No que pode ser o último verão do Pedral do Lourenção, comunidades do rio Tocantins reivindicam o reconhecimento de um território onde pedras, peixes, histórias e modos de vida estão profundamente conectados.
Infraestrutura resiliente ajuda. Mas a verdadeira força de uma metrópole está nos encontros casuais entre seus habitantes
Sem segurança hídrica, uma economia de baixo carbono pode continuar exposta a interrupções na energia, na produção, nos alimentos e nas cidades
A informação é uma das principais ferramentas para enfrentar as mudanças climáticas
While other countries protect their climate targets through limits, reserves, and fees, Brazil cannot afford to postpone investments in conservation and emissions reductions
Enquanto outros países protegem suas metas climáticas com limites, reservas e taxas, não podemos adiar investimentos nem conservação e reduções de emissões
Nessa segunda-feira (17/8), começou em Ulaanbaatar, na Mongólia, a COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. É a primeira de três conferências ambientais da ONU que acontecem este ano. Em outubro, é a vez da COP17 da Convenção sobre Diversidade Biológica, em Yerevan, na Armênia. Em novembro, a COP31 do Clima reúne o mundo em Antália, na Turquia.
Em Ulaanbaatar, a conferência da ONU contra a desertificação expõe uma questão que vai muito além da recuperação de áreas degradadas: como transformar restauração, água e resiliência em infraestrutura essencial para economias e sociedades?
Precisamos perguntar quem está sendo protegido, quem continua vulnerável e por que algumas pessoas precisam criar, todos os dias, estratégias de sobrevivência para enfrentar os eventos extremos
A transição para uma economia de baixo carbono exige mais do que metas ambientais rigorosas: requer uma liderança plural. Dados mostram que a inclusão de mulheres na alta governança otimiza recursos, reduz emissões e transforma a equidade de gênero em um pilar estratégico inegociável para o setor florestal









