocrinologia, acaba de lançar uma nota de alerta sobre o uso dessas canetas.
No documento, a entidade chama a atenção para os riscos associados à utilização desses medicamentos sem indicação e acompanhamento médico.
Canetas emagrcedoras
Magnific
A SBP alerta que o uso inadequado dessas canetas pode aumentar o risco de efeitos colaterais, além de torná-los mais graves. A entidade também recomenda evitar produtos sem registro na Anvisa ou de origem desconhecida, incluindo versões clandestinas, manipuladas e importadas de forma irregular.
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Obesidade na adolescência: quando usar a caneta emagrecedora?
Segundo a SBP, usar essas canetas sem acompanhamento médico pode causar problemas como:
Atraso no crescimento e no desenvolvimento
Desidratação
Perda de massa muscular
Pancreatite
Doenças na vesícula
A entidade também alerta que o uso apenas por motivos estéticos pode aumentar o risco de transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, além de ansiedade e depressão relacionadas à imagem corporal.
Crianças e adolescentes podem usar as "canetas emagrecedoras?
Sim, mas apenas em casos específicos. Segundo a SBP, as chamadas "canetas emagrecedoras" não devem ser usadas por adolescentes com peso adequado apenas para mudar a aparência ou alcançar um padrão estético. Esses medicamentos são indicados para alguns casos de obesidade e diabetes tipo 2. Mesmo nessas situações, porém, o uso só deve acontecer após avaliação médica e não é indicado automaticamente.
“Antes de decidir pela prescrição, o médico precisa avaliar a resposta às intervenções prévias farmacológicas e não farmacológicas, a gravidade da doença, a presença de comorbidades, os riscos potenciais, a capacidade de acompanhamento e as expectativas do adolescente e de sua família”, afirma a nota de alerta.
O presidente do Departamento Científico de Endocrinologia da SBP, Crésio Alves, explica que crianças e adolescentes são mais vulneráveis à pressão estética, já que ainda estão desenvolvendo sua identidade, autoestima e comportamento. Por isso, antes de indicar qualquer tratamento, o pediatra deve entender por que o adolescente quer emagrecer, quanto pretende perder de peso, quem sugeriu o uso do medicamento e quais são suas expectativas em relação ao tratamento.
“Esses medicamentos não podem ser utilizados simplesmente para modificar aparência corporal, nem para atingir padrões estéticos do ‘corpo ideal’ impostos pela sociedade. Também não devem ser usados para perda rápida de peso antes de festas, viagens ou competições, nem para compensar erro alimentar ou sedentarismo”, frisa.
O perigo da banalização
A SBP recomenda evitar o termo "canetas emagrecedoras" e adotar a expressão "medicamentos para tratar a obesidade". Essa forma de se referir aos remédios é mais adequada porque reconhece a obesidade como uma doença crônica e deixa claro que o objetivo do tratamento vai além da perda de peso: é melhorar a saúde e a qualidade de vida.
A entidade também alerta que expressões focadas apenas no emagrecimento podem banalizar o uso desses medicamentos e reforçar o estigma enfrentado por pessoas com obesidade que precisam desse tipo de tratamento.
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“A evidência científica disponível demonstra eficácia e segurança desses medicamentos em adolescentes quando utilizados dentro dos critérios estudados e associados às intervenções sobre estilo de vida. O problema que temos observado, atualmente, principalmente nas redes sociais, não está no medicamento em si, mas na banalização”, contextualiza o documento.
Quando o uso das canetas é indicado?
Até agosto de 2026, apenas três medicamentos dessa classe haviam sido aprovados pela Anvisa para uso em crianças e adolescentes: liraglutida, semaglutida e tirzepatida. Todos são vendidos em canetas para aplicação sob a pele. Esses remédios ajudam a aumentar a sensação de saciedade, fazem a pessoa comer menos e retardam o esvaziamento do estômago. Além disso, também contribuem para o controle do metabolismo, estimulando a produção de insulina após as refeições.
Saiba mais sobre cada um deles e em que situações podem ser indicados:
Liraglutida: indicada para o tratamento do diabetes melito tipo 2 em crianças com 10 anos de idade ou mais e para o tratamento da obesidade em adolescentes com 12 anos ou mais e peso superior a 60 kg.
Semaglutida: indicada para o tratamento da obesidade em adolescentes com 12 anos de idade ou mais e peso superior a 60 kg.
Tirzepatida: indicada para o tratamento do diabetes melito tipo 2 em crianças com 10 anos de idade ou mais, como monoterapia quando há intolerância ou contraindicação à metformina, ou como terapia combinada quando o controle glicêmico com o uso de metformina é inadequado. 
Vale lembrar que é possível ter os efeitos colaterais do medicamento mencionados acima, incluindo náuseas, vômitos, refluxo, azia, diarreia, constipação, perda de massa magra, pancreatite, hipoglicemia e colelitíase. 
Quem não deve usar "canetas emagrecedoras"?
Esses medicamentos não devem ser usados por pessoas alérgicas ao princípio ativo ou a qualquer outro componente da fórmula, nem por gestantes e mulheres que estão amamentando. Quem já teve pancreatite também precisa de uma avaliação médica antes de iniciar o tratamento.
Leia o documento na íntegra aqui  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/7LTbiJweJrSbVjk8WmFNQiN7AYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/d/Z/ubrZaWS82m5O2OB2ZmyA/diabetic-patient-using-insulin-pen-making-insulin-injection-home-young-woman-control-diabetes-diabetic-lifestyle.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:42:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cocoricó completa 30 anos e elenco revela os bastidores por trás da produção</title>  <atom:subtitle>Da construção dos bonecos às mudanças no cenário, Fernando Gomes, Magda Crudelli e Hugo Picchi, que fizeram parte da equipe do programa, contaram em exclusividade à CRESCER como era dar vida a Júlio e sua turma e relembraram momentos marcantes da produção</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/filmes-e-tv/noticia/2026/08/cocorico-completa-30-anos-e-elenco-revela-os-bastidores-por-tras-da-producao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/filmes-e-tv/noticia/2026/08/cocorico-completa-30-anos-e-elenco-revela-os-bastidores-por-tras-da-producao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/5C3tBL-VTdEnuPrqri9bla-KGtA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/g/r/atwCUcQCqz2meATuARCw/elenco-cocorico.jpg" /><br /> ]]>    Três décadas depois de sua estreia, Cocoricó continua presente na memória de quem cresceu acompanhando Júlio e sua turma. Criado pela TV Cultura, o programa se passa na fazenda dos avós do menino, em Cocoricolândia, onde ele vive aventuras ao lado de amigos, entre animais e personagens humanos. Para que essas histórias chegassem à tela, porém, havia um trabalho de bastidor que pouco aparecia para o público.
Elenco do Cocoricó com os bonecos entre final de 2008 e início de 2009
Magda Crudelli/Arquivo pessoal
Cada movimento dos bonecos dependia da coordenação entre os membros do elenco, cinegrafistas e inúmeros outros profissionais da produção. "O compromisso, o profissionalismo, o afeto. Acho que isso tudo somado deu muita luz para o Cocoricó", afirma Magda Crudelli, artista, bonequeira, educadora e arteterapeuta, que deu vida durante anos a Lilica, Mimosa e Patavina. 
Antes do Cocoricó, o Júlio já tinha uma história
Cocoricó estreou em 1996, mas o seu personagem principal já tinha uma história anterior. Júlio surgiu em 1989, no especial de Natal do programa Um banho de aventura. Confeccionado por Fernando Gomes, o personagem passou por outras produções e também foi reapresentado no Rá-Tim-Bum, até ganhar novos espaços na televisão. Mais tarde, esteve em um programa de férias da Rede Bandeirantes, apresentado ao lado de Ticiane Pinheiro, então com 15 anos.
Quando a TV Cultura decidiu criar um novo programa infantil, Júlio foi escolhido para protagonizá-lo. A proposta inicial, porém, era diferente. O menino viveria em uma casa na árvore e encontraria uma menina com quem pudesse conversar e brincar. Durante o desenvolvimento, o projeto mudou e ele acabou indo para uma fazenda.
Registro de 1997 do antigo cenário de Cocoricó
Instagram/Turma do Cocoricó
Foi nesse momento que Fernando Gomes consolidou sua presença no projeto. Ele participou da criação do primeiro boneco de Júlio e também criou sua voz original. "O Júlio foi convidado e eu peguei carona", brinca o bonequeiro. A partir daí, passou a manipulá-lo e acompanhou as transformações que fizeram o boneco ganhar mais possibilidades de expressão.
Os primeiros testes mostraram que havia trabalho pela frente. Júlio era feito de espuma, enquanto Alípio e as galinhas tinham estruturas de fibra de vidro, que deixavam os personagens mais rígidos. "Eles eram muito rígidos, sem expressão, meramente abriam e fechavam boca", lembra Hugo Picchi, ator, diretor de voz e locutor. A equipe refez os bonecos usando espuma, o que permitiu movimentos mais naturais e abriu espaço para que cada personagem desenvolvesse características próprias.
Nos bastidores, bonecos ganharam voz e personalidade
Hugo Picchi estava entre os profissionais que entraram no programa ainda na sua primeira fase. Responsável por Alípio, o cavalo companheiro de Júlio, ele precisava lidar com um personagem manipulado por hastes e que permanecia acima da cabeça do bonequeiro. 
"Se eu fizesse algum movimento muito brusco, a cabeça dele jogava para os lados devido a essa rigidez", explica Hugo. A dificuldade para manipular o boneco do cavalo fez com que o personagem fosse um pangaré, com sotaque caipira e com movimentos mais lentos. 
Além de manipular Alípio, Hugo criou sua voz original e participou da construção vocal de personagens como Astolfo, Caco, Kiko e a mãe de Astolfo. Para chegar ao som de Kiko, buscou referências em um papagaio que conheceu na infância e em desenhos da Hanna-Barbera que assistia quando criança. "Eu busco elementos da natureza, da minha referência da infância, das observações de pessoas reais para criar vozes", conta Hugo.
O trabalho com os bonecos acabou se tornando uma das principais referências de sua trajetória profissional. Hugo entrou no Cocoricó aos 19 anos e afirma que a convivência na TV Cultura e no próprio programa foram fundamentais para a sua formação. 
Hugo Picchi nos bastidores com Astolfo, durante a gravação da música "Monstro da Palha", e com Alípio, junto com Inezita Barroso nos bastidores de uma das participações do personagem no programa "Viola minha Viola", em 1997
Márcio Mattos/Arquivo pessoal Hugo Picchi
Magda, por sua vez, chegou ao Cocoricó depois de trabalhar na mesma emissora como aderecista. Quando a produção procurava uma voz feminina, foi chamada para um teste e recebeu uma orientação simples: fazer "uma voz de vaca". Sem sequer ter visto a personagem, improvisou: "Oi, Mumu". Era o começo da voz de Mimosa.
A voz de Lilica já nasceu com Magda, que criou o timbre da personagem e, ao longo do tempo, foi fazendo ajustes. "Eu fui amaciando, trazendo ela para um lugar que é, hoje em dia, orgânico. Parece que está dentro de mim", afirma Magda. Para recuperar rapidamente as características de cada uma, a bonequeira usava as risadas como referência e chegou a manipular e fazer as vozes de Lilica, Mimosa e Patavina em um mesmo episódio.
A combinação entre voz e movimento ajudava a fazer com que os personagens parecessem ter vida própria. Nos bastidores, entretanto, havia uma equipe inteira escondida. 
Na primeira fase, os manipuladores trabalhavam sentados e os personagens tinham menos espaço para circular. O cenário, inspirado no surrealismo e marcado por cores fortes, também impunha limitações de iluminação e de enquadramento.
As galinhas Lola, Lilica e Zazá nos bastidores das gravações em dezembro de 2002
Acervo Turma do Cocoricó/Reprodução
Nem tudo saía como planejado. A equipe chegou a manter uma lista chamada "Pérolas do Cocoricó", com erros e falas que provocavam risadas durante as gravações. Em uma delas, Eduardo Alves, que manipulava Lola, apoiou uma das mãos na estrutura de madeira do cenário. O detalhe só foi percebido quando o material foi revisto, e a gravação anterior precisou ser refeita.
A mudança de 2003 transformou a forma de gravar
A reformulação que chegou à televisão em 2003 alterou a própria lógica de produção do Cocoricó. As histórias passaram a formar episódios completos, sem a estrutura anterior de intercalar os personagens com desenhos, e o cenário foi repensado. O novo paiol, com estrutura suspensa e menos delimitações, permitia que os personagens circulassem pelo espaço, enquanto os manipuladores passaram a trabalhar em pé.
"A ideia era dar mais liberdade para os bonecos e fazer com que os personagens pudessem andar loucamente pelo cenário", lembra Fernando, que assumiu a direção geral do programa na TV Cultura.
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Após dois anos de hiato na produção, interrompida em 2001 para a realização do programa Ilha Rá-Tim-Bum, a nova fase marcou um período de maior expansão do programa. A equipe também testou novas formas de filmar, inclusive com uma única câmera, em vez das quatro usadas anteriormente.
Uma das cenas criadas para experimentar essa linguagem foi o clipe do "Cocô", em que Júlio aparecia de corpo inteiro, movimentava-se pelo cenário e chegava a se deitar no chão. Quatro manipuladores precisavam trabalhar juntos para fazer o personagem funcionar, enquanto outros profissionais controlavam os demais bonecos.
Registro da construção do cenário do Paiol na década de 2000
Márcio Mattos/Acervo Turma do Cocoricó
"Todo mundo dobrava personagens e se dedicava muito sempre que preciso", lembra Fernando. A mudança também exigiu adaptações dos atores e manipuladores de bonecos. Hugo precisou repensar movimentos que havia desenvolvido para Alípio na primeira fase, enquanto Magda acompanhou as transformações das personagens e das gravações musicais, que ganharam espaço no novo formato.
O programa não subestimava a capacidade das crianças
A preocupação em não subestimar quem estava do outro lado da tela aparecia também nos temas escolhidos para as histórias. As reuniões de roteiro discutiam assuntos como medo e morte, buscando maneiras de abordá-los dentro do universo dos personagens.
Um dos temas difíceis tratados pelo programa foi a morte, com o falecimento do cachorro do Júlio, o Mindinho
Instagram/Turma do Cocoricó
Um dos episódios mais marcantes tratou da morte do cachorro de Júlio. A equipe decidiu que o animal deveria ser conhecido pelo público antes da despedida, para que a perda tivesse significado. O episódio também ganhou uma música, que Magda teve dificuldade para cantar. "Eu não conseguia cantar. Era o afeto e a saudade da despedida de quem você ama", conta.
Outro exemplo foi uma história sobre medo, protagonizada por Astolfo diante do Monstro da Palha. O personagem enfrentava aquilo que o assustava e terminava no colo da mãe. Em situações diferentes, a equipe procurava construir histórias reconhecíveis pelas crianças sem simplificar seus sentimentos ou experiências.
Registros de Magda com Mimosa durante a gravação do clipe "Cocô" e de Astolfinho na gravação do "Monstro da Palha"
Acervo Turma do Cocoricó
Essa relação de confiança também aparecia em acontecimentos que não estavam previstos no roteiro. Gabriel, um jovem da equipe de cenografia que havia criado um quadro colocado no quarto de Júlio, morreu em um acidente depois de uma gravação. O quadro deixou de aparecer no cenário e, mais tarde, Júlio recebeu de presente uma peça feita por ele. "Tem várias homenagens escondidas dentro do programa que ninguém nem imagina", diz Fernando.
Para o diretor, essa era também uma forma de respeitar a criança como público. "A ideia era que o programa abordasse temas complexos sem deixar de conversar com as crianças de diferentes idades”, comenta Fernando. Ao mesmo tempo, havia espaço para que pais e outros adultos encontrassem referências e humor nas histórias.
Os novos desafios a cada temporada
Com o passar das temporadas, a equipe buscou assuntos que ainda não haviam sido explorados. A tecnologia entrou nesse processo quando celulares e computadores passaram a fazer parte do cotidiano das crianças. Como Júlio vivia na fazenda, a solução foi apresentar João, primo do personagem que vinha da cidade e já estava acostumado com esses recursos.
"A proposta foi trazer a tecnologia para o Cocoricó sem dar tanta importância, mas de alguma maneira presente", explica Fernando. Mais tarde, a mudança aconteceu no sentido contrário. Júlio deixou a fazenda para conhecer a cidade em Cocoricó na Cidade, acompanhado pelas galinhas e Alípio.
Em um dos episódios mais próximos ao fim do programa, em 2010, Júlio veio até a cidade
Fernando Gomes/Arquivo pessoal
A atração também ganhou uma versão ao vivo, que acrescentou outro desafio à manipulação. Sem a possibilidade de interromper a gravação para corrigir um erro, os profissionais precisavam encontrar soluções enquanto o programa continuava.
As músicas também eram construídas nos bastidores
As músicas eram outro momento especial para o elenco. Hugo conta que algumas surgiam a partir de improvisos e que o compositor Hélio Ziskind dava liberdade para a equipe experimentar. "Trabalhar com o Hélio era sempre um presente", relembra Hugo. 
Em uma das canções, por exemplo, versos sobre a faxina surgiram durante a própria gravação, enquanto Hélio conduzia o elenco e depois montava a música.
Registro da gravação da música "Avó a bordar" com o elenco de Cocoricó
Joyce Roma/Acervo Turma do Cocoricó
As gravações reuniam diferentes integrantes do elenco, que primeiro ouviam a composição e entendiam a proposta antes de registrar suas partes. Para não perder a voz de Alípio, Hugo fechava os olhos e imaginava o personagem enquanto cantava. "Eu materializo ele em mim e vejo a figura dele na minha frente, para não perder a voz dele", explica. 
O processo também aproximou ainda mais os integrantes da equipe. Hugo cita Magda como uma de suas maiores parceiras no programa e acredita que a amizade entre os dois acabou influenciando a própria relação entre Alípio e Lilica. "Os duetos mais bonitos do Cocoricó, na minha opinião, são sempre com o Alípio e a Lilica cantando", diz Hugo, com carinho. 
Os vínculos pessoais permaneceram entre o elenco. Na foto, Magda está grávida da sua filha e junto ao elenco do programa
Magda Crudelli/Arquivo pessoal
Três décadas depois, o legado continua
Depois de diferentes fases, Cocoricó encerrou sua produção regular em 2013. Magda havia deixado o programa antes do fim. "Sair foi muito difícil, foi como deixar um pedaço de mim", afirma Magda. Hugo e Fernando seguiram trabalhando em outros projetos, mas a relação com os personagens permaneceu.
Mesmo fora da produção regular, os personagens continuaram aparecendo em novos projetos. Em 2022, Fernando Gomes dirigiu o Rodinha Viva, projeto da TV Cultura que levou a proposta do programa Roda Viva para o público infantil, com Júlio entrevistando convidados de diferentes áreas. A ideia era falar sobre a infância dessas pessoas. 
"Eu queria profissões as mais diversas possíveis, porque eu queria mostrar para uma criança que estava assistindo em casa que ela podia escolher a profissão dela e que existiam vários caminhos para chegar lá", explicou Fernando.
Em 2024, o cenário foi reconstruído para novas gravações. Os bonecos estavam cobertos quando os profissionais chegaram e só foram revelados pouco antes do trabalho começar. "Foi tão emocionante rever o Alípio. Eu estava revendo o boneco a primeira vez ali. Eu chorei muito", lembra Hugo.
Um dos momentos de reencontro do elenco foi para a produção do Rodinha Viva
Turma do Cocoricó/Instagram
A retomada preservou elementos reconhecíveis do programa e mostrou que aqueles personagens ainda tinham espaço para novas histórias. 
A dimensão desse vínculo ficou ainda mais evidente para Hugo, Magda e Fernando com as redes sociais. Pais, jovens e até crianças passaram a procurá-los para falar sobre o programa. "Eu abri o meu perfil nas redes sociais recentemente e comecei a receber várias mensagens. Eu sabia que tinha alcance, mas não sabia que era tanto", diz Magda.
Em 2006, o programa Cocoricó da TV Cultura venceu o 1º Festival Prix Jeunesse Ibero-americano. Ao lado, registro das últimas gravações
Fernando Gomes/Arquivo pessoal/Acervo da Turma do Cocoricó
Para os profissionais que fizeram parte da atração, no entanto, o legado vai além dos prêmios e dos personagens reconhecidos. Está na relação criada com o público, nas amizades construídas nos bastidores e também na formação de quem passou pelo programa. "O Cocoricó e a experiência de ter sido parte do elenco me fez o profissional que eu sou hoje", afirma Hugo.
Três décadas depois, o programa também permanece como referência para diferentes gerações. Crianças que cresceram acompanhando Júlio passaram a apresentar os personagens aos próprios filhos, enquanto episódios, músicas e novos conteúdos mantiveram essa relação viva.
Em 2026, ano em que Cocoricó completa 30 anos desde a estreia de seu programa, a TV Cultura preparou uma programação especial para celebrar a trajetória da atração. A emissora reuniu episódios de diferentes períodos, incluindo produções remasterizadas, além de exibir conteúdos como Cocoricó na Cidade e Cocoricó Conta Clássicos.
A programação especial se soma à presença dos episódios na grade da TV Cultura e aos conteúdos disponibilizados na internet pelo Canal do Júlio Oficial, no YouTube.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/5C3tBL-VTdEnuPrqri9bla-KGtA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/g/r/atwCUcQCqz2meATuARCw/elenco-cocorico.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:20:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Do primeiro encontro ao casamento secreto na Itália: mãe conta como sua vida mudou em apenas 40 dias</title>  <atom:subtitle>Em depoimento exclusivo, mãe conta como se envolveu com o segundo marido de forma rápida e intensa, com direito a crise de choro e de asma no primeiro encontro e casamento secreto na Itália</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/do-primeiro-encontro-ao-casamento-secreto-na-italia-mae-conta-como-sua-vida-mudou-em-apenas-40-dias.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/do-primeiro-encontro-ao-casamento-secreto-na-italia-mae-conta-como-sua-vida-mudou-em-apenas-40-dias.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/bYwBWsVwuxGzLI2j5TqirFz1o5U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/D/X/DsyOR8TbO728JlxnrMVA/whatsapp-image-2026-08-21-at-09.02.23.jpeg" /><br /> ]]>    Algumas histórias de amor começam devagar. A de Beatriz e Marcos, de João Pessoa (PB), começou meio que por engano — e em uma velocidade que, até hoje, faz com que ela mesma olhe para trás e pense: "Que loucura!". 
Na época com 34 anos, ela recebeu uma notificação no celular. Ao abrir o Instagram, viu que era um pedido de amizade de um homem, que parecia com um amigo seu. Só depois de aceitar, viu que, na verdade, era o irmão mais novo dele. “Aceitei porque o confundi”, explica ela, em entrevista exclusiva a CRESCER.
Do primeiro encontro ao casamento escondido na Itália: mãe conta como sua vida mudou em apenas 40 dias
Arquivo pessoal
Aos poucos, Beatriz percebeu que Marcos acompanhava seu perfil, curtindo fotos e visualizando stories. Então, um dia, enquanto estava em Fortaleza com amigos e as filhas, recebeu uma mensagem dele, dizendo que também estava na cidade. Ele a chamou para um café, mas ela recusou. “Eu não era muito de café naquela época”, lembra. Mas ele não desistiu. Mais tarde, tentou um jantar, que ela resolveu aceitar.
Foi o primeiro encontro – e a primeira vez em que os dois se viram pessoalmente. “Foi um encontro às cegas”, define Beatriz. Como ela não tinha se preparado para um programa assim durante a viagem, precisou se virar — pegou roupas, sapatos e maquiagens emprestadas. O jantar foi ótimo, mas teve de tudo. “No primeiro encontro, tive crise de choro e crise de asma”, lembra ela. Mas a conexão foi imediata. “Foi um grude enorme", resume.
Bia estava no Beach Park com as filhas, quando Marcos a convidou para sair
Arquivo/ Bia Campelo
O relacionamento começou ali mesmo e, quando os dois voltaram para João Pessoa, já estavam namorando. Ambos tinham filhos de relacionamentos anteriores. Ela tinha Luísa e Alice, hoje com 14 anos. Marcos era pai de Marcos Neto, 26, Isaac, 22, e Valentina, 13. Era preciso, portanto, conciliar a intensidade daquele começo com o tempo dos filhos.
Malabarismo às 5h da manhã
Nos primeiros dias, o casal fazia verdadeiros malabarismos para se encontrar sem que as crianças percebessem. Quando Marcos dormia na casa dela, precisava ir embora antes de as meninas acordarem. Quando ela dormia na casa dele, levantava às 5 horas da manhã para voltar para casa a tempo de preparar as filhas para o dia.
Nesse contexto, veio uma decisão que, olhando de fora, pareceria ainda mais precipitada: eles resolveram que queriam morar juntos, mesmo que tivessem se conhecido há apenas 40 dias. A ideia inicial não era uma mudança definitiva. Ela levou para a casa de Marcos "uma mala de roupa e uma mala de brinquedo das minhas filhas", com a intenção de passar apenas um fim de semana. 
"Queríamos experimentar essa nova rotina, ver se elas gostavam, para ir respeitando o tempo delas", diz a mãe. Só que um fim de semana virou outro. Depois, outro. E outro. "Enquanto isso, meu apartamento ficou fechado”, lembra. Quando percebeu, a mudança já havia acontecido.
Ela conta que os pais também só descobriram quando tudo já estava decidido. Com as malas prontas, chamou os dois para conversar. "Eu sentei com os dois e disse: 'Eu tenho uma novidade para contar. Eu estou de mudança lá para o apartamento de Marcos. Vamos morar juntos’", lembra. A reação foi de espanto. "E não tinha nem o que dizer, né, coitados. Ficaram olhando para mim assim, embasbacados. Mas sabiam que eu já tinha decidido e me desejaram boa sorte”, relata.
Casamento secreto na Itália
Mas morar junto depois de 40 dias não foi a única decisão rápida que o casal tomou. Ainda havia mais passos surpreendentes pela frente. Quatro meses depois de se conhecerem, os dois estavam na Itália. Marcos fazia uma especialização em Siena e, durante a viagem, surgiu a ideia de transformar aquele momento em uma celebração do relacionamento.
Os dois se casaram sem ninguém saber, na Toscana, na Itália
Arquivo pessoal/ Beatriz Campelo
Marcos propôs que se eles se casassem por lá, para receber uma benção – e Beatriz aceitou. O casamento, então, aconteceu na Toscana, longe da família, dos amigos e de qualquer grande produção. Ela presenteou Marcos com um show de Andrea Bocelli, em Pienza. No dia seguinte, os dois se casaram. “Foi incrível, maravilhoso", recorda-se.
A cerimônia tinha tudo o que combinava com aquela história: espontaneidade, intensidade e ninguém além dos dois. "Como estávamos só eu e ele e tudo aconteceu durante uma viagem de estudos, ninguém estava sabendo de nada", conta.
Até o vestido foi emprestado de uma amiga. “Ela me emprestou um vestido branco, simples, porque realmente estávamos nos sentindo à vontade, sem pompas, sem nada. Vivemos um momento muito nosso”, explica. 
A família só ficou sabendo depois quando, já casados, os dois mandaram uma foto para o grupo. "Enfim, casados". O pai respondeu: "Não entendi". A irmã entrou na brincadeira: "Não entendeu como, pai? Quer que desenhe? Os dois de branco, na Itália...". 
A notícia provocou risadas, surpresa e, claro, felicitações. Tudo aconteceu tão rápido, que tinha gente que sequer sabia que eles estavam namorando — muito menos que já moravam juntos ou haviam se casado.
Para os filhos, o casamento veio aos poucos
Naquele momento, as filhas de Beatriz ainda eram pequenas. Por isso, a dimensão daquela decisão foi sendo construída com o tempo. "Foi muito fácil, muito fluido, mostrar as fotos, dizer que a gente meio que estava oficializando”, explica a mãe. No entanto, a compreensão mais profunda do que significava o matrimônio veio anos depois, quando o casal decidiu realizar uma nova celebração no Brasil. Dessa vez, com os filhos, pais e amigos próximos.
Hoje, eles viraram uma grande família
Arquivo pessoal/ Beatriz Campelo
O casamento aconteceu em 7 de setembro de 2023, exatamente seis anos depois da cerimônia na Itália. Foi em uma pequena igreja em Cabedelo, na Paraíba, para cerca de 90 pessoas. "Foi ao ar livre, que é uma coisa que eu amo também, então tinha que ter a minha cara", detalha. 
Beatriz lembra que, naquele dia, chovia muito. Tanto, que a decoradora chegou a sugerir que o local fosse alterado. "Foi um drama à parte. Eu chorei horrores", lembra, rindo. 
"A melhor loucura que eu podia ter feito"
Hoje, quase dez anos depois de se conhecerem, ela consegue enxergar aquele início com outros olhos. "Eu acho que, hoje, nossa relação é mais madura. A gente consegue visualizar que, no passado, quando eu olho, eu acho uma loucura, mas foi a melhor loucura que eu podia ter feito na minha vida, porque nós construímos uma família", conclui. 
Juntos, eles formam uma família de cinco filhos. Há também os cachorros — três em casa, além de outros que fazem parte da família em outros espaços.
E, se a família cresceu, o relacionamento também precisou amadurecer. Ela diz que as diferenças entre os dois são muitas, mas que justamente nelas está parte da força da relação. "Eu sou uma pessoa que gosta muito de quebrar a semana, de não ter rotina, de inventar uma coisa a qualquer hora, de comemorar as pequenas conquistas. Ele é diferente. Eu brinco que ele quadrado", compara. 
Isso porque Marcos gosta de rotina e de ficar em casa durante a semana, enquanto ela está sempre procurando uma nova ideia. "É como se eu vivesse com os pés fora do chão e ele me puxando de volta para a terra. Eu acho que essa mistura, essa simbiose do meu temperamento com o dele é o que faz dar certo", avalia.
Depois de quase uma década juntos, ela acredita que aprenderam que uma família não se constrói apenas com grandes declarações, mas também com concessões, respeito e disposição para encontrar um meio-termo. "Ao longo dessa convivência, fomos aprendendo como superar os desafios e como respeitar cada um, a sua individualidade", diz. 
Anos depois, eles fizeram um casamento para toda a família e todos os amigos
Arquivo pessoal/ Beatriz Campelo
A intensidade continua sendo uma característica de Beatriz e influencia a maneira como encara as escolhas. "Eu sou intensa por natureza. A pessoa nem termina a frase... eu 'bora'... na mesma hora", brinca. 
Ela admite que o medo de uma relação não dar certo sempre existe, mas prefere não deixar que a possibilidade de fracasso seja o centro das decisões. "Se você coloca isso como foco principal, a probabilidade de dar errado duplica. Então, o meu pensamento é sempre o oposto. Vai dar certo. E se não estiver dando, como a gente faz para dar certo?", diz. 
Para ela, casamento exige disposição. "A gente tem que estar disposto a lutar por ele, a fazer concessões, a achar saídas e tentar o equilíbrio", explica. Essa visão, diz, vale para todas as relações. "Convivência pode ser com família, no trabalho, com seu esposo, com filhos. Tudo é um jogo de cintura que você tem que ir achando a melhor maneira de levar", analisa.
Acreditar no amor
Quando decidiu contar a própria história, ela não imaginava que tanta gente se identificaria. Vieram comentários de pessoas que também tinham tomado decisões rápidas, algumas que estavam juntas até hoje e outras que encontraram na história do casal um estímulo para olhar novamente para os próprios relacionamentos.
"A grande maioria, eu posso dizer que 90%, aplaudindo, achando bacana, trocando ideia, falando das suas próprias experiências", afirma Beatriz.  Ela recebeu relatos de pessoas que foram morar juntas ainda mais rapidamente. "Pessoas que foram morar antes de mim, viu? Sete semanas, três dias, e estão juntos até hoje", destaca. 
Nem todas as histórias tiveram o mesmo desfecho. Mas, para ela, isso também faz parte. "Alguns casos não foram adiante, mas ficou o aprendizado", ressalta. 
Bia com as filhas, no casamento
Arquivo pessoal/ Beatriz Campelo
Na vida, ninguém garante que uma escolha dará certo. O que existe mesmo é a possibilidade de viver a história em vez de passar a vida imaginando como teria sido. "Eu não me arrependo de nada. Isso é muito da minha vida. Eu vivo. Eu aceito. E, se eu me arrepender, pelo menos eu tentei e eu fiz", afirma. O “e se” não faz parte da história de Beatriz. 
Ao olhar para a família que construiu com aquele homem que um dia confundiu com o irmão no Instagram, ela completa: "Eu sou muito feliz pela minha escolha. Eu não faria absolutamente nada, nada de diferente. Eu acho que é muito a cara da gente, tudo que a gente viveu, a forma que a gente construiu. Sou muito grata a Deus por ter essa família, essa grande família que nós construímos”, finaliza. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Cada um tem seu jeito de chegar, de se relacionar, de escolher os amigos e de lidar com a frustração. Talvez por isso eu já tenha visto, dentro de casa, os dois lados dessa história: o de quem fica de fora e o de quem não quer convidar. 
Anny Meisler: "O que estou fazendo prepara meus filhos ou apenas acalma os meus medos?"
Quando um filho fica de fora, a primeira reação é sentir junto. Às vezes, sentimos até mais do que ele. Queremos saber o motivo, ligar para alguém, consertar. No fundo, queremos conseguir aquele convite. 
Mas um convite arrancado pela interferência dos pais resolveria a dor, ou faria a criança se sentir ainda mais deslocada? 
Anny Meisler: "Meu filho ficou de fora. E agora?"
Magnific
Tenho aprendido que nem sempre o nosso papel é resolver. Muitas vezes, é escutar. É dizer "eu entendo que doeu", sem diminuir com um "isso não é nada" nem inflamar com um "eles não sabem o que estão perdendo". E sem transformar a outra criança, ou a outra família, em vilã antes de entender o que aconteceu. 
E sem partir para o revide. Sabe aquele impulso de dizer "deixa, sexta-feira a gente faz um evento aqui muito mais legal, e não chama o fulano"? Eu entendo o movimento. É dor de mãe querendo virar o jogo depressa. Mas, na prática, ensinamos que a resposta para a exclusão é excluir de volta. A criança sai daquela conversa achando que o problema não era ficar de fora: era estar do lado errado da lista. 
Ficar de fora dói, e nós, adultos, sabemos bem disso. Não somos chamadas para todos os casamentos, para todas as festas, para todos os grupos. E convenhamos: dá um incômodo abrir as redes sociais e encontrar ali, em tempo real, o evento para o qual não fomos convidadas. A gente curte a foto, comenta "que lindos", segue a vida. Mas mexe. 
Se mexe com a gente, que já tem alguma estrada e alguma noção do próprio valor, imagine o que faz com uma criança que ainda está descobrindo quem é. Talvez uma das descobertas mais difíceis, e mais libertadoras, da vida seja justamente essa: uma rejeição não define quem somos. 
Acolher não é fingir que nada aconteceu, nem prometer que nunca mais vai acontecer. É ajudar aquele filho a atravessar o sentimento sem se sentir menor por causa dele. 
Mas e quando é o contrário? 
Quando é o nosso filho que não quer convidar alguém, o desconforto costuma ser maior. Porque é mais fácil enxergá-lo como vítima do que admitir que, em algum momento, ele pode estar ferindo outra pessoa. 
Uma criança não precisa ser amiga de todo mundo. Nem todo encontro comporta a turma inteira. Ela tem o direito de criar vínculos, escolher intimidades e comemorar ao lado de quem a faz bem. 
E cá entre nós: nós fazemos exatamente isso. Escolhemos quem senta à nossa mesa, quem entra no grupo do WhatsApp, quem recebe o convite do jantar de aniversário. É difícil cobrar de uma criança uma generosidade que nós, adultas, talvez não praticamos. 
Sem contar que nem sempre cabe. Nem sempre há dinheiro, espaço ou fôlego para uma festa com a turma inteira. 
Isso é limite, não é maldade. 
Só que existe uma diferença enorme entre escolher e humilhar. 
Fazer uma festa pequena é uma coisa; anunciar o convite na frente de quem ficou de fora é outra. Não ter afinidade é uma coisa; organizar um grupo para excluir sempre a mesma criança é outra. Não convidar é uma coisa; usar o convite como instrumento de poder é outra bem diferente. 
Por isso, quando essa conversa aparece aqui em casa, tento não começar pela ordem: "você vai convidar e pronto". Começo pela pergunta. 
O que aconteceu? Houve uma briga? Essa criança fez algo que te deixou desconfortável? É falta de afinidade ou é movimento de grupo? A escolha é sua ou você está apenas seguindo os outros? E, principalmente: como você pretende conduzir isso? 
Talvez eu não consiga obrigar um filho a construir uma amizade. Mas posso, e devo, ensiná-lo a não transformar uma escolha em crueldade. 
Onde podemos acertar 
Esses dias assisti ao vídeo de um advogado, ex-policial, que contava o caso de uma menina de 13 anos. O bullying na escola foi tanto que a família decidiu buscar responsabilização na Justiça. 
Fiquei pensando: precisa chegar a esse ponto? Precisa uma criança adoecer, parar de querer ir à escola ou perder a confiança em si mesma para que os adultos entendam que aquilo não é "brincadeira"? Quantos sinais aparecem antes? Quantas vezes alguém diz "isso é coisa de criança" enquanto uma criança pede ajuda? 
"Onde erramos?" é uma pergunta necessária. Mas tenho pensado que existe outra, ainda mais potente: onde podemos acertar? 
Acertamos quando não diminuímos a dor de quem ficou de fora, mas também não deixamos essa criança sozinha com ela. Quando temos coragem de perguntar qual foi o papel do nosso filho na história, em vez de defendê-lo automaticamente só porque é nosso. Quando escola e família conversam antes que a situação fique insustentável. Quando a dor de barriga frequente, o silêncio repentino, a recusa em ir à aula ou o sumiço dos amigos deixam de ser lidos como fatos isolados.
E acertamos, sobretudo, quando ensinamos reparação: pedir desculpas não como frase obrigatória, mas como compreensão de que uma atitude teve consequência. Incluir não por pena, mas por consciência. E, quando a amizade não existir, preservar ao menos o respeito. 
Nem toda frustração é bullying 
Vale também o cuidado inverso. Nossos filhos não serão convidados para tudo, não serão escolhidos sempre e não terão afinidade com todo mundo. Se classificamos qualquer "não" como violência, deixamos de ajudá-los a desenvolver recursos para as rejeições inevitáveis da vida. 
Bullying envolve repetição, desequilíbrio de poder, intenção de ferir, exposição, perseguição. É diferente de um conflito pontual ou de um convite que não chegou. Entender essa diferença nos ajuda a agir na medida certa: sem ignorar o sofrimento e sem transformar toda decepção em guerra entre adultos. 
No fim, o maior aprendizado talvez não esteja na lista de convidados, e sim na forma como atravessamos essa lista ao lado dos nossos filhos. 
Não vamos protegê-los de toda rejeição, nem devemos obrigá-los a gostar de todo mundo. Mas podemos, sim, exigir que respeitem todo mundo. Gostar é sentimento, e sentimento não se ordena. Respeito é conduta, e conduta se ensina. 
Podemos ajudá-los a não perder o próprio valor quando ficarem de fora, e a não ferir o valor do outro quando forem eles a escolher. 
Ninguém é obrigado a convidar todo mundo. Mas ninguém tem o direito de transformar essa escolha em humilhação. Inclusão não é impor afeto. É preservar a dignidade. 
E é justamente aí que nós, adultos, ainda podemos acertar. 
Anny Meisler é mãe de três: Nick, Tom e Chiara, e fundadora da LZ Studio, LZ Mini e LZ Corporativo, todas empresas do segmento de mobiliário e decoração
Arquivo pessoal  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/3eQyVoyA5TSSWKB2IF-wA_bWPOA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/b/RnIMGdRdyjQNqOJFikSA/2149599401.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:51:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Igor Rickli revela conselhos ao filho na carreira artística: "Pezinho no chão"</title>  <atom:subtitle>"Eu vim de uma época em que as pessoas não sabiam muito o quera gentileza no trabalho", declara o ator, em entrevista exclusiva à CRESCER</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/igor-rickli-revela-conselhos-ao-filho-na-carreira-artistica-pezinho-no-chao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/igor-rickli-revela-conselhos-ao-filho-na-carreira-artistica-pezinho-no-chao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/VjIaXoECG1G08fxiRYc4VLD--tY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/I/N/6h9VNUQEGA3ks3az8pmw/dsc09320.jpg" /><br /> ]]>    Agosto é mês de celebrar os pais — e, para Igor Rickli, a paternidade também é um exercício diário de acolher, proteger e, sobretudo, respeitar o caminho de cada filho. 
“Lá em casa, não tem esse mundo cor-de-rosa, é um mundo de muita força", diz Igor Rickli
Igor Rickli diz qual legado quer deixar para os filhos e faz um apelo aos pais: "Relembrem da delicadeza"
Pai de três crianças, Antônio, 11, seu filho biológico, e Will, 9, e Fátima, 12 anos, que chegaram à família por meio da adoção, o ator encontra diferentes formas de acompanhar as descobertas e os sonhos de cada um. 
Igor e Antonio
Foto | Babuska Fotografia @babuskafotografia Stylist | Patrick Doering @patrickdoering Beauty | Walter Lobato @walterlobato_ e Laís Régia @laisregiaa Produção executiva e entrevista | Sabrina Ongaratto @binaongaratto Direção geral | Ana Paula Pontes @apontesferreira Igor veste tricot @reserva e calça @theparadise.rio Aline veste macacão @anselmi Fátima veste regata @theparadise.rio e calça @anselmi Antônio e Will vestem @reservamini Agradecimento especial | La Danse Art &amp; Cia @ladanseartecia
Com Antônio, que já demonstra interesse pela carreira artística, Igor procura incentivar sem transformar o talento em obrigação. “A gente não pressiona, mas incentiva muito”, conta, em entrevista exclusiva à CRESCER.
Igor Rickli
Foto | Babuska Fotografia @babuskafotografia Stylist | Patrick Doering @patrickdoering Beauty | Walter Lobato @walterlobato_ e Laís Régia @laisregiaa Produção executiva e entrevista | Sabrina Ongaratto @binaongaratto Direção geral | Ana Paula Pontes @apontesferreira Igor veste tricot @reserva e calça @theparadise.rio Aline veste macacão @anselmi Fátima veste regata @theparadise.rio e calça @anselmi Antônio e Will vestem @reservamini Agradecimento especial | La Danse Art &amp; Cia @ladanseartecia
Para ele, o mais importante é preservar o encantamento da infância enquanto o filho experimenta os primeiros passos no universo artístico. “A gente incentiva e tenta dar o máximo de conforto para que ele realmente não perca esse encantamento da infância”, afirma. 
E, enquanto Antônio descobre o palco, a música e a possibilidade de seguir os passos do pai, Igor faz questão de transmitir um ensinamento que considera fundamental para qualquer trajetória: a gentileza. “Meu maior conselho é para ele manter esse lugar da gentileza e do pezinho no chão.”
Igor Rickli revela conselhos ao filho na carreira artística: "Pezinho no chão"
Capa de agosto da CRESCER
Foto | Babuska Fotografia @babuskafotografia Stylist | Patrick Doering @patrickdoering Beauty | Walter Lobato @walterlobato_ e Laís Régia @laisregiaa Produção executiva e entrevista | Sabrina Ongaratto @binaongaratto Direção geral | Ana Paula Pontes @apontesferreira Igor veste tricot @reserva e calça @theparadise.rio Aline veste macacão @anselmi Fátima veste regata @theparadise.rio e calça @anselmi Antônio e Will vestem @reservamini Agradecimento especial | La Danse Art &amp; Cia @ladanseartecia
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Stylist | Patrick Doering @patrickdoering
Beauty | Walter Lobato @walterlobato_ e Laís Régia @laisregiaa
Produção executiva e entrevista | Sabrina Ongaratto @binaongaratto
Direção geral | Ana Paula Pontes @apontesferreira
Igor veste tricot @reserva e calça @theparadise.rio
Aline veste macacão @anselmi
Fátima veste regata @theparadise.rio e calça @anselmi
Antônio e Will vestem @reservamini
Agradecimento especial | La Danse Art &amp; Cia @ladanseartecia  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/VjIaXoECG1G08fxiRYc4VLD--tY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/I/N/6h9VNUQEGA3ks3az8pmw/dsc09320.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:46:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Você sabe por que o Dia da Infância é comemorado hoje?</title>  <atom:subtitle>A data destaca a necessidade de assegurar que todas as crianças tenham seus direitos respeitados</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/criancas/noticia/2026/08/voce-sabe-por-que-o-dia-da-infancia-e-comemorado-hoje.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/criancas/noticia/2026/08/voce-sabe-por-que-o-dia-da-infancia-e-comemorado-hoje.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/8Izjg9y2vFYxe0W-Ued528qHq9o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/H/2/dQkNfYRnSggIjLDJkGmQ/kids-playing-with-eco-toys-full-shot.jpg" /><br /> ]]>    Quando se fala em infância, muita gente logo pensa em brinquedos, brincadeiras e no Dia das Crianças, celebrado em outubro. Mas poucos sabem que existe uma data voltada à reflexão sobre os direitos e o bem-estar infantil: o Dia da Infância, comemorado em 24 de agosto. 
Mais do que uma celebração, a data convida a sociedade a olhar para os desafios enfrentados por milhões de crianças e para a importância de garantir uma infância segura, saudável e cheia de oportunidades.
Crianças brincando
Magnific
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Por que o Dia da Infância é comemorado?
O Dia da Infância foi instituído pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em 1995 como um momento de conscientização sobre a importância da infância e da proteção infantil. O objetivo é mobilizar governos, escolas, famílias e a sociedade para discutir políticas públicas e ações que assegurem às crianças o direito de crescer com saúde, educação, alimentação, lazer, proteção e oportunidades de desenvolvimento.
No Brasil, o 24 de agosto tornou-se uma oportunidade para destacar que a infância é uma fase decisiva do desenvolvimento humano e que garantir os direitos das crianças é uma responsabilidade compartilhada por toda a sociedade. A data também chama a atenção para questões como o combate à violência, ao trabalho infantil, à evasão escolar e às desigualdades que ainda afetam milhões de crianças.
É comum que o Dia da Infância seja confundido com o Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro no Brasil. No entanto, vale destacar que as duas datas têm propostas diferentes. Enquanto o Dia das Crianças é marcado por atividades recreativas e troca de presentes, o Dia da Infância destaca a necessidade de assegurar que todos os meninos e meninas tenham seus direitos respeitados.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/8Izjg9y2vFYxe0W-Ued528qHq9o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/H/2/dQkNfYRnSggIjLDJkGmQ/kids-playing-with-eco-toys-full-shot.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:23:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O que uma criança realmente precisa para ter uma infância feliz?</title>  <atom:subtitle>No Dia da Infância (24), psicóloga e pediatra listam 12 pilares que, de fato, importam no desenvolvimento infantil — e o que os pais podem oferecer sem precisar ser perfeitos</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/saude-bem-estar/noticia/2026/08/o-que-uma-crianca-realmente-precisa-para-ter-uma-infancia-feliz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/saude-bem-estar/noticia/2026/08/o-que-uma-crianca-realmente-precisa-para-ter-uma-infancia-feliz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/I3uC23_1aWK99reHYOmrdmZh4jg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/V/D/PvtfMcQYKWUEdPwI3Dsw/2149316924.jpg" /><br /> ]]>    Infância feliz não é aquela sem nenhuma dificuldade. É aquela em que a criança tem o que precisa para crescer, aprender, errar e se sentir amada. Mas o que isso significa, na prática?
Brincadeira livre não é perda de tempo: é quando a criança exercita criatividade, regula emoções, aprende a negociar e descobre quem ela é.
Magnific
No Dia da Infância, comemorado em 24 de agosto, a CRESCER conversou com a psicóloga Júlia Martins de Rezende Vieira, do Hospital Brasília, da Rede Américas, e com a pediatra Camila Luizetto, do Hospital Nove de Julho, também da Rede Américas, para entender o que uma criança realmente precisa para ter uma infância feliz.
1. Não existe infância perfeita, existe infância suficientemente boa
A primeira coisa que a psicóloga Júlia Vieira deixa claro é que "a busca pela infância perfeita" pode ser um problema. "Não existe infância perfeita. Existe uma infância em que a criança encontra condições suficientemente boas para se desenvolver, explorar o mundo e construir recursos para lidar com aquilo que vai encontrar pelo caminho", afirma. 
"Talvez uma infância feliz não seja aquela em que nada de ruim acontece, mas aquela em que a criança pode viver suas experiências sabendo que existe alguém com quem pode contar."
2. Vínculo afetivo estável
Para a pediatra Camila, vínculo afetivo estável é uma das necessidades mais básicas e inegociáveis da infância, junto de alimentação saudável, sono adequado, rotina e proteção. É a partir desse vínculo que a criança aprende a confiar no mundo e em si mesma.
Júlia Vieira aprofunda: "Um vínculo seguro oferece à criança uma espécie de confiança de base para que ela possa explorar o mundo. É quase como se a criança pudesse pensar: 'Existe alguém que cuida de mim, então eu posso me sentir segura para explorar, descobrir e experimentar'."
Vínculo seguro não é estar disponível 24 horas por dia. É estar presente de forma consistente, acolhendo, protegendo e sendo emocionalmente disponível.
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Ela ressalta que vínculo seguro não significa pais disponíveis o tempo inteiro, mas uma relação em que a criança encontra, de forma consistente, acolhimento, proteção e disponibilidade emocional.
3. Ser vista e ouvida de verdade
Uma das principais portas de entrada para o mundo da criança, diz Júlia, é o brincar. "No brincar, ela não está apenas se divertindo. Ela comunica, experimenta papéis, expressa sentimentos e constrói sentidos sobre aquilo que vive", explica Júlia. 
"Às vezes, depois da escola, em vez de perguntarmos apenas 'Como foi a aula?' ou 'Você fez a tarefa?', podemos simplesmente estar disponíveis. Quando existe espaço para a espontaneidade, muitas coisas aparecem."
4. Rotina e previsibilidade
Horários regulares de sono, refeição e atividades não engessam a infância: elas a estruturam. "Quando as coisas acontecem de uma maneira mais previsível na vida de uma criança, o mundo fica mais compreensível para ela. As crianças ainda estão desenvolvendo a capacidade de antecipar acontecimentos, então se há maior previsibilidade no dia a dia, há menos ansiedade e melhor regulação emocional", explica Camila.
5. Sono de qualidade
"Quando uma criança dorme pouco ou mal, pode ficar mais irritável, impulsiva, chorosa ou desatenta", alerta Camila. Garantir um ambiente propício para o sono, com horários regulares e sem telas antes de dormir, é um dos cuidados mais importantes.
Sono não é descanso passivo. É quando o cérebro processa experiências, consolida aprendizagens e regula emoções.
6. Alimentação variada e sem pressão
"Grandes períodos em jejum, dietas muito ricas em gorduras e açúcares e pobres em nutrientes influenciam comportamento, atenção e sono das crianças diretamente", explica a pediatra. O ambiente alimentar saudável é aquele em que há variedade, sem pressão para comer tudo e sem usar comida como recompensa ou punição.
7. Brincadeira livre e movimento
A brincadeira livre, sem tela e sem adulto dirigindo, continua sendo uma necessidade real de desenvolvimento.
Praça, praia, parque ou sítio: o contato com ambientes ao ar livre oferece à criança oportunidades únicas de movimento, exploração e descanso dos estímulos digitais.
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"Brincar livre significa ter tempo para explorar, imaginar e experimentar. Quando a criança brinca, funções executivas, criatividade, linguagem, regulação emocional e habilidades sociais são exercitadas simultaneamente", explica Camila. E quando a brincadeira envolve movimento, o corpo também ganha: coordenação, equilíbrio e um sono mais adequado.
8. Contato com a natureza
"Há muitas evidências científicas de que estar em contato com a natureza pode ajudar a reduzir o estresse e melhorar o bem-estar. Em ambientes ao ar livre, criam-se oportunidades diferentes para a criança se movimentar, brincar livremente e afastar-se de ambientes altamente estimulantes", afirma Camila.
9. Limites claros e consistentes
Limite não é punição. É estrutura. E criança sem limite não é criança livre, é criança ansiosa.
"Crianças precisam saber que existem regras e por que elas existem. Isso dá base para a formação de um indivíduo em crescimento e para o futuro adulto que ele será", explica Camila. Ela reforça que rotina e regras não significam rigidez: "Ensinar limites também inclui ensinar tolerância, resiliência e persistência quando as coisas não acontecem conforme o previsto."
10. Poder errar sem ter medo de decepcionar
"Uma criança precisa experimentar que nem sempre vai ganhar, conseguir, acertar ou ter aquilo que deseja. É justamente nessas experiências, quando acompanhadas por um adulto que oferece suporte, que ela pode desenvolver recursos importantes para lidar com a vida", diz Júlia Vieira.
A psicóloga orienta que diante de um erro, os pais podem acolher a frustração e depois ajudar a criança a pensar: "O que aconteceu? O que você gostaria de fazer diferente?" Assim, ela vai aprendendo que errar não define quem ela é.
Sono de qualidade é uma das necessidades mais básicas da infância. Quando a criança dorme mal, os efeitos aparecem no humor, na atenção e no comportamento do dia seguinte.
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11. Amizades e pertencimento
As relações com os pares vão se tornando cada vez mais importantes ao longo do desenvolvimento.
"Nas relações com outras crianças, ela encontra pessoas que não necessariamente pensam, sentem ou agem como sua família. É nesse encontro com o outro que ela pode negociar, esperar, compartilhar, lidar com conflitos e desenvolver empatia", explica Júlia. "Amizade não é apenas uma questão de companhia. É também um espaço de desenvolvimento."
12. Pais suficientemente bons, não perfeitos
"Nasce a mãe e o pai, nasce a culpa", diz Júlia Vieira, citando uma frase que traduz bem a experiência de sentir que nunca se está fazendo o suficiente. Mas ela é direta: pais vão se irritar, vão errar, vão perder a paciência. O que importa não é nunca falhar, mas reconhecer quando algo não foi bem e retomar a relação.
"Não se culpe, mas se responsabilize. A culpa muitas vezes paralisa. A responsabilidade nos permite olhar para aquilo que podemos fazer diferente", afirma ela.
A pediatra Camila complementa com o essencial: "Uma criança feliz precisa de condições físicas, emocionais e de saúde para viver plenamente a infância: brincar, aprender, se sentir importante, livre e amada."
E Júlia destaca: "Uma criança precisa de presença. Uma presença que acolha quando ela estiver com medo, frustrada ou triste. Porque talvez uma infância feliz não seja aquela em que a criança nunca sofre. É aquela em que, diante do sofrimento, ela não precisa se sentir sozinha."  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/I3uC23_1aWK99reHYOmrdmZh4jg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/V/D/PvtfMcQYKWUEdPwI3Dsw/2149316924.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:21:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gêmeo acorda, entra em pânico ao não ver irmão e cena viraliza. Assista!</title>  <atom:subtitle>Guilherme e Bernardo, de 2 anos e 9 meses, são tão inseparáveis que, quando um acorda antes do outro, logo procura pelo irmão: “Eles sempre dão uma conferida para ver se o outro está lá”, conta a mãe</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/gemeo-acorda-entra-em-panico-ao-nao-ver-irmao-e-cena-viraliza-assista.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/gemeo-acorda-entra-em-panico-ao-nao-ver-irmao-e-cena-viraliza-assista.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/ixuNaf_zGlC0pLPtTCa62NZoTHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/w/l/yyKqXVQoG9kfOl60f9Bg/irmaos.jpg" /><br /> ]]>    Quando um bebê ou criança pequena acorda, em geral, a primeira atitude é procurar ou chamar os pais. Mas não foi assim com Guilherme. Ele abre o olho e quer saber mesmo é de seu irmão gêmeo, Bernardo. 
O registro de um desses momentos, feito pela câmera de segurança e compartilhado pela mãe deles, a jornalista Karen Lessa Botelho, 36, do Rio de Janeiro (RJ), viralizou nas redes sociais. Ao abrir os olhos, pela manhã, Guilherme começa a chorar ao perceber que o outro não está ali. A tranquilidade só volta quando Karen explica: “Ele já acordou. Está na sala brincando”.
Gêmeo acorda, fica em pânico ao não ver irmão e cena viraliza. Assista!
Reprodução/redes sociais
O vídeo mostra uma dinâmica que, segundo a mãe, é bastante comum na rotina dos gêmeos, que estão com 2 anos e 9 meses. “Eles sempre fazem isso. Mesmo quando acordam de madrugada, eventualmente, eles sempre dão uma conferida para ver se o irmão está lá. Chamam o irmão”, conta ela, em entrevista a CRESCER.
Nem sempre os dois despertam juntos. Quando um acorda primeiro, procura pelo outro — e, se ele ainda estiver dormindo, pode até tentar acordá-lo. “Às vezes um acorda, dá uma conferida se o outro está lá, me chama e fica aqui na sala acordado, perturbando para ir acordar o irmão. E o outro, quando acorda, geralmente vem querer saber onde o irmão estava também. Eles se revezam”, explica.
Guilherme e Bernardo, 2 anos e 9 meses, são inserparáveis, segundo Karen
Reprodução/ Instagram
Guilherme e Bernardo frequentam a mesma escolinha e permanecem na mesma turma. Segundo Karen, a parceria por lá também é forte. “Toda vez que recebo imagens da dinâmica deles na escola, quase sempre estão juntinhos, fazendo as atividades juntos e tudo mais”, relata. 
Em casa, a família também organiza a rotina para que os irmãos possam fazer o máximo de coisas juntos. O sono, por exemplo, é sincronizado sempre que possível. “A gente tem uma rotina muito certinha, então tudo que pudermos ajustar para os dois fazerem juntos, a gente ajusta”, afirma.
Quando um acorda antes do outro em dias sem escola, Karen costuma esperar alguns minutos antes de despertar o irmão. “A gente deixa dormir mais uns 10, 15 minutos. Nunca passou de meia hora, até para eles não perderem essa dinâmica de estar sempre juntos”, diz ela. 
Em quase três anos de vida, os meninos praticamente nunca passaram um período longe um do outro. Karen se lembra de apenas duas ocasiões. Em uma delas, um dos irmãos passou mal na escola e precisou voltar para casa. O outro permaneceu na instituição. Mas dá para adivinhar o que aconteceu? “Deu uma hora e a escola estava ligando também, porque o irmão que ficou na escola estava chorando muito, porque estava sozinho, sem o irmão. Aí eu tive que buscar o outro também”, lembra. 
Na outra situação, um dos meninos precisou ir ao hospital enquanto o outro ficou em casa com a babá. Mesmo durante o atendimento, o irmão que estava com Karen não parava de falar sobre o outro. “Ele ouvia outra criança chorar e falava: ‘É o Guilherme’. E eu falava: ‘Não, é outra criança’”, conta. A paixão é tanta que, durante a consulta, até um pequeno objeto virou lembrança do irmão. Ao ganhar um abaixador de língua, Bernardo perguntou: “Tá bom, e cadê o do Gui?”. Ele queria levar um para o irmão também.
Apesar da forte ligação, Karen faz questão de mostrar que a relação entre os dois não é feita apenas de momentos fofos. “Como dois bons irmãos, sempre brigam. A briga também é diária. Da mesma forma que são super parceiros para brincar, brigam o dia inteiro”, confessa.
Mas, para ela, esse equilíbrio faz parte de uma relação saudável entre irmãos. “Eu gosto de postar a vida real. É um equilíbrio desses dois. Acho que todos os irmãos têm muito dessa dinâmica: com a mesma intensidade que se ama e que brinca junto, é a mesma intensidade que tem briga”, afirma. 
A mãe também vê esses pequenos conflitos como oportunidades para as crianças aprenderem a lidar com diferenças e relações. “É muito bom que eles possam já estar desenvolvendo isso desde cedo, se resolvendo ali sozinhos”, diz. Por isso, ela procura interferir pouco nas discussões. “Só interfiro quando tem uma briga mais física e que eu vejo que vai machucar. Se não, se há algum conflito ali, eu deixo que eles se resolvam um pouquinho”, diz. 
A parceria também aparece nos detalhes. Certa vez, ao brincar com os primos, os meninos ganharam três lanternas. Duas funcionavam e uma estava quebrada. Bernardo separou as duas boas e explicou: “Essa é a minha, essa é a do Guilherme e essa é da Letícia”, lembra. “Ele não queria dar a queimada para o irmão. Eles estão sempre ali se defendendo o tempo inteiro, chamando um ou outro para brincar. Essa dinâmica é constante”, diz Karen.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/ixuNaf_zGlC0pLPtTCa62NZoTHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/w/l/yyKqXVQoG9kfOl60f9Bg/irmaos.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:09:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pais desconfiaram do cheiro do bebê e descobriram doença rara: "Foi difícil entender o que estava acontecendo"</title>  <atom:subtitle>Bebê tinha um cheiro adocicado, parecido com panquecas com xarope de bordo, que os pais só entenderam depois do diagnóstico</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/pais-desconfiaram-do-cheiro-do-bebe-e-descobriram-doenca-rara-foi-dificil-entender-o-que-estava-acontecendo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/pais-desconfiaram-do-cheiro-do-bebe-e-descobriram-doenca-rara-foi-dificil-entender-o-que-estava-acontecendo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/l3q70ubpaudR56wA5T7su_6M-48=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/r/T/URdP83S3yk3uYVGynAWg/capas-1500x1000px-2-.jpg" /><br /> ]]>    Megan Popps percebeu um cheiro diferente no filho, Leo, poucos dias depois de voltar para casa com o recém-nascido. O bebê tinha um odor muito doce, que lembrava panquecas com xarope de bordo. Como o casal já havia sentido o cheiro na maternidade e uma das refeições servidas no local incluía panquecas, a mãe imaginou que um pouco do xarope pudesse ter caído no cobertor.
O cheiro adocicado foi o principal sintoma de Leo
Kennedy News &amp; Media/People
Mãe revela sintoma que levou ao diagnóstico de câncer raro do filho: "Nunca tinha visto chorar assim"
"Nós só conseguíamos sentir o cheiro às vezes. Não era muito forte", contou Megan, de 30 anos, em entrevista à Kennedy News &amp; Media. A história foi publicada pela revista PEOPLE. 
Leo nasceu em fevereiro e havia passado pelo teste do pezinho, exame usado para identificar algumas doenças genéticas e metabólicas em recém-nascidos. Dias depois da alta, porém, os médicos entraram em contato com a família porque o resultado não estava normal e precisava ser repetido.
Megan e o marido, Devaughn Debelak, levaram o bebê novamente ao hospital no dia seguinte. "Eu liguei e descobri que era o perfil de aminoácidos do Leo que estava alterado", disse a mãe. 
Ao pesquisar por conta própria na internet, a mãe encontrou informações que associavam o resultado a uma condição conhecida como Maple Syrup Urine Disease (MSUD), ou doença do xarope de bordo, em tradução para o português.
O filho tinha uma doença genética rara
A MSUD é uma condição genética rara em que o organismo não consegue decompor adequadamente a leucina, a isoleucina e a valina, três componentes da proteínas. O acúmulo dessas substâncias no organismo podem causar complicações graves.
"Quando pesquisei sobre a doença e vi como ela era rara, foi difícil para nós entender que aquilo poderia realmente estar acontecendo", relembrou Megan.
Os médicos descobriram que os níveis de aminoácidos no sangue de Leo estavam em uma concentração crítica. O bebê precisou passar por hemodiálise para ajudar a eliminar as toxinas do sangue e ficou três semanas internado na UTI neonatal.
A doença pode provocar problemas neurológicos e alterações nos movimentos. Infecções, situações de estresse para o organismo ou dificuldades no controle da alimentação também podem desencadear uma crise metabólica, que pode levar ao coma e à morte.
"Pode ser fatal se não for tratada. Leo teria entrado em coma em poucos dias ou até perdido a vida", afirmou Megan.
Alimentação terá controle rigoroso
Depois da alta, Leo passou a seguir uma dieta específica. Segundo as orientações médicas fornecidas à família, o menino precisará manter uma alimentação vegana rigorosa, sem carne e laticínios, além de controlar a quantidade de proteína consumida.
Com o diagnóstico, o menino passou a adotar uma dieta rígida e controlada para evitar piora
Kennedy News &amp; Media/People
"Ele terá que contar a ingestão de proteínas pelo resto da vida", disse Megan. O menino também terá risco de sofrer outra crise metabólica no futuro. Caso opte por não fazer um transplante de fígado no futuro, Leo precisará manter a dieta controlada. 
A doença afeta aproximadamente um em cada 185 mil bebês. O tratamento busca evitar que os aminoácidos se acumulem no organismo e provoquem uma nova descompensação.
O cheiro que percebeu no filho acabou sendo um sinal importante. "Acho que aquele cheiro de panqueca e xarope de bordo ajudou a salvar a vida dele", afirmou a mãe.
A mãe acredita que, sem algo tão concreto para chamar sua atenção, poderia ter atribuído as preocupações aos primeiros dias da maternidade. "Eu teria conseguido me convencer de que era ansiedade de mãe de primeira viagem", disse Megan.
Depois do diagnóstico, a família passou a evitar até mesmo os alimentos que lembravam aquele cheiro. O xarope, a rabanada e os waffles que tinham em casa foram jogados fora pela família. "Não comemos mais um café da manhã doce desde então", contou a mãe.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/l3q70ubpaudR56wA5T7su_6M-48=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/r/T/URdP83S3yk3uYVGynAWg/capas-1500x1000px-2-.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 15:58:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Casal cria filha de 4 anos em um estilo de vida fora do convencional: "As crianças só precisam de liberdade para brincar"</title>  <atom:subtitle>Família vive em uma propriedade nas montanhas da Califórnia, nos Estados Unidos, e criou a filha com mais tempo para brincar e explorar a natureza</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/casal-cria-filha-de-4-anos-em-um-estilo-de-vida-fora-do-convencional-as-criancas-so-precisam-de-liberdade-para-brincar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/casal-cria-filha-de-4-anos-em-um-estilo-de-vida-fora-do-convencional-as-criancas-so-precisam-de-liberdade-para-brincar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/jX3IJsVeCFF7kOPcZ1B7TYcRFvA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/K/K/uAZZQeTQGEsytE9sBGlg/willow.jpg" /><br /> ]]>    Aos 4 anos, Willow passa os dias explorando uma propriedade nas montanhas da Califórnia, nos Estados Unidos, onde vive com os pais, Andi Vercellino e William Mapes. Entre a horta, os animais, as plantas e as brincadeiras que inventa com objetos encontrados pelo caminho, a menina cresceu em uma rotina diferente da convencional.
Os pais de Willow decidiram oferecer a filha uma vida fora do convencional e imersa na natureza
Brianna Parks Photography/People
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O casal comprou o terreno de cerca de 16 hectares em 2022, quando já morava e trabalhava na região. A decisão veio depois de um período em que os dois passaram a questionar a rotina que levavam, especialmente o tempo dedicado ao trabalho e os custos da creche. A ideia de construir uma vida mais independente naquele espaço foi ganhando força até se transformar no projeto da família.
"À medida que nossa frustração com o sistema aumentou e nosso conhecimento e amor pela Terra continuaram a crescer, foi uma progressão natural seguir em direção a uma vida fora da rede", contou Andi à revista PEOPLE.
Desde então, Andi e William vêm preparando o terreno e construindo a própria casa. Enquanto a obra não termina, os três vivem no que chamam de "deck de dois quartos". O projeto é feito aos poucos, com materiais encontrados na propriedade e ajuda dos vizinhos, que também compartilham conhecimentos e recursos com a família.
Uma infância com espaço para brincar
A maior parte da rotina de Willow acontece ao ar livre. A menina também acompanha os pais em algumas tarefas, embora não tenha grandes responsabilidades.
Regar a horta, por exemplo, pode render reclamações, mas, quando chega ao jardim, Willow costuma se interessar por outras coisas. A mãe conta que ela gosta de procurar joaninhas e construir pequenas casas para os insetos.
A filha faz brincadeiras com os objetos que encontra na natureza ao seu redor e os pais inserem pequenas tarefas de forma lúdica
Brianna Parks Photography/People
Os pais também encontraram maneiras de transformar algumas tarefas em brincadeiras. Quando precisam percorrer a propriedade para verificar a tubulação de água, William criou uma brincadeira chamada "floresta de pirulitos", com um mapa e doces escondidos para a filha encontrar pelo caminho.
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"As crianças não precisam de brinquedos, elas só precisam de liberdade e permissão para brincar", afirmou Andi.
A mãe também precisou rever a própria reação diante de insetos e situações que antes desconhecia. Em vez de tentar evitar tudo o que pudesse parecer assustador, passou a permitir que Willow conhecesse o ambiente dentro dos limites de segurança definidos pela família.
"Eu fui muito intencional em me conter diante do impulso de superprotegê-la apenas por uma reação instintiva e, em troca, ela acabou me mostrando como a maior parte da natureza é inofensiva e encantadora", contou a mãe. 
A família também vai à cidade
Apesar de morar em uma área afastada, Willow não vive isolada. A cidade fica a cerca de 30 minutos de carro da propriedade e faz parte da rotina da família. Depois das tarefas do dia, os três costumam ir até lá para frequentar a biblioteca e o centro comunitário, onde encontram outras pessoas e passam um tempo fora de casa.
Os vizinhos também têm participação importante na experiência. Além de ajudarem na construção da casa, compartilham conhecimentos e recursos com o casal. "Tem sido um processo muito bonito", disse Andi.
Os primeiros anos em casa
Até agora, Willow ficou em casa com os pais. Com a chegada dos 5 anos e o início da vida escolar, Andi olha para esse período com a sensação de que conseguiu aproveitar o tempo que desejava ao lado da filha.
"Nós a mantivemos em casa conosco até este momento, o que foi muito importante e especial para nós. Você só tem os primeiros cinco anos com seu filho antes que ele seja obrigado a frequentar algum tipo de escola pelo resto da vida, e eu prometi aproveitar esses cinco anos, mesmo nos dias difíceis, e sinto que realmente aproveitei", afirmou Andi.
Apesar de viver em meio à natureza, a família também frequenta a cidade mais próxima da propriedade para passeios e atividades diárias
Brianna Parks Photography/People
Com o passar dos anos, os pais perceberam que Willow ficou mais observadora e confiante. "Ela também me deixou mais aberta ao mundo; tudo ficou mais interessante", disse Andi. 
A escolha, porém, não eliminou as dificuldades da rotina com uma criança pequena. A distância de 30 minutos até a cidade é uma das questões práticas, enquanto escovar os dentes e os cabelos e lidar com pedidos por doces continuam fazendo parte do cotidiano.
Por outro lado, alguns aspectos ficaram mais simples. Como a família não precisa sair de casa sempre em determinado horário, há menos pressão para cumprir uma agenda rígida e mais espaço para que os três sigam o próprio ritmo no dia a dia.
"Não estamos tentando acompanhar os outros; estamos apenas vivendo nossas vidas, levando nosso tempo e indo devagar o suficiente para perceber as joaninhas no jardim", explicou Andi.
O casal não apresenta a experiência como um modelo de criação que deveria ser seguido por outras famílias. A decisão está ligada ao tipo de rotina que os dois queriam construir e à forma como desejavam passar os primeiros anos ao lado da filha.
"Encontre maneiras de construir a vida que você quer viver e pense em como envolver seu filho. Para nós, é criar uma floresta de pirulitos para percorrer nossa linha de água toda semana. Escolheríamos esse caminho várias vezes", aconselhou a mãe. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/jX3IJsVeCFF7kOPcZ1B7TYcRFvA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/K/K/uAZZQeTQGEsytE9sBGlg/willow.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 15:29:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe mostra alimentação do filho que só pode consumir 1,5 g de proteína por dia</title>  <atom:subtitle>Menino de 2 anos tem fenilcetonúria, uma condição genética rara que exige cuidados rigorosos com a alimentação</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-mostra-alimentacao-do-filho-que-so-pode-consumir-15-g-de-proteina-por-dia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-mostra-alimentacao-do-filho-que-so-pode-consumir-15-g-de-proteina-por-dia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/M3BDhTrCcNEDC8q0bNidqUl1KLc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/j/S/EekAEiSbAuzszPt8BTyw/mae-lane.jpg" /><br /> ]]>    Carne, leite, ovos e castanhas são alimentos comuns na infância, mas precisam ser cuidadosamente controlados na alimentação de Lane, de 2 anos. O menino tem fenilcetonúria (PKU), uma condição genética rara que faz com que seu organismo não consiga processar adequadamente a fenilalanina, um dos componentes das proteínas. Lane pode consumir apenas cerca de 1,5 g de proteína natural por dia. 
Mãe de Lane compartilhou o que o filho leva de lanche devido à condição genética rara que limita ingestão de proteínas
TikTok/Reprodução
"Esse número parece quase impossível quando você percebe quanta proteína existe em alimentos do dia a dia que a maioria das famílias nem sequer considera", disse Jordyn, mãe de Lane, à revista Newsweek.
Jordyn Burke, de 29 anos, mora no Arizona, nos Estados Unidos, e compartilhou nas redes sociais como organiza as refeições do filho. Em um vídeo publicado no TikTok, ela mostrou os alimentos que preparou para Lane levar ao longo de um dia. A comida embalada somava apenas 1 g de proteína.
O cardápio incluía muffin de mirtilo com baixo teor de proteína, banana, pepino, melancia e batatas fritas escolhidas especialmente para a alimentação do menino.
Por que a proteína precisa ser tão controlada?
Na fenilcetonúria, o organismo não consegue processar adequadamente a fenilalanina. Quando a substância se acumula no sangue, pode causar problemas neurológicos e de desenvolvimento. Pessoas com essa condição genética precisam ter a quantidade de proteína ingerida precisa ser monitorada de perto.
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Alimentos como carne, laticínios, ovos, castanhas e vários outros itens presentes no dia a dia são praticamente proibidos para Lane ou precisam ter as porções rigorosamente calculadas. A alimentação do filho também inclui produtos com baixo teor de proteína e uma nutrição médica especializada, que ajudam a fornecer os nutrientes necessários sem excesso de fenilalanina.
A rotina fez a família mudar a relação com as refeições. "Para nós, comida não é apenas comida. Cada refeição faz parte do tratamento médico dele. A dieta é o que protege o cérebro dele e lhe dá a oportunidade de crescer e se desenvolver normalmente. É uma enorme responsabilidade para nós, pais", contou Jordyn.
Os desafios aparecem também fora de casa
Jordyn é mãe de outros três filhos: Liam, de 7 anos, Luca, de 3, e Lucy. O diagnóstico de Lane trouxe uma série de cuidados que passaram a fazer parte do cotidiano da família. No início, ela conta que teve dificuldade para lidar com o planejamento constante.
É preciso ler rótulos, medir porções, além de acompanhar o que o menino come durante o dia. O cuidado não muda quando a família sai de casa. Festas de aniversário e passeios também exigem preparação.
Há um aspecto que vai além da organização das refeições. Muitas experiências da infância envolvem comida, como comer bolo em uma festa de aniversário, ganhar doces no Halloween, tomar sorvete com os amigos ou compartilhar um lanche na escola. 
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"Gostaria que as pessoas entendessem o quão isoladora a comida pode ser para uma criança com fenilcetonúria. A comida é uma parte tão importante da infância e essas experiências podem ser muito diferentes para ele", afirmou a mãe. 
Ao falar sobre a rotina do filho, Jordyn também busca mostrar que a alimentação dele não é uma escolha ou uma preferência da família. O controle da dieta faz parte do tratamento da fenilcetonúria e é necessário para proteger a saúde de Lane.
Apesar das dificuldades, a experiência trouxe uma nova perspectiva para a mãe. "Meu filho me ensinou resiliência. Ele me ensinou que 'diferente' não significa inferior. Ele me ensinou a desacelerar e a valorizar as coisas que eu costumava dar como certas", disse Jordyn. 
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A alimentação da mãe durante a amamentação pode influenciar não apenas sua recuperação pós-parto, mas também a qualidade do leite materno e até o ganho de peso do bebê. Embora a sucção frequente continue sendo o principal estímulo para a produção de leite, uma dieta equilibrada, rica em nutrientes e calorias adequadas, ajuda o organismo materno a sustentar esse processo. 
Para entender essa relação, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) em Sobral acompanharam 30 mulheres em aleitamento materno exclusivo, com bebês saudáveis, nascidos a termo e com idade entre 30 e 120 dias. Publicado no Journal of Tropical Pediatrics, o trabalho tinha como objetivo investigar os impactos do consumo de cuscuz de milho, alimento tradicional da culinária das regiões Norte e Nordeste, durante o período de amamentação. 
A alimentação da mãe pode ter impactos na amamentação
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A ideia partiu da observação clínica por parte dos pesquisadores. "Na prática pediátrica, era muito comum mães relatarem aumento na produção de leite quando consumiam cuscuz. Então surgiu a inquietação de provar esse fato à luz da ciência", conta o pediatra Francisco Plácido Arcanjo, professor titular da UFC em Sobral e um dos autores do estudo.
Como não era possível medir diretamente a quantidade de leite produzida, a equipe avaliou o principal resultado da amamentação: o ganho de peso dos bebês. "O aumento do volume do leite não pode ser medido diretamente por questões éticas e logísticas. Então usamos o ganho de peso das crianças como medida indireta", explica Arcanjo.
As voluntárias foram divididas em dois grupos de 15 mulheres. Para garantir que todas consumissem a mesma quantidade do alimento, a equipe forneceu cuscuzeiras e porções individuais diárias de cuscuz. No primeiro grupo, as mães ingeriram 70 gramas diariamente, durante 20 dias, e depois passaram outros 20 dias sem consumir o produto de milho. O segundo grupo fez o caminho inverso: começou o estudo sem o alimento e passou a consumi-lo após os primeiros 20 dias. Os bebês foram pesados antes do início da intervenção, após o período com consumo diário de cuscuz e ao fim da fase sem o alimento.
Os resultados mostraram que os bebês das mães que consumiram 70 gramas de cuscuz diariamente ganharam, em média, 33,7 gramas por dia (cerca de 1 quilo por mês). Já no período em que essas mesmas mulheres não ingeriram o alimento, o ganho médio foi de 24,6 gramas diárias, aproximadamente 738 gramas no mês. A diferença representa um aumento de 37% no ganho de peso dos pequenos.
Além do acompanhamento do peso das crianças, os pesquisadores também perguntaram às mães sobre a percepção em relação à produção de leite: 60% delas afirmaram que o leite “aumentou muito” durante o consumo de cuscuz, enquanto 33% relataram aumento moderado. "São 93% de respostas favoráveis ao aumento do leite materno", destaca o pesquisador.
Qual o papel do alimento?
A produção de leite materno depende principalmente da frequência e da eficiência das mamadas. "Quanto mais o bebê mama, maior tende a ser o estímulo hormonal para produção de leite. A alimentação [materna] entra como suporte para que o organismo consiga sustentar esse processo fisiológico", explica o ginecologista e obstetra Rômulo Negrini, do Einstein Hospital Israelita.
Embora o corpo tenha mecanismos eficientes para preservar a lactação diante de uma alimentação insuficiente, o que a mulher coloca no prato importa. Dietas muito restritivas, jejuns prolongados, desidratação e baixa ingestão calórica podem comprometer o bem-estar materno e dificultar a manutenção da amamentação ao longo do tempo.
Além do volume, a dieta da mãe também influencia a composição nutricional do leite oferecido ao bebê. Proteína, ferro, cálcio, vitamina B12, vitamina D e ômega-3 estão entre os nutrientes mais importantes nessa fase. "Uma alimentação equilibrada ajuda na energia, recuperação pós-parto e saúde geral da mãe, fatores que indiretamente favorecem a amamentação", afirma Negrini.
E isso pode explicar os resultados do estudo cearense com o cuscuz. Rico em carboidratos, ele pode ter funcionado como fonte adicional de energia para mães com ingestão calórica insuficiente. "Como a lactação aumenta muito o gasto energético do organismo, qualquer melhora no consumo alimentar pode potencialmente favorecer a amamentação", analisa o obstetra do Einstein.
Os possíveis mecanismos biológicos envolvidos na dieta materna e na produção de leite ainda são desconhecidos. Entre os alimentos já associados a um possível estímulo da lactação estão aveia, sementes, vegetais verde-escuros e castanhas, além de boa ingestão hídrica. Em diferentes culturas também existem relatos envolvendo feno-grego, cevada e erva-doce. Mas nada de consumir esses ingredientes em excesso e por conta própria. "Não existe um alimento milagroso para aumentar o leite materno e nenhum alimento substitui a sucção frequente do bebê", frisa Romulo Negrini.
Entre os hábitos que podem atrapalhar a amamentação estão consumo excessivo de ultraprocessados, consumo exagerado de álcool, dietas radicais e excesso de cafeína, que em alguns casos pode deixar o bebê mais irritado e alterar o sono.
Apesar dos resultados promissores envolvendo o cuscuz, uma alimentação equilibrada e variada, associada a descanso, hidratação e apoio adequado à amamentação, continua sendo a melhor estratégia para sustentar a produção de leite e a saúde do bebê. "O conhecimento tradicional tem grande importância, mas deve ser avaliado à luz da ciência. Essa integração deve ser estimulada", afirma Francisco Arcanjo. 
Fonte: Agência Einstein  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/PRnvBExysfFlyB89vu9dW79hbnA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/a/B/LiQ1sCQzqYRFDCMMxNlA/mae.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 14:18:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Enfermeira revela atitudes dos pais que podem atrapalhar durante o parto</title>  <atom:subtitle>Profissional americana que acompanhou centenas de nascimentos conta quais atitudes podem atrapalhar o momento e como oferecer apoio à parceira</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/enfermeira-revela-atitudes-dos-pais-que-podem-atrapalhar-durante-o-parto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/enfermeira-revela-atitudes-dos-pais-que-podem-atrapalhar-durante-o-parto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/NBVSK59amW2eGmSUZfaJXYEc_Hs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/U/BeYsNyTHuH60a6AxpLPw/parto.jpg" /><br /> ]]>    Estar ao lado da parceira durante o trabalho de parto pode ser uma forma importante de oferecer apoio, mas nem sempre é fácil saber o que fazer. A enfermeira obstétrica Kim Houk, de San Diego, nos Estados Unidos, acompanhou centenas de nascimentos ao longo de oito anos de profissão e já viu diferentes formas de participação dos pais na sala de parto.
Algumas atitudes dos parceiros podem atrapalhar no momento do parto
DC Studio/Magnific
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Mãe de sete filhos, a enfermeira trabalha em um hospital onde nascem entre 7 mil e 8 mil bebês por ano. A experiência permitiu que observasse tanto pais muito atentos quanto aqueles que, mesmo tentando ajudar ou lidar com a própria ansiedade, acabam tendo atitudes pouco adequadas para aquele momento. 
"Não há uma maioria de pais que agem dessa forma. Também vejo muitos pais muito atenciosos e cuidadosos", disse Kim à revista Newsweek. 
A presença do parceiro também pode ser positiva para a mulher durante o parto. Um estudo publicado em 2014 na revista Journal of Perinatal Education associou o apoio contínuo durante o trabalho de parto, inclusive por parte do parceiro, a maior satisfação materna e uma experiência de parto mais positiva. Em uma pesquisa da YouGov, de 2016, quatro em cada cinco mulheres americanas disseram que gostariam de ter o pai do filho na sala de parto.
Um dos comportamentos que mais chama a atenção é quando o pai responde às perguntas feitas à mulher. Durante o trabalho de parto, a equipe pode perguntar como ela está, se deseja algum medicamento para aliviar a dor ou se pretende receber anestesia peridural. Em algumas situações, porém, o acompanhante responde por ela.
A intenção pode ser ajudar, especialmente quando a mulher está cansada ou concentrada nas contrações. O parceiro pode ajudar a comunicar suas vontades quando ela estiver sobrecarregada, sem assumir suas decisões. "Este é o corpo dela. Ela é perfeitamente capaz de responder por si mesma”, explicou a enfermeira obstétrica. 
Quando o acompanhante se desconecta do momento
Outro comportamento observado pela enfermeira é quando o acompanhante procura uma maneira de se distrair durante o trabalho de parto. Algumas induções podem levar bastante tempo e, por isso, alguns procuram uma maneira de passar as horas.
O problema aparece quando o entretenimento ou o trabalho ocupam o espaço da presença. A enfermeira já viu pais passarem praticamente todo o trabalho de parto ao telefone, participando de reuniões de negócios em voz alta. 
"Se você vai ficar falando alto ao telefone enquanto ela está tentando relaxar e em trabalho de parto, talvez possa ir para o corredor ou sair um pouco", orientou Kim.
O que pode fazer diferença para a mulher
Medidas como conhecer o plano de parto antes do nascimento pode ajudar o parceiro a participar de forma mais efetiva, na visão da enfermeira obstétrica. "O trabalho deles é apoiar, não controlar", afirmou Kim. 
Esse apoio pode aparecer de maneiras simples. Fazer uma massagem nas costas, aplicar pressão para ajudar com o desconforto, manter os celulares carregados, deixar lanches disponíveis e contribuir para um ambiente tranquilo, com luz baixa e poucos visitantes são algumas das medidas que podem ajudar.
Também é importante perceber quando a mulher está cansada ou sobrecarregada e ajudá-la a comunicar suas vontades à equipe.
A enfermeira Kim Houk fez dois vídeos reunindo os principais erros que percebe durante os atendimentos que vivenciou no hospital
TikTok/Reprodução
Situações que passam dos limites
Há ainda comportamentos que, para a enfermeira, ultrapassam claramente os limites. Kim conta que já viu pais sexualizarem situações relacionadas ao parto.
Em uma dessas situações, a enfermeira ficou chocada com a reação do pai. "Estou colocando luvas para verificar a dilatação dela, e você está falando em ménage à trois. Ou o bebê está mamando e você diz que agora é a sua vez. Agora não", contou Kim, ao relembrar o episódio.
A enfermeira também já encontrou pais que passaram o trabalho de parto inteiro comendo, que ficaram com medo de pedir para os visitantes deixarem o quarto ou que flertaram com profissionais da equipe de enfermagem durante todo o nascimento.
Outro comportamento que chamou a atenção da profissional foi o de futuros pais que chegam ao hospital sob efeito de drogas. "Para acompanhar a mulher durante o parto, porém, é preciso estar disponível e atento ao que ela está vivendo e às orientações da equipe", alertou Kim. 
A orientação da enfermeira é que o acompanhante não transforme o parto em uma experiência sobre si mesmo. Reclamar porque a comida do hospital não está boa, porque a cama é desconfortável ou porque as próprias costas estão doendo pode esperar.
“Os homens também devem defender suas parceiras. O trabalho de parto é intenso. Ajude-a a comunicar seus desejos às enfermeiras ou aos profissionais de saúde quando ela estiver concentrada ou sobrecarregada. Ela absorve a sua energia. Se você parecer em pânico, ela vai sentir. Seja uma presença constante e estável no ambiente", salientou Kim.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/NBVSK59amW2eGmSUZfaJXYEc_Hs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/U/BeYsNyTHuH60a6AxpLPw/parto.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 13:58:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Família vende tudo e se muda para a Tailândia com os filhos para ter uma vida mais simples</title>  <atom:subtitle>Casal britânico deixou a casa onde morava e levou apenas cinco malas para começar uma nova rotina com os filhos</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/familia-vende-tudo-e-se-muda-para-a-tailandia-com-os-filhos-para-ter-uma-vida-mais-simples.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/familia-vende-tudo-e-se-muda-para-a-tailandia-com-os-filhos-para-ter-uma-vida-mais-simples.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/I2UmikP_WjxdSs7S65cDTM70fko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/u/p/sSLaEJRDO05YRz3ew9nQ/image.jpg" /><br /> ]]>    Jasmine Scarr, 34, e o marido, Ross Scarr, 38, decidiram mudar completamente a vida da família. Em maio deste ano, o casal deixou o Reino Unido e se mudou para a Tailândia com os três filhos. Para começar essa nova fase, eles venderam a casa onde moravam e viajaram com apenas cinco malas. A decisão veio depois de perceberem que queriam passar mais tempo juntos e ter dias mais tranquilos do que os que levavam no país europeu.
Passar mais tempo em família foi um dos principais motivos da mudança da família
Kennedy News &amp; Media/People
Antes da mudança, o casal acreditava que a casa no Reino Unido seria o lar da família por muitos anos. "Eu realmente pensei: é isso, estamos estabelecidos. Temos uma casa grande e um jardim, tudo o que conversamos para as crianças e os cachorros", contou Jasmine em entrevista à Kennedy News &amp; Media. A história da família foi divulgada na revista PEOPLE.
Com espaço para as crianças e um jardim , a casa, no entanto, já não correspondia ao que o casal buscava naquele momento. A decisão foi de o imóvel à venda, e a propriedade foi vendida por cerca de US$ 475 mil.
"Eu pensei: 'Será que estamos tomando a decisão certa?' Mas meu pai continuava me dizendo: 'No fim das contas, são só tijolos e cimento — é a sua família que transforma aquilo em um lar’”, contou a mãe.
Em março, os dois filhos mais velhos, Jayden, de 7 anos, e Johnson, de 5, também deixaram a escola para serem educados em casa. A filha mais nova, Mali, tem 2 anos. 
A ideia de morar na Tailândia, porém, não surgiu de repente. Jasmine conheceu o país quando era adolescente e ficou encantada com o lugar. Anos depois, passou a imaginar como seria viver ali com a família. 
A casa da família no Reino Unido tinha aquilo que eles já haviam sonhado um dia, mas a vida agitada já não combinava com a meta do casal e da vida com os seus filhos
Kennedy News &amp; Media/People
O trabalho de Ross também contribuiu para a decisão. Ele atuava como engenheiro de soldagem e passava longos períodos fora de casa. O pouco tempo que a família conseguia passar junta foi um dos motivos que levaram o casal a repensar a vida no Reino Unido.
Uma vida em família
Na Tailândia, a família alugou uma casa de quatro quartos com piscina por cerca de US$ 950 por mês, incluindo as contas. O imóvel fica em uma área cercada por vegetação e se tornou a casa da família desde a mudança.
Jasmine continua trabalhando e aproveita a diferença de seis horas entre a Tailândia e o Reino Unido para cumprir suas tarefas enquanto as crianças estão dormindo. "Ter tempo com meus filhos, meu marido e os cachorros todos os dias é realmente a melhor coisa", afirmou a mãe.
A família vive em um casa alugada com quatro quartos, piscina privativa, jardim e varanda com vista para a vegetação local
Kennedy News &amp; Media/People
A mudança também alterou a forma como os filhos estudam. Jayden e Johnson fazem pelo menos duas horas de atividades depois do café da manhã, com conteúdos como matemática e inglês. Mali, de 2 anos, também participa de atividades adequadas para sua idade. 
Para Jasmine, parte do aprendizado acontece fora de casa. A família aproveita os passeios para conhecer lugares do país e conversar com as crianças sobre a cultura local. "Eles foram aos templos e aprenderam sobre diferentes coisas, sobre a cultura e tudo mais. Eles estão amando", disse. Os dois meninos também começaram a jogar futebol, e a mãe espera que aprendam tailandês com o tempo.
A decisão de assumir a educação dos filhos também trouxe desafios para Jasmine. Parte da sua própria rotina precisou se adaptar para que pudesse acompanhar as atividades escolares e a experiência tem trazido ensinamentos também para a mãe. 
A família tem levado uma vida mais simples na Tailândia
Kennedy News &amp; Media/People
Apesar dos desafios, o casal considera que a mudança trouxe uma proximidade que a família não tinha quando vivia no Reino Unido. "Já se passaram dois meses e, com tudo o que conquistamos até agora e com a casa em que estamos numa ilha, sinto-me muito sortuda", ressaltou Jasmine. 
Por enquanto, o casal pretende permanecer na Tailândia por pelo menos um ano. Depois disso, ainda não sabem qual será o próximo passo. Entre os planos está a possibilidade de abrir um negócio no país, mas, neste momento, a família prefere aproveitar a experiência antes de decidir o que virá depois.
A experiência também tem sido para o casal uma oportunidade para mostrar e fazer outras famílias que estão considerando realizar uma grande mudança em suas vidas. “Faça e vá em frente — especialmente com o mundo do jeito que está agora e tudo o que está acontecendo. Você só tem uma vida, então simplesmente faça”, incentivou Jasmine.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/I2UmikP_WjxdSs7S65cDTM70fko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/u/p/sSLaEJRDO05YRz3ew9nQ/image.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 12:45:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe que perdeu os dois filhos e neto em tragédia de Brumadinho lança livro: "Não vamos apagar essa memória"</title>  <atom:subtitle>Helena Taliberti escreveu um livro sobre luto e resistência, em que conta a história de como perdeu sua família e pede por justiça. "A todo momento existe a tentativa de apagar essa tragédia, de fazer com que a gente esqueça. Isso não é possível", diz, à CRESCER. Saiba mais!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-que-perdeu-os-dois-filhos-e-neto-em-tragedia-de-brumadinho-lanca-livro-nao-vamos-apagar-essa-memoria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-que-perdeu-os-dois-filhos-e-neto-em-tragedia-de-brumadinho-lanca-livro-nao-vamos-apagar-essa-memoria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/lcDck7SKs-d4L1xxD-HwiuaAeP8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/M/A/GDP1HgTcikoBRRQaS9uA/img-5558.jpg" /><br /> ]]>    "Não vamos ficar quietos. Não vamos apagar essa memória". Sete anos depois da tragédia de Brumadinho, essa é mensagem que a escritora Helena Taliberti quer deixar. Após perder os dois filhos e a nora grávida, ela quis transformar seu luto em lembrança em seu novo livro "Tentam nos enterrar, não sabem que somos sementes".
"A todo momento existe a tentativa de apagar essa tragédia, de fazer com que a gente esqueça. Isso não é possível", diz, em entrevista à CRESCER.
Helena com os filhos
Arquivo pessoal
Em 25 de janeiro de 2019, Helena recebeu uma notificação no celular com a notícia do rompimento da barragem. Ela logo ficou preocupada, pois os filhos, que são de São Paulo, estavam visitando Inhotim, que ficava próximo da região. "Depois descobrimos que eles não estavam em Inhotim naquele momento. Estavam na pousada, em Brumadinho", diz. A pousada foi destruída pelo rompimento da barragem, levando os filhos de Helena também.
Brumadinho: 6 anos após tragédia, mãe que perdeu os dois filhos ainda luta por justiça
"Eu fiquei mandando mensagem para eles, mas não tive resposta. Esperamos um pouco. No final do dia, os amigos também não tinham conseguido conversar com eles, a família da minha nora, também não tinha conseguido. Nós começamos a perceber que podia ter acontecido alguma coisa, a antena do celular podia ter sido levada pela lama. Mas a gente jamais imaginou que essa tragédia iria acontecer", lembra.
Sem notícias, Helena e o marido resolveram ir para Belo Horizonte no dia seguinte. "Fomos para a academia de polícia, porque disseram para passar as informações das pessoas que estavam sem contato. Aí já foi um choque, porque lá já tinha muita gente, buscando informações sobre pessoas desaparecidas, eram muitas pessoas desaparecidas", recorda.
Pouco depois, ela e o marido receberam a notícia de que seus dois filhos, Camila, de 33 anos, e Luiz, 31, foram levados pela lama. Na ocasião, Luiz estava com a noiva, Fernanda Damian, 30. A nora de Helena estava grávida do primeiro filho, Lorenzo. Ela e o bebê também não resistiram.
'O luto não é uma coisa que acaba'
Quando retornaram para São Paulo, os amigos dos filhos organizaram uma homenagem para eles. "Tinha muita gente, mais de 300 pessoas. Nesse dia, eles nos propuseram, a mim e ao meu marido, que a gente criasse uma instituição para falar o que tinha acontecido para não deixar passar batido. E nós topamos", conta.
Assim foi criando o Instituto Camila e Luiz Taliberti. "Eu percebi que eu podia viver o luto junto com os amigos deles, porque eles também também estavam de luto. Eu acho que foi bom para mim, bom para o meu marido e muito bom para eles todos também. A partir daí, nos reunimos muito para delinear a área de atuação do instituto, como é que seria, quais áreas iria atuar, quais projetos iria consolidar", afirma.
Helena Taliberti
Arquivo pessoal
Desde então, o Instituto Camila e Luiz Taliberti atua na conscientização sobre os impactos da mineração, principalmente por meio da arte. Entre as iniciativas estão a exposição "Paisagens Mineradas", que passou por cidades como São Paulo, Belém, Ouro Preto e Belo Horizonte, além da Mostra Cinema, Mineração e Meio Ambiente, que reúne exibição de filmes e documentários, seguida de debates com diretores, especialistas e pessoas afetadas pela atividade minerária. 
A entidade também promove espetáculos teatrais sobre o tema e realiza, anualmente, uma manifestação na Avenida Paulista em memória das vítimas de Brumadinho e em defesa das comunidades atingidas pela mineração.
Para Helena, esse foi o caminho de lidar com a dor. "O luto não é uma coisa que acaba. Você vai aprende a viver com ele. Você aprende a viver com as memórias, com as lembranças, com a ausência deles. É muito dolorosa e a gente tem que se convencer de que é possível viver sem eles de uma forma menos triste. A nossa alegria é triste. Mas é uma alegria", destaca.
'Quero mostrar o quanto poderia ter sido evitado'
Neste ano, Helena quis dar outro passo para divulgar ainda mais o que aconteceu em Brumadinho: publicar um livro sobre luto e resistência. "É uma história muito inusitada. Uma mãe que perde dois filhos, a nora, um neto, também morreu o pai biológico deles, a madrasta. Foi a família inteira. E eles não eram de Minas Gerais, eram daqui de São Paulo, estavam lá como turistas", diz.
Pousada Nova Estância recebia diversos turistas (Foto: Divulgação)
Crescer
"Eu acho que também é um processo do luto. A dor do luto é uma dor que não termina e as pessoas a todo momento falam: 'Nossa, mas sabe, tem que vir a página dessa tragédia'. Não, não tem que virar a página. Não dá para virar a página da tragédia. E mais do que isso, essa tragédia não pode ser esquecida. Primeiro, para honrar a vida de todas as 272 pessoas que morreram de uma forma tão brutal, tão violenta. Segundo, porque não pode acontecer de novo", acrescenta.
Helena quer que haja responsabilidade das pessoas envolvidas e espera que a forma como o setor da mineração trabalha seja revista. "É preciso que haja ética com a vida humana, é preciso que haja responsabilidade com o território, com as pessoas, com as comunidades. Quero mostrar o quanto poderia ter sido evitado, porque pelas investigações, se soube e poderia ter sido evitado, que as pessoas envolvidas sabiam que poderia acontecer. Isso torna o luto ainda mais desesperador, porque eles poderiam estar aqui", afirma.
Além disso, ela espera deixar a memória dos filhos viva. "Tem um trecho no livro que eu falo: 'Nós, os vivos, somos responsáveis por imortalizar os nossos entes queridos'. E eu acho que é isso que eu faço nesse livro: imortalizar meus filhos. Eles estão no livro para as pessoas saberem quem foi Camila, quem foi Luiz, quem foi Fernanda, quem poderia ter sido Lorenzo", diz.
"Eu também li num livro que quando morre um bebê antes de nascer, a gente já tem um amor antes da primeira vista. Não é um amor à primeira vista que você vai ter. Quando você fica sabendo que o neto vem, já é um amor antes da primeira vista. Como é que você processa isso? Como é que você vive uma vida imaginando como ele seria, como seria a carinha dele", adiciona.
Helena espera que seu livro seja uma declaração de amor para eles. "É como se eu dissesse para eles: vocês morreram de uma forma muito violenta. Eu honro a memória de vocês todos os dias, mas agora, essa memória vai estar também para mundo. É um tributo ao amor que eu tenho por eles", destaca.
Helena com os dois filhos — Camila e Luiz, que morreram na tragédia
Arquivo pessoal
'Ninguém se cura de um luto'
Segundo ela, também é uma forma de processar seus sentimentos. "Tem horas que você nem sabe escrever o que você sentiu. É tão confuso que não tem palavra para definir. Isso também mostra o quanto o luto é individual, único e, muitas vezes, solitário", destaca.
Mas, o livro não é uma cura. "Ninguém se cura de um luto. Isso porque o luto não é uma doença. O luto é um sentimento que desorganiza completamente sua vida. É o luto pela voz deles, pelo cheiro, pela proximidade, pelo abraço. Ajudou? Sim, ajudou a processar, mas não é uma cura", conta.
'Tentaram nos enterrar, não sabiam que éramos sementes'
Livro de Helena
Divulgação
Helena espera que seu livro ajude a trazer justiça para as vítimas e famílias afetadas pela tragédia de Brumadinho. O título 'Tentaram nos enterrar, não sabiam que éramos sementes', traz justamente essa reflexão.
"É uma frase que diz muito sobre nós, sobre o instituto. Não vamos ficar quietos. E eu também gosto muito do que representa uma semente. Ela traz dentro de si todas as informações que ela precisa, ela vai se transformar numa árvore, ela vai ser sombra, ela vai dar frutos, ela vai contribuir para uma cadeia do meio ambiente, vai atrair pássaros, ela vai trazer tantas coisas. Eu acho que é isso que a gente precisa ser: uma semente de um mundo melhor", afirma.
"Eu não tenho mais filhos, não vou ter netos, mas eu estou fazendo a minha parte para que os mais novos tenham um mundo melhor", finaliza.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/lcDck7SKs-d4L1xxD-HwiuaAeP8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/M/A/GDP1HgTcikoBRRQaS9uA/img-5558.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 11:42:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mulher emociona ao revelar gravidez para o marido, em PE: "Muito desejado"</title>  <atom:subtitle>Annalita preparou uma surpresa e a reação do marido, que tinha o sonho de ser pai há muito tempo, comoveu a internet. “Ele demorou uns cinco minutos para acreditar”, conta ela</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mulher-emociona-ao-revelar-gravidez-para-o-marido-em-pe-muito-desejado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mulher-emociona-ao-revelar-gravidez-para-o-marido-em-pe-muito-desejado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/IgLWWx2VKPP_YTBaelrKbuIdsMM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/N/Z/Rmh1cgTwyD7uekMpyzZw/revelacao-gravidez-marido.jpg" /><br /> ]]>    O sonho de ter filhos já existia para Annalita, 22, e Matheus Machado, 24, muito antes de eles se conheceram. Quando finalmente resolveram que era a hora, conseguiram no primeiro mês de tentativas. Mas ela queria dar a notícia a ele de uma forma especial. 
Então, no dia em que fez o teste de gravidez, preparou uma surpresa, com balão, um sapatinho de bebê e o teste positivo e chamou o marido, dizendo que precisava de ajuda com uma tarefa. Quando ele chegou e se deparou com a cena, ficou chocado, tentando entender, acreditar e lidar com as próprias emoções. 
O momento emocionante em que Annalita revelou ao marido, Matheus, que ele seria pai
Reprodução/Instagram
O registro, compartilhado por Annalita, que é de Jaboatão dos Guararapes (PE), encantou a internet. Atualmente com 13 semanas e 5 dias de gestação, segundo a primeira ultrassonografia, Annalita tem previsão de parto para 18 de fevereiro. O casal ainda não sabe o sexo do bebê.
“Ficamos com medo de fazer a sexagem fetal. Estamos aguardando o 'baby' revelar através de uma ultrassonografia, que é feita a partir das 16 semanas. Estamos ansiosos demais e pretendemos compartilhar esse momento também nas nossas redes sociais”, conta, em entrevista a CRESCER.
A gestação foi planejada e aconteceu mais rápido do que Annalita esperava. “Nós engravidamos muito rápido, no primeiro mês de tentativa. Eu fiquei muito surpresa”, revela. “Ser pai era um desejo do meu marido antes mesmo de me conhecer. Eu também sempre quis ser mãe antes mesmo de conhecê-lo. Sempre amei o mundo da maternidade”, afirma. 
Por isso, desde antes de engravidar, Annalita já imaginava como contaria a novidade ao marido. Assim que descobriu o resultado positivo, decidiu colocar o plano em prática. “Eu sempre planejei fazer uma surpresa para ele quando engravidasse. No mesmo dia que descobri, saí bem cedo de casa para comprar tudo antes que ele acordasse”, explica. 
Quando viu o que estava acontecendo, a emoção tomou conta de Matheus. Antes de fazer uma oração, porém, ele passou um bom tempo tentando entender a surpresa. “Foram uns cinco minutos, que foram cortados do vídeo”, detalha Annalita.
“Eu me senti muito amada e fiquei surpresa porque as pessoas ficaram admiradas quando o Matheus, meu esposo, orou por essa nova estação. Isso é algo muito natural no nosso dia a dia”, explica.
Annalita não imaginava que o registro teria tanta repercussão. Até o apresentador Luciano Huck viu e comentou o vídeo: “Que registro especial! Parabéns e muito amor pra essa família!”, desejou o apresentador. A mãe ficou surpresa porque, segundo ela, a intenção ao publicar o vídeo era simplesmente guardar a memória para o futuro. “Eu postei porque quero que meu neném saiba que foi muito desejado. Enxergo o Instagram como o nosso mais novo álbum de memórias. Quero mostrar tudo para o neném quando ele ou ela crescer”, afirma. 
Agora, o casal pretende continuar compartilhando alguns momentos da gestação, incluindo a descoberta do sexo do bebê.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/IgLWWx2VKPP_YTBaelrKbuIdsMM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/N/Z/Rmh1cgTwyD7uekMpyzZw/revelacao-gravidez-marido.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 11:40:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Quando enfrentam frustrações sem o apoio de um adulto, as crianças não
desenvolvem resiliência; desenvolvem
trauma", alerta educadora parental</title>  <atom:subtitle>A neurociência mostra que crianças não ficam mais fortes porque sofrem mais. Acolhimento, segurança emocional e limites respeitosos são os verdadeiros pilares da resiliência infantil, como mostra a autora Maya Eigenmann no recém-lançado livro Criando uma Geração Mais Forte</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/criancas/comportamento/noticia/2026/08/quando-enfrentam-frustracoes-sem-o-apoio-de-um-adulto-as-criancas-nao-desenvolvem-resiliencia-desenvolvem-trauma-alerta-educadora-parental.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/criancas/comportamento/noticia/2026/08/quando-enfrentam-frustracoes-sem-o-apoio-de-um-adulto-as-criancas-nao-desenvolvem-resiliencia-desenvolvem-trauma-alerta-educadora-parental.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/Adh-o05BHPXcZfLJ13mi7ilXqEc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/m/8/x3rSakRpalyy92PmkLCA/estudio-wild-carol-bassolli-photo-fotografa-7.jpg" /><br /> ]]>    Como criar filhos preparados para lidar com as frustrações e os desafios da vida sem recorrer aos gritos, aos castigos ou à ideia de que é preciso “endurecê-los”? Para a educadora parental Maya Eigenmann, autora do recém-lançado livro Criando uma Geração Mais Forte (Ed. Astral Cultural, R$ 59,90), a resposta passa por um caminho que pode parecer contraintuitivo: quanto mais acolhidas e emocionalmente seguras as crianças se sentem, maior é a capacidade de desenvolver resiliência, autonomia e força emocional.
"A gente quer que os pais reflitam. Não que sigam um manual", dizem Daniel Becker e Rita Lisauskas sobre novo livro
Menos feed, mais presença: o celular está impactando a forma como as famílias se relacionam
Na obra, Maya reúne reflexões e estratégias para ajudar famílias a construírem relações mais respeitosas, sem abrir mão dos limites. Nesta entrevista exclusiva à CRESCER, ela explica por que os adultos devem funcionar como um “colchão” para amortecer as quedas inevitáveis da infância, fala sobre estresse tóxico, regulação emocional e reparação de conflitos e desfaz alguns dos principais mitos em torno da educação positiva.
”Quando enfrentam frustrações sem o apoio de um adulto, as crianças não desenvolvem resiliência; desenvolvem trauma”, alerta educadora parental
Divulgação
CRESCER: O que significa sermos colchões na vida dos filhos?
Maya Eigenmann: Com frequência, ouço pais, mães e cuidadores preocupados em criar crianças fortes para a vida, já que ela é cheia de desafios. Curiosamente, o senso comum diz que, justamente por a vida ser dura, devemos criar os filhos com dureza, para que desenvolvam uma “casca grossa”. Mas, do ponto de vista da neurociência, é exatamente o contrário: não é sendo duros com eles que se tornarão resilientes. É sendo “colchões”, amortecendo as quedas que a vida naturalmente apresenta. Nós, adultos, conseguimos lidar com tombos maiores, mas as crianças ainda não. Quando enfrentam frustrações – que eu chamo, de forma figurativa, de “quedas” – sem o apoio de um adulto, elas não desenvolvem resiliência; desenvolvem trauma. Nosso papel é acolher essas frustrações e fazer com que sintam que não estão sozinhas diante de um desafio para o qual ainda não têm maturidade. À medida que crescem com essa segurança interna – de que podem contar com alguém –, elas conquistam, aos poucos, mais autonomia para enfrentar desafios. E aprendem que pedir ajuda nos momentos difíceis não é sinal de fraqueza, mas parte de uma vida emocional saudável.
C.: Como aplicar esse conceito na prática?
M.E.: É mais simples do que parece. O que precisamos fazer é acolher o que a criança está sentindo diante da frustração. Isso significa validar qualquer emoção que surja, sem discriminar, minimizar ou menosprezar. O que geralmente acontece, porém, é que nós, adultos, temos dificuldade em lidar com a tristeza ou a raiva da criança. Queremos distraí-la, resolver o problema ou convencê-la de que ela não deveria se sentir daquela forma. Mas, quando simplesmente permitimos que esses sentimentos fluam, oferecendo presença, eles tendem a se regular naturalmente. É justamente nesse movimento de acolher as frustrações, em vez de tentar eliminá-las, que nossos filhos desenvolvem resiliência.
C.: No livro, você faz uma analogia do túnel e de sermos apenas passageiros. Poderia explicar? 
M.E.: Eu amo essa analogia. Ela já me ajudou inúmeras vezes a não cair na tentação de distrair meus filhos ou tentar mudar o que eles estavam sentindo. Quando a criança está vivendo uma emoção, é como se fosse um trem atravessando um túnel. Nós, adultos, somos apenas os passageiros desse trem. E quando o trem entra no túnel, ele não pode parar, mudar de direção nem voltar para trás. A única opção é seguir em frente até chegar do outro lado. Enquanto isso, o passageiro apenas acompanha o trajeto, sem tentar mudar o rumo da viagem. Vai junto, confiando que o túnel termine.
C.: Muitas famílias recorrem a recursos como o cantinho do pensamento ou exercícios de respiração para ajudar a criança a se acalmar. Em que situações essas estratégias podem falhar? O que é indispensável para que a criança realmente se regule emocionalmente?
M.E.: Por sermos mamíferos, somos, por natureza, seres sociais. Nada tem um efeito mais calmante sobre nós do que outro membro da nossa própria espécie que esteja calmo. Um bichinho de pelúcia ou qualquer brinquedo jamais substitui o poder regulador de um abraço, de um colo ou da presença de um adulto emocionalmente disponível. Qualquer outro recurso apenas escancara a nossa dificuldade, como adultos, de acolher nossas crianças. É a nossa presença, calma e disponível, que regula o sistema nervoso delas. É disso que realmente precisam quando estão vivendo uma emoção difícil.
C.: O primeiro capítulo do livro se dedica ao trauma na infância. Que experiências podem ser consideradas traumáticas?
M.E.: Há um número crescente de pesquisas mostrando as consequências dos traumas vividos na infância para a saúde ao longo da vida, tanto física quanto mental. Quando essas experiências não são prevenidas ou acolhidas, aumentam as chances de que a criança enfrente dificuldades que podem comprometer sua qualidade de vida no futuro. Entre elas estão a violência física e emocional, a negligência, os abusos e a convivência com conflitos e violências familiares. Quando essas situações são intensas ou persistentes e a criança não conta com o apoio consistente de um adulto de confiança, elas podem gerar o chamado estresse tóxico, que interfere no sistema imunológico, no desenvolvimento cerebral, na aprendizagem e na capacidade de construir resiliência e autoestima. Há pesquisas que mostram, inclusive, que o estresse tóxico precoce pode afetar literalmente a longevidade. A prevenção passa, necessariamente, pelo adulto. É fundamental que mães, pais e cuidadores invistam no próprio autoconhecimento, reconheçam suas feridas e busquem elaborá-las para evitar que esses padrões sejam reproduzidos na relação com os filhos.
C.: Mas há momentos em que nós, adultos, perdemos o controle. Por que é tão importante olhar para as nossas próprias explosões?
M.E.: O grande ponto dessa temática é que, quando explodimos com nossos filhos, eles costumam se sentir responsáveis por isso. E esse é um peso grande demais para uma criança carregar. É claro que não vamos conseguir deixar de explodir por completo. Inevitavelmente, perderemos a paciência de vez em quando. O que proponho, entretanto, não é perfeição, e sim redução de danos. É promover um ambiente familiar em que, na maior parte do tempo, exista segurança emocional.
C.: E quando erramos, porque, infelizmente, é inevitável, como reparar a relação com a criança?
M.E.: É fundamental que sejamos compassivos conosco nesse processo, porque realmente vamos errar. Ao mesmo tempo, precisamos ter um compromisso sério com a busca por uma educação respeitosa, sempre procurando evoluir e reduzir os danos que causamos. Felizmente, sempre podemos dar um passo atrás, reconhecer nossos erros e conversar sobre eles com nossos filhos. Essas conversas são muito importantes porque aliviam a criança da sensação de que ela é culpada pelos nossos erros.
C.: Quais são os maiores empecilhos na construção dessa relação respeitosa com nossas crianças?
M.E.: Há vários, começando pelos nossos próprios traumas. Eles minam nossa capacidade de conectar e acolher. Por isso, é tão importante olhar para a nossa história e cuidar das nossas feridas. Outros obstáculos também podem surgir, como o julgamento de familiares por escolhermos educar nossos filhos com respeito, além da sobrecarga e da falta de uma rede de apoio.
C.: Mas impor limites continua fundamental, certo?
M.E.: O maior mito da educação positiva é dizer que ela cria crianças “sem limites, fracas, que podem fazer o que quiserem”. Mas isso não é nada respeitoso; pelo contrário, é irresponsável da nossa parte. A diferença é que, na educação positiva, escolhemos sustentar os limites sem sermos grosseiros ou ríspidos. A verdade é que muitos adultos acabam gritando quando elas “não respeitam os limites”, mas isso acontece porque são eles que se frustram com a reação natural da criança diante do limite que foi colocado. Precisamos reconhecer que, nesses momentos, somos nós que ainda não temos resiliência suficiente e acabamos nos deixando levar pela reação da criança, que é esperada.
C.:E se for tarde demais para mudar?
M.E.: Nunca é tarde demais, felizmente! Até mesmo entre pais e filhos já adultos é possível reduzir danos. Reconstruir a confiança dos nossos filhos leva tempo, mas esse esforço vale a pena. Afinal, quanta vida ainda temos pela frente!
CRIANDO UMA GERAÇÃO MAIS FORTE, DE MAYA EIGENMANN
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CRIANDO UMA GERAÇÃO MAIS FORTE,
DE MAYA EIGENMANN,
EDITORA ASTRAL CULTURAL, 
R$ 59,90, LIVRO FÍSICO  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Adh-o05BHPXcZfLJ13mi7ilXqEc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/m/8/x3rSakRpalyy92PmkLCA/estudio-wild-carol-bassolli-photo-fotografa-7.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 11:39:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Livros infantis: confira 4 lançamentos que falam sobre a rotina</title>  <atom:subtitle>Confira o que é novidade no universo da literatura infantil!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/colunistas/cristiane-rogerio-livros-e-infancias/coluna/2026/08/livros-infantis-confira-4-lancamentos-que-falam-sobre-a-rotina.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/colunistas/cristiane-rogerio-livros-e-infancias/coluna/2026/08/livros-infantis-confira-4-lancamentos-que-falam-sobre-a-rotina.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/cjSWtiXOZquQJ9MDB67v3dbNY-w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/I/T/GNBslySkyC9pl96iybQw/9786556511573.jpg" /><br /> ]]>    As histórias são um convite ao tempo: ao tal do tempo que a vida corrida parece engolir. E sabe por quê? Porque para se ouvir de verdade tem que ser devagar. Estas histórias nos convidam a olhar à nossa volta, nos escutar e refletir de maneiras diversas sobre temas que moram dentro de nós.
PARA ONDE A MAMÃE VAI QUANDO ELA NÃO ESTÁ AQUI?
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1. Mamãe trabalha, sim!
Tem dias em que a mamãe sai e demora para voltar. O que ela fica fazendo?”. É assim que começa o texto deste amoroso livro, parceria de Carolina Moreyra com Natália Gregorini, repleto de costuras entre o real e a metáfora. 
Nas imagens, vemos uma casa por dentro e o pai servindo o almoço para uma pequena menina cheia de imaginação. A cada dupla de páginas, ela imagina que a mãe esteja em uma missão espacial ou numa minuciosa investigação no fundo do mar; dentro de um labirinto, tentando encontrar a saída – para chegar mais rápido em casa, será? – ou espalhando tudo o que sabe por aí...
Essa menina, muito amada, não pensa pequeno para a mãe que, depois de cumprir tarefas incríveis pelo mundo, "sempre volta". 
"Sou filha, neta e bisneta de mulheres que escolheram o trabalho como um caminho para a independência financeira e a realização pessoal. Cresci entendendo que a minha mãe saía para trabalhar e isso a deixava feliz", conta a escritora Carolina ao final do livro, ao falar sobre sua inspiração. Sim, a criança sente falta, a mãe também. Mas é justamente isso que torna o abraço do reencontro ainda mais especial.
PARA ONDE A MAMÃE VAI QUANDO ELA NÃO ESTÁ AQUI?
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PARA ONDE A MAMÃE VAI QUANDO ELA NÃO ESTÁ AQUI?,
DE CAROLINA MOREYRA E NATÁLIA GREGORINI, 
BIRUTA,
R$ 72
A PARTIR DE 3 ANOS
editorabiruta.com.br
2. Rotular pra quê?
O livro começa com um “Bang”. O que antes era um universo imenso se transforma em “um monte de coisinhas e coisonas”. Cada pedaço, com seu jeito, seu tamanho e, digamos, suas utilidades, passa a compor muito do que conhecemos: partes dos nossos mundos. Mas uma – apenas uma! – pequena coisa alaranjada, parecida com tantas outras, não se encaixa “nem nisso, nem naquilo”. Todos tentam descobrir para que ela serve. 
Testam de tudo: sofá, cesta de basquete, chapéu... e nada. Como tanta gente, ela sonha encontrar o seu lugar. Até que essa “coisa” encontra um bebê. Um bebê que brinca tanto, mas tanto, que acaba descobrindo o segredo de tudo. Filosofia para pequeninos, sim! A obra foi selecionada, em 2023, pela Feira do Livro Infantil de Bologna, na Itália, país natal da autora.
NEM ISSO, NEM AQUILO
Divulgação
NEM ISSO, NEM AQUILO,
DE MARIANNA COPPO,
TRADUÇÃO DE NAIARA RAGGIOT TI,
CAROCHINHA, 
R$ 79
A PARTIR DE 4 ANOS
carochinhaeditora.com.br
3. A vida que eu (des)conheço
A protagonista desta história ama aquela sensação boa de chegar da escola e encontrar tudo de que gosta no seu quarto: a bicicleta novinha e os livros com as histórias que adora ler para o Senhor Lobo. Nos desenhos em tom sépia, a artista Eva Uviedo nos apresenta um lugar, uma família e algo acontecendo que, assim como a menina, também não compreendemos muito bem. 
A avó está tensa, a mãe, preocupada, e o pai não está ali nem mesmo para acompanhá-la em seu prato favorito: ravióli de espinafre. Enquanto todos descansam, ela escapa para o escritório dele e encontra muita coisa quebrada e bagunçada.
Nada está como antes e, em pouco tempo, descobrirá que nada será como antes: mãe e filha farão uma viagem decidida de última hora, e ela só poderá levar o que couber em sua mala vermelha. Filha do diretor de uma companhia de teatro, a autora argentina chegou ao Brasil aos 9 anos e, neste livro, conta como foi escapar da ditadura militar e reinventar a vida com sua família – e como se sentiu acolhida naquele novo amanhecer.
A MALA VERMELHA
Reprodução
A MALA VERMELHA,
DE EVA UVIEDO,
COMPANHIA DAS LETRINHAS, 
R$ 69,90
A PARTIR DE 6 ANOS
companhiadasletras.com.br
4. Passarinhada converseira
Para abrir este livro é preciso cuidado: a qualquer momento, tudo pode sair voando. Estamos diante de uma porção de preciosos segredos, e quem os revela é a artista plástica Liu Olivina, mesma autora de Ciranda de Aruanda. São conversas-passarinho, em que poesia se mistura com lista, lista com imaginação, imaginação com informação e informação com reflexões sobre nós mesmos, para que possamos ler – ou escutar – o que os pássaros têm a nos dizer. 
O carcará, por exemplo, contou que “antes de aprendermos a voar precisamos confiar em nossas asas, confiar com o coração”; já o anu-preto diz que “o calor de uma brincadeira deixa o nosso corpo em estado de presença”; e, para o guriatã, “quem baila com o vento aprende a ser leve”. Vêm também o sabiá-laranjeira, a coruja-buraqueira, o urutau, o guará e tantos outros. 
E cada ave não é retratada apenas por suas características: dentro de cada uma delas existe um poema imagem, como um convite a imaginar – e acreditar – nesse conversê todo.
UM BIQUINHO DE PROSA
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UM BIQUINHO DE PROSA,
DE LIU OLIVINA, 
QUATRO CANTOS,
R$ 79
A PARTIR DE 5 ANOS
editoraquatrocantos.com.br  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/cjSWtiXOZquQJ9MDB67v3dbNY-w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/I/T/GNBslySkyC9pl96iybQw/9786556511573.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sun, 23 Aug 2026 11:37:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mulher que decidiu doar óvulos aos 19 anos agora tenta realizar o sonho de ser mãe</title>  <atom:subtitle>Após ajudar três casais a terem filhos por meio da doação, Tracy Kardys, de 35 anos, enfrenta desafios para engravidar e diz que quer compartilhar sua experiência para mostrar que outras mulheres não estão sozinhas</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mulher-que-decidiu-doar-ovulos-aos-19-anos-agora-tenta-realizar-o-sonho-de-ser-mae.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mulher-que-decidiu-doar-ovulos-aos-19-anos-agora-tenta-realizar-o-sonho-de-ser-mae.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/qXhBj_rzJS7ZfcjJg0ldFlz16_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/x/f/esXjJ2Tc2IBmQVmfPKeQ/tracy.jpg" /><br /> ]]>    Apesar de não ter certeza de que queria ser mãe, Tracy Kardys sempre soube que gostaria de ajudar outras pessoas a se tornarem pais depois que conheceu o processo de doação de óvulos. Aos 35 anos, Tracy agora sonha em ter filhos biológicos. Porém, após um diagnóstico de endometriose e um aborto espontâneo, ela e seu companheiro têm enfrentado alguns desafios para se tornarem pais.
"Muitos dos meus amigos sempre souberam que queriam ser pais, e eu nunca fui assim. Eu não sabia se queria ter filhos", disse Tracy em entrevista à Kennedy News &amp; Media.
Tracy começou a pesquisar sobre doação de óvulos ainda aos 19 anos
Kennedy News and Media/Reprodução
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A descoberta e as primeiras doações de óvulos
Aos 19 anos, Tracy começou a pesquisar sobre o assunto e se interessou pela possibilidade de doar óvulos. "Meu raciocínio era o seguinte: o corpo produz óvulos todos os meses e os perdemos se não engravidarmos, então por que desperdiçá-los quando existem outras famílias que poderiam usá-los?", explicou Tracy.
Dois anos depois, Tracy começou a realizar exames e a receber injeções hormonais para que pudesse realizar a primeira doação, que foi concretizada no ano seguinte. Entre 2012 e 2015, ela ajudou três casais a se tornarem pais por meio desse processo.
O processo aconteceu de maneira confidencial, isto é, ela só podia receber informações básicas sobre os nascimentos que vieram a partir dos óvulos doados. "Foi muito gratificante saber que eu tinha conseguido ajudar essa família e realizar o sonho de ter a filhinha que eles tanto desejavam", relembrou.
No caso da doação feita por Tracy, a criança pode, ao completar 18 anos, ter a possibilidade de entrar em contato com a doadora, que então poderá indicar se deseja ou não manter esse tipo de contato.
"Não me considero a mãe deles. Não mereço esse título. Se algum dia eles quiserem esse tipo de relacionamento, eu os tratarei como se fossem meus filhos, mas não mereço o título de mãe", ressaltou Tracy.
Os desafios da infertilidade para gestar os próprios filhos
Em 2021, Tracy e seu marido se casaram e começaram a tentar ter o primeiro filho. No entanto, a gestação não se concretizou.
Tracy foi diagnosticada com endometriose em 2024
Kennedy News and Media/Reprodução
"É muito difícil que eu consiga engravidar outra pessoa, mas não consiga engravidar a mim mesma. Nunca imaginei que seria assim quando fiz as doações", disse Tracy.
A dificuldade, no entanto, não trouxe arrependimentos. "Nunca vou me arrepender da minha decisão. Acho que o que fiz foi incrível e estou muito feliz por poder ajudar essas famílias", explicou.
Os exames mostraram que o casal estava enfrentando um quadro chamado de "infertilidade inexplicada", que ocorre quando um casal não consegue engravidar após um ano de tentativas regulares sem uso de contraceptivos.
Mais recentemente, em 2024, Tracy foi diagnosticada com endometriose e passou por duas cirurgias por causa da doença. No ano seguinte, também passou por um aborto espontâneo.
"Sinto que o aborto espontâneo e a infertilidade não são assuntos ainda muito discutidos. Nesses casos, parece que a mulher é lida como uma fracassada, é uma responsabilidade muito intensa para nós. [Mas] poder compartilhar minha história e mostrar a elas que não estão sozinhas tem sido incrível", disse Tracy.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/qXhBj_rzJS7ZfcjJg0ldFlz16_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/x/f/esXjJ2Tc2IBmQVmfPKeQ/tracy.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 16:58:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe acorda com barulho vindo do berço da filha e percebe que algo estava errado</title>  <atom:subtitle>Casey Clute percebeu que a filha estava com dificuldades para respirar e agiu rapidamente para ajudá-la após a bebê se engasgar</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-acorda-com-barulho-vindo-do-berco-da-filha-e-percebe-que-algo-estava-errado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-acorda-com-barulho-vindo-do-berco-da-filha-e-percebe-que-algo-estava-errado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/ZyH5uTCrz2u5KzneJ7T4gUm9cpE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/T/3/PtFgtUT2WPs7CW1M0W0Q/camera.jpg" /><br /> ]]>    Durante a madrugada, qualquer som diferente vindo do quarto ou do berço dos filhos pode chamar a atenção dos pais. Foi o que aconteceu com Casey Clute, de 34 anos, que acordou ao ouvir um barulho vindo do berço onde estava a sua filha mais nova, Madilyn, de 4 meses. Ainda sonolenta, a mãe não sabia se realmente tinha escutado a bebê, mas decidiu levantar para verificar e percebeu que a menina estava engasgada e precisava de ajuda.
A câmera instalada no quarto registrou o momento em que Casey acudiu a filha no berço
TikTok/Newsweek
Mãe coloca gêmeas para dormir, mas não está preparada para o que vê na babá eletrônica
"Sou uma mãe muito paranoica e estou sempre preocupada que algo aconteça com meus filhos, então não tinha certeza se o barulho que ouvi era realmente meu bebê ou apenas algo da sua imaginação enquanto dormia", contou Casey ao Newsweek.
O pai e marido de Casey, Joshua, de 30 anos, estava trabalhando naquele momento. "Algo dentro de mim me disse para acordar. Abri os olhos por um segundo e a ouvi ofegante. Levantei em um pulo", disse a mãe.
Uma câmera instalada no quarto registrou o momento em que Casey retirou Madilyn do berço e percebeu que a filha estava engasgando. A bebê havia regurgitado enquanto dormia e estava com dificuldade para respirar. O incidente aconteceu durante a madrugada. 
Casey já tinha feito vários cursos de reanimação cardiopulmonar (RCP) e soube como agir diante da situação. "Eu a coloquei de bruços no meu peito e imediatamente comecei a dar tapinhas nas costas dela para garantir que vomitasse tudo", contou. Depois da intervenção da mãe, Madilyn voltou a respirar normalmente.
Após o susto, a mãe verificou o espaço onde a filha dormia e encontrou dois bichos de pelúcia dentro do berço. Os objetos tinham sido colocados ali pela filha mais velha, Charlotte, de 3 anos. "Imediatamente os tirei dentro porque é perigoso tê-los no espaço que o bebê ainda pequeno dorme", afirmou Casey.
A Academia Americana de Pediatria recomenda que os bebês sejam colocados para dormir de barriga para cima, em uma superfície firme, plana e sem inclinação. O espaço de sono deve permanecer livre de travesseiros, cobertores, bichos de pelúcia e outros objetos macios que possam aumentar o risco de sufocação.
Apesar de Madilyn ter voltado a respirar normalmente, o episódio deixou Casey bastante assustada. "Foi definitivamente uma situação assustadora, mas sou grata por ter conseguido ouvi-la e salvá-la de uma possível tragédia", contou a mãe.
O susto também mudou os planos da família. Com o fim da licença-maternidade de Casey, os pais planejavam transferir Madilyn para outro quarto, onde poderia começar a dormir sozinha ou dividir o espaço com a irmã mais velha.
Com o episódio de engasgo, a ideia foi deixada de lado. "Eu realmente acredito que se ela estivesse sozinha em um quarto e não ao meu lado, ela teria morrido engasgada. Por precaução, vamos mantê-la no nosso quarto conosco de agora em diante", explicou Casey.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/ZyH5uTCrz2u5KzneJ7T4gUm9cpE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/T/3/PtFgtUT2WPs7CW1M0W0Q/camera.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 16:16:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mulher vai ao hospital achando que estava com pedra nos rins e dá à luz sem saber que estava grávida</title>  <atom:subtitle>Cierra Bellamy não teve enjoos matinais e só descobriu a gravidez a caminho do hospital, quando sua bolsa rompeu</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mulher-vai-ao-hospital-achando-que-estava-com-pedra-nos-rins-e-da-a-luz-sem-saber-que-estava-gravida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mulher-vai-ao-hospital-achando-que-estava-com-pedra-nos-rins-e-da-a-luz-sem-saber-que-estava-gravida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/VmVWpR8XOpJJgWlU5O3OIMwQNNM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/w/b/TIQOBQSVSKBUB0DqBimg/familiagravidez.jpg" /><br /> ]]>    Uma ida ao hospital por causa de fortes dores terminou em um parto inesperado para Cierra Bellamy. A moradora da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, acreditava estar com pedras nos rins e pediu ajuda a uma amiga para ir até a uma unidade de saúde para investigar as dores. Durante o trajeto, porém, sua bolsa rompeu e descobriu que estava grávida. 
Mãe descobre gravidez no caminho para o hospital após sentir fortes dores
Arquivo pessoal/People
Seu companheiro, Daniel Ross, também desconhecia a gestação. Pouco depois, os dois conheceram a filha, Ariah.
A descoberta deixou Cierra assustada, já que, por não desconfiar da gravidez, não realizou nenhum tipo de acompanhamento médico prévio. "Eu estava com medo porque não sabia nada sobre ela. Não tive nenhum acompanhamento pré-natal, estava com muito medo", contou a mãe de Ariah à WWAY News. O caso foi divulgado pela revista PEOPLE. 
Daniel também ficou surpreso com a notícia. "Ela ficou em choque. Eu simplesmente não conseguia acreditar", disse o pai. 
Cierra contou que não teve enjoos matinais durante a gestação e não percebeu mudanças que a fizessem suspeitar de uma gravidez. "Eu estava me movimentando bastante naquela época, até carregando sofás", brincou Cierra. 
Em determinado momento, Cierra chegou a pensar que os sintomas fossem causados por gases. Ela também não percebeu os movimentos do bebê da maneira como imaginava. "Sabe quando os bebês estão na barriga e empurram para fora, e você consegue ver as mãos e os pés e coisas assim? Nada disso aconteceu", explicou a mãe. 
O enxoval foi preparado depois do nascimento
Como Cierra e Daniel não sabiam da gravidez, também não tinham preparado a casa para a chegada de Ariah. Depois do nascimento, o casal precisou providenciar os itens básicos para a filha. "Por enquanto, temos apenas o básico: o berço, roupas, fraldas e lenços", contou o pai. 
Cierra disse ainda que usava um método contraceptivo quando engravidou. "Quando dizem que é 99,9% eficaz, existe aquele 0,01%, e nós estamos segurando esse 0,01% agora", afirmou Daniel.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/VmVWpR8XOpJJgWlU5O3OIMwQNNM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/w/b/TIQOBQSVSKBUB0DqBimg/familiagravidez.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 15:29:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pai come uma das barras de chocolate do filho e se surpreende com reação do menino de 8 anos</title>  <atom:subtitle>Maceo ficou chateado ao descobrir que o pai havia pegado o doce sem pedir e encontrou uma maneira inusitada de mostrar o que estava sentindo</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/pai-come-uma-das-barras-de-chocolate-do-filho-e-se-surpreende-com-reacao-do-menino-de-8-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/pai-come-uma-das-barras-de-chocolate-do-filho-e-se-surpreende-com-reacao-do-menino-de-8-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/H7NbD7AmV-JN0008SkyWIphPJAc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/g/FB5oZNR8yLIJiDL9S7Bg/capas-1500x1000px-1-.jpg" /><br /> ]]>    Dion Chavis estava com vontade de comer um doce quando encontrou duas barras de Twix que Maceo, seu filho de 8 anos, havia deixado em uma embalagem aberta e o pai decidiu pegar uma delas. O que Dion não imaginava era que Maceo perceberia a falta do chocolate e encontraria uma maneira inusitada de mostrar que havia ficado chateado.
Dion Chavis viveu uma situação inusitada com seu filho após comer uma barra de seu chocolate favorito
Arquivo pessoal/Newsweek
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Maceo havia começado a comer chocolate cerca de um ano antes. O Twix tinha se tornado seu doce, mas, nas semanas que antecederam o episódio, o interesse pela sobremesa havia diminuído.
O garoto tinha aberto uma embalagem com quatro barras e comido duas. As outras duas ficaram no pacote. Foi de lá que Dion pegou o chocolate naquela noite. "Achei que era seguro para ele comer porque deixei um pouco ainda no pacote", disse o pai à Newsweek.
No dia seguinte, enquanto os dois estavam no quarto, Maceo perguntou pelo Twix que havia desaparecido. Como Dion ainda não tinha comprado outro, precisou contar a Maceo que havia comido a barra.
O garoto ficou chateado e começou a segurar as lágrimas. Depois, disse que iria para o quarto, fechou a porta e ficou sozinho.
Cerca de uma hora mais tarde, Dion foi verificar como o filho estava. Foi então que encontrou um desenho no chão, do lado de fora da porta. Maceo havia desenhado um rosto triste.
O desenho de Maceo
O desenho chamou a atenção de Dion. Embora tenha achado a situação fofa e engraçada, principalmente porque Maceo havia dito apenas um dia antes que ele era o "melhor pai do mundo", Dion percebeu que o filho estava tentando expressar o que sentia.
Um estudo de 2020 publicado na revista Frontiers in Psychology analisou 37 pesquisas sobre crianças e adolescentes que participaram de arteterapia. Os pesquisadores descobriram que atividades como desenho, pintura e outras formas de expressão criativa podem ajudar os jovens a comunicar emoções difíceis de colocar em palavras.
Foi diante do desenho de Maceo que pai e filho se sentaram para conversar sobre o que havia acontecido. "Nós nos sentamos e conversamos sobre isso. Ele me disse que ficou chateado porque eu não perguntei se poderia pegar o chocolate antes de ele ir para a cama", contou Dion.
O desenho foi a forma que Maceo encontrou para falar sobre a sua chateação
Arquivo pessoal/Newsweek
A conversa deu ao garoto a oportunidade de explicar o que estava sentindo depois de usar o desenho para expressar a tristeza."Para ele, tudo se resume ao consentimento, e sou grato por ele ter conseguido expressar seus sentimentos para mim através do desenho e também com suas palavras", afirmou o pai.
A paternidade de Dion 
Dion Chavis mora em Raleigh, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e dirige uma empresa de consultoria institucional que ajuda programas de educação infantil e escolas de ensino fundamental e médio a incorporar o envolvimento paterno em sua rotina. Além de Maceo, de 8 anos, ele é pai de uma jovem de 22 anos.
Para Dion, uma das melhores partes da paternidade são as conversas com os filhos. "Posso estar tendo o pior dia de todos, e conversar com eles pode mudar completamente meu humor", contou.
Acompanhar os filhos enquanto crescem e seguem seus próprios caminhos também é motivo de alegria. "Eles são pessoas muito inteligentes e carinhosas, então vê-los trilhando seus diversos caminhos na vida me traz muita felicidade", afirmou o pai.
Apesar de enxergar o lado engraçado da situação, Dion pretende guardar o desenho feito pelo filho. O episódio também deixou uma lição para o pai. "Aprendi a lição e não vou mais comer os Twix dele sem pedir”, disse Dion.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/H7NbD7AmV-JN0008SkyWIphPJAc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/X/g/FB5oZNR8yLIJiDL9S7Bg/capas-1500x1000px-1-.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 14:34:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Casal coloca 8 nomes em um copo para escolher o nome da filha: "Eu não conseguiria tomar a decisão sozinha"</title>  <atom:subtitle>Após meses discutindo as opções, Abbie Whitlock e Stuart Robertson se inspiraram em uma dinâmica que viram nas redes sociais para decidir como a bebê se chamaria</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/casal-coloca-8-nomes-em-um-copo-para-escolher-o-nome-da-filha-eu-nao-conseguiria-tomar-a-decisao-sozinha.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/casal-coloca-8-nomes-em-um-copo-para-escolher-o-nome-da-filha-eu-nao-conseguiria-tomar-a-decisao-sozinha.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/v1kJb1PfyhBX0NX9Flb8OCZi-ak=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/V/L/GSuORgSQqpxXlQYGMBqg/capas-1500x1000px.jpg" /><br /> ]]>    A escolha do nome de um filho pode ser um momento desafiador e cercado de dúvidas até a reta final. Abbie Whitlock e Stuart Robertson já estavam no hospital para o nascimento da filha quando perceberam que ainda não tinham chegado a um consenso sobre como a bebê se chamaria. O casal havia passado meses discutindo possibilidades, mas chegou ao momento de deixar a maternidade com oito opções na lista e nenhuma decisão definitiva.
Abbie Whitlock e Stuart Robertson se inspiraram em uma ideia que viram nas redes sociais para escolher o nome da filha mais nova
Instagram/Reprodução
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Como precisavam escolher uma opção antes de ir para casa, o casal, que mora em Orem, Utah, nos Estados Unidos, decidiu recorrer a uma ideia que Abbie encontrou nas redes sociais. 
Os oito nomes foram escritos em pedaços de papel e colocados em um copo. A partir daí, o casal passou a eliminar uma opção por vez, até que restasse apenas uma.
"Foi uma maneira fácil e divertida de tomar uma decisão difícil que eu não conseguiria tomar sozinha", contou Abbie ao TODAY.
Abbie disse que estava sentindo o que descreveu como "fadiga decisória". Ela tinha carinho por todas as opções da lista final, embora tivesse algumas ressalvas em relação a cada uma delas. Entre os nomes considerados estavam Florence, Matilda, Monroe, Dalia, Vyla, Odette, Dorothea e Elowen. 
Florence, por exemplo, foi descartado porque Abbie não gostava do apelido "Flo". Matilda havia sido sua favorita durante boa parte da gravidez, mas ela se preocupava com a possibilidade de a filha ser chamada de "Tilly", apelido que poderia ficar parecido com o usado pelo irmão mais velho, Bellamy, conhecido na família como "Belly".
Vyla também tinha um significado especial. Abbie gostava do nome havia anos e o associava à cidade dinamarquesa de Vejle, onde morou. Mesmo assim, durante a gravidez, começou a sentir que a escolha não combinava tanto com os nomes dos outros filhos.
O nome que sobrou
A cada papel retirado, uma opção deixava de fazer parte da disputa. O processo foi registrado em um vídeo publicado nas redes sociais, que mostra o casal chegando às últimas opções e ficando cada vez mais nervoso.
Quando Abbie tirou o último papel, descobriu que o nome escolhido seria Dorothea. "Esse era o nome que eu queria", disse, emocionada no vídeo.
A reação tinha um motivo especial. Dorothea era justamente o nome favorito de Stuart durante a gravidez. Abbie conta que, no começo, não gostava tanto da opção, mas começou a imaginar a filha com esse nome nas últimas semanas antes do nascimento.
A sugestão veio de Stuart, inspirado pela música "Dorothea", de Taylor Swift, lançada no álbum "Evermore", em 2020. A mãe também contou que ela e o marido gostam de nomes com um ar antigo, que lembram nomes de avós e, em alguns casos, têm influência britânica.
10 nomes de bebê inspirados em Taylor Swift
A bebê nasceu em novembro de 2025 e hoje tem pouco mais de 9 meses. Em casa, ela também ganhou um apelido: Dotty. Thea é outra possibilidade para quando crescer.
A escolha dividiu opiniões nas redes sociais
Depois que o vídeo mostrando a escolha foi compartilhado, o nome chamou a atenção dos internautas. Nem todos, porém, gostaram do resultado.
"Coloque de volta no copo e tire outro", escreveu uma pessoa. O comentário recebeu mais de 75 mil curtidas. Outro internauta brincou: "Imagine ser Dorothea e seus pais terem escolhido seu nome em um copo".
Também houve quem defendesse a escolha. "Estou chocada com esses comentários, é um nome bonito", escreveu uma das pessoas que acompanharam o vídeo. Outros usuários destacaram a beleza e o caráter atemporal do nome.
Abbie disse que está acostumada com opiniões sobre as escolhas da família por compartilhar parte da rotina nas redes sociais. Por isso, preferiu levar as reações com bom humor. Se a família tiver outro bebê no futuro, o casal contou que não descarta repetir o método.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/v1kJb1PfyhBX0NX9Flb8OCZi-ak=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/V/L/GSuORgSQqpxXlQYGMBqg/capas-1500x1000px.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 12:36:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe revela sintoma que levou ao diagnóstico de câncer raro do filho: "Nunca tinha visto chorar assim"</title>  <atom:subtitle>A descoberta da doença mudou a rotina da família e deu início a um tratamento complexo. Hoje, aos 8 anos, Bruno, de São Paulo (SP), está curado após enfrentar quimioterapia, cirurgia e um transplante de fígado, com parte do órgão doado pelo pai</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-releva-sintoma-que-levou-ao-diagnostico-de-cancer-raro-do-filho-nunca-tinha-visto-chorar-assim.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/mae-releva-sintoma-que-levou-ao-diagnostico-de-cancer-raro-do-filho-nunca-tinha-visto-chorar-assim.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/kM0T0VSVRnPRSt1KjVnnHxT1HDQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/L/r/E0sAxIQXiFAjsIUFn8rQ/whatsapp-image-2026-08-21-at-13.13.16.jpeg" /><br /> ]]>    Depois de acordar da soneca, Bruno, então com 2 anos, voltou a brincar com a mãe. De repente, levou a mão à barriga e começou a chorar de um jeito que Natacha Lima Rodrigues, 34 anos, de São Paulo (SP), nunca tinha visto.
Mãe fica em choque ao descobrir real motivo de falta de ar do filho, em RO
“Eu achei que algum bicho tivesse picado ele. Quando fui trocar a roupa, apalpei a barriga e percebi que um lado estava duro, como se tivesse uma pedra. Foi aí que decidi levá-lo ao pronto-socorro”, conta.
Em 2020, durante a pandemia, as consultas presenciais estavam mais restritas. Natacha já havia notado algumas mudanças no filho, como mais sono, falta de apetite e desânimo, mas não havia um sintoma claro que indicasse algo grave. Até aquele momento, ela ainda não imaginava o que estava por trás daquela dor.
Mãe releva sintoma que levou ao diagnóstico de câncer raro do filho: “Nunca tinha visto chorar assim”
Arquivo pessoal
A confirmação da doença
Quando Bruno foi examinado, o médico percebeu algo no abdômen que precisava ser investigado. No hospital, foram realizados exames de imagem, como tomografia e ultrassom. Enquanto aguardava os resultados, Natacha acreditava que pudesse ser algo mais simples, como uma apendicite.
Os exames confirmaram um hepatoblastoma, tipo de câncer que se desenvolve no fígado. A doença também já havia atingido os pulmões.
“Ao ouvir o diagnóstico, meu mundo desabou"
Arquivo pessoal
“Ao ouvir o diagnóstico, meu mundo desabou. Eu só chorava. O Bruno seguiu internado e ficamos impressionados com a rapidez com que a doença evoluiu. Acho que a pandemia dificultou bastante, já que a investigação poderia ter começado antes”, relembra.
O pequeno durante a internação
Arquivo pessoal
O começo do tratamento
Com o diagnóstico confirmado e a doença já espalhada para os pulmões, Bruno precisou iniciar rapidamente o tratamento. A primeira etapa foi a quimioterapia. Como ele tinha apenas 2 anos, os médicos explicaram à família que havia um limite para a quantidade de quimioterapia que poderia receber. Ao todo, foram 12 sessões, acompanhadas de efeitos colaterais intensos.
Bruno também passou por uma cirurgia para retirar os nódulos no pulmão. Ainda assim, foi necessário realizar um transplante de fígado.
“O tratamento foi muito intenso, principalmente porque tudo aconteceu durante a pandemia. Cada internação exigia testes de Covid-19 e vivíamos com o medo de sermos infectados, o que poderia impedir a realização do transplante. O que nos sustentou foi a fé e o acolhimento dos profissionais.”
A mãe também destaca que o próprio Bruno dava força aos pais. Mesmo enfrentando quimioterapia, exames e internações, ele continuava sorrindo, brincando e sendo criança. “Ver a alegria dele renovava a nossa esperança todos os dias”, diz.
O pai como doador
Para o transplante, o pai de Bruno, Gilmar Rodrigues, 54 anos, se preparou para doar parte do fígado ao filho. Antes da cirurgia, ele passou por diversos exames para avaliar se poderia ser o doador e também precisou perder 10 kg para estar apto ao procedimento.
A família ainda não sabia se ele seria compatível. Caso não fosse, Bruno entraria na fila por um órgão e teria de continuar com novos ciclos de quimioterapia.
“Quando recebemos a notícia de que meu esposo seria o doadorl, sentimos um grande alívio. Hoje, olhar para os dois e saber que um ajudou a salvar a vida do outro é algo que emociona toda a nossa família”, destaca.
No entanto, a recuperação de Bruno teve um contratempo: um dreno usado para eliminar a bile e outras secreções saiu do lugar e provocou o acúmulo de líquidos e pus no abdômen. Para evitar uma infecção generalizada, o menino precisou passar por uma nova cirurgia apenas 30 dias após o transplante. Mas ele se recuperou bem. 
“O transplante, realizado no dia 11 de janeiro, passou a ter um significado muito especial para nós. Todos os anos comemoramos essa data como o renascimento do Bruno, o dia em que Deus lhe deu uma nova oportunidade de viver”, comemora.
Pai foi doador
Arquivo pessoal
A “marquinha” do amor
Bruno já entende um pouco mais sobre a própria história. A cicatriz do transplante também ganhou outro significado para ele.
“Eu falo que é a sua marquinha do amor. Procuro explicar tudo de uma forma leve, respeitando a idade dele, para que ele cresça olhando para essa cicatriz não como uma lembrança da dor, mas como o símbolo de uma história de amor, fé e de um milagre que transformou a nossa família.”
Para a mãe, a experiência também deixou um alerta para outras famílias, já que o câncer infantil pode começar com sinais muito discretos.
“Ninguém conhece um filho como a mãe e o pai. Se você sente que algo não está bem, procure ajuda, insista, peça uma segunda avaliação se for necessário. O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença.”
Em 2024, a família ganhou mais uma integrante: Giovanna, irmã de Bruno. Depois de tudo o que viveram, a chegada dela marcou uma nova fase para a família.
“Cada sorriso dele me lembra que eu vivo um milagre todos os dias. Ele me ensinou sobre coragem, perseverança, amor e fé de uma maneira que eu jamais teria aprendido em outro lugar. A mãe que eu sou hoje nasceu dessa história”, conclui.
A última quimio
Arquivo pessoal
Entenda o hepatoblastoma
Embora seja o tumor de fígado mais comum na infância, o hepatoblastoma é raro e representa menos de 2% dos casos de câncer infantil.
“A maioria dos casos ocorre nos primeiros anos de vida, principalmente até os 4 anos. Bebês que nasceram muito prematuros ou com extremo baixo peso têm um risco um pouco maior de desenvolver a doença, que também é mais frequente em meninos”, explica Carla Macedo, oncologista pediátrica do Hospital Samaritano. 
Na maioria das vezes, o hepatoblastoma é silencioso no início, mas alguns sinais podem aparecer:
Abdômen aumentado ou endurecido, como um caroço ou uma área mais rígida. 
Perda de apetite e peso sem uma causa aparente.
Náuseas, vômitos e dor abdominal.
Pele e os olhos podem ficar amarelados.
O tratamento é definido de acordo com cada caso e envolve uma equipe de diferentes especialistas. Em geral, combina quimioterapia, para diminuir o tumor, e cirurgia para retirar a doença. Quando o tumor está localizado em uma parte do fígado, é possível remover a região afetada, já que o órgão tem capacidade de se regenerar.
“Quando o diagnóstico é precoce e há retirada de todo o tumor, as chances de cura são muito altas. Após o tratamento, a criança permanece em acompanhamento para identificar possíveis recidivas e monitorar efeitos tardios", explica Macedo. 
A especialista reforça que, na maioria das vezes, os sintomas podem ser confundidos com os de doenças comuns da infância. Por isso, a avaliação do pediatra é fundamental quando os sinais persistem ou fogem do habitual.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/kM0T0VSVRnPRSt1KjVnnHxT1HDQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/L/r/E0sAxIQXiFAjsIUFn8rQ/whatsapp-image-2026-08-21-at-13.13.16.jpeg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:15:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Depois do luto, nós crescemos um pouco mais", reflete Alexandre Coimbra Amaral</title>  <atom:subtitle>“Depois que o choro se esvai, há algo novo que aparece, não necessariamente a luz do alívio, do arco-íris e do futuro belo. A liberdade de poder expressar o que se sente é o grande poder em si”, diz o terapeuta familiar e colunista da CRESCER</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/colunistas/alexandre-coimbra-amaral-a-humanidade-em-nos/coluna/2026/08/depois-do-luto-nos-crescemos-um-pouco-mais-reflete-alexandre-coimbra-amaral.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/colunistas/alexandre-coimbra-amaral-a-humanidade-em-nos/coluna/2026/08/depois-do-luto-nos-crescemos-um-pouco-mais-reflete-alexandre-coimbra-amaral.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/vTgwcwCEVs5kTBOh7oa81zjxLHs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/d/I/cB1c4uSUStAQWNeZ2JKg/42558.jpg" /><br /> ]]>    O luto é ardiloso mesmo. Faz o que era belo passar a provocar dor. Faz até a cor ter dor. E isso é um acompanhamento que pode ser eterno; a partir dali pode ser que a vida passe mesmo a ter cor e dor, numa companhia inédita até então.
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É uma mudança de olhar que pode parecer cruel, mas que também é capaz de representar mais solidez e maturidade para acompanhar o que é inevitável no viver, justamente as ambivalências de uma existência que é, ao mesmo tempo, sorriso e lágrima.
Passar por esses momentos em que tudo parece junto e misturado, em que as sensações se mesclam numa renda mal costurada, é o que pode fazer brotar uma flor nova, única, sem simetria na própria história. Depois do luto, nós crescemos um pouco mais.
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Magnific
Todo o processo de desenvolvimento humano é um processo de lutos, vamos aprendendo a perder enquanto crescemos. Perdemos enquanto ganhamos e ganhamos porque deixamos ir pedaços nossos que nos brindam com o espaço vazio para o novo chegar.
Certo dia, meu filho Ravi, que está adolescendo, me mandou um áudio enquanto eu estava fora de casa, em lágrimas. Ele viu uma foto sua criança, há pouco mais de dois anos, e se conectou com o que já não conseguia ser. Depois, conversando com ele, entendi melhor: não era mais o garoto que acreditava em tantos mundos fantásticos. A vida assombrosamente real estava começando a encorpar o seu olhar.
Abracei-o, porque chorar é mesmo o que se há de fazer, já que é inevitável crescer, perder e lamentar-se pelo que não existe mais. E não sou daqueles que teimam com essa mania de “ver o lado positivo”, uma tragédia para o direito de simplesmente sofrer em paz. Deixemos a lágrima cair, porque naquele momento é o que a alma pede. Naquele instante, é só dor o coração; que ele chore, sem culpas e sem véus que abrandem o volume do sofrimento.
Porque, depois que o choro se esvai, há algo novo que aparece, não necessariamente a luz do alívio, do arco-íris e do futuro belo. A liberdade de poder expressar o que se sente é o grande poder em si. Ravi entendeu isso naquele dia, e essa cena alimentou mais e mais camadas de intimidade entre nós. 
A morte e os lutos doem, e por doerem, são a emoção de um peito que pede gente. Nunca deixaremos de ser esse peito sedento por um abraço. E desse encontro nascem novas bordas em nós, mais conscientes da complexidade da vida, mais ávidas por reinventar futuros. As mortes que nos rondam não nos vigiam. Elas simplesmente acontecem.
A nós cabe o trabalho de chorar, despedir, inventar, ousar recomeçar. No meio do esforço, descobrimo-nos mais vivos do que jamais imaginaríamos. O luto é uma travessia feita do mesmo conteúdo do amor. 
Alexandre Coimbra Amaral é mestre em Psicologia pela PUC do Chile, palestrante, escritor, terapeuta familiar e de casais. Pai de Luã, 15, Ravi, 13, e Gael, 8. Colunista do Valor Econômico e consultor de saúde mental em escolas e empresas
Crescer  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/vTgwcwCEVs5kTBOh7oa81zjxLHs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/d/I/cB1c4uSUStAQWNeZ2JKg/42558.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:08:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Campanha nacional de multivacinação: perdi a caderneta de vacina do meu filho e agora?</title>  <atom:subtitle>Perder a caderneta de vacinação não impede a criança de ser vacinada. Veja o que orienta o Ministério da Saúde nesses casos</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2026/08/campanha-nacional-de-multivacinacao-perdi-a-caderneta-de-vacina-do-meu-filho-e-agora.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2026/08/campanha-nacional-de-multivacinacao-perdi-a-caderneta-de-vacina-do-meu-filho-e-agora.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/Tq9p4LRf3Fsm26rcOFr7lPImDsE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/v/I/ovGoB4THy1dfWrUsApQA/146586.jpg" /><br /> ]]>    A Campanha de Multivacinação 2026 ocorre em todo o país até 1º de setembro, com o Dia D nacional marcado para este sábado (22), prevenindo doenças imunopreveníveis, como poliomielite, sarampo, febre amarela e COVID-19.
A estratégia é voltada à atualização da situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos e prevê imunizantes indicados conforme a idade, o histórico de vacinação e as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação. 
Campanha nacional de multivacinação: perdi a caderneta de vacina do meu filho e agora?
Magnific
Público-alvo
Crianças e bebês: vacinas como VIP (Poliomielite inativada), Pentavalente, BCG e Rotavírus.
Adolescentes: HPV (dose única ampliada), Meningocócica ACWY e reforço de Difteria e Tétano.
Grupos gerais e prioritários: Influenza, COVID-19 (versão atualizada), Febre Amarela e Sarampo .
Perdi a caderneta, e agora?
Para quem perdeu a caderneta, o primeiro passo é procurar, de preferência, o serviço de saúde onde a criança foi vacinada ou qualquer serviço de vacinação do SUS mais próximo da residência. Segundo o Ministério da Saúde, nesse caso, a equipe pode buscar informações sobre as doses já registradas e emitir uma nova via.
Mas e se o histórico não estiver disponível? A perda do documento, por si só, não é um impedimento para vacinar. A criança pode ser atendida no serviço de vacinação, que fará o registro das doses aplicadas e permitirá a atualização posterior da caderneta.
Outra alternativa é consultar a Caderneta Digital da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. A ferramenta permite que pais e responsáveis acompanhem informações de saúde da criança e monitorem a situação das vacinas. Para acessá-la, é necessário ter uma conta ativa no Gov.br para o responsável e para a criança. 
A Caderneta da Criança continua sendo o documento utilizado para acompanhar a saúde, o crescimento e o desenvolvimento infantil e reúne também os registros das vacinas. Por isso, depois de recuperar ou emitir uma nova via, a recomendação é mantê-la guardada junto aos demais documentos.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/Tq9p4LRf3Fsm26rcOFr7lPImDsE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/v/I/ovGoB4THy1dfWrUsApQA/146586.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 11:07:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe treina na esteira com a filha de 5 meses no colo, é criticada nas redes e rebate ataques</title>  <atom:subtitle>Angela Holm, mãe de cinco filhos, foi acusada de colocar a bebê em risco ao levá-la à academia e respondeu que estava no controle da situação o tempo todo</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-treina-na-esteira-com-a-filha-de-5-meses-no-colo-e-criticada-nas-redes-e-rebate-ataques.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-treina-na-esteira-com-a-filha-de-5-meses-no-colo-e-criticada-nas-redes-e-rebate-ataques.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/8boPpoFnw0SccOrY1a0o0g7PrZQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/2/X/y9QAXqRtS3gYp35kdsXA/mae-na-esteira.png" /><br /> ]]>    Uma mãe que virou alvo de duras críticas por se exercitar na esteira segurando a filha recém-nascida rebateu quem a acusou de colocar a bebê em perigo. No início do mês, Angela Holm, de 29 anos, moradora de Utah, nos Estados Unidos, provocou uma enxurrada de comentários negativos ao compartilhar um vídeo em que aparece na academia acompanhada da filha, Zayla, de cinco meses.
Angela Holm foi duramente criticada nas redes sociais por ir à academia acompanhada da filha, Zayla, de 5 meses
Reprodução/Redes Sociais
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O vídeo começa mostrando Angela chegando à academia às 21h10 e, em seguida, caminhando na esteira com a bebê ao lado, em um carrinho. Quando a menina começou a chorar, a mãe decidiu pegá-la no colo pelo resto do treino, colocando-a em um canguru preso ao peito antes de continuar na esteira, encerrando o exercício por volta das 22h15. "Como é fazer um treino pós-parto com o meu bebê", escreveu ela na legenda.
A enxurrada de críticas
A gravação viralizou e rendeu uma onda de comentários furiosos. Muita gente afirmou que era perigoso estar em uma esteira com um bebê. Outros questionaram o simples fato de ela levar a filha de cinco meses à academia, ambiente cheio de germes. E teve até quem a chamasse de "egoísta" por sair com a bebê tão tarde da noite. 
"Muito perigoso. A academia é nosso espaço e o bebê deveria estar dormindo em casa. A ginástica pode esperar, que triste", disse uma seguidora. "Parece meio sem noção. Por que o pai não pode ficar com o bebê por uma hora?", escreveu outra. "Como você deu conta? Quem vai cuidar da comida em casa, das crianças, das roupas para lavar? Será que outra pessoa fez ou foi você que fez tudo sozinha?", indagou uma terceira. 
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A resposta da mãe
Angela respondeu às críticas em entrevista ao Daily Mail. "Comecei a levar a Zayla à academia comigo quando me senti pronta para voltar a treinar no pós-parto", explicou. "Como mãe de cinco filhos, às vezes, levar meu bebê comigo é o que torna possível eu conseguir treinar. Ela mama no peito, então é mais fácil se eu a levo comigo e faço pausas para amamentar quando preciso. Ela está comigo o tempo todo de qualquer forma, então só encontrei um jeito de incluí-la também nessa parte do meu dia."
Sobre as acusações de que teria colocado a bebê em risco, ela garantiu que "jamais faria intencionalmente algo que a colocasse em perigo" e afirmou estar sempre "muito atenta a onde ela está e ao que acontece ao redor". 
"Acho muito fácil assistir a um clipe curto online e fazer suposições sem conhecer a situação completa", disse. "Eu estava caminhando devagar e com cuidado, não correndo nem fazendo um treino intenso enquanto a carregava."
Ela também rebateu as acusações de egoísmo. "Não acho que uma mãe tirar um pouco de tempo para cuidar de si mesma a torna egoísta. Eu ainda estou cuidando do meu bebê, ao mesmo tempo em que faço algo que me faz sentir bem e saudável." Sobre os germes, afirmou ter o mesmo cuidado que teria em qualquer outro lugar público.
"Não existe um jeito certo de ser mãe"
Angela contou que não esperava tamanha repercussão. "Honestamente, achei que estava só compartilhando uma parte normal do meu dia, então fiquei muito surpresa com a atenção que o vídeo recebeu e com a força com que as pessoas reagiram." Ainda assim, disse não se abalar com as críticas.
"Todo mundo cria os filhos de um jeito diferente, e o que funciona para uma mãe ou família pode não funcionar para outra", concluiu. "Eu conheço meu bebê, sei do que me sinto confortável, e a segurança dela é sempre minha prioridade. Não existe um jeito certo de ser mãe. Estamos todas descobrindo o que funciona para as nossas próprias famílias. Você não precisa concordar com tudo o que outra mãe faz, mas isso não significa que ela mereça ser destruída por isso."  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/8boPpoFnw0SccOrY1a0o0g7PrZQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/2/X/y9QAXqRtS3gYp35kdsXA/mae-na-esteira.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 22:44:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Calendário de vacinação da gestante: saiba quais vacinas tomar e em que período da gravidez</title>  <atom:subtitle>Saiba a importância de tomar as vacinas adequadas na gravidez e a proteção que cada uma delas oferece para a mãe e para o bebê</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/calendario-de-vacinacao-da-gestante.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/calendario-de-vacinacao-da-gestante.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/5dDQrO_kmEgE2s_7yRhUbY6O5iU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/6/7/G9UQSjRWKNqNmdmaL1AA/2180.jpg" /><br /> ]]>    A vacinação durante a gestação é fundamental para proteger a saúde da mãe e também oferecer proteção ao bebê. Isso porque, na gravidez, o sistema imunológico passa por mudanças que podem aumentar a vulnerabilidade a algumas infecções — por isso, manter a proteção em dia é tão importante.
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Grávida
Magnific
Além da proteção da mãe, alguns anticorpos produzidos após a vacinação podem ser transferidos para o bebê pela placenta. Essa proteção é especialmente importante nos primeiros meses de vida, quando a criança ainda está começando a desenvolver sua própria resposta imunológica e nem todas as vacinas já fazem parte do seu calendário.
Para saber quais vacinas são indicadas durante a gestação e quando cada uma deve ser tomada, consulte o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante, do Ministério da Saúde. Basta clicar abaixo e baixar para ter sempre com você.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/5dDQrO_kmEgE2s_7yRhUbY6O5iU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/6/7/G9UQSjRWKNqNmdmaL1AA/2180.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:19:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Duas crianças foram internadas após contraírem bactéria em zoológico da Austrália</title>  <atom:subtitle>Uma criança ficou com danos cerebrais permanentes e pode precisar de um transplante de rim após contrair uma infecção bacteriana perigosa</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/duas-criancas-foram-internadas-apos-contrairem-bacteria-em-zoologico-da-australia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/duas-criancas-foram-internadas-apos-contrairem-bacteria-em-zoologico-da-australia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/gPixEePxTWe7z_nNTiscJ4TJLHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/1/9/SCD6qiQ8yAMjERa7cipQ/2026-08-21t115524.715.jpg" /><br /> ]]>    Uma criança ficou com danos cerebrais permanentes e pode precisar de um transplante de rim após contrair uma bactéria perigosa durante uma visita a um zoológico interativo em Melbourne, na Austrália, segundo informações do site australiano news.com.au.
O Departamento de Saúde do estado de Victoria iniciou uma investigação sobre um surto da bactéria Escherichia coli produtora da toxina Shiga (STEC), que pode causar graves problemas intestinais e danos aos rins.
Noah ficou em estado grave após contrair a bactéria
Reprodução/News.com.au
Uma das duas crianças atualmente hospitalizadas — uma menina de três anos — sofreu danos cerebrais permanentes e insuficiência renal. A criança foi internada no Hospital Infantil Monash há quatro semanas e pode precisar de um transplante de rim após ter contraído a infecção durante uma visita a um zoológico interativo.
"Meu bebê quase morreu de uma bactéria transmitida durante o parto. Nunca me disseram sobre isso", alerta mãe
Noah, um menino de dois anos que visitou a mesma fazenda, passou três semanas na unidade de terapia intensiva (UTI), informou a 9News. A mãe de Noah, Brooke Snooks, disse que ficou "incrédula" e afirmou que "não havia como prever o que iria acontecer".
"Pareciam sintomas comuns de uma gastroenterite, o que é absolutamente assustador, porque você não sabe o que isso realmente significa", disse ela.
Como a bactéria é contraída?
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informou que a Escherichia coli produtora da toxina Shiga (STEC) é comumente encontrada no intestino e nas fezes de animais, especialmente de bovinos, e que mais de 1.000 casos são registrados todos os anos.
Os sintomas da doença incluem diarreia, cólicas, náuseas e vômitos, e geralmente começam entre três e quatro dias após a infecção. As crianças podem permanecer com a bactéria no organismo por até três semanas, enquanto os adultos costumam continuar transmitindo a infecção por cerca de uma semana.
Segundo o CDC, o contato com animais de fazendas ou de zoológicos interativos é uma das formas de transmissão da doença. Outras situações que aumentam o risco de infecção incluem nadar em água contaminada ou consumir alimentos e bebidas contaminados.
A infecção por STEC também pode evoluir para a síndrome hemolítico-urêmica (SHU), uma condição potencialmente fatal que danifica os glóbulos vermelhos e os rins. Tanto a infecção por STEC quanto a síndrome hemolítico-urêmica são mais comuns em crianças menores de cinco anos e não podem ser prevenidas por vacinação.
Tem como prevenir?
A diretora de saúde pública, Caroline McElnay, orientou os pais a incentivarem as crianças a lavar as mãos para minimizar o risco de infecção.
"Uma boa higiene das mãos é uma das formas mais eficazes de proteger você e sua família contra infecções que, em casos raros, podem levar a doenças graves, como a síndrome hemolítico-urêmica (SHU)", afirmou.
"Embora a SHU seja muito rara, crianças pequenas podem ficar gravemente doentes. Por isso, é importante lavar as mãos e ajudar as crianças a fazer o mesmo após usar o banheiro e depois do contato com animais."  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/gPixEePxTWe7z_nNTiscJ4TJLHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/1/9/SCD6qiQ8yAMjERa7cipQ/2026-08-21t115524.715.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:44:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucy Ramos escolhe nome raro para a segunda filha - saiba quantos registros ele tem</title>  <atom:subtitle>Grávida de seis meses, a atriz publicou um vídeo nas redes sociais para revelar o nome da bebê</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/lucy-ramos-escolhe-nome-raro-para-a-segunda-filha-saiba-quantos-registros-ele-tem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/famosos/noticia/2026/08/lucy-ramos-escolhe-nome-raro-para-a-segunda-filha-saiba-quantos-registros-ele-tem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/1XIZ-hZ9iG4Xe8fmjt2oj_VvOUo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/o/8/oUNArxRpW7vol3FqeLRA/2026-08-21t133725.666.jpg" /><br /> ]]>    A atriz Lucy Ramos revelou, nesta sexta-feira (21), o nome da sua segunda filha, através de um vídeo no Instagram. Grávida de seis meses, ela aparece em uma praia, sentada na areia. Em seguida, olha para a câmera e escreve o nome da bebê no chão: Kora.
Lucy Ramos revela nome da filha
Reprodução/Instagram
"Kora é o nome da nossa pequena que está no forninho. Queríamos um nome curto, forte e que começasse com K, pra combinar com o da Kyara. Agora temos a duplinha: Kyky e Kokó", escreve ela na legenda.
Grávida pela segunda vez, Lucy Ramos revela as diferenças entre as duas gestações: "Ela está danada"
O nome é bastante raro no Brasil. Segundo dados do Censo Demográfico de 2022, há apenas 50 registros no país, principalmente em São Paulo. É bem atual, a idade mediana de pessoas registradas dessa forma é de 16 anos.
Já uma variante do nome, Cora, ganhou popularidade nos últimos anos e já acumula mais de 1400 registros. Mas, como explicou na publicação, Lucy optou pela versão com a letra "k" para combinar com o nome da sua primeira filha, Kiara.
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Qual é o signficado de Kora?
O nome Kora é uma variação de Cora, que tem origem grega, derivado da palavra "Kore". Pode ser traduzido como "donzela" ou "jovem mulher". Ele possui uma forte conotação feminina e tem sido utilizado em diversas culturas ao longo dos séculos
Ao longo dos séculos, o nome Cora tem sido usado em vários países, com destaque em países de língua inglesa, como Estados Unidos e Reino Unido. Sua popularidade varia ao longo do tempo, mas permanece uma escolha relevante e apreciada por muitas famílias em diferentes partes do mundo.
Curiosamente, o nome possui conexões com a mitologia grega. Na mitologia, "Kore" era um epíteto da deusa Perséfone, que representa a primavera e o renascimento da natureza. A ligação com a natureza pode influenciar a personalidade atribuída a quem carrega esse nome.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/1XIZ-hZ9iG4Xe8fmjt2oj_VvOUo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/o/8/oUNArxRpW7vol3FqeLRA/2026-08-21t133725.666.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:35:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Agentes federais americanos são acusados de deter criança de 5 anos a caminho de um jogo de futebol</title>  <atom:subtitle>O vídeo que circula online parece mostrar Liam chorando antes de seu pai ser preso enquanto os policiais os escoltam para dentro de um carro. Ele deveria começar o jardim de infância esta semana, disse sua tia. O caso aconteceu no Texas (EUA)</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/agentes-federais-americanos-sao-acusados-de-deter-crianca-de-5-anos-a-caminho-de-um-jogo-de-futebol.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/agentes-federais-americanos-sao-acusados-de-deter-crianca-de-5-anos-a-caminho-de-um-jogo-de-futebol.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/27jbSyCrWaQqr6N7jP9YKtpqGmw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/u/H/p83rtFRWSoTHSAWVP6FA/menino.jpg" /><br /> ]]>    Dias antes de começar o jardim de infância, um menino de 5 anos, no Texas (EUA), foi levado para um centro de detenção de imigração com seu pai. Os dois foram abordados por agentes federais enquanto viajavam para um jogo de futebol, segundo sua família e reportagens em espanhol.
Liam Tadeo e seu pai foram detidos após uma abordagem de trânsito em Austin no domingo, 17 de agosto, e posteriormente levados para o South Texas Family Residential Center, em Dilley, disse a mãe do menino N+ Univision. 
O vídeo que circula online parece mostrar Liam chorando antes de seu pai ser preso enquanto os policiais os escoltam para dentro de um carro. Ele deveria começar o jardim de infância esta semana, disse sua tia Patricia Resendiz, em um GoFundMe.
Menino aparece chorando enquanto é levado com o pai
Reprodução/X
Durante a entrevista da N+ Univision com a mãe, que pediu para não ser identificada, Tadeo ligou para ela do centro de detenção, dizendo que a amava e sentia a sua falta, informou a rede espanhola.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) e o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) não confirmaram publicamente as circunstâncias do caso. A Newsweek entrou em contato com ambas as agências, por e-mail, para obter comentários. A Univision disse que o ICE não havia respondido às suas repetidas perguntas sobre a detenção relatada até a publicação.
Resendiz disse no GoFundMe da família: "A detenção de Liam e do meu cunhado foi cruel; Eles não são criminosos — estavam simplesmente a caminho de um jogo de futebol. Liam é um garotinho lindo, inteligente e de grande coração. Minha irmã está arrasada, e nós também."
O deputado democrata do Texas, Greg Casar, se manifestou em apoio à família, dizendo em uma postagem no X: "O ICE acabou de prender uma criança de 5 anos a caminho de um jogo de futebol em Austin. O nome dele é Liam, igual ao garotinho de Minnesota. Ele deve estar no jardim de infância esta semana. Em vez disso, ele está em uma prisão trailer no deserto. Soltem o Liam. Soltem essas crianças. Feche a prisão infantil de Dilley."
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Segundo ela, tudo aconteceu muito rápido. "O cachorro já havia arrancado um pedaço da cabeça do meu filho", diz, em entrevista à CRESCER.
Jessica faz alerta após filho ser mordido por cachorro
Reprodução/Arquivo pessoal
Jessica nunca imaginou que algo assim poderia acontecer, ainda mais por ser algo com o que estavam tão acostumados. "Fui pega pelo cotidiano. Sempre amei cachorros e convivi com eles desde criança. Pequenos ou grandes, era algo muito comum para mim. É justamente no cotidiano que, muitas vezes, baixamos a guarda. E foi assim comigo: normalizei uma situação que não deveria ter normalizado", conta.
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Naquele dia, havia um cachorro brincando no parque, sem coleira, acompanhado de sua dona. "Eu e meu filho estávamos sentados admirando o cachorro. Ele era lindo e corria muito. Em determinado momento, meu filho pegou a bolinha do cachorro e jogou para ele. A dona nos disse que ele era dócil", afirma.
Samuel jogou a bolinha para ele outras duas vezes e depois se sentou ao lado da mãe. Foi aí que o acidente aconteceu. "Eu o abracei enquanto o cachorro tomava água perto de nós. Então, um brinquedo do meu filho caiu no chão. Quando ele se abaixou para pegá-lo, o cachorro pulou em seu cabelo", recorda.
"Eu estava abraçada com ele naquele momento. Quando o cachorro o pegou, fiquei cara a cara com o animal e pensei: 'Vou colocar a minha mão dentro da boca dele'. Mas, quando terminei de formular essa frase na minha cabeça, o cachorro já havia arrancado um pedaço da cabeça do meu filho", acrescenta.
'O médico disse que nosso filho estava correndo risco de vida'
Jessica entrou em pânico. "Comecei a gritar no parque, desesperada, pedindo socorro. Estávamos perto da secretaria do parque, então muitas pessoas saíram para nos ajudar. Uma moça muito atenciosa se aproximou e me ofereceu uma carona até o hospital, porque a ambulância demoraria muito", lembra.
Coincidentemente, enquanto estavam saindo do parque, encontraram uma médica, que imediatamente socorreu Samuel e os levou para o hospital. "Assim que chegamos, meu filho foi rapidamente atendido por uma equipe muito amorosa, que prestou os primeiros socorros", afirma.
Mas, o caso de Samuel era mais grave do que imaginava. "O médico disse que nosso filho estava correndo risco de vida e pediu que orássemos. Ele não poderia ter nenhuma infecção. O Senhor cuidou de cada detalhe e se fez presente em todos os momentos", diz.
A cada três dias, o garotinho precisava entrar no centro cirúrgico para que os médicos verificassem o ferimento e se certificassem de que não havia nenhuma infecção. "Foram 21 dias de muitos cuidados médicos e antibióticos fortíssimos na veia para evitar qualquer infecção. Meu querido filho entendeu o que aconteceu e, hoje, ele mesmo diz que é um milagre", destaca.
Samuel precisou usar um curativo na cabeça
Arquivo pessoal
'Todos os dias eu fazia o possível para tornar o dia dele feliz'
Felizmente, todo o tratamento correu bem. Jessica e o marido sempre estavam ao lado de Samuel para apoiá-lo. "Todos os dias, quando entrávamos no hospital, eu dizia para mim mesma e para ele: 'Filho, os dias ruins passam'. E todos os dias eu fazia o possível para tornar o dia dele feliz. Brincávamos muito e nos divertíamos de verdade, mesmo dentro daquela situação", diz.
No futuro, o menino ainda precisará passar por uma cirurgia reparadora. "O cachorro arrancou uma parte do couro cabeludo onde havia cabelo. Mas o médico pediu que esperássemos até ele completar 10 anos", explica.
Agora, Samuel está bem. "Mesmo diante de uma situação tão terrível, eu e meu esposo procuramos mostrar a ele, o tempo todo, que o Senhor estava cuidando dele e o guardando. Hoje, ele não tem medo nenhum de cachorro", acrescenta.
Jessica com os filhos
Arquivo pessoal
'Todas as vezes que tentava falar sobre o assunto, eu chorava'
O acidente ocorreu em 2025, mas Jessica só compartilhou um vídeo contando o que aconteceu em maio deste ano. "Na época, eu não quis compartilhar o que havia acontecido porque estava sofrendo muito. Todas as vezes que tentava falar sobre o assunto, eu chorava", lembra.
A gravação viralizou rapidamente, o que a pegou de surpresa. "Resolvi postar porque muitas pessoas me perguntavam o que havia acontecido e, como compartilho nas redes sociais aquilo que vivo na maternidade, senti que havia chegado a hora de contar", diz.
"É uma história muito dolorosa, mas, ao mesmo tempo, quando olho para tudo o que aconteceu, consigo enxergar a mão do Senhor conduzindo cada detalhe. E, acima de tudo, hoje posso olhar para o meu filho, vê-lo bem e reconhecer o milagre que vivemos", finaliza.
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O que fazer se o filho levar uma mordida de cachorro?
É muito comum ouvir relatos de que um cão, conhecido por ser dócil, "atacou de repente". No entanto, especialistas explicam que nenhum animal, independentemente da espécie, reage de forma totalmente inesperada. Antes de uma agressão, eles costumam demonstrar sinais de desconforto, medo ou estresse.
A percepção de espaço dos animais é muito diferente da dos seres humanos. Para eles, a invasão do 'espaço pessoal' é uma questão importante e pode desencadear uma reação defensiva. Nesses casos, não se trata de emoções humanas, como ciúmes ou vingança, mas de um mecanismo natural de ação e reação diante de uma situação percebida como ameaçadora.
Mesmo com todos os cuidados, acidentes ainda podem acontecer. Se uma criança for mordida por um cachorro, é importante agir rapidamente. Saiba o que fazer:
Lavar a lesão com água corrente e sabonete
Levar ao pronto-socorro para avaliar a necessidade de pontos, antibióticos e até mesmo soro ou vacina contra raiva
Fonte: Renata Gomes de Lima, comportamentalista canina e proprietária do Bangalô Dog Hostel (SP).  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/4hcBaqd6QiAP3-3FVa0BTv_UeSM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/A/r/pko0gASxm9D3xlXAWbUQ/2026-08-20t171211.909.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:26:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Com quantas semanas o bebê começa a escutar na barriga? </title>  <atom:subtitle>O sistema auditivo começa a se formar ainda no primeiro trimestre, mas a capacidade de perceber sons surge gradualmente, principalmente a partir da segunda metade da gestação. Saiba o que o bebê ouve, a que tipos de estímulos reage e se conversar ou colocar música para o seu filho, antes mesmo do nascimento, faz diferença</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/com-quantas-semanas-o-bebe-comeca-a-escutar-na-barriga.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/gravidez/saude-bem-estar/noticia/2026/08/com-quantas-semanas-o-bebe-comeca-a-escutar-na-barriga.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/3wZ-MMPc0nkr_VD7J5aPnhlRZPk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/k/G/X567llS1KJ6ZgW7O4lXg/2148765128.jpg" /><br /> ]]>    Você já conversou com o bebê na barriga, colocou uma música para ele ouvir ou percebeu que ele se mexeu depois de um barulho? Embora o bebê não ouça exatamente da mesma maneira que uma pessoa fora do útero, a audição começa a se desenvolver ainda durante a gravidez e vai amadurecendo aos poucos.
O bebê pode escutar na barriga?
Freepik
O sistema auditivo começa a se formar ainda nas primeiras semanas de gestação, mas isso não significa que o bebê já consiga escutar nesse momento. É preciso diferenciar a formação das estruturas do ouvido da capacidade de captar um som, transmitir essa informação ao sistema nervoso e responder a ela.
Segundo a ginecologista, obstetra e especialista em medicina fetal Martha Calvente, do Alta Diagnósticos e CDPI (RJ), existem estudos que identificam respostas fetais a determinados estímulos sonoros por volta de 19 a 20 semanas. A essa altura, porém, as respostas ainda são inconsistentes. 
A partir de aproximadamente 24 a 25 semanas, elas passam a ser observadas com maior frequência. “O bebê começa a perceber alguns sons na segunda metade da gestação e, ao longo do terceiro trimestre, sua capacidade de ouvir, diferenciar e responder a esses estímulos vai ficando cada vez mais sofisticada”, explica a especialista.
O que o bebê ouve dentro da barriga?
Ainda que você esteja sozinha, em um quarto acusticamente isolado, o útero está longe de ser um ambiente silencioso. Antes mesmo de conseguir perceber claramente os sons que vêm do lado de fora, o bebê convive com uma verdadeira sinfonia, formada pelos batimentos cardíacos, a respiração, o fluxo sanguíneo e os ruídos produzidos pelo sistema digestivo da mãe.
Além disso, vozes, músicas e outros sons externos também chegam até ele. A diferença é que não são percebidos da mesma maneira como seriam fora da barriga. Para alcançar o bebê, esses sons precisam atravessar os tecidos maternos, a parede uterina e o líquido amniótico, que modificam e atenuam principalmente as frequências mais altas.
“Os sons mais graves, a entonação e o ritmo da fala chegam melhor do que os sons mais agudos”, explica a otorrinopediatra Roberta Pilla, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Por isso, o bebê não escuta uma conversa ou uma música exatamente como os adultos ao seu redor. Ainda assim, consegue perceber características importantes da fala, como ritmo, melodia e entonação.
Com quantas semanas o bebê ouve a voz da mãe?
A voz materna ocupa um lugar especial no ambiente sonoro do bebê. Isso acontece porque ela chega por mais de uma via: pelos sons externos e também pelas vibrações transmitidas pelo corpo da própria mãe.
Além disso, é uma voz que o bebê escuta repetidamente ao longo da gestação. Por isso, sobretudo no final da gravidez, ele consegue perceber características da voz materna e se familiarizar com elas. Depois do nascimento, recém-nascidos podem apresentar respostas diferentes diante da voz da mãe e de vozes desconhecidas.
Isso não significa, porém, que o bebê compreenda as palavras que a mãe diz. O que ele começa a registrar são características acústicas, como ritmo, entonação e padrão vocal. É uma forma bastante inicial de aprendizagem auditiva.
O bebê reconhece a voz do pai?
Sim, o bebê consegue perceber a voz do pai e de outras pessoas próximas. Embora as evidências científicas sejam mais fortes para o reconhecimento da voz materna, justamente pelo fato de ela chegar por meios externos e internos, quando uma determinada voz faz parte frequentemente do ambiente sonoro durante a gravidez, pode haver familiaridade com seus padrões.
Isso não significa que o bebê “saiba” que aquela é a voz do pai. O mais adequado é falar em familiaridade com determinados padrões sonoros. “Talvez ele ainda não reconheça cada uma delas da mesma maneira que reconhece a voz materna, mas essa repetição pode contribuir para que, depois do nascimento, algumas dessas vozes já façam parte de um universo sonoro conhecido”, explica a fonoaudióloga infantil Adriana Fiore.
Quando o bebê começa a reagir aos sons?
As respostas aos estímulos sonoros também aparecem de forma progressiva. Por volta de 24 a 25 semanas, elas já podem ser observadas com maior frequência e se tornam mais organizadas conforme o sistema auditivo e o cérebro amadurecem.
Dependendo da idade gestacional e das características do som, o bebê pode apresentar alterações nos movimentos ou na frequência cardíaca. Um estímulo pode provocar, por exemplo, aceleração ou desaceleração transitória da frequência cardíaca ou mudanças na atividade motora.
É possível, portanto, que uma gestante perceba o bebê se mexer depois de uma música, de uma voz ou de um barulho mais forte. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, isso não serve como teste de audição fetal. A resposta depende também do estado de sono e vigília, da posição do bebê, da idade gestacional e do tipo de estímulo.
Conforme a repetição, outras vozes, além da materna, podem fazer parte de um universo sonoro conhecido do bebê
senivpetro/Freepik
O bebê pode ouvir música na barriga?
Sim. A música chega ao bebê de forma atenuada e modificada e, especialmente no terceiro trimestre, ele já tem capacidade de perceber diferentes padrões sonoros. Mais do que simplesmente “ouvir música”, pesquisas indicam que o feto pode se familiarizar com sons apresentados repetidamente.
Estudos encontraram respostas diferentes, depois do nascimento, diante da voz materna, da língua falada pela mãe e de determinados padrões de música ou fala aos quais o bebê havia sido exposto durante a gestação.
Isso sugere que existe uma forma inicial de memória auditiva fetal, mas não quer dizer que o bebê registre uma música da mesma maneira que uma criança ou um adulto. “Estamos falando de um cérebro ainda em desenvolvimento que já consegue reconhecer padrões e demonstrar familiaridade com sons que ouviu repetidamente”, explica Martha.
Música deixa o bebê mais inteligente?
Não há evidência de que colocar música para o bebê na barriga aumente a inteligência ou melhore seu desenvolvimento neurológico futuro. A exposição sonora pode favorecer familiaridade com determinados sons, mas não deve ser confundida com uma técnica de “estimulação cerebral”. 

“Por isso, não há necessidade de criar uma rotina sonora específica durante a gestação”, diz a obstetra Martha. Você não precisa montar uma playlist, colocar todos os dias, durante uma quantidade exata de minutos. Mas, claro, se você gostar, pode (e deve!) fazer por prazer, ao longo da espera.
É bom conversar com o bebê na barriga?
Sim, conversar, cantar ou ler para o bebê pode ser uma maneira prazerosa de estabelecer vínculo ainda durante a gravidez. Mas esses momentos também não precisam se transformar em uma obrigação ou em um “treinamento”. 
Para a fonoaudióloga Adriana, o mais importante é que essas interações aconteçam de maneira natural. Os pais podem conversar, cantar, contar histórias, dizer o nome escolhido para o bebê ou simplesmente falar sobre o dia. 
Não existe uma frequência ou intensidade ideal estabelecida pela ciência. Também não é necessário colocar fones de ouvido ou caixas de som diretamente sobre a barriga. Não há benefício comprovado em aumentar artificialmente a intensidade do som para que o bebê o escute.
Som alto pode fazer mal ao bebê?
Os tecidos maternos e o líquido amniótico funcionam como uma espécie de filtro, mas não bloqueiam completamente os sons externos. Por isso, exposições muito intensas, principalmente quando são frequentes ou prolongadas, merecem atenção.
Entre as situações de maior preocupação estão a exposição ocupacional a máquinas muito ruidosas, armas de fogo, sirenes, caixas de som muito potentes e ambientes com níveis extremos de ruído e vibração.
O CDC/NIOSH orienta que gestantes evitem exposições rotineiras a ruídos acima de aproximadamente 115 decibéis. Martha ressalta, porém, que não existe um número exato a partir do qual seja possível afirmar que haverá uma lesão auditiva fetal, e as evidências disponíveis ainda são limitadas.
Isso não significa que a gestante precise viver em silêncio. Ir eventualmente a uma festa ou show não é a mesma coisa que permanecer por longos períodos de exposição a ruído extremamente intenso. Em ambientes muito barulhentos, a recomendação é evitar ficar próxima às caixas de som, especialmente aos graves, e reduzir o tempo de exposição.
Ouvir música no fone de ouvido também não é um problema. O principal cuidado, nesse caso, é não exagerar no volume para preservar a audição materna.
Como a audição evolui durante a gravidez?
A audição fetal passa por um processo contínuo de amadurecimento:
Primeiro trimestre: as estruturas que formarão o ouvido interno, médio e externo começam a se desenvolver, mas o sistema ainda não está pronto para perceber sons.
Por volta de 19 a 20 semanas: alguns estudos já identificam respostas fetais a determinados estímulos sonoros, embora elas ainda sejam inconsistentes.
A partir de 24 a 25 semanas: as respostas aos sons se tornam mais frequentes e é possível considerar que o sistema auditivo fetal já começa a funcionar de maneira mais evidente.
Entre 28 e 32 semanas: ocorre um importante amadurecimento das respostas. O bebê passa progressivamente a perceber uma faixa maior de frequências e sons mais complexos.
Terceiro trimestre: a capacidade de ouvir, diferenciar e responder aos estímulos fica cada vez mais sofisticada, e o bebê pode se familiarizar com padrões sonoros que escuta repetidamente.
E depois que o bebê nasce?
O nascimento não marca o fim do desenvolvimento da audição. Pelo contrário: o sistema auditivo continua amadurecendo e passa a ser fundamental para a comunicação e o desenvolvimento da linguagem.
Por isso, a Triagem Auditiva Neonatal, conhecida como teste da orelhinha, é tão importante. O exame é simples, rápido e indolor e deve ser realizado nos primeiros dias de vida, preferencialmente ainda na maternidade. Ele ajuda a identificar precocemente bebês que precisam de uma avaliação auditiva mais completa.
Um resultado alterado na triagem não significa necessariamente que o bebê tenha perda auditiva. Em alguns casos, é preciso repetir o exame ou realizar avaliações mais específicas, dependendo do resultado e da presença de fatores de risco.
Depois disso, os pais também têm um papel importante. Nos primeiros meses, vale observar se o bebê reage aos sons, demonstra atenção à voz das pessoas próximas e, mais adiante, começa a procurar a origem dos sons. A evolução das vocalizações e do balbucio também faz parte desse acompanhamento.
Mesmo quando o bebê passa no teste da orelhinha, alterações auditivas podem surgir posteriormente. Por isso, diante de qualquer dúvida sobre a audição ou o desenvolvimento da linguagem, é importante conversar com o pediatra e buscar avaliação.
FAQ: dúvidas sobre a audição do bebê na barriga
Com quantas semanas o bebê começa a escutar?
A audição se desenvolve gradualmente. Há estudos que identificam respostas a sons por volta de 19 a 20 semanas, mas elas ainda são inconsistentes. A partir de aproximadamente 24 a 25 semanas, as respostas ficam mais frequentes e, no terceiro trimestre, tornam-se progressivamente mais organizadas.
Com quantas semanas o bebê ouve a voz da mãe?
A voz materna pode ser percebida principalmente na segunda metade da gestação e sua familiaridade fica mais evidente no final da gravidez. Ela é especialmente importante porque chega ao bebê tanto pelos sons externos quanto pelas vibrações transmitidas pelo corpo da mãe.
O bebê consegue ouvir dentro da barriga?
Sim. Ele percebe sons produzidos pelo corpo materno e também sons externos, como vozes e música. Eles chegam abafados e modificados pelos tecidos maternos, pelo útero e pelo líquido amniótico.
O bebê reconhece a voz do pai?
Ele consegue perceber a voz do pai e pode se familiarizar com vozes que escuta repetidamente durante a gestação. No entanto, as evidências de reconhecimento são mais fortes para a voz materna, que chega ao bebê por mais de uma via.
É bom conversar com o bebê na barriga?
Sim. Conversar, cantar ou ler pode ser uma maneira de fortalecer o vínculo e proporcionar familiaridade com a voz dos pais. Não existe, porém, uma frequência ou duração obrigatória, nem é necessário transformar a prática em uma forma de treinamento auditivo.
O bebê pode ouvir música na barriga?
Sim. A música chega ao bebê de maneira atenuada, e estudos indicam que ele pode se familiarizar com determinados padrões sonoros repetidos durante a gestação. Isso não significa, entretanto, que ouvir música aumente sua inteligência.
Som alto pode fazer mal ao bebê?
Exposições muito intensas, frequentes ou prolongadas a ruídos são motivo de atenção, especialmente em situações ocupacionais ou ambientes com níveis extremos de som e vibração. Uma exposição eventual a um ambiente barulhento é diferente de permanecer repetidamente em locais com ruído muito intenso.
Quando o bebê começa a reagir aos sons?
As respostas podem ser observadas por volta de 24 semanas e ficam mais consistentes no terceiro trimestre. O bebê pode apresentar mudanças nos movimentos ou na frequência cardíaca, mas essas reações não devem ser usadas como um teste caseiro da audição.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/3wZ-MMPc0nkr_VD7J5aPnhlRZPk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/k/G/X567llS1KJ6ZgW7O4lXg/2148765128.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:17:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pais pensavam que filha estava tendo um ataque de riso, mas era um tipo raro de crise epilética, em MG</title>  <atom:subtitle>Alinne Barbosa ficou preocupada ao reparar que a filha não conseguia parar de rir e estava com as pupilas dilatadas. Ao chegar no hospital, foi informada que a menina teve uma crise gelástica, um tipo raro de crise epilética. Conheça a história e saiba mais sobre a condição!</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/pais-pensavam-que-filha-estava-tendo-um-ataque-de-riso-mas-era-um-tipo-raro-de-crise-epiletica-assustador.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/pais-pensavam-que-filha-estava-tendo-um-ataque-de-riso-mas-era-um-tipo-raro-de-crise-epiletica-assustador.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/i6YPzMG-PPwZb1-u_3xBzxPxW6I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/D/B/icgPxLT4i3H5DagH0MVA/2026-08-19t222434.684.jpg" /><br /> ]]>    A fotógrafa Alinne Barbosa, 38, de Contagem (MG), estranhou quando percebeu que a filha, Eduarda, 9, não conseguia parar de rir. A "crise de riso" durou mais de uma hora, até que ela notou que as pupilas da menina estavam dilatadas. Sem conseguir fazê-la parar de rir, Alinne decidiu levá-la ao hospital. Lá, descobriu que, na verdade, Eduarda estava tendo uma crise gelástica, um tipo de crise epiléptica que provoca risos involuntários.
"Foi assustador. É um misto de sentimentos", diz Alinne, em entrevista exclusiva à CRESCER.
Eduarda estava sofrendo uma crise gelástica
Reprodução/Instagram
Segundo ela, as crises começaram de repente, por volta das 21h. "Ela estava me ajudando a arrumar a cozinha depois de lancharmos. Até que ela olhou para mim e começou a gargalhar, sem motivo aparente. Depois de gargalhar bastante com ela, chegou o momento em que aquela situação, até então descontraída, perdeu a graça", conta.
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Então, ela pediu para que a filha parasse de rir. "Mas ela continuou a gargalhar. Nesse momento, já havia passado cerca de uma hora desde o início da crise. Fui um pouco mais ríspida com ela, pedindo que parasse de sorrir, e, ao olhar para ela, percebi que estava com o olhar distante. Foi aí que entendi que não se tratava de uma simples crise de riso", lembra.
Alinne é estudante de técnico em enfermagem e resolveu fazer um rápido exame na filha. "Aferi os sinais vitais: frequência cardíaca e respiratória, saturação e glicemia. Todos estavam normais, com exceção das pupilas, que estavam dilatadas. Foi, então, que realmente percebi que ela poderia estar sofrendo uma crise epiléptica. Por coincidência, havia estudado sobre crises epilépticas cerca de um mês antes", conta.
'Foi assustador'
Ela chamou o marido e foram para o hospital. "Chegando lá, a enfermeira responsável pela triagem percebeu que as pupilas dela estavam dilatadas e imediatamente acionou a pediatra. A médica solicitou uma tomografia de crânio e também acionou o neuropediatra", afirma.
Durante a realização da tomografia, a Eduarda continuou apresentando a crise. "Mesmo com o resultado da tomografia normal, a pediatra, juntamente com o neurologista, concluiu que se tratava de uma crise epiléptica gelástica isolada. No caso dela, eles explicaram que a crise poderia ter sido desencadeada por ansiedade ou estresse, que talvez a Eduarda não tivesse conseguido expressar", diz.
A menina teve a crise das 21h até às 1h05 da madrugada, quando conseguiu dormir depois de horas rindo. "Por mais que eu já suspeitasse que se tratava de uma crise epiléptica, foi assustador. É um misto de sentimentos. Mas o que me manteve calma, primeiramente, foi Deus e, depois, a informação de que ela não seria considerada uma criança com epilepsia", destaca Alinne.
Eduarda e Alinne no hospital
Reprodução/Instagram
'Ainda não sabemos qual tratamento ela vai precisar'
Quando Eduarda acordou, a mãe contou tudo que havia acontecido. "Tentei explicar, de forma lúdica e fácil de entender, o que é a crise que ela teve, para que ela pudesse compreender o que aconteceu sem ficar assustada. Ela se lembra de tudo", afirma,
Até o momento, a menina teve apenas esse episódio de crise. "Ainda não sabemos qual tratamento ela vai precisar. Estamos sem plano de saúde e fui até o posto de saúde para tentar conseguir uma consulta com um neurologista, mas ainda estamos aguardando o agendamento. Isso nos preocupa, porque não sabemos quanto tempo vai levar para conseguirmos passar por um especialista", ressalta.
Segundo a mãe, apesar do susto, Eduarda está bem. "Está seguindo a vida normalmente, como qualquer criança da idade dela", diz.
Alinne e Eduarda
Arquivo pessoal
'Não quero causar medo ou preocupação'
Alinne resolveu publicar um vídeo no Instagram mostrando o momento da crise da filha para alertar outros pais sobre a crise gelástica. Publicada em 11 de agosto, a gravação viralizou e já acumula mais de 9 milhões de visualizações.
"Nunca imaginei que poderia vivenciar uma situação como essa dentro da minha própria casa e com a minha filha. Quando a Eduarda começou a gargalhar, jamais imaginei, naquele primeiro momento, que aquilo pudesse ser uma manifestação epiléptica. Para quem está de fora, pode parecer apenas uma criança rindo sem motivo, e foi justamente isso que aconteceu inicialmente conosco", diz.
Por isso, ela achou que seria importante compartilhar essa informação. "Acredito que compartilhar a nossa experiência pode ajudar outros pais a reconhecerem sinais que talvez passem despercebidos e a procurarem ajuda médica quando perceberem que algo não está normal", destaca.
"Não quero causar medo ou preocupação, mas mostrar que informação também é uma forma de cuidado. No nosso caso, perceber que aquele riso não era habitual fez toda a diferença para que buscássemos atendimento e entendêssemos o que estava acontecendo com a Eduarda", finaliza.
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O que é uma crise gelástica?
A crise gelástica é um tipo raro de crise epiléptica em que a pessoa tem um ataque de riso - ou até um sorriso prolongado - que surge do nada, sem motivo emocional real, e que ela não consegue controlar. "Diferente de rir de algo engraçado, aqui o riso é 'desligado' da emoção — é o cérebro disparando um comportamento de riso por causa de uma descarga elétrica anormal, não porque a pessoa esteja se divertindo. Geralmente, dura menos de um minuto", afirma Letícia Pereira de Brito Sampaio, neurologista infantil do Hospital Vila Nova Star, da Rede D'Or.
Vale destacar que podem ocorrer várias crises, uma seguida da outra, com pausas muito curtas entre elas, o que provavelmente foi o caso de Eduarda.
Segundo ela, é um fenômeno raro dentro do universo das epilepsias. "Não tem um número de incidência na população geral. Os estudos publicados têm poucos pacientes, o que já indica o quanto esse tipo de crise é incomum e também subdiagnosticado, já que, muitas vezes, passa despercebida até que apareçam sinais mais evidentes", diz.
Quais são os principais sinais?
Um riso "sonoro" (o mais comum) ou um sorriso prolongado, sem motivo aparente
Pode vir acompanhado de expressão de emoção genuína (o chamado "riso emocional") ou parecer mais mecânico, sem emoção — como uma careta de riso sem sentimento por trás
Em alguns casos, o corpo também se move de forma ritmada (ombros, tronco)
A pessoa geralmente permanece consciente durante a crise
Às vezes, o riso é só o começo, e depois vêm outros sinais (olhar parado, gestos automáticos, ou até uma crise mais generalizada)
Duração média de cerca de 20 segundos a pouco mais de 1 minuto.
O que pode causar uma crise gelástica?
Segundo Letícia, a causa mais associada, principalmente em crianças, é o hamartoma hipotalâmico — uma pequena malformação (não é um tumor maligno) numa região profunda do cérebro chamada hipotálamo. 
"Mas, as crises gelásticas também podem vir de lesões em outras áreas, como lobo frontal, temporal, insular ou parietal, por exemplo, displasias corticais, esclerose mesial temporal, pequenos tumores benignos (DNET) ou más-formações do desenvolvimento cortical. Em alguns pacientes a ressonância magnética é normal, sem lesão visível", explica.
O que fazer se o filho tiver uma crise gelástica?
Se isso acontecer com seu filho, é fundamental levá-lo a um neurologista - idealmente um especialista em epilepsia - o quanto antes. "Como o riso 'sem graça' pode ser confundido com comportamento normal, o diagnóstico costuma demorar, muitas vezes, só é feito quando aparecem sintomas mais graves", diz.
"Por isso, episódios repetidos de riso estereotipado (sempre igual), sem motivo, especialmente se vierem acompanhados de outros sinais (olhar parado, perda de contato, movimentos estranhos), merecem investigação com um exame chamado vídeo-EEG, que grava simultaneamente o comportamento e a atividade elétrica cerebral", acrescenta.
Segundo a especialista, é importante investigar cedo. "Quando ligada ao hamartoma hipotalâmico, essa epilepsia pode vir acompanhada de puberdade precoce e dificuldades cognitivas, e o diagnóstico precoce ajuda a orientar o tratamento", afirma.
Como é feito o tratamento?
O tratamento depende da causa. "Primeiro, geralmente se tenta o controle com medicação antiepiléptica, só que, esse tipo de epilepsia costuma ser bastante resistente aos remédios", afirma a neurologista.
"Quando há uma lesão identificável (hamartoma, displasia, tumor benigno, cicatriz no lobo temporal), a cirurgia costuma ser a opção mais eficaz, removendo ou tratando a lesão responsável pelas crises. Os resultados cirúrgicos são bons: a maioria dos pacientes operados fica livre de crises ou tem melhora significativa", finaliza.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/i6YPzMG-PPwZb1-u_3xBzxPxW6I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/D/B/icgPxLT4i3H5DagH0MVA/2026-08-19t222434.684.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:15:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quarto infantil: tendências de decoração para criar um espaço acolhedor em 2026</title>  <atom:subtitle>Materiais naturais, móveis que acompanham o crescimento, elementos lúdicos e espaços que favorecem a autonomia estão entre as apostas para o cômodo</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/criancas/noticia/2026/08/quarto-infantil-tendencias-de-decoracao-para-criar-um-espaco-acolhedor-em-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/criancas/noticia/2026/08/quarto-infantil-tendencias-de-decoracao-para-criar-um-espaco-acolhedor-em-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/xnUrzjPFiHiaU0tT4g4BaXQV_M8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/s/d/PpZ0ChSBmq61ckrd4cAA/decor-quarto-crianca.jpg" /><br /> ]]>    O quarto infantil muda conforme a criança cresce. O espaço que antes era usado principalmente para dormir passa a receber brincadeiras, livros, estudos, roupas e diferentes momentos da rotina. O principal para a decoração desse tipo de cômodo é que o ambiente seja capaz de acompanhar as transformações das diferentes fases da vida do filho, sem precisar ser refeita a cada nova fase.
As tendências para quarto infantil em 2026 prezam pelo uso de temas mais neutros e materiais naturais
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4 quartos de criança criativos e possíveis
Em 2026, algumas escolhas ganham destaque justamente por ajudar a criar ambientes mais acolhedores e, ao mesmo tempo, funcionais para os pequenos. Móveis que acompanham o crescimento, materiais naturais, elementos lúdicos e uma decoração menos presa a temas específicos estão entre as apostas.
Madeira e materiais naturais deixam o quarto mais acolhedor
A escolha dos materiais tem um papel importante na sensação que o quarto transmite. Madeira, palha, tecidos, tapetes e outros elementos naturais ajudam a criar uma atmosfera mais confortável e podem permanecer no ambiente por mais tempo.
"A madeira, além disso, traz acolhimento, aproxima a natureza do ambiente e tem um caráter atemporal", afirma Amanda Chatah, empreendedora e cofundadora da Muskinha, marca de móveis e decoração infantil.
A palha também aparece como uma das apostas para os próximos anos. "A palha transmite aconchego, traz memória afetiva e desenha esse caminho de volta a uma arquitetura que foca no fazer sentir, na experiência, na construção de memórias, na beleza da imperfeição", explica Renata Dutra, arquiteta do escritório Milkshake Arquitetura Infantil.
A tendência também se estende a outros acabamentos. Renata aposta em uma maior variedade de materiais naturais, além de papéis de parede, tecidos, carpetes e tapetes. A ideia é criar ambientes confortáveis e cada vez mais personalizados.
Móveis que acompanham o crescimento da criança
Um móvel infantil não precisa necessariamente ter prazo de validade. A escolha de peças que possam ser adaptadas conforme a criança cresce ajuda a prolongar o uso e evita mudanças constantes na decoração.
"Os nossos quartos são pensados para evoluir com a criança e os móveis possuem altura que atendem a criança até a adolescência", diz Renata.
As camas evolutivas são um exemplo. Elas podem começar mais baixas, na altura Montessori, e ser elevadas conforme a criança cresce. Algumas ainda podem se transformar em bicama.
Outra possibilidade são os móveis com mais de uma função. Uma escrivaninha pode servir para os estudos e, ao mesmo tempo, funcionar como penteadeira ou ter espaços para guardar acessórios, por exemplo.
Menos temas fechados e mais versatilidade
Princesas, super-heróis e personagens podem aparecer em brinquedos e objetos, mas transformar todo o quarto em um cenário temático pode fazer com que a decoração deixe de acompanhar os interesses da criança rapidamente.
Uma das tendências atuais está na aposta em uma base mais atemporal, com móveis neutros e versáteis, enquanto a personalidade da criança pode aparecer em itens mais fáceis de trocar. 
Essa escolha também ajuda a criar um contraponto ao excesso de estímulos do cotidiano infantil. "Os pais têm buscado cada vez mais quartos em que a criança se sinta acolhida, com calma e concentração no ambiente”, diz Renata. 
Natureza, formas geométricas e desenhos abstratos são algumas das referências que podem ajudar a construir essa base. "Essa neutralidade torna o ambiente mais versátil e menos sujeito a 'cansar' a criança com o tempo", completa Amanda.
Um quarto que favorece a autonomia
A decoração também pode ajudar a criança a conquistar independência nas pequenas tarefas do dia a dia. Projetos mais atuais de quartos infantis tem investido em móveis e áreas de armazenamento compatíveis com aquilo que a criança já consegue fazer sozinha.
Um armário ou cabideiro na altura adequada, por exemplo, facilita o acesso às roupas. Um espelho baixo permite que a criança se veja e participe do momento de se arrumar.
Quartos infantis que estimulam a autonomia das crianças
A mesma lógica pode ser aplicada à leitura, aos estudos e à organização dos brinquedos. “As crianças vão crescer dentro desse ambiente e usá-lo de fato no dia a dia. Não é apenas um espaço bonito: é um espaço funcional”, explica Amanda.
O uso de elementos lúdicos como estímulo para a criança
Um quarto mais atemporal não precisa ser sem graça. O caráter infantil pode aparecer em elementos que convidam ao movimento e à imaginação, sem que todo o ambiente precise seguir uma temática. Um balanço pode ser incorporado ao quarto, assim como um cantinho de leitura.
A ideia é que esses elementos tenham mais de uma possibilidade de uso e possam continuar fazendo sentido conforme a criança cresce.
Uma decoração mais duradoura não significa necessariamente apostar apenas em tons neutros. Criar uma composição de diferentes padrões, combinando papel de parede, enxoval, cortinas, tapetes e tecidos é um dos caminhos para que o cômodo fique personalizado sem ficar datado. 
A tendência é acompanhada por outros detalhes artesanais, como peças entalhadas e acabamentos feitos à mão. “A madeira, com sua peça entalhada, também segue como aposta: ela traz memórias afetivas, ancestralidade e um aconchego que, hoje, buscamos ainda mais em meio a um mundo tão acelerado”, comenta Amanda. 
"Dois universos, uma infância"
Algumas das tendências de 2026 para o quarto infantil aparecem reunidas no ambiente criado pela arquiteta Renata Dutra para a CASACOR Brasília 2026. Batizado de "Dois universos, uma infância", o quarto foi pensado para duas irmãs, de 4 e 6 anos, e tem cerca de 28 m².
Ambiente infantil assinado por Renata Dutra, da Milkshake.co, marca a estreia da Muskinha na CASACOR Brasília e celebra memórias, afeto e imaginação
Julia Totoli/Divulgação
O espaço foi dividido para atender diferentes momentos da rotina das crianças. Nele, elas têm áreas próprias para algumas atividades e também espaços compartilhados para vivenciar parte da rotina a duas.
Entre as escolhas estão duas Camas Nuvem, da Muskinha, que acompanham o crescimento das crianças e podem se transformar em bicama. A Escrivaninha Lili reúne mesa de estudos e penteadeira, enquanto dois armários formam o "cantinho do vestir", acompanhado por um espelho na altura das meninas. A área de leitura conta com livreiros e um balanço, e os diferentes ambientes são delimitados por tapetes.
O uso de um papel de parede floral torna o ambiente mais flexível a mudanças com o passar dos anos na vida da criança
Julia Totoli/Divulgação
A composição também reúne madeira, palha, papel de parede, tecidos e diferentes estampas. A paleta de cores combina o verde e o rosa, enquanto elementos como o balanço e a caminha para cachorro ajudam a manter o caráter lúdico do quarto.
A CASACOR Brasília 2026 acontece de 12 de agosto a 12 de outubro de 2026, na Casa do Candango, localizada na Asa Sul, na capital federal. A 34ª edição traz o tema "Mente e Coração" e reúne cerca de 40 a 50 ambientes, com propostas voltadas a refúgio, bem-estar e valorização do artesanato local do Cerrado.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/xnUrzjPFiHiaU0tT4g4BaXQV_M8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/s/d/PpZ0ChSBmq61ckrd4cAA/decor-quarto-crianca.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:14:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mãe sofre AVC três semanas após o parto e faz promessa de correr maratona</title>  <atom:subtitle>Preparadora física britânica Becki Barratt teve o segundo filho e, poucas semanas depois, sofreu um derrame que paralisou o lado esquerdo do corpo</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-sofre-avc-tres-semanas-apos-o-parto-e-faz-promessa-de-correr-maratona.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/mae-sofre-avc-tres-semanas-apos-o-parto-e-faz-promessa-de-correr-maratona.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/jmUozc0uSQWJchn08qYv_DFZ1_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/w/9/XRsxxzQzWC8r1jVU0pAw/capa-becki.jpg" /><br /> ]]>    No dia 4 de abril, a preparadora física britânica Becki Barratt deu à luz Beau, seu segundo filho, concebido por meio da fertilização in vitro (FIV). Ao deixar o hospital, estava ao lado do marido, James, e dos dois filhos, Aréya e Beau. Três semanas depois, porém, Becki estava de volta ao hospital. Dessa vez, sem conseguir andar, depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) enquanto amamentava o bebê.
A causa do derrame ainda não foi identificada e segue sob investigação médica. Becki contou em suas redes sociais que não tinha fatores de risco prévios associados ao AVC.
Becki Barrat sofreu um AVC três semanas após o parto do seu filho mais novo
Instagram/Reprodução
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Uma gravidez tranquila que mudou após o parto
Durante a gravidez, Becki manteve uma rotina ativa. Assim como na primeira gestação, também resultado do tratamento de FIV, a preparadora física continuou treinando e correndo até a manhã anterior ao nascimento de Beau.
O parto de Beau começou às 21h, quando a bolsa de Becki rompeu. A primeira contração veio cerca de uma hora depois, e ela chegou rapidamente ao hospital. Como o trabalho de parto evoluiu depressa, Becki foi para uma sala com banheira, onde passou algumas horas até começar a fazer força.
Quando finalmente conseguiu tirar a cabeça do bebê, a equipe percebeu que Beau estava com distocia de ombro e havia ficado preso. O alerta de emergência foi acionado, e cerca de dez profissionais entraram na sala. Becki foi retirada rapidamente da banheira e levada para a cama, enquanto a cabeça do bebê ainda estava para fora.
O parto de Beau foi uma experiência intensa e que durou algumas horas após o rompimento da bolsa
Instagram/Reprodução
Depois de algumas manobras, mais força e auxílio dos médicos, Beau nasceu às 1h55. O bebê ficou cerca de um minuto no colo da mãe antes de ser levado para receber ajuda para respirar. Após aproximadamente 30 minutos, voltou para Becki, que contou que, a partir dali, estava tudo bem.
A preparadora física teve uma laceração de segundo grau e descreveu o parto como mais difícil do que o primeiro. "O trabalho de parto realmente é uma montanha-russa de emoções: algumas partes assustadoras, outras engraçadas, sentimentos de empoderamento, exaustão, desespero e alívio", escreveu na publicação. 
O AVC e os primeiros dias longe do bebê
Três semanas após o nascimento de Beau, Becki teve o derrame. Enquanto amamentava o bebê, começou a passar mal. Ao tentar se levantar, percebeu que as pernas não conseguiriam sustentar seu corpo. Ainda segurando o filho, caiu lentamente no chão.
"Eu sabia que minhas pernas não eram fortes o suficiente para me sustentar. Eu conseguia senti-las cedendo. Lentamente, desabei no chão enquanto ainda segurava Beau", contou Becki à Stroke Association.
Os paramédicos chegaram cerca de 15 minutos depois e a levaram ao hospital. Quando chegou, todo o lado esquerdo do corpo estava paralisado. "Eu não conseguia andar. Não conseguia mexer meu braço ou minha perna esquerda. Tudo aconteceu muito rápido", disse Becki à Stroke Association.
Com o AVC, o apoio dos pais de Becki e seu marido foram fundamentais para a sua recuperação e manutenção dos cuidados do seu filho recém-nascido
Instagram/Reprodução
Ela passou quase uma semana internada. Como amamentava Beau exclusivamente, continuou retirando leite durante as primeiras 24 horas no hospital para que o bebê pudesse receber as mamadeiras em casa.
A separação, porém, tornou aquele período ainda mais difícil. Em alguns momentos, Becki precisou descartar o leite que havia retirado. Em outros, os pais dela levavam as mamadeiras para Beau.
Enquanto deveria estar se adaptando à rotina com dois filhos, Becki precisou aprender a lidar com as consequências do AVC. "Em vez de criar vínculo com meu recém-nascido e me adaptar à vida com dois filhos, eu estava aprendendo a sobreviver a um AVC. Eu me sentia perdida e sozinha, completamente inútil para meus filhos e meu marido", afirmou a preparadora física.
Atividades simples como caminhar, comer e dormir com filhos foram afetados pelo derrame de Becki
Instagram/Reprodução
A paralisia também afetou atividades simples do dia a dia. "Os momentos mais simples se tornaram impossíveis. Eu precisava de ajuda para trocar fraldas, alimentar Beau, segurar meus bebês e até ir ao banheiro. As pessoas precisavam me ajudar a fazer as coisas mais básicas. Eu precisava de ajuda para abraçar meus filhos. Foi degradante. Foi doloroso. Uma grande parte da maternidade me foi tirada", relembrou Becki.
Uma promessa feita do hospital
A recuperação começou quando Becki ainda não conseguia andar. Aos poucos, ela recuperou os movimentos e voltou a praticar atividades físicas.
A corrida ganhou um significado especial nesse processo. No mesmo dia em que sofreu o AVC, Becki assistiu, da cama do hospital, a milhares de corredores cruzarem a linha de chegada da Maratona de Londres de 2026. Sem conseguir andar, fez uma promessa a si mesma de que um dia, estaria entre aquelas pessoas.
Becki tem compartilhado nas redes sua jornada de recuperação após o AVC
Instagram/Reprodução
Apesar de não conseguir caminhar quando sofreu o AVC, Becki agora já faz pequenas corridas e estabeleceu como objetivo participar da Maratona de Londres de 2027. Em julho, ela contou que havia conseguido completar 1,5 quilômetro e estabeleceu os 5 quilômetros como sua primeira meta.
Poucos meses depois de perder os movimentos do lado esquerdo do corpo, Becki voltou a correr enquanto acompanha o crescimento de Beau e a rotina ao lado de Aréya. A preparadora física também vem registrando a recuperação nas redes sociais e compartilhando os avanços nos treinos. Agora, o objetivo é chegar à linha de largada da Maratona de Londres de 2027.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/jmUozc0uSQWJchn08qYv_DFZ1_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/w/9/XRsxxzQzWC8r1jVU0pAw/capa-becki.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:14:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pais mostram madrugada com gêmeos recém-nascidos no RS e brincam: “Infinita”</title>  <atom:subtitle>Casal de Porto Alegre (RS) impressiona a internet com maratona que é a rotina com Bento e José durante as noites. Segundo a mãe, um bebê acordava logo depois do outro para mamar, trocar a fralda e receber colo. “Foi assim durante toda a fase RN”, explica</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/pais-mostram-madrugada-com-gemeos-recem-nascidos-no-rs-e-brincam-infinita.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/pais-mostram-madrugada-com-gemeos-recem-nascidos-no-rs-e-brincam-infinita.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/USTniXjkBqGyrPBDJBcX4dJK4BA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/J/G/tjh5BPSGKVHqyYCbKaPQ/gemeos.jpg" /><br /> ]]>    Quem tem um bebê recém-nascido sabe que as madrugadas podem parecer intermináveis. Para os pais de gêmeos, a sensação pode ser ainda mais intensa: quando um finalmente pega no sono, o outro acorda. 
Foi exatamente essa rotina que Mariana Machado Tavares, 29 anos, e Gabriel Beregaray da Fonseca, 25, de Porto Alegre (RS) registraram em vídeo logo nos primeiros dias de vida dos filhos, Bento e José.
Pais mostram madrugada com gêmeos recém-nascidos no RS e brincam: “Infinita”
Reprodução/redes sociais
Na gravação, os horários da madrugada vão passando enquanto o casal se reveza nos cuidados com os dois bebês: mamadas, trocas de fralda, colo e tentativas de fazê-los dormir novamente. A sequência acabou viralizando nas redes sociais.
Quando publicou o vídeo, Mariana ainda estava vivendo os primeiros dias com os filhos, que atualmente estão com três meses. “No começo, ali na fase RN, não tinha muita fase mais calma, não. Era isso, todas as noites”, conta ela, em entrevista a CRESCER. “Eles acordavam muito de madrugada, muito mesmo, ainda mais por serem gêmeos. Às vezes, um dormia, o outro acordava, um dormia, o outro acordava, bem como está no vídeo”, acrescenta. Hoje, poucos meses depois, a rotina já mudou um pouco, embora os bebês ainda acordem de madrugada. 
Mariana e Gabriel são empresários e trabalham juntos de casa. O casal mantém uma empresa de marmitas fitness congeladas: eles produzem os alimentos, fazem o congelamento e organizam as entregas. A rotina profissional se mistura à vida com os bebês, já que os dois também não contam com uma rede de apoio fixa. 
“Não temos pessoas que trabalham com a gente ou cuidando dos bebês. Somos somente nós quatro aqui, nossa família. Claro que às vezes vem algum familiar, fica aqui com os bebês na parte da tarde, para ficar com eles, matar a saudade, mas não temos alguém fixo que nos ajuda, nem na parte dos bebês, nem na nossa empresa”, explica. 
O casal diz que sempre teve uma rotina mais tranquila em casa. Por isso, mesmo com a chegada dos filhos, procurou preservar esse ambiente. “A gente sempre preservou a nossa casa, um ambiente tranquilo. Então, antes mesmo da chegada dos bebês, sempre quando chegava à noite, deixávamos só a luz baixa. Nossa rotina sempre foi calma”, afirma. Com a chegada dos bebês, a gente só manteve essa mesma rotina que já tinha, mas adaptada para uma nova realidade com duas crianças”, diz. 
Para Mariana, os primeiros meses também foram um período de aprendizado. Era preciso entender as necessidades de cada filho e, ao mesmo tempo, aprender a diferenciar fome, sono, desconforto ou simplesmente a necessidade de colo. Pais de primeira viagem conhecem de perto essa realidade. “Acredito que toda mãe tem que ter esse tempo para conhecer o bebê, para entender o que é fome, o que é sono, o que é só um colinho”, relata. 
Hoje, Bento e José já estão com três meses e, embora continuem acordando à noite, a situação melhorou, segundo Mariana
Reprodução/ Instagram
A jornada de estreia na parentalidade é desafiadora e vem acompanhada por alguns medos, que são normais e esperados. “Quando eu estava passando por aquele momento, eu me sentia bem perdida e acredito que toda mãe de primeira viagem sinta um pouco essa sensação, de ‘meu Deus, será que eu estou fazendo alguma coisa errada?’”, recorda-se. 
Aliás, esta foi também uma das razões pelas quais decidiu registrar a rotina. “Gravei até para tranquilizar outras mães, de que todas passam por isso, principalmente com bebês recém-nascidos”, diz. 
Apesar da tranquilidade que o casal transmite nos vídeos, Mariana faz questão de dizer que a vida real também tem momentos de tensão. “Todo ser humano tem seus altos e baixos. Nós também temos momentos de tensão, tanto entre casal quanto sendo pais dos bebês. Porque, se um bebê já demanda bastante, imagina dois”, admite. “Muitas vezes nós nos pegamos bem cansados. Nesses momentos, precisamos ter mais paciência, olhar com mais calma para a situação que vivemos”, observa. 
Mas nem para brigar ou criar clima os pais de bebês pequenos, sobretudo em dose dupla, têm tempo a perder. A estratégia é conversar e tentar resolver rapidamente os conflitos. “Com uma rotina com gêmeos, não tem muito como a gente estender esses momentos de tensão. Tem que alinhar rápido, porque eles precisam da gente bem”, explica. 
A gestação de Mariana não foi planejada e ela nunca imaginou ser mãe de gêmeos, mas agora, ela diz que é tudo o que precisava. “De certa forma, eu estava procurando e eles também me encontraram. Para mim, está sendo muito mágico”, afirma. 
Já para Gabriel, foi quase uma confirmação de algo que ele já dizia havia anos. “Desde quando a gente começou a namorar, ele sempre falou: ‘O dia que eu te engravidar, nós vamos ter gêmeos’. O sonho do meu marido é ter muitos, muitos filhos”, relata.  Ainda assim, quando a primeira ultrassonografia mostrou os dois bebês, Mariana ficou em choque. “Eu comecei a rir muito, porque não estava acreditando”, lembra. 
Mariana já produzia conteúdo para a internet antes da maternidade. Ela conta que começou compartilhando a rotina profissional como lash designer e, com a chegada dos filhos, transformou o perfil em uma espécie de diário da nova fase. “Sempre vi a internet como um meio de comunicação que me aproxima muito das pessoas e onde consigo expor o que sinto e o que penso”, relata. 
Hoje, os conteúdos mostram justamente o cotidiano da família. “O que eu posto é exatamente o que estou vivendo. Eu mostro quando estou trabalhando com meu marido, quando estou cuidando dos bebês. Eu posto a realidade, tudo o que estou vivendo agora”, detalha ela, que, apesar disso, ficou surpresa com a repercussão do vídeo da madrugada com os gêmeos. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Ele também teve de fazer uma traqueostomia. Anos depois, ele passou a apresentar um aumento no desconforto respiratório. A família ficou chocada ao descobrir que um fio de sutura estava dentro da traqueia dele.
Exames de imagem revelaram que dificuldades respiratórias de Heitor eram causadas por fio de sutura na traqueia
Reprodução/ Instagram
Madeleyne Naimaier, 29 anos, criadora de conteúdo digital sobre maternidade atípica, mãe de Heitor, lembra que o menino já passou por diversas situações, como infecções frequentes, paradas cardiorrespiratórias e 12 falhas de extubação. “Isso acabou machucando a traqueia dele e causando estenose traqueal de grau III”, detalha, em entrevista a CRESCER.
Com o passar dos anos, a família percebeu que o desconforto respiratório do menino estava aumentando. “Estava causando apneia do sono, um sono muito inquieto e cianose. Levei na cardiopediatra e observamos que havia voltado a hipertensão pulmonar dele”, conta. 
Diante dos sintomas, os médicos começaram a investigar outras possíveis causas. Inicialmente, a família chegou a considerar que o problema pudesse estar relacionado às adenoides ou às amígdalas, mas a hipótese foi descartada. Foi então que Heitor, hoje com 5 anos, foi encaminhado a um cirurgião torácico para realizar uma broncoscopia, exame que permite visualizar o interior das vias respiratórias. Durante o procedimento, veio a surpresa. “Descobrimos que haviam colocado um fio de sutura na traqueia dele”, relata Madeleyne.
A mãe afirma que ainda existem dúvidas sobre como e por que o fio foi colocado no local. “O que não consigo afirmar é exatamente em que região colocaram, por que fizeram isso e por que, mesmo que tivessem usado, não lembraram de tirar. Ainda existem muitas dúvidas, que provavelmente serão sanadas antes da cirurgia de retirada”, diz ela.
De acordo com Madeleyne, o material identificado foi prolene, um fio de sutura não absorvível. “Geralmente eles usam fio de sutura absorvível, mas nele infelizmente utilizaram fio não absorvível chamado fio de prolene”, afirma. Apesar da descoberta, Heitor ainda não passou pela cirurgia para retirada do fio. A família aguarda a liberação do procedimento pelo plano de saúde. 
Após a realização da broncoscopia, o menino apresentou um pequeno sangramento na região onde estava o fio. Segundo Madeleyne, houve também acúmulo de secreção, o que contribuiu para uma piora do quadro de sinusite.
“Heitor está estável, mas precisou de antibiótico, pois, como mexeram no fio, houve um pequeno sangramento e, com o acúmulo de secreção na região, acabou fazendo com que ele ficasse muito congestionado, atacando a sinusite dele”, diz ela. 
Agora, a família aguarda a autorização e a definição da data da cirurgia. Enquanto isso, Heitor está melhor e segue sendo acompanhado pelos médicos. Para Madeleyne, o momento é marcado por dúvidas e expectativa para finalmente entender o que aconteceu e encontrar uma solução para o filho.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui): 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/nSYrm7mmhi7xs0MgJJzoxJ5tVQ4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/A/e/9gOG7pSCmdSKac7vKEUA/fio-de-sutura-traqueia.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:11:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Você faz isso nas redes sociais? Detetive faz um alerta aos pais</title>  <atom:subtitle>Seth Cockerham, detetive especializado em crimes contra crianças, explica quais informações nas imagens podem expor os filhos a perigos no ambiente digital</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/voce-faz-isso-nas-redes-sociais-detetive-faz-um-alerta-aos-pais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/fique-por-dentro/noticia/2026/08/voce-faz-isso-nas-redes-sociais-detetive-faz-um-alerta-aos-pais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/EgC9dE1mSnJWrKAwGzujh2P0ET8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/H/m/y5z7smQrSspvYazmERUA/fotosfilhos.jpg" /><br /> ]]>    Divulgar fotos dos filhos nas redes sociais pode parecer inofensivo, mas, na verdade, a prática envolve riscos que nem sempre são conhecidos pelos pais. O detetive Seth Cockerham, do Texas, nos Estados Unidos, trabalha com a investigação de crimes contra crianças no ambiente digital e fez um alerta sobre o uso das redes sociais. A principal preocupação está no que pode acontecer depois que uma imagem é publicada.
Compartilhar fotos dos filhos nas redes sociais pode apresentar mais riscos do que usualmente os pais imaginam
Magnific
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"Eu sei que a foto é inocente, você sabe que é inocente, mas, uma vez que você a publica online, você não tem controle sobre quem a salva, para onde ela vai ou o que acontece com ela depois", explicou o detetive, conhecido nas redes como Healthy Cop (@healthy_cop).
Os avanços da inteligência artificial acrescentaram novos riscos ao debate sobre o "sharenting", nome dado a prática de pais que compartilham fotos e detalhes da vida dos filhos na internet. Nesse cenário, ferramentas de IA podem ser usadas para alterar ou manipular imagens de maneiras que os pais não imaginariam.
"Você se sentiria confortável se essa mesma foto fosse salva no celular ou computador de um adulto? Porque você não sabe quem está baixando ou quais são as intenções dessa pessoa em relação ao seu filho", disse Seth ao Newsweek.
Os riscos de compartilhar a vida dos filhos na internet são reais
Uma pesquisa realizada pela Security.org apontou que mais de 75% dos pais haviam compartilhado informações sobre os filhos nas redes sociais em 2021. Menos de um em cada quatro pediu permissão às crianças antes de publicar algo. "Criar uma pegada digital para seu filho é algo que se deve ter cuidado", alertou o detetive.
Os pais também devem ficar atentos às pessoas que seguem seus perfis nas redes sociais. A mesma pesquisa indicou que cerca de oito em cada dez pais tinham entre seus seguidores pessoas que nunca haviam conhecido pessoalmente.
Outro ponto de atenção, segundo o detetive, é presumir que as contas dos filhos nas redes sociais são efetivamente privadas. Mesmo em perfis fechados, é preciso considerar o tamanho do público: uma conta pode ter de 200 a 500 seguidores, por exemplo.
Fotos dos filhos com roupas de banho exigem atenção
Os riscos associados ao compartilhamento de imagens de crianças na internet podem ser ainda maiores quando as fotos mostram crianças de maiô, fraldas ou outras roupas que deixam o corpo mais exposto.
Em um vídeo no TikTok, Seth afirmou que já se deparou com casos em que fotografias originalmente publicadas pelos pais foram posteriormente encontradas armazenadas junto a material de abuso sexual infantil em dispositivos de criminosos. Em outras situações, imagens compartilhadas em contas de redes sociais de famílias teriam sido baixadas e discutidas em grupos online que compartilhavam fantasias sexuais envolvendo crianças.
Como compartilhar registros com mais segurança
Apesar dos riscos, existem maneiras de reduzir a exposição ao compartilhar registros dos filhos. Uma delas é enviar as fotos diretamente apenas para amigos e familiares de confiança, em vez de publicá-las de forma aberta nas redes sociais.
"Se essa não for uma opção, tente postar publicamente sem incluir o rosto da criança, vestindo-a completamente, sem revelar nada", orientou Seth.
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Grace nasceu durante uma viagem de uber no carro de Meghan Whatley e, agora, comemora 1 ano
Uber/People
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No carro também estava Legend, de 5 anos, filho mais velho de Braya. Segundo Meghan, os dois demonstraram força e coragem diante da chegada inesperada de Grace. A bebê, que Braya chama de "bebê arco-íris", nasceu após a mãe enfrentar uma perda gestacional pouco tempo antes.
"Transformamos o que deveria ser apenas uma ida ao hospital em um momento inesquecível e cheio de alegria na estrada. Sou muito grata por ter podido ajudar e participar das boas-vindas à pequena Grace neste mundo", contou Meghan em uma publicação nas redes sociais.
Grace no momento do seu nascimento e, depois, no aniversário de 1 ano. Grace está no colo de Meghan
Instagram/Reprodução
A relação entre Braya e Meghan não terminou quando a corrida chegou ao fim. Um ano depois, a motorista se juntou à família para celebrar o primeiro aniversário de Grace. "Nunca imaginei que uma simples corrida de Uber mudaria minha vida", disse Braya à revista People. Depois do nascimento, ela convidou Meghan para ser madrinha da filha, além de amiga da família.
"Virou família de forma tão natural. Nos aproximamos muito e sinto que construímos uma verdadeira irmandade. Passamos tempo juntas, conversamos sobre a vida, sobre garotos. É como ter uma irmã a mais", afirmou Meghan.
Festa teve decoração inspirada no nascimento na viagem de carro
A festa foi realizada em 15 de agosto, com o tema "Wild Ride", em referência ao nascimento inesperado de Grace no banco de trás de um Uber. 
A decoração, em tons de roxo e branco, trouxe elementos que remetiam à viagem em que Grace nasceu. A festa teve uma área de brincadeiras com blocos de montar com desenhos de carros, um pula-pula, doces temáticos e um bolo em formato de placa personalizado com a frase "Uber Baby".
Grace também entrou no clima da comemoração. A menina usou um body com a frase "princesa passageira". A festa teve apoio da marca de carros de aplicativo, que também compartilhou a história nas redes sociais oficiais da plataforma.
A festa teve uma decoração temática que fazia referência à forma que Grace nasceu
Uber/People
Embora saiba que Grace provavelmente não se lembrará da comemoração quando crescer, Meghan contou que está animada para que a menina possa ver as fotos no futuro.
"Ela saberá que foi amada, cuidada e celebrada desde o início. Acredito que ter esse tipo de lembrança e saber quantas pessoas demonstraram amor por ela lhe dará uma base sólida para se tornar uma jovem adulta", comentou Meghan.
Para o futuro, a expectativa das amigas é que a amizade entre as duas famílias continue rendendo momentos juntas. "Espero que Grace aprenda que você pode ajudar qualquer pessoa, independentemente de sua cor, tamanho ou forma. Maggie me ajudou sem hesitar. Ela foi muito carinhosa, e espero que Grace cresça e se torne esse tipo de pessoa também", afirmou Braya. 
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A mãe dela, Milena Furtado Ribeiro, 29, professora de educação infantil e estudante de técnico em enfermagem, afirma que a relação da filha com os cabelos foi construída de forma natural — mas sempre acompanhada de incentivo à autoestima e à valorização das próprias raízes.
A pequena encanta a internet com a habilidade de fazer penteados incríveis em si mesma
Reprodução/ Instagram
Foi algo que eu sempre incentivei: ela se cuidar, se aceitar. Sempre mostrei referências da nossa família e pessoas que são referência para a nossa sociedade, para que ela olhasse, tivesse contato e entendesse que todos nós somos capazes de chegar a qualquer lugar, desde que haja determinação”, conta.
Manu também tem contato com esse resgate cultural na escola e no convívio com os familiares. E o interesse pelos penteados surgiu cedo. “Ela sempre gostou de penteados. Às vezes eu chegava da escola, cansada, e ela já tinha tomado banho, feito um penteado e vinha me mostrar, feliz, animada, dizendo que tinha feito”, lembra. 
Boa parte do talento pode ter sido herdada da própria Milena. “Eu sempre tive uma habilidade muito grande de fazer penteados em mim mesma. Sempre fiz meus penteados, fazia tranças em mim. Ela sempre teve essa referência e estava olhando”, explica. 
Além de cuidar dos cabelos, Manu gosta de gravar vídeos, um interesse que, segundo a mãe, existe desde que ela era pequena. “Às vezes eu saía para trabalhar e, quando chegava, encontrava vários vídeos dela gravados. Ela fazia de conta que tinha seguidores, que as pessoas a observavam”, relata. 
Em vez de olhar para o espelho, ela usa a tela do celular para acompanhar o próprio cabelo enquanto faz os penteados, e a mãe aproveita para registrar. Apesar do alcance dos vídeos, Milena faz questão de manter a filha afastada da parte mais delicada das redes sociais. “Ela não tem muita noção disso. Eu conto tudo para ela, mas a conta dela quem administra 100% sou eu. Ela somente grava os vídeos, porque são coisas que ela faz no dia a dia”, pondera.
A mãe também não permite que Manu tenha acesso livre ao perfil ou aos comentários. “É muito perigoso criança ter rede social. Então, eu não deixo a Manu ficar no celular. Ela raramente pega o aparelho durante o dia”, afirma. 
Quando recebe mensagens carinhosas, Milena seleciona algumas para mostrar à filha. Já os comentários negativos ficam longe dela. “Eu sempre tenho esse cuidado”, ressalta a mãe.  Mesmo com a repercussão, a rotina de Manu pouco mudou. Ela fica feliz quando é reconhecida na rua e pedem uma foto, mas continua vivendo como antes.
Os penteados fazem parte da rotina da menina. “Ela gosta de fazer penteado. A Manu é bem vaidosa. Gosta de maquiagem, mas tudo de acordo com a idade dela. Gosta de roupa, de usar acessórios no cabelo, lavar”, explica Milena. “Ela passa horas cuidando, lavando o cabelo no banheiro. Às vezes perguntam se o cabelo dá muito trabalho, mas, como ela ama, não se liga muito nessa questão”, detalha. 
Justamente por isso, a mãe diz que se surpreende com o fato de que as pessoas se impressionam ao descobrir que uma criança de 8 anos consegue fazer os próprios penteados. “Para nós, é algo normal, porque ela sempre gostou”, explica. 
Para Milena, mais do que os penteados em si, o que está por trás dos vídeos é uma menina que aprendeu a conhecer e valorizar os próprios cabelos. “Depois que a gente aprendeu, as coisas mudaram bastante. A gente aprendeu a se valorizar, a se enxergar, a entender como o cabelo cresce, como ele funciona”, pontua. 
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/fZ2YtPZ7N9CQOV_YOdAqOmoNQ2c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/3/B/R9SJskT8utNdMvXaM3zw/manu-penteados.jpg" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:09:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Por ser um homem gay, eu achava que nunca ia conseguir ser pai", diz médico após ter filhos por barriga solidária e adoção</title>  <atom:subtitle>Luan Victor cresceu acreditando que a paternidade seria impossível para ele. Hoje, é pai de Levi, gerado pela própria mãe em uma gestação solidária, e de Lara, que chegou pela adoção. Ele conta à CRESCER a história de amor, insistência materna e recomeços que construiu sua família</atom:subtitle>  <link>https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/por-ser-um-homem-gay-eu-achava-que-nunca-ia-conseguir-ser-pai-diz-medico-apos-ter-filhos-por-barriga-solidaria-e-adocao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/08/por-ser-um-homem-gay-eu-achava-que-nunca-ia-conseguir-ser-pai-diz-medico-apos-ter-filhos-por-barriga-solidaria-e-adocao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-crescer.glbimg.com/t0IAdGnDHUUwLZDEIPY4ir5ZTvg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/S/dXFxASRje31n8bX5w3gg/luan.png" /><br /> ]]>    Havia um medo que acompanhou Luan Victor desde a infância, e não era o que muita gente imaginaria. "Desde muito cedo eu sabia que era um homem gay. Mas meu maior problema nunca foi outra coisa, mas, sim, achar que eu nunca ia conseguir ser pai, que eu nunca ia conseguir ter a minha família", conta o médico infectologista de 33 anos, de Fortaleza. Foram noites sem dormir, ao longo de anos, ruminando a mesma angústia. "Meu Deus, se eu não casar com uma mulher, eu não vou ter um filho, não vou criar minha família."
Luan Victor e Bruno são pais de Levi, gestado pela mãe de Luan, Nágela; e Lara, que chegou na vida do casal por adoção
Arquivo Pessoal
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Hoje, essa história tem outro final. Luan é pai de dois: Levi, de 2 anos e 8 meses, gerado em uma gestação solidária pela própria mãe dele; e Lara, que chegou pela adoção. E, ao contar sua trajetória à CRESCER, ele faz questão de dar o mesmo peso aos dois filhos. "A Lara também tem uma história tão linda. Ela também é minha filha, ela também veio por esse processo lindo de ser pai que é a adoção. A minha história é de uma família que tem dois filhos lindos."
Uma história de amor que começou na pandemia
Antes dos filhos, veio Bruno. Luan e o marido, também infectologista, se conheceram na residência médica, no Hospital São José, em Fortaleza. Ele era um ano mais velho, o veterano; Luan, o novato. Os dois vinham de relacionamentos longos e duradouros, mas nenhum deles se enxergava construindo família com os antigos parceiros. Foi quando ambos terminaram seus relacionamentos que a pandemia de 2020 os aproximou de um jeito inesperado.
Para proteger os familiares, muitos profissionais de saúde passaram a morar juntos, longe de quem não estava na linha de frente. Luan convidou alguns colegas médicos para dividir seu apartamento, e um deles era Bruno. 
"Nessa de trabalhar junto, morar junto, acordar junto, tomar café junto, foi nascendo um sentimento", relembra. O que começou como amizade virou outra coisa e, quando perceberam, já estavam juntos havia um ano. 
O casal pulou etapas: nem chegou a namorar formalmente, já foi direto para o noivado. Desde a pandemia, Bruno nunca mais voltou para a casa da família. O que mais os uniu, desde o começo, foram os objetivos em comum. "Os dois queriam fazer mestrado, doutorado, construir uma família, ter filho, casar. Eram os mesmos objetivos."
O balde de água fria da fila de adoção
O primeiro caminho que o casal enxergou para a paternidade foi a adoção. A vontade se transformou em ação quando Luan, que atende em um ambulatório de HIV, teve contato com o universo da adoção através de uma criança. Não conseguiu adotá-la, já que o processo brasileiro não funciona por escolha direta, mas foi por meio dela que entendeu como tudo funcionava. Para entrar juntos na fila, primeiro, ele e Bruno precisariam formalizar uma união estável em cartório.
Depois, uma das etapas do processo é a entrevista com a rede de apoio e cada um levou a própria mãe. No fim da conversa, veio a informação que soou como uma sentença. "A pessoa disse: acabou aqui e a gente se vê daqui a três anos", relembra Luan. 
O processo de adoção no Brasil dura, em média, de cinco anos e meio a seis anos, e exige renovação de cadastro a cada três. "Aquilo foi um balde de água fria. Foi como se tivessem apagado os nossos sonhos. A gente saiu todo mundo de lá bem chateado."
Nágela gestou o filho do filho depois dos 50 anos
Arquivo Pessoal
A mãe que se ofereceu para realizar o sonho do filho
Foi então que entrou em cena a pessoa que mudaria tudo: Nágela, mãe de Luan. Dias depois daquela entrevista frustrante, ele visitava a mãe quando ela soltou a frase que ele jamais esqueceria. "Ela falou: eu vou gestar o bebê de vocês", conta. A reação dele foi de puro susto. "A senhora está louca, Deus me livre. E se acontecer alguma coisa com a senhora? Eu jamais ia me perdoar."
Mas Nágela não estava brincando, e muito menos despreparada. Ela já tinha ido atrás de ginecologista, psiquiatra, psicólogo, cardiologista. Já tinha exames e laudos em mãos, liberando-a para a empreitada. 
Luan resistiu, matou o assunto, não quis nem conversar. E ela insistiu. Todos os dias. "Eu acordava com uma mensagem dela todas as manhãs: você está perdendo tempo, vamos atrás de saber como é isso." Depois de três, quatro meses de insistência materna, ele cedeu a ao menos ouvir um médico.
Na primeira consulta, o médico, experiente, com décadas de profissão, ficou perplexo. "Ele disse: eu nunca vi uma história dessa. Deve ser a primeira vez que vai acontecer. Mas que dá, dá." Havia um detalhe: era preciso autorização do Conselho Federal de Medicina, já que a lei brasileira permite a gestação solidária apenas para parentes até quarto grau, mulheres com um filho vivo e, à época, com menos de 50 anos. Nágela preenchia todos os critérios, menos a idade, já que tinha 56 anos. O Conselho, ainda assim, autorizou.
Os altos e baixos até a chegada de Levi
O caminho não foi reto. Faltava um óvulo, e o casal não podia contar com a compra de material biológico, bloqueada durante a pandemia. Quando Luan já dava tudo por perdido, o médico avisou que havia encontrado uma doadora anônima. Dos sete óvulos recebidos, cinco foram fecundados. O primeiro embrião implantado em Nágela não vingou. "Aí, eu desisti. Falei: fizemos de tudo, fizemos o processo direitinho, não deu certo, não quero mais."
Mais uma vez, foi a insistência da mãe que o fez seguir. "Vamos tentar mais uma vez", ela repetia. Depois de três meses, ele topou. Dessa vez, dois embriões foram implantados. Um não se desenvolveu. O outro vingou: era Levi, hoje com 2 anos e 8 meses, nascido em 7 de dezembro de 2023. 
Apesar de todos classificarem como gestação de risco por causa da idade de Nágela, tudo correu tranquilo. A cesárea foi antecipada para 36 semanas, apenas porque a barriga grande dificultava a respiração dela no fim da gravidez.
E a separação que tanto assustava Luan, o medo de que a mãe sofresse ao entregar o bebê, nunca se concretizou. "Ela veio muito preparada. Ela sabia que era o neto dela, sabia que estava realizando o meu sonho. Nunca sofreu com a separação." 
Esse é um ponto que Luan faz absoluta questão de esclarecer, porque o incomodou a forma como foi retratado, nas vezes em que sua história viralizou. "Às vezes, as pessoas confundem ser mãe e ser avó, e isso deixa ela chateada, porque ela não quer ser vista como mãe. Ela é avó, e quer ser avó." O óvulo veio de uma doadora, o espermatozoide era do casal, e Nágela emprestou o útero. "Foi uma gravidez solidária. Assim como podia ter sido minha irmã ou uma colega, foi minha mãe."
Com a chegada de Lara, Levi sentiu um pouco de ciúmes, mas os pais souberam contornar e, hoje, a família está completa
Arquivo Pessoal
Lara, a filha que chegou a 30 dias do fim da fila
Com Levi crescendo cercado de amor, o casal se preparava para deixar a fila de adoção. Faltando pouco para os três anos de cadastro, Luan e Bruno já tinham conversado e decidido: se precisassem renovar todo aquele processo, desistiriam da adoção. E, então, faltando apenas 30 dias para saírem da fila, o telefone tocou. Havia uma menina. "O Bruno falou: isso é um sinal. Porque, se fosse para a gente adotar, a gente tinha saído dessa fila", relembra Luan.
Assim chegou Lara, nascida em 7 de maio de 2024, mas que passou a integrar a família em 10 de novembro de 2025, quando tinha um ano e seis meses. A diferença entre os dois irmãos é de exatos cinco meses. Luan explica, com serenidade, por que o processo dela foi mais ágil do que a média: o casal optou por um perfil amplo. "A maioria das pessoas quer uma criança branca, menina, bebê. A gente colocou um perfil amplo. Sendo um perfil amplo, a criança chega mais rápido."
Duas avós babonas (e uma rotina quase perfeita)
Hoje, a casa de Luan e Bruno é movimentada por dois filhos pequenos, e por duas avós apaixonadas, Nágela e a sogra. Mas, os pais mantêm as diretrizes da criação bem definidas, algo que Bruno, leitor voraz de livros sobre educação infantil, faz questão de acompanhar de perto. 
"Elas mimam bastante, mas quando a gente passa uma orientação, elas seguem", diz Luan. Nada de doce ou telas antes dos dois anos, horários certos para as refeições e uma rotina rígida que, garante ele, transformou o dia a dia.
"Parece um regime militar, eu sei que parece, mas não é. É que criança precisa de rotina", brinca. O resultado impressiona até os vizinhos. "Eles dizem: as crianças de vocês não choram, não fazem birra, comem verduras, comem frutas. É porque eles são acostumados a uma rotina que eles mesmos seguem." Os meninos acordam sozinhos para a escola, avisam quando o horário do almoço passou e dormem pontualmente às 20h30.
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O ciúme que passou e o grude que ficou
A chegada de Lara, como em toda casa, exigiu adaptação. No começo, durante a fase de vinculação, Levi achava que a irmã era apenas uma amiguinha que vinha brincar. Aos poucos, entendeu que era uma irmã, e veio um ciúme passageiro, logo dissolvido pela conversa constante, mesmo com ele tão pequeno. 
Hoje, o cenário é outro. "Eles só andam juntos, fazem tudo juntos, brincam juntos. No começo, queriam até dormir juntos", derrete-se o pai. "É um grude. Se o Levi veste a fantasia, a Larinha tem que ter a dela."
O desafio maior, conta Luan com sensibilidade, não foi o ciúme do irmão, mas a carência de Lara, que viveu em abrigo desde os primeiros dias de vida. "Ela precisava abraçar muito, beijar muito, dormir abraçada, dizer quem era o papai dela. Tinha uma carência que, às vezes, eu achava que a gente não ia conseguir suprir." Com tempo e amor, a família foi preenchendo esse espaço.
O sonho que valeu mais que qualquer diploma
Para Luan, que hoje tem um currículo invejável e dirige um grande hospital, nada se compara à realização de ser pai. "Eu nunca sonhei em ser o maior e melhor profissional. Sempre sonhei em ter minha família", afirma. No dia em que Levi chegou, ele só chorou. "Foi a realização do meu maior sonho. Eu sou pai de menino e de menina, e eu não acreditava."
A emoção transborda quando ele descreve as cenas simples da paternidade, como Levi, que já aprendeu a abrir a porta do quarto, aparecer de madrugada ao lado da cama. "Só ouço: 'papai, vem dormir comigo?' Eu estou morto de preguiça de levantar, mas vou, só pela fofura, só pelo agarrado, pelo cheiro. É muito bom", diz o médico, que se define, sem qualquer pudor, como um "pai babão".
A família que Luan construiu é, de certa forma, uma vitória sobre um medo que parecia real e para sempre. O menino que passou noites em claro achando que jamais teria uma família hoje chega em casa e encontra dois filhos esperando por ele. "Ter aquelas pessoinhas dizendo 'eu te amo' é tão gostoso", resume. A família que ele achou impossível existe, é dele, e leva os nomes de Bruno, Levi e Lara.  </description>  <media:content url="https://s2-crescer.glbimg.com/t0IAdGnDHUUwLZDEIPY4ir5ZTvg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_19863d4200d245c3a2ff5b383f548bb6/internal_photos/bs/2026/U/S/dXFxASRje31n8bX5w3gg/luan.png" medium="image"/>    <category>crescer</category> <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:02:24 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>