<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>globorural</title> <link>https://globorural.globo.com/</link> <description>Notícias sobre agronegócio, agricultura, pecuária, cotações, sustentabilidade, previsão do tempo, como plantar, criar e fazer e o mundo do campo.</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://pox.globo.com/rss/globorural/" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>globorural</title> <link>https://globorural.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Umidade cai a níveis de alerta em nove Estados e calor avança no Brasil</title>  <atom:subtitle>Região central pode registrar níveis de umidade entre 12% e 20% nas horas mais quentes do dia</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/08/umidade-cai-a-niveis-de-alerta-em-nove-estados-e-calor-avanca-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/08/umidade-cai-a-niveis-de-alerta-em-nove-estados-e-calor-avanca-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/dZXffL6696iPu3TdtB2WPE0ylRc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/V/roxASFSVCht74FCholUg/globo-rural-26-.png" /><br /> ]]>    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta laranja de “perigo para baixa umidade” até 20h deste domingo (30/8) em nove Estados localizados na área central do Brasil. A umidade relativa do ar deve variar entre 12% e 20% nas horas mais quentes do dia, com risco de incêndios florestais.
Os Estados sob alerta são: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Maranhão e Tocantins.
Umidade pode chegar em níveis de alerta ou até emergenciais
Inmet
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera “caso de alerta” valores abaixo de 20% e “estado de emergência” valores abaixo de 12%.
Além do tempo seco, as temperaturas também são destaque ao longo do fim de semana. No Centro-Oeste, em Cuiabá, a máxima chega a 40 °C no sábado e 41 °C na segunda-feira (31/8). Em Campo Grande, a máxima é de 37 °C, e em Goiânia, 36 °C.
No Sudeste, o calor será intenso na cidade de São Paulo, com máxima de 36 °C na segunda-feira, enquanto, em Belo Horizonte, os termômetros chegam a 33 °C no domingo. No Sul, Curitiba terá máxima de 35 °C.
No Norte, as máximas alcançam 37 °C em Manaus, 39 °C em Palmas e 41 °C em Porto Velho. Já no Nordeste, as maiores temperaturas serão sentidas em Teresina, com máxima de 39 °C.
Alerta de chuva
O Inmet também publicou um alerta laranja de “perigo para tempestade” na região Sul. A previsão indica chuva de 50 a 100 milímetros em 24 horas, com ventos de 60 a 100 km/h e queda de granizo, com risco de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Todo o Estado de Santa Catarina, além da metade sul do Paraná e da metade norte do Rio Grande do Sul, está sob o aviso meteorológico do órgão.
Previsão de chuva para os três Estados do Sul, principalmente Santa Catarina
Inmet  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/dZXffL6696iPu3TdtB2WPE0ylRc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/V/roxASFSVCht74FCholUg/globo-rural-26-.png" medium="image"/>   <media:description>Previsão de umidade relativa do ar mínima entre sábado (29) e segunda-feira (31)</media:description>   <media:credit>Inmet</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 15:20:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Expocacau: crise na mão de obra e novas tecnologias marcam debates da feira</title>  <atom:subtitle>Globo Rural levou ao evento seu podcast para discutir temas prioritários do setor</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/cacau/noticia/2026/08/expocacau-crise-na-mao-de-obra-e-novas-tecnologias-marcam-debates-da-feira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/cacau/noticia/2026/08/expocacau-crise-na-mao-de-obra-e-novas-tecnologias-marcam-debates-da-feira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/ySjwWzSTHp0Yi6-08-KQ8py62VY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/0/M/t7KEZOR6m6WKd1AbQF0A/whatsapp-image-2026-08-26-at-14.11.48.jpeg" /><br /> ]]>    A segunda edição da Expocacau, realizada em Ilhéus, no sul da Bahia, foi encerrada na última quinta-feira (27/8), com cerca de sete mil visitantes de 11 países ao longo dos três dias de evento. Os produtores rurais formaram a maior parte do público, que também contou com profissionais da cadeia, estudantes, pesquisadores e acadêmicos. Segundo o CocoaAction, braço brasileiro da World Cocoa Foundation e entidade organizadora do evento, os negócios gerados durante a feira ainda serão apurados e divulgados.
A edição de 2026 contou com pouco mais de 60 estandes e 75 empresas participantes. Entre os presentes, esteve a Globo Rural. O podcast itinerante da marca desembarcou em Ilhéus e ouviu nomes influentes da cadeia, como a produtora Miriam Federicci, bicampeã mundial no concurso da melhor amêndoa do mundo, e Yuri Feres, diretor da Rainforest Brasil. Os episódios do GR Cast estão sendo lançados no canal da Globo Rural no YouTube.
A crise na mão de obra na cacauicultura foi destaque durante os três dias de debates. Além disso, a relação da indústria com o produtor, as reclamações sobre deságios aplicados no pagamento pelo cacau, clima e El Niño, novas tecnologias e prevenção e manejo de doenças também foram temas quentes, tanto em painéis quanto nos corredores da feira.
Pedro Ronca, diretor do CocoaAction, afirmou que o cacau é uma cultura perene e tem ciclos de alta e de baixa, como qualquer commodity. “Mas a Expocacau está olhando para um horizonte de longo prazo, para estruturar cadeias de insumos, de máquinas, de implementos, fomentar a demanda por máquinas, implementos e insumos, para que se crie a intenção e um ciclo positivo de o produtor investir em tecnologia.”
O último ano apresentou uma forte queda nas cotações do cacau na Bolsa de Nova York. Com isso, Ronca considerava até uma possível retração no público, o que não aconteceu. “Apesar de um ano desafiador, com uma crise de preço no início de 2026, agora já vemos patamares bem melhores, inclusive acima das médias históricas dos últimos dez anos.” Por fim, o diretor também confirmou que a terceira edição está prevista para 2027.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/ySjwWzSTHp0Yi6-08-KQ8py62VY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/0/M/t7KEZOR6m6WKd1AbQF0A/whatsapp-image-2026-08-26-at-14.11.48.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Expocacau reuniu todos os agentes da cadeia, com destaque para produtores</media:description>   <media:credit>Marcos Fantin</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 13:50:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gala ou Fuji? Veja como identificar as duas principais maçãs produzidas no Brasil </title>  <atom:subtitle>Variedades concentram 95% da produção nacional e se diferenciam pelo sabor, formato, cor e textura</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/gala-ou-fuji-veja-como-identificar-as-duas-principais-macas-produzidas-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/gala-ou-fuji-veja-como-identificar-as-duas-principais-macas-produzidas-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/6nJLQJC2VneW3Rhv-_29Lb7FvXs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/j/v/i1fEnUQqOhwVTwaZbTNg/gala.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    Elas dividem espaço nas feiras e nos supermercados e são as duas grandes protagonistas da produção brasileira de maçãs. Mas você sabe diferenciar as variedades Gala e Fuji? Apesar de semelhantes, elas apresentam diferenças que podem ser percebidas pela aparência, cor, textura e sabor. 
As duas variedades respondem por 95%% da produção nacional de maçãs, estimada em 1,4 milhão de toneladas na safra 2025/26, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM). A Gala representou 55% do volume produzido, enquanto a Fuji respondeu por 40%.
Veja a principais diferenças
A Gala costuma ter casca vermelha rajada sobre fundo amarelado, mas também há seleções com coloração vermelha uniforme. O formato é arredondado, levemente cônico. É crocante, aromática e suculenta, apresenta sabor doce, mas com um leve toque de acidez. 
A Gala costuma ter casca vermelha rajada sobre fundo amarelado
ABPM/Divulgação
Já a Fuji tende a ser mais arredondada e pode apresentar casca avermelhada sobre fundo verde-claro ou amarelado. Normalmente, é um pouco maior do que a Gala. A polpa é firme, crocante e bastante suculenta, com sabor predominantemente doce. 
A Fuji tende a ser mais arredondada e pode apresentar casca avermelhada sobre fundo verde-claro ou amarelado
ABPM/Divulgação
Como diferenciar rapidamente 
Gala
Casca vermelha rajada; 
Fundo amarelado; 
Crocante e aromática; 
Doce com leve acidez. 
Fuji 
Formato mais arredondado; 
Fundo verde-amarelado; 
Polpa firme e suculenta; 
Sabor mais doce.
De onde elas vieram? 
Nenhuma das duas variedades nasceu no Brasil. A Gala surgiu na Nova Zelândia, a partir do cruzamento entre as variedades Kidd’s Orange e Red Delicious, realizado pelo horticultor J. H. Kidd na década de 1930. 
Já a Fuji foi desenvolvida no Japão, na estação experimental de Tohoku, em 1939, a partir do cruzamento entre Ralls Janet e Red Delicious, e lançada comercialmente na década de 1960. 
No Brasil, as duas ganharam espaço com o desenvolvimento da produção comercial da fruta e hoje dominam os pomares nacionais, principalmente de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, principais produtores.
Benefícios à saúde
Apesar das diferenças de sabor e de textura, as duas variedades compartilham benefícios nutricionais. Fonte de fibras, especialmente pectina, a maçã contribui para o funcionamento intestinal, ajuda na saciedade e pode auxiliar no controle do colesterol e da glicemia. 
A fruta também fornece vitamina C e compostos antioxidantes, relacionados à proteção das células e à saúde cardiovascular. Consumida com casca, preserva uma parcela maior das fibras e dos compostos bioativos.
“Independentemente da variedade escolhida, a maçã é uma fruta prática, nutritiva e versátil. Gala e Fuji têm perfis diferentes de sabor, mas ambas são ótimas opções para incluir frutas na rotina alimentar de forma simples”, destaca o diretor-executivo da ABPM, Moisés Lopes de Albuquerque.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/6nJLQJC2VneW3Rhv-_29Lb7FvXs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/j/v/i1fEnUQqOhwVTwaZbTNg/gala.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Aprenda a diferenciar as variedades de maçã mais consumidas no país</media:description>   <media:credit>ABPM/Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:45:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Produtora de assentamento amplia em sete vezes a produção de hortaliças e diversifica renda</title>  <atom:subtitle>Com apoio de assistência técnica, agricultora transformou pequena horta para consumo familiar em atividade comercial</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/produtora-de-assentamento-amplia-em-sete-vezes-a-producao-de-hortalicas-e-diversifica-renda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/produtora-de-assentamento-amplia-em-sete-vezes-a-producao-de-hortalicas-e-diversifica-renda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/bF3aGSlVGoachwIEMIk3ibsRXvM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/5/E/WriJtnRK6YO8rZB4Qegw/eliane-de-lima-goncalves-produtora-de-botaguassu-ms-credito-divulgacao-01.jpeg" /><br /> ]]>    No Assentamento Santa Clara, em Bataguassu (MS), uma pequena horta que antes servia apenas para o consumo da família ganhou outra dimensão. A produtora rural Eliane de Lima Gonçalves transformou o cultivo de hortaliças em uma nova atividade comercial da propriedade, ao lado da produção de leite e da fabricação artesanal de queijos. A mudança foi construída com o apoio do projeto Nós do Campo, por meio de assistência técnica continuada, ao longo de um ano – uma iniciativa MS Florestal/Bracell e executada pela equipe Simbiose Socioambiental.
Agora agricultora, Eliane chegou à propriedade depois de anos trabalhando em fazendas. “Sempre sonhei em ter um pedaço de terra para cuidar e gerar renda. Há cinco anos isso se tornou possível, e passei a buscar oportunidades parar gerar renda para minha família a partir dessa terra”, conta.
Num primeiro momento, Eliane se dedicou à produção de leite e queijo, com a criação de quatro vacas. No entanto, o rebanho não tinha animais com aptidão genética específica para a atividade leiteira, apresentando baixa produtividade. Já a horticultura ocupava uma área pequena e era destinada principalmente ao consumo da família.
Com orientação do Nós do Campo, Eliane passou a enxergar a horticultura como uma oportunidade de geração de renda. A recomendação técnica foi ampliar a área cultivada, diversificar as culturas e buscar canais de comercialização mais próximos dos consumidores. Hoje ela planta temperos, tomate, alface, almeirão, pimenta, cenoura e cebola.
O resultado foi um crescimento estimado de 700% na produção e comercialização de hortaliças. No fim de 2025, Eliane iniciou as vendas. “Comecei vendendo cerca de cinco maços de temperos por mês e hoje já comercializo mais de 40, além de outros produtos. Para quem começou com uma horta tão pequena, ver esse crescimento mostra que estamos no caminho certo”, celebra a produtora rural.
Ela conta que vende a produção por contatos no WhatsApp. “Visito minha filha que mora na cidade uma ou duas vezes por mês. Antes de ir, fazemos os contatos por whatsapp e já levo o que for pedido, para não ter perdas”, diz. A produção foi inserida em programas institucionais de aquisição de alimentos, ampliando seus canais de comercialização.
A horta cresceu de aproximadamente 2,25 metros quadrados para uma área de 114 metros quadrados, e a mudança não ficou restrita ao tamanho da plantação.
Eliane de Lima Gonçalves expandiu sua horta de 2,25 metros quadrados para uma área de 114 metros quadrados
Divulgação
“O projeto Nós do Campo busca exatamente isso: transformar a assistência e a orientação técnica em autonomia, oportunidade e qualidade de vida para os produtores rurais. Ver a evolução da Eliane, que estruturou sua horticultura e ampliou sua renda, reforça o compromisso do Bracell Social em impulsionar o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atuamos”, destaca Edvaldo Araújo, analista de Responsabilidade Social da MS Florestal.
A produção de hortaliças passou, assim, a fazer parte de uma estratégia maior de diversificação da propriedade. Hoje, a renda vem de três frentes principais: leite, queijos artesanais e hortaliças, reduzindo a dependência de uma única atividade e abrindo novas possibilidades de geração de receita para a família. Eliane conta que o investimento feito com insumos para ampliação da horta, no final de 2025, já foi suprido com os ganhos até o momento.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/bF3aGSlVGoachwIEMIk3ibsRXvM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/5/E/WriJtnRK6YO8rZB4Qegw/eliane-de-lima-goncalves-produtora-de-botaguassu-ms-credito-divulgacao-01.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Em Bataguassu (MS), Eliane de Lima Gonçalves transformou o cultivo de hortaliças em uma nova atividade comercial da propriedade</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:30:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do etanol ao produtor reage, mas demanda ainda patina</title>  <atom:subtitle>Reação ocorre em um momento considerado decisivo para o mercado, que ainda precisa acelerar a absorção de uma oferta elevada</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/08/preco-do-etanol-ao-produtor-reage-mas-demanda-ainda-patina.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/08/preco-do-etanol-ao-produtor-reage-mas-demanda-ainda-patina.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/0AODW5cjAcrEL8XDTkT4sZpx_gM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/Z/b/e9jpMpQxiy48tIWo4tlw/saiba-as-diferencas-entre-etanol-anidro-e-hidratado.jpg" /><br /> ]]>    O preço do etanol hidratado voltou a se aproximar de R$ 2,20 por litro ao produtor na primeira quinzena de agosto, em um movimento que combina a valorização do açúcar, a alta do real e a expectativa de aumento do consumo do biocombustível. A reação ocorre após um período de pressão sobre as cotações e em um momento considerado decisivo para o mercado, que ainda precisa acelerar a absorção de uma oferta elevada.
A Consultoria Agro do Itaú BBA espera que a demanda ganhe força a partir de agosto, favorecida pela vantagem de preço do etanol em relação à gasolina e pelo maior número de dias úteis para comercialização. Nos postos de São Paulo, a paridade média entre os dois combustíveis está abaixo de 60% desde o início de junho, tornando o etanol mais vantajoso para o consumidor.
A competitividade também se estende para outros mercados. Atualmente, o etanol é economicamente mais atrativo em 10 Estados, que juntos representam cerca de dois terços da demanda brasileira por combustíveis leves.
Outro fator que deve impulsionar a demanda é o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que passou de 30% para 32% em 1º de agosto. A mudança amplia o consumo estrutural do biocombustível e representa um suporte adicional para o mercado. A aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 114/2026 pelo Congresso Nacional, em 12 de agosto, também trouxe uma proteção adicional ao setor, ao prever uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão para o etanol.
Apesar dos sinais positivos do lado da demanda, o mercado ainda enfrenta um cenário de oferta abundante. A cadeia precisa absorver aproximadamente 2 bilhões de litros por mês para evitar o acúmulo excessivo de estoques de passagem. A velocidade dessa absorção será determinante para a formação dos preços nos próximos meses, especialmente em um ambiente de juros elevados, que aumenta o custo de carregamento dos estoques.
O mercado externo, por sua vez, permanece limitado como alternativa para escoamento da produção. Desde 22 de julho, o etanol brasileiro está sujeito a uma tarifa de 37,5% nos Estados Unidos, reduzindo a competitividade do produto no mercado americano. Ao mesmo tempo, o avanço do etanol produzido nos Estados Unidos em outros destinos globais aumenta a concorrência e restringe as oportunidades para as exportações brasileiras.
“A recente recuperação dos preços é um primeiro sinal de melhora, mas ainda não representa uma mudança consolidada de cenário. Para que o mercado entre de fato em um novo ciclo de valorização, será fundamental que o aumento da competitividade do etanol se traduza em maior consumo e acelere a absorção dos estoques ao longo dos próximos meses”, destacou, em nota, Mariana Zechin, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/0AODW5cjAcrEL8XDTkT4sZpx_gM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/Z/b/e9jpMpQxiy48tIWo4tlw/saiba-as-diferencas-entre-etanol-anidro-e-hidratado.jpg" medium="image"/>   <media:description>Alta do etanol reflete a valorização do açúcar, câmbio favorável ao real e a expectativa de aumento do consumo do biocombustível</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:15:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Soja dispara no Brasil e saca já ultrapassa os R$ 160</title>  <atom:subtitle>Em apenas um dia, saca registrou valorização de R$ 6,50 em algumas praças</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/soja-dispara-no-brasil-e-saca-ja-ultrapassa-os-r-160.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/soja-dispara-no-brasil-e-saca-ja-ultrapassa-os-r-160.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/ZCT4hTd4FEDXXqyoZKbNqYzShWQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/C/l/fxt8XPRNG1JzegGQBNnQ/52423833646-226d44f44b-c.jpg" /><br /> ]]>    A sexta-feira (28/8) consolidou a movimentação de preços firmes para a soja no Brasil na semana. O indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) fechou o dia com valorização de 3,04%, com a saca negociada a R$ 159,76.
Os fundamentos do mercado permanecem os mesmo: demanda firme, variação positiva no exterior e prêmios cada vez mais sustentados, destaca Luiz Fernando Roque, coordenador de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets.
“As exportações brasileiras estão muito fortes, com até 10 milhões de toneladas a mais que o volume negociado no ano passado. O esmagamento do grão no país também se mostra firme. Isso mostra que a demanda pela soja aumentou, disse o analista.
Como as vendas da safra 2024/25 já alcançaram 82% da produção esperada, o analista destaca que “há uma disputa” pela soja restante disponível no país, gerando impulso para o prêmio nos portos, que por sua vez também beneficia a alta do grão.
Completa o quadro de fatores positivos para a soja a oscilação na bolsa de Chicago. Os contratos da oleaginosa para novembro subiram 1,58%, a US$ 12,88 o bushel.
Na sexta, a soja também avançou de forma expressiva em outras praças brasileiras monitoradas pela AgRural. Destaque para os valores no porto de Rio Grande, com elevação de R$ 6,50 na saca em relação ao dia anterior, fechando o dia em R$ 161,50. Em Ponta Grossa (PR), o preço subiu R$ 4 em relação ao dia anterior, para R$ 156,50. Em Primavera do Leste (MT), a alta chegou a R$ 3,50 em R$ 139,50 a saca. Já em Luís Eduardo Magalhães (BA), a saca subiu R$ 4, negociada a R$ 143,50.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/ZCT4hTd4FEDXXqyoZKbNqYzShWQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/C/l/fxt8XPRNG1JzegGQBNnQ/52423833646-226d44f44b-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>Demanda firme por soja do Brasil mantém os preços em alta</media:description>   <media:credit>Grégori Bertó/Palácio Piratini</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:15:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Etanol para de cair nos postos e já tem leves altas em alguns Estados</title>  <atom:subtitle>Apesar da valorização, biocombustível continua oferecendo vantagem para os motoristas de carro flex</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/08/etanol-para-de-cair-nos-postos-e-ja-tem-leves-altas-em-alguns-estados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/08/etanol-para-de-cair-nos-postos-e-ja-tem-leves-altas-em-alguns-estados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/ak-zGjuRyveXo9yWqWoq8ZyLIe0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/R/5/FQ6it2QvuOYQIDoRGmbA/0g0a8843.jpg" /><br /> ]]>    Após meses em queda livre, os preços do etanol hidratado, que compete com a gasolina nas bombas, começaram a registrar ligeiras altas na última semana nos postos de Estados onde ocorre a maior parte do consumo de combustíveis do país. O movimento foi restrito a poucas unidades federativas, mas que movimentam volumes significativos, como São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.
Nos postos de São Paulo, o preço médio do hidratado negociado na semana de 22 a 28 de agosto subiu 1%, ou R$ 0,04 o litro em relação à semana anterior, para R$ 3,65 o litro, de acordo com o levantamento semanal de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Em Minas Gerais e Mato Grosso, o litro do etanol subiu 3% em uma semana, para R$ 4,03 e R$ 3,79, respectivamente. Também houve alta em Estados menos representativos no consumo nacional: Amapá, Ceará, Pará e Tocantins.
Na maioria dos Estados, porém, o etanol hidratado continua sob pressão. O biocombustível ficou mais barato em 13 Estados e no Distrito Federal na última semana, e ficou estável em seis unidades federativas.
Apesar do etanol ter se valorizado em importantes polos de consumo, o renovável continua oferecendo vantagem econômica para os motoristas de carro flex, e com folga. Em São Paulo, por exemplo, o preço do etanol ficou em 58% do valor da gasolina nas bombas, sendo que o biocombustível já oferece vantagem pra boa parte da frota flex quando esta relação está em 70%. Para veículos mais recentes, essa vantagem já é observada quando o etanol está em 75% da gasolina.
Em Mato Grosso, onde também houve leve alta do etanol na última semana, o renovável também continua favorecendo ampla vantagem, com uma correlação de 56% do preço da gasolina. Em Minas Gerais, o preço do etanol nas bombas ficou em 64% do preço do derivado fóssil.
Os únicos Estados onde o etanol ainda não oferece vantagem para os motoristas de carro flex, mesmo dos modelos mais novos, são Amapá, onde a correlação de preços está em 91%, seguido por Rio Grande do Norte e Sergipe, Estados onde a correlação ficou em 76% na última semana.
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Para as fêmeas, também houve queda, mas moderada diante da menor oferta dessa categoria. Na mesma comparação, a cotação da vaca caiu 0,9%, para R$ 322 a arroba, e a da novilha, 1,5%, também para R$ 322 a arroba.
Na comparação com o dia anterior, das 33 regiões monitoradas pela Scot, 30 tiveram estabilidade nos preços do boi gordo. Houve altas apenas em Belo Horizonte (MG), norte de Minas Gerais e Marabá (PA). 
A Scot destaca que, no encerramento desta semana, a oferta controlada de boiadas e a postura firme dos vendedores contiveram a pressão de baixa em cena desde segunda-feira (24/8). Do lado da demanda, as compras ocorreram de forma moderada e com compradores seletivos, mantendo o mercado equilibrado.
Nos últimos dois dias, a procura por boiadas pelos compradores, com o intuito de manter as escalas confortáveis para o início da próxima semana e para setembro, aumentou. As indústrias que indicavam preços abaixo das referências elevaram suas ofertas diante da dificuldade em fechar negócios e da necessidade de abastecimento.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/CScK2i7CcFqKDpCEo8s6jw7UniU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/m/G/dIAmJlS3uvO1P8pfH0CQ/dsc02516.jpg" medium="image"/>   <media:description>Procura por boiadas pelos compradores, com o intuito de manter as escalas confortáveis para o início da próxima semana e para setembro, aumentou</media:description>   <media:credit>José Fernando Ogura/AEN</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 09:50:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bonita e invasora: conheça a planta que exige cuidado no paisagismo</title>  <atom:subtitle>Apesar de ser indicada para paisagismo exige cuidado por ser uma espécie invasora</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/vida-na-fazenda/gr-responde/noticia/2026/08/bonita-e-invasora-conheca-a-planta-que-exige-cuidado-no-paisagismo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/vida-na-fazenda/gr-responde/noticia/2026/08/bonita-e-invasora-conheca-a-planta-que-exige-cuidado-no-paisagismo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/dPruvbAG-vXJBLEpfrGt9_MNBbg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/A/K/wrRBFxRWu666GHAauXLg/cassinha-flor.jfif" /><br /> ]]>    Neusa Fabrício, de Rio Claro (SP), entrou em contato com a redação da Globo Rural  para descobrir que planta é essa, que nasceu próximo à sua casa e chamou sua atenção pela beleza.
Gostaria de saber que planta é essa, pois tem uma plantação muito linda próxima da minha casa.
 A Tithonia diversifolia é uma erva arbustiva conhecida como margaridão e girassol-mexicano – é nativa da América do Norte, principalmente do México. 
Considerada adubo verde, tem uso comum em áreas degradadas e aterros sanitários, mas também integra projetos paisagísticos e arranjos florais com seu caule ereto, vigoroso e ramificado de mais de dois metros de altura e flores amarelas em capítulos solitários de tamanho grande, que lembram os girassóis. 
Contudo, é muito invasora, por isso pode ser encontrada em terrenos baldios. Há quem a utilize como planta medicinal para curar inflamações e no tratamento do diabetes. Propagado por meio de sementes ou estaquia, o margaridão é cultivado a pleno sol, tem crescimento rápido e manejo fácil.
Rústico se adapta a solos de baixa fertilidade e acidez, porém aprecia o solo fértil, rico em matéria orgânica e drenável. Pouco tolerante a baixas temperaturas e a ventos fortes, a floração ocorre da primavera ao outono, atraindo abelhas e borboletas por ser melífera.
Consultor: Fábio Padilha, doutor em Agronomia, especializado em paisagismo e floricultura e sócio da Plantas &amp; Planos Assessoria e Consultoria em Agricultura, Meio Ambiente e Sustentabilidade.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/dPruvbAG-vXJBLEpfrGt9_MNBbg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/A/K/wrRBFxRWu666GHAauXLg/cassinha-flor.jfif" medium="image"/>   <media:description>Tithonia diversifolia, popularmente conhecida como margaridão e girassol-mexicano</media:description>   <media:credit>Cassinha-Flor</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 09:45:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Mestre da pimenta gigante' quebra três vezes recorde no Guinness</title>  <atom:subtitle>Jardineiro colheu hortaliça de 52,5 centímetros na Suíça</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/mestre-da-pimenta-gigante-quebra-tres-vezes-recorde-no-guinness.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/mestre-da-pimenta-gigante-quebra-tres-vezes-recorde-no-guinness.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/z7hr7YoAwJR9uCkP0F0Asn3JHH8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/q/Nk6BTiSpKqcIje3T6FHQ/1-1-.jpg" /><br /> ]]>    Uma pimenta de 52,5 centímetros de comprimento entrou para o Guinness World Records como a mais comprida do mundo. A homologação aconteceu em 11 de agosto e impressionou não apenas pelo tamanho da hortaliça, mas também porque a marca foi alcançada por um produtor rural já conhecido no livro dos recordes.
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De acordo com o Guinness, a pimenta pertence à variedade caiena joe’s long, que produz frutos longos, finos e enrugados que atingem, em média, 30 centímetros. No entanto, o exemplar cultivado por Jürg Wiesli em Thurgau, na Suíça, chegou a 52,5 centímetros, número 75% acima do tamanho comum.
Uma curiosidade sobre a pimenta que garantiu o recorde é a origem da semente. Ela foi retirada de outra, também gigante, cultivada pelo próprio Jürg em sua horta. 
Em 2025, depois de colher uma hortaliça com 48,5 centímetros de comprimento, ele aproveitou as sementes para o próximo plantio. O resultado veio no ano seguinte, com um resultado ainda maior. 
Tricampeão
O recorde registrado há duas semanas não é o primeiro feito de Jürg Wiesli no Guinness Book. O jardineiro suíço detém o título de dono da pimenta mais comprida do mundo desde outubro de 2017 e, ao longo dos anos, já conseguiu superar a marca duas vezes. 
A história começou há quase nove anos, quando apresentou uma pimenta de 45 centímetros em uma competição agrícola local. Em 2018, colheu um exemplar com 50,5 centímetros e estabeleceu uma nova marca. Agora, voltou a superar o próprio recorde com a pimenta-caiena de 52,5 centímetros. 
Em entrevista ao site do Guinness World Records, Jürg revelou parte dos cuidados adotados para desenvolver a hortaliça. 
“Eu começo colocando as sementes em ambiente interno no mês de março com  temperatura de 28°C. Depois, planto no fim de abril, assim que o risco de geada cessou. Também preparo bem a terra e misturo bastante composto orgânico maduro. Elas precisam de rega regular e um fertilizante balanceado, mas não em excesso. Caso contrário, só produzem muitas folhas”. 
O jardineiro ganhou fama mundial pelo cultivo de pimentas gigantes, mas a habilidade também se estende a outras plantas.
“Às vezes, chego a deter mais de 20 recordes suíços para tudo, desde pepinos, cenouras, beterrabas, repolho roxo e abóbora. Tudo cresce muito para mim, mesmo quando compro as sementes em um centro de jardinagem”, finaliza. 
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Ingredientes para a massa
2 xícaras (chá) de leite (480ml);
2 colheres (sopa) de manteiga (20g);
½ colher (chá) de sal;
1 xícara (chá) de flocão de milho (100g);
½ xícara (chá) de farinha de trigo (70g).
Ingredientes para o recheio
2 colheres (sopa) de manteiga (20g);
½ cebola picada (55g);
½ dente de alho picado;
350g de carne seca desfiada;
2 colheres (sopa) de salsinha picada (8g);
100g de requeijão;
Sal e pimenta-do-reino a gosto;
Leite e farinha panko para empanar.
Modo de preparo
Em uma panela, coloque o leite, a manteiga e o sal. Quando ferver, coloque de uma só vez o flocão e a farinha de trigo, e mexa com uma colher de madeira, cozinhando até a massa ficar firme, mas úmida. Retire do fogo, cubra com filme plástico e espere esfriar.
Para o recheio, aqueça a manteiga em uma frigideira e refogue a cebola e o alho. Em seguida, acrescente a carne seca e refogue por alguns minutos. Desligue o fogo e acrescente a salsinha picada. Ajuste o sal e tempere com a pimenta-do-reino.
 Modele coxinhas com a massa e recheio, acrescentando uma pequena quantidade de requeijão em cada coxinha, além da carne seca refogada.
Empane as coxinhas no leite e depois na farinha panko e frite em óleo ou na airfryer até dourar. Sirva em seguida.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/BvlDDM3BPM4unLbeY8-4usk3uXM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/y/I/PuYihoSfmZCpHhEvBUQA/pexels-ivo-brasil-335441-33938859-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Coxinha de cuscuz com carne seca</media:description>   <media:credit>Deline</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 09:01:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Syngenta cresce no Brasil, mas vendas globais recuam 2% no primeiro semestre</title>  <atom:subtitle>Resultado refletiu a reestruturação dos negócios e a redução de operações na China</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/syngenta-cresce-no-brasil-mas-vendas-globais-recuam-2-pontos-percentuais-no-primeiro-semestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/syngenta-cresce-no-brasil-mas-vendas-globais-recuam-2-pontos-percentuais-no-primeiro-semestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/pJXbBsPeAwP-5n45GGCluXcH3iE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/u/M/H68EOZRNmrmyGHwyui2w/2019-10-23-25f7242d740ce794627a80f016555ef7-gplarge.jpg" /><br /> ]]>    A multinacional Syngenta Group encerrou o primeiro semestre de 2026 com US$ 12,2 bilhões em vendas, queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o Ebitda avançou 2%, para US$ 2,4 bilhões. 
As informações foram divulgadas pela empresa nesta quinta-feira (27/8). A queda nas vendas refletiu principalmente a reestruturação dos negócios e a redução das operações de comercialização de grãos de baixa margem na China, segundo a companhia.
Na divisão de proteção de cultivos, as vendas cresceram 4%, para US$ 6,6 bilhões, com forte desempenho dos produtos biológicos. O Brasil teve destaque, com crescimento de 7% nas vendas, apesar da pressão sobre preços, impulsionado pela adoção de novas tecnologias. A empresa também obteve quase 900 novos registros, re-registros e extensões de rótulo no semestre. 
Em sementes, as vendas globais chegaram a US$ 2,5 bilhões, alta de 1%, com o Brasil novamente se destacando: as vendas de culturas de campo cresceram 18%, apoiadas pelo desempenho do milho de segunda safra, licenciamento de milho e lançamento de novas variedades de soja.
Na China, as vendas da Syngenta Group recuaram 15%, para US$ 2,5 bilhões, principalmente pela redução dos negócios de comercialização de grãos de baixa margem e pela otimização da operação de MAP. Em contrapartida, segmentos como formulações de marca e sementes cresceram 15% e 4%, respectivamente. A Adama, controlada pelo grupo, teve vendas estáveis em US$ 2,1 bilhões, com crescimento de volumes em diversas regiões e melhora da margem. 
"No primeiro semestre de 2026, a Syngenta Group reforçou sua ambição de ampliar as capacidades de IA para a liderança operacional e estratégica, investindo em parcerias e projetos que traduzem a inteligência artificial em valor de negócio tangível", informou a empresa. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/pJXbBsPeAwP-5n45GGCluXcH3iE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/u/M/H68EOZRNmrmyGHwyui2w/2019-10-23-25f7242d740ce794627a80f016555ef7-gplarge.jpg" medium="image"/>   <media:description>A multinacional Syngenta Group encerrou o primeiro semestre de 2026 com US$ 12,2 bilhões em vendas, queda de 2%</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 20:13:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Calor ganha força no Brasil, e máximas passam de 40ºC no final de semana</title>  <atom:subtitle>Chuvas ficam concentradas no Norte e Nordeste, segundo o Inmet</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/08/calor-ganha-forca-no-brasil-e-maximas-passam-de-40oc-no-final-de-semana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/08/calor-ganha-forca-no-brasil-e-maximas-passam-de-40oc-no-final-de-semana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/_cTC2hjnxwrw969yQA65RzQN-fA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/5/L/up4avzQIAFAHwCNnLjkA/globo-rural-6-.png" /><br /> ]]>    Depois de uma semana marcada pelo frio no Centro-Sul do país, provocado pela atuação de uma massa de ar polar, o calor volta a ganhar força nos próximos dias com a chegada de uma massa de ar quente, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas já começam a subir nesta sexta-feira, principalmente no Centro-Oeste, onde os termômetros podem superar os 40°C. 
Além das altas temperaturas, a baixa umidade do ar exige atenção em áreas do interior do país. Ainda assim, há previsão de chuva em pontos do Norte e nas áreas litorâneas do Nordeste.
Sul
O calor volta a ganhar força no Sul nos próximos dias, principalmente no Paraná, onde as temperaturas sobem de forma mais significativa. O norte do Estado deve registrar tardes quentes, assim como áreas do oeste e norte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 
+ Veja previsão para sua cidade
A atenção fica principalmente para a baixa umidade do ar nas áreas mais quentes e para a rápida mudança nas condições de temperatura após a passagem da massa de ar polar.
Sudeste
As temperaturas entram em elevação no Sudeste, com destaque para o norte e oeste de São Paulo e o Triângulo Mineiro, onde o calor será mais intenso. O tempo fica mais seco em grande parte do interior da região, favorecendo a queda dos índices de umidade do ar, que podem ficar abaixo de 30%. 
No litoral, a influência da umidade mantém condições para chuvas isoladas em alguns pontos, enquanto nas demais áreas o predomínio será de sol e temperaturas elevadas.
Centro-Oeste
O Centro-Oeste concentra algumas das temperaturas mais altas do país nos próximos dias. O calor já aumenta nesta sexta-feira e as máximas seguem em elevação durante o fim de semana, com possibilidade de superar os 40°C em áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 
O tempo permanece predominantemente seco, com baixos índices de umidade do ar em grande parte da região, especialmente nas áreas onde as temperaturas ficam mais elevadas. 
Nordeste
No Nordeste, o tempo permanece quente e seco no interior da região, principalmente no oeste da Bahia, onde as temperaturas ficam elevadas e a umidade do ar baixa. Em contrapartida, a faixa litorânea do centro-norte da região segue com maior presença de nebulosidade e condições para chuva. 
Há previsão de pancadas e chuvas isoladas no litoral do Ceará, no norte e leste do Rio Grande do Norte e no leste da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. 
Norte
O Norte tem temperaturas elevadas nos próximos dias, com máximas acima dos 35°C em grande parte da região. O tempo fica mais quente e seco principalmente no Tocantins e no sul da Amazônia, onde a baixa umidade do ar também chama atenção. 
Por outro lado, o calor e a alta umidade favorecem a formação de áreas de instabilidade em pontos da região, com possibilidade de pancadas de chuva principalmente no centro-oeste e norte do Amazonas e em Roraima.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/_cTC2hjnxwrw969yQA65RzQN-fA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/5/L/up4avzQIAFAHwCNnLjkA/globo-rural-6-.png" medium="image"/>   <media:description>Alertas climáticos para o final de semana</media:description>   <media:credit>Inmet</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 19:57:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Risco na safra de cacau persiste e faz preço subir 7% em Nova York</title>  <atom:subtitle>Analista destaca que preocupação está relacionada com a qualidade da safra da África Ocidental</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/risco-na-safra-de-cacau-persiste-e-faz-preco-subir-7percent-em-nova-york.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/risco-na-safra-de-cacau-persiste-e-faz-preco-subir-7percent-em-nova-york.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/5FJPe2fPqWQGuwNs5bfG1rykew0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/g/4/kxuyxUQ36nFu4shRM1Jw/cacau-em-tome-acu-foto-ronaldo-rosa.jpg" /><br /> ]]>    Por mais uma sessão, o pessimismo com a oferta de cacau provocou uma forte alta nos preços na bolsa de Nova York. Os lotes para dezembro fecharam em alta de 7,69% nesta sexta-feira (28/8) , para US$ 6.648 a tonelada.
Para Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX, o sentimento que prevalece no mercado é de um aperto na safra 2026/27 em função dos impactos do fenômeno El Niño. 
“A safra principal 2026/27 irá começar de forma antecipada, em setembro, já com notícias pessimistas, como a expectativa de uma produção limite de 1,4 milhão de toneladas para o oeste africano. Esse volume fica baixo da média de 1,7 milhão da média, e um motivo suficiente para dar novos impulsos aos preços do cacau”, disse.
Ele acrescenta que o bom desempenho da safra intermediária 2025/26 na Costa do Marfim em alguma medida pode trazer algum estresse para as plantas nesta nova temporada, adicionando mais pressão de alta para as cotações. 
Café
Após baixas expressivas nas últimas duas sessões, os preços do café ensaiaram reação nesta sexta-feira. Os contratos para dezembro fecharam em alta de 1,03%, a US$ 3,1285  a libra-peso.
Açúcar
O mercado do açúcar pausou momentaneamente as preocupações com o El Niño sobre a produção, e os preços caíram na bolsa de Nova York diante de um movimento de realização de lucros. Os lotes do demerara para outubro fecharam em baixa de 3,46%, a 17,56 centavos de dólar a libra-peso.
Suco de laranja
O preço do suco de laranja registrou queda na sessão. Os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês)  para novembro recuaram 1,76%, a US$ 1,45 a libra-peso. 
Algodão
Em dia de realização de lucros, o preço do algodão cedeu na bolsa americana. Os lotes para dezembro fecharam em queda de 1,11%, a 91,38 centavos de dólar a libra-peso. Na sessão anterior, a alta para os futuros chegou a 3,67%.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/5FJPe2fPqWQGuwNs5bfG1rykew0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/g/4/kxuyxUQ36nFu4shRM1Jw/cacau-em-tome-acu-foto-ronaldo-rosa.jpg" medium="image"/>   <media:description>Enquanto persistirem as preocupações genuínas com a oferta, espero que o cacau permaneça bem sustentado", diz analista</media:description>   <media:credit>Ronaldo Rosa</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:51:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dúvidas sobre escoamento de trigo mantém preços em alta na bolsa de Chicago</title>  <atom:subtitle>Cotações do cereal estão nos maiores patamares em mais de três anos com problemas nas exportações de Rússia e Ucrânia</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/duvidas-sobre-escoamento-de-trigo-mantem-precos-em-alta-na-bolsa-de-chicago.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/duvidas-sobre-escoamento-de-trigo-mantem-precos-em-alta-na-bolsa-de-chicago.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/gXJavmVWwEw748jQdl5AC-OfNRc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/V/t/x6YX51RlSdkCH6zffq5A/51368441064-505fce8f9a-c.jpg" /><br /> ]]>    A guerra entre Rússia e Ucrânia manteve os preços do trigo nos maiores patamares em três anos na bolsa de Chicago, em meio às dúvidas sobre o escoamento do cereal. Os contratos do trigo para dezembro fecharam a sessão em alta de 3,06%, para US$ 7,84 o bushel.
De acordo com a consultoria Granar, o principal fator de alta para os preços neste momento é o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que restringiu severamente os embarques de trigo pelo Mar Negro.
Nesse sentido, a consultoria cita falas do  Ministro da Agricultura da Ucrânia, Taras Vysotskyi. Segundo ele, as exportações de grãos do país totalizaram 1,42 milhão de  toneladas e podem chegar a 1,70 milhão de toneladas até o final do mês. Esse volume está bem  abaixo das 4 milhões  de toneladas que eram normalmente exportadas antes do bloqueio dos portos devido aos ataques russos.
O ministro  reiterou que os agricultores reduzirão a área semeada com trigo de inverno  para a colheita do próximo ano, dos 4,70 milhões de hectares plantados em 2026, mas não apresentou uma projeção.
Enquanto isso,  do lado russo, os embarques de trigo  permanecem suspensos via Mar de Azov e ainda restritos nos poucos terminais operacionais no Mar Negro que não foram afetados pela guerra.
Diante dessa situação, a possibilidade de isenção das tarifas de exportação de grãos como o trigo até o final do ano não tem impacto sobre os preços, pois o único fator relevante hoje é se o grão produzido pela Rússia conseguirá chegar ao mercado nos próximos meses.
"O problema é que mais de 95% da capacidade de exportação através do Mar Negro e do Mar de Azov está fisicamente paralisada. Uma isenção fiscal não resolve esse problema", afirmou Andrey Sizov , diretor da consultoria SovEcon.
Milho
O preço do milho também subiu, impacato pela disparada do trigo. Os contratos para dezembro se valorizaram 0,56%, a US$ 5,3650 o bushel.
Os futuros do milho estão atualmente nos maiores valores em mais de dois anos e meio, respondendo ainda mais recentemente às reduções nas estimativas de safra nos EUA, e também na continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia. 
Soja
Apoiado pela alta do farelo e óleo de soja, o grão avançou na bolsa de Chicago. Os contratos da oleaginosa para novembro subiram 1,58%, a US$ 12,88 o bushel.
A expectativa de incremento nas vendas dos subprodutos nos EUA impactou o mercado nesta sexta-feira, segundo a Granar. 
Por fim, o incremento das vendas americanas também beneficiou a movimentação da soja. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) comunicou hoje a venda de 182 mil toneladas de soja para a China.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/gXJavmVWwEw748jQdl5AC-OfNRc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/V/t/x6YX51RlSdkCH6zffq5A/51368441064-505fce8f9a-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trigo fechou último pregão da semana em Chicago com alta superior a 3%</media:description>   <media:credit>Carly Whitmore / USDA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:40:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Inadimplência do agronegócio na Caixa passa de 20,7%</title>  <atom:subtitle>Índice praticamente triplicou em 12 meses; para o banco, cenário agora será de estabilização</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/inadimplencia-do-agronegocio-na-caixa-passa-de-207percent.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/inadimplencia-do-agronegocio-na-caixa-passa-de-207percent.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/gcEOz1raL1yyAuEYKijUWENtpgk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/B/A/FP4fcPQqiljSABZUz1rA/2021-11-08-eaba8dc0-0f10-11eb-bfff-4d7e79948e72.jpeg" /><br /> ]]>    A inadimplência da carteira de crédito de agronegócios da Caixa praticamente triplicou em 12 meses e chegou a 20,74% em junho de 2026. No fim do primeiro semestre do ano passado, o índice estava em 7,02%.
O saldo da carteira de agronegócios do banco público atingiu R$ 62,3 bilhões no período, alta de 3% na comparação com junho de 2025, mas queda de 4% em relação a março de 2026.
A variação da inadimplência foi menor na comparação com o primeiro trimestre deste ano, quando os atrasos acima de 90 dias nos vencimentos de operações de crédito rural estavam em 18,29%. O vice-presidente de finanças e controladoria da Caixa, Marcos Brasiliano Rosa, considera que o cenário agora será de estabilização.
“Nós já olhamos para essa curva com uma estabilidade, com perda de velocidade”, disse Brasiliano após a apresentação dos resultados consolidados do primeiro semestre do ano. “Agora, eu olho para essa carteira já como uma oportunidade, por conta de todo o cenário, medida provisória [MP 1.376/2026], possibilidade de a gente ir lá negociar esses créditos e atender o nosso cliente que está hoje com alguma dificuldade”, completou.
A Caixa não recebeu saldos equalizáveis para a renegociação das dívidas rurais via MP. Há duas semanas, o Tesouro Nacional distribuiu R$ 25,8 bilhões em limites para dez instituições financeiras. Elas poderão renegociar as operações com equalização federal para bancar a diferença nos juros mais baixos aos produtores na ponta.
O banco estatal deverá apostar no uso de recursos obrigatórios, oriundos do direcionamento dos depósitos à vista. Nesta semana, o Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou a regra e permitiu a utilização desse dinheiro em operações para renegociar dívidas originalmente contratadas com outras fontes, com exceção dos fundos constitucionais e Funcafé.
O vice-presidente de varejo da Caixa, Adriano Matias, disse que a publicação da MP 1.376/2026 ajudou na “qualidade” do crédito em julho, mas ressaltou que a operacionalização das renegociações começou apenas na semana passada.
Segundo ele, abril foi o “pior mês” para a inadimplência do crédito rural, mas a curva de pagamentos em dia voltou a crescer em maio “devido à maior clareza em relação ao que viria ser a medida provisória 1.376”.
Ele disse que todos os clientes já foram abordados para fazer a renegociação.
O índice de inadimplência do agronegócio (20,74%) é o maior da carteira total da Caixa, de R$ 1,4 trilhão. O banco estatal tem saldos mais expressivos nos ramos imobiliário (R$ 1 trilhão e inadimplência de 1,45%), de infraestrutura (R$ 110,5 bilhões e inadimplência de 0,03%) e comercial (R$ 270,4 bilhões e inadimplência de 9,32%).
O aumento da inadimplência no agronegócio também elevou a curva de provisão de recursos para perdas associadas ao risco de crédito que a Caixa tem que fazer, segundo as regras da resolução 4.966/2021 do CMN.
O índice de provisão da carteira de agronegócios da Caixa passou de 6,8% em junho de 2025 para 13,2% em março de 2026 e para 16,5% na metade deste ano. Cerca de R$ 17 bilhões, do saldo de R$ 62,5 bilhões, estão em estágio 3 de risco de crédito. Desses, R$ 9 bilhões (56,4% do total) está provisionado para perdas.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/gcEOz1raL1yyAuEYKijUWENtpgk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/B/A/FP4fcPQqiljSABZUz1rA/2021-11-08-eaba8dc0-0f10-11eb-bfff-4d7e79948e72.jpeg" medium="image"/>   <media:description>O saldo da carteira de agronegócios do banco público atingiu R$ 62,3 bilhões em junho, alta de 3% na comparação anual, mas queda de 4% em relação a março de 2026</media:description>   <media:credit>Rafael Henrique/Getty Images</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:35:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Inadimplência do crédito rural bate recorde e chega a 8,8% em julho</title>  <atom:subtitle>Piora do cenário pode ser reflexo dos vencimentos de operações e da espera dos produtores por iniciativas governamentais para renegociação do passivo</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/inadimplencia-do-credito-rural-bate-recorde-e-chega-a-88percent-em-julho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/inadimplencia-do-credito-rural-bate-recorde-e-chega-a-88percent-em-julho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/flypuK2aAMwR3f7lIdh5U1MTKjE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/f/B/BasrF0TuiRmAOxvxqaYA/gettyimages-1032338760.jpg" /><br /> ]]>    A inadimplência do crédito rural para pessoas físicas voltou a aumentar em julho, bateu novo recorde e chegou a 8,8% da carteira total. Antes, o índice mais alto havia sido registrado em fevereiro, em 7,7%, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta sexta-feira (28/8) pelo Banco Central.
O índice se refere às operações com recursos direcionados, oriundos das exigências mínimas de aplicação pelas instituições financeiras das suas captações de depósitos à vista e da poupança rural.
Desde abril, a inadimplência estava em estabilidade, em torno de 7,5%. A aceleração em julho e a renovação do recorde da série histórica, medida desde março de 2011, pode ser reflexo dos vencimentos de operações de crédito rural no período e da espera dos produtores por iniciativas governamentais para renegociação do passivo.
A Medida Provisória 1.376/2026, que autorizou a renegociação de até R$ 100 bilhões em dívidas, nas estimativas oficiais do governo federal, foi publicada em 15 de julho, e ainda não surtiu efeito. Houve relatos de instituições financeiras sobre aumento nos atrasos dos pagamentos.
“A deterioração é generalizada, no agro e fora dele. No caso do agro, o fato de que a maioria dos produtores opera na pessoa física e mistura a atividade com o movimento pessoal agrava a situação”, afirmou Rogério Boueri, ex-secretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Fazenda.
O cenário piorou em julho na comparação com o mês anterior tanto nas operações a taxas de mercado quanto nos financiamentos com juros controlados. No primeiro caso, a inadimplência passou de 13,1% para 15,5%, maior índice da história acompanhada pelo BC. Nos empréstimos com tarifas reguladas para o tomador final, a evolução foi de 3,3% para 3,7%, percentual que também é recorde.
Fernando Rocha, chefe do departamento de estatística do Banco Central, disse que a trajetória de crescimento da inadimplência no crédito rural para pessoas físicas “não parece ter sido interrompida ainda”. Ele ressaltou que o índice havia demonstrado estabilidade nos meses anteriores, mas voltou a crescer em um ritmo mais acelerado em julho e que há uma “tendência” de aumento.
“Essa taxa de inadimplência do crédito rural é puxada pelas operações [com taxas] de mercado”, disse em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (28/8). Segundo Rocha, os números traduzem a situação econômica relatada no campo.
“A gente olha as notícias dos jornais, as condições desse mercado e vê, digamos, reclamações em relação a quebra de safras, efeitos climáticos e tudo. Acho que isso reflete a situação econômica desse mercado, mas a inadimplência tem crescido e chegou ao recorde da série”, afirmou.
A inadimplência do crédito rural para pessoas físicas com recursos direcionados praticamente dobrou em 12 meses. Em julho de 2025, o índice estava em 4,5%. A aceleração começou um ano antes, quando era apenas 1,9%, já acima da média histórica até então, de 1,8%. O saldo da carteira considerado pelo BC estava em R$ 557,2 bilhões no mês passado.
Já nas pessoas jurídicas, a inadimplência do agronegócio chegou a 0,9%. É o maior índice desde outubro de 2020, período em que chegou ao maior patamar da história (5,9%). A média, desde março de 2011, é de apenas 1,1% nessa categoria.
A inadimplência das pessoas jurídicas também é maior nas taxas de mercado. Em julho, o índice chegou a 1,2% ante 1,1% em junho. Nas operações com taxas controladas, o percentual se manteve em 0,4%.
O saldo da carteira de crédito rural com recursos direcionados para pessoas jurídicas era de R$ 127,3 bilhões em julho.
A carteira de crédito rural total, para pessoas físicas e jurídicas, com recursos direcionados estava em R$ 684,6 bilhões no mês passado.
Juros
Apesar da redução nos juros anunciada para o Plano Safra 2026/27, que entrou em vigor em julho, as taxas médias aumentaram no crédito rural aos produtores na comparação com junho.
No caso das pessoas físicas, a taxa média passou de 10,5% para 11,3% ao ano. Nas operações com juros controlados, a evolução foi de 9,2% para 9,6%. Nos financiamentos livres, as taxas passaram de 12,1% para 13,4%.
Já nas pessoas jurídicas, a taxa média ficou em 12,5% ante 12,6% em junho. Os juros de mercado saíram de 12% para 12,8% ao ano enquanto as alíquotas reguladas caíram de 13,9% para 11,5%.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/flypuK2aAMwR3f7lIdh5U1MTKjE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/f/B/BasrF0TuiRmAOxvxqaYA/gettyimages-1032338760.jpg" medium="image"/>   <media:description>O cenário de inadimplência piorou em julho na comparação com o mês anterior tanto nas operações a taxas de mercado quanto nos financiamentos com juros controlados</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:31:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil ganha vantagem com ampliação das importações de carne nos EUA, diz ministério</title>  <atom:subtitle>A tarifa de importação aplicada atualmente é de 26,4%; para as 300 mil toneladas incluídas na nova cota, a taxa será de US$ 44  por tonelada</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/brasil-ganha-vantagem-com-ampliacao-das-importacoes-de-carne-nos-eua-diz-ministerio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/brasil-ganha-vantagem-com-ampliacao-das-importacoes-de-carne-nos-eua-diz-ministerio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/06F1TGlIZyjtyoUDUrkerAWX_ZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/s/zW3CTMSAGohenrB3mlkA/imagens-rafa-4-.png" /><br /> ]]>    O Ministério da Agricultura informou, em nota divulgada nesta sexta-feira (28/8), que a vantagem econômica da decisão do governo dos Estados Unidos de ampliar, temporariamente, a importação de carne bovina "é significativa" e que o Brasil tem condições de "se beneficiar de grande parte dela".
A decisão dos EUA, anunciada na noite de quarta-feira (26/8) pelo presidente americano Donal Trump, criou uma nova cota de 300 mil toneladas, em aparas magras e recortes de carne bovina, com taxa reduzida. O produto é utilizado pela indústria americana na fabricação de carne moída.
A tarifa de importação aplicada atualmente é de 26,4%. Para as 300 mil toneladas incluídas na nova cota, a taxa será de US$ 44  por tonelada, informou o ministério na nota. 
A Pasta disse que "seguirá acompanhando a implementação da medida e seus impactos sobre o comércio internacional de carne bovina, em articulação com o setor produtivo e exportador brasileiro, visando identificar oportunidades e apoiar a ampliação da presença da carne bovina brasileira em mercados estratégicos".  
Segundo o Ministério da Agricultura, a medida contempla todos os países que não possuem cotas específicas perante os EUA, como é o caso do Brasil, Paraguai, Irlanda e outros. A decisão vale de 1º de setembro a 30 de novembro de 2026.
O ministério salientou, na nota, que as autoridades dos EUA vão monitorar os preços de importação referentes a esse volume adicional anunciado. "Se as importações americanas, dentro da cota expandida, não estiverem sendo vendidas a um preço 25% abaixo do preço de mercado, os EUA poderão eliminar imediatamente qualquer parcela restante da cota ampliada". 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/06F1TGlIZyjtyoUDUrkerAWX_ZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/s/zW3CTMSAGohenrB3mlkA/imagens-rafa-4-.png" medium="image"/>   <media:description>Nova cota será de 300 mil toneladas de aparas magras e recortes de carne bovina, utilizados na fabricação de carne moída</media:description>   <media:credit>Canva/ Creative Commons</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:26:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Campeão mundial da PBR lidera Barretos International Rodeo</title>  <atom:subtitle>Cássio Dias Barbosa, vencedor da temporada 2024 da Professional Bull Riders, terminou em primeiro a rodada de abertura da competição no interior de São Paulo</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cultura/noticia/2026/08/campeao-mundial-da-pbr-lidera-barreros-international-rodeo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cultura/noticia/2026/08/campeao-mundial-da-pbr-lidera-barreros-international-rodeo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/okmXdo6HftFRuF52aFUKpCGhTt0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/A/O/YuET9PSImvzBTC09jWYQ/cassio-dias-em-barretos.jpeg" /><br /> ]]>    O mineiro Cássio Dias Barbosa, campeão mundial da Professional Bull Riders (PBR) em 2024, largou na frente no 33º Barretos International Rodeo, disputada na noite de quinta-feira (27/8), durante a 71ª Festa do Peão de Barretos. Na primeira rodada, ele marcou 91,50 pontos no lombo do touro Sertão. 
Barbosa, que, atualmente, defende o Kansas City Outlaws no Team Series, o campeonato mundial de equipes da PBR, aproveitou uma folga na competição nos EUA e veio ao Brasil relembrar seus tempos de Barretão.
“Bati na trave no International de Barretos três vezes, mas agora vim para ser campeão”, disse o peão de 24 anos, natural de São Francisco de Sales, na arena mais famosa de rodeios do país. Antes de fazer carreira nos Estados Unidos, ele foi campeão da temporada  2021/2022 da PBR Brasil durante a Festa do Peão de Barretos.
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Quem também se destacou entre os 36 peões que disputam o título do International é o experiente João Ricardo Vieira, 13 vezes finalista mundial da PBR, duas vezes vice-campeão mundial e bicampeão do famoso The American Rodeo. Paulista de Itatiba, de 42 anos, ele conquistou a terceira melhor nota da noite com 89,25 pontos no touro Carga Explosiva.
“É uma emoção grande poder voltar e participar de Barretos. Já venci grandes rodeios, mas o título do International falta na minha carreira. Estou preparado fisicamente e mentalmente para fazer um bom trabalho e, se Deus quiser, sair daqui campeão.”
O paranaense Lucas Vinicius Vieira, de Santa Tereza do Oeste, obteve a segunda melhor nota na quinta, com 90,25 no lombo do touro Emocionante. Das 36 montarias da quinta-feira, só 14 foram vencidas pelos peões. 
Além de atletas classificados pelos campeonatos ligados à Confederação Nacional de Rodeio (CNAR), finalistas da PBR Brasil e da Liga Nacional de Rodeio (LNR), o International tem a participação do mexicano Álvaro Alvarez Aguilar, vice-campeão individual em 2024, dos norte-americanos Andrew Alvidrez e Keyshawn Whitehorse e do australiano Callum Miller, todos da PBR mundial. Dos quatro, só o navajo Whitehorse pontuou na primeira rodada, com nota 88,25. 
O campeonato em Barretos, que termina no domingo (30/8), classifica oito atletas para disputar o The American Rodeo 2027 no Texas, em abril, que paga uma premiação de até US$ 2 milhões para o campeão em touros.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/okmXdo6HftFRuF52aFUKpCGhTt0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/A/O/YuET9PSImvzBTC09jWYQ/cassio-dias-em-barretos.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Cassio Dias Barbosa aproveitou a folga das competições nos Estados Unidos para 'matar a saudade' de uma disputa em Barretos</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:02:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trigo dispara com escalada de guerra e chega ao maior valor desde 2023; ouça o comentário</title>  <atom:subtitle>Conflito entre Rússia e Ucrânia aumenta preocupações com a oferta global do cereal</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/trigo-dispara-com-escalada-de-guerra-e-bate-o-maior-valor-desde-2023-ouca-o-comentario.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/trigo-dispara-com-escalada-de-guerra-e-bate-o-maior-valor-desde-2023-ouca-o-comentario.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Zlk7WGOTJ87kDVhDIOK7vpSlCPo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/a/E/aRT1NVTBa1NQyA6wSGRw/foto-luiz-henrique-magnante-embrapa.jpg" /><br /> ]]>    Cassiano Ribeiro explica que a valorização do trigo ocorre em meio à escalada da guerra entre Rússia e Ucrânia, dois importantes fornecedores do cereal no mercado mundial. Os novos ataques atingiram infraestruturas portuárias e reduziram o volume de exportações dos dois países. Segundo a consultoria StoneX, a possibilidade de agravamento do conflito aumenta as preocupações do mercado com a oferta global de trigo. Saiba mais. 
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*Ouça o CBN Agro de segunda a sexta-feira, por volta de 5h50, no CBN Primeiras Notícias, e às terças-feiras, por volta de 13h10, no CBN Brasil.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Zlk7WGOTJ87kDVhDIOK7vpSlCPo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/a/E/aRT1NVTBa1NQyA6wSGRw/foto-luiz-henrique-magnante-embrapa.jpg" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:29:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Conab anuncia leilões para compra de até 20 mil toneladas de milho</title>  <atom:subtitle>Operações estão marcadas para os dias 1 e 2 de setembro</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/milho/noticia/2026/08/conab-anuncia-leiloes-para-compra-de-ate-20-mil-toneladas-de-milho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/milho/noticia/2026/08/conab-anuncia-leiloes-para-compra-de-ate-20-mil-toneladas-de-milho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/vh4gWap3WsVGm-DPIosUfJSnpng=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/l/m/KimlVrQji5GDft4UAdIA/50164084738-d03ec84e28-c.jpg" /><br /> ]]>    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou nesta sexta-feira (28/8) que fará novas rodadas de leilão para a compra de milho. Segundo comunicado da estatal, a expectativa é adquirir até 20 mil toneladas do cereal em operações marcadas para os dias 1 e 2 de setembro.
O objetivo dos leilões é abastecer os estoques governamentais de milho voltados para o atendimento do Programa de Venda em Balcão (ProVB). 
"O reforço nos estoques públicos de milho vendido pela Conab vai auxiliar pequenos criadores de animais em todo o país, sobretudo aqueles situados em locais mais distantes dos grandes centros e das zonas de maior produção, e que utilizam o produto para a alimentação dos seus plantéis", afirmou a companhia.
O primeiro leilão será destinado exclusivamente à agricultura familiar.  Poderão participar produtores rurais, cooperativas e associações que possuam Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) válidos, em nome dos quais toda a documentação deverá ser emitida. 
Caso o volume ofertado no leilão inicial não seja integralmente negociado, a quantidade remanescente será disponibilizada em um novo pregão, previsto para o dia seguinte. A segunda operação será aberta aos demais fornecedores interessados e habilitados para comercializar milho para a companhia, incluindo produtores rurais, cooperativas e comerciantes. 
"O milho a ser adquirido deverá ser entregue nas Unidades Armazenadoras da Conab localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais,  conforme a distribuição dos lotes definida em cada aviso", disse a empresa. 
Os editais também detalham os quantitativos por lote, as especificações do produto, os locais e as condições de entrega, os cronogramas, a documentação exigida e as demais regras para participação.
A Conab adquiriu 10 mil toneladas de milho em leilões de compra realizados nos dias 18 e 19 de agosto, sendo que 60% do volume adquirido será fornecido por cooperativas da agricultura familiar e de famílias produtoras assentadas da reforma agrária. 
De acordo com a estatal, o cereal será entregue pelos vencedores diretamente na unidade armazenadora da Conab em Mato Grosso do Sul para posterior comercialização por meio do ProVB. 
Estas operações de compra de milho voltada para o abastecimento do Programa de Venda em Balcão estão autorizadas pelos ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Fazenda.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/vh4gWap3WsVGm-DPIosUfJSnpng=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/l/m/KimlVrQji5GDft4UAdIA/50164084738-d03ec84e28-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>O objetivo dos leilões é abastecer os estoques governamentais de milho voltados para o atendimento do Programa de Venda em Balcão (ProVB)</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:08:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preços dos grãos sobem em Chicago nesta sexta-feira</title>  <atom:subtitle>Contratos de soja, milho e trigo operam em alta nesta manhã</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/precos-dos-graos-sobem-em-chicago-nesta-sexta-feira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/precos-dos-graos-sobem-em-chicago-nesta-sexta-feira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/ZCT4hTd4FEDXXqyoZKbNqYzShWQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/C/l/fxt8XPRNG1JzegGQBNnQ/52423833646-226d44f44b-c.jpg" /><br /> ]]>    O preço do soja opera em alta nesta manhã de sexta-feira (28/8) na bolsa de Chicago. Os contratos com entrega para dezembro de 2026 sobem 1,06%, cotado a US$ 12,8125 o bushel.
A alta vem após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciar nesta manhã a venda de 182 mil toneladas de soja para a China.
Milho
O milho também tem alta. Os contratos com entrega para dezembro de 2026, de maior volume negociado, sobem 0,89%, cotado a US$ 4,38 o bushel.
Trigo
Por fim, o trigo segue em alta, impulsionado pelo conflito no Mar Negro. Os contratos para setembro de 2026 sobem 2,04%, cotados a US$ 7,7625 o bushel.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/ZCT4hTd4FEDXXqyoZKbNqYzShWQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/C/l/fxt8XPRNG1JzegGQBNnQ/52423833646-226d44f44b-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>A alta da soja vem após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciar a venda de 182 mil toneladas para a China</media:description>   <media:credit>Grégori Bertó/Palácio Piratini</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:06:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do cacau abre o dia em alta na bolsa de Nova York</title>  <atom:subtitle>Café também sobe nesta manhã; açúcar, algodão e suco de laranja operam em baixa</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-cacau-abre-o-dia-em-alta-na-bolsa-de-nova-york.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-cacau-abre-o-dia-em-alta-na-bolsa-de-nova-york.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/XbPnViXsIpGhheitgssOubyhKSA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/k/k/LU9rzWTJKqicyu2M4wQw/gettyimages-1365845160-170667a.jpg" /><br /> ]]>    O preço do cacau tem forte alta nesta manhã de sexta-feira na bolsa de Nova York (28/8). Os contratos da amêndoa com vencimento em dezembro de 2026 avançam 5,91%, cotados a US$ 6.538 a tonelada.
Segundo a Barchart, a expectativa de uma produção menor na Costa do Marfim está impulsionando as cotações.
Café
O preço do café opera em leve alta. Os lotes com entrega para dezembro de 2026 sobem 0,45%, cotados a US$ 3,11 a libra-peso.
Açúcar
O açúcar opera em baixa na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 recuam 1,15%, negociados a US$ 17,98 a libra-peso.
Algodão
O algodão também opera em queda. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 recuam 0,19%, cotados a 92,93 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em forte baixa. Os papéis mais negociados, com vencimento em setembro de 2026, estão cotados a US$ 1,2985 a libra-peso, com recuo de 4,46%.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/XbPnViXsIpGhheitgssOubyhKSA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/k/k/LU9rzWTJKqicyu2M4wQw/gettyimages-1365845160-170667a.jpg" medium="image"/>   <media:description>Expectativa de uma produção menor de cacau na Costa do Marfim está impulsionando as cotações</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:02:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump pretende autorizar agricultores e pecuaristas a processarem alimentos que produzem</title>  <atom:subtitle>Presidente americano critica "monopólio desonesto" de processadoras como JBS e a MBRF</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/politica/noticia/2026/08/trump-pretende-autorizar-agricultores-e-pecuaristas-a-processarem-alimentos-que-produzem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/politica/noticia/2026/08/trump-pretende-autorizar-agricultores-e-pecuaristas-a-processarem-alimentos-que-produzem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/VyplG6M-3JAln2vDbLDy92LFWX8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/4/x/kDIbbhRAASm2kaB6mDBw/2021-11-23-50435741343-d32b2cda8c-o.jpg" /><br /> ]]>    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, postou em uma rede social que autorizou a elaboração de documentos legais para que agricultores e pecuaristas do país tenham o direito de processar seus próprios alimentos. 
“Pecuaristas e agricultores sempre foram minha prioridade número um. Eles trabalham muito, são inteligentes, eficientes e impecavelmente limpos, mas há anos venho ouvindo que enfrentam um problema enorme com as grandes processadoras, que muitos consideram um monopólio desonesto”, afirmou Trump na rede social.
“Existem, essencialmente, quatro deles — um número que não promove a concorrência —, e eles tornam a vida insuportável para nossos maravilhosos agricultores e pecuaristas, e eu não posso deixar isso acontecer, não é mesmo?”, continuou o presidente americano. 
Trump disse ainda que a medida busca “quebrar esse poderoso monopólio, cuja propriedade está, em grande parte, sediada fora dos EUA”. 
A JBS e a MBRF, controladora da National Beef, estão entre as empresas controladas por não americanos com operação nos Estados Unidos. 
O anúncio ocorre pouco depois de o governo americano ter sido cobrado pelo setor agropecuário local por autorizar a importação temporária de carne destinada à produção de carne moída. 
A American Farm Bureau Federation (AFBF), uma das principais entidades de representação dos produtores rurais dos Estados Unidos, criticou a decisão de Trump de ampliar em 300 mil toneladas as importações de carne bovina do país durante 90 dias. 
A medida foi oficializada na última quarta-feira (26/8) pelo governo dos EUA.
A entidade classificou a medida como "um golpe contra a agricultura do país". O presidente da AFBF, Zippy Duvall, disse que a importação ameaça a recuperação do setor pecuário americano e pode pressionar a renda dos produtores justamente em um momento de queda do mercado.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/VyplG6M-3JAln2vDbLDy92LFWX8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/4/x/kDIbbhRAASm2kaB6mDBw/2021-11-23-50435741343-d32b2cda8c-o.jpg" medium="image"/>   <media:description>O anúncio ocorre pouco depois de o governo americano ter sido cobrado pelo setor agropecuário local por autorizar a importação temporária de carne destinada à produção de carne moída</media:description>   <media:credit>CNA/Wenderson Araujo</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 12:57:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do limão tahiti segue em alta com oferta restrita</title>  <atom:subtitle>Cotações devem continuar sustentadas em setembro e outubro</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/laranja/noticia/2026/08/preco-do-limao-tahiti-segue-em-alta-com-oferta-restrita.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/laranja/noticia/2026/08/preco-do-limao-tahiti-segue-em-alta-com-oferta-restrita.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/RsK-quWbWd_9P8-5SQEWFocmCtU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/u/H/GSFrTiRDCIIm6BZ2b11A/50723949182-ce8d37c57d-c.jpg" /><br /> ]]>    Os preços do limão tahiti seguem em forte alta neste período de entressafra no cinturão citrícola. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a disponibilidade reduzida tem limitado as negociações, mesmo diante da demanda aquecida, enquanto a qualidade dos frutos ofertados permanece satisfatória.
Na quinta-feira (27/8), na região de Araraquara (SP), a caixa de 27 quilos do limão tahiti estava cotada a R$ 118,50, uma alta de 35,16% no acumulado de agosto. De acordo o Cepea, o descompasso entre oferta e demanda se intensificou neste ano pela entrada ainda mais limitada de novos frutos, sustentando a valorização. 
Para setembro e outubro, a expectativa é de alguma recuperação da oferta, com a entrada de frutos provenientes das induções florais ocorridas no início do ano. Pesquisadores do Cepea, porém, ressaltam que essas floradas tiveram desempenho abaixo do esperado. O excesso de chuvas no período prejudicou tanto o início da floração quanto o pegamento dos frutos, limitando o potencial de aumento da produção no curto prazo.
Dessa forma, embora a disponibilidade possa melhorar gradualmente ao longo de setembro e outubro, não se espera, neste momento, uma expansão suficientemente forte da oferta para provocar queda acentuada das cotações, sobretudo nos próximos dias.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/RsK-quWbWd_9P8-5SQEWFocmCtU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/u/H/GSFrTiRDCIIm6BZ2b11A/50723949182-ce8d37c57d-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>Qualidade dos frutos ofertados permanece satisfatória</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 12:44:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preços dos ovos caem em agosto, mas média ainda supera a de julho</title>  <atom:subtitle>Agentes esperam que o mercado permaneça calmo nos próximos dias, com expectativa de retomada das negociações após a virada do mês</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/aves/noticia/2026/08/precos-dos-ovos-caem-em-agosto-mas-media-ainda-supera-a-de-julho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/aves/noticia/2026/08/precos-dos-ovos-caem-em-agosto-mas-media-ainda-supera-a-de-julho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/G7bOpB_hIq7wZ10ZnPlvjS2moVE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/9/7/0B3zVATAAqIAh4kCB58A/2.png" /><br /> ]]>    Apesar das quedas registradas neste fim de agosto, a média dos preços dos ovos na parcial do mês está acima da registrada em julho, refletindo os preços mais firmes praticados ao longo da primeira quinzena, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Na quinta-feira (27/8), em Bastos (SP), a caixa de 30 dúzias de ovos brancos estava cotada a R$ 123,52, um recuo de 8,08% no acumulado de agosto. Em Santa Maria de Jetibá (ES), a cotação estava em R$ 131,75 a caixa, queda de 1,42% no mesmo período. 
Segundo o Cepea, as recentes desvalorizações se devem, principalmente, ao menor volume de vendas, típico deste período do mês, diante do menor poder aquisitivo da população. Agentes esperam que o mercado permaneça calmo nos próximos dias, com expectativa de retomada das negociações após a virada do mês.
Mesmo com a recuperação frente ao mês anterior, as cotações da proteína seguem em patamares baixos nas regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas. Em termos reais (dados deflacionados pelo IGP-DI), a média de agosto é a menor para o período desde 2021, no caso dos ovos brancos, e desde 2020, para os ovos vermelhos.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/G7bOpB_hIq7wZ10ZnPlvjS2moVE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/9/7/0B3zVATAAqIAh4kCB58A/2.png" medium="image"/>   <media:description>Recentes desvalorizações dos ovos se devem, principalmente, ao menor volume de vendas, típico deste período do mês</media:description>   <media:credit>Canva/Creative Commons</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 12:14:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do boi gordo fica estável após três quedas consecutivas</title>  <atom:subtitle>A oferta de gado permanecia enxuta, porém a demanda estava fraca</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/preco-do-boi-gordo-fica-estavel-apos-tres-quedas-consecutivas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/preco-do-boi-gordo-fica-estavel-apos-tres-quedas-consecutivas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/YJ0j_hQJsjNDLJXEfQodzPl6Pzs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/c/8/AsB2GiQay8cXQGvO02BQ/20231108-171403.jpg" /><br /> ]]>    Após três dias consecutivos de queda no Estado de São Paulo, referência para as cotações, o mercado pecuário teve preços estáveis nesta quinta-feira (27/8), informa a Scot Consultoria. Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), a arroba do boi gordo seguiu cotada a R$ 342 para o pagamento em 30 dias. Os valores do “boi China”, da vaca e da novilha também não tiveram alterações.
A estabilidade nas praças paulistas foi verificada na maior parte do Brasil. Das 33 regiões monitoradas pela Scot, 30 não sofreram mudanças nos preços do boi gordo na comparação diária. Houve altas apenas no Espírito Santo e no sul e oeste da Bahia.
Segundo a Scot, o ambiente de negócios seguia com divergências entre vendedores e compradores, mas estava mais próximo de um ponto de equilíbrio. A oferta de gado permanecia enxuta, porém a demanda estava fraca. Com dificuldade no escoamento da carne, a indústria ofertava preços menores, comprava de forma pontual e mantinham as programações de abate confortáveis, em torno de seis dias. Esse cenário mantinha a pressão sobre as cotações. 
Do lado da venda, os pecuaristas estavam resistentes a preços menores, mas realizavam negócios, contudo, também de forma pontual e principalmente com lotes menores, o que limitava novas quedas. Ofertas nas faixas mais altas das referências encontravam melhores condições de negociação.
Havia relatos de negócios acima e abaixo das referências. Frigoríficos com maior necessidade de completar as escalas ofertavam preços ligeiramente acima das referências, enquanto indústrias com parcerias e vendedores mais dispostos a vender fechavam negócios a preços ligeiramente inferiores. Esses negócios, porém, eram pontuais e não se caracterizavam como referência de mercado.
O  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destaca a diferença de preços entre a arroba do boi gordo negociada no Estado de São Paulo e os da carcaça casada no atacado paulista. Até o dia 26, a cotação do boi em agosto, pelo indicador Cepea/Esalq apresenta a média de R$ 346,11 a arroba, enquanto a carcaça casada esteve, em média, a R$ 361,20 a arroba. A diferença é de R$ 15,09, com vantagem para a carne.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/YJ0j_hQJsjNDLJXEfQodzPl6Pzs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/c/8/AsB2GiQay8cXQGvO02BQ/20231108-171403.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pecuaristas estavam resistentes a preços menores, mas realizavam negócios, de forma pontual e principalmente com lotes menores, o que limitava novas quedas</media:description>   <media:credit>José Florentino/Globo Rural</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 09:50:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Com demanda firme, soja avança e já acumula alta de 7% em Paranaguá</title>  <atom:subtitle>Procura pelo grão brasileiro está aquecida no mercado externo e no exterior</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/com-demanda-firme-soja-avanca-e-ja-acumula-alta-de-7percent-em-paranagua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/com-demanda-firme-soja-avanca-e-ja-acumula-alta-de-7percent-em-paranagua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/FGoPI1zTR8XB5mBfa-JnZsHYNIw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/Z/s/oea7RoR0uNzhkGmk9yKw/soja-exportacao-b.201-arquivo-julho22-claudio-neves-2.jpg" /><br /> ]]>    O preço da soja segue firme no Brasil, sem mudanças nos fundamentos de mercado. O indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) subiu 0,31% nesta quinta-feira (27/8), a R$ 155,05 a saca. 
A cotação da oleaginosa se mantém firme com cenário de demanda contínua. Diante disso, o indicador já acumula alta de 7% neste mês.
Ale Delara, diretor da Delara Agronegócios, explica que a tendência de preços firmes prevalece, uma vez que a procura pelo grão brasileiro se mantém aquecida.
“A China está muito presente nas compras, assim como a indústria. A baixa disponibilidade faz o preço subir, junto de outros fatores, como o prêmio e também os valores na bolsa de Chicago”, disse.
Na bolsa americana, os lotes da soja para novembro subiram 0,16%, a US$ 12,68 o bushel.
A soja também se valorizou na maioria das praças monitoradas pela AgRural. Em Ponta Grossa (PR), o preço subiu R$ 2,50 em relação ao dia anterior, cotada a R$ 152,50. Em Primavera do Leste (MT), a soja ficou estável, em R$ 136 a saca. Já em Luís Eduardo Magalhães (BA), a saca teve alta de R$ 1,50, negociada a R$ 139,50.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/FGoPI1zTR8XB5mBfa-JnZsHYNIw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/Z/s/oea7RoR0uNzhkGmk9yKw/soja-exportacao-b.201-arquivo-julho22-claudio-neves-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Baixa disponibilidade da soja faz o preço subir, segundo analista</media:description>   <media:credit>Claudio Neves/Portos do Paraná</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 09:15:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Expointer 2026 será 'termômetro' para o setor de máquinas agrícolas</title>  <atom:subtitle>Maior feira agropecuária do Rio Grande do Sul começa neste sábado e segue até o dia 6 de setembro; veja atrações e como chegar</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/expointer-2026-sera-termometro-para-o-setor-de-maquinas-agricolas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/expointer-2026-sera-termometro-para-o-setor-de-maquinas-agricolas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/YHiAbIrLr1qGTAJoc2boOOVt9os=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/C/0/LqPQoRT5Sqi0Yb9qBkXA/54758584352-e523dd7ce1-o.jpg" /><br /> ]]>    A maior feira agropecuária do Rio Grande do Sul começa neste sábado (29/8) com o desafio de superar as dificuldades que o agronegócio gaúcho, marcado por intempéries climáticas e endividamento, vem enfrentando. A 49ª Expointer, que acontece até o dia 6 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), será a primeira grande feira do agronegócio após o anúncio do Plano Safra 2026/27.
O evento será também o primeiro grande termômetro para medir a reação do mercado às novas condições de financiamento e a capacidade de transformar a intenção de compra dos produtores em investimentos, segundo o Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers).
Em 2025, a feira recebeu 1,01 milhão de visitantes, um aumento de 52% em relação à edição de 2024, quando o Rio Grande do Sul ainda se recuperava dos efeitos das enchentes que ocorreram naquele ano. Já os negócios realizados sofreram uma queda de 45%, para R$ R$ 4,418 bilhões.  
Neste ano, 135 empresas de máquinas e implementos agrícolas participarão da Expointer, número é 18% menor em relação ao ano passado. Apesar da redução, o presidente do Simers e da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, torce para o evento seja positivo para os negócios do setor. 
“O setor continua apostando na feira e na força do mercado. Temos uma expectativa positiva de que esta edição ajude a movimentar as vendas e sinalize uma retomada dos investimentos no campo”, afirma.
Para Bier, o potencial da feira está diretamente relacionado ao funcionamento efetivo do Plano Safra e à chegada dos recursos ao produtor. “O produtor continua acreditando na tecnologia como ferramenta para produzir mais e melhor. O que esperamos é que as linhas de crédito estejam plenamente operacionais e acessíveis durante a Expointer. Se o financiamento chegar efetivamente ao produtor, teremos um ambiente muito favorável para impulsionar os negócios e estimular novos investimentos”, destaca.
O cenário, no entanto, ainda exige atenção. A baixa rentabilidade das principais culturas, provocada pela combinação entre preços pressionados das commodities e elevados custos de produção, reduziu a capacidade de investimento do produtor rural ao longo dos últimos meses. 
Para o Simers, esse contexto torna ainda mais importante que os recursos anunciados no Plano Safra estejam efetivamente disponíveis, com acesso simplificado e condições que permitam ao produtor tomar decisões de investimento.
Neste ano, a feira registra 7.926 animais inscritos
Fernando Dias
Atrações
Uma das grandes atrações da Expointer são os animais. Neste ano, a feira registra 7.926 exemplares inscritos, entre bovinos de corte, de leite, bubalinos, ovinos, caprinos, equinos, aves e animais de pequeno porte. Desse total, 5.756 são de argola (exemplares voltados para exposição e julgamento), uma quantidade que não era atingida desde 2012. Em relação ao ano passado, o aumento foi de mais de 12%.  
O Pavilhão da Agricultura Familiar contará com 509 expositores. Serão representados 218 municípios do Rio Grande do Sul. Do total de participantes, 400 são agroindústrias familiares, 74 atuam no artesanato e 28 trabalham com plantas, mudas e flores. Entre os empreendimentos de artesanato, oito são indígenas e três, quilombolas.  
Já o Pavilhão Internacional receberá o Querência Inclusiva, espaço destinado ao acolhimento de pessoas autistas, neurodivergentes e seus familiares. A estrutura contará com ambiente de convivência, área infantil, sala de regulação sensorial e local para orientação às famílias. 
A Expointer é realizada pelo governo do Rio Grande do Sul, com o apoio da prefeitura de Esteio, Federação da Agricultura do RS (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag-RS), Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raças (Febrac), Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs), Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers) e Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). 
O Pavilhão da Agricultura Familiar contará com 509 expositores
João Pedro Rodrigues/SecomRS
Ingressos 
Os ingressos para a 49ª Expointer podem ser adquiridos pela internet, por meio deste link. Também é possível comprar as entradas diretamente nas bilheterias do Parque de Exposições Assis Brasil. Haverá totens de autoatendimento sem cobrança de taxa de serviço.  
Na compra on-line, o visitante deve fazer login na plataforma Ingresso Nacional e informar o nome completo e o CPF da pessoa que utilizará cada ingresso. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito, boleto bancário ou Pix. As compras pela internet terão acréscimo de taxa de serviço. Nas bilheterias do evento, os ingressos serão vendidos sem a cobrança dessa taxa.  
O ingresso para pedestres custa R$ 22. Para estudantes, idosos com 60 anos ou mais e pessoas com deficiência, o valor é de R$ 11, mediante apresentação da documentação exigida. Crianças com menos de seis anos, acompanhadas dos pais ou responsáveis, têm entrada gratuita.  
Os acessos de pedestres serão pelos portões 2 e 6, das 8h às 20h. Cada ingresso é de uso único e válido somente para o dia indicado no momento da compra.  
+Confira o Mapa da Expointer
Estacionamento
O estacionamento custa R$ 53 por veículo. O valor não inclui o ingresso do motorista nem o dos demais passageiros. A entrada dos veículos pagantes será pelos portões 14 e 15, das 8h às 20h. 
O ingresso para o estacionamento também pode ser adquirido antecipadamente pela internet, com acréscimo da taxa de serviço. Neste caso, o tíquete é de uso único e válido apenas para o dia selecionado na compra.  
Compra para grupos 
Para a compra de ingressos para grupos com mais de dez pessoas, é necessário entrar em contato pelo e-mail financeiro2@impactoventonorte.com.br ou pelo WhatsApp (51) 99285-8272.  
Deslocamento
Com as obras da BR-116 concluídas desde a última edição e a operação plena do Trensurb (o metrô de superfície da região metropolitana de Porto Alegre), há diferentes opções de acesso ao evento. O viaduto da BR-448, que dá acesso à Avenida Celina Chaves Kroeff, em Esteio, estará liberado, mas será utilizado apenas para a saída do Parque com destino a Porto Alegre.  
O Parque Assis Brasil está localizado na BR-116, km 257, pela via lateral, em Esteio (RS).  
Como chegar
De carro (sentido Porto Alegre - Esteio):
Acesso aos portões 1 a 3 
Pela BR-116: seguir pela pista lateral da rodovia e acessar o Parque de Exposições por baixo do segundo viaduto. Fazer o retorno, acessar a Avenida Independência, em frente ao Parque, e seguir a sinalização para os portões. 
Pela BR-448 (Rodovia do Parque): seguir até o final da rodovia, em Sapucaia do Sul, fazer o retorno no sentido Porto Alegre e acessar a via lateral da BR-116. Na sequência, acessar a Avenida Independência e seguir a sinalização para os portões. 
Acesso aos portões 4 a 10 
Pela BR-116: seguir pela pista lateral da rodovia e acessar o Parque de Exposições por baixo do segundo viaduto. Acessar a Avenida Celina Chaves Kroeff, conforme a sinalização de trânsito, e seguir as orientações para os respectivos portões. 
Pela BR-448 (Rodovia do Parque): seguir até o final da rodovia, em Sapucaia do Sul, fazer o retorno no sentido Porto Alegre e acessar a via lateral da BR-116. Na sequência, acessar a Avenida Celina Chaves Kroeff, conforme a sinalização de trânsito, e seguir as orientações para os respectivos portões. 
Acesso aos portões 14 a 17 
Pela BR-116: seguir pela pista lateral da rodovia e acessar o Parque de Exposições por baixo do segundo viaduto. Fazer o retorno, acessar a Avenida Independência, em frente ao Parque, e seguir até a Avenida Cezar Antônio Bettanin. 
Pela BR-448 (Rodovia do Parque): no trevo do km 4, acessar a Avenida Cezar Antônio Bettanin e seguir a sinalização para os portões.  
De carro (sentido Vale do Sinos - Esteio):
Acesso aos portões 1 a 3 
Pela BR-116: acessar a via lateral e sair na Avenida Independência, em frente ao Parque. Seguir a sinalização para os portões. 
Acesso aos portões 4 a 10 
Pela BR-116: acessar a via lateral no sentido da Avenida Celina Chaves Kroeff, conforme a sinalização de trânsito, e seguir as orientações para os portões. 
Acesso aos portões 14 a 17 
Pela BR-116: acessar a via lateral e sair em frente à Avenida Independência. Na sequência, acessar a Avenida Cezar Antônio Bettanin e seguir a sinalização para os portões.  
Trensurb:
A Trensurb opera entre a Estação Mercado, em Porto Alegre, e a Estação Novo Hamburgo, em ambos os sentidos. 
Os trens circulam diariamente, das 5h às 23h. 
O desembarque deve ser feito na Estação Esteio. 
Após o desembarque, o visitante deve atravessar a passarela e acessar o parque pelo portão 2.  
Portões de entrada:
Público pedestre: portões 2, 6 e 13 
Excursões: portão 9, para estudantes e agricultores credenciados 
Veículos de autoridades e da imprensa: portão 4 
Veículos de visitantes: portões 14 e 15 
Veículos de expositores de máquinas e implementos agrícolas: portão 16 
Veículos de expositores de animais e cadeirantes: portão 5 
Veículos de expositores: portão 10 
Veículos de expositores da agricultura familiar e da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR): portão 1                                         
Veículos de expositores da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC): portão 17  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/YHiAbIrLr1qGTAJoc2boOOVt9os=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/C/0/LqPQoRT5Sqi0Yb9qBkXA/54758584352-e523dd7ce1-o.jpg" medium="image"/>   <media:description>A Expointer será a primeira grande feira do agronegócio após o anúncio do Plano Safra 2026/27</media:description>   <media:credit>João Pedro Rodrigues/SecomRS</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 09:01:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moinhos podem repassar alta dos preços do trigo no país</title>  <atom:subtitle>Cotações do cereal negociado na bolsa de Chicago atingiram o maior valor em três anos; oferta da Argentina enfrenta problemas com qualidade</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/trigo/noticia/2026/08/moinhos-podem-repassar-alta-dos-precos-do-trigo-no-pais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/trigo/noticia/2026/08/moinhos-podem-repassar-alta-dos-precos-do-trigo-no-pais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/A8D_trkA1Y5SooCHSmqcMASXL_Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/T/i/ABAOJCSBS20TdzXM1Raw/24160040o.jpg" /><br /> ]]>    O acirramento da guerra entre Rússia e Ucrânia nas últimas semanas fez o preço do trigo atingir o maior valor em três anos na bolsa de Chicago, e a situação pode acabar respingando no consumidor brasileiro. Os moinhos de trigo que atuam no Brasil já estão vendo uma pressão dos custos, que podem ser repassados aos preços de pães, massas e biscoitos.
Ontem, os contratos do trigo negociados na bolsa de Chicago para entrega em dezembro avançaram 1,67% e fecharam cotados a US$ 7,6075 o bushel, o maior valor em mais de três anos, de acordo com o Valor Data.
A guerra entre Rússia e Ucrânia causou danos em portos e terminais dos países que, juntos, representam um quarto da produção mundial do cereal. De acordo com um relatório da consultoria SovEcon, mais de 95% da capacidade total de exportação de grãos da Rússia nos mares Negro e de Azov está atualmente paralisada.
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As dificuldades internacionais  contribuem para um cenário delicado para a indústria nacional, em um ano que a produção brasileira deve ter o menor volume desde 2020, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Com isso, os preços devem aumentar para produtores, indústrias e, consequentemente, ao consumidor. “Parte da alta nos preços já chegou [ao consumidor], com defasagem, e uma parcela relevante permaneceu na indústria. O trigo acumula alta expressiva no ano e o preço da farinha não acompanhou na mesma intensidade. Some-se o enfraquecimento do mercado de farelo, coproduto essencial da moagem, e o resultado é margem comprimida”, afirmou Daniel Kümmel, presidente do conselho deliberativo da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo).
O impacto do conflito no Mar Negro deve se dar mais pela alta do preço do que pelo abastecimento de trigo ao Brasil, já que os moinhos brasileiros usam pouco o cereal da região. No primeiro semestre, o país importou 170 mil toneladas de trigo da Rússia, dentre 2,8 milhões de toneladas importadas no total, segundo a Abitrigo.
Para Kümmel, a ausência do trigo russo pode levar a uma concentração da demanda do país na oferta da Argentina. “O trigo russo entra pelo Norte e Nordeste, e não pelos Sul, por regra fitossanitária para proteger a região produtora brasileira. A Rússia atende, portanto, um recorte geográfico do país. Quando [esse fluxo] trava, como agora, o Brasil inteiro volta a disputar o mesmo trigo argentino”, disse.
A safra argentina, por sua vez, está enfrentando problemas de qualidade. “A preocupação não está apenas no volume produzido, mas também na qualidade do trigo que estará disponível para a indústria. As condições climáticas têm impacto direto sobre as lavouras e podem comprometer características importantes do cereal. Por isso, o cenário precisa ser acompanhado considerando tanto a oferta quanto a qualidade da matéria-prima”, disse Max Piermartiri, presidente do Sindustrigo, em nota.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/A8D_trkA1Y5SooCHSmqcMASXL_Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/T/i/ABAOJCSBS20TdzXM1Raw/24160040o.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dificuldades internacionais  contribuem para um cenário delicado para a indústria nacional, em um ano que a produção brasileira deve ter o menor volume desde 2020</media:description>   <media:credit>Paulo Kurtz/Embrapa Trigo</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 08:04:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Crédito ‘verde’ com taxa reduzida ainda é para poucos no Brasil</title>  <atom:subtitle>Operações contratadas em 2025/26 com redução no juro pela adesão de produtores a boas práticas somaram R$ 1,7 bilhão</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/credito-verde-com-taxa-reduzida-ainda-e-para-poucos-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/credito-verde-com-taxa-reduzida-ainda-e-para-poucos-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/XCv5zLk6qyNewVPbaYG3lexWT1U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/4/A/DFlBx8QTaqm4ZbQqYUuw/capa-2-.jpg" /><br /> ]]>    Defendida como uma bandeira pelo atual governo, a política de redução da taxa de juros para produtores rurais que adotam práticas sustentáveis pouco avançou no último ano e ainda abrange uma parcela mínima do crédito rural. 
Na safra 2025/26, as contratações com redução de 0,5 ponto percentual nos juros, atreladas à adoção de boas práticas, somaram R$ 1,7 bilhão, abaixo da oferta total para essa modalidade, de R$ 6,3 bilhões. O valor também ficou distante do total de desembolsos para custeio de grandes e médios produtores, que alcançou R$ 150 bilhões na temporada, sem considerar operações de Cédulas do Produtor Rural (CPRs).
O desconto na taxa de juros é oferecido para médios e grandes produtores com Cadastro Ambiental Rural (CAR) já analisado pelo órgão ambiental estadual ou que estejam em programas reconhecidos como atividades sustentáveis pelo Ministério da Agricultura. Também são elegíveis produtores que tenham sistemas integrados ou orgânicos, ou que já tenham acessado o RenovAgro.
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Porém, a falta de automatização para comprovar os critérios de sustentabilidade e o excesso de burocracia para efetivar o desconto estão travando as operações, segundo instituições financeiras e entidades que coordenam os programas de boas práticas. Há críticas também sobre a falta de clareza nos critérios e na operacionalização do bônus. 
Na última safra, apenas 257 operações tiveram comprovação de boas práticas e redução de juros. Os contratos somaram R$ 105,1 milhões, segundo dados compilados pelo Banco Central para o Valor. No ciclo anterior, foram 321 operações vinculados a programas de sustentabilidade, com liberação de R$ 148,5 milhões.
Para 2026/27, o governo reduziu a oferta de recursos disponíveis para acesso com desconto. O valor caiu para R$ 3,1 bilhões, inferior aos das duas últimas temporadas. O governo ainda não divulgou a lista de instituições certificadoras habilitadas para o atual ciclo.
O Ministério da Agricultura reconhece 37 programas de boas práticas em que os participantes podem se habilitar para buscar desconto no crédito. Um deles é o da agtech Produzindo Certo. Até agora, no entanto, nenhum dos 3,5 mil produtores cadastrados em sua base obteve o benefício.
Segundo Aline Locks, CEO da agtech, a falta de clareza dos procedimentos atrasou o cadastro dos propriedades e dos produtores na Plataforma AgroBrasil+Sustentável (AB+S), do ministério. 
Outro problema é a falta de automatização nos processos. O produtor precisa baixar um certificado de seu perfil pessoal no portal gov.br e levá-lo ao banco, que faz uma nova consulta para checagem na plataforma. “O desafio do momento é a burocracia”, disse Locks. A Produzindo Certo elaborou um manual com orientações para auxiliar os produtores a buscar o desconto nesta safra.
“Nossa sugestão é que o processo fosse automático. Se há interesse em realmente incentivar, talvez sem essa barreira operacional ajudaria a destravar essas operações”, afirmou Luis Eduardo Lapo, head de Finanças Verdes da agtech.
Além disso, nem todos os agentes financeiros conhecem a política ou estão preparados para atender os produtores. Algumas agências bancárias chegam a dizer aos associados que o programa está suspenso, contou Luiz Bier, vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Ele afirma não conhecer nenhum agricultor que tenha conseguido o desconto.  
“Temos vários produtores elegíveis, organizados, com toda a documentação em dia. Alguns pleitearam, mas já desistiram desse desconto”, relatou. O programa Soja Legal, coordenado pela entidade e reconhecido pelo ministério, tem 1,7 mil produtores e monitora três milhões de hectares.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a concessão de descontos depende da validação de dados “provenientes de diferentes bases e plataformas oficiais, o que demanda maior integração entre sistemas e procedimentos de verificação”. Para a entidade, há “oportunidades de aprimoramento operacional”.
O Banco do Brasil informou que concluiu recentemente o desenvolvimento e a homologação da solução tecnológica para viabilizar o bônus a produtores que adotam boas práticas. A solução permite a validação automática da habilitação do produtor e do respectivo enquadramento no desconto.
Mas a funcionalidade ainda está indisponível. A disponibilização depende da “conclusão de etapas adicionais de integração e operacionalização no âmbito do Sistema Nacional de Crédito Rural, envolvendo diferentes agentes responsáveis pela governança da política pública”, segundo o BB.
Procurado, o Ministério da Agricultura defendeu que o “mecanismo avançou de maneira relevante na criação das condições para reconhecer e premiar produtores que demonstram desempenho sustentável”. A Pasta admitiu que, por ser uma política recente, pode haver, “entre a certificação e a efetiva contratação do crédito, custos de transação e dificuldades operacionais que possam reduzir a conversão do público potencialmente elegível em beneficiários efetivos”. E disse que acompanha “a operacionalização do mecanismo e avalia continuamente oportunidades de aperfeiçoamento e integração dos sistemas”.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/XCv5zLk6qyNewVPbaYG3lexWT1U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/4/A/DFlBx8QTaqm4ZbQqYUuw/capa-2-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Na última safra, apenas 257 operações tiveram comprovação de boas práticas e redução de juros</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 08:03:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Desconto em juros do crédito rural avança para quem teve o CAR analisado</title>  <atom:subtitle>Para analistas, abrangência do benefício depende da velocidade de validação dos cadastros ambientais nos Estados</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/desconto-em-juros-do-credito-rutal-avanca-para-quem-teve-o-car-analisado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/desconto-em-juros-do-credito-rutal-avanca-para-quem-teve-o-car-analisado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Rr-UPuu8dCdSovLDc99xCcqFEy0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/6/Y/wKNBhLQ9qt3FeTF6pwMA/whatsapp-image-2024-08-07-at-14.40.07.jpeg" /><br /> ]]>    A concessão do desconto nos juros dos financiamentos de custeio agropecuário tem aumentado para os produtores que tiveram o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado pelos órgãos ambientais estaduais.
Na safra 2025/26, seis mil contratos com médios e grandes produtores receberam o benefício, o equivalente a R$ 1,6 bilhão liberados. Na anterior, foram 2,2 mil contratações de crédito, que somaram R$ 847 milhões.
A análise do CAR é a etapa final de verificação dos dados ambientais do imóvel rural. O bônus com vinculação ao cadastro analisado passou a valer em outubro de 2023.
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Plano Safra 2026/27 manterá incentivo de taxas reduzidas para boas práticas ambientais
Renegociações de dívidas do agro estão travadas nos bancos
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) explicou que a análise do desconto para o produtor com CAR analisado é automatizada, com base em dados oficiais. Porém, o alcance do benefício está relacionado ao ritmo de validação dos cadastros pelas autoridades estaduais.
O Banco do Brasil informou que já faz regularmente as operações de custeio com redutor de taxa associado ao CAR. Desde que a medida começou a valer, o banco liberou R$ 1,2 bilhão em contratos.
Quando a política de descontos nas taxas foi criada, a expectativa do mercado era a de que a medida ajudasse a acelerar a validação dos cadastros. Mas o processamento dessas informações não ocorre de forma homogênea no país, nem “na velocidade que deveria”, avaliou Leila Harfuch, sócia-gerente da Agroicone.
“O resultado desses incentivos está condicionado à capacidade dos Estados em garantir a validação do CAR. Espera-se que esse processo tome tração ao longo dos próximos anos”, afirmou.
Leila observou que o avanço da análise e verificação do CAR esbarra, muitas vezes, em uma falta de resposta do produtor. Ele nem sempre atende à notificação do órgão ambiental quando é comunicado, por exemplo, sobre uma divergência de informação no cadastro. 
Atualmente, o Brasil contabiliza 8,3 milhões de cadastro ambientais ativos, dos quais 607.524 foram analisados, segundo informações reunidas pela Agroicone.
Dos que têm CAR validado, apenas 8.080 estão aptos a obter o desconto, pois são produtores de médio e grande porte. Como o incentivo se aplica a áreas com mais de quatro módulos fiscais, quem está no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) não tem acesso ao financiamento diferenciado, limitando o número de beneficiários. 
Iniciativas
Os programas de boas práticas reconhecidos pelo Ministério da Agricultura atualmente reúnem mais de 13,5 mil produtores de diferentes atividades agropecuárias em todo o país. Eles podem se habilitar para pleitear o “desconto sustentável” nas operações de custeio do Plano Safra. 
O número de iniciativas homologadas pela Pasta saltou de 11 no fim de 2024 para 37 em julho de 2026. Outros 17 mil produtores certificados no âmbito da Produção Integrada (PI Brasil) também podem tentar acesso ao recurso com desconto. Somados, esses dois instrumentos abrangem 30,5 mil participantes aptos a buscar o benefício. 
Mas a vinculação do produtor a um programa não o habilita automaticamente ao desconto. O produtor precisa estar cadastrado na Plataforma AgroBrasil+Sustentável e atender às condições do Manual de Crédito Rural (MCR).  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Rr-UPuu8dCdSovLDc99xCcqFEy0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/6/Y/wKNBhLQ9qt3FeTF6pwMA/whatsapp-image-2024-08-07-at-14.40.07.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Na safra 2025/26, seis mil contratos com médios e grandes produtores receberam desconto nos juros do financiamento</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 08:03:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Banco do Brasil projeta R$ 1 bilhão em financiamentos na Expointer 2026</title>  <atom:subtitle>O BB destinou R$ 22,5 bilhões do Plano Safra 26/27 para o Rio Grande do Sul</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/banco-do-brasil-projeta-r-1-bilhao-em-financiamentos-na-expointer-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/banco-do-brasil-projeta-r-1-bilhao-em-financiamentos-na-expointer-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/H3wRgQuZdTDLeU-VcXsVhMsnwps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/6/l/0rVpAzSkmKMR8XGiDXeQ/whatsapp-image-2026-08-27-at-16.34.42-1536x1152.jpeg" /><br /> ]]>    O Banco do Brasil estima receber R$ 1 bilhão em propostas de financiamento durante a 49ª Expointer, que será realizada entre os dias 29 de agosto e 6 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). A instituição financeira disponibilizará linhas de custeio com taxas a partir de 1,5% ao ano para a agricultura familiar, taxas a partir de 9% ao ano para médios produtores e a partir de 11,5% ao ano para a agricultura empresarial.
Segundo o banco, durante a Expointer, o foco dos trabalhos serão investimentos que ampliem produtividade e segurança no campo, como irrigação, armazenagem e adoção de tecnologias. Para a aquisição de máquinas e implementos, serão oferecidas linhas como Pronaf Mais Alimentos e Move Agrícola.
Tambem serão disponibilizados recursos para a construção e ampliação de silos e armazéns por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), além de linhas como Inovagro e RenovAgro, voltadas a investimentos em tecnologia, eficiência produtiva, implantação de plantio direto, recuperação de pastagens degradadas e outras iniciativas sustentáveis.
O Banco do Brasil destinou R$ 22,5 bilhões do Plano Safra 26/27 para o Rio Grande do Sul. Desse total, R$ 4,5 bilhões são destinados aos pequenos e médios produtores rurais e R$ 18 bilhões são direcionados à agricultura empresarial. Além disso, produtores que sofreram perdas por eventos climáticos ou de mercado em duas ou mais safras, entre 2019 e 2025, já podem procurar o BB para negociar seus débitos por meio das regras da MP 1.376.
“Nossa orientação é que os agricultores procurem suas agências, conversem com seus gerentes e apresentem seus laudos, para que possamos construir uma proposta qualificada e personalizada para cada produtor”, comenta Ricardo Sehn, superintendente Varejo do BB no Rio Grande do Sul. Segundo o executivo, desde a edição da MP 1.314, em setembro do ano passado, o Banco do Brasil, que foi o principal operador da medida no Rio Grande do Sul, vem mantendo diálogo constante com os produtores. 
“Sabemos que as margens ficaram mais apertadas nos últimos anos, e por isso temos procurado diagnosticar cada situação e buscar soluções adequadas. Na MP 1.314 contratamos R$ 3,5 bilhões em operações no Rio Grande do Sul. Agora, com a MP 1.376, estamos preparados para ampliar esse apoio e contribuir para a recuperação financeira dos produtores gaúchos”, acrescenta Sehn.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/H3wRgQuZdTDLeU-VcXsVhMsnwps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/6/l/0rVpAzSkmKMR8XGiDXeQ/whatsapp-image-2026-08-27-at-16.34.42-1536x1152.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Estande do Banco do Brasil na Expointer 2026</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 21:27:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Safra de verão pode bater recorde no Paraná em 2026/27</title>  <atom:subtitle>El Niño pode ajudar as lavouras, mas a distribuição das chuvas ao longo do ciclo preocupa</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/safra-de-verao-pode-bater-recorde-no-parana-em-202627.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/safra-de-verao-pode-bater-recorde-no-parana-em-202627.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/MccBd1TPy04aRDi5d1Zpve1Op9k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/K/A/mNC0UCR3aVg3d6TQItbQ/soja-final039.jpg" /><br /> ]]>    A colheita da safra de verão 2026/27 pode alcançar o recorde de 27 milhões de toneladas, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura, que divulgou a primeira estimativa para o novo ciclo. O dado indica aumento de 3% na comparação com o ciclo imediatamente anterior. 
Em relação à soja, principal cultura agrícola do Estado, a  produção prevista para 2026/27 acrescenta cerca de 840 mil toneladas ao resultado do ciclo anterior. A estimativa é de 22,636 milhões de toneladas, cerca de 4% acima das 21,796 milhões de toneladas colhidas na safra 2025/26.
A área destinada à cultura deve permanecer praticamente estável, com estimativa inicial de 5,760 milhões de hectares plantados, incremento de 0,5%, mas a produção deve crescer em ritmo elevado. Segundo o Deral, a diferença entre os dois resultados reforça a importância do potencial produtivo esperado para as lavouras, com produtividade média projetada acima de 3.900 quilos por hectare, acima dos 3.802 quilos da última safra. 
Já a área de milho na primeira safra deve crescer 2%, passando de 365,7 mil para 373 mil hectares. A produção, porém, tem estimativa inicial de leve queda, de 4,142 milhões para 4,097 milhões de toneladas.
Segundo o analista do Deral Edmar Gervasio, o aumento da área está relacionado à elevada demanda do mercado interno, principalmente das cadeias de produção de proteínas, e à maior atratividade econômica do milho em algumas regiões, onde a produtividade da cultura pode superar a da soja.
“O milho vem ganhando espaço frente à soja em algumas regiões, principalmente pela elevada demanda do mercado interno e pela maior atratividade econômica da cultura. Em áreas de alta produtividade, o milho pode superar 14 mil quilos por hectare, o que torna o cultivo financeiramente mais vantajoso”, explica Gervasio.
Sobre a produção de feijão de primeira safra, a área projetada para 2026/27 é de 90,3 mil hectares, 12% abaixo dos 102,2 mil hectares cultivados no ciclo anterior. A produção também deve recuar, de 192,4 mil para 180,8 mil toneladas, queda estimada em 6%.
A redução da área de feijão na primeira safra acompanha uma mudança na estratégia de cultivo dos produtores paranaenses. A cultura tem perdido espaço no ciclo de verão, especialmente em áreas onde há possibilidade de cultivo da soja, enquanto o feijão ganha espaço na segunda safra, conforme as condições de cada região.
“O feijão vem perdendo área na primeira safra, mas ganhando espaço na segunda. Nos últimos anos, onde as condições da região permitem, o produtor tem optado pela soja, que apresenta maior rentabilidade, optando pelo cultivo do feijão na segunda safra”, explica o chefe do Departamento de Economia Rural (Deral), Marcelo Garrido.
El Niño
As previsões climáticas para o início da safra indicam significativa influência do fenômeno El Niño, que tende a favorecer uma maior frequência de chuvas no Sul do Brasil, especialmente durante a primavera. Para as lavouras paranaenses, a maior disponibilidade de umidade pode contribuir para o desenvolvimento das plantas, mas a distribuição das chuvas ao longo do ciclo será um dos fatores a serem acompanhados.
“O principal fator de atenção será o comportamento do clima ao longo de todo o ciclo. O potencial produtivo é elevado, principalmente para a soja, mas a confirmação desse volume dependerá das condições encontradas pelas lavouras”, explica Edmar Gervasio.
De acordo com o técnico, no Paraná, setembro e outubro concentram a implantação e o estabelecimento de grande parte das lavouras e, por isso, serão meses importantes para o acompanhamento das condições de campo ao longo do início do ciclo.
Entre novembro e janeiro, as lavouras passam por fases importantes de desenvolvimento, floração e enchimento de grãos, quando as condições de umidade têm papel relevante na formação da produtividade. Já em fevereiro e março, período de concentração da colheita, o comportamento das chuvas também será acompanhado.
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Sul
A região concentra as principais áreas de instabilidade desta sexta. A atuação de um cavado e de uma área de baixa pressão próxima à costa aumenta o risco de tempestades, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde pode ocorrer queda de granizo e rajadas fortes de vento. 
Apesar da instabilidade, as temperaturas entram em elevação, principalmente no Paraná, enquanto o Rio Grande do Sul permanece com temperaturas mais amenas.
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Sudeste
No Sudeste, o cavado que provocou instabilidades nos últimos dias perde força e se desloca para o Oceano Atlântico. Com isso, o tempo fica mais estável na maior parte da região, com sol e variação de nebulosidade. Ainda há possibilidade de pancadas de chuva isoladas no Espírito Santo e no litoral sul de São Paulo.
As temperaturas entram em forte elevação, principalmente em São Paulo, onde a máxima pode chegar a 36°C. No oeste de São Paulo e no centro-oeste e norte de Minas Gerais, a baixa umidade do ar exige atenção durante a tarde.
Centro-Oeste
O tempo permanece estável na maior parte do Centro-Oeste, com possibilidade de chuva isolada apenas no extremo sul de Mato Grosso do Sul e no extremo noroeste de Mato Grosso. 
O calor aumenta na região, com temperaturas que podem superar os 40°C em áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A baixa umidade do ar continua sendo uma preocupação durante a tarde em grande parte da região, enquanto Mato Grosso do Sul também fica em atenção para ventos fortes.
Nordeste
No Nordeste, há possibilidade de chuva ao longo da faixa litorânea, principalmente entre o Ceará e a Bahia. As chuvas também podem atingir áreas de agreste. 
No interior, especialmente no sul do Maranhão, do Piauí e no oeste da Bahia, o tempo permanece seco e com temperaturas elevadas. Entre as capitais, Teresina pode registrar a maior temperatura, com máxima de 38°C.
Norte
As instabilidades ficam concentradas principalmente no Amazonas e em Roraima, onde há previsão de pancadas de chuva. Também pode chover de forma isolada no Amapá, no norte e oeste do Pará e no norte de Rondônia. 
No Tocantins e no sul do Pará, o tempo permanece seco, com máxima de 38°C em Palmas e em Porto Velho.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/-58vMERuXr90FgwHgHfntE1zYfM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/N/I/9NLSe0TKO5t0sPNtnl4A/estiagem-pr-foto-jonathan-campos-aen.jpg" medium="image"/>   <media:description>Termômetros sobem principalmente no Centro-Oeste</media:description>   <media:credit>Jonathan Campos/AEN</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:59:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Empresa de insumos Sefert entra em recuperação judicial com dívida de R$ 240 milhões </title>  <atom:subtitle>Empresa entrou em crise financeira após débitos feitos para expansão com a compra de áreas rurais, que coincidiram com uma quebra de safra em 2023</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/empresa-de-insumos-sefert-entra-em-recuperacao-judicial-com-divida-de-r-240-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/empresa-de-insumos-sefert-entra-em-recuperacao-judicial-com-divida-de-r-240-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/v-0XNkT2423qBj1ZU6MdKTYhAAk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/j/2/sv1BdqSuANk4SrAxoimA/468408046-18148366156349626-513775398545413367-n.jpg" /><br /> ]]>    O Grupo Sefert, fornecedor de insumos para a agropecuária, teve seu pedido de recuperação judicial deferido pela Justiça de São Paulo nesta semana, para negociar uma dívida estimada em R$ 240 milhões. Os principais credores são os bancos Santander, Banco do Brasil, Itaú e Sicoob Paulista.  
A recuperação judicial é coordenada pela Quist Investimentos e RM2F Advogados. Segundo comunicado da Quist, a companhia de insumos foi fundada em 2008, como uma pequena revenda de sementes e fertilizantes em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). “O Grupo Sefert cresceu organicamente até faturar mais de R$ 240 milhões, expandindo para defensivos agrícolas, nutrição animal, transportes e irrigação”, conta a coordenadora.
Entretanto, o Sefert entrou em crise financeira após débitos feitos para expansão com a compra de áreas rurais (novos arrendamentos, aquisição de gado e terras), que coincidiram com uma quebra de safra em 2023. 
Houve queda de, aproximadamente, 57% na produtividade da soja no período por instabilidade climática, com o fenômeno La Niña seguido de El Niño, pontuou a Quist. Além disso, os preços das commodities recuaram em meio ao avanço da oferta global.
“O resultado foi a compressão simultânea de receita e custos, inviabilizando o fluxo de caixa do grupo e das atividades rurais conexas, e motivando o pedido de recuperação judicial”, disse o comunicado. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/v-0XNkT2423qBj1ZU6MdKTYhAAk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/j/2/sv1BdqSuANk4SrAxoimA/468408046-18148366156349626-513775398545413367-n.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fundado em 2008 undada em 2008, como uma pequena Fundado em 2008 em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), Grupo Sefert cresceu organicamente até faturar mais de R$ 240 milhões</media:description>   <media:credit>Reprodução/Facebook</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:26:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moinhos de São Paulo dizem que custos com trigo devem subir</title>  <atom:subtitle>Entidade do setor afirma que cresce a necessidade de importações</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/trigo/noticia/2026/08/moinhos-de-sao-paulo-dizem-que-custos-com-trigo-devem-subir.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/trigo/noticia/2026/08/moinhos-de-sao-paulo-dizem-que-custos-com-trigo-devem-subir.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/6jqJ7R1tGlYLVUXLclkblusMCQk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/r/a/rgrqWRTBCn7gARvo6Zrg/2018-10-15-gettyimages-484679158.jpg" /><br /> ]]>    O Sindicato da Indústria do Trigo de São Paulo (Sindustrigo) alertou que os custos com a compra de trigo devem subir diante da combinação entre fatores climáticos e geopolíticos que estão afetando a produção e as cotações internacionais.
Com a expectativa de uma queda significativa na produção nacional, a entidade ressaltou que cresce a necessidade de importações e aumentam os custos da matéria-prima para a indústria.
“Temos uma combinação de fatores que exige atenção de toda a cadeia do trigo. A redução da produção brasileira ocorre justamente em um momento de maior instabilidade no mercado internacional, com impactos sobre preços, logística e disponibilidade do cereal. Esse cenário aumenta a pressão sobre a indústria e reforça a importância de acompanhar de perto a evolução da oferta”, disse Max Piermartiri, presidente do Sindustrigo, em nota.
A produção brasileira da safra 2025/26, que está sendo colhida agora, é estimada em 5,8 milhões de toneladas, queda de 26% em relação à temporada anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
No mercado internacional, a guerra entre Rússia e Ucrânia no Mar Negro tem provocado novos impactos sobre o escoamento do trigo, enquanto as condições climáticas associadas ao El Niño acrescentam incertezas à oferta global.
“Para o trigo, o excesso de chuvas no Sul da América do Sul é um dos principais pontos de atenção. Na Argentina, importante fornecedora do cereal para o mercado brasileiro, já há registros de queda na qualidade do trigo. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) prevê redução de 19% nas exportações argentinas no ciclo 2026/2027”, disse o dirigente. 
Ele ressaltou que a menor disponibilidade de trigo de alta qualidade industrial, essencial para a panificação, pode levar compradores a buscar alternativas em mercados mais distantes e com custos maiores.
No Brasil, as primeiras colheitas no Paraná já estão apresentando problemas devido a doenças e a fatores climáticos adversos, principalmente o excesso de chuvas. No Rio Grande do Sul, embora as lavouras ainda não estejam em fase final do ciclo, o excesso de precipitações já prejudica seu desenvolvimento. As condições climáticas podem afetar tanto a produtividade quanto a qualidade industrial dos grãos.
“A preocupação não está apenas no volume produzido, mas também na qualidade do trigo que estará disponível para a indústria. As condições climáticas têm impacto direto sobre as lavouras e podem comprometer características importantes do cereal. Por isso, o cenário precisa ser acompanhado considerando tanto a oferta quanto a qualidade da matéria-prima”, destacou.
A redução projetada para a safra brasileira deverá ampliar a necessidade de importações para atender à demanda interna, estimada em mais de 13 milhões de toneladas. “Em um contexto de dólar valorizado e preços internacionais em alta, a pressão sobre os custos tende a alcançar toda a cadeia”, acrescentou.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/6jqJ7R1tGlYLVUXLclkblusMCQk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/r/a/rgrqWRTBCn7gARvo6Zrg/2018-10-15-gettyimages-484679158.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trigo de alta qualidade industrial, essencial para a panificação, está menos disponível</media:description>   <media:credit>Thinkstock</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:11:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fertilizantes Heringer inicia mediação com credores e pede proteção judicial por 60 dias</title>  <atom:subtitle>Empresa informou que, enquanto esse procedimento avança, "segue operando normalmente, atendendo clientes e parceiros"</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/fertilizantes-heringer-inicia-mediao-com-credores-e-pede-proteo-judicial-por-60-dias.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/fertilizantes-heringer-inicia-mediao-com-credores-e-pede-proteo-judicial-por-60-dias.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/f1KQ3rQiobtlBBvdP74EHYxfXrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/T/y/UEaHyUStqDlT5dxPuoPw/planta-da-fertilizantes-heringer-em-sergipe-1074x654.jpg" /><br /> ]]>    A Fertilizantes Heringer informou nesta quinta-feira (27/8), em fato relevante, que iniciou um procedimento de mediação com credores e entrou na Justiça com um pedido de tutela cautelar para viabilizar as negociações. A empresa busca a suspensão, por 60 dias, da exigibilidade dos créditos abrangidos pela mediação, além da paralisação de medidas de cobrança, execução e constrição patrimonial promovidas pelos credores envolvidos.
Segundo a companhia, a mediação foi instaurada em 25 de agosto na Câmara Wind de Mediação, mecanismo previsto na Lei de Recuperação Judicial e Falências. Na mesma data, a Heringer ajuizou ação cautelar na Justiça paulista com o objetivo de preservar o resultado útil das negociações e criar um ambiente administrativo e financeiro mais estável para a condução do processo.
A companhia afirmou ainda que seguirá adotando medidas para fortalecer sua estrutura financeira e operacional, com foco em eficiência, adequação da estrutura de capital e sustentabilidade econômico-financeira de longo prazo.
Em nota enviada à reportagem, a empresa informou que, "enquanto esse procedimento avança, a Heringer segue operando normalmente, atendendo clientes e parceiros e mantendo o compromisso com a segurança e desenvolvimento dos colaboradores".​
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/f1KQ3rQiobtlBBvdP74EHYxfXrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/T/y/UEaHyUStqDlT5dxPuoPw/planta-da-fertilizantes-heringer-em-sergipe-1074x654.jpg" medium="image"/>   <media:description>Heringer busca a suspensão, por 60 dias, da exigibilidade dos créditos abrangidos pela mediação, além da paralisação de medidas de cobrança, execução e constrição patrimonial promovidas pelos credores</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:03:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Produção de cana no Brasil pode amenizar déficit de açúcar no mundo</title>  <atom:subtitle>Maior volume colhido nas lavouras brasilerias pode compensar queda de produção na Ásia e Europa</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/cana/noticia/2026/08/producao-de-cana-no-brasil-pode-amenizar-deficit-de-acucar-no-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/cana/noticia/2026/08/producao-de-cana-no-brasil-pode-amenizar-deficit-de-acucar-no-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/7nRKRhasQvoOhQ4XNlY3ukWD1ps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/W/9/L4D81bR9OzmScAapHIMw/51970628565-b4bfa6b0ea-k.jpg" /><br /> ]]>    O Brasil, principal produtor e exportador de açúcar do mundo, deve manter o mercado global de açúcar abastecido, mesmo diante dos riscos climáticos que reduziram as perspectivas de produção no Hemisfério Norte. 
Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, a safra de cana no Centro-Sul do Brasil deve atingir 635,5 milhões de toneladas em 2026/27, superando as 611,2 milhões colhidas na temporada anterior.
Segundo a consultoria, esse volume de produção funciona como o principal contrapeso à menor oferta esperada em outros grandes produtores de açúcar, como Índia, Tailândia e Europa.
De acordo com a Hedfgepointa, a disponibilidade de cana e a flexibilidade das usinas brasileiras para ampliar a parcela destinada ao adoçante impedem, por enquanto, uma mudança para um déficit estrutural.
“O mercado está ficando mais apertado [em termos de oferta], mas o Brasil ainda tem açúcar suficiente para manter o equilíbrio global confortável”, afirma, em relatório, Lívea Coda, coordenadora de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets. 
Oferta brasileira se mantém firme
No Centro-Sul do Brasil, as chuvas interromperam operações e reduziram temporariamente o ritmo de moagem, mas não indicam menor disponibilidade de cana, levando a uma projeção de 635,5 milhões de toneladas.
Para a consultoria, a oferta de matéria-prima permite que as usinas respondam a preços internacionais mais altos. Quando o açúcar remunera mais do que o etanol, aumenta o incentivo para ampliar o mix destinado ao adoçante. Mesmo sob a premissa conservadora de mix de 47,7%, a produção brasileira permanece próxima a 40 milhões de toneladas.
“A abundante disponibilidade de cana no Brasil e a capacidade de ajustar seu mix de açúcar proporcionam um contrapeso poderoso que mantém o mercado fundamentalmente confortável”, diz Lívea.
Riscos para a produção
Apesar de um cenário relativamente confortável para o Brasil em termos de produção. A presença do El Niño liga o alerta para a safra de açúcar em outras regiões. Nesse sentido, a Hedgepoint destaca que a Índia permanece como a variável mais crítica. Após o início tardio da monção e a melhora das chuvas em julho, as previsões apontam precipitação abaixo da média no restante da temporada. Os reservatórios seguem em situação preocupante em importantes regiões produtoras e a estimativa de produção está em cerca de 27,6 milhões de toneladas. 
Nesse nível, a produção não gera disponibilidade para exportação. O governo indiano já autorizou a importação de 1 milhão de toneladas, enquanto o mercado acompanha a possibilidade de uma deterioração adicional das condições climáticas. A notícia levou as cotações a testarem 18 centavos de dólar por libra-peso, mas os ganhos não se sustentaram diante da queda dos preços domésticos no país asiático, já sinalizando que a Índia  pode não cumprir toda a quota autorizada.
Parte se deve ao fato de o governo indiano possuir outros mecanismos que podem contribuir com a disponibilidade de adoçante no seu mercado interno, como a restrição já imposta aos estoques de distribuidoras e a redução do desvio do produto para produção de etanol. 
Na Tailândia, a previsão de moagem foi reduzida para aproximadamente 88 milhões de toneladas de cana, com produção de açúcar estimada em cerca de 9,5 milhões de toneladas e exportações próximas a 6 milhões de toneladas. A menor disponibilidade do país afeta os mercados de açúcar bruto e refinado e ajuda a sustentar o prêmio do produto refinado.
Na Europa, por sua vez, três ondas de calor consecutivas e a seca em França, Alemanha e Polônia pressionaram a produtividade da beterraba, principal matéria-prima para o açúcar feito no bloco. A produção regional é estimada em aproximadamente 14 milhões de toneladas, cenário que eleva a necessidade de importação, reduz a capacidade de exportação e reforça uma perspectiva mais firme para o açúcar refinado. 
Fluxos comerciais permanecem superavitários
A disponibilidade para exportação diminui em diferentes regiões, reduzindo o superávit projetado e criando condições mais apertadas ao longo de 2027 quando comparados ao final de 2025 e início de 2026, período marcado por um resultado robusto do Centro-Sul brasileiro e uma recuperação do Hemisfério Norte. 
O Brasil, porém, continua capaz de compensar grande parte da retração imposta pelos desafios climáticos recentes.
“Mesmo se as chuvas causadas pelo El Niño em sua principal região produtora levarem a menor participação do açúcar no mix, por exemplo próxima a 47%, os fluxos comerciais globais permaneceriam positivos”, afirma a consultoria.
Entretanto, segue a empresa, dada a paridade corrente de preços entre açúcar e etanol, as usinas devem se esforçar para aumentar a participação do adoçante atingindo próximo a 47.7%, fazendo o cenário global mais confortável.
“Mesmo em cenários brasileiros mais conservadores, caracterizados por um menor mix açúcar, os fluxos comerciais globais permanecem em superávit. O mercado fica menos confortável, mas não chega a apresentar escassez de açúcar”, afirma Lívea.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/7nRKRhasQvoOhQ4XNlY3ukWD1ps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/W/9/L4D81bR9OzmScAapHIMw/51970628565-b4bfa6b0ea-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Com boa safra de cana, Brasil, deve manter o mercado global de açúcar abastecido, mesmo diante dos riscos climáticos </media:description>   <media:credit>Wenderson Araújo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 19:24:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Guerra impulsiona trigo em Chicago que sobe ao maior valor desde 2023</title>  <atom:subtitle>Segundo analista, mercado está percebendo que não há solução clara para o fim do conflito no curto prazo</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/guerra-impulsiona-trigo-em-chicago-que-sobe-ao-maior-valor-desde-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/guerra-impulsiona-trigo-em-chicago-que-sobe-ao-maior-valor-desde-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/vuSeh7OgAkqdpVGWzSYrkCk5jtw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/O/v/nNdAsHRaGP8KDftgzt2g/growing-wheat-wind-1-.jpg" /><br /> ]]>    Prevalece a tendência de alta para os preços do trigo na bolsa de Chicago diante das tensões entre Rússia e Ucrânia e os impactos da guerra para o escoamento do cereal. Na sessão desta quinta-feira (27/8), os lotes para dezembro avançaram 1,67%, para US$ 7,6075 o bushel, o maior preço já registrado desde julho de 2023, segundo o Valor Data.
Nas últimas semanas, o mercado viu uma escalada nas tensões militares entre Rússia e Ucrânia que não acontecia desde o início desse conflito, em fevereiro de 2022. Os ataques atingiram infraestruturas portuárias, reduzindo drasticamente o volume de exportação dos dois países. A Rússia lidera o abastecimento global de trigo, enquanto a Ucrânia está na quarta posição.
“Por mais que se tenha um amplo estoque de trigo no mundo, Rússia e Ucrânia são dois players importantes globais de trigo, e todo esse cenário limita a oferta. O mercado está percebendo que não há solução clara para o fim do conflito. Pelo contrário, a percepção é de que ele pode até se agravar”, afirma Jonathan Pinheiro, analista de inteligência de mercado da StoneX. 
Sem uma perspectiva favorável sobre uma resolução que pode destravar o comércio de trigo no Mar Negro, Pinheiro acredita que os números de exportação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) poderão ser alterados nos países que estão em guerra. Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o órgão estimou exportações de 46 milhões de toneladas para a Rússia na safra 2026/27, em comparação com as 47,50 milhões projetadas em julho. No caso da Ucrânia, a expectativa de exportação caiu 1 milhão de toneladas em relação ao mês anterior, e agora está projetada em 13,50 milhões de toneladas.
Pinheiro lembra que as exportações de trigo ainda não estão totalmente paralisadas. Porém, a capacidade de abastecer o mercado mundial diminuiu consideravelmente.
“A Ucrânia está exportando mercadorias pelo porto de Danúbio e também utilizando ferrovias. Mas essas rotas não absorvem todo o volume para manter um ritmo de embarques considerado normal. Ainda que tivéssemos uma solução amanhã sobre a guerra, ainda iria sofrer para retomar suas operações logísticas, pois está com 30% da sua capacidade portuária prejudicada”, destacou Pinheiro.
Milho
O preço do milho caiu após uma sequência de seis altas consecutivas, que levaram as cotações ao maior patamar em quase três anos. Os contratos para dezembro fecharam em baixa de 0,56%, a US$ 5,3350 o bushel.
Soja
A soja, por sua vez, fechou a sessão com preços em leve alta. Os contratos da oleaginosa para novembro subiram 0,16%, a US$ 12,68 o bushel.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/vuSeh7OgAkqdpVGWzSYrkCk5jtw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/O/v/nNdAsHRaGP8KDftgzt2g/growing-wheat-wind-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Escalada da guerra Rússia x Ucrânia voltou a dar impulso aos preços do trigo</media:description>   <media:credit>Divulgação Sinditrigo-SP</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 19:02:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cenário de oferta justa mantém cacau com preços em alta na bolsa de Nova York</title>  <atom:subtitle>Mercado reavalia perspectivas de colheita para a safra 2026/27 nos maiores produtores mundiais, Costa do Marfim e Gana</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/cenario-de-oferta-justa-mantem-cacau-com-precos-em-alta-na-bolsa-de-nova-york.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/cenario-de-oferta-justa-mantem-cacau-com-precos-em-alta-na-bolsa-de-nova-york.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/yMNNq2u51_TyQN41Fjoo8MCyfG0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/e/b/ycjOmYQVuBIu6rQIR1ig/39569331592-aff47f2f73-k.jpg" /><br /> ]]>    O cacau disparou na bolsa de Nova York, com as atenções sobre a oferta voltando a ditar o ritmo do mercado. Os lotes para dezembro fecharam em alta de 5,87% , para US$ 6.173 a tonelada.
Segundo o site Trading View, os futuros reagiram à medida que operadores reavaliaram as perspectivas de oferta para a safra 2026/27 nos maiores produtores mundiais, Costa do Marfim e Gana, os maiores produtores mundiais da amêndoa.
Além disso, a agência Reuters noticiou hoje que o atraso no início da principal safra de cacau de 2026/27 da Costa do Marfim pode provocar congestionamento nos portos do país. 
Além disso, já especula-se queda de produtividade em função do clima adverso no oeste da África, cenário que pode reduzir as entregas do produto. Entidades do setor de cacau marfinense estimam que cerca de 900 mil toneladas de cacau cheguem aos portos do país entre outubro e dezembro de 2026, abaixo das 1,1 milhão de toneladas registradas no mesmo período de 2025.
Açúcar
O açúcar se manteve com preços firmes na bolsa de Nova York, com a manutenção das preocupações com a oferta. Os lotes do demerara para outubro fecharam em alta de 3,41%, a 18,19 centavos de dólar a libra-peso.
Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, a principal fonte de incerteza do mercado é a possibilidade de um El Niño de forte intensidade prejudicar áreas de cana em importantes regiões de produção.
“Historicamente, Tailândia, Índia, América Central e México apresentam vulnerabilidade à seca, ao calor excessivo e à redução das chuvas associados ao fenômeno, o que levou a revisões negativas nas expectativas de produção”, disse a consultoria, em relatório.
Algodão
O preço do algodão registrou forte alta na bolsa de Nova York. Os lotes para dezembro subiram 3,67%, cotados a 92,41 centavos de dólar a libra-peso.
A demanda pela pluma está aquecida no cenário internacional. Além disso, parte da safra nos EUA sofre com as altas temperaturas, que podem reduzir a produção no Texas, principal produtor da fibra no país.
Café
Pelo segundo dia consecutivo, os preços do café registraram forte queda. Os contratos para dezembro recuaram 3,88%, a US$ 3,0965  a libra-peso. 
Antonio Pancieri Neto, corretor na Painel do Café, destaca que houve um movimento de realização para os futuros do café, uma vez que os mapas de clima mostram aumento das chuvas para as principais áreas produtoras do Brasil em setembro. 
“Essa é uma condição favorável para as plantas, no momento em que elas vão precisar de umidade para garantir o bom desenvolvimento da florada”, disse.
Ainda segundo Pancieri, nos últimos dias, houve um fluxo maior de entrada de cafés nos armazéns de Minas Gerais, principal produtor do Brasil.
Suco de laranja
O preço do suco de laranja registrou leve alta na bolsa de Nova York, após ajustes técnicos provocados por uma queda de 6% na sessão da véspera. Hoje, os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês)  para novembro avançaram 0,85%, a US$ 1,4760 a libra-peso.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/yMNNq2u51_TyQN41Fjoo8MCyfG0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/e/b/ycjOmYQVuBIu6rQIR1ig/39569331592-aff47f2f73-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Entidades da África já projetam queda das entregas da nova safra</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:50:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>CHS e OCP planejam primeira fábrica de fertilizantes fosfatados dos EUA em 40 anos</title>  <atom:subtitle>Projeto, que ainda depende de aprovações, prevê capacidade superior a 1 milhão de toneladas por ano</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/chs-e-ocp-planejam-primeira-fabrica-de-fertilizantes-fosfatados-dos-eua-em-40-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/chs-e-ocp-planejam-primeira-fabrica-de-fertilizantes-fosfatados-dos-eua-em-40-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/24ACGmwixJyZsmQeIllntYFtcLQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/B/1/xmyPjxSpO3ZozriykxuQ/financials-fy23-1000x430.jpg" /><br /> ]]>    A cooperativa americana CHS e a OCP North America, subsidiária do grupo marroquino OCP, planejam construir uma fábrica de fertilizantes fosfatados em Waggaman, na Louisiana, nos Estados Unidos. O projeto, que ainda depende de aprovações, prevê capacidade superior a 1 milhão de toneladas por ano e seria a primeira unidade do tipo construída no país desde 1984.
Segundo as empresas, a nova capacidade poderá reduzir em mais de 48% a dependência dos Estados Unidos de fertilizantes fosfatados importados. Atualmente, cerca de 40% do consumo americano é atendido por importações. Os detalhes foram anunciados nesta quarta-feira (27/8), enquanto os EUA enfrentam restrições na oferta de fertilizantes. 
Pelo acordo proposto, a OCP fornecerá ácido fosfórico para a unidade, enquanto CHS e OCP North America ficarão responsáveis pela distribuição dos fertilizantes. O projeto deverá gerar cerca de 60 empregos permanentes e 500 vagas durante a construção, estimada em até 24 meses. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/24ACGmwixJyZsmQeIllntYFtcLQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/B/1/xmyPjxSpO3ZozriykxuQ/financials-fy23-1000x430.jpg" medium="image"/>   <media:description>Unidade da cooperativa CHS</media:description>   <media:credit>CHS/Reprodução</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:50:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>China deve reduzir compra de alimentos, mas não do Brasil, diz ex-presidente do NDB</title>  <atom:subtitle>Para especialistas, chineses não conseguirão se tornar autossuficientes em carne bovina e grãos</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/economia/noticia/2026/08/china-deve-reduzir-compra-de-alimentos-mas-nao-do-brasil-diz-ex-presidente-do-ndb.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/economia/noticia/2026/08/china-deve-reduzir-compra-de-alimentos-mas-nao-do-brasil-diz-ex-presidente-do-ndb.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/4cPWYwRjDtPAhOHsIqDIwrhWWZI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/X/h/18gI94SNAYgX1GPHpqBQ/52632021522-a236542981-o.jpg" /><br /> ]]>    Apesar da perspectiva de que a China irá reduzir suas importações de alimentos ao longo dos próximos anos, com a busca do país asiático por elevar a produção doméstica, os chineses devem continuar aumentando as compras de produtos do Brasil. A avaliação é do ex-presidente do New Development Bank (NDB), conhecido como o banco dos BRICs - grupo de grandes economias emergentes — e membro do Conselho de Administração da Minerva Foods, Marcos Troyjo. O executivo falou a jornalistas durante evento realizado em Barretos (SP) nesta quinta-feira (27/8). 
“Em minha avaliação, a China deve importar menos alimentos da Europa, dos Estados Unidos, da Austrália, da Nova Zelândia mas, curiosamente, vai comprar mais alimentos do Brasil. Apesar de buscarem ser independentes, os chineses terão de escolher com quem serão interdependentes, e minha aposta é que escolherão ser mais interdependentes com o Brasil”, afirmou Troyjo. 
“A América do Sul é um ‘beef valley’, o vale da carne”. O Brasil seria Palo Alto”, brincou Truyjo, em referência ao Silicon Valley, região dos Estados Unidos que ficou conhecida por reunir as maiores empresas de tecnologia do país. 
Autossuficiência chinesa
Em evento promovido pela Minerva Foods com analistas, o professor do Insper Global, Marcos Jank, lembrou que a China não conseguirá se tornar autossuficiente na produção de carne bovina e grãos, por falta de área apropriada para as atividades. “Em boi e soja, a China nunca será autossuficiente”, disse. 
Troyjo também afirmou que o Brasil está “subutilizando” o potencial que tem de comércio com os Estados Unidos. 
“Mesmo com todo o protecionismo, os americanos estão comprando 13% do seu PIB [Produto Interno Bruto] em importações. O Brasil representa apenas 1% do que os Estados Unidos compram, há um potencial muito grande a explorar”, afirmou. “Mas estamos em um momento político muito ruim entre os dois países”, completou. 
*A jornalista viajou a convite da Minerva Foods  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/4cPWYwRjDtPAhOHsIqDIwrhWWZI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/X/h/18gI94SNAYgX1GPHpqBQ/52632021522-a236542981-o.jpg" medium="image"/>   <media:description>Marcos Troyjo, ex-presidente do New Development Bank (NDB), conhecido como o banco dos BRICs </media:description>   <media:credit>World Economic Forum/Sikarin Fon Thanachaiary</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:43:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>América do Sul se fortalece como fornecedora global de carne bovina, diz Minerva </title>  <atom:subtitle>Em 2027, Argentina pode se tornar a segunda principal origem de carne vendida pela empresa em receita</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/america-do-sul-se-fortalece-como-fornecedora-global-de-carne-bovina-diz-minerva.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/america-do-sul-se-fortalece-como-fornecedora-global-de-carne-bovina-diz-minerva.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/vs9nvoS4DpFSKf9lC5UTuy5pMxg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/e/I/KeQopjQ7Gf79PTXhf53g/fachada-minerva-foods-mirassol-doeste.jpeg" /><br /> ]]>    Enquanto a América do Norte enfrenta restrições no crescimento da produção de carne bovina, por razões estruturais, a América do Sul se fortalece como fornecedora global da proteína, disse o CEO da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz, nesta quinta-feira (27/8) durante evento em Barretos (SP). 
Além disso, a China impôs limites para a importação de carne bovina a partir deste ano, no formato de cotas com tarifa reduzida, que devem fazer com que as vendas do produto sul-americano sejam mais pulverizadas pelo mundo. 
“Por isso a Minerva quer ser cada vez mais analisada como um player da América do Sul, não do Brasil”, disse Queiroz a jornalistas. 
O executivo comentou que não há perspectiva de mudanças na política de cotas da China, previstas para durar até o fim de 2028. “É muito improvável que neste período haja alguma alteração. O que pode ocorrer é uma ordenação do sistema de cotas”, afirmou o CEO, referindo-se a uma eventual distribuição de cotas entre empresas. 
Por outro lado, o executivo citou a missão de autoridades japonesas ao Brasil e o diálogo do governo brasileiro buscando a abertura do mercado da Coreia do Sul à carne bovina brasileira como outros movimentos promissores para o setor e a empresa. 
“O Brasil foi declarado livre de aftosa sem vacinação, então o mercado coreano está apressando a aprovação [da abertura à carne bovina do Brasil]. O Japão deve estar aprovando [a abertura de seu mercado] à Argentina muito em breve, e estamos falando de países que estão entre os maiores destinos globais de carne bovina”, afirmou Queiroz. “Acreditamos que a Argentina será o primeiro país, entre os que ainda não exportam ao Japão, que terá aquele mercado aberto”, acrescentou. 
Sobre a Coreia, o executivo ressaltou que o país importa 60% do que consome de carne bovina, a grande maioria dos Estados Unidos e Austrália, e que o Brasil atualmente é mais competitivo do que estes países concorrentes. 
Argentina
O diretor financeiro da Minerva, Edison Ticle, disse em apresentação a analistas que há possibilidade de a Argentina se tornar, em 2027, a segunda principal origem de carne vendida pela empresa em receita - hoje é a quarta origem, atrás de Brasil, Paraguai e Uruguai. 
Segundo o executivo financeiro, a Argentina vem aumentando produção e abates de bovinos, e a empresa está ampliando sua capacidade de abate na fábrica localizada no país. Ao mesmo tempo, os preços pagos pela carne argentina vêm subindo mais do que valor do produto vindo de outras origens, sustentados pela demanda norte-americana. 
Outra vantagem é o fato de a Argentina não ter restrição de volume a ser exportado à China, lembrou Queiroz. 
*A jornalista viajou a convite da Minerva Foods

Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/vs9nvoS4DpFSKf9lC5UTuy5pMxg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/e/I/KeQopjQ7Gf79PTXhf53g/fachada-minerva-foods-mirassol-doeste.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Minerva quer ser cada vez mais analisada como um player da América do Sul, não do Brasil, segundo o CEO</media:description>   <media:credit>Minerva Foods</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:36:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Safra travada, caixa travado: como o produtor financia o próximo ciclo sem vender a produção no pior momento</title>  <atom:subtitle>Vender no spot para fazer caixa é a decisão que mais corrói margem no campo, e quase sempre é tomada por falta de alternativa, não por leitura de mercado. Garantia real e estrutura de crédito permitem separar as duas decisões. A GX Capital, boutique financeira com mesa consultiva para o agro, explica como</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/08/safra-travada-caixa-travado-como-o-produtor-financia-o-proximo-ciclo-sem-vender-a-producao-no-pior-momento-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/08/safra-travada-caixa-travado-como-o-produtor-financia-o-proximo-ciclo-sem-vender-a-producao-no-pior-momento-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/OFab6exxvGGXxTXotX6tJUhHo1o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/s/W/pRAFuLTrKOmsBvMAYOfA/publicador-api-globorural-pulse-brand-100-d6f76f17-7e11-47ea-b52b-1ab90e9dce53.jpeg-20260827144957" /><br /> ]]>    O produtor rural brasileiro toma, todo ano, duas decisões que deveriam ser independentes e que na prática se misturam. A primeira é quando vender a produção. A segunda é como financiar o ciclo seguinte. Quando não há estrutura de capital montada, a segunda decisão passa a comandar a primeira, e a venda deixa de ser uma escolha de mercado para virar uma necessidade de caixa.
O resultado é conhecido. A produção sai no momento em que o produtor precisa de dinheiro, não no momento em que o preço compensa. Em um ano de janela cambial favorável ao exportador, essa antecipação custa caro duas vezes: perde-se tanto o prêmio de preço quanto o de câmbio.
A janela cambial de um ano eleitoral
O calendário de 2026 acentua o problema. O real tende a operar com prêmio de risco mais alto no período que antecede a eleição e essa característica se reflete na cotação ao longo do terceiro trimestre. A GX Capital trabalha com uma projeção proprietária de pico cambial para o Q3, calibrada pela mesa. Para quem exporta, isso significa receita em reais maior por dólar faturado. Para quem já vendeu a produção antes da janela, significa assistir ao movimento de fora.
O ponto que a mesa da GX repete a cada ciclo é que capturar prêmio cambial não é o mesmo que acertar o topo. Ninguém vende no pico com consistência e quem tenta fazer isso costuma terminar vendendo depois dele. O método que a casa aplica no agro é o hedge em camadas: travar frações da receita esperada em faixas de preço distintas à medida que a moeda avança, em vez de concentrar a decisão em uma única data.
A lógica é a mesma de quem colhe em janelas, não em um dia. Cada camada travada garante margem para uma parte da receita e deixa o restante exposto a uma eventual continuidade do movimento. O produtor abre mão da hipótese de ter vendido tudo no melhor preço possível e, em troca, elimina a hipótese de ter vendido tudo no pior.
O que sustenta a decisão: crédito com lastro no que já existe
Nada disso se aplica a quem precisa de dinheiro na semana que vem. Para que a decisão de venda seja livre, o financiamento do ciclo seguinte precisa estar resolvido por outra via, e é aqui que entra a estrutura de crédito com garantia real.
O instrumental existe e está consolidado. A Cédula de Produto Rural permite ao produtor captar recursos com lastro na produção futura, com ou sem liquidação física. A legislação do agro ampliou esse arcabouço ao permitir a afetação de parte do imóvel rural como patrimônio destinado exclusivamente a garantir a operação, preservando o restante da propriedade. Terras, máquinas, armazéns e a própria safra podem sustentar captações com custo distante do crédito sem garantia.
"O produtor que estrutura o crédito antes da colheita compra liberdade de decisão. Ele deixa de vender por necessidade e passa a vender por estratégia, que é o único jeito de a mesa conseguir trabalhar o câmbio dele", afirma Vinicius Teixeira, CEO da GX Capital.
Três verificações antes de estruturar
A primeira é a regularidade documental do ativo oferecido. Matrícula atualizada, georreferenciamento em dia, ausência de sobreposição e situação ambiental regular são pré-requisitos, não detalhes. É o que mais atrasa operação no campo.
A segunda é o descasamento entre o prazo da dívida e o ciclo produtivo. Crédito que vence antes da comercialização recria exatamente o problema que a estrutura pretendia resolver, e o produtor volta a vender por necessidade.
A terceira é a moeda da operação e da receita. Produtor que exporta e se endivida em reais, ou o contrário, carrega risco cambial mesmo sem operar câmbio. Alinhar a moeda da dívida à moeda da receita, ou proteger a diferença, faz parte da estruturação e não de uma conversa separada.
A GX Capital atua como mesa consultiva para produtores e agroindústrias, comparando condições entre instituições, em vez de operar como balcão único, e estrutura crédito com garantia real para o financiamento de ciclo. A casa acumula volume relevante em operações estruturadas ao longo de mais de quinze anos de mercado.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/OFab6exxvGGXxTXotX6tJUhHo1o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/s/W/pRAFuLTrKOmsBvMAYOfA/publicador-api-globorural-pulse-brand-100-d6f76f17-7e11-47ea-b52b-1ab90e9dce53.jpeg-20260827144957" medium="image"/>   <media:description>Vinicius Teixeira, CEO da GX Capital.</media:description>   <media:credit>Arquivo Pessoal</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 17:50:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Minerva vê recuperação de preço do boi no fim do ano com maior demanda para China e EUA</title>  <atom:subtitle>Fechamento de capital nunca foi levado por controladores à empresa, afirma diretor financeiro</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/minerva-ve-recuperacao-de-preco-do-boi-no-fim-do-ano-com-maior-demanda-para-china-e-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/minerva-ve-recuperacao-de-preco-do-boi-no-fim-do-ano-com-maior-demanda-para-china-e-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/4LHN6oJPtfQAhvXabICT2TYLBPI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/K/b/hbCMuXQCaCTf5mmpLDsg/090822-20minerva-20foods-20020.jpg" /><br /> ]]>    O diretor financeiro da Minerva Foods, Edison Ticle, disse nesta quinta-feira (27/8) que após a queda recente dos preços do boi gordo no Brasil, os preços tendem a ficar “de lado” por um período, com o preenchimento da cota da China e a redução dos abates voltados ao país. Mais para o fim do ano, no entanto, os preços do boi tendem a se recuperar, de acordo com o executivo, com o aumento da demanda da indústria brasileira no último trimestre, para voltar a produzir para a China, com vistas ao atendimento da cota de importação sem tarifa adicional de 2027. 
Ticle também disse a analistas, em evento em Barretos (SP), que a empresa vem observando o consumo doméstico de carne bovina “menos aquecido”, em razão do endividamento das famílias brasileiras.  “Isso vem afetando todos os produtos, inclusive o setor de alimentos. Mas todas as projeções da companhia já contemplam esse cenário e isso não deve afetar nosso planejamento deste ano”, afirmou Ticle.
 Fechamento de capital
Ticle também disse que a possibilidade de fechamento de capital da companhia “não é uma discussão na empresa” e, se fosse, seria dos acionistas do bloco de controle da empresa. Os principais acionistas da Minerva são a família Vilela de Queiroz e a gestora saudita Salic. 
No começo de junho, a Minerva foi questionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o assunto após alguns veículos de imprensa terem reportado que a empresa considerava aquela possibilidade. 
“Teria de ser uma discussão dos acionistas do bloco de controle. Essa discussão nunca chegou na empresa”, afirmou Ticle a jornalistas, durante coletiva realizada em Barretos (SP). “Se os acionistas tiverem essa discussão, eles têm de notificar a companhia do que está ocorrendo. Nada disso ocorreu”, continuou. 
No fim de maio, quando as ações da empresa acumulavam queda de 28% no ano, veículos de imprensa  incluindo O Globo noticiaram que a Minerva havia “voltado a avaliar internamente” o fechamento de seu capital na bolsa. Segundo reportou O Globo, o desenho da operação previa que a família ficaria com mais de 54% e a Salic, o restante. As duas possuem juntas mais de 53% do capital. A CVM, então, solicitou à companhia explicações sobre as informações divulgadas na imprensa. 
Em resposta, a Minerva divulgou comunicado no início de junho dizendo que “não houve” e não havia, naquele momento, “qualquer definição ou deliberação societária, seja pela companhia, seja pelos seus acionistas controladores, acerca de possível operação que poderia contemplar o fechamento de capital da companhia, e, por conseguinte, sobre sua estrutura, prazos ou quaisquer termos e condições relacionados à sua eventual realização”.
Alavancagem 
Ticle comentou que a atual alavancagem da companhia, de 2,9 vezes - medida pela relação entre a dívida líquida e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado nos últimos 12 meses encerrados no segundo trimestre - não é o ideal e que o nível mais adequado seria ao redor de 1,7 vez. 
“Numa conta de bolso, não podemos pagar além de 35% do Ebitda para pagar despesas financeiras. Para trazer para esse nível, a alavancagem teria de ficar em torno de 1,7 vez”, disse Ticle a analistas. 
Segundo o executivo, a diretoria executiva propôs ao conselho, considerando o atual cenário de taxas mais elevadas no Brasil, reduzir a distribuição de dividendos para o mínimo previsto em lei, 25% do lucro líquido, em comparação aos 50% que a empresa já pagou anteriormente. 
A ideia é manter o pagamento de 25% até trazer para 35% o percentual do Ebitda usado para pagar despesas financeiras e, com isso, a alavancagem para 1,7 vez, conforme o executivo. 
Ticle disse também que, com geração de Ebitda no segundo semestre, que tende a ser beneficiado pela realização de estoques formados especialmente na China, e outras medidas, a companhia tem condições de gerar mais de R$ 1 bilhão de caixa livre no consolidado de 2026. No período de 12 meses encerrado no segundo trimestre de 2026, o fluxo de caixa livre da Minerva ficou em R$ 636 milhões.
*A jornalista viajou a convite da Minerva Foods 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/4LHN6oJPtfQAhvXabICT2TYLBPI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/K/b/hbCMuXQCaCTf5mmpLDsg/090822-20minerva-20foods-20020.jpg" medium="image"/>   <media:description>Edison Ticle, diretor financeiro da Minerva</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 17:36:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA suspendem tarifas sobre carne bovina e Brasil vê oportunidade; ouça o comentário</title>  <atom:subtitle>Medida começa a valer em 1º de setembro</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/eua-suspendem-tarifas-sobre-carne-bovina-e-brasil-ve-oportunidade-ouca-o-comentario.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/eua-suspendem-tarifas-sobre-carne-bovina-e-brasil-ve-oportunidade-ouca-o-comentario.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Typ9MukLwFX6rBCDL1l06XdeRnc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/o/o/WVlLFCTZ6focXUVRuF7Q/frigorifico.jpg" /><br /> ]]>    Contrariando a vontade dos pecuaristas norte-americanos, o presidente Donald Trump assinou uma ordem que amplia por 90 dias a suspensão de taxas sobre a importação de carne bovina magra, que é usada principalmente na produção de carne moída. 
A decisão começa a valer oficialmente em 1º de setembro e permite aos americanos importar até 100 mil toneladas do produto por mês.  
Dê o play e ouça o comentário
*Ouça o CBN Agro de segunda a sexta-feira, por volta de 5h50, no CBN Primeiras Notícias, e às terças-feiras, por volta de 13h10, no CBN Brasil.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Typ9MukLwFX6rBCDL1l06XdeRnc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/o/o/WVlLFCTZ6focXUVRuF7Q/frigorifico.jpg" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:35:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Agroleite movimenta R$ 612 milhões em negócios na edição de 2026</title>  <atom:subtitle>Valor supera estimativa, mas é 36% menor do que a edição anterior</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/agroleite-movimenta-r-612-milhoes-em-negocios-na-edicao-de-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/agroleite-movimenta-r-612-milhoes-em-negocios-na-edicao-de-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/hYPmLAeTieTb1KA8uE7TrpCA1Ec=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/n/G/6orZzXQp2sk7ZrePU9lA/agroleite-foto-castrolanda.png" /><br /> ]]>    A edição 2026 da Agroleite, feira promovida pela Cooperativa Castrolanda, movimentou R$ 612 milhões em negócios. O valor foi divulgado nesta quinta-feira (27/8). É uma redução de 36% em relação à edição anterior, quando foram gerados R$ 969 milhões em negócios. O evento aconteceu entre os dias 3 e 7 de agosto, em Castro (PR), e reuniu um público recorde de 194 mil visitantes.
O valor divulgado se baseia em respostas dos expositores em um formulário oficial, e reflete os negócios efetivamente realizados no evento. Os organizadores já esperavam um volume de negócios menor que a feira de um ano atrás. Ainda assim, o resultado ficou acima da expectativa inicial, que era de R$ 500 milhões. 
Seung Lee, diretor executivo da Castrolanda, comenta que a cooperativa fez uma projeção conservadora, considerando   aperto nas margens de lucro em diversas cadeias do agronegócio. 
“Já esperávamos essa retração, mas sabemos que alguns investimentos são essenciais para manter a operação e eficiência nas propriedades. Neste contexto, o Agroleite se consolida como momento ideal para o produtor avaliar as tecnologias disponíveis no mercado, comparar preços e investir na solução que melhor se adapta à sua realidade”, analisa.
 Segundo a organização, expositores apresentaram, durante o evento, condições especiais de financiamento, prazos diferenciados e pacotes promocionais. 
“Entendendo as condições do mercado, as empresas fortaleceram seu portfólio de condições comerciais exclusivas para viabilizar aqueles investimentos que não podem esperar, mesmo em anos desafiadores”, declara o gerente do Agroleite, Gustavo Viganó.
Empresas afirmam terem batido metas na Agroleite
A feira reuniu 404 empresas expositoras voltadas à genética, nutrição, saúde animal, sementes, equipamentos, utilitários, entre outros. A diretora comercial da Hidroponta-Poços Artesianos, Fernanda Moreira, ressalta que 80% dos clientes da empresa são ligados à cadeia do leite e que a edição superou as expectativas. “Na metade da feira já estávamos com a meta batida”, afirma.
Claudia Balsano, diretora executiva da CBC Seguros, menciona que a edição 2026 surpreendeu com relação ao fechamento de negócios, quando foram segurados seis rebanhos de gado leiteiro, além da comercialização de outros seguros tradicionais. “Nos surpreendemos com os fechamentos imediatos”, comenta.
Rodolfo Querales, representante de vendas na América Latina da Boerger, empresa alemã com sedes na Alemanha e nos Estados Unidos, expositora da Ala Internacional, compara o evento a outras feiras do agronegócio nos Estados Unidos como a World Ag Expo. “Estamos muito satisfeitos com os resultados”, ressalta.
Além de visitar os estandes, o público da feira teve acesso a uma programação técnica, exposição e leilão de animais, julgamentos das raças Holandesa e Jersey, torneio leiteiro e apresentação prática de tecnologias e tendências para a pecuária de leite e outras cadeias do agronegócio.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/hYPmLAeTieTb1KA8uE7TrpCA1Ec=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/n/G/6orZzXQp2sk7ZrePU9lA/agroleite-foto-castrolanda.png" medium="image"/>   <media:description>Parque da Agroleite em Castro</media:description>   <media:credit>Castrolanda/Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:25:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Basf obtém vitória judicial sobre patente de herbicida na China</title>  <atom:subtitle>Ação envolve o ingrediente ativo saflufenacil, comercializado no Brasil sob a marca Heat</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/basf-obtm-vitria-judicial-sobre-patente-de-herbicida-na-china.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/insumos/noticia/2026/08/basf-obtm-vitria-judicial-sobre-patente-de-herbicida-na-china.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/fhySvn0Qjv0jPLGKTyTc_4m3qKY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/Z/H/EFLjtlThiPAEuo3XexvQ/2019-06-25-pne-190119884-ar-1-tneqgbbdszzs.png" /><br /> ]]>    A multinacional Basf informou nesta quinta-feira (27/8) que obteve uma decisão judicial favorável na China, em ação de infração de propriedade intelectual envolvendo uma forma sólida de síntese patenteada relacionada ao ingrediente ativo saflufenacil, comercializado no Brasil sob a marca Heat. 
O caso teve início após a identificação da fabricação e venda de um produto que utilizava a forma sólida patenteada de saflufenacil desenvolvida pela Basf sem autorização. De acordo com a multinacional, a decisão reconhece os direitos da empresa sobre a inovação desenvolvida e impede que a empresa infratora fabrique, comercialize e exporte produtos que utilizem essa tecnologia de forma indevida. 
A Basf informou em comunicado que os efeitos da ação estão limitados à China, mas que a patente discutida no caso está em vigor no Brasil. "Isso significa que a importação, fabricação, comercialização, oferta para venda ou qualquer outra exploração econômica de produtos que utilizem essa tecnologia sem autorização da Basf pode configurar infração aos direitos de propriedade intelectual da companhia", informou a companhia.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/fhySvn0Qjv0jPLGKTyTc_4m3qKY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/Z/H/EFLjtlThiPAEuo3XexvQ/2019-06-25-pne-190119884-ar-1-tneqgbbdszzs.png" medium="image"/>   <media:description>A Basf informou em comunicado que os efeitos da ação estão limitados à China, mas que a patente discutida no caso está em vigor no Brasil</media:description>   <media:credit>Divulgação/Basf</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 15:02:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Safra de tabaco 2025/26 teve queda de 1,3%; preços também caíram</title>  <atom:subtitle>Área cultivada e número de família produtoras diminuiu no Sul do Brasil</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/safra-de-tabaco-202526-teve-queda-de-13percent-precos-tambem-cairam.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/safra-de-tabaco-202526-teve-queda-de-13percent-precos-tambem-cairam.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/dzlT3HUF2ypecNg4PNsdA9PaaSg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/v/8/1YYOSvSU2MNhyhXrO6hA/3-9-jnf-0401-2-.jpg" /><br /> ]]>    A safra 2025/26 de tabaco no Sul do Brasil registrou a colheita de 710.229 toneladas, uma queda de 1,3% em relação às 719.891 toneladas produzidas no ciclo 2024/25. Além do volume colhido, os preços ofertados pela produção também caíram. Os números foram divulgados pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e são obtidos por meio de pesquisas realizadas junto aos produtores.
A área cultivada passou de 309.982 para 308.932 hectares, recuo de 0,3%. O número de famílias produtoras diminuiu de 138.020 para 135.972, redução de 1,5%, enquanto o número de estufas passou de 160.912 para 160.157, queda de 0,5%. A produtividade média ficou em 2.299 kg/ha, 1% abaixo dos 2.322 kg/ha registrados na safra anterior.
A análise da Afubra aponta que a safra apresentou comportamento diverso entre as regiões produtoras. Em algumas áreas, as lavouras tiveram bom desenvolvimento vegetativo, sanidade adequada e resposta favorável às chuvas ocorridas em momentos importantes do ciclo. Em outras, frio prolongado, geadas, excesso de umidade, ventos, chuvas intensas, granizo e períodos de estiagem comprometeram parcialmente o rendimento, a uniformidade e a qualidade do produto.
Segundo o presidente da Afubra, Marcilio Laurindo Drescher, o resultado geral deve ser analisado considerando essas diferenças regionais. “Foi uma safra bastante heterogênea. Tivemos regiões com bom desenvolvimento das lavouras e condições favoráveis em momentos importantes, mas também áreas prejudicadas por diferentes eventos climáticos. Por isso, a realidade não foi a mesma para todos os produtores”, destaca.
O Rio Grande do Sul encerrou a safra com 286.603 toneladas, redução de 5,5% em relação ao ciclo anterior. Em Santa Catarina, foram colhidas 223.643 toneladas, redução de 1,1% na mesma comparação. O Paraná foi o único dos três Estados do Sul a registrar crescimento na produção total, com 199.983 toneladas, aumento de 5,1%. 
Comercialização e receita bruta
Ao longo da safra, aumentaram os relatos de insatisfação com os preços e os critérios de classificação, afirma a Afubra. Em algumas regiões ocorreram cancelamentos de cargas, devoluções de produto às propriedades e retenção de parte da produção nos paióis, na expectativa de melhores condições de mercado.
O preço médio ficou em R$ 18,07 o quilo, redução de 10,8% em relação aos R$ 20,25/kg registrados na safra anterior. Por tipo, os valores médios foram de R$ 18,45/kg para o Virgínia, R$ 14,91/kg para o Burley e R$ 13,05/kg para o Comum.
A receita bruta dos produtores do Sul do Brasil totalizou R$ 12,835 bilhões, redução de 11,9% em relação aos R$ 14,575 bilhões da safra 2024/2025. Deste total, o Rio Grande do Sul respondeu por R$ 5,071 bilhões; Santa Catarina, por R$ 4,104 bilhões; e o Paraná, por R$ 3,659 bilhões.
Safra 2026/2027 exige cautela
Segundo a Afubra, a safra 2026/27 inicia em um cenário que exige atenção. Apesar das dificuldades enfrentadas na comercialização do ciclo anterior, os relatos indicam que, em muitas regiões, a área plantada tende a permanecer em patamar semelhante.
“Depois de uma safra com dificuldades de comercialização e redução no preço recebido, é fundamental buscar maior equilíbrio entre oferta e demanda. O produtor precisa dimensionar a lavoura de acordo com a realidade da propriedade e priorizar a produção de tabaco de qualidade, preservando a sustentabilidade da atividade e a sua rentabilidade”, salienta Drescher. A estimativa inicial de produção da safra 2026/27 será finalizada pela Afubra em novembro.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/dzlT3HUF2ypecNg4PNsdA9PaaSg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/v/8/1YYOSvSU2MNhyhXrO6hA/3-9-jnf-0401-2-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ao longo da safra, aumentaram os relatos de insatisfação com os preços e os critérios de classificação do tabaco</media:description>   <media:credit>SindiTabaco/Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:36:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Terras de pecuária nos EUA são vendidas para produção de grãos para biocombustível, diz Minerva</title>  <atom:subtitle>Cenário favorece a posição da América do Sul e da companhia como fornecedora global de carne bovina</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/noticia/2026/08/terras-de-pecuaria-nos-eua-sao-vendidas-para-producao-de-graos-para-biocombustivel-diz-minerva.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/noticia/2026/08/terras-de-pecuaria-nos-eua-sao-vendidas-para-producao-de-graos-para-biocombustivel-diz-minerva.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/9soTgPtDf8DNf2CP-BdCve76vyM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/L/h/1WW88vQdKjPqFxxADzlA/54674565658-3c18803dca-k.jpg" /><br /> ]]>    A redução do rebanho e da oferta de carne bovina nos Estados Unidos e na Europa é estrutural e não está ligada apenas ao ciclo pecuário, disse nesta manhã o CEO da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz, em evento em Barretos (SP). Esse cenário favorece a posição da América do Sul e da companhia como fornecedora global de carne bovina, na avaliação do executivo. 
“Os Estados Unidos perderam competitividade [na pecuária bovina] por falta de mão de obra, regras de sustentabilidade e uma coisa estrutural que é a falta de sucessão. Especialmente a cria [de bezerro] é feita em propriedades pequenas e médias, tocadas por famílias, mas a nova geração não quer estar no interior do Iowa ou da França”, afirmou Queiroz a analistas e jornalistas.  
De acordo com o executivo, os Estados Unidos passam por uma consolidação no setor, com terras antes destinadas à pecuária bovina sendo vendidas a conglomerados que vêm utilizando as áreas para a produção de soja e milho com vistas à produção de biodiesel e etanol. 
“Há nos Estados Unidos e Europa uma redução da produção [de carne bovina] que é estrutural. No Brasil, Paraguai, passamos por ciclos pecuários, mas o ciclo vai se renovando e a produção se torna mais eficiente”, disse o executivo. “A América do Sul vem cada vez mais intensificando a produção, enquanto no Hemisfério Norte vemos ciclos estruturais que não têm volta”, continuou.
Queiroz disse também ter observado uma mudança no perfil dos clientes atendidos pela companhia, com menos intermediários e mais clientes finais sendo atendidos, entre os quais redes varejistas, cadeias de food service (restaurantes) e processadores de carne.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/9soTgPtDf8DNf2CP-BdCve76vyM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/L/h/1WW88vQdKjPqFxxADzlA/54674565658-3c18803dca-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>A redução do rebanho e da oferta de carne bovina nos Estados Unidos e na Europa é estrutural e não está ligada apenas ao ciclo pecuário</media:description>   <media:credit>USDA/FPAC/Preston Keres</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:32:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Prêmio Mulheres do Agro destaca inovação e sustentabilidade no campo</title>  <atom:subtitle>Edição recebeu 394 inscrições de produtoras, 10% a mais que no ano passado</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/premio-mulheres-do-agro-destaca-inovacao-e-sustentabilidade-no-campo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/premio-mulheres-do-agro-destaca-inovacao-e-sustentabilidade-no-campo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Y83o44C1-qqdUwrw5Tu2ik_22Q8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/Z/7/GqstK4QyWEFtiXPoAoBQ/whatsapp-image-2026-08-27-at-09.15.26.jpeg" /><br /> ]]>    A nona edição do Prêmio Mulheres do Agro, organizado pela Bayer e pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), reconheceu, nesta quarta-feira (26), em São Paulo, produtoras rurais e uma pesquisadora por iniciativas que contribuem para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. Segundo Gislaine Balbinot, diretora-executiva da Abag, a edição recebeu 394 inscrições de produtoras, 10% a mais que no ano passado, e reuniu cerca de 300 pessoas presencialmente, entre convidadas, premiadas, familiares e jornalistas.
A programação contou com dois painéis sobre tecnologia e transição energética, com especialistas do setor, além da apresentação de Cátia Fonseca. O poeta cearense Bráulio Bessa também participou do evento e apresentou um poema escrito exclusivamente para a ocasião.
Dez mulheres chegaram à etapa final e disputaram as primeiras três colocações nas categorias Produtora Rural, dividida entre pequena, média e grande propriedade, e Ciência e Pesquisa. Nesta última categoria, a votação popular recebeu 40 mil votos.
Os números, segundo Balbinot, mostram a relevância que a premiação conquistou no setor. Desde a criação do prêmio, 85 mulheres já foram reconhecidas.
Na cerimônia de abertura, o CEO da Bayer Brasil, Marcio Santos, destacou a participação crescente das mulheres no agronegócio. Segundo ele, atualmente elas representam um terço das propriedades rurais.
“É um legado que é construído cotidianamente, com muita garra. É o agro do agro e precisa ser visto, porque constrói legado”
Francila Calica, diretora de Assuntos Agrícolas e Sustentabilidade da Bayer e vice-presidente da Abag, lembrou que, no início da premiação, muitas mulheres tinham dificuldade até mesmo para se inscrever porque não reconheciam a própria força e o protagonismo que exerciam no campo.
“Era difícil conseguir inscrições porque elas não acreditavam no poder que tinham. Hoje temos outro cenário: elas já sabem de seus protagonismos e de suas forças”
Para Calica, o movimento ganhou consistência e tende a se fortalecer nos próximos anos. “Vemos cada vez mais uma atuação consistente e de qualidade, e é um movimento que tem um futuro cada vez mais sólido”, afirmou.
A premiação na prática
Em entrevista à Globo Rural, Gabriela Gandelini, gerente de Regulamentação em Assuntos Científicos da Bayer no Brasil, explicou que o processo começa com a inscrição voluntária das produtoras pelo site do prêmio. As candidatas precisam apresentar documentos que comprovem a posse das propriedades e contar suas histórias e sua relação com o agronegócio, além de explicar o propósito da produção e as práticas sustentáveis adotadas na fazenda.
Depois dessa etapa, uma banca avaliadora externa à Bayer e à Abag analisa as candidaturas. A classificação considera o tamanho da propriedade, independentemente da cultura produzida ou da região do país, com categorias para pequenas, médias e grandes propriedades.
“Nós acabamos tendo um pouco mais do Sudeste, mas temos uma representatividade de todo o país”, afirmou Gabriela sobre a distribuição regional das participantes ao longo das nove edições.
Na categoria Ciência e Pesquisa, criada em 2023, o processo é diferente. A candidatura também acontece de forma on-line, mas a avaliação considera principalmente o currículo da pesquisadora, o propósito da pesquisa e seu impacto no agronegócio, especialmente em relação à sustentabilidade. Uma banca externa seleciona três finalistas, que seguem para a votação popular.
Segundo Gandelini, a inclusão das pesquisadoras também está relacionada à necessidade de inovação no campo.
“Para as produtoras implementarem práticas agrícolas sustentáveis, elas precisam de inovação. E, para ter inovação, tem que ter investimento em ciência. Então foi natural buscar também essas cientistas que impactam o setor”
As vencedoras
Ao final do evento, a organização anunciou as vencedoras das quatro categorias. Confira a classificação:
Ciência e Pesquisa
Erika Valente, professora da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UAG) e pesquisadora de biodiversidade e crescimento do solo.
Produtora Rural — Pequena Propriedade
1ª colocada: Ana Klinke, produtora relacionada ao melhoramento genético, agricultura regenerativa, compostagem e conservação de nascentes.
2ª colocada: Roseilda Duarte, gestora do Sítio Bebedouro, referência em agricultura orgânica urbana.
3ª colocada: Rosiane Almeida, produtora com atuação na gestão moderna da cafeicultura.
Produtora Rural — Média Propriedade
1ª colocada: Kátia Rodrigues, produtora voltada ao melhoramento genético, agricultura regenerativa, compostagem e conservação de nascentes.
2ª colocada: Suzana Viccini, produtora atuante na agricultura de precisão e cofundadora do Núcleo de Mulheres do Agro do Oeste da Bahia.
3ª colocada: Sheilane Magalhães, produtora leiteira com foco na queijaria artesanal.
Produtora Rural — Grande Propriedade
1ª colocada: Aline Vick, economista de formação que atua com práticas de gestão, tecnologia e agricultura regenerativa na propriedade da família, em Pirassununga (SP).
2ª colocada: Karina Seibt, produtora de café focada em excelência, rastreabilidade e práticas regenerativas.
3ª colocada: Elisabete Kim, produtora voltada à reestruturação operacional.
Além do troféu, as vencedoras têm as despesas de participação no evento custeadas, recebem um kit do Prêmio Mulheres do Agro, acesso a sessões exclusivas e convite para o Congresso Brasileiro do Agronegócio. As primeiras colocadas nas categorias de Produtora Rural também participam de uma viagem técnica.
Na categoria Ciência e Pesquisa, a vencedora recebe uma doação de R$ 20 mil para a instituição à qual está vinculada, destinada ao desenvolvimento de projetos de pesquisa.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Y83o44C1-qqdUwrw5Tu2ik_22Q8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/Z/7/GqstK4QyWEFtiXPoAoBQ/whatsapp-image-2026-08-27-at-09.15.26.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Vencedoras do Mulheres do Agro 2026</media:description>   <media:credit>divulgação/Bayer</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:27:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Só Brasil e Paraguai serão beneficiados por redução de tarifas dos EUA para carne', diz CEO da Minerva</title>  <atom:subtitle>Outros exportadores, como Austrália e Argentina, não têm acesso, afirmou o executivo</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/so-brasil-e-paraguai-serao-beneficiados-por-reducao-de-tarifas-dos-eua-para-carne-diz-ceo-da-minerva.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/so-brasil-e-paraguai-serao-beneficiados-por-reducao-de-tarifas-dos-eua-para-carne-diz-ceo-da-minerva.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/jxsrEMiccXNhyZ1wiMSBGctfjq0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/9/G/Mh3TA9TROVzAK3EMFYDA/251119minerva062.jpg" /><br /> ]]>    O CEO da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, disse nesta quinta-feira (27/8) em evento em Barretos (SP) que “exclusivamente” Brasil e Paraguai serão os países beneficiados pela suspensão temporária de tarifas extra-cota dos Estados Unidos para carne bovina importada voltada à produção de carne moída.
“Há dois dias, achávamos que [a medida] seria para todos os países que exportam para os Estados Unidos. Ontem à noite, soubemos que os países beneficiados serão exclusivamente Brasil e Paraguai. Outros exportadores, como Austrália e Argentina, não têm acesso mais”, afirmou Queiroz a analistas e jornalistas. 
Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, postou em uma rede social que suspenderá por 90 dias a aplicação de tarifas extra-cota para importações de carne bovina destinada à produção de carne moída. A medida deve abranger até 300 mil toneladas.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/jxsrEMiccXNhyZ1wiMSBGctfjq0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/9/G/Mh3TA9TROVzAK3EMFYDA/251119minerva062.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fernando Galletti de Queiroz, CEO da Minerva</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:21:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do trigo segue em alta na bolsa de Chicago</title>  <atom:subtitle>Contratos de milho e de soja recuam nesta manhã</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-trigo-segue-em-alta-na-bolsa-de-chicago.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-trigo-segue-em-alta-na-bolsa-de-chicago.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/tEm4F4iQDM2K3mXSP-MZtwhSI70=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/h/g/qzj7JyTAGt3PGLhaA5Gg/51413564704-1740caa99b-k.jpg" /><br /> ]]>    O preço do trigo segue em alta na bolsa de Chicago nesta quinta-feira (27/8). O avanço vem após o cereal atingir seu maior patamar em três anos no fechamento do pregão da quarta-feira (26/8), impulsionado pela guerra entre Rússia e Ucrânia.
Nesta manhã, os contratos com entrega para dezembro de 2026 são negociados em alta de 0,20%, cotado a US$ 7,49 o bushel.
Milho
Já o milho tem forte baixa nesta manhã. Os lotes com vencimento em dezembro de 2026 recuam 1,58%, a US$ 5,28 o bushel.
A baixa vem após 6 sessões consecutivas de altas, com investidores convertendo os lucros, segundo análise da Granar.
Soja
Por fim, a soja também recua nesta manhã. Os contratos para dezembro de 2026 caem 1,07%, cotados a US$ 12,52 o bushel.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/tEm4F4iQDM2K3mXSP-MZtwhSI70=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/h/g/qzj7JyTAGt3PGLhaA5Gg/51413564704-1740caa99b-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>O avanço do trigo vem após o cereal atingir seu maior patamar em três anos, impulsionado pela guerra entre Rússia e Ucrânia</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:07:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova cota dos EUA para carne bovina é alternativa à China, dizem frigoríficos</title>  <atom:subtitle>Governo americano ampliou importação com tarifa reduzida de carne bovina magra em 300 mil toneladas</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/nova-cota-dos-eua-para-carne-bovina-e-alternativa-a-china-dizem-frigorificos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/nova-cota-dos-eua-para-carne-bovina-e-alternativa-a-china-dizem-frigorificos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Y2W8dFbPYSJ_mwaivaf8hwNs44M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/h/A/9cCpwVRJKQXPfVMyFPtQ/hamburguer.jpeg" /><br /> ]]>    A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) comemorou a decisão do governo americano de ampliar temporariamente a cota de importação com tarifa reduzida de carne bovina magra em 300 mil toneladas. A medida começa a vigorar em 1° de setembro e poderá melhorar a competitividade da proteína brasileira nos Estados Unidos, segundo a entidade.
Em nota, a Abrafrigo disse que a decisão "chega em um momento especialmente importante" para o setor frigorífico brasileiro e que poderá contribuir para mitigar os efeitos do esgotamento da cota de exportação para a China. Segundo a Abrafrigo, a ampliação do volume para os EUA é uma "alternativa adicional para a carne bovina brasileira no mercado americano em um período de maior pressão sobre o comércio internacional".
A decisão do presidente Donald Trump ampliou em 300 mil toneladas a cota para importação de carne bovina magra, incluindo aparas (trimmings) destinadas principalmente à produção de carne moída, pelos Estados Unidos, durante os próximos 90 dias.
A Abrafrigo, no entanto, lamentou a falta de habilitação aos EUA para frigoríficos do Pará, Acre e Maranhão. A nota diz que os benefícios dessa oportunidade não poderão ser distribuídos de maneira uniforme entre os Estados produtores. 
"É fundamental que o Brasil continue avançando na habilitação de novos Estados e plantas exportadoras, ampliando o acesso aos mercados internacionais e garantindo que as oportunidades geradas pelo comércio exterior possam alcançar o maior número possível de produtores e empresas brasileiras", afirmou o presidente executivo da Abrafrigo, Paulo Mustefaga, na nota.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Y2W8dFbPYSJ_mwaivaf8hwNs44M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/h/A/9cCpwVRJKQXPfVMyFPtQ/hamburguer.jpeg" medium="image"/>   <media:description>A decisão do presidente Donald Trump ampliou em 300 mil toneladas a cota para importação de carnes destinadas principalmente à produção de carne moída</media:description>   <media:credit>Divulgação/Mapa</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:21:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Federação de produtores dos EUA critica importação de carne: 'Golpe contra a agricultura'</title>  <atom:subtitle>A medida foi oficializada nesta quarta-feira (26/8) pelo governo Trump</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/federacao-de-produtores-dos-eua-critica-importacao-de-carne-golpe-contra-a-agricultura.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/federacao-de-produtores-dos-eua-critica-importacao-de-carne-golpe-contra-a-agricultura.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/eEsYYnSu7RoRZcezwmDIj5mk_rA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/U/X/n1xU93R26BaKI4bkUJxQ/fazenda-pensilvania.png" /><br /> ]]>    A American Farm Bureau Federation (AFBF), uma das principais entidades de representação dos produtores rurais dos Estados Unidos, voltou a criticar a decisão do presidente Donald Trump de ampliar em 300 mil toneladas as importações de carne bovina do país durante 90 dias. A medida foi oficializada nesta quarta-feira (26/8) pelo governo dos EUA. 
Em comunicado, a entidade classificou a medida como "um golpe contra a agricultura do país". Para o presidente da AFBF, Zippy Duvall, a importação ameaça a recuperação do setor pecuário americano e pode pressionar a renda dos produtores justamente em um momento de queda do mercado.
"A afirmação de que essas importações adicionais não vão ‘desorganizar a comercialização ordenada de commodities nos EUA’ não se sustenta quando os pecuaristas estão vendendo seu gado em um mercado em forte queda. Ainda não é tarde para reverter essa decisão, e pedimos ao presidente que considere os prejuízos econômicos que ela causa aos pecuaristas americanos", afirmou o dirigente. 
Segundo Duvall, a decisão representa um duro golpe para os pecuaristas e ainda pode prejudicar a oferta doméstica de alimentos no longo prazo. A entidade pediu que Trump reconsidere a medida.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/eEsYYnSu7RoRZcezwmDIj5mk_rA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/U/X/n1xU93R26BaKI4bkUJxQ/fazenda-pensilvania.png" medium="image"/>   <media:description>Importação ameaça a recuperação do setor pecuário americano e pode pressionar a renda dos produtores, afirma entidade</media:description>   <media:credit>Canva/Creative Commons</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:15:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do café tem forte baixa na bolsa de Nova York</title>  <atom:subtitle>Cacau, açúcar, algodão e suco de laranja operam em alta nesta manhã</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-cafe-tem-forte-baixa-na-bolsa-de-nova-york.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-cafe-tem-forte-baixa-na-bolsa-de-nova-york.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/tYZpg2q3EmFRe56LxdBdipyEw64=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/8/R/ny7EYaT223w1w80BaU3Q/39390204354-be73942f23-k.jpg" /><br /> ]]>    O preço do café opera em forte baixa nesta manhã de quinta-feira (27/8) na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega para dezembro de 2026 caem 4,59%, cotados a US$ 3,0760 a libra-peso.
Segundo a Barchart, a queda está associada ao volume expressivo de café colhido no Brasil nesta semana.
Cacau
Já o cacau opera em alta. Os contratos da amêndoa com vencimento em dezembro de 2026 avançam 5,63%, cotados a US$ 6.159 a tonelada.
Açúcar
O açúcar tem alta na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 sobem 1,65%, negociados a US$ 17,88 a libra-peso.
Algodão
O algodão também opera em alta. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 avançam 0,89%, cotados a 89,93 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em alta. Os papéis mais negociados, com vencimento em setembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4230 a libra-peso, com avanço de 0,96%.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/tYZpg2q3EmFRe56LxdBdipyEw64=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/8/R/ny7EYaT223w1w80BaU3Q/39390204354-be73942f23-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Queda do café está associada ao volume expressivo de colheita no Brasil nesta semana</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:11:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Aumento de produção pode limitar alta de preços da carne suína no fim do ano </title>  <atom:subtitle>Estimativas apontam para um pico de abates entre julho e setembro</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/suinos/noticia/2026/08/aumento-de-producao-pode-limitar-alta-de-precos-da-carne-suina-no-fim-do-ano.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/suinos/noticia/2026/08/aumento-de-producao-pode-limitar-alta-de-precos-da-carne-suina-no-fim-do-ano.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/K4VsUL1hRtJGzwGKbrYapZ0MHZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/r/T/KnsBAJSHaEkmBzR54p6w/gettyimages-2170182165.jpg" /><br /> ]]>    Os preços da carne suína geralmente sobem no fim do ano, período em que ocorre maior consumo do produto. No entanto, um aumento de oferta pode limitar os avanços das cotações no período, afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o abate de suínos cresceu 3,2% no segundo trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, para 15,58 milhões de cabeças. Na comparação com o primeiro trimestre do ano, houve aumento de 2%.
Estimativas do Cepea, elaboradas com base em dados preliminares do IBGE, apontam para um pico de abates entre julho e setembro. Tradicionalmente, o setor suinícola registra maior produção de carne no terceiro trimestre, quando as empresas se preparam para atender ao aumento da demanda no final do ano nos mercados doméstico e externo, e essa tendência deve se manter em 2026.
Pesquisadores do Cepea destacam que a sobreoferta da carne no mercado independente tem sido observada em boa parte deste ano, o que tem pressionado as cotações do animal e dos cortes para patamares historicamente baixos.
Nesta quarta-feira (26/8), em Santa Catarina, o maior produtor nacional de suínos, o indicador Cepea/Esalq registrou a cotação de R$ 4,56 o quilo para o animal vivo, uma queda de 5,98% desde o início de agosto. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça suína especial estava cotada a R$ 7,38 o quilo, recuo de 10,22% no acumulado do mês.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/K4VsUL1hRtJGzwGKbrYapZ0MHZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/r/T/KnsBAJSHaEkmBzR54p6w/gettyimages-2170182165.jpg" medium="image"/>   <media:description>Tradicionalmente, o setor suinícola registra maior produção de carne no terceiro trimestre</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:13:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como a inovação no pasto e o bem-estar animal transformam a pecuária</title>  <atom:subtitle>Ferramentas modernas de manejo e novas soluções de alta performance permitem que o produtor recupere pastagens degradadas</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/opiniao/noticia/2026/08/como-a-inovacao-no-pasto-e-o-bem-estar-animal-transformam-a-pecuaria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/opiniao/noticia/2026/08/como-a-inovacao-no-pasto-e-o-bem-estar-animal-transformam-a-pecuaria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Y_b0sQkvu1RuKZhOJ2fsuH-bJGQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/S/J/S0tW6BTvaDvleQFZA3UA/angelica-calandrelli-lucas-pereira-da-silva-2-.png" /><br /> ]]>    O Brasil consolidou-se como o maior produtor de carne bovina do mundo e o líder absoluto em exportações, atendendo a exigentes mercados em 159 países, segundo dados oficiais da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura. 
Com um rebanho nacional histórico que soma cerca de 238,6 milhões de cabeças de gado, de acordo com a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do IBGE, distribuídas por mais de 160 milhões de hectares de pastagens mapeados pela Embrapa. Esses números impressionantes não se movem por inércia. Eles são o resultado direto da dedicação diária de homens e mulheres do campo que transformaram a pecuária em uma das atividades mais tecnológicas, eficientes e estratégicas do planeta. 
Os dados nos convidam a uma reflexão profunda sobre o papel de liderança que o país desempenha globalmente e, acima de tudo, sobre os verdadeiros protagonistas que tornam essa engrenagem viva, pulsante e cada vez mais sustentável.
Essa engrenagem de sucesso apoia-se em um pilar fundamental: a evolução da consciência do pecuarista por boas práticas de bem-estar animal aliadas à inovação no manejo do pasto. Práticas como a desmama lado a lado; treinamento de equipe para manejo de curral, além de cuidado com os processos de vacinação e embarque são exemplos do que vem sendo implantado nas fazendas para um melhor manejo.
Já no campo, a terra e o capim são ativos biológicos vivos e os maiores aliados na mitigação climática, além de fonte nutritiva de alimentação do rebanho. A ciência tem comprovado que uma pastagem bem cuidada e livre de plantas daninhas é um dos sumidouros de carbono mais eficazes da natureza.
Um recente estudo científico publicado no periódico internacional Soil Science Society of America Journal — conduzido por pesquisadores da Universidade da Flórida em parceria com instituições do Brasil, dos Estados Unidos e com a Corteva Agriscience — aponta, por exemplo, que áreas infestadas por plantas invasoras como o caruru-espinhoso sofrem uma perda de 15% no estoque de carbono orgânico do solo (SOC). 
Isso ocorre porque o sistema radicular de um capim forrageiro sadio chega a ser seis vezes mais denso do que o das plantas daninhas, fixando os nutrientes e o carbono de maneira muito mais eficiente na terra.

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Ferramentas modernas de manejo e novas soluções de alta performance permitem que o produtor recupere pastagens degradadas, produzindo mais arrobas por hectare sem a necessidade de abrir novas áreas de vegetação nativa. 
Ao otimizar o uso do solo através de tecnologias limpas e eficientes, o setor promove uma engrenagem que gera riqueza e abastece o mundo. Cada vez mais as práticas em comum acordo com a natureza, regenerando o solo, estão sendo aplicadas e com resultados impressionantes.
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Assim como uma inovação química e agronômica, uma transformação cultural profunda redesenhou o cotidiano das propriedades. O bem-estar animal deixou de ser uma pauta externa para, em fazendas modernas, tornar-se a base das boas práticas de manejo nas fazendas. 
Com o respaldo científico de centros de excelência, entre eles, as pesquisas de comportamento animal do Grupo Etco, da Unesp, de Jaboticabal, e as teorias da norte-americana Temple Grandin, professora da Universidade do Estado do Colorado.
Iniciativas como a eliminação progressiva da marca a fogo e a desmama lado a lado provam que o respeito à senciência (capacidade de um ser de ter experiências subjetivas e conscientes, sentindo sensações como dor, prazer, medo e alegria) animal se traduz diretamente em saúde, qualidade e rentabilidade. O olhar treinado do trabalhador no campo, apoiado por uma rede sólida de parceiros, garante a precisão de todo o sistema.
A pecuária nacional é protagonista global porque aprendeu a ouvir a voz da terra e a responder com ciência, responsabilidade e sensibilidade. Tudo por conta do trabalho dos pecuaristas extraordinários, pelo volume de alimentos que eles produzem, mas também, pela forma ética e cada vez mais inovadora e sustentável que estão trilhando o caminho do futuro da pecuária.
*Carmen Perez é a pecuarista à frente da Fazenda Orvalho das Flores, em Araguaiana (MT); Rodrigo Takegawa é líder de Marketing &amp; Comercial da Linha Pastagem da Corteva Agriscience para Brasil e Paraguai
As ideias e opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusivo de seus autores e não representam, necessariamente, o posicionamento editorial da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Y_b0sQkvu1RuKZhOJ2fsuH-bJGQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/S/J/S0tW6BTvaDvleQFZA3UA/angelica-calandrelli-lucas-pereira-da-silva-2-.png" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:01:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Expo Rio Preto cresce 82% e contabiliza R$ 70,3 milhões em negócios</title>  <atom:subtitle>Feira no interior de São Paulo terá uma ampliação da estrutura no parque de exposições</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/expo-rio-preto-cresce-82percent-e-contabiliza-r-703-milhoes-em-negocios.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/expo-rio-preto-cresce-82percent-e-contabiliza-r-703-milhoes-em-negocios.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/t_Ae1uNdshTyb1p8LcE--p78CrA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/K/D/8u7ZqkSzuqWWDg08lDoA/julgamento-gado-leiteiro-expo-2025-d7d81b5430.jpg" /><br /> ]]>    A Expo Rio Preto recebeu 202,4 mil visitantes, 97,4% a mais que o evento do ano passado, e gerou R$ 70,3 milhões em negócios, crescimento de 82,61%. A organização da feira no interior informou que os resultados superaram as expectativas. 
O evento, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, foi dividido em duas fases: a Etapa Corte, entre os dias 1 e 9 de agosto, e a Etapa Leite, de 12 a 16 de agosto. 
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“Ano a ano, a Expo Rio Preto coloca nossa cidade na rota estratégica do agronegócio e na geração de oportunidades para o setor”, avalia, em nota, a secretária municipal de Agricultura e Abastecimento, Carina Ayres. 
A prefeitura organiza a feira, que tem apoio da Federação de Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp) e o Sindicato Rural local. Na edição deste ano, o recinto de exposições recebeu mais de três mil animais, entre bovinos, equinos e ovinos. 
A programação incluiu palestras técnicas, espaço para pequenos e médios empreendedores e julgamento de bovinos e equinos de diversas raças em pista. 
Parque da Expo Rio Preto terá ampliação de estrutura
A Prefeitura de São José do Rio Preto anunciou uma ampliação da estrutura do parque de exposições. A administração municipal abriu uma licitação para construir um novo pavilhão de 400 metros quadrados para a acomodação de animais. 
O investimento previsto é de R$ 787,5 mil em um galpão com estrutura metálica. A concorrência será por leilão eletrônico, sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras. A empresa contratada terá 45 dias para concluir a obra. 
Atualmente, o recinto de exposições da Expo Rio Preto tem 19 galpões, dois específicos para cavalos.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/t_Ae1uNdshTyb1p8LcE--p78CrA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/K/D/8u7ZqkSzuqWWDg08lDoA/julgamento-gado-leiteiro-expo-2025-d7d81b5430.jpg" medium="image"/>   <media:description>Julgamentos em pista são destaque na programação da Expo Rio Preto, no interior paulista</media:description>   <media:credit>Divulgação/Expo Rio Preto</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:00:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do boi gordo cai novamente em São Paulo</title>  <atom:subtitle>Cotações no mercado de reposição seguem firmes em 2026, sustentadas pela oferta mais ajustada</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/preco-do-boi-gordo-cai-novamente-em-sao-paulo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/preco-do-boi-gordo-cai-novamente-em-sao-paulo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/XLPizdqvg_9XCsFovZfCc0i6N5E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/n/k/uaLWpAQ0mB1iDAiHtQgQ/gado-corte-porto-amazonas20120610-0011.jpg" /><br /> ]]>    O mercado pecuário em São Paulo registrou novas baixas nas cotações nesta quarta-feira (26/8), informa a Scot Consultoria. Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), o preço do boi gordo sofreu o terceiro dia consecutivo de queda. A cotação da arroba caiu R$ 1, para R$ 342 no pagamento a prazo.
O “boi China” teve recuo de R$ 2, para R$ 344 a arroba. Já a novilha caiu R$ 3, para R$ 332 a arroba. A cotação da vaca cotação da vaca não mudou.
Além das praças paulistas, a Scot também registrou quedas para o boi gordo em todas as regiões de Mato Grosso (norte, sudeste, sudoeste e Cuiabá), do Pará (Paragominas, Redenção e Marabá), no Triângulo Mineiro, oeste do Maranhão e Rio de Janeiro. Nas demais 21 regiões monitoradas, as cotações seguiram estáveis na comparação diária.
Segundo a Scot, em São Paulo, os frigoríficos compraram apenas o necessário para o abate imediato. O escoamento da carne esteve lento.
A ponta vendedora resistiu, mas os negócios foram fechados dentro das referências. Houve disputa em torno dos patamares vigentes, e os frigoríficos de pequeno e médio porte, com maior necessidade de completar as escalas, ofertaram preços ligeiramente acima das referências. Esses negócios, porém, foram pontuais.
Já o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destaca que os preços do mercado de reposição seguem firmes em 2026, sustentados pela oferta mais ajustada de animais, decorrente da maior retenção de fêmeas, e pela demanda consistente de recriadores e invernistas. O bezerro apresenta a valorização mais expressiva entre as categorias. 
No acumulado do ano, incluindo a parcial de agosto, o indicador Cepea/Esalq do bezerro (baseado nos negócios realizados no Mato Grosso do Sul) acumulou alta de 7,70%. No mesmo perído, o boi gordo em São Paulo subiu 6,01%, enquanto o boi magro aumentou apenas 1,38%. As comparações são em termos reais, com valores deflacionados pelo IGP-DI de julho. 
Segundo o Cepea, a maior valorização do bezerro está relacionada à menor disponibilidade de animais jovens após períodos de maior descarte de fêmeas e abates elevados. Já os preços do boi magro permanecem firmes, mas avançam de forma mais moderada, principalmente devido à menor ocupação dos confinamentos em 2026 e à cautela dos confinadores diante das incertezas no cenário externo. Como essa categoria é importante para a atividade de engorda, a demanda mais contida limita sua valorização. 
“Nesse cenário, a rentabilidade dos sistemas de recria e engorda dependerá da eficiência produtiva e da combinação entre custos, ganho de peso, permanência dos animais e preço de venda do boi gordo”, destaca o Cepea.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/XLPizdqvg_9XCsFovZfCc0i6N5E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/n/k/uaLWpAQ0mB1iDAiHtQgQ/gado-corte-porto-amazonas20120610-0011.jpg" medium="image"/>   <media:description>Frigoríficos compraram apenas o necessário para o abate imediato; escoamento da carne esteve lento</media:description>   <media:credit>Gilson Abreu/AEN</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:50:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço da soja segue firme no Brasil e saca tem alta de até R$ 5</title>  <atom:subtitle>Demanda pelo grão brasileiro está aquecida e sustenta tendência atual para as cotações</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-da-soja-segue-firme-no-brasil-e-saca-tem-alta-de-ate-r-5.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-da-soja-segue-firme-no-brasil-e-saca-tem-alta-de-ate-r-5.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/hluwCHhk5xFkMWKOtjCWFDt4llg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/E/X/wuapL6TmSXg8L6Bw70Uw/2015-12-11-dsc7303.jpg" /><br /> ]]>    A soja segue valorizada no Brasil, e a demanda firme deve manter os preços nessa tendência no médio prazo. Nesta quarta-feira (26/8), o indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) subiu 0,57%, com a saca cotada a R$ 154,57.
Lucilio Alves, pesquisador do Cepea, disse que o segundo semestre do ano é marcado por cotações firmes para a saca. Neste ano um novo elemento adiciona mais pressão de alta para os valores da oleaginosa.
“O ritmo de exportações em agosto está se mostrando maior que o registrado no mesmo período do ano passado. O ambiente com recorde exportação ajuda a enxugar a oferta do mercado interno, contribuindo para a redução dos estoques e recuperação dos preços”, disse Alves. 
Ainda segundo ele, a tendência é de arrefecimento dos preços a partir de 2027, com o início da nova safra brasileira.
Os preços no mercado interno também foram afetados pela oscilação na bolsa de Chicago. Na quarta, os contratos da oleaginosa para novembro subiram 2,28%, a US$ 12,66 o bushel.
A soja também se valorizou na maioria das praças monitoradas pela AgRural. Em Ponta Grossa (PR), o preço registrou forte alta, de R$ 5 em relação ao dia anterior, cotada a R$ 150. Em Primavera do Leste (MT), a soja avançou R$ 4, em R$ 136 a saca. Já em Luís Eduardo Magalhães (BA), a saca teve alta de R$ 1,50, negociada a R$ 138.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/hluwCHhk5xFkMWKOtjCWFDt4llg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/E/X/wuapL6TmSXg8L6Bw70Uw/2015-12-11-dsc7303.jpg" medium="image"/>   <media:description>Preço da soja deve perder no Brasil apenas em 2027</media:description>   <media:credit>Ernesto de Souza/Ed. Globo</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:15:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Farming Simulator 25 abre espaço para características da agricultura brasileira</title>  <atom:subtitle>Cultura do amendoim poderá ser vivenciada no jogo a partir desta sexta-feira (28/08)</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cultura/noticia/2026/08/farming-simulator-25-abre-espaco-para-caracteristicas-da-agricultura-brasileira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cultura/noticia/2026/08/farming-simulator-25-abre-espaco-para-caracteristicas-da-agricultura-brasileira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/HHap0tEIAIUQr3_6O60fp26hww8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/k/YSwyV7RZei5SlxyZfG0g/farming-simulator.jpeg" /><br /> ]]>    Um conteúdo adicional para o Farming Simulator 25 será lançado nesta sexta-feira (28/8). Pela primeira vez, a cultura do amendoim poderá ser vivenciada dentro do jogo, com equipamentos para as operações de arranquio, recolhimento e transporte disponibilizados em parceria com a Indústrias Colombo.
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A chegada do 'Cerrado Edition', novo mapa desenvolvido pela Connect Modding, empresa brasileira e embaixadora do Farming Simulator no país, representa características da agricultura brasileira, permitindo aos jogadores acompanharem virtualmente diferentes etapas do cultivo do amendoim, da produção à colheita.
O lançamento será disponibilizado gratuitamente pela plataforma oficial de mods do jogo – formato que amplia a experiência original com novos mapas, culturas, máquinas e funcionalidades – para quem já possui o Farming Simulator 25, disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
A franquia reúne jogadores de diferentes países e mais de 150 fabricantes de equipamentos agrícolas de todo o mundo. Com o mod, o jogo amplia a forma de apresentar uma cultura presente em diferentes regiões produtoras no Brasil e em mais de 100 países pelo mundo, entre eles China, Índia, Estados Unidos e Argentina.
Agora, a experiência de colheita contará com quatro equipamentos da Miac, marca da Indústrias Colombo, reproduzidos digitalmente a partir das máquinas reais: o Arrancador C600, as colhedoras Twin Master Peanut Combine e Avanti e o transbordo CTA 6500. No jogo, eles permitirão executar diferentes operações da mecanização do amendoim, do arranquio e colheita ao transporte da produção.
Para Neto Colombo, diretor de operações da Indústrias Colombo, levar essas soluções para o ambiente virtual também é uma forma de mostrar a tecnologia e a engenharia que existem por trás de uma operação agrícola. “O amendoim faz parte da história e da expertise da Colombo", comenta. "É a engenharia brasileira ultrapassando as fronteiras do campo e chegando também ao universo dos games”.
Dentro do Farming Simulator 25, os jogadores podem plantar culturas distintas – cada uma com suas próprias épocas e exigências para plantio. Para cultivar as variedades, é possível escolher três cenários para construir sua fazenda digital: América do Norte, Europa e Ásia.
Há também uma variedade de máquinas e equipamentos agrícolas, todas das maiores fabricantes de veículos, como a Case IH, John Deere e New Holland. São mais de 400 veículos e ferramentas autênticas e 150 marcas oficiais. Os tratores e outros maquinários podem ser comprados com a progressão do jogador, que vende suas colheitas com base nos preços variáveis do mercado.
Além de construir uma fazenda, cultivar plantações, cuidar de animais e praticar a silvicultura, também é possível gerenciar um império de empreendimentos comerciais com lojas agropecuárias, produções e construções, se habituando com os impactos climáticos e outras adversidades do dia a dia.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/HHap0tEIAIUQr3_6O60fp26hww8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/k/YSwyV7RZei5SlxyZfG0g/farming-simulator.jpeg" medium="image"/>   <media:description>O lançamento será disponibilizado gratuitamente pela plataforma oficial de mods do jogo</media:description>   <media:credit>Giants Software/Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:01:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vendas de biocombustíveis em alta devem acelerar geração de CBios</title>  <atom:subtitle>Aumento da geração de CBios está sendo puxado principalmente pelo aumento das vendas de etanol</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/08/vendas-de-biocombustiveis-em-alta-devem-acelerar-geracao-de-cbios.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/biocombustiveis/noticia/2026/08/vendas-de-biocombustiveis-em-alta-devem-acelerar-geracao-de-cbios.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/0AODW5cjAcrEL8XDTkT4sZpx_gM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/Z/b/e9jpMpQxiy48tIWo4tlw/saiba-as-diferencas-entre-etanol-anidro-e-hidratado.jpg" /><br /> ]]>    O aumento da produção de etanol e de biodiesel no Brasil neste ano deve levar a uma geração de Créditos de Descarbonização (CBios) maior do que o esperado inicialmente, contribuindo para manter os preços desses ativos em patamares baixos historicamente. Os CBios, que equivalem a 1 tonelada de carbono de emissão evitada pelo uso de biocombustíveis no lugar de fósseis, é negociado atualmente em torno de R$ 25.
A consultoria StoneX elevou sua estimativa de geração de CBios deste ano em 400 mil créditos, em relação a sua projeção de março, passando a estimar agora uma geração total de 45,45 milhões. Trata-se de um acréscimo de 5,7% sobre 2025.
O aumento da geração de CBios está sendo puxado principalmente pelo aumento das vendas de etanol, que devem resultar na geração de 6,4% mais CBios, somando 37,4 milhões de créditos, estima a StoneX. Esse incremento está relacionado à queda dos preços do etanol hidratado, que está começando a atrair a demanda dos motoristas de carros flex neste semestre, e à elevação da mistura do etanol anidro na gasolina para 32%.
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Biocombustíveis devem ter aporte de R$ 106 bilhões até 2035
Para Isabela Garcia, analista de inteligência de mercado da consultoria, a alta recente dos preços do açúcar não deverá interferir no aumento da oferta de etanol, e por consequência de CBios. “Por mais que tenha alguma migração [da produção de cana-de-açúcar para o açúcar e menos para o etanol], ainda é uma perspectiva de grande produção de etanol, o que ainda mantém esse potencial [de geração de CBios] alto”, disse.
As vendas de biodiesel também devem gerar mais CBios. Segundo a consultoria, o renovável deve resultar em 5,3% mais créditos do que em 2025, chegando a 7,8 milhões de CBios, um recorde. Embora o governo não tenha elevado a mistura do biodiesel, o consumo de diesel está em alta. 
Esse aumento de geração soma-se aos estoques de CBios de anos anteriores. O mercado já começou o ano com um estoque residual de 19,5 milhões de CBios. 
Pela previsão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as distribuidoras têm que comprar neste ano 49 milhões de CBios, o que é atendido com folga pela oferta prevista. O número considera a meta definida pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e ajustes.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/0AODW5cjAcrEL8XDTkT4sZpx_gM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/Z/b/e9jpMpQxiy48tIWo4tlw/saiba-as-diferencas-entre-etanol-anidro-e-hidratado.jpg" medium="image"/>   <media:description>StoneX elevou sua estimativa de geração de CBios deste ano em 400 mil créditos, em relação a sua projeção de março, passando a estimar agora uma geração total de 45,45 milhões</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 08:05:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dívidas podem ter mais prazo para renegociação </title>  <atom:subtitle>Demora na regulamentação das regras da MP 1.376/2026 atrasou o início das operações de renegociação nos bancos</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/dividas-podem-ter-mais-prazo-para-renegociacao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/dividas-podem-ter-mais-prazo-para-renegociacao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/8JC5T6RMzJtiwjc7_Ep0W_EMp88=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/x/H/XcNr6LTW2REoXrUim04A/2022-02-11-gloro-rural-seca-53.jpg" /><br /> ]]>    O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), relator da Medida Provisória 1.376/2026, que trata da renegociação de dívidas rurais, articula com a Casa Civil a ampliação do prazo para prorrogar os vencimentos das parcelas de crédito rural para que elas se enquadrem na renegociação. O texto em vigor, publicado em 15 de julho, autorizou o adiamento desses financiamentos por até 30 dias, mas o período esgotou-se antes mesmo do início das operações nos bancos e cooperativas de crédito.
Ainda não há definição sobre como seria a extensão do prazo, caso acatada pelo governo: por uma nova medida provisória, com vigência imediata, ou por inclusão no relatório da MP 1.376 no Congresso, ainda sem data para ser votada. Pimenta espera ter a resposta nesta semana.
A proposta é ampliar o prazo de prorrogação para até 90 dias, válido para operações em adimplência em 14 de julho e com vencimento em até 60 dias depois da edição do texto, em setembro. A regra atual contemplou parcelas que venciam até 14 de agosto.
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A expectativa inicial era o governo fazer toda a regulamentação em 30 dias e as contratações fluírem nos bancos. Mas não aconteceu. Como consequência, muitas operações venceram antes da conclusão dos procedimentos necessários para a renegociação e não se encaixam mais nas regras. Não há um levantamento oficial de quantos financiamentos estão nessa situação.
Executivos do setor financeiro afirmam, sob reserva, que as instituições ainda não têm todas as condições operacionais prontas para processar e contratar “em escala” as renegociações. A adaptação de sistemas e o início das contratações demandam um tempo que superaria o prazo estipulado na MP. A promessa do governo era de que os produtores poderiam procurar as agências bancárias no dia seguinte à publicação da medida para tratar do refinanciamento.
O Banco do Brasil iniciou a contratação de renegociações ontem (26), 42 dias após a publicação da MP e já após o vencimento do prazo de prorrogação. Procurado, o BB não retornou. O foco do banco é em operações inadimplentes, que somam R$ 36,7 bilhões.
O Banrisul informou que tem mais de 4,5 mil renegociações em contratação, com valores superiores a R$ 2,3 bilhões. O banco atua mais no Rio Grande do Sul, onde produtores enfrentaram várias adversidades climáticas nos últimos anos. A expectativa do governo é renegociar R$ 100 bilhões em dívidas rurais com a MP.
O sistema de registro dos contratos no BC havia ficado pronto em 3 de agosto. Apenas em 13 de agosto o Ministério da Fazenda publicou a divisão de R$ 25,8 bilhões de saldos de operações equalizadas para renegociação entre dez instituições financeiras.
Outro entrave foi a obrigação de uso de recursos de depósitos à vista nas renegociações de empréstimos originalmente contratados apenas com dinheiro dessa fonte. Na segunda-feira (24), o Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou a regra e permitiu a utilização desses recursos para repactuar dívidas de outras fontes de financiamento.
Além disso, a incidência de IOF nas novas operações também impacta na contratação pelos produtores, disse uma fonte.
Consultado, o Banco Central não informou quantas operações foram prorrogadas no período estipulado pela MP, entre 15 de julho e 14 de agosto, nem os valores renegociados. Internamente, a avaliação é que a MP pode ser alterada e destravar a efetivação dos contratos. Há duas semanas, o BC sinalizou a possibilidade de ampliação do prazo para operações enquadráveis para as quais “não houve tempo hábil para renegociação”, segundo notícia divulgada pelo Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor).
O Ministério da Fazenda e a Casa Civil não responderam se estudam ampliar o prazo. O custo orçamentário da prorrogação por 30 dias era de R$ 48,3 milhões.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/8JC5T6RMzJtiwjc7_Ep0W_EMp88=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/x/H/XcNr6LTW2REoXrUim04A/2022-02-11-gloro-rural-seca-53.jpg" medium="image"/>   <media:description>Executivos do setor financeiro afirmam que as instituições ainda não têm todas as condições operacionais prontas para processar e contratar “em escala” as renegociações</media:description>   <media:credit>Sergio Ranalli</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 08:04:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Produtor aumenta procura por irrigação, mas crédito vira desafio</title>  <atom:subtitle>Crescimento na demanda por irrigação, associada aos riscos do fenômeno climático El Niño, esbarra no crédito restrito e no aperto de margens no agronegócio</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/produtor-aumenta-procura-por-irrigacao-mas-credito-vira-desafio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/produtor-aumenta-procura-por-irrigacao-mas-credito-vira-desafio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/fG7lavoU7zJ5IvWhOkXH1cuKJQc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/o/ZFbJ2TSvG1BoBPSBByBg/luiz-alberto-roque-01-1-.jpg-1-.jpeg" /><br /> ]]>    Os produtores rurais estão aumentando a procura por projetos de irrigação neste ano, diante dos riscos climáticos associados ao El Niño, fenômeno que tende a provocar seca do centro ao Norte do Brasil. No entanto, o fechamento de negócios está esbarrando na restrição de crédito e nas margens ainda apertadas no campo.
O presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação (CSEI) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Paulo Heimpel, diz que vê 2026 com otimismo em função da demanda atrelada aos riscos climáticos, mas afirma que ainda é cedo para cravar o quanto as vendas do setor podem crescer.
O setor movimenta entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões por ano no Brasil. “[Em 2025], vimos que o mercado cresceu em torno de 2%, mesmo em um cenário mais pressionado”, diz. Entre as empresas de irrigação, o cenário é de cautela.
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“A demanda está altíssima por irrigação. Nós, da Lindsay, nunca fizemos tantos projetos, tantas cotações para clientes na nossa história. Mas, se vão virar negócios, depende”, afirma Cristiano Trevizam, diretor comercial e de marketing da Lindsay para a América Latina. Segundo ele, a procura cresce à medida em que avançam os extremos climáticos, com El Niño e La Niña mais intensos e frequentes.  
Há situações em que o produtor interessado não tem débitos nem risco de recuperação judicial e mesmo assim não consegue acessar crédito bancário, diz o executivo da empresa americana.
Segundo ele, os bancos projetam o fluxo de caixa e a alavancagem do tomador baseados no preço da commodity e nos custos com insumos, e acabam restringindo a liberação devido ao nível de risco. “Isso fez com que diminuísse o crédito”, diz. O avanço da inadimplência no campo contribui para elevar o risco de crédito do setor. 
O Proirriga, linha de financiamento do Plano Safra para investimentos em irrigação com juros equalizados, teve uma queda de 38% no volume de recursos disponíveis para a safra 2026/27, em relação à temporada passada, com oferta de R$ 1,7 bilhão. A taxa de juros, porém, caiu 1 ponto percentual para 11,5% ao ano.
Trevizam diz que os recursos do Proirriga diminuíram em relação à safra anterior para ficarem em linha com o que estava efetivamente sendo contratado, mas ele observa que a contratação “baixou porque o agricultor está tendo restrição de crédito”.   
“A maioria das vendas, hoje, já é feita por recursos que não são o Plano Safra. São recursos dos próprios produtores, oriundos de fundos de investimento ou da própria Lindsay”, afirma o executivo. Outra opção utilizada pela companhia é o barter — pagamento com commodity — em que parceiros recebem o produto agrícola e a empresa fornece o equipamento de irrigação. Mesmo assim, o cenário ainda é adverso, diz.
“Vejo o mercado [de irrigação] crescendo muito pouco neste ano, ou zero”, estima Trevizam. Em geral, a conversão de cotações em vendas é alta na Lindsay e chega a quase 100%, mas o período entre uma cotação e aquele em que um negócio é concluído pode variar em até dois anos. Isso significa que parte dos projetos atuais pode ficar de fora dos resultados da empresa de 2026.
Além de recursos para compra dos equipamentos, projetos de irrigação são considerados de longo prazo por demandarem rede de energia e outorga de água, fornecida por autoridades públicas, para execução.
Luiz Alberto Roque, CEO da Bauer Latam e Irricontrol, tem uma percepção parecida sobre a dinâmica do mercado, mas está ainda mais cauteloso. Para ele, o setor de irrigação deve vender menos neste ano, e só tem chances de recuperação no ano que vem. 
“O efeito do El Niño, de certa forma, acelerou o pipeline desde o início do ano, mas já estamos no final da janela de vendas para a safra 2026/27. O que for fechado agora será para irrigar áreas da safrinha do ano que vem”, diz. “Mas 2027 acredito que será um ano bom para a irrigação, devido a uma demanda represada.”
Roque concorda que o acesso ao crédito é a principal barreira para que os negócios se concretizem. A Bauer espera que metade das vendas sejam fechadas usando as estruturas de financiamento fornecidas pela própria empresa ou por parceiros. A companhia trabalha com o Proirriga, Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), barter de café e grãos, e linhas de crédito em dólar e euro.
Diante das dificuldades de acesso ao crédito, a israelense Netafim, especializada em irrigação por gotejamento, tem feito parcerias com agentes financeiros, incluindo fundos internacionais, para garantir oferta de crédito com juros mais acessíveis e compartilhamento de risco, conta Mateus Eugênio, diretor financeiro da Netafim Brasil.
Ele acredita que a demanda por equipamentos por irrigação pode vir não só de produtores afetados pelas secas associadas ao El Niño, mas também no Sul, região que onde costuma ocorrer chuvas associadas ao fenômeno. Segundo Eugênio, muita chuva num curto período pode “varrer” os nutrientes das plantas. “A irrigação localizada pode reabastecer de nutrientes o que o excesso de chuva levou”, diz.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/fG7lavoU7zJ5IvWhOkXH1cuKJQc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/o/ZFbJ2TSvG1BoBPSBByBg/luiz-alberto-roque-01-1-.jpg-1-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Luiz Alberto Roque, CEO da Bauer Latam e Irricontrol: negócios fechados agora devem irrigar a ‘safrinha’ de 2027</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 08:04:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA oficializam suspensão de tarifas sobre importação de carne</title>  <atom:subtitle>Entidades do setor afirmam que Brasil pode ser beneficiado com a medida</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/eua-oficializam-suspensao-de-tarifas-sobre-importacao-de-carne.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/eua-oficializam-suspensao-de-tarifas-sobre-importacao-de-carne.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/06F1TGlIZyjtyoUDUrkerAWX_ZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/s/zW3CTMSAGohenrB3mlkA/imagens-rafa-4-.png" /><br /> ]]>    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (26/8) a ordem que amplia a suspensão de taxas para a importação de carne bovina magra (lean beef trimmings). Esse tipo de proteína é usada no país para a produção de carne moída.
A medida publicada pela Casa Branca terá validade de 90 dias e passa a vigorar a partir de 1º de setembro de 2026. Nesse período, serão permitidas a compra de até 100 mil toneladas por mês pelos americanos.
Na semana passada, Trump informou que aplicaria a suspensão das taxas com o objetivo de reduzir os preços para os consumidores americanos.
Na avaliação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a iniciativa dos EUA pode representar uma oportunidade para o setor brasileiro, embora o mercado local não seja o único país que poderá se beneficiar da ampliação.
“Além disso, a própria decisão estabelece que os produtos sejam comercializados no mercado americano a preços 25% inferiores aos praticados atualmente, o que limita ganhos imediatos de margem para a indústria”, disse a entidade, em nota.
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A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) também acredita que o país pode ser beneficiado pelo anúncio de Trump.
"É uma grande notícia que era muito aguardada pelo setor. Sem dúvida veio em um bom momento, pois ajudará a mitigar os efeitos do fim da cota da China para o Brasil pelos próximos 3 meses, gerando melhores condições de competitividade para a carne brasileira no mercado americano".

A decisão do governo dos EUA não agradou os produtores locais. A American Farm Bureau Federation  pediu a Trump para reconsiderar a suspensão das taxas. A entidade afirma que o momento escolhido pode prejudicar os pecuaristas que estão decidindo se expandem ou não os seus rebanhos, que atualmente estão nos menores níveis em 75 anos.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/06F1TGlIZyjtyoUDUrkerAWX_ZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/2/s/zW3CTMSAGohenrB3mlkA/imagens-rafa-4-.png" medium="image"/>   <media:description>EUA querem adotar estratégia para reduzir preços da carne no país</media:description>   <media:credit>Canva/ Creative Commons</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 23:34:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Sobreposições entre categorias fundiárias aumentam e chegam a 28,5 milhões de hectares</title>  <atom:subtitle>Problema mais expressivo ocorre entre imóveis rurais privados e Unidades de Conservação de Proteção Integral, alcançando 6,4 milhões de hectares</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/especiais/fazenda-sustentavel/noticia/2026/08/sobreposicoes-entre-categorias-fundiarias-aumentam-e-chegam-a-285-milhoes-de-hectares.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/especiais/fazenda-sustentavel/noticia/2026/08/sobreposicoes-entre-categorias-fundiarias-aumentam-e-chegam-a-285-milhoes-de-hectares.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/SMkwEziK2pIOtfvm8XurFflAwkw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/C/L/BnkogFQHCK4p3IPSEV2A/51970263403-e77cf01c80-k.jpg" /><br /> ]]>    As áreas de sobreposição entre diferentes categorias fundiárias aumentaram 3,8 milhões de hectares no Brasil entre 2024 e 2026, passando de 24,6 milhões para 28,5 milhões de hectares. Os dados são da Malha Fundiária, base que reúne e organiza informações georreferenciadas sobre as diferentes categorias de terras existentes no país, como imóveis rurais, terras indígenas, unidades de conservação e áreas públicas. 
O levantamento mostra que a sobreposição mais expressiva ocorre entre imóveis rurais privados e Unidades de Conservação de Proteção Integral, alcançando 6,4 milhões de hectares. Apesar de serem categorias juridicamente e ambientalmente incompatíveis, um em cada cinco hectares dessas unidades de conservação apresenta registro no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Cerca de 844 mil hectares de terras indígenas também apresentam registros sobrepostos, área equivalente a mais de cinco vezes o território do município de São Paulo.
A edição 2026 da Malha Fundiária foi elaborada com parceria técnica do Instituto para Governança Territorial e Políticas Públicas (iGPP) e do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). A ferramenta permite visualizar as categorias fundiárias e comparar as mudanças e transições ocorridas no território brasileiro entre diferentes anos. Os dados estão disponíveis no site plataforma.cartasdaterra.com.br. 
O levantamento também aponta aumento das áreas públicas sem destinação específica. Terras arrecadadas, mas ainda sem uma finalidade definida, passaram de 67,8 milhões de hectares em 2024 para 69 milhões de hectares em 2026. Segundo os especialistas envolvidos no estudo, a ausência de destinação aumenta a vulnerabilidade dessas áreas à ocupação desordenada e a atividades ilícitas. Mais da metade das terras públicas sem destinação apresenta registros no CAR.
Outro destaque é a redução das áreas sem registro fundiário georreferenciado, que recuaram 14,6 milhões de hectares. Ainda restam 148,7 milhões de hectares com registros no CAR, mas sem cadastramento fundiário georreferenciado correspondente.
A Malha Fundiária 2026 também identificou crescimento de 76% na área de terras indígenas não homologadas, de 4,2 milhões para 7,4 milhões de hectares - a maioria delas na região Norte. Segundo os especialistas envolvidos no levantamento, o avanço pode indicar maior reconhecimento dos direitos territoriais dos povos originários.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/SMkwEziK2pIOtfvm8XurFflAwkw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/C/L/BnkogFQHCK4p3IPSEV2A/51970263403-e77cf01c80-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Malha Fundiária reúne e organiza informações georreferenciadas sobre as diferentes categorias de terras existentes no país</media:description>   <media:credit>Wenderson Araújo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 21:27:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Produção de grãos deve recuar 1,38% na safra 2026/27 com queda no uso de insumos</title>  <atom:subtitle>Conflito no Oriente Médio elevou os custos de produção em um nível maior do que o aumento ocorrido nos preços dos grãos</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/producao-de-graos-deve-recuar-138percent-na-safra-202627-com-queda-no-uso-de-insumos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/producao-de-graos-deve-recuar-138percent-na-safra-202627-com-queda-no-uso-de-insumos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/BHmgeGqyI_lfxdzRThzcq04u6Yk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/b/1/5UMNVjTDqLy5oB66UfUg/pulverizacao-christiane-comas-embrapa.jpg" /><br /> ]]>    A produção brasileira de grãos deve alcançar 356 milhões de toneladas na safra 2026/27, que terá início em setembro, com queda de 1,38% em relação à temporada anterior, estimou nesta quarta-feira (26/8) Carlos Cogo, sócio da consultoria Cogo Inteligência no Agronegócio. 
Em videoconferência realizada em parceria com a companhia de armazenagem Kepler Weber, o especialista afirmou que, se confirmado, o recuo no volume que será colhido seria decorrente na redução do uso de insumos na lavoura, em meio a um cenário de alta nos custos de produção. 
“Essa queda não é por impacto do El Niño, é por redução no pacote tecnológico”, disse Cogo. 
Segundo ele, o conflito no Oriente Médio elevou os custos dos insumos em um nível maior do que o aumento ocorrido nos preços dos grãos, o que contribuiu para apertar as margens do setor produtivo. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/BHmgeGqyI_lfxdzRThzcq04u6Yk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/b/1/5UMNVjTDqLy5oB66UfUg/pulverizacao-christiane-comas-embrapa.jpg" medium="image"/>   <media:description>Recuo no volume que será colhido seria decorrente na redução do uso de insumos na lavoura, em meio a um cenário de alta nos custos de produção</media:description>   <media:credit>Christiane Comas/Embrapa</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 21:22:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>SLC ampliará movimentação de big bags na safra 2026/27</title>  <atom:subtitle>Empresa vai ampliar estrutura logística; centros de distribuição vão passar de quatro unidades para seis</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/08/slc-ampliara-movimentacao-de-big-bags-na-safra-202627.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/08/slc-ampliara-movimentacao-de-big-bags-na-safra-202627.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/30uU-OPOVCmsY81UAkY2eRhYVFs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/L/d/ic2KtWQ8OQvAXS5PO4Jw/cd-de-balsas-luan-feitosa-slc-agricola.jpeg" /><br /> ]]>    A SLC Agrícola, que comercializa soja, algodão, milho e sementes e tem negócios no segmento de pecuária bovina, informou que vai ampliar sua estrutura logística para a safra 2026/27. O projeto será liderado pela SLC Sementes, uma das empresas da companhia agro. 
Um dos destaques será a ampliação dos centros de distribuição, que passarão de quatro unidades para seis neste novo ciclo. Em parceria com prestadores de serviços, as unidades estão situadas em Balsas (MA) e Lucas do Rio Verde (MT).
Os demais centros estão espalhados no Centro-Oeste e Nordeste, nas cidades de Diamantino (MT), Luís Eduardo Magalhães e São Desidério (BA) e Luziânia (GO). 
O valor do investimento não foi divulgado, mas a empresa informou que com essa movimentação será possível aumentar a capacidade de movimentação de big bags, que saíra de 64 mil para 80 mil na safra 2026/27. 
Em nota, a SLC disse que a proposta com os novos centros é conectar produção, beneficiamento, armazenagem, distribuição e suporte técnico aos produtores.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/30uU-OPOVCmsY81UAkY2eRhYVFs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/L/d/ic2KtWQ8OQvAXS5PO4Jw/cd-de-balsas-luan-feitosa-slc-agricola.jpeg" medium="image"/>   <media:description>SLC disse que a proposta com os novos centros é conectar produção, beneficiamento, armazenagem, distribuição e suporte técnico aos produtores</media:description>   <media:credit>Luan Feitosa</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:47:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exportadores de algodão aumentam estimativa para safra no Brasil</title>  <atom:subtitle>Mesmo com maior venda externa, estoques deve aumentar no fim de 2026</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/algodao/noticia/2026/08/exportadores-de-algodao-aumentam-estimativa-para-safra-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/algodao/noticia/2026/08/exportadores-de-algodao-aumentam-estimativa-para-safra-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/itFNmPvaU5cZrYRbh8_wv9yhXcQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/l/S/PJmmsKR6WuKVqg0WNG0g/51420345253-520aecb58c-c.jpg" /><br /> ]]>    A produção brasileira de algodão na safra 2025/26 deve alcançar 4,178 milhões de toneladas de pluma, de acordo com estimativa divulgada nesta quarta-feira (26/8) pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) para o mês de agosto. A projeção representa um acréscimo de 172 mil toneladas em relação às 4,006 milhões de toneladas da última projeção, feita em junho, ou avanço de 4,3%.
A revisão reforça a perspectiva de mais uma safra acima de 4 milhões de toneladas e ocorre em um cenário no qual o Brasil mantém volumes elevados de embarques ao mercado internacional. Para 2026, a Anea estima exportações de 3,418 milhões de toneladas.
O volume de exportações é 34 mil toneladas superior à estimativa de junho e mantém as exportações brasileiras em patamar próximo aos recordes recentes. 
A perspectiva de expansão se estende à safra seguinte. A projeção para 2026/27 passou de 3,960 milhões de toneladas, em junho, para 4,029 milhões de toneladas em agosto, aumento de 69 mil toneladas.
Para 2027, a expectativa de exportações avançou de 3,230 milhões para 3,411 milhões de toneladas entre junho e agosto, acréscimo de 181 mil toneladas, ou 5,6%. A estimativa considera embarques de 1,8 milhão de toneladas no primeiro semestre e 1,611 milhão no segundo.
Para o presidente da Anea, Dawid Wajs, os números mostram que o avanço da oferta brasileira ocorre acompanhado pela capacidade de ampliar sua presença no comércio internacional.
"As revisões divulgadas neste mês confirmam a trajetória positiva do algodão brasileiro. Observamos uma nova elevação na estimativa de safra, que reflete os ganhos de produtividade e os investimentos realizados pelos produtores. Ao mesmo tempo, as exportações seguem em níveis historicamente elevados, demonstrando a forte demanda internacional pelo algodão brasileiro”, afirma, em nota.
Oferta e demanda
Ainda de acordo com Dawid Wajs, mesmo com a revisão positiva das exportações, a maior disponibilidade de algodão eleva a projeção para o estoque ao final de 2026. A estimativa passou de 2,794 milhões de toneladas em junho para 2,914 milhões em agosto, diferença de 120 mil toneladas.
Para Wajs, o aumento dos estoques deve ser observado também sob a ótica da segurança de fornecimento em um mercado internacional sujeito a oscilações de produção, logística e demanda.
“Um nível mais confortável de estoques amplia a capacidade do Brasil de atender seus clientes com regularidade e previsibilidade. Isso ganha importância em um ambiente global ainda marcado por incertezas econômicas e geopolíticas. O país reúne hoje produção em escala, competitividade e disponibilidade de algodão para sustentar relações comerciais de longo prazo”, diz.
Por fim, em relação ao consumo doméstico, a projeção da Anea indica 745 mil toneladas em 2026, acima das 729 mil toneladas estimadas em junho. Para 2027, a expectativa também foi revista para cima, de 732 mil para 753 mil toneladas.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/itFNmPvaU5cZrYRbh8_wv9yhXcQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/l/S/PJmmsKR6WuKVqg0WNG0g/51420345253-520aecb58c-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>A produção brasileira de algodão na safra 2025/26 deve alcançar 4,178 milhões de toneladas </media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:43:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Calor de 40°C e tempestades: como fica o tempo no Brasil nesta quinta-feira</title>  <atom:subtitle>Interior do país segue com bastante calor ao longo do dia, segundo o Inmet</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/08/calor-de-40c-e-tempestades-como-fica-o-tempo-no-brasil-nesta-quinta-feira.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/previsao-do-tempo/noticia/2026/08/calor-de-40c-e-tempestades-como-fica-o-tempo-no-brasil-nesta-quinta-feira.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/yK2rVkHDaNfKXy5k54FlVRPVj88=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/5/X/NmlWZtRXaftBW9Yu8jdQ/globo-rural-43-.png" /><br /> ]]>    A quinta-feira (27/8) será marcada por instabilidade no Sul e no Sudeste, com previsão de chuva, trovoadas e risco de tempestades, especialmente no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No Centro-Oeste, o tempo fica firme na maior parte da região, mas ainda há possibilidade de chuva no Distrito Federal. 
As temperaturas entram em elevação em grande parte do país, embora o frio ainda persista nas áreas mais elevadas do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 
Sul
No centro-sul gaúcho, a formação de um novo cavado em superfície favorece a ocorrência de chuva em praticamente todo o Rio Grande do Sul, avançando também para o sul de Santa Catarina, com possibilidade de rajadas de vento. Há aviso laranja de perigo do Inmet para tempestades no centro-sul do Rio Grande do Sul.
+ Veja previsão para sua cidade
As temperaturas começam a subir, mas o frio ainda persiste no Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina. Entre as capitais, a mínima será de 11 °C em Porto Alegre, enquanto a máxima chega a 31 °C em Curitiba.
Sudeste
A atuação de um cavado em médios e altos níveis mantém o tempo instável no Sudeste. Há previsão de pancadas de chuva no centro-leste de Minas Gerais, oeste do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. 
As temperaturas entram em elevação, mas as madrugadas ainda serão frias nas regiões de serra, com mínimas entre 11 °C e 14 °C. Entre as capitais, São Paulo terá mínima de 16 °C, enquanto a máxima chega a 30 °C em Belo Horizonte.
Centro-Oeste
A presença do cavado causa chuvas no leste de Goiás e o Distrito Federal. Nas demais áreas, o tempo fica mais firme, com sol e poucas nuvens. Há, inclusive, aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar no leste de Mato Grosso e no norte e noroeste de Goiás. 
As temperaturas entram em elevação, com máximas que podem superar 40 °C em áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e noroeste de Goiás. 
Nordeste
Há previsão de chuva entre o litoral da Bahia e o litoral norte do Rio Grande do Norte. No interior, o dia será de calor e redução da umidade do ar, com aviso laranja de perigo para baixa umidade no oeste da Bahia e no extremo sul do Maranhão e do Piauí.
As temperaturas seguem elevadas, com máxima de 38 °C em Teresina. Em João Pessoa, os termômetros variam entre 23 °C e 31 °C, enquanto Fortaleza terá mínima de 25 °C e máxima de 31 °C.
Norte
O tempo permanece seco e quente no Tocantins e no sudeste do Pará. Nas demais áreas do Norte, há pancadas de chuva e trovoadas isoladas no centro-sul, oeste e norte do Amazonas e em Roraima. 
O calor continua intenso, com mínimas de 22 °C em Rio Branco e Palmas, e máximas de 39 °C em Palmas, 38 °C em Porto Velho e 37 °C em Manaus.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/yK2rVkHDaNfKXy5k54FlVRPVj88=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/5/X/NmlWZtRXaftBW9Yu8jdQ/globo-rural-43-.png" medium="image"/>   <media:description>Alertas climáticos para a quinta-feira (27/8)</media:description>   <media:credit>Inmet</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:31:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como o cacau formou e sustenta a economia de Ilhéus</title>  <atom:subtitle>Prefeito do município fala sobre o assunto em entrevista ao Globo Rural Cast</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/podcasts/globo-rural-cast/noticia/2026/08/como-o-cacau-formou-e-sustenta-a-economia-de-ilheus.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/podcasts/globo-rural-cast/noticia/2026/08/como-o-cacau-formou-e-sustenta-a-economia-de-ilheus.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/iPg6VOa8JBzZlutAxYdQIT5ysiI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/O/i/wo8W3BTVOkJ2UfvaIaMA/capa-valderico.jpg" /><br /> ]]>    Cacau transformou economia de Ilhéus
Eternizada nas histórias de Jorge Amado, Ilhéus, no sul da Bahia, tem boa parte da sua história e da sua economia ligada ao cacau. E a recuperação da cacauicultura deu um novo impulso ao local, que sedia a segunda edição da Expocacau 2026. No Globo Rural Cast especial, o prefeito de Ilhéus, Valderico Junior, fala sobre o que este encontro da cadeia produtiva agrega ao município.
Produção: Cleyton Vilarino
Imagens, edição e pós-produção: Thiago de Jesus  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/iPg6VOa8JBzZlutAxYdQIT5ysiI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/O/i/wo8W3BTVOkJ2UfvaIaMA/capa-valderico.jpg" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:28:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Sem exportações para a China, desafio é maior para frigoríficos do Pará</title>  <atom:subtitle>Estado não tem habilitação para exportar para outros mercados, como EUA, Chile, México e União Europeia</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/sem-exportacoes-para-a-china-desafio-e-maior-para-frigorificos-do-para.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/sem-exportacoes-para-a-china-desafio-e-maior-para-frigorificos-do-para.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/rb5rf7dYnNmk1Powy_aNi4rWdmY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/g/W/j1rWBsRjiJfxNVSpM1tw/whatsapp-image-2025-11-05-at-09.23.39.jpeg" /><br /> ]]>    O esgotamento da cota de exportação de carne bovina para a China em 2026 impactou a cadeia frigorífica nacional de forma geral, mas a situação é mais delicada para as empresas do Pará. O Estado não tem habilitação para exportar para outros mercados, como Estados Unidos, Chile, México e União Europeia, que poderiam absorver parte das cargas que deixarão de ser enviadas aos chineses neste ano.
Segundo a Associação Brasileira dos Frigoríficos (Abrafrigo), os efeitos já começaram a ser sentidos pelas empresas paraenses em julho, com queda “substancial” nas exportações.
Dados do Agrostat, compilados pela reportagem, mostram que os frigoríficos paraenses exportaram 130 mil toneladas de carne bovina entre janeiro e julho de 2026, com faturamento de US$ 745,2 milhões. A China importou quase 90 mil toneladas no período, com negócios de US$ 552,3 milhões.
Em julho, as vendas do Pará para a China caíram pela metade. Saíram de 15,8 mil toneladas em junho para 7,3 mil toneladas e US$ 48,2 milhões em faturamento. Ao considerar todos os destinos, os embarques recuaram de 20,6 mil toneladas para 14,8 mil toneladas, o que demonstra a importância do mercado chinês para as empresas locais.  
“Com a cota da China para o Brasil praticamente esgotada, o cenário para os meses restantes do ano traz preocupações para os exportadores, em especial os que não dispõem de alternativas relevantes de mercados, como é o caso das indústrias localizadas no Estado do Pará”, disse a Abrafrigo, em nota. “O desempenho do Estado, que já era prejudicado antes da decretação da quota chinesa, deverá ser agravado ainda mais”, completou.
Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou 308,2 mil toneladas de carne bovina em julho para todos os destinos, redução de 16% na comparação com o mesmo mês de 2025.
Desde o mês passado, os frigoríficos brasileiros pisaram no freio na produção e exportação de cortes específicos para a China diante do avanço do preenchimento da cota. As vendas para os chineses caíram 39,6% em receitas, para US$ 529,2 milhões, e 47,8% em volume, para 82,7 mil toneladas no mês passado. Apenas em 10 de agosto o governo chinês informou que 90% do volume autorizado para o ano, de 1,106 milhão de toneladas, foi ocupado. Mas a perspectiva é de esgotamento com as cargas que estão em trânsito.
Segundo maior rebanho
O Pará tem o segundo maior rebanho bovino do país, com 25,56 milhões de cabeças atrás apenas de Mato Grosso, com 32,85 milhões, mas é apenas o quarto colocado em abates (3,9 milhões de cabeças, em 2025) e o sétimo em exportações de carne bovina, com 222,1 mil toneladas no ano passado, conforme dados levantados pela Abrafrigo.
“Isso indica que o desempenho exportador do Pará está muito aquém do seu potencial, deixando de gerar renda para produtores rurais, indústrias frigoríficas e outros serviços relacionados, além de perda de receitas para o Estado e para o país como um todo”, disse a entidade.
A situação de aperto será agravada nos próximos meses, segundo a Abrafrigo, sem a China no portfólio de exportações. “Embora parte da carne que seria vendida à China possa ser redirecionada para outros destinos ou mesmo para o mercado interno, não há alternativas viáveis para absorver todo o excedente de produção do segundo maior rebanho bovino do país”, indicou.
Em 2025, a China representou 77% das exportações dos frigoríficos paraenses. Oito plantas estão habilitadas para embarcar aos chineses.
A Abrafrigo disse que não há justificativa técnica ou sanitária para manter o Pará fora de importantes mercados de exportação. O Estado, assim como todo o país, tem o status de livre de febre aftosa sem vacinação, ressaltou a entidade. “O Pará precisa ser tratado como prioridade nas negociações com vistas à sua aprovação para todos os mercados relevantes com os quais o Brasil comercializa a sua carne”, completou.
A associação citou o avanço das exportações para os EUA e as perspectivas favoráveis para o restante do ano, diante do elevado déficit de abastecimento da proteína no país. Na semana passada, o presidente Donald Trump anunciou a isenção da tarifa de importação, de 26,4%, para até 300 mil toneladas de carne. O Brasil tem potencial para ocupar boa parte do volume, mas o Pará não tem habilitação para vender aos americanos. Os frigoríficos brasileiros aguardam a publicação da ordem executiva de Washington com a definição dos critérios dessa comercialização.
“Apesar de todo o esforço que vem sendo feito para ampliação de mercados para a carne bovina brasileira, é preciso lembrar que o setor ainda possui uma elevada dependência em poucos mercados”, ressaltou a Abrafrigo.
Mercado concentrado
Entre janeiro e julho de 2026, os cinco maiores importadores de carne bovina brasileira foram China, Estados Unidos, Chile, União Europeia e Rússia. As vendas renderam US$ 7,9 bilhões, que representaram 75,5% das exportações do produto in natura. Esses mercados absorveram 1,27 milhão de toneladas, ou 73,4% total no perído.
“Essa elevada concentração é especialmente preocupante em um cenário de agravamento dos problemas geopolíticos atuais, como as guerras e as disputas tarifárias, que causam aumentos de custos e instabilidades no mercado, afetando especialmente os produtores dos Estados que, além de tudo, ainda sofrem com barreiras comerciais”, reforçou a entidade.
Segundo dados compilados pela Abrafrigo, 116 países aumentaram suas compras de carne bovina do Brasil enquanto outros 60 reduziram suas importações de janeiro a julho deste ano.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/rb5rf7dYnNmk1Powy_aNi4rWdmY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/g/W/j1rWBsRjiJfxNVSpM1tw/whatsapp-image-2025-11-05-at-09.23.39.jpeg" medium="image"/>   <media:description>O Pará tem o segundo maior rebanho do país, mas é o quarto colocado em abates e o sétimo em exportações de carne bovina</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:55:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>El Niño pode afetar plantio de soja e qualidade do trigo no Brasil, aponta TAG</title>  <atom:subtitle>Fenômeno tem 100% de chance de permanecer até janeiro de 2027</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/noticia/2026/08/el-nino-pode-afetar-plantio-de-soja-e-qualidade-do-trigo-no-brasil-aponta-tag.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/noticia/2026/08/el-nino-pode-afetar-plantio-de-soja-e-qualidade-do-trigo-no-brasil-aponta-tag.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/nLRtlVu77igkCMQZD_Xtu7BhhPs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/p/1/VvVRhiQzSOCTHJAA9OGQ/gr043635-1-1-.jpg" /><br /> ]]>    A atuação do El Niño deve trazer impactos distintos para a agricultura brasileira ao longo da primavera e do verão 2026/27, com excesso de chuva no Sul, distribuição irregular das precipitações no Centro-Oeste e calor e chuva abaixo do normal em áreas do Sudeste e Nordeste. Uma análise da TAG Investimentos aponta que os efeitos do fenômeno já começaram a aparecer no país e podem ganhar intensidade entre setembro de 2026 e março de 2027.

Segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA), o El Niño deve permanecer presente durante todo o verão. As probabilidades oficiais utilizadas pela análise indicam 100% de chance de ocorrência do fenômeno entre julho de 2026 e janeiro de 2027, 97% entre fevereiro e abril e 82% entre março e maio. 
Para o trimestre de outubro a dezembro, há 95% de probabilidade de um evento classificado como muito forte e 69% de chance de a intensidade atingir um patamar considerado histórico.

Impactos no agro
No Sul, onde o fenômeno costuma favorecer chuvas acima da média, o excesso de umidade pode dificultar o avanço das atividades agrícolas. A análise aponta risco de encharcamento do solo, doenças fúngicas e perdas em cereais de inverno, além de dificuldades para o plantio da soja. 

O trigo é apontado como uma das culturas mais expostas: a colheita no Rio Grande do Sul entre setembro e novembro deve coincidir com o período de maior risco de chuva, o que pode afetar a qualidade dos grãos, incluindo peso hectolitro e germinação.

A soja também entra no radar. No Sul, o excesso de chuva registrado em julho já deixou solos saturados em algumas áreas e pode atrasar a semeadura. No Centro-Oeste, o principal risco é a ocorrência de veranicos durante a primavera, que pode comprometer a implantação das lavouras. 
Para a safra 2026/27, a análise trabalha com uma produção próxima de 189 milhões de toneladas caso as condições climáticas permitam a concretização do potencial produtivo. 
Para o milho, parte dos efeitos já teria sido observada na safrinha 2025/26, que teve queda na produtividade. Já na próxima temporada, o risco está relacionado tanto ao excesso de chuva no Sul durante o cultivo da primeira safra quanto à possibilidade de redução da janela para a safrinha de 2027. 
No Centro-Oeste, a expectativa é de chuvas mais irregulares, com possibilidade de veranicos entre setembro e dezembro. O cenário pode atrasar ou comprometer o plantio de soja em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás e, posteriormente, reduzir a janela para a segunda safra de milho. 

Já no Sudeste, o impacto tende a ser mais localizado. A análise aponta temperaturas médias de até 1 °C acima da climatologia e chuvas irregulares no norte de Minas Gerais e Espírito Santo. Entre as culturas mais expostas estão cana-de-açúcar, café e laranja. Para o café arábica produzido no sul de Minas, o principal ponto de atenção é o risco de estresse hídrico durante a florada, entre setembro e outubro. 

No Nordeste, o cenário é mais preocupante para as culturas de sequeiro. A análise prevê déficit de chuva em áreas de Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, com risco elevado para milho e feijão.

Na região Norte, a possibilidade de estiagem prolongada também pode trazer consequências para o agronegócio. A redução das vazões dos rios amazônicos ameaça a logística de transporte de grãos pelo Arco Norte, especialmente pelos portos de Itaqui, Santarém e Barcarena. 

Além dos efeitos sobre as lavouras brasileiras, a TAG chama atenção para o comportamento dos mercados agrícolas internacionais. A análise aponta que o El Niño tende a afetar principalmente culturas tropicais cuja produção é concentrada geograficamente, como café, cacau, óleo de palma e açúcar. 

Já soja, milho e trigo negociados na bolsa de Chicago tendem a sofrer menor influência direta do fenômeno, diante da ampla oferta nas Américas e de outros fatores que atualmente movimentam os preços. 

A própria análise ressalta, porém, que a intensidade do El Niño não determina automaticamente o impacto em cada região e sim que o fenômeno aumenta ou reduz probabilidades, mas outros fatores climáticos também interferem no resultado final. 
25/08/2026 15:09:26  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/nLRtlVu77igkCMQZD_Xtu7BhhPs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/p/1/VvVRhiQzSOCTHJAA9OGQ/gr043635-1-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Principal risco para soja é chuvas no Sul e veranicos no Centro-Oeste</media:description>   <media:credit>Fredy Vieira</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:38:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Café recua em Nova York e atinge menor valor em uma semana</title>  <atom:subtitle>Futuros do grão arábica registram baixa de 3,98% na sessão desta quarta-feira</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/cafe-recua-em-nova-york-e-atinge-menor-valor-em-uma-semana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/cafe-recua-em-nova-york-e-atinge-menor-valor-em-uma-semana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/6Foy637WNu8kcvC6mNo2_R7a90o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/Y/2/KoDjcaTvWwbN1zChmWow/42108259301-f8faa8aec0-c.jpg" /><br /> ]]>    Os preços do café registraram forte queda na bolsa de Nova York nesta quarta-feira (26/8). Os contratos para dezembro caíram 3,98%, a US$ 3,2215  a libra-peso. 
Segundo a Barchart, os preços do café atingiram a mínima de uma semana hoje devido à perspectiva de uma safra brasileira maior, que injetará mais oferta no mercado. Como o Brasil é o maior produtor e exportador mundial do grão arábica, essa expectativa provocou uma liquidação de contratos futuros em Nova York.
“Os armazéns no Brasil não estão mais aceitando novas cargas de café, pois o espaço está se esgotando, o que sugere que os produtores, que estavam retendo vendas na esperança de preços mais altos, terão que aumentar o ritmo de comercialização à medida que o espaço de armazenamento diminui”, disse a Barchart, em boletim.
Os futuros registraram forte baixa a despeito do atraso na safra brasileira. A Cooxupé informou hoje que 87,5% da colheita estava concluída até 21 de agosto, um aumento de 6 pontos percentuais em relação à semana anterior. Os trabalhos ainda estão atrasados na comparação com os 91,3% colhidos um ano antes.
Suco de laranja
Também houve forte baixa nos valores do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês). Os contratos para novembro recuaram 5,97%, a US$ 1,4635 a libra-peso.
Segundo analistas, o suco enfrenta desvalorização no mercado externo diante de estoques elevados, e demanda ainda mais fraca por parte de grandes consumidores, como EUA e Europa.
Açúcar
Após forte baixa na véspera, o preço do açúcar voltou a subir na bolsa de Nova York, diante de um movimento de realização. Os lotes do demerara para outubro fecharam em alta de 1,85%, a 17,59 centavos de dólar a libra-peso.
Cacau
O preço do cacau subiu levemente em meio a ajustes técnicos. Os lotes para dezembro fecharam em alta de 0,03% , para US$ 5.831 a tonelada.
Algodão
O algodão se valorizou em Nova York. Os lotes para dezembro fecharam em alta de 0,91%, cotados a 89,14 centavos de dólar a libra-peso.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/6Foy637WNu8kcvC6mNo2_R7a90o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/Y/2/KoDjcaTvWwbN1zChmWow/42108259301-f8faa8aec0-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>Preços do café cederam devido à perspectiva de uma safra brasileira maior, que injetará mais oferta no mercado</media:description>   <media:credit>Tony Oliveira / CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:57:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Guerra afeta escoamento de trigo e preço sobe 6% em Chicago</title>  <atom:subtitle>Forte alta do trigo também causou valorização da soja e do milho na bolsa</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/guerra-afeta-escoamento-de-trigo-e-preco-sobe-6percent-em-chicago.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/guerra-afeta-escoamento-de-trigo-e-preco-sobe-6percent-em-chicago.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/oEMvOaJ1M1cUmh8kqEXSfFXdIHA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/7/6/hnIKnuTBOKKEhaCFDghg/50164075923-56d015f89d-k.jpg" /><br /> ]]>    As tensões entre dois dos quatro maiores exportadores mundiais de trigo voltou a impactar significativamente os preços na bolsa de Chicago. Os lotes para dezembro subiram 6,40% nesta quarta-feira (26/8), para US$ 7,4825 o bushel.
Segundo análise da Royal Rural, o preço avançou hoje já que o mercado voltou a colocar prêmio de guerra entre Rússia, maior exportador mundial de trigo, e Ucrânia, o quarto maior.
“A notícia que pesa agora é a possibilidade de uma nova escalada da Rússia contra a Ucrânia, após as negociações de paz perderem força e o conflito voltar a entrar em uma fase mais dura”, disse a consultoria, em boletim. 
A Royal lembrou que a Rússia estaria preparando uma intensificação dos ataques, incluindo mísseis contra Kiev, infraestrutura da capital e outras cidades. 
“Para o mercado de trigo, isso é extremamente sensível, porque a guerra entre Rússia e Ucrânia não afeta apenas o campo militar. Ela afeta portos, ferrovias, armazéns, navios, seguros e corredores de exportação. Quando o mercado enxerga risco para a infraestrutura, ele começa a duvidar da capacidade de manter o fluxo normal de grãos pelo Mar Negro”, ressaltou a Royal Rural. 
Citando informações de agências internacionais, a consultoria Granar disse que os reparos Novorossiysk, o principal porto de exportação russo no Mar Negro, podem levar até quatro meses após o ataque ucraniano de 12 de agosto. 
A escalada militar entre as duas nações já reduziu a capacidade de fornecimento da Rússia. Segundo a consultoria SovEcon, o país deve exportar 1,9 milhão de toneladas em agosto, em comparação com as 4,5 milhões de toneladas um ano atrás e bem aquém das 5 milhões de toneladas na média.
De acordo com a SovEcon, mais de 95% da capacidade total de exportação de grãos da Rússia nos mares Negro e de Azov está atualmente paralisada.
Milho
Na esteira da valorização do trigo, o milho registrou forte alta. Os lotes com entrega para dezembro avançaram 2,48%, a US$ 5,3650 o bushel.
Em momentos de alta volatilidade para o trigo, o milho costuma ser afetado, pois ambos os cereais são importantes matérias-primas na indústria de ração animal.
Em alguma medida, a guerra entre Rússia e Ucrânia também afeta os preços, já que parte do fluxo ucraniano também passa pela logística do Mar Negro, como lembrou a Royal Rural.
Soja
A soja também avançou , acompanhando as altas dos cereais. Os contratos da oleaginosa para novembro subiram 2,28%, a US$ 12,66 o bushel.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/oEMvOaJ1M1cUmh8kqEXSfFXdIHA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/7/6/hnIKnuTBOKKEhaCFDghg/50164075923-56d015f89d-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Conflito entre Rússia e Ucrânia deixa mercado apreensivo, pois envolve dois dos quatro maiores exportadores mundiais de trigo </media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:51:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fiscalização apreende 14 mil litros de vinho com indícios de irregularidades no Paraná</title>  <atom:subtitle>Produto não possuía registro no Mapa nem informações que permitissem identificar fabricante, origem ou rastreabilidade</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/fiscalizacao-apreende-14-mil-litros-de-vinho-com-indicios-de-irregularidades-no-parana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2026/08/fiscalizacao-apreende-14-mil-litros-de-vinho-com-indicios-de-irregularidades-no-parana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/94FjiMoMKeNX4Vp1a0oSasiDJa4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/7/j/4vmCyPTOerh958zEAByg/2016-08-16-vinho-quinn-dombrowski.jpg" /><br /> ]]>    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em ação conjunta com a Polícia Civil do Paraná, realizou nesta segunda-feira (24/8) uma fiscalização em um estabelecimento de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Durante a ação, foram apreendidas mais de 1,2 mil caixas de bebidas comercializadas sem registro e outros produtos com indícios de irregularidades. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (26/08). 
Na área de vendas do estabelecimento, os fiscais encontraram 20 caixas com garrafas de dois litros de um produto identificado como “Vinho Tinto Seco Bordô Colonial”. No depósito, foram localizadas outras 1.200 caixas do mesmo item. Ao todo, foram apreendidos 14.640 litros da bebida.
A fiscalização identificou indícios de que o produto apreendido possa não corresponder à denominação declarada no rótulo. Há suspeita de que se trate de uma bebida alcoólica mista, elaborada a partir da combinação de álcool, corante, aromatizante, açúcar e conservantes.
O produto não possuía registro no Mapa nem informações que permitissem identificar fabricante, origem ou rastreabilidade. As garrafas chegavam ao estabelecimento sem rótulo e eram identificadas no próprio local com as marcas “Vinho Tinto Seco Bordô Colonial”, “Vinho Casarão” e “Vinho Vô Luiz”. Também foram apreendidos rolos de rótulos referentes aos três produtos.
O responsável pelo estabelecimento não apresentou, durante a fiscalização, documentação que comprovasse a origem das bebidas, o responsável pela fabricação, os ingredientes utilizados ou as condições de produção.
Amostras foram coletadas e encaminhadas para análise laboratorial, que deverá verificar a composição e a identidade do produto.
Outras apreensões
Durante a fiscalização, também foram apreendidas 60 garrafas de cachaça, 68 garrafas de licores de diversos sabores e 66 garrafas de bebidas estrangeiras, entre vinhos e destilados, com indícios de importação irregular e sem registro no Mapa.
O responsável pelo estabelecimento informou que apresentaria as notas fiscais correspondentes aos produtos, mas a documentação não foi entregue até o fim da fiscalização.
Todo o material apreendido foi encaminhado para depósito sob responsabilidade da autoridade policial.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/94FjiMoMKeNX4Vp1a0oSasiDJa4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/7/j/4vmCyPTOerh958zEAByg/2016-08-16-vinho-quinn-dombrowski.jpg" medium="image"/>   <media:description>Amostras foram coletadas e encaminhadas para análise laboratorial</media:description>   <media:credit>Divulgação/Policia Civil do Paraná</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:44:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jabuticabas entram em temporada de colheita em parque de Itu (SP)</title>  <atom:subtitle>Os visitantes podem colher a fruta diretamente do pé e ainda levar para casa</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/jabuticabas-entram-em-temporada-de-colheita-em-parque-de-itu-sp.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/hortifruti/noticia/2026/08/jabuticabas-entram-em-temporada-de-colheita-em-parque-de-itu-sp.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/xHqNJw9q9uPyBTb4mknCC638ItI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/h/u/Z5FDV1QcKNCEh8BIAizg/9-gmmpznwyznzumoyjmlt92yu8myvx2zkvgqyvwdhnnllnxauvgz6ytnwajn2gtn0ejonvgcq5ydvxmn0iwm4u2niz2nivto1q2n4mgm5ygoxigomljm2ewy5ykmlewy5ykmletm2mtmgjtj1gdnwkdmxydny8vl1etlf9vlwitlfptn.jfif" /><br /> ]]>    O Parque Maeda, em Itu (SP), iniciou a temporada de colheita das jabuticabas para o público.  Ao todo, o espaço tem mais de 10 mil jabuticabeiras, sendo cerca de 700 carregadas do frutos e permite que os visitantes colham as frutas diretamente do pé e consumam à vontade no pomar.
Para participar da colheita, é necessário adquirir o ingresso do passeio, no valor de R$ 25, além do passaporte Day Use ou da entrada avulsa do parque. Quem quiser levar jabuticabas para casa também pode comprar um pote por R$ 15. O passeio acontecem aos sábados e domingos, das 13h às 16h.
Além da colheita, o parque oferece diversas opções de lazer ligadas ao campo e à natureza. Os visitantes podem praticar pesca esportiva, fazer passeios a cavalo, e de trenzinho, além de conhecer atrações como o Jardim Japonês. O espaço também conta com parque aquático, teleférico, pedalinho e restaurante com opções variadas.
O pomar de jabuticabas do Parque Maeda, em Itu (SP), está aberto para receber os visitantes que apreciam a fruta
Carlos Matos
O fruto que  reúne fibras, vitaminas e antioxidantes
Nome com origem em tupi e originária da Mata Atlântica, a jabuticaba é uma fruta da família das mirtáceas e uma das espécies nativas mais conhecidas do Brasil. Além do sabor adocicado, ela é fonte de fibras, vitamina C, ferro, fósforo e niacina, uma vitamina do complexo B.
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A casca concentra boa parte dos compostos antioxidantes da fruta, como as antocianinas e outros compostos fenólicos. As fibras também contribuem para o funcionamento do intestino e para a sensação de saciedade.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/xHqNJw9q9uPyBTb4mknCC638ItI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/h/u/Z5FDV1QcKNCEh8BIAizg/9-gmmpznwyznzumoyjmlt92yu8myvx2zkvgqyvwdhnnllnxauvgz6ytnwajn2gtn0ejonvgcq5ydvxmn0iwm4u2niz2nivto1q2n4mgm5ygoxigomljm2ewy5ykmlewy5ykmletm2mtmgjtj1gdnwkdmxydny8vl1etlf9vlwitlfptn.jfif" medium="image"/>   <media:description>Está aberta a temporada de jabuticabas no Parque Maeda, em Itu (SP)</media:description>   <media:credit> Carlos Matos</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:43:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quase 12 milhões de produtores rurais pedem orçamento online</title>  <atom:subtitle>O comportamento de compra no agro mudou, e o digital já faz parte da decisão comercial do produtor rural</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/08/quase-12-milhoes-de-produtores-rurais-pedem-orcamento-online-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/conteudo-de-marca/pulse-brand/noticia/2026/08/quase-12-milhoes-de-produtores-rurais-pedem-orcamento-online-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/-0rbtDlc2AHnshD9Eb_x0VOyAw8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/T/a/GW4KEGTxWxHMI1RTgLkg/publicador-api-globorural-pulse-brand-100-dbd83060-99bd-43ed-874f-290e1e68350d.png-20260826144315" /><br /> ]]>    Cruzando dados de 3 fontes diferentes, uma projeção da Leadcultura, ecossistema especializado em marketing e performance comercial para o agronegócio, aponta que quase 12 milhões de pessoas ligadas ao agro no Brasil já pediram orçamento diretamente pelas redes sociais. O número nasce do cruzamento entre a mão de obra do agronegócio medida pela CEPEA/CNA, a adoção de smartphone entre produtores apurada pela ABMRA e o comportamento de compra levantado em pesquisa própria do Leadcultura.
Como chegamos a 26,8 milhões de pessoas conectadas no agro
Segundo o boletim trimestral "Mercado de Trabalho no Agronegócio Brasileiro", da CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Esalq/USP) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), o agronegócio brasileiro empregou 28,5 milhões de pessoas no 1º trimestre de 2025, somando toda a cadeia: insumos, produção dentro da porteira, agroindústria e agrosserviços, segundo a CEPEA/CNA.
Já a ABMRA (Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio), na sua pesquisa de Hábitos do Produtor Rural, apurou que 94% dos produtores rurais possuem smartphone, segundo a ABMRA. Aplicando essa taxa de adoção sobre o total de pessoas ocupadas no agronegócio medido pela CEPEA/CNA, a estimativa é de 26,8 milhões de pessoas ligadas ao agro usando smartphone hoje no Brasil.
Do celular ao orçamento
O terceiro cruzamento vem de uma pesquisa própria da Leadcultura sobre o Comportamento do produtor rural no digital: 43,3% dos produtores entrevistados afirmaram já ter pedido orçamento diretamente pelas redes sociais.
Aplicando esse percentual sobre a base estimada de 26,8 milhões de pessoas conectadas, chega-se à projeção de quase 12 milhões de pessoas do agro que já negociaram por esse caminho.
Instagram e o produtor rural
Entre os canais digitais, o Instagram aparece como hábito consolidado. Segundo a mesma pesquisa da Leadcultura, 70,6% dos produtores rurais usam a rede social todos os dias, sem exceção.
WhatsApp como porta de entrada na fazenda
Se o Instagram domina o consumo diário de conteúdo, é o WhatsApp que domina a preferência na hora de negociar. De acordo com o levantamento da Leadcultura, 78,03% dos produtores preferem que o primeiro contato comercial de uma empresa aconteça por esse canal, antes de qualquer ligação, visita ou reunião presencial.
O dado conversa com o que a ABMRA já vinha apontando em pesquisas anteriores: 96% dos produtores rurais usam o WhatsApp para tomar decisões de negócio, e a internet hoje chega a 98% das propriedades rurais no país, segundo a ABMRA.
O novo "super produtor"
Por trás desses números está um perfil de produtor diferente do que o mercado costumava imaginar. Segundo a ABMRA, a idade média do produtor rural brasileiro gira em torno de 46 anos. É também um produtor mais tecnificado, que estuda e pesquisa mais antes de decidir e que, cada vez com mais frequência, conta com consultor próprio para orientar a gestão da propriedade, segundo análise do Leadcultura sobre o comportamento desse público.
O discurso desse novo perfil também mudou. Não basta mais produzir volume, o produtor de hoje separa produtividade de eficiência, e cobra essa mudança das empresas que tentam vender para ele.
"Empresas do agro ainda insistem em vender do jeito que sempre venderam, só que o produtor já mudou. Ele pesquisa mais, tem consultor, decide com mais informação e quer negociar pelo canal que já usa no dia a dia. Quem não se adapta a essa nova jornada de compra perde espaço para quem entendeu a mudança", afirma Ben Martin Balik, CEO do Leadcultura e da CHA Agromkt.
Sobre os dados
Os números deste artigo cruzam 3 fontes: o boletim trimestral da CEPEA/CNA sobre mão de obra no agronegócio, a pesquisa de Hábitos do Produtor Rural da ABMRA e um levantamento próprio do Leadcultura, ecossistema de marketing e performance comercial especializado em agronegócio, sobre o comportamento digital do produtor rural. As projeções de 26,8 milhões de pessoas conectadas e quase 12 milhões que já pediram orçamento pelas redes sociais são estimativas calculadas a partir do cruzamento desses dados, e não números fechados de uma única pesquisa.
Fontes
CEPEA/CNA, boletim "Mercado de Trabalho no Agronegócio Brasileiro", 1º trimestre de 2025: https://www.cepea.org.br/br/releases/mercado-de-trabalho-cepea-agronegocio-brasileiro-emprega-28-5-mi-de-pessoas-no-1-tri-novo-recorde.aspx
ABMRA, 8ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural (adoção de smartphone): https://www.pwc.com.br/pt/consultoria/agtech-innovation/agtech-innovation-news/materias/2021/abmra-94-dos-produtores-tem-smartphone-e-76-fazem-negocios-pelo-whatsapp.html
ABMRA, Pesquisa Hábitos do Produtor Rural (idade média e WhatsApp para decisões de negócio): https://abmra.org.br/pesquisa-abmra-habitos-do-produtor-rural-abmra/
Leadcultura, pesquisa própria sobre comportamento do produtor rural no digital (https://ferramentas.leadcultura.com.br/ferramenta/dashboard-produtor-2024)  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/-0rbtDlc2AHnshD9Eb_x0VOyAw8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/T/a/GW4KEGTxWxHMI1RTgLkg/publicador-api-globorural-pulse-brand-100-dbd83060-99bd-43ed-874f-290e1e68350d.png-20260826144315" medium="image"/>   <media:description>Quase 12 milhões de produtores rurais brasileiros já utilizam canais digitais para solicitar orçamentos, mostrando como a internet deixou de ser apenas um meio de pesquisa e passou a fazer parte ativa do processo de compra no agro.</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:43:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pecuaristas dos EUA criticam plano de Trump para importar carne bovina e citam 'decepção'</title>  <atom:subtitle>Presidente americano anunciou intenção de importar 300 mil toneladas para amenizar os preços recordes da carne moída</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/pecuaristas-dos-eua-criticam-plano-de-trump-para-importar-carne-bovina-e-citam-decepcao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/pecuaristas-dos-eua-criticam-plano-de-trump-para-importar-carne-bovina-e-citam-decepcao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/g19cZJaUS0hoh8PyofGYIBDzzJE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/8/v/SaXdc0QXeptdX6ESTzyw/52405023411-ac5c087233-k.jpg" /><br /> ]]>    Entidades ligadas ao setor agropecuário dos Estados Unidos criticaram a medida anunciada pelo governo Trump de importar 300 mil toneladas de carne bovina nos próximos 90 dias, numa tentativa de amenizar os preços recordes da carne moída. A medida foi anunciada na última sexta-feira (21) pelo próprio presidente Donald Trump, em postagem na rede social Truth Social. 
A American Farm Bureau Federation, uma das principais entidades do setor, encaminhou nesta quarta-feira (26/8) uma carta ao presidente Donald Trump pedindo que reconsidere a sua estratégia. A entidade afirma que o momento escolhido pode prejudicar os pecuaristas que estão decidindo se expandem ou não os seus rebanhos, num momento em que os EUA enfrentam uma retração na produção de carne bovina. 
"Estima-se que 70% dos bezerros nascidos na primavera sejam vendidos entre setembro e novembro, período que coincide com a janela de aumento das importações", diz a entidade, em comunicado. "Um excesso de oferta de carne bovina estrangeira poderia derrubar os preços pagos aos pecuaristas justamente quando decisões cruciais para o negócio agropecuário estão sendo tomadas." 
Leia também: 
Medida dos EUA abre espaço para Brasil exportar até 120 mil toneladas de carne sem tarifa
Na carta a Trump, o presidente do Farm Bureau, Zippy Duvall, diz que reduzir o preço do gado não fará cair o preço da carne bovina para as famílias americanas, como afirma Trump. "Pelo contrário, isso desestimulará os agricultores e pecuaristas americanos a realizar investimentos de longo prazo na recomposição dos rebanhos, prolongando o ciclo de oferta restrita de gado, altos custos de produção e preços elevados da carne para o consumidor", resume. 
A opinião é compartilhada por outras entidades do segmento. O presidente da Nacional Cattlemen's Beef Association (Associação Nacional dos Pecuaristas de Gado de Corte), Colin Woodall, disse que a entidade está "decepcionada com a declaração do presidente". "Embora os pecuaristas americanos compartilhem o objetivo de manter os preços dos alimentos acessíveis aos consumidores, inundar o mercado com carne bovina subsidiada pelo governo e vendida abaixo do preço de mercado não é a maneira de reconstruir o rebanho bovino americano", afirmou. 
Na avaliação da National Milk Producers Federation (Federação Nacional dos Produtores de Leite), a medida terá consequências tanto para os produtores de gado de corte quanto de leite dos EUA. "A decisão traz o risco de reduzir o preço que os produtores de leite recebem por suas vacas de descarte e de aumentar os lucros dos exportadores estrangeiros de carne bovina, tudo isso em troca de uma redução potencialmente insignificante no preço do hambúrguer moído no varejo", protestou o presidente da entidade, Gregg Doud. 
A entrada das 300 mil toneladas de carne bovina nos EUA será permitida sem aplicação de tarifas sobre volumes que excedam as cotas dos países fornecedores. Analistas ouvidos pelo Valor acreditam que o Brasil tem condições de atender de 30% a 40% desse volume. 
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/g19cZJaUS0hoh8PyofGYIBDzzJE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/8/v/SaXdc0QXeptdX6ESTzyw/52405023411-ac5c087233-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Momento escolhido pode prejudicar os pecuaristas que estão decidindo se expandem ou não os seus rebanhos</media:description>   <media:credit>USDA/FPAC/Preston Keres</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:40:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Escassez de mão de obra é considerada um problema crônico na cadeia do cacau</title>  <atom:subtitle>Setor enfrenta, entre outros desafios, o deslocamento de trabalhadores para a colheita do café</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/escassez-de-mao-de-obra-e-considerada-um-problema-cronico-na-cadeia-do-cacau.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/escassez-de-mao-de-obra-e-considerada-um-problema-cronico-na-cadeia-do-cacau.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/8YKQmer8y-DR04002h_-O7rfCgU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/q/K/qJqv4sSh6vtDl98KtDeg/whatsapp-image-2026-08-26-at-14.13.00.jpeg" /><br /> ]]>    A escassez de mão de obra é considerada um problema crônico por representantes da cadeia do cacau reunidos na segunda edição da Expocacau, essa semana, em Ilhéus (BA). Segundo Neorley Carvalho, representante do Sebrae Bahia e líder de um estudo sobre o tema, o desafio do setor é plural.
Segundo ele, há um deslocamento de trabalhadores para a cafeicultura, principalmente no Espírito Santo, no período de colheita dos grãos entre abril e maio. Outra razão apontada é a concessão de benefícios via programas sociais, que, na avaliação de produtores e empresas, atrapalha a contratação de temporários pelo setor.
Carvalho lidera um estudo junto ao CocoaAction que conta com 419 questionários aplicados para diagnosticar o problema mais a fundo e propor soluções.
Guilherme Moura, diretor da Federação da Agricultura da Bahia (Faeb), lembra que a cadeia produtiva do cacau faz uso intensivo de mão de obra, principalmente nos sistemas agroflorestais, onde existe uma dificuldade para mecanizar processos. “Atrair o jovem para o campo tem sido um desafio. Muitas vezes, a forma de trabalho, que é mais manual, faz com que o jovem não se interesse”, destaca.
A alternativa, para Moura, é buscar tecnologia para a produção, já que novos equipamentos podem despertar o interesse dos jovens de permanecerem no campo. "A cidade e o campo estão cada vez mais próximos, e não pode ser diferente no cacau. A fazenda precisa ter conectividade, acesso à internet. Essas são condições mínimas para manter a mão de obra nas propriedades”.
Pedro Ronca, diretor do CocoaAction Brasil, entidade organizadora da Expocacau, ressalta que o produtor busca inovação para superar essa barreira. “O desafio da mão de obra está gigante, os produtores vêm buscando investimentos em mecanização, que é uma forma de diminuir os custos e aumentar a produtividade”.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/8YKQmer8y-DR04002h_-O7rfCgU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/q/K/qJqv4sSh6vtDl98KtDeg/whatsapp-image-2026-08-26-at-14.13.00.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Segunda edição da Expocacau é realizada essa semana em Ilhéus (BA)</media:description>   <media:credit>Marcos Fantin</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:39:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>MP de Goiás deflagra operação contra fraudes na venda de grãos</title>  <atom:subtitle>As investigações apontam a utilização de empresas "noteiras" para a emissão de documentos fiscais e a ocultação dos verdadeiros responsáveis pelas operações</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/08/mp-de-goias-deflagra-operacao-contra-fraudes-na-venda-de-graos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/08/mp-de-goias-deflagra-operacao-contra-fraudes-na-venda-de-graos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/difV9BKYwLT1eqX0aLg_G6ZJlng=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/k/x/ZhXOdZSlStxL11BGPVtA/soja-especial-produtor-paulo-bertolini-parana-foto-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    O Ministério Público de Goiás (MPGO) deflagrou, nesta quarta-feira (26/8), uma operação contra suspeitos de participar de um "esquema estruturado" de fraudes na comercialização interestadual de grãos. A ação apura eventual prática dos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. 
A 2ª Vara de Garantias de Goiânia expediu nove mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão em municípios de Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso e Bahia. Entre os alvos estão três contadores investigados por suposta "atuação direta na estruturação e manutenção do esquema", disse o MPGO.
As investigações apontam a utilização de empresas "noteiras" para a emissão de documentos fiscais e a ocultação dos verdadeiros responsáveis pelas operações com grãos. Segundo a apuração, os valores eram movimentados por empresas de fachada, registradas em nome de "testas de ferro" com patrimônio incompatível com as transações realizadas.
Até o momento, as duas principais empresas investigadas acumulam mais de R$ 90 milhões em débitos de ICMS constituídos e não pagos. Uma delas chegou a movimentar quase R$ 200 milhões em um curto período, segundo as investigações do MPGO.
Segundo o MPGO, a apuração também alcançará produtores rurais e outros empresários que possam ter utilizado o esquema para ocultar sua participação nas operações e evitar o recolhimento dos tributos devidos. A investigação busca verificar ainda eventual prática de lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.
"As investigações prosseguem para identificar a extensão do esquema e seus beneficiários, com a possibilidade de novas medidas judiciais", explicou o MPGO, em nota.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/difV9BKYwLT1eqX0aLg_G6ZJlng=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/k/x/ZhXOdZSlStxL11BGPVtA/soja-especial-produtor-paulo-bertolini-parana-foto-divulgacao.jpg" medium="image"/>   <media:description>As duas principais empresas investigadas acumulam mais de R$ 90 milhões em débitos de ICMS constituídos e não pagos</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:33:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Costa Rica, Malásia e Nigéria abrem mercados para produtos agrícolas do Brasil </title>  <atom:subtitle>A meta do Ministério da Agricultura é abrir 700 mercados até o fim deste ano; número considera as aberturas desde janeiro de 2023</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/economia/noticia/2026/08/costa-rica-malasia-e-nigeria-abrem-mercados-para-produtos-agricolas-do-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/economia/noticia/2026/08/costa-rica-malasia-e-nigeria-abrem-mercados-para-produtos-agricolas-do-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Vu9WuoeebQF3A_oz9wHlH9_7uA8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/V/a/BxA8AdQZ6qw1PY8QmOEA/129.jpg" /><br /> ]]>    O Ministério da Agricultura informou, nesta quarta-feira (26/8), que concluiu as negociações para a abertura de três novos mercados para produtos do setor agropecuário brasileiro.
A Costa Rica autorizou a exportação brasileira de sementes de trigo. Já a Malásia abriu seu mercado para flor seca de cravo-da-índia exportada pelo Brasil e, para a Nigéria, está autorizada a exportação de maçãs.
A meta do ministério é abrir 700 mercados até o fim deste ano. O número considera as aberturas desde janeiro de 2023.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Vu9WuoeebQF3A_oz9wHlH9_7uA8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/V/a/BxA8AdQZ6qw1PY8QmOEA/129.jpg" medium="image"/>   <media:description>A Costa Rica autorizou a exportação brasileira de sementes de trigo</media:description>   <media:credit>evening_tao/Freepik</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:29:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Queda no preço do cacau deve impactar negócios na Expocacau 2026</title>  <atom:subtitle>Feira cresceu 25% em público e expositores, com participantes de 11 países</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/queda-no-preco-do-cacau-deve-impactar-negocios-na-expocacau-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/08/queda-no-preco-do-cacau-deve-impactar-negocios-na-expocacau-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/6mstG6emYN8aq7_yaefD-l63wM4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/0/s/UA7zsmQ32UWS7NnqVe9A/whatsapp-image-2026-08-26-at-14.11.48.jpeg" /><br /> ]]>    A forte queda nos preços do cacau desde a alta recorde registrada em 2024/25 deve comprometer o volume de negócios da segunda edição da Expocacau em Ilhéus, na Bahia. A feira, que reúne produtores, indústria e fabricantes de insumos para a cadeia, teve início na última terça-feira (25/8) com crescimento de 25% em tamanho de público e expositores.
“O preço do cacau no ano passado era mais alto do que agora, o que reflete também num volume financeiro mais alto. Se a gente fizesse o mesmo volume de negócio que no ano passado, a gente já terá metade do faturamento. Então, de fato, acho que vai ter um impacto natural na geração de negócios porque o produtor está menos capitalizado para investir”, ponderou o coordenador do CocoaAction Brasil, Guilherme Salata.
O executivo evitou dar uma estimativa desta queda, mas lembrou que na sua primeira edição, no ano passado, a Expocacau gerou R$ 240 milhões em negócios. Desde então, o preço do cacau negociado na bolsa de Nova York acumula queda de cerca de 25%, pressionado pela recuperação da oferta mundial da commodity e pela queda da demanda desde o pico de preços, quando a cotação superou os US$ 8 mil a tonelada.
Apesar do cenário de mercado menos favorável, o clima da segunda edição da Expocacau é de otimismo, com maior diversificação de público. Segundo os organizadores, a feira recebe este ano participantes de 11 países, dando início a uma internacionalização orgânica do evento. No ano passado, a Expocacau recebeu participantes de três países. “Não é nossa prioridade hoje internacionalizar o evento, mas eu acho que é um processo natural”, observou o diretor do CocoaAction Brasil, Pedro Ronca.
Segundo Ronca, a feira tem cumprido o seu objetivo de reunir diferentes elos da cadeia cacauicultora e se tornado referência para o setor, contribuindo para o protagonismo do Brasil neste mercado. “Mesmo com as dificuldades, o produtor está atento e buscando oportunidades”, completou o executivo.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/6mstG6emYN8aq7_yaefD-l63wM4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/0/s/UA7zsmQ32UWS7NnqVe9A/whatsapp-image-2026-08-26-at-14.11.48.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Clima da segunda edição da Expocacau em Ilhéus (BA) é de otimismo, com maior diversificação de público</media:description>   <media:credit>Marcos Fantin/Globo Rural</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:23:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil deve reduzir consumo de fertilizantes em 2026; ouça o comentário</title>  <atom:subtitle>Volume deve cair quase 8%, para 45,3 milhões de toneladas</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/brasil-deve-reduzir-consumo-de-fertilizantes-em-2026-ouca-o-comentario.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/brasil-deve-reduzir-consumo-de-fertilizantes-em-2026-ouca-o-comentario.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/BHmgeGqyI_lfxdzRThzcq04u6Yk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/b/1/5UMNVjTDqLy5oB66UfUg/pulverizacao-christiane-comas-embrapa.jpg" /><br /> ]]>    A demanda por fertilizantes no Brasil deve chegar a 45,3 milhões toneladas neste ano, segundo estimativa da Agroconsult. O volume representa uma queda de quase 8% em relação ao recorde registrado no ano passado, quando o país consumiu 49 milhões de toneladas de fertilizantes. 
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*Ouça o CBN Agro de segunda a sexta-feira, por volta de 5h50, no CBN Primeiras Notícias, e às terças-feiras, por volta de 13h10, no CBN Brasil.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/BHmgeGqyI_lfxdzRThzcq04u6Yk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/b/1/5UMNVjTDqLy5oB66UfUg/pulverizacao-christiane-comas-embrapa.jpg" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:04:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pesquisa aponta que falta de mão de obra é a maior dificuldade enfrentada por produtores rurais; ouça o comentário</title>  <atom:subtitle>Segundo a pesquisa, 44% dos produtores apontam a escassez de mão de obra como o maior problema do setor</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/pesquisa-aponta-que-falta-de-mao-de-obra-e-a-maior-dificuldade-enfrentada-por-produtores-rurais-ouca-o-comentario.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/pesquisa-aponta-que-falta-de-mao-de-obra-e-a-maior-dificuldade-enfrentada-por-produtores-rurais-ouca-o-comentario.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/XPkCmcEYqG5ffQO1BYSuCVIv6h8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/t/13VXvrQoWROxViCBsiDg/colheita-de-avocado-na-jaguacy.jpg" /><br /> ]]>    Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) revela que o maior desafio atual dos produtores é a escassez de mão de obra no campo, superando até mesmo questões climáticas e de custos.
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*Ouça o CBN Agro de segunda a sexta-feira, por volta de 5h50, no CBN Primeiras Notícias, e às terças-feiras, por volta de 13h10, no CBN Brasil.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/XPkCmcEYqG5ffQO1BYSuCVIv6h8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/B/t/13VXvrQoWROxViCBsiDg/colheita-de-avocado-na-jaguacy.jpg" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:02:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chegada do El Niño preocupa mercado de cacau; ouça o comentário</title>  <atom:subtitle>Produtores temem os efeitos do fenômeno, que já pressionam os preços do fruto</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/chegada-do-el-nino-preocupa-mercado-de-cacau-ouca-o-comentario.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/podcasts/cbn-agro/noticia/2026/08/chegada-do-el-nino-preocupa-mercado-de-cacau-ouca-o-comentario.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/5FJPe2fPqWQGuwNs5bfG1rykew0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/g/4/kxuyxUQ36nFu4shRM1Jw/cacau-em-tome-acu-foto-ronaldo-rosa.jpg" /><br /> ]]>    Na maior feira de agronegócio voltada para o cacau, a ExpoCacau, o tema principal e o grande temor não poderia ser outro: o El Niño. Cassiano Ribeiro explica a situação e as principais dificuldades do momento do mercado.
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*Ouça o CBN Agro de segunda a sexta-feira, por volta de 5h50, no CBN Primeiras Notícias, e às terças-feiras, por volta de 13h10, no CBN Brasil.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/5FJPe2fPqWQGuwNs5bfG1rykew0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/g/4/kxuyxUQ36nFu4shRM1Jw/cacau-em-tome-acu-foto-ronaldo-rosa.jpg" medium="image"/>    <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:20:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Alimentos e bebidas têm segundo mês de deflação em agosto</title>  <atom:subtitle>Tomate, batata, cenoura e café puxaram os recuos, segundo o IPCA-15</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/noticia/2026/08/alimentos-e-bebidas-tem-segundo-mes-de-deflacao-em-agosto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/noticia/2026/08/alimentos-e-bebidas-tem-segundo-mes-de-deflacao-em-agosto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/yZHV_bhqcG0RFYYLxuYp6uvmy80=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/W/A/QM8BDAQhiVLnurNeaiyQ/2017-03-06-tomate.jpg" /><br /> ]]>    Os preços de alimentação e bebidas registraram o segundo mês seguido de deflação em agosto, com queda de 0,57%, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o recuo tinha sido de 0,66%.
Com isso, foram o grupo que exerceu a terceira maior pressão negativa sobre o IPCA-15 de agosto (-0,12 ponto percentual). O maior impacto veio de habitação (-0,22 ponto percentual), com queda de 1,41% por causa de energia elétrica (-6,25%), em função da incorporação do bônus de Itaipu. Em seguida, veio transportes, com recuo de 1% (impacto de -0,20 ponto percentual). 
Na alimentação no domicílio, a queda de preços foi mais intensa (-0,97%), com destaque para as baixas de tomate (-27,38%), batata-inglesa (-25,14%), cenoura (-17,05%) e do café moído (-2,31%). No lado das altas, destacam-se o leite longa vida (3,41%) e as frutas (3,11%).
A alimentação fora do domicílio saiu de uma alta de 0,55% em julho para 0,42% em agosto. O lanche subiu 0,75%, acima do 0,30% de julho, enquanto a refeição desacelerou de 0,66% em julho para 0,25% em agosto.
No resultado acumulado em 12 meses até agosto, os preços de alimentação e bebidas avançam 3,62%. Nesta base de comparação, há diferença significativa na variação dos subgrupos: a alimentação no domicílio subiu 2,68% enquanto a alimentação fora do aumentou 5,99%.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/yZHV_bhqcG0RFYYLxuYp6uvmy80=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2022/W/A/QM8BDAQhiVLnurNeaiyQ/2017-03-06-tomate.jpg" medium="image"/>   <media:description>Preços de alimentação e bebidas caíram 0,57% em agosto; tomate liderou as baixas</media:description>   <media:credit>Reprodução/ TV Globo</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:19:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Banco do Brasil dá início nesta quarta a renegociações de dívidas rurais pela MP 1.376</title>  <atom:subtitle>As contratações vão começar mais de 40 dias depois da publicação da MP por conta da demora na regulamentação e ajustes na aplicação de recursos obrigatórios</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/banco-do-brasil-da-inicio-nesta-quarta-a-renegociacoes-de-dividas-rurais-pela-mp-1376.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/banco-do-brasil-da-inicio-nesta-quarta-a-renegociacoes-de-dividas-rurais-pela-mp-1376.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/fjz0BGBFQjRuL2ROZpFSiXquzDY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/P/j/ZghxlEQ5yn2XLJTrvozA/banco-do-brasil-mcamgo-abr-280620211818-8.jpg" /><br /> ]]>    O Banco do Brasil informou que dará início nesta quarta-feira (26/8) às renegociações de dívidas rurais pelas regras previstas na Medida Provisória 1.376/2026, que permitiu a criação de linhas para atender produtores que tiveram duas ou mais perdas de safras entre 2019 e 2025.
As contratações vão começar mais de 40 dias depois da publicação da MP por conta da demora na regulamentação, como a divulgação dos limites equalizáveis pelo Tesouro Nacional, que ocorreu dia 13 de agosto, e ajustes na aplicação de recursos obrigatórios, feitos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) nessa segunda-feira (24/8).
No dia 15 de julho, quando a MP foi publicada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que os produtores poderiam procurar o BB no dia seguinte para renegociar suas dívidas.
A carteira agro do BB possui cerca de 113 mil clientes com operações potencialmente elegíveis, com montante de até R$ 100 bilhões em dívidas. Desse total, 36% correspondem a operações inadimplentes, enquanto o restante contempla parcelas adimplentes que foram prorrogadas ou renegociadas, inclusive no âmbito da MP 1.314/2025.
O BB teve a maior fatia dos saldos equalizados divulgados pelo Ministério da Fazenda: R$ 12,4 bilhões do total de R$ 25,8 bilhões. 
"A MP contribuirá para acelerar a regularização das operações estressadas, além de contribuir para a retomada dos índices de pontualidade do setor”, afirmou, em nota, Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.
Recentemente, durante divulgação do balanço do banco, ele afirmou que a expectativa é renegociar R$ 30 bilhões em operações com juros controlados. Já o vice-presidente de Riscos do BB, Felipe Prince, disse que o banco vai priorizar, na renegociação, produtores que pagarem uma entrada e ofereçam garantias. 
"Vamos priorizar operações com entrada, vinculação de garantias, transformação de garantias imobiliárias em alienação fiduciária", afirmou na divulgação do balanço do segundo trimestre de 2026.

O banco informou que os produtores interessados, que já haviam procurado as agências para informações de enquadramento na medida e dos documentos necessários, podem dar início à contratação das operações e adequação de seu fluxo de caixa aos recebimentos previstos.
O BB ressaltou que as contratações dependem da apresentação de laudos técnicos que comprovem perdas na produção ou redução na renda bruta agropecuária esperada.
"A MP 1.376 cria uma oportunidade importante para restabelecer as condições financeiras de produtores afetados por sucessivos ciclos de perdas. Nossa equipe em todo o Brasil está engajada em estar próxima dos clientes, avaliando soluções compatíveis com a realidade de cada produtor, com foco na sustentabilidade do crédito e na continuidade da atividade agropecuária de nossos clientes", completou Bittencourt, na nota.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/fjz0BGBFQjRuL2ROZpFSiXquzDY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/P/j/ZghxlEQ5yn2XLJTrvozA/banco-do-brasil-mcamgo-abr-280620211818-8.jpg" medium="image"/>   <media:description>A carteira agro do BB possui cerca de 113 mil clientes com operações potencialmente elegíveis, com montante de até R$ 100 bilhões em dívidas</media:description>   <media:credit>Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:12:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trigo tem alta em Chicago, impulsionado por conflito no Mar Negro</title>  <atom:subtitle>Contratos de milho e de soja também sobem nesta manhã</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/trigo-tem-alta-em-chicago-impulsionado-por-conflito-no-mar-negro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/trigo-tem-alta-em-chicago-impulsionado-por-conflito-no-mar-negro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/JRxXYvYTdV-EYK7ZYSTPBlRxxsY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/B/F/E87FQQT1qLt3lyeKvvJA/50164614321-744f819b75-c.jpg" /><br /> ]]>    O preço do trigo segue em alta nesta manhã de quarta-feira (26/8) na bolsa de Chicago. Os contratos com entrega para dezembro de 2026 sobem 2,17%, cotado a US$ 7,1825 o bushel.
O mercado segue atento aos impactos do conflito entre Rússia e Ucrânia. A guerra no Mar Negro, principal saída do cereal para o mundo, está com os embarques praticamente interrompidos.
A Rússia pode suspender até o fim de 2026 suas tarifas variáveis de exportação de trigo, cevada e milho, segundo análise da consultoria agrícola russa SovEcon. De acordo com o relatório, o Ministério da Agricultura prepara uma proposta de moratória sobre as tarifas.
A medida ocorre em meio à forte pressão sobre os preços domésticos. Desde junho, o trigo de quarta classe recuou cerca de 36%, para 8.575 rublos por tonelada, equivalente a US$ 103, menor nível para este período do ano em pelo menos cinco anos, segundo a SovEcon.
Milho

O milho registra seu sexto pregão consecutivo de alta em Chicago, impulsionado principalmente pela perspectiva de produção menor nos Estados Unidos. Os contratos para dezembro de 2026 avançam 1,05%, cotados a US$ 5,29 o bushel.
Soja
A soja opera em alta nesta manhã. Os contratos com entrega para novembro de 2026, de maior volume negociado, sobem 0,40%, cotado a US$ 12,4275 o bushel.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/JRxXYvYTdV-EYK7ZYSTPBlRxxsY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/B/F/E87FQQT1qLt3lyeKvvJA/50164614321-744f819b75-c.jpg" medium="image"/>   <media:description>O mercado de trigo segue atento aos impactos do conflito entre Rússia e Ucrânia</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:08:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do café cai em Nova York, com produtores brasileiros segurando vendas</title>  <atom:subtitle>Cacau, açúcar e algodão sobem nesta manhã; suco de laranja opera em baixa</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-cafe-cai-em-nova-york-com-produtores-brasileiros-segurando-vendas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-do-cafe-cai-em-nova-york-com-produtores-brasileiros-segurando-vendas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/txjBPmVThf6SdrOqrcPZelSkPwc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/3/S/jIkpUZR3KfqKxr7wdumQ/front-view-coffee-beans-burlap-sack-1-.jpg" /><br /> ]]>    O preço do café opera em baixa nesta manhã de quarta-feira (26/8) na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega para dezembro de 2026 caem 2,46%, cotados a US$ 3,2725 a libra-peso.
As baixas, segundo a Barchart, vieram após alguns estoquistas brasileiros relatarem que não estão aceitando mais fornecimento de café, sinal de que produtores estão aguardando preços mais elevados.
Cacau
Já o cacau voltou a subir nesta quarta. Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 avançam 2,73%, cotados a US$ 5.916 a tonelada.
A alta acontece com as estimativas de que a produção em Gana deve ser 13% menor em comparação à safra anterior.
Açúcar
O açúcar opera em alta na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 sobem 1,91%, negociados a US$ 17,58 a libra-peso.
Algodão
Já o algodão opera em leve alta. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 avançam 0,08%, cotados a 88,41 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em baixa. Os papéis mais negociados, com vencimento em setembro de 2026, estão cotados a US$ 1,6910 a libra-peso, com avanço de 1,31%.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/txjBPmVThf6SdrOqrcPZelSkPwc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/3/S/jIkpUZR3KfqKxr7wdumQ/front-view-coffee-beans-burlap-sack-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Estoquistas brasileiros relataram que não estão aceitando mais fornecimento de café, sinal de que produtores estão aguardando preços mais elevados</media:description>   <media:credit>Freepik</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:04:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preços do arroz seguem avançando no Rio Grande do Sul </title>  <atom:subtitle>Margens calculadas para julho ainda ficaram abaixo das registradas no mesmo período de 2025</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/arroz/noticia/2026/08/precos-do-arroz-seguem-avancando-no-rio-grande-do-sul.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/arroz/noticia/2026/08/precos-do-arroz-seguem-avancando-no-rio-grande-do-sul.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/VqI0phMr0qlQnc5HllfO7diTrmw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/R/F/qss34ZSpCHfmZBpYNj6A/gettyimages-771454809.jpg" /><br /> ]]>    Os preços do arroz em casca avançaram no Rio Grande do Sul, melhorando a relação entre as cotações e os custos de produção. No entanto, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as margens calculadas para julho ainda ficaram abaixo das registradas no mesmo período do ano passado.
Na terça-feira (25/8), o indicador Cepea/Irga-RS registrou a cotação de R$ 76,84 a saca de 50 quilos, uma alta acumulada de 11,96% desde o início de agosto. 
De acordo com o Cepea, a baixa disponibilidade de matéria-prima e a necessidade de recomposição de estoques pelo setor industrial têm sustentado as cotações no mercado físico. A valorização, contudo, não aumentou a disposição dos produtores para negociar, enquanto as indústrias encontram dificuldades para repassar as altas da matéria-prima ao arroz beneficiado.
Neste contexto, as negociações seguem pontuais, sobretudo diante da diferença entre os valores pretendidos por vendedores e os ofertados por compradores. 
Segundo pesquisadores do Cepea, outro fator determinante foram as chuvas que dificultaram o transporte do cereal em algumas regiões e passaram a gerar preocupações com o preparo do solo para a safra 2026/27.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/VqI0phMr0qlQnc5HllfO7diTrmw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/R/F/qss34ZSpCHfmZBpYNj6A/gettyimages-771454809.jpg" medium="image"/>   <media:description>A baixa disponibilidade de arroz e a necessidade de recomposição de estoques pelo setor industrial têm sustentado as cotações no mercado físico</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:55:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do algodão sobe no Brasil com avanço das cotações internacionais</title>  <atom:subtitle>Compradores com necessidade imediata de matéria-prima demonstram maior disposição para adquirir novos lotes, principalmente de melhor qualidade</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/algodao/noticia/2026/08/preco-do-algodao-sobe-no-brasil-com-avanco-das-cotacoes-internacionais-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/algodao/noticia/2026/08/preco-do-algodao-sobe-no-brasil-com-avanco-das-cotacoes-internacionais-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/W5GU8hpjosvgYyzboJc84ueuX1o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/3/d/atEXFfSH2NrLxeOEJpSw/seapa-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    Os preços do algodão em pluma registraram alta no mercado brasileiro nos últimos dias, impulsionados pela postura firme dos vendedores e pelos avanços dos preços internacionais, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Nesta terça-feira (25/8), o indicador Cepea/Esalq registrou a cotação de R$ 4,2809 a libra-peso, avanço de 1,83% no acumulado desde o início de agosto.
Segundo o Cepea, compradores com necessidade imediata de matéria-prima demonstram maior disposição para adquirir novos lotes, principalmente de melhor qualidade. Por outro lado, parte desses agentes permanece cautelosa, oferecendo valores menores diante das dificuldades de repasse das valorizações aos produtos manufaturados. 
De modo geral, a diferença entre os preços pedidos por vendedores e os oferecidos por compradores mantém as negociações pontuais. O Cepea ressalta que, apesar da alta, os preços no mercado interno passaram a ficar 3% abaixo da paridade de exportação, situação que não era observada desde novembro de 2025.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/W5GU8hpjosvgYyzboJc84ueuX1o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/3/d/atEXFfSH2NrLxeOEJpSw/seapa-divulgacao.jpg" medium="image"/>   <media:description>A diferença entre os preços pedidos por vendedores de algodão e os oferecidos por compradores mantém as negociações pontuais</media:description>   <media:credit>Seapa MG/ Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:38:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Colheita do café arábica avança, mas qualidade de lotes preocupa</title>  <atom:subtitle>A safra 2026/27 deve apresentar uma elevada incidência de grãos de bebida inferior</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/agricultura/cafe/noticia/2026/08/colheita-do-cafe-arabica-avanca-mas-qualidade-de-lotes-preocupa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/agricultura/cafe/noticia/2026/08/colheita-do-cafe-arabica-avanca-mas-qualidade-de-lotes-preocupa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/2gqsQPsJxvEdGz9dzhvoPbproR0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/4/j/AaIAdWQ1AN2lQx71XgGg/article-1-.jpeg" /><br /> ]]>    A colheita de café arábica da temporada 2026/27 se aproxima do fim na maior parte das regiões produtoras brasileiras, após avanço mais intenso dos trabalhos nas últimas semanas. Ainda assim, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o ritmo segue atrasado em relação ao observado no mesmo período do ano passado, quando a atividade já havia sido concluída na maioria das praças. 
De acordo com o Cepea, o atraso foi consequência das chuvas acima da média durante o inverno, que também prejudicaram a qualidade dos lotes. A safra 2026/27 deve apresentar um dos piores resultados dos últimos anos em termos de qualidade, com elevada incidência de cafés de bebida inferior.
Pesquisadores do Cepea ressaltam ainda que, com a colheita em fase final, a atenção do setor se volta ao volume final da safra, ao ritmo da comercialização e à florada que vai gerar a temporada 2027/28.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/2gqsQPsJxvEdGz9dzhvoPbproR0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/4/j/AaIAdWQ1AN2lQx71XgGg/article-1-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Com a colheita do café em fase final, a atenção do setor se volta ao volume final da safra, ao ritmo da comercialização e à florada que vai gerar a temporada 2027/28</media:description>   <media:credit>Gustavo Facanalli/Embrapa</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:54:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tradings de grãos reorganizaram rotas para cumprir EUDR, diz Abiove</title>  <atom:subtitle>Empresas vêm manifestando receio quanto à postura a ser adotada por autoridades de países europeus após o início da implementação da lei</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/08/tradings-de-graos-reorganizaram-rotas-para-cumprir-uedr-diz-abiove.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/negocios/noticia/2026/08/tradings-de-graos-reorganizaram-rotas-para-cumprir-uedr-diz-abiove.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/Rfyw_K9VmWhzT86MknuH0tujoCo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/6/o/eVspM8SmuWpUwdCAzrfg/280121-soja-7093.jpg" /><br /> ]]>    Tradings exportadoras de grãos, farelo e óleo de soja reorganizaram suas rotas logísticas e fluxos em silos e armazéns a fim de cumprir as exigências da lei europeia de combate ao desmatamento (EUDR, na sigla em inglês), prevista para entrar em vigor em janeiro de 2027, segundo disse ao Valor o diretor presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), André Nassar. A entidade tem entre suas associadas as maiores tradings de commodities agrícolas do mundo, como ADM, Cargill, Bunge, Amaggi e outras.  
A EUDR é a lei aprovada pela União Europeia que restringe a importação, pelo bloco, de produtos associados ao desmatamento, ainda que a supressão da vegetação tenha sido considerada legal no país de origem do produto agrícola. Pelas regras a serem implementadas pelo bloco, não serão admitidos produtos que venham de áreas desmatadas depois de 31 de dezembro de 2020. 
Além disso, empresas importadoras europeias terão de comprovar que a produção respeita as leis do país de origem, incluindo as ambientais e trabalhistas, bem como a origem e a rastreabilidade das commodities. Os produtos para os quais serão válidas as novas exigências são café, cacau, soja, madeira, borracha, carne bovina e palma, bem seus derivados. 
A EUDR entraria em vigor em 2026, mas em dezembro de 2025 o Parlamento Europeu aprovou a postergação da implementação em um ano, a fim de dar mais tempo a governos e empresas de vários países para adequar seus processos às regras. A previsão é de que as normas passem a valer no fim de dezembro deste ano, para grandes e médias empresas. 
Uma das principais preocupações das companhias exportadoras de grãos é que o bloco passará a exigir a segregação dos produtos embarcados ao mercado europeu, o que implicará mudanças no uso das rotas logísticas e dos armazéns pelas tradings. Como as regras europeias diferem do que determina o Código Florestal brasileiro e de demandas de outras nações exportadoras, será necessário segregar as cargas destinadas ao bloco. 
Até então, as tradings transportavam por ferrovias grande parte dos volumes, que seguiam para países compradores diferentes. Nos silos e armazéns, bem como em navios graneleiros, cargas adquiridas por nações importadoras distintas também eram misturadas. Agora, os volumes vendidos aos países do bloco deverão ser alocados em meios de transporte e estruturas de armazenagem separados dos demais, o que tende a elevar os custos para os europeus.  
“Teve empresa que escolheu uma rota só [para movimentar commodities destinadas à União Europeia], outras decidiram usar dois ou três corredores”, afirmou Nassar, nos bastidores de um evento em São Paulo, sem detalhar as rotas.
Receios das empresas
Mesmo trabalhando para o atendimento das exigências da EUDR nas diferentes frentes, empresas comercializadoras de grãos e derivados vêm manifestando receio quanto à postura a ser adotada por autoridades de países europeus após o início da implementação da lei antidesmatamento. 
Em maio, três associações europeias que representam o comércio de cereais, óleos e gorduras animais (Coceral), a indústria de óleos vegetais (Fediol) e a indústria de reações compostas (Fefac) divulgaram nota conjunta afirmando que simplificações recentes da EUDR não melhoraram a segurança jurídica para as empresas e reforçaram seu temor quanto a um risco de interrupção de abastecimento do mercado europeu. 
A União Europeia é o segundo maior comprador de produtos do complexo soja brasileiro, responsável por 13% da receita com exportações no acumulado de sete meses de 2026. No caso do farelo de soja, a relevância do bloco é bem maior. Entre janeiro a julho, 42% do volume do derivado de soja enviado pelo Brasil ao exterior foi para aquele mercado - a China ficou com 45%. O mercado europeu também foi o principal destino do farelo de soja exportado pelo país em todo o ano de 2025, absorvendo mais da metade do volume, ou 11,8 milhões de toneladas. 
O Brasil também exporta soja em grão para a União Europeia, mas o continente tem menor peso na balança do produto, tendo comprado pouco mais de 7% do volume embarcado ao exterior pelo país no ano passado.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/Rfyw_K9VmWhzT86MknuH0tujoCo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2023/6/o/eVspM8SmuWpUwdCAzrfg/280121-soja-7093.jpg" medium="image"/>   <media:description>André Nassar, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove)</media:description>   <media:credit>Claudio Belli / Valor/ Agência O Globo</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:30:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>El Niño já impacta Fiagro, mas ainda não pressiona CRA e FIDC</title>  <atom:subtitle>Cresce tensão de investidores com fenômeno climático, enquanto operações de crédito refletem mais RJs e inadimplência</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/el-nino-ja-impacta-fiagro-mas-ainda-nao-pressiona-cra-e-fidc.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2026/08/el-nino-ja-impacta-fiagro-mas-ainda-nao-pressiona-cra-e-fidc.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/GHEjs9URx5626JlKITmKBJkcEvk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/k/P/tuhCieSsedUmC7RmLvZQ/q1a0911-1-.jpg" /><br /> ]]>    As previsões sombrias para os impactos do El Niño na produção agrícola brasileira já entraram no radar dos investidores. Nos últimos três meses, o valor das cotas dos Fiagros caiu em média 4%, segundo dados da Kinea, em meio à associação do risco climático ao cenário negativo de inadimplência e recuperação judicial (RJ) do setor. Nas operações de crédito, no entanto, a ameaça ainda não se traduziu em “spreads” (prêmio de risco) mais altos em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e nas taxas cobradas pelos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs).
“Os Fiagros têm uma concentração muito grande de investidores de varejo, mais exposto e sensível às notícias. Quando você vê que há 95% de chance de um Super El Niño [previsão da Noaa, a agência climática  dos Estados Unidos], e que esse é um evento que pode trazer frustração climática, o investidor naturalmente tira o pé dessa classe de ativo”, afirma Felipe Greco, gestor de Fiagros da Kinea, que faz parte do grupo Itaú Unibanco e é dona do maior fundo do tipo do país, o Kinea Credito Imobiliário (KNCA11), com R$ 2,1 bilhões de patrimônio líquido. 
Greco conta que, nas conversas com investidores, as preocupações com o fenômeno climático são uma constante, assim como a alta de juros, o aumento na inadimplência dos produtores rurais e as questões macroeconômicas e geopolíticas. “O El Niño faz preço, mas não faz sozinho. Porque, senão, os fundos imobiliários e a bolsa não estariam caindo também. A gente vê que tem um movimento mais generalizado.”  
Antônio da Luz, economista-chefe da Ecoagro,  cuja securitizadora foi responsável pelo maior volume de emissões de CRAs em 2025, segundo ranking da consultoria Uqbar, especializada em estruturados, diz que nas conversas com investidores o “El Niño já vinha no top 3 das preocupações e, nas últimas semanas, passou a ser top 1”, depois do trauma das enchentes históricas no Rio Grande do Sul em 2024. “Não sabemos quanto disso está no preço, mas temos certeza de que está”, afirma.
Nas emissões de títulos para captar dinheiro no mercado, porém, a sequência de recuperações judiciais, defaults e rebaixamentos de rating segue sendo o principal fator a ditar a percepção de risco do agronegócio no mercado de capitais. “Até hoje os Fiagros pagam o preço da AgroGalaxy e da Lavouro [duas das maiores distribuidoras de insumos agrícolas do país que pediram recuperação judicial]”, resume o economista-chefe da EcoAgro.   
Estudo da Credit Guide a pedido do Valor mostra que, entre junho e agosto, houve piora do cenário, e que a abertura dos spreads dos CRAs ocorreu na sequência, enquanto a relação entre a deterioração das operações e os efeitos do clima ainda não pode ser estabelecida com clareza.
“O estresse não está nos grandes devedores corporativos, que seguiram com ratings estáveis e novas emissões saindo normalmente”, explica o cofundador e chefe de produtos da Credit Guide, Sérgio Omati. “Está no middle market do agro: usinas, cooperativas, revendas de insumos e, nos casos mais agudos, produtores rurais pessoas físicas. Três das operações mais pressionadas do período têm devedores pessoas físicas, o elo mais exposto a quebra de safra.” 
O levantamento mostra que a mediana dos spreads estava em 0,84%, na mínima do ano, em 13 de março, e subiu a 1,63% no fim de abril. Depois de um platô de 1,60% a 1,70% em maio e junho, houve nova alta a partir de 20 de julho: de 1,74% em 27 de julho a 1,86% em 5 de agosto. Isso corresponde  a cerca de 1 ponto percentual no ano, do qual  0,21 desde 1  de julho. “A abertura de 100 pontos-base [1 ponto percentual] observada é relevante  justamente por ocorrer no grupo mais sólido do mercado, o que indica contágio de percepção, não apenas problemas isolados”, explica Omati. 
O executivo ressalta, porém, que não há crise sistêmica no mercado de CRAs, já que novas emissões seguiram saindo. O estudo também frisa que apenas 15% dos CRAs têm preço de mercado divulgado, o que significa que os spreads refletem principalmente as operações mais líquidas e de grandes emissores. Ao mesmo tempo, os casos de inadimplência e recuperação judicial estão concentrados justamente no middle market, segmento que praticamente não aparece nesses indicadores. 
Conforme dados do Ministério da Agricultura, o estoque de Cédulas de Produto Rural (CPRs), instrumento mais usado por empresas e produtores menores, por ser mais simples e de baixo custo de emissão, era de R$ 576,4 bilhões em junho deste ano, frente a R$ 174 bilhões em CRAs. Já a emissão de CRAs neste primeiro semestre despencou frente ao mesmo período do ano passado: de R$ 14,4 bilhões para R$ 7,1 bilhões, segundo a Anbima.
Na visão dos gestores, o risco climático já faz parte da análise de crédito, mas é absorvido pela própria estrutura das operações. Nos CRAs pulverizados, a diversificação entre culturas e regiões, as cotas subordinadas e, em alguns raros casos, os seguros agrícolas reduzem o impacto de eventuais perdas. Nas operações corporativas, o horizonte de financiamento, normalmente entre três e cinco anos, permite diluir os efeitos de uma quebra de safra com a recuperação da geração de caixa em ciclos seguintes.
“Ainda está muito difícil precificar o impacto do El Niño em termos de risco e spread. O agro tem várias culturas e várias regiões que permitem mitigar esse risco”, afirma Renato Frascino, responsável pela área de Agronegócio da Opea Securitizadora, a segunda maior emissora de CRAs no ranking da Uqbar.
Além disso, ele afirma que a empresa busca mais a agroindústria, o que ele  chama de “depois da porteira.” O maior problema, diz Frascino, é a alavancagem do produtor. Nos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), que abarcam vários papéis de produtores rurais, principalmente as CPRs, a lógica é a mesma. A pulverização e a cota subordinada absorvem eventuais impactos maiores.  “Então não causa aumento de custos para o produtor lá na ponta que inviabilize o crédito.” E, nessas estruturas diversificadas,  ele não acredita que em algum momento o El Niño vá entrar na conta.  
De acordo com Antônio da Luz, da Ecoagro, o mercado acompanha com atenção a evolução do fenômeno, mas ainda não vê perspectiva de uma quebra de safra suficientemente ampla para alterar a percepção de risco. Segundo ele, produtores já vêm adotando medidas para reduzir a exposição aos efeitos climáticos, ao mesmo tempo em que o cenário de estoques globais mais apertados para grãos tende a sustentar preços e compensar parte de eventuais perdas de produção. “Estamos monitorando as operações e não vimos ninguém dizer que não vai plantar.” 
Greco, da Kinea, destaca que a gestora origina e adquire operações proprietárias e também atua no mercado secundário com olhar conservador. A empresa é outra que evita devedores expostos a riscos severos de forma binária, o que abrange, portanto, principalmente o produtor rural e o fornecedor. Mesmo com esse perfil conservador, diz ele, o Kinea Credito Imobiliário caiu cerca de 2% de três meses para cá, metade do recuo geral do segmento, e atingiu deságio de 12%.  Dependendo da composição do Fiagro, a diferença entre o valor patrimonial e o de mercado chega a 49% na B3.
Por isso, a gestora convocou assembleia de cotistas para levar à aprovação  um programa de recompra de cotas. “O preço de tela não reflete os fundamentos do fundo, que está 100% adimplente. O investidor já vinha machucado pelos eventos de crédito, que levaram os Fiagros à estagnação desde 2024, que agora se juntou ao cenário macroeconômico e à tensão com eleições e El Niño.” Greco diz que a gestora permanece otimista em relação ao setor. “O agro não vai deixar de ser a vocação do país.” 
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Para apoiar o produtor frente a esses desafios, cresce a importância de empresas capazes de oferecer soluções completas para garantir que os alimentos continuem chegando às mesas. É nessa direção que a Cargill tem estruturado sua atuação no Brasil.  
Posicionada no centro da cadeia global de suprimentos, a empresa vem ampliando o portfólio de produtos e serviços oferecidos aos agricultores para aumentar a competitividade de quem está no campo e, ao mesmo tempo, contribuir para a estabilidade no abastecimento dos mercados consumidores. 
A proposta da Cargill é acompanhar as diversas etapas da atividade agrícola com soluções integradas. Para a empresa, o fortalecimento da produção passa pela associação entre tecnologia, infraestrutura, financiamento, conhecimento técnico e sustentabilidade. Além da originação e da comercialização de grãos, a companhia disponibiliza insumos agrícolas, soluções logísticas, inteligência de mercado, ferramentas de gestão de riscos, linhas de financiamento, assistência técnica e programas voltados à sustentabilidade e à sucessão familiar. 
Antes do plantio 
O suporte ao produtor se inicia ainda no planejamento da safra. Para essa etapa, a Cargill oferece fertilizantes, sementes de soja e milho desenvolvidas em parceria com empresas de genética e um portfólio de defensivos agrícolas e bioinsumos para proteção das lavouras. 
Além do fornecimento de insumos, a Cargill busca facilitar o acesso ao crédito e ao financiamento da produção. Entre as alternativas estão operações de financiamento vinculadas à comercialização futura da safra, soluções por meio do Banco Cargill e mecanismos do mercado de capitais voltados ao agronegócio. 
Gestão de riscos 
O ambiente de elevada volatilidade dos preços agrícolas e do câmbio faz crescer a demanda por mecanismos capazes de reduzir riscos financeiros. Para isso, a companhia disponibiliza ferramentas de precificação, operações de hedge e soluções de gerenciamento de riscos voltadas aos mercados de grãos. 
O objetivo é permitir que o produtor tenha maior previsibilidade sobre receitas e possa tomar decisões comerciais com base em informações de mercado e estratégias de proteção financeira. 
Sustentabilidade 
A resiliência dos sistemas alimentares também passa por soluções sustentáveis no campo. Entre os programas desenvolvidos pela empresa está o ReSolu, voltado à agricultura regenerativa. Além de disponibilizar uma linha de crédito específica para estimular a recuperação de áreas degradadas e a adoção de práticas sustentáveis, a iniciativa oferece acompanhamento técnico especializado para os produtores. 
Segundo a empresa, o ReSolu já alcança cerca de 85 mil hectares em cinco estados brasileiros, com foco em melhoria da saúde do solo, recuperação de áreas degradadas e fortalecimento da rentabilidade das propriedades rurais. 
Outra iniciativa é o Programa 3S, que busca incentivar práticas agrícolas sustentáveis por meio da verificação de critérios como rastreabilidade da produção, ausência de desmatamento e boas condições de trabalho nas propriedades participantes. 
Informações relevantes 
A Cargill investe também na oferta de informações de mercado. Um destaque é o programa Compasso, que disponibiliza análises, informações econômicas, acompanhamento de tendências e conteúdo especializado para apoiar o processo de tomada de decisão dos produtores. 
Já o Programa de Sucessores, desenvolvido em parceria com o Pecege-USP, prepara novas gerações para a gestão das propriedades rurais, contribuindo para a continuidade dos negócios familiares e para a profissionalização da administração no campo. 
Integração 
Com mais de 160 anos de atuação global, a Cargill reúne operações em dezenas de países e utiliza essa estrutura para conectar produtores, indústrias e mercados consumidores. A empresa atua na originação, no processamento, na armazenagem e no transporte de commodities agrícolas, integrando diferentes etapas da cadeia produtiva para tornar o fluxo de alimentos mais eficiente e seguro. 
No Brasil desde 1965, a Cargill possui operação em 14 estados e no Distrito Federal. São 28 fábricas, 75 armazéns e 7 terminais portuários, além de centros de pesquisa e inovação e escritórios comerciais. Essa estrutura permite oferecer soluções adaptadas às necessidades dos produtores e responder com maior agilidade às mudanças de mercado.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/4hgKhI1sm_b4jvL3jPAcac6DVlY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2026/D/g/i9GpqBTJyWh9snFIbf8Q/cargill-globo-rural-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Cargill oferece soluções integradas para as diversas etapas da atividade agrícola</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:00:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço do boi gordo tem nova queda em São Paulo</title>  <atom:subtitle>Mercado pecuário apresentou uma liquidez um pouco melhor, embora ainda siga em ritmo lento e com poucos negócios efetivamente concretizados</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/preco-do-boi-gordo-tem-nova-queda-em-sao-paulo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/08/preco-do-boi-gordo-tem-nova-queda-em-sao-paulo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/7nDv6W7k9Y9FYxiJYIMkRV2Jm0U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/j/7/ETFzUfSaKJ6vD8XEXqeQ/20200707-agb-bovinos-pr4.jpg" /><br /> ]]>    Com vendas de carne aquém do esperado no fim de semana, evidenciando a sazonalidade do fim de mês (quando a população está com menor poder aquisitivo), os frigoríficos compraram menos e pressionaram a cotação da arroba do boi gordo nesta terça-feira (25/8), informa a Scot Consultoria.
Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado pecuário, o preço do boi gordo caiu pelo segundo dia consecutivo. A redução diária foi de R$ 2, para R$ 343 a arroba no pagamento para 30 dias. O “boi China” também recuou R$ 2, para R$ 346 a arroba. Para a vaca e a novilha, houve estabilidade.
Além das duas praças paulistas, também foram registradas quedas para o boi gordo em outras oito regiões: Triângulo Mineiro, Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), sul de Goiás, oeste da Bahia, sudeste de Mato Grosso, noroeste do Paraná e sudeste de Rondônia. Apenas no Espírito Santo houve alta. Nas demais 22 regiões monitoradas pela Scot, os preços ficaram estáveis na comparação diária.
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destaca que o mercado pecuário apresentou uma liquidez um pouco melhor em relação à segunda-feira (24/8), embora ainda siga em ritmo lento e com poucos negócios efetivamente concretizados. Em diversas regiões, os compradores continuaram trabalhando nos mesmos patamares de preços. Outros, por sua vez, optaram por permanecer fora de compra, aguardando novos posicionamentos e uma possível definição do mercado nesta quarta-feira (26/8).
Do lado vendedor, também prevaleceu a cautela. Alguns pecuaristas preferiram aguardar, na expectativa de que uma melhora nos preços possa surgir nos próximos dias, antes de avançarem com novas vendas.
As negociações realizadas ficaram concentradas, principalmente, na necessidade de completar escalas, com negócios pontuais e em lotes pequenos. De modo geral, o mercado permanece travado, com compradores e vendedores adotando uma postura mais defensiva e aguardando sinais mais claros para definir os próximos movimentos.
+Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/7nDv6W7k9Y9FYxiJYIMkRV2Jm0U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/j/7/ETFzUfSaKJ6vD8XEXqeQ/20200707-agb-bovinos-pr4.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pecuaristas preferiram aguardar, na expectativa de que uma melhora nos preços possa surgir nos próximos dias</media:description>   <media:credit>Geraldo Bubniak/AEN</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:50:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço da soja cai, mas se mantém nos maiores patamares do ano</title>  <atom:subtitle>Segundo analista, há pouco grão disponível no mercado em um cenário de demanda firme</atom:subtitle>  <link>https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-da-soja-cai-mas-se-mantem-nos-maiores-patamares-do-ano.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://globorural.globo.com/cotacoes/noticia/2026/08/preco-da-soja-cai-mas-se-mantem-nos-maiores-patamares-do-ano.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-globorural.glbimg.com/-Md2FHXRq--MA16PYZ59k62gKEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/M/A/mbkkqJQWSQsYBW7G4Eag/47537667261-417c186a58-k.jpg" /><br /> ]]>    Nesta terça-feira (25/8), o indicador Cepea/Esalq do preço da soja porto de Paranaguá (PR) registrou queda de 0,10%, com a saca cotada a R$ 153,70.
Apesar do recuo, os valores da oleaginosa no indicador do Cepea ainda está nos maiores patamares em dois anos e meio. 
Segundo Francisco Queiroz, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA, com 80% da safra 2025/26 já negociada no Brasil, há pouco grão disponível no mercado em um cenário de demanda firme. Essa conjuntura deve manter os valores da soja firmes no Brasil, segundo ele. O analista também diz que será preciso acompanhar o comportamento dos preços na bolsa de Chicago. Na sessão de ontem, os contratos da oleaginosa para novembro subiram 1,10%, a US$ 12,3775 o bushel.
Em outras praças do Brasil, a AgRural apurou uma movimentação de preços mistos. Em Ponta Grossa (PR), o preço caiu R$ 1 em relação ao dia anterior, cotada a R$ 145. Em Primavera do Leste (MT), a soja ficou estável, em R$ 132 a saca. Já em Luís Eduardo Magalhães (BA), a saca avançou R$ 0,50, negociada a R$ 136,50.  </description>  <media:content url="https://s2-globorural.glbimg.com/-Md2FHXRq--MA16PYZ59k62gKEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2024/M/A/mbkkqJQWSQsYBW7G4Eag/47537667261-417c186a58-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mesmo com queda, preços da soja se mantém firmes no Brasil</media:description>   <media:credit>Wenderson Araújo/CNA</media:credit>  <category>globorural</category> <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:15:15 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>