Opinião

No que pode ser o último verão do Pedral do Lourenção, comunidades do rio Tocantins reivindicam o reconhecimento de um território onde pedras, peixes, histórias e modos de vida estão profundamente conectados.

Lourenção somos nós: quem decide o futuro dos rios amazônicos?

Infraestrutura resiliente ajuda. Mas a verdadeira força de uma metrópole está nos encontros casuais entre seus habitantes

A melhor defesa contra a crise climática está na calçada

Sem segurança hídrica, uma economia de baixo carbono pode continuar exposta a interrupções na energia, na produção, nos alimentos e nas cidades

Uma economia pode descarbonizar e ainda assim parar por falta de água

A informação é uma das principais ferramentas para enfrentar as mudanças climáticas

El Niño, eleições e a urgência de comunicar a conservação da natureza

While other countries protect their climate targets through limits, reserves, and fees, Brazil cannot afford to postpone investments in conservation and emissions reductions

Brazil Cannot Afford to Leave Its Carbon Credits For 2031

Enquanto outros países protegem suas metas climáticas com limites, reservas e taxas, não podemos adiar investimentos nem conservação e reduções de emissões

O Brasil não pode deixar seus créditos de carbono para 2031

Nessa segunda-feira (17/8), começou em Ulaanbaatar, na Mongólia, a COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. É a primeira de três conferências ambientais da ONU que acontecem este ano. Em outubro, é a vez da COP17 da Convenção sobre Diversidade Biológica, em Yerevan, na Armênia. Em novembro, a COP31 do Clima reúne o mundo em Antália, na Turquia.

O ano das três COPs expõe os limites de separar clima, biodiversidade e desertificação

Em Ulaanbaatar, a conferência da ONU contra a desertificação expõe uma questão que vai muito além da recuperação de áreas degradadas: como transformar restauração, água e resiliência em infraestrutura essencial para economias e sociedades?

A COP17 não é apenas sobre terra. É sobre água, comida, economia e estabilidade

Precisamos perguntar quem está sendo protegido, quem continua vulnerável e por que algumas pessoas precisam criar, todos os dias, estratégias de sobrevivência para enfrentar os eventos extremos

Na Baixada, aprendi que adaptação climática começa com a memória

A transição para uma economia de baixo carbono exige mais do que metas ambientais rigorosas: requer uma liderança plural. Dados mostram que a inclusão de mulheres na alta governança otimiza recursos, reduz emissões e transforma a equidade de gênero em um pilar estratégico inegociável para o setor florestal

Mulheres seguem sub-representadas nos espaços de decisão de um dos setores mais estratégicos para a agenda climática

Manifesto

Não existe Planeta B. Informe-se. Atue. Participe. Vamos juntos

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